terça-feira, julho 07, 2026

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 Santana

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Carlos Santana + John Lee Hooker

Alphaville ao vivo em Lisboa e Guimarães

 


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"NOVO TEMA" - COIMBRA - João Farinha & Orquestra Clássica do Centro



Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais "COIMBRA", o novo tema de João Farinha, inspirado na identidade única da cidade e na profunda ligação que gerações de estudantes, artistas e visitantes mantêm com Coimbra.


O videoclipe oficial teve a sua estreia absoluta no passado 4 de julho, no âmbito da Cerimónia Comemorativa do Dia da Cidade de Coimbra, realizada na Antiga Igreja do Convento São Francisco, tendo assinalado, por convite da Câmara Municipal de Coimbra, a abertura da cerimónia oficial.


Mais do que um lugar, Coimbra é uma memória coletiva, um património vivo construído por gerações que nela estudaram, viveram, sonharam e cantaram. Cidade de conhecimento, cultura e tradição, continua a afirmar-se como um espaço de encontro entre passado e futuro, onde a história se cruza diariamente com a criação artística.


Com letra e música de João Farinha e arranjos de Pedro Carvalho, o tema une a tradição do Fado de Coimbra a uma dimensão orquestral contemporânea, numa interpretação que reúne João Farinha, Hugo Gamboias (guitarra portuguesa), Diogo Passos (guitarra clássica) e a Orquestra Clássica do Centro, sob direção do maestro Sérgio Alapont.


Gravado no Cineteatro Messias, na Mealhada, "COIMBRA" presta homenagem ao espírito coimbrão através de uma linguagem musical que aproxima a tradição do Fado de Coimbra da sonoridade da Orquestra Clássica do Centro.


O tema e o respetivo videoclip encontram-se já disponíveis nas principais plataformas digitais.

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Ficha Técnica

Título: COIMBRA


Letra e Música: João Farinha

Arranjos: Pedro Carvalho


Áudio

Voz: João Farinha

Orquestra: Orquestra Clássica do Centro

Direção da Orquestra: Maestro Sérgio Alapont

Guitarra Portuguesa: Hugo Gamboias

Guitarra Clássica: Diogo Passos

Gravação, edição, mistura e masterização: Rodolfo Cardoso

Gravado no Cineteatro Messias (Mealhada), maio de 2026

Vídeo

Captação e edição: Tiago Cerveira

Agradecimentos

Associação Orquestra Clássica do Centro

Câmara Municipal de Coimbra

Câmara Municipal da Mealhada

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Polska Mostra de Cinema Polaco chega a Vila Nova de Gaia | 9 e 10 de julho | UCI Arrábida 20

Depois da estreia em Lisboa, a Polska Mostra de Cinema Polaco chega a Vila Nova de Gaia para dois dias dedicados a algumas das obras mais marcantes da cinematografia polaca contemporânea e clássica. Promovida pela Embaixada da Polónia em Lisboa e pela Associação Il Sorpasso, a iniciativa decorre nos dias 9 e 10 de julho, no Cinema UCI Arrábida 20.


A programação reúne três filmes que revelam a diversidade do cinema polaco: uma homenagem ao mestre Andrzej Wajda, no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento, a mais recente obra de Agnieszka Holland, uma das grandes realizadoras europeias da atualidade, e um dos documentários mais premiados dos últimos anos.


A mostra abre no dia 9 de julho, com Franz, de Agnieszka Holland [horário a confirmar em breve], filme escolhido pela Polónia para representar o país na corrida aos Oscars®. Concebido como um retrato caleidoscópico da vida de Franz Kafka, o filme acompanha o escritor dividido entre o trabalho numa seguradora, as expectativas familiares e a paixão pela escrita, explorando as origens da sua imaginação singular e o legado de uma obra que continua a marcar a literatura universal.

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No dia 10 de julho, às 16h00, será exibido O Homem de Ferro (Człowiek z żelaza, 1981), de Andrzej Wajda, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes e uma das obras fundamentais do cinema político europeu. O filme tornou-se um retrato incontornável do movimento Solidariedade e da luta pela liberdade na Polónia, permanecendo uma reflexão poderosa sobre a relação entre arte, poder e memória histórica.


Às 19h30, será apresentado Pianoforte, de Jakub Piątek, distinguido com o International Emmy Award na categoria Arts Programming e vencedor do Prémio do Público no festival Visions du Réel. O documentário acompanha jovens pianistas durante o prestigiado Concurso Internacional de Piano Fryderyk Chopin, revelando a enorme pressão emocional de uma competição para a qual muitos se preparam desde a infância. Estruturado quase como um thriller psicológico, o filme cruza a beleza da música de Chopin com uma reflexão sobre a ansiedade, a saúde mental e o preço da excelência, demonstrando a grande vitalidade do documentário polaco contemporâneo.

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A Polska Mostra de Cinema Polaco nasceu para aproximar o público português da riqueza e diversidade da cinematografia polaca. Depois da primeira edição em Lisboa, a extensão a Vila Nova de Gaia reforça essa vocação de partilha, celebrando autores fundamentais e novas vozes de um cinema que continua a afirmar-se como um dos mais estimulantes da Europa.

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domingo, julho 05, 2026

Paulo Kanuko @BMP


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Vasco Moreira (Gritali) :
"O Paulo é o músico mais solicitado do Distrito do Porto só com uma viola nas mãos.
Ele é o número 1 para qualquer festa ou evento.
Quando me perguntam se eu conheço alguém para animar um evento ou festa, eu aconselho sempre o Paulo Kanuko.
Tive o privilégio de participar em festivais e eventos em bares e clubes de música com ele."




Braga Blues 2026

Website:

https://bragablues.com/event/chris-jagger-uk/

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The Animals, Chris Jagger e muitos outros.

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sexta-feira, julho 03, 2026

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 The James Gang

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Filme: O MISTERIOSO OLHAR DO FLAMINGO | Estreia 30 julho

O MISTERIOSO OLHAR DO FLAMINGO | Estreia 30 julho

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REALIZAÇÃO Diego Céspedes

PAÍS Chile, França, Alemanha, Espanha

DURAÇÃO 108’

GÉNERO Drama

LÍNGUA Espanhol

ANO 2025


SINOPSE

No início dos anos 80, no deserto chileno, Lidia, de onze anos, cresce numa família queer amorosa. Empurrada para a periferia de uma cidade mineira hostil e empoeirada, a família é considerada a culpada pela propagação de uma doença misteriosa, que se transmite apenas pelo olhar entre duas pessoas apaixonadas.




Neste western moderno, Lidia lidera uma busca por vingança, enfrentando violência, medo e ódio, onde a família é o seu único refúgio e o amor pode ser o verdadeiro perigo.

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“Eis uma bela e crua estreia do jovem realizador chileno Diego Céspedes, um filme que é em parte um western queer, em parte uma fábula cativante, com algumas cenas gloriosas que parecem saídas de uma telenovela latina, efeitos de realismo mágico e momentos de uma ternura comovente.”


Cath Clarke, The Guardian

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Films4you


Festival Que Jazz É Este? revela cartaz completo e convida Viseu para o grande fim de semana no Parque Aquilino Ribeiro

Está fechado o cartaz da 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este?, que decorre de 8 a 19 de julho em Viseu. Depois de duas semanas em que o jazz percorre hospitais, lares, um estabelecimento prisional, aldeias, ruas, museus e outros espaços da cidade, o festival concentra o seu momento mais intenso nos dias 18 e 19 de julho, transformando o Parque Aquilino Ribeiro, no coração de Viseu, no principal ponto de encontro entre artistas, públicos e comunidade.


 


Fiel à identidade que tem vindo a afirmar ao longo de catorze edições, o Que Jazz É Este? continua a cruzar diferentes linguagens musicais e artísticas, reunindo nomes consagrados, projetos emergentes e criação local numa programação de entrada livre que volta a desafiar as fronteiras do jazz.


 


No sábado, 18 de julho às 17h30 ouve-se Songsayer, o projeto de Rita Maria e Nuno Costa, que também orientam este ano o 18.º Workshop de Jazz de Viseu. Amigos e colaboradores de longa data, apresentam um concerto intimista onde voz, guitarra, eletrónica e improvisação reinventam canções que marcaram o percurso de ambos, criando um espaço de escuta sensível, experimental e profundamente pessoal.


Às 19h00, sobe ao palco Azul Piscina, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues, onde composição e improvisação convivem numa criação coletiva em permanente transformação.


A noite prossegue, às 21h30, com um dos concertos mais aguardados desta edição: Maria Luiza Jobim, que apresenta em Viseu uma música onde a MPB, a eletrónica subtil e a linguagem do jazz se encontram numa escrita delicada e contemporânea.


O primeiro dia termina de forma diferente. A partir das 23h00, o festival junta-se à DANCETERIA, projeto da companhia Mochos no Telhado, para uma sessão especial Que Jazz É Este?. que transforma o parque numa pista de dança aberta a todos, começando com uma aula de Giant Steps, orientada por Maria Antunes, seguida de um momento de convívio e partilha que convida o público a permanecer no festival para lá dos concertos.


 


No domingo, 19 de julho, a música regressa ao Parque Aquilino Ribeiro com o Hugo Santos Quintet, que às 17h30 apresenta composições originais do jovem baterista, vencedor do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro nas categorias de Melhor Ensemble e Melhor Composição Original, afirmando uma linguagem onde jazz, rock e funk convivem naturalmente.


Às 19h o encerramento da 14.ª edição acontece com um encontro verdadeiramente especial: Omar, uma das vozes maiores da soul britânica, sobe ao palco acompanhado pela Gira Big Band, coletivo de jovens músicos da região de Viseu dirigido por João Martins e desenvolvido no âmbito do trabalho contínuo da Gira Sol Azul. Com uma carreira de mais de quatro décadas e colaborações com artistas como Stevie Wonder, Erykah Badu ou Angie Stone, Omar protagoniza um concerto inédito que simboliza o espírito do festival: promover encontros improváveis entre artistas internacionais e a criação musical local.


 


Ao longo das tardes de sábado e domingo, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe ainda emissões especiais de rádio ao vivo conduzidas por Sandra Rodrigues, Filipa Fróis e a dupla Daniela Madaleno e Pedro Coutinho, a apresentação do novo livro do guitarrista viseense Luís Lapa, ‘Chave Mestra’, além de um mercado de livros e discos, reforçando a dimensão multidisciplinar e participativa do festival.


 


A programação completa integra ainda o Jazz ao Domicílio, que leva a música ao Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, ao Internato Dr. Vítor Fontes e ao Estabelecimento Prisional de Viseu; o Jazz na Rua, que atravessa a feira semanal da cidade; a programação em Várzea de Calde; o 18.º Workshop de Jazz de Viseu; as jam sessions no Carmo'81; e a oficina Cartazes Animados, orientada pela artista plástica Beatriz Rodrigues, que decorre no dia 11 de julho, às 15h00, na nova sede da Gira Sol Azul, na histórica Rua Direita. Nesta oficina, os participantes serão convidados a criar composições visuais e pequenas animações inspiradas nos artistas que integram o cartaz desta edição.


 


Todas as atividades mantêm entrada livre, mediante donativo consciente, um contributo voluntário que ajuda a tornar possível um festival acessível sem desvalorizar o trabalho dos artistas e de toda a equipa envolvida.


 


A realização da 14.ª edição conta com o apoio do Município de Viseu, parceiro fundamental para que o Que Jazz É Este? continue a afirmar-se como um projeto cultural de proximidade, criação e serviço público.


 


De 8 a 19 de julho, o Que Jazz É Este? volta a ocupar Viseu com música, encontros e experiências que ultrapassam o palco. Mais do que um festival, continua a ser um lugar onde a cidade se escuta a si própria - e onde o jazz continua a encontrar novas formas de acontecer.


 


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Novas confirmações no cartaz do OUT.FEST 2026

Novas confirmações no OUT.FEST 2026


Oren Ambarchi & Susana Santos Silva, Carla dal Forno, Guttersnipe e Slikback entre as novas confirmações para a 22.ª edição do festival do Barreiro,

que acontece de 1 a 4 de outubro

Anunciado o segundo conjunto de artistas para o OUT.FEST 2026, a 22.ª edição do festival do Barreiro dedicado à diversidade e generosidade das músicas exploratórias contemporâneas.


Com este novo anúncio, o desenho do festival aproxima-se da sua forma final, reunindo encontros inéditos, figuras tutelares, novas gerações e alguns dos percursos mais estimulantes da criação musical contemporânea.


Entre os destaques encontra-se o encontro inédito entre o australiano Oren Ambarchi e a trompetista Susana Santos Silva, duas figuras centrais da improvisação contemporânea unidas por uma procura comum em torno da chamada "música eterna". Assinala-se igualmente a estreia no OUT.FEST de Maggie Nicols, pioneira das músicas livres europeias, que apresenta um raro concerto para voz e piano, bem como o regresso de Carla dal Forno a Portugal, com o novo álbum ‘Confessions’ na bagagem.


Entre as estreias nacionais, destaque para a colaboração entre Demdike Stare e Cherrystones, para Karen Willems, JJJJJerome Ellis e para os venezuelanos Weed420, artistas que, por vias muito distintas, exploram novas relações entre composição, memória, tecnologia, escrita, ritmo e escuta. Regressam também ao país Slikback e NikNak, dois nomes centrais na permanente expansão das fronteiras da música eletrónica contemporânea.


A criação portuguesa ocupa um lugar central neste anúncio. BLEID regressa ao Barreiro, Helviofox reforça a vitalidade da órbita Príncipe através da reinvenção contínua da batida, Junkie Money representam uma das comunidades criativas mais estimulantes surgidas recentemente no universo do trap nacional, enquanto _farming, sa ra e Engrenagem Necrofilia revelam diferentes perspetivas sobre repetição, paisagem sonora, ruído e experimentação.


Completam este segundo anúncio os britânicos Guttersnipe, com o novíssimo ‘Extinction Burst’ ainda a ecoar pelos ouvidos mais atentos.


Com este segundo anúncio, o mapa do OUT.FEST 2026 encontra-se praticamente traçado. O derradeiro conjunto de confirmações será revelado em breve, completando um programa que, de 1 a 4 de outubro, volta a afirmar o festival e o Barreiro como um território de descoberta e abertura a múltiplas formas de criação musical e de encontros humanos.


Os passes globais continuam disponíveis em https://outra.bol.pt e locais habituais. Todas as informações em outfest.pt.

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https://outfest.pt/


Figueiró dos Vinhos veste-se de Arte: Fazunchar 2026 promete cruzar Tradição, Comunidade e Criatividade


O Município de Figueiró dos Vinhos prepara-se para receber mais uma edição memorável do Fazunchar, que decorrerá entre 15 e 23 de agosto de 2026. A nova edição vai reunir intervenções de nomes de referência como o Projecto Ruído, Francis.co e Catarina Glam, a par de um cartaz musical que inclui concertos de Noiserv e Zarko.


 


Sob o mote "As Linhas que nos Vestem", a edição deste ano celebra a identidade cultural local, inspirando-se fortemente no património, nas memórias e nas texturas industriais e históricas do concelho. Através de um cartaz rico e multidisciplinar, as ruas e freguesias do município vão transformar-se num autêntico palco de criação artística contemporânea.


 


O festival volta a apostar convictamente na descentralização territorial e no envolvimento ativo dos cidadãos. A premissa passa por estender o conceito de arte urbana muito além da pintura convencional de superfícies, gerando dinâmicas de inclusão social e diálogo entre diferentes gerações de residentes e visitantes.


 


A edição de 2026 apresenta uma programação multifacetada e inclusiva com um vasto leque de atividades desenhadas para abranger públicos diversificados e incentivar a coprodução comunitária.


 


O programa inclui Murais e Esculturas, intervenções de grande formato que desafiam e redefinem a paisagem urbana da vila. O cartaz das artes visuais conta com a presença de Projecto Ruído que se foca na criação de arte urbana e muralismo com forte pendor de envolvimento com o meio e memória locais;Francis.co, ilustrador e artista urbano cujo trabalho gira em torno da "casa" enquanto elemento visual; e Catarina Glam, artista visual focada no desenvolvimento de personagens e ilustrações que materializa em esculturas e intervenções públicas.


 


As Residências Artísticas e a Open Call funcionam como espaços dedicados à experimentação, à partilha de novos talentos e à criação em diálogo direto com o território. As Residências Artísticas acolhem Nuno Miles, artista com foco na pintura mural tridimensional, explorando técnicas de realismo, hiper-realismo e anamorfismo, e Pedro Guerra, fotógrafo e realizador autodidata com raízes na fotografia de rua, que dedicou grande parte do seu percurso a documentar o processo criativo de conceituados artistas de street art.


 


A manualidade e a narrativa visual ganham destaque nos Workshops Criativos, que contam com ações desenvolvidas por criadores de referência nacional: Da Linha ao Fato – Vamos Criar um Álbum Ilustrado com Carla Nazareth; Sorrisos a Transbordar com O Estendal da Flor; e Um Saco de Histórias Bordadas com Marina Prior.


 


O envolvimento local reforça-se nas Oficinas e no Projeto Comunitário, iniciativas de cariz intergeracional que cruzam artes plásticas, têxteis e a revalorização das histórias de vida locais. Neste segmento temos Pitanga, artista visual cujo universo se revela entre a cor e o instinto, fundindo muralismo e ilustração e A Avó Veio Trabalhar, hub criativo para seniores (60+) que funciona como um polo de produção artesanal e rede de afetos, celebrando a mestria e o talento tradicional das suas "Avós" através de peças de design exclusivas.


 


Para uma imersão completa, estão preparadas Visitas Guiadas com três tipologias de circuitos: a Rota Infantil, a Rota de Arte Urbana (vila) e a Rota da Venda (freguesias).


 


O artesanato contemporâneo e o design independente ganham palco no Mercado de Autor, um espaço vocacionado para a sua promoção e comercialização.


 


Por fim, o evento reserva momentos de debate público, reflexão sobre o impacto da arte nas comunidades e uma programação musical eclética através da Roda de Conversas e Concertos. A música tem como protagonistas noiserv, Zarko, Dj ivo.i.am e Djs DemiJohns.


 


https://www.instagram.com/fazunchar.fv/


https://www.facebook.com/fazunchar


https://fazunchar.pt/


www.cm-figueirodosvinhos.pt

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Isam Elias na Casa Palestina em Lisboa - com concerto entre tradição e eletrónica

O pianista, compositor e cantor palestiniano Isam Elias apresenta-se na Casa Palestina, num concerto que cruza a herança musical árabe com a eletrónica contemporânea. Em digressão de apresentação do seu EP de estreia, TUBES, o músico propõe uma experiência onde piano, sintetizadores, ritmos afro-orientais e melodias tradicionais palestinianas se encontram numa linguagem sonora marcada pela improvisação e pela dança.


A Casa Palestina recebe, no próximo 24 de julho, às 20h00, o músico palestiniano Isam Elias, uma das vozes emergentes da nova geração de artistas que exploram o diálogo entre tradição e inovação musical. O concerto integra a programação cultural da Casa Palestina e assinala a apresentação em Lisboa do seu primeiro trabalho discográfico, TUBES.


Pianista, compositor, cantor e autor de canções, Isam Elias iniciou o estudo do piano aos seis anos, profundamente influenciado pela música tradicional árabe. A partir dessa formação construiu uma linguagem própria que cruza o piano com sintetizadores, produção eletrónica e ritmos afro-orientais, incorporando influências da dabkeh palestiniana e do dancehall numa proposta que mantém a identidade musical do Médio Oriente enquanto dialoga com a música eletrónica contemporânea.


Lançado em junho de 2025, TUBES nasceu da experiência dos concertos ao vivo. Ao longo de cinco temas, o EP procura transportar para estúdio a espontaneidade e a energia da improvisação que caracterizam as atuações de Isam Elias, reunindo piano, voz, sintetizadores e texturas eletrónicas numa sonoridade simultaneamente melódica e dançável.


Mais do que um concerto, a atuação na Casa Palestina propõe uma viagem por diferentes geografias sonoras, onde as melodias tradicionais palestinianas convivem com linguagens contemporâneas, refletindo a capacidade da música para preservar a memória, reinventar identidades e criar novos espaços de encontro.


Com uma programação dedicada à cultura palestiniana nas suas múltiplas expressões, a Casa Palestina continua a afirmar-se como um espaço de divulgação artística, diálogo intercultural e aproximação entre criadores palestinianos e o público português.


Sobre Isam Elias

Isam Elias é um pianista, compositor, cantor e songwriter palestiniano. Influenciado desde cedo pela música tradicional árabe, desenvolveu uma linguagem musical que combina piano, sintetizadores, eletrónica e ritmos afro-orientais com melodias inspiradas no património musical palestiniano e do Médio Oriente.


Em 2025 editou o seu primeiro EP, TUBES, um trabalho que traduz para o estúdio a energia das suas atuações ao vivo e afirma uma identidade artística onde convivem improvisação, música eletrónica e tradição.

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Sobre a Casa Palestina


A Casa Palestina é um espaço cultural e comunitário em Lisboa dedicado à promoção da cultura, história e realidade palestiniana. Através de programação artística, encontros e iniciativas públicas, a Casa Palestina promove o diálogo, a partilha e a construção de redes de solidariedade.

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quinta-feira, julho 02, 2026