quinta-feira, setembro 17, 2026

O jazz de Manuel Linhares à consideração dos Grammys

O vocalista e compositor português Manuel Linhares alcançou um marco de projecção internacional na sua carreira com o seu mais recente trabalho, Atlântico (2026), que se encontra em consideração para as nomeações dos 69.ºs GRAMMY® Awards (2027).


Nascido nos Açores e criado no Porto, Manuel Linhares cruza o jazz contemporâneo e a identidade lusófona com as influências do Atlântico. Após anos a desenvolver o seu trabalho em Portugal e através da sua ligação com a música brasileira, a mudança de Manuel Linhares para Nova Iorque abriu outro capítulo na sua relação com o jazz, aproximando-o diretamente dos músicos e da cena de jazz contemporâneo da cidade, Atlântico é o resultado dessa travessia. — um disco que conta com os arranjos e colaboração do compositor brasileiro António Loureiro. "Gravado no Studio 42, em Williamsburg, o álbum reúne músicos de destaque da cena nova-iorquina, incluindo Or Bareket, Glenn Zaleski e Keita Ogawa, com a participação especial de David Binney. Conta ainda com os músicos portugueses Gil Silva e Hugo Caldeira, reforçando a ligação atlântica do projeto."


O álbum concorre à consideração dos membros da Academia da Gravação nas seguintes categorias:


Álbum of the Year — Atlântico


Best Jazz Vocal Album — Atlântico


Best Arrangement, Instruments & Vocals — “Impérios da Devastação” (Arranjo de António Loureiro)


A aclamação do disco tem sido global, marcando presença em programas de rádio especializados — como o World of Jazz, o Allston Boylston (KUCI FM, Califórnia) e o Jazz Crumbs (Bemowo FM, Polónia) — e reunindo elogios rasgados da crítica internacional em múltiplos continentes:


 


“One of the best albums of the year.”


Japão, Note.com Manabu Ishigooka, Japão


 


“A strong work in which Portuguese musical lyricism, Brazilian-derived rhythms and harmonies, contemporary jazz improvisation and experimental textures naturally come together.”


Musica Terra, Japão


 


“One of the best releases of 2026 so far.”


La Montaña Rusa Radio Jazz, Espanha


 


“A work worthy of attention within the current trends of contemporary European jazz.”


Milliyet Sanat, Turquia


 


“The album breathes nostalgia, but also possibility.”


Jazz in Family, Italy


 


“The sound of a life stretched between two edges: the urgent, electric pulse of New York … and the quiet gravity of Porto.”


World of Jazz, UK


 


Ao unir improvisação moderna, arranjos sofisticados e a profundidade poética da lusofonia, Atlântico consolida-se como uma das edições de maior relevância no panorama do jazz vocal contemporâneo. 

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