BMP
Music, Movies, Books, theater, Blues, Classical, Pop, Rock, Bullfighting, Bull Starts, etc, etc... Contacto para divulgação ou publicidade: bmp1@sapo.pt / Portugal
segunda-feira, outubro 05, 2026
The Chicks Taking The Long Way: 20th Anniversary Edition
Taking The Long Way: 20th Anniversary Edition is a 3LP set celebrating 20 years of The Chicks' defiant masterpiece. This 5x GRAMMY Award-winning album includes five bonus tracks and an exclusive vinyl etching featuring handwritten lyrics. The original album includes the iconic anthem “Not Ready to Make Nice,” alongside enduring favorites “Easy Silence” and “The Long Way Around.” Available now!
...
...
...
...
sábado, outubro 03, 2026
"Universo Tarantino" a partir de 1 de outubro com a nova versão de "Kill Bill"
De Cães Danados a Os Oito Odiados, passando pela versão integral e sem censura de Kill Bill, a Filmin recebe alguns dos filmes mais emblemáticos do universo de Quentin Tarantino.
...
A partir de 1 de outubro, a Filmin recebe o cinema Quentin Tarantino com o Universo de Tarantino, uma seleção que reúne alguns dos filmes mais marcantes associados ao realizador norte-americano e ao seu inconfundível universo cinematográfico.
O grande destaque vai para Kill Bill, numa versão que reúne “Kill Bill - A Vingança: Vol. 1” e Kill Bill - A Vingança: Vol. 2 ” num único épico visceral e exuberante, que permite acompanhar de uma só vez a história de vingança da Noiva, interpretada por Uma Thurman.
Esta versão inclui cenas sem censura, cortadas e estendidas, oferecendo aos fãs uma experiência diferente dos dois volumes apresentados separadamente. Entre o material adicional encontra-se a icónica e tão adorada sequência de anime, um dos momentos mais singulares de toda a obra.
Entre artes marciais, cinema de samurais com uma forte referência ao Lady Snowblood (1973) de Toshiya Fujita, spaghetti western, anime e cultura pop, Kill Bill reúne algumas das grandes obsessões cinematográficas de Tarantino numa viagem de vingança estilizada e excessiva, protagonizada por uma mulher determinada a eliminar, um a um, os responsáveis pelo massacre que quase lhe tirou a vida.
A versão unificada permite assim revisitar a jornada da Noiva como um único épico de vingança, sem a divisão original entre os dois volumes.
Cães Danados, a primeira longa-metragem realizada por Quentin Tarantino. Em 1992, um então desconhecido Quentin Tarantino deixou a crítica e o público boquiabertos com a sua feroz estreia atrás das câmaras. Um clássico instantâneo, liderado por um elenco que reúne nomes como Harvey Keitel, Tim Roth e Steve Buscemi, tomou o mundo do cinema de assalto graças às suas cenas de grande engenho e elegância, complementadas por uma excelente banda sonora repleta de êxitos da década de 70.
...
Em Jackie Brown, Tarantino adapta o romance Rum Punch, de Elmore Leonard, para contar a história de uma hospedeira de bordo que se vê encurralada entre a polícia e um traficante de armas. Reunindo nomes como Samuel L. Jackson, Robert De Niro e Michael Keaton, Quentin Tarantino assina uma história bem-humorada sobre pequenos e grandes criminosos, povoada por personagens que, por vezes, ultrapassam os limites da lei. Um dos filmes mais emocionalmente impactantes do realizador, é também uma homenagem ao cinema dos anos 70, sobretudo através da escolha de Pam Grier, protagonista de clássicos como "Foxy Brown" e "Coffy".
À Prova de Morte, Quentin Tarantino assina este frenético thriller no asfalto, um hino à afirmação e independência femininas, com Kurt Russell no papel do vilão a abater. Kurt Russell interpreta Stuntman Mike, um especialista em duplos de cinema que utiliza o seu carro preparado para perseguir e matar mulheres. Mas as suas vítimas acabam por não ser tão indefesas como imaginava. O filme combina perseguições, carros, violência e diálogos característicos de Tarantino, ao mesmo tempo que funciona como uma homenagem assumida ao cinema de género.
Em Os Oito Odiados, Tarantino leva a sua conhecida estrutura de personagens confinadas a um espaço fechado para um cenário gelado do Wyoming. Uma tempestade obriga oito estranhos a procurar abrigo numa estalagem isolada. Entre caçadores de recompensas, criminosos e viajantes, ninguém parece ser exatamente quem diz ser. O resultado é um western claustrofóbico e carregado de tensão, onde a desconfiança cresce a cada diálogo e a violência pode explodir a qualquer momento.
O universo de Tarantino estende-se ainda para lá da sua filmografia com Planeta Terror, realizado por Robert Rodriguez e produzido por Tarantino e uma homenagem aos filmes de série B. Rodríguez diverte-se com um filme de zombies brutalmente sangrento, onde Rose McGowan usa uma metralhadora como se fosse uma perna, numa cena que se tornou mítica na história do cinema.
Universo de Tarantino reúne alguns dos filmes que melhor representam essa paixão pelo cinema e permite acompanhar diferentes momentos dessa trajetória.
Disponíveis na Filmin a partir de 1 de outubro.
...
MIL VEZES REVISTA de Filipe La Féria - 8 de outubro 21h
sexta-feira, outubro 02, 2026
Bluestronica - Funk
...
Featured artists and remix projects include:
* ElectroBluesSociety
* Boo Boo Davis
* BLu ACiD
* miXendorp
You can find the digital promo at the link below:
Release details:
Artist: Various Artists
Title: Bluestronica Funk
Release date: September 27, 2026
Format: Digital
Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / World
...
...
...
Black and Tan Records
Rádio Futura celebra 5.º aniversário com mais de 25 atuações na Casa Capitão > 17 OUT
quinta-feira, outubro 01, 2026
Gilberto Gil | 10 de outubro no Coliseu de Lisboa
...
Gilberto Gil apresenta "Amor Azul" no Coliseu dos Recreios, a 10 de outubro.
"Amor Azul" é uma das criações mais ambiciosas de Gilberto Gil, concebida em colaboração com o maestro Aldo Brizzi, a partir do clássico poema indiano Gita Govinda.
Aclamada internacionalmente, esta ópera chega este ano, em exclusivo à capital portuguesa, para uma apresentação única e numa versão expandida e de grande escala. Em palco, reúne Gilberto Gil, o Núcleo de Ópera da Bahia, coro, orquestra e a direção musical de Aldo Brizzi.
Num encontro entre a música popular brasileira e a tradição erudita europeia, "Amor Azul" afirma-se como uma obra singular, marcada pela sua dimensão espiritual, intensidade e riqueza musical.
...
Fingertips | novo single e álbum em outubro | Super Bock Arena 6 de novembro.
...
quarta-feira, setembro 30, 2026
DRACULA de Radu Jude | Estreia a 29 outubro
...
REALIZAÇÃO Radu Jude
PAÍS Roménia, Brasil, Áustria, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido
DURAÇÃO 170’
GÉNERO Comédia
LÍNGUA Romeno
ANO 2025
ESTREIA 29 Outubro
SINOPSE
O que acontece quando um jovem e curioso realizador desafia a sua criatividade com as possibilidades ilimitadas de uma inteligência artificial falsa? Uma mistura surpreendente de várias histórias, de tempos antigos e modernos, sobre o mito original de Drácula: uma caça a vampiros, zombies e Drácula a interromper uma greve, um conto de ficção científica sobre o regresso de Vlad, o Empalador, uma adaptação da primeira novela romena de vampiros, um romance trágico, um conto popular vulgar, histórias kitsch geradas por inteligência artificial… e muito mais!
...
sexta-feira, setembro 25, 2026
Mau Uivo revela "Do Berço", o segundo avanço de Berçário
O novo single chega a 25 de Setembro e antecipa o EP de estreia do projeto de Miguel Menezes, com edição marcada para 13 de Novembro. A mistura e masterização são de Nelson Carvalho e o videoclipe de Filipe C. Monteiro.
Depois da apresentação de "Casa Branca" em Julho, Mau Uivo — projeto em nome próprio do músico e contrabaixista Miguel Menezes — regressa com "Do Berço", o segundo single de avanço para o seu EP de estreia, Berçário. A nova canção aprofunda o universo sonoro do artista e propõe uma reflexão sobre os territórios da memória, as sombras do distanciamento, e os silêncios que habitam as relações primeiras.
Construída sobre a cadência hipnótica de uma canção de embalar, "Do Berço" desvia-se das estruturas convencionais para criar uma atmosfera simultaneamente experimental e envolvente. Composição, produção, gravação e interpretação vocal são inteiramente assumidas por Miguel Menezes, que traz para o projeto a sua vivência na música clássica e no jazz para cruzar sensibilidades e texturas sem limitações formais. A faixa destaca-se pela intensa manipulação vocal: camadas de vozes agudas e graves cruzam-se ao longo da música, sobrepondo perspetivas e estados emocionais que oscilam entre o intimismo, a inquietação e a dissociação, como se diferentes idades e afetos dialogassem entre si.
A mistura e masterização ficaram a cargo de Nelson Carvalho, conferindo o equilíbrio técnico a uma paisagem sonora densa e expressiva.
A dimensão visual de "Do Berço" é assinada por Filipe C. Monteiro, habitual colaborador de Miguel Menezes, que volta a realizar o videoclipe oficial do tema, traduzindo em imagens a sua carga narrativa e estética.
"Do Berço" antecipa assim o lançamento de Berçário, o EP de estreia de Mau Uivo, agendado para 13 de Novembro.
Mau Uivo é o projeto a solo de Miguel Menezes, músico e contrabaixista com um percurso ligado à música clássica, orquestras e projetos de jazz. Explora canções intimistas construídas a partir de camadas de vozes, harmonias subtis, samples e ambientes sonoros experimentais.
Com uma carreira sólida e continuada no universo da música clássica e do jazz — colaborando habitualmente com orquestras e formações diversas —, o artista assume agora em pleno a sua vertente de compositor de canções, um gesto criativo cultivado ao longo dos anos.
Composto por cinco faixas totalmente escritas, produzidas, gravadas e interpretadas por Miguel Menezes, Berçário assinala uma nova fase no seu percurso. O título sugere a ideia de um ponto de partida ou de maturação, onde diferentes memórias, vivências e descobertas sonoras se cruzam subtilmente com a construção de uma nova identidade artística.
O EP de estreia reúne cinco temas que cruzam a canção de autor com a experimentação sonora, o sampling e a desconstrução das estruturas convencionais. O trabalho inclui os singles "Casa Branca", "Do Berço" e o vindouro "Lição".
No plano sonoro, o EP desafia as convenções tradicionais da escrita de canções. Embora a guitarra e a voz constituam o alicerce de grande parte do alinhamento, a instrumentação é expandida através de um meticuloso trabalho de manipulação sonora, tratamento vocal, amostragem e exploração de ambientes alternativos. O alinhamento contempla ainda uma faixa instrumental, reflexo direto da bagagem do músico noutras abordagens e linguagens artísticas.
A mistura do disco foi assegurada por Moritz Kerschbaumer, cabendo a masterização a Nelson Carvalho.
https://www.instagram.com/mau___uivo/
https://youtube.com/@mauuivo?si=N7llC3Wkm55EmLWN
https://mauuivo.bandcamp.com
...
A Cantadeira leva Tecelã Além-Fronteiras
...
Álbum de estreia de Joana Negrão chega internacionalmente com
duas faixas extra e dois concertos na Alemanha
Depois de uma receção particularmente expressiva em Portugal — onde foi distinguido como Disco Antena 1 2024, alcançou o 4.º lugar no World Music Charts Europe e o 1.º lugar na lista LIMUR Iberian — Tecelã, o álbum de estreia de A Cantadeira, projeto a solo de Joana Negrão, prepara-se agora para atravessar fronteiras.
O disco será lançado internacionalmente com uma edição que acrescenta duas faixas extra, Responso À Mulher e Corpo Meu, e será apresentado ao vivo na Alemanha em dois momentos: 3 de outubro, em Malzhaus, Plauen, e no Transvocale Festival a 14 de Novembro, também na Alemanha.
Em Tecelã, A Cantadeira parte da matéria viva da tradição oral portuguesa para construir uma linguagem contemporânea, onde a voz assume simultaneamente o papel de memória, instrumento e território de experimentação. Joana Negrão cruza canto, adufe, gaita-de-foles e eletrónica, utilizando a voz em tempo real para criar camadas, ritmos e texturas que transformam o palco num espaço de construção sonora.
O resultado é uma música de raízes portuguesas que não procura reproduzir a tradição, mas re-imaginá-la — entre a memória e o presente, entre o ritual e a experimentação, entre aquilo que herdamos e aquilo que estamos ainda a construir.
“A tradição não é para mim uma coisa parada no tempo. É uma matéria viva, que podemos tocar, transformar e fazer avançar. Tecelã nasce precisamente desse lugar:
da vontade de perceber de onde vimos, mas também de imaginar para onde podemos ir.”
A nova edição internacional de Tecelã inclui duas faixas que ampliam o universo do álbum. Responso À Mulher surge pela primeira vez numa edição discográfica de A Cantadeira depois da participação de Joana Negrão no Festival da Canção, trazendo para o disco uma peça profundamente ligada à dimensão coletiva e ritual da voz feminina.
A segunda faixa extra, Corpo Meu, aponta já para o próximo capítulo do projeto. A canção mergulha no corpo feminino como lugar de memória, cansaço, maternidade, procura e transformação, antecipando o universo conceptual do próximo álbum de A Cantadeira, também intitulado Corpo Meu.
A passagem pela Alemanha representa assim mais do que a apresentação internacional de um disco: é o início de uma nova etapa para A Cantadeira, levando uma criação profundamente enraizada na cultura portuguesa para o diálogo com públicos e contextos internacionais.
Com uma carreira artística iniciada em 1999, Joana Negrão tem vindo a desenvolver um percurso marcado pela criação, interpretação e investigação em torno da música de raízes portuguesas. Foi cantora, compositora e letrista dos Dazkarieh, integrou projetos como Seiva, e desenvolve atualmente A Cantadeira como espaço de criação a solo, onde tradição, voz e experimentação contemporânea se encontram.
Tecelã é uma viagem pela memória e pela voz, mas também uma afirmação de que a tradição pode continuar a criar futuro.
...
Voronet Blue apresentam o primeiro EP, The Chariot, editado pela Lux Records
A banda conimbricense estreia-se em formato EP a 25 de setembro com um trabalho de cinco temas construído em torno da tensão entre luto e luta, perda, resistência e movimento. No mesmo dia, às 22h, os Voronet Blue apresentam The Chariot ao vivo na Tabacaria da OMT, em Coimbra. Os bilhetes já estão à venda. “Grip”, tema de abertura, chega também acompanhado de videoclip.
Os Voronet Blue apresentam hoje The Chariot, o primeiro trabalho discográfico da banda conimbricense, editado pela Lux Records. Com cinco temas, o EP marca a estreia da banda neste formato e desenvolve-se num território situado entre o luto e a luta, explorando diferentes estados de tensão, perda, resistência, confronto e movimento. No dia do lançamento, a banda leva o novo trabalho ao palco da Tabacaria da OMT, em Coimbra, para um concerto marcado para as 22h, com bilhetes ainda disponíveis.
O próprio título do EP parte da carta The Chariot (VII), dos Arcanos Maiores do Tarot, tradicionalmente associada à vontade, determinação, controlo e capacidade de avançar perante os obstáculos. Mais do que uma referência estética, a carta funciona como estrutura simbólica para o universo do disco, refletindo a dualidade entre avançar e perder a direção, entre controlar as próprias forças e lidar com aquilo que, simultaneamente, as puxa em sentidos diferentes.
É nesse espaço de tensão que se desenvolvem os cinco temas de The Chariot: um território intermédio entre aquilo que se perde e aquilo que ainda exige movimento. A ambição e o impulso de avançar convivem com a dispersão, a resistência e a sensação de ausência de controlo, dando forma a um trabalho onde peso, atmosfera e dimensão emocional se encontram.
O EP abre com “Grip”, tema de inspiração post-punk que estabelece desde os primeiros momentos a inquietação que atravessa o disco. Construída a partir de uma voz que se dirige diretamente ao ouvinte, a música coloca no centro a necessidade de parar, tomar consciência e reconhecer o peso das próprias ações e das suas consequências.
O título recupera a expressão inglesa “get a grip”, usada para pedir a alguém que recupere o controlo, se recomponha ou enfrente uma situação com maior lucidez. Em “Grip”, essa expressão transforma-se numa espécie de chamada de atenção, traduzida numa composição ritmada e física, em constante movimento. A música parte de um momento de confronto e introspeção, não enquanto acusação, mas como tomada de consciência e reconhecimento da responsabilidade sobre aquilo que está a acontecer.
Entre os cinco temas encontra-se ainda “Juliette”, anteriormente apresentada como single, a 26 de junho de 2026, e que integra agora o conjunto de canções que dá forma ao EP de estreia.
Hoje (25 de setembro), os Voronet Blue apresentam The Chariot ao vivo, às 22h, na Tabacaria da OMT, em Coimbra, num concerto que assinala a chegada do primeiro trabalho discográfico da banda ao público. Os bilhetes ainda estão à venda.
...
...
Janeiro - concerto a 18 de novembro (Coliseu Club)
No dia 18 de novembro, Janeiro apresenta no Coliseu Club, em Lisboa, Reticências: Uma Nova Versão de Nós, um concerto íntimo e orgânico que dá vida ao seu novo álbum Reticências.
Em palco, apenas três focos de luz e duas presenças permanentes: Janeiro, ao violão de nylon, e Daniel Lima, ao piano. Um cenário despido do excesso, onde tudo acontece no espaço entre uma canção e outra. é um disco feito de encontros, conversas e colaborações.
Oito das suas faixas contam com convidados e, por isso, o concerto transforma-se também num lugar de encontro entre Janeiro e alguns dos artistas que fazem parte deste novo capítulo. Cada convidado traz consigo uma nova voz, uma nova história e, inevitavelmente, uma nova versão das canções. Entre temas inéditos, canções que atravessaram diferentes momentos do percurso de Janeiro e alguns dos seus temas mais conhecidos, o concerto percorre passado e presente sem nunca perder o foco no agora.
Reticências: Uma Nova Versão de Nós é, acima de tudo, um concerto sobre proximidade. Sobre aquilo que acontece quando duas pessoas se encontram e, desse encontro, nasce qualquer coisa que antes não existia. Uma noite de canções, amigos e encontros onde cada reticência deixa espaço para aquilo que ainda está por dizer.
Dia: 18 de novembro 2026
Local: Coliseu Club (Lisboa)
Hora: 21:00
...
quinta-feira, setembro 24, 2026
"Barrio Triste": Filmin estreia em exclusivo o grande vencedor do Indielisboa
Vencedor do grande prémio no IndieLisboa e produzido por Harmony Korine, o filme capta a angústia existencial de um grupo de jovens que rouba uma câmara para documentar as suas vidas
...
...
Depois de conquistar o Grande Prémio do IndieLisboa, Barrio Triste chega à Filmin em exclusivo. A primeira longa-metragem de Stillz, fenómeno dos videoclipes que tem vindo a reinventar o género nos últimos anos, estreia na plataforma a 8 de outubro e apresenta um olhar singular, cru e inquietante sobre a juventude marginalizada da Medellín dos anos 80.
Produzido por Harmony Korine, realizador de Spring Breakers: Viagem de Finalistas, o filme acompanha um grupo de jovens dos subúrbios de Medellín que rouba uma câmara de uma televisão local e decide utilizá-la para documentar as suas próprias vidas. O que começa como uma viagem pela cidade transforma-se progressivamente numa experiência cada vez mais estranha, marcada pelo isolamento, pela violência e por um inesperado encontro paranormal.
Barrio Triste é uma obra sobre uma juventude sem grandes perspetivas, que encontra na câmara uma forma de olhar para o mundo. Entre caminhadas intermináveis pelas ruas de Medellín, o assalto a um banco e acontecimentos que desafiam a lógica, Stillz constrói um retrato fragmentado e visceral de um grupo de jovens à procura de um lugar no mundo.
Barrio Triste utiliza a câmara como uma extensão do olhar das próprias personagens, dando-lhes controlo sobre a forma como são representadas. Através desta linguagem próxima do documentário e do found footage, Stillz cria uma experiência cinematográfica imersiva, onde realidade e ficção se confundem progressivamente.
O OLHAR DE STILLZ
Conhecido pelo seu trabalho na realização de videoclipes, Stillz construiu nos últimos anos uma identidade visual marcada por uma abordagem experimental e pela capacidade de transformar o universo dos artistas com quem trabalha. Com Barrio Triste, estreia-se na longa-metragem levando essa linguagem para o cinema. O resultado é um filme visualmente ousado, que se afasta das convenções narrativas para mergulhar no quotidiano de personagens marginalizadas.
Em vez de explicar a realidade em que vivem, Stillz opta por acompanhá-las, deixando que sejam os seus gestos, os seus silêncios e as imagens que captam a revelar a angústia e o isolamento que atravessam as suas vidas.
A longa-metragem conta ainda com a produção de Harmony Korine, uma das figuras mais reconhecidas do cinema independente norte-americano. A colaboração entre Korine e Stillz cria um cinema que privilegia personagens marginais, narrativas pouco convencionais e uma estética livre das fronteiras tradicionais entre cinema, cultura urbana e música.
O resultado é um filme que combina o realismo de um retrato social com uma dimensão progressivamente surreal e perturbadora.
...
CRASH nos cinemas a 1 outubro
30 anos depois da estreia em Portugal,
o filme de David Cronenberg regressa às salas de cinema a 1 de outubro.
Um dos maiores êxitos da carreira de David Cronenberg e, também, um dos seus filmes mais controversos e polémicos. Adaptado do romance de J.G. Ballard, “Crash” é um filme demencial sobre o fascínio do sexo e da morte sobre rodas. Trata-se de uma macabra visão sobre a combinação entre erotismo e mutilação, autodestruição calculada e desejo sexual, morte violenta e acidentes rodoviários.
...
REALIZAÇÃO David Cronenberg
PAÍS Canadá
DURAÇÃO 100’
GÉNERO Drama
LÍNGUA Inglês
ANO 1996
SINOPSE
James Ballard (James Spader), um produtor de filmes publicitários, tem um grave acidente de viação ao colidir com outro automóvel, que resulta na morte do outro condutor e deixa a mulher dele ferida. No hospital, Ballard perde-se e volta a encontrar Helen Remington (Holly Hunter), a viúva da vítima mortal do acidente. Na sua companhia conhece Vaughan (Elias Koteas), um cientista e fotógrafo fascinado pela beleza erótica dos ferimentos e das mutilações originadas por acidentes de viação. Ballard começa por se sentir curioso em relação a Vaughan e às suas ideias de recriar acidentes célebres, como o que vitimou James Dean. E, a pouco e pouco, deixa-se contagiar pelo erotismo que emerge da insólita combinação.
...










