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terça-feira, abril 21, 2026
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Raphael Fonseca assume programação de artes visuais da Culturgest
Raphael Fonseca é o novo programador de artes visuais da Culturgest, a partir de maio, na sequência de um concurso lançado para o cargo, sucedendo a Bruno Marchand, que assumiu, em março, a função de diretor-adjunto do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT).
Raphael Fonseca transita do Denver Art Museum, nos Estados Unidos, onde integra a equipa desde 2021 e desempenhava o cargo de curador e chefe do Departamento de Arte Latino-Americana Moderna e Contemporânea.
Curador e investigador cuja prática se desenvolve na interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação, tem doutoramento em Crítica e História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestrado em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e licenciatura em História da Arte pela UERJ. Entre 2016 e 2019, trabalhou como curador do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Brasil.
Atualmente, é também curador do Pavilhão de Taiwan na Bienal de Veneza de 2026, cocurador da 3.ª Counterpublic Triennial, a decorrer em St. Louis (EUA), em 2026, e um dos responsáveis pelo festival Sequences, a ocorrer em 2027 em Reiquiavique, Islândia. Assina a assessoria curatorial da exposição May I Help You? Posso Ajudar?, inaugurada recentemente no Museu de Arte Contemporânea/Centro Cultural de Belém (MAC/CCB), em colaboração com Nuria Enguita e Marta Mestre.
Pelo terceiro ano consecutivo (2023, 2024 e 2025), foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo, no campo das artes visuais, pela revista ArtReview.
No âmbito dos seus projetos recentes, foi curador-chefe de Estalo, a 14.ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, Brasil, 2025); Lúcido Devaneio (Galeria Municipal do Porto, 2025); Fullgás: artes visuais e anos 1980 no Brasil (Centro Cultural Brasil, 2024-2025); Sandra Vásquez de La Horra: The Awake Volcanoes (Denver Art Museum, Museo Nacional de Bellas Artes de Chile, MALBA e Institute Contemporary Arts Los Angeles, 2024-2026); A memória é uma ilha de edição, 22.ª Bienal SESC_Videobrasil (São Paulo, SESC 24 de Maio, 2023-2024), entre outras. Colaborou com instituições como o Centro Internacional de Artes José de Guimarães, a Fundação Bienal de Cerveira, o Hangar, a Haus der Kunst (Munique), o Museu de Arte do Rio (Brasil), o Institute of Contemporary Arts Singapore e o Framer Framed (Amesterdão).
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Vasco Moreira (Gritali) na plataforma PUSH
O Guitarrista e produtor Vasco Moreira Gritali está agora também na plataforma de venda digital PUSH.FM
Já estão disponíveis para venda digital vários albuns.
"Live in the rehearsal room" é um deles:
Ou mesmo a compilação "Ballads":
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Guitarrista Mike Stern ao vivo no Porto e em Lisboa
O lendário guitarrista norte-americano atua a 6 de outubro na Casa da Música, no Porto, e a 8 de outubro no CCB, em Lisboa, acompanhado por um elenco de luxo que reúne alguns dos mais virtuosos músicos da cena internacional.
O aclamado guitarrista Mike Stern regressa a Portugal com a Mike Stern Band, para dois concertos imperdíveis que prometem intensidade, virtuosismo e uma energia contagiante. No dia 6 de outubro sobe ao palco da Casa da Música, no Porto, seguindo-se, a 8 de outubro, a atuação no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.
Considerado um dos grandes guitarristas de jazz da sua geração, Mike Stern destaca-se por uma linguagem única que cruza a elegância e o lirismo de Jim Hall, o swing inconfundível de Wes Montgomery e a intensidade elétrica de Jimi Hendrix. Crescido na região de Washington, D.C., Stern desenvolveu uma identidade musical profundamente enraizada nestas influências, às quais se juntam referências do blues como Albert King e B.B. King.
Ao longo de uma carreira notável, editou 18 álbuns enquanto líder e afirmou-se também como um dos mais requisitados sidemen do universo do jazz e da música contemporânea. Colaborou com nomes incontornáveis como Miles Davis, Billy Cobham, Brecker Brothers, Jaco Pastorius, Steps Ahead, David Sanborn, Blood, Sweat & Tears e Joe Henderson, consolidando um percurso artístico de excelência e reconhecimento internacional.
Para estes concertos em Portugal, Mike Stern apresenta-se com um verdadeiro supergrupo: a guitarrista Leni Stern, distinguida como uma das “50 Guitarristas Mais Sensacionais de Todos os Tempos” pela revista Guitar Player; o saxofonista Bob Franceschini; o baixista Chris Minh Doky, uma referência mundial no seu instrumento; e o lendário baterista Dennis Chambers.
Este elenco de luxo dá forma a um espetáculo vibrante e eletrizante, onde a mestria individual se alia a uma poderosa dinâmica coletiva. O repertório atravessa alguns dos momentos mais marcantes da carreira de Stern, num concerto que se antevê intenso, envolvente e repleto de grandes temas.
A 6 e 8 de outubro, no Porto e em Lisboa, respetivamente, o público português terá a oportunidade de assistir a um encontro raro entre alguns dos mais extraordinários músicos da atualidade, num espetáculo que celebra o jazz na sua forma mais livre, energética e contemporânea.
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segunda-feira, abril 20, 2026
Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival
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14ª Edição Amadora Jazz
07 a 10 de Maio 2026
Amadora
Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival
De 7 a 10 de maio, o festival volta a ocupar vários espaços da cidade da Amadora com uma programação que cruza criação, mediação e grandes nomes do jazz internacional
A 14.ª edição do Amadora Jazz realiza-se de 7 a 10 de maio de 2026, consolidando um percurso que tem vindo a afirmar o festival como um dos mais consistentes espaços de apresentação, criação e mediação do jazz em Portugal. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.
Esse caminho torna-se particularmente evidente na continuidade do formato de residência artística, agora integrado de forma mais orgânica no ADN do festival. Após a estreia em 2025 com o encontro entre Luís Vicente e Hamid Drake, cujo resultado discográfico, Amadora Tapes, será lançado nos dias que antecedem esta edição, o festival volta a investir neste eixo com a residência do projeto FLORA, liderado por Marcelo dos Reis. Entre 7 e 9 de maio, o trio (com Miguel Falcão e Luís Filipe Silva) instala-se no Auditório de Alfornelos para um processo criativo que culminará em concerto e gravação, contando ainda com a participação do trombonista italiano Salvoandrea Lucifora.
A par da criação, o Amadora Jazz traz a si, este ano, a aposta na formação de públicos. A dimensão educativa surge como um dos pilares do programa, com destaque para a apresentação, em anteestreia, de Às voltas num loop, uma nova criação do Serviço Educativo e de Mediação do Jazz ao Centro Clube, que resulta de uma encomenda ao quarteto constituído por Gonçalo Guiné, Filipe Furtado, Filipe Fidalgo e Paulo Silva. Pensado para estudantes do ensino secundário, o espetáculo cruza rap e jazz num formato que aproxima linguagens e gerações, sendo apresentado na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, no dia 7 de maio.
A edição de 2026 marca também a entrada da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos no circuito do festival. É neste espaço que Miguel Calhaz apresenta ContraCantos, Vol. 2, um trabalho onde revisita, em formato intimista de voz e contrabaixo, canções de figuras maiores da música portuguesa.
Nos Recreios da Amadora, espaço fundador do festival, a programação assume, este ano, um perfil exclusivamente internacional, reunindo nomes maiores do jazz contemporâneo de ambos os lados do Atlântico. O pianista norte-americano Fred Hersch, figura maior do jazz atual e presença recorrente nas nomeações para os Grammy, apresenta-se em formato solo, numa abordagem profundamente pessoal ao instrumento. Segue-se o quarteto de Mary Halvorson, uma das mais inventivas guitarristas e compositoras da sua geração, cujo percurso tem vindo a redefinir fronteiras dentro do jazz contemporâneo.
O programa internacional completa-se com o encontro entre Louis Sclavis e Benjamin Moussay, dupla que, após décadas de colaboração, formalizou recentemente a sua cumplicidade em Unfolding (2024), disco editado pela ECM e amplamente reconhecido pela crítica.
O festival integra ainda um momento de celebração e reflexão em torno do centenário de Miles Davis, com uma sessão que cruza abordagem crítica e expressão visual, através de uma palestra multimédia de João Moreira dos Santos e uma exposição do artista XicoFran. A acontecer no Salão Nobre dos Recreios da Amadora.
O encerramento mantém-se fiel a uma das imagens de marca do Amadora Jazz, com a atuação da GeraJazz no Cineteatro D. João V, sublinhando o compromisso do festival com o desenvolvimento de jovens músicos e com a dimensão social da música.
Como sublinha a Câmara Municipal da Amadora, o festival “tem vindo a consolidar-se como uma referência no panorama cultural, reunindo algumas das mais relevantes figuras do jazz nacional e internacional, ao mesmo tempo que aposta numa programação diversificada, pensada para diferentes públicos e com especial atenção à formação de novos públicos”.
Para José Miguel Pereira da Associação Jazz ao Centro Clube "a presente edição do Amadora Jazz prefigura uma maior e mais profunda inscrição no território, colocando a iniciativa em contacto direto com diversas comunidades em vários espaços culturais municipais e assumindo, também, a Escola enquanto pólo cultural."
O Amadora Jazz é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, em parceria com o Jazz ao Centro Clube.
Bilhetes já estão à venda na Ticketline, postos habituais e nos locais dos concertos, duas horas antes do início de cada espetáculo.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Quinta-feira, 7 de maio, 15h
Escola Secundária Seomara da Costa Primo
M/6 | Atividade dirigida à comunidade educativa
Às voltas no loop!
Gonçalo Guiné voz, rimas e beats
Filipe Fidalgo saxofone alto e eletrónica
Filipe Furtado teclado
Paulo Silva bateria
Quinta-feira, 7 de maio, 17h
Recreios da Amadora / Salão Nobre
Entrada gratuita sujeita à lotação da sala.
100.º aniversário de Miles Davis
O génio do jazz revisitado no Amadora Jazz
João Moreira dos Santos e Xico Fran
Quinta-feira, 7 de maio, 21h
Recreios da Amadora
M/6 | 12,50 €
FRED HERSCH
Fred Hersch piano
Sexta, dia 8 de maio, 18h
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos
M/6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala
MIGUEL CALHAZ “ContraCantos”
Miguel Calhaz contrabaixo
Sexta, dia 8 de Maio, 21h00
Recreios da Amadora
M/6 | 10,00 €
MARY HALVORSON “Canis Major”
Mary Halvorson guitarra e composição
Dave Adewumi trompete
Henry Fraser contrabaixo
Tomas Fujiwara bateria
Sábado, 9 de maio, às 21h00
Recreios da Amadora
M/6 | 10,00 €
LOUIS SCLAVIS & BENJAMIN MOUSSAY
Louis Sclavis clarinete, clarinete baixo
Benjamin Moussay piano
Sábado, 9 de maio, às 23h00
Auditório de Alfornelos
M/6 | 5,00 €
MARCELO DOS REIS “FLORA” com Salvoandrea Lucifora
Marcelo dos Reis guitarra e composição
Miguel Falcão contrabaixo
Luís Filipe Silva bateria
Salvoandrea Lucifora trombone
Domingo, 10 de maio, 16h00
Cineteatro D. João V
M/6 | Entrada gratuita mediante levantamento de ingresso duas horas antes do início do concerto, sujeita à lotação da sala.
GERAJAZZ
Eduardo Lála maestro
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Casa da Memória de Guimarães celebra 10.º aniversário com programa especial no dia 25 de abril
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10º Aniversário da Casa da Memória de Guimarães
Educação e Mediação Cultural
sábado 25 abril • 10h00 às 21h00
Dez anos é um marco que merece ser efusivamente celebrado; uma década de trabalho em volta das memórias, das comunidades e dos saberes de Guimarães. Contámos com pessoas extraordinárias, mediadoras, curadoras, artesãs, chefs, músicas, bailarinas, actrizes, poetas, oleiras, bordadeiras, contadoras de histórias, marionetistas, professoras, formadoras, antropólogas, estudantes, assistentes sociais, encenadoras, e muitas mais que ajudaram a construir esta Casa que, além de um Museu, se quer, paulatinamente, constituir como a Casa dos vimaranenses e de todos os que aqui quiserem entrar.
Neste 10º aniversário, celebraremos quem por cá passou, num dia repleto de propostas artísticas para todas as idades. Contaremos com oficinas de olaria, bordado, construção de cravos, serigrafia e escrita de cartazes, um concerto para crianças e famílias de um fabuloso contador de histórias, um espetáculo delicado, sem palavras, de marionetas de barro, um espaço de leituras abertas ao público (preparem os poemas e textos que tenham na gaveta!), um baile para quem sabe e para quem não sabe dançar e terminaremos o dia em festa com um concerto único: a Ana Lua Caiano e o Grupo Folclórico da Corredoura juntaram-se para nos brindarem com um momento exclusivo e irrepetível!
As portas da nossa/vossa Casa estão abertas, sintam-se convidados a entrar.
10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Nave da Comunidade e Nave do Território
Visitas orientadas
10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Repositório
Coleciona, recorta, imprime!
Oficina de Serigrafia
10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Repositório
Cartazes de abril
Escrita e desenho de cartazes
10h00-13h00 + 14h00-17h00 – Pátio
Bordar a Casa
Oficina de Bordado de Guimarães
10h00 + 11h45 + 14h00 + 15h45 – Pátio
Histórias de Cântaros e Cantarinhas
Oficina de Olaria
10h00-13h00 + 14h00-17h00 – Pátio
Venham mais cinco
Oficina de construção de cravos
9h30-18h00 – Pátio e Exterior da CdMG
Jogos do Hélder
10h00-20h00 - Cozinha
Pão, Cravos e Liberdade
Comes e Bebes
10h00-21h00 – Sala de Cinema
Filme - Artistas convidados - 10 anos da CDMG
Testemunhos
10h00-17h45 – Nave da Comunidade
Brevemente - Ler como quem resiste
10h30 + 11h15 + 12h00 + 14h30 + 15h45 + 16h30
Ai de mim, ai do eu…
Espetáculo de marionetas
11h00 + 15h45 + 17h00 – Sala Pátria
Histórias sem corantes
Histórias encenadas
15h00 – Pátio
Abertura do Bolo de Aniversário da Casa da Memória de Guimarães
Cor de Tangerina
17h00-18h00 – Pátio
Bailar em Casa
18h15 – Praça Heróis da Fundação
Ana Lua Caiano com o Grupo Folclórico da Corredoura
Todas as atividades são de entrada e participação gratuita até ao limite da lotação disponível.
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Casa da Memória de Guimarães (CDMG)
Avenida Conde de Margaride, 536
4835-073 Guimarães
Tel 253 424 716
geral@casadamemoria.pt
www.casadamemoria.pt
Horário
terça a domingo
09h30-13h30
14h30-18h30
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domingo, abril 19, 2026
Bluestronica - Electric Delta Beats
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Artist: Various Artists
Title: Bluestronica: Electric Delta Beats
Release date: April 18, 2026
Format: Digital
Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / Downtempo
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sábado, abril 18, 2026
Sony Music / Legacy - Earth, Wind & Fire
Earth, Wind & Fire
Greatest Hits
Earth, Wind & Fire redefined pop in the 1970s by fusing jazz, R&B, funk, and spiritual influences into a sound that transcended genres and generations. Rock & Roll Hall of Fame inductees with over 90 million records sold, they delivered timeless classics like “September,” “Shining Star,” and “Let’s Groove.” Greatest Hits gathers these iconic songs on vinyl—available June 19, pre-order now.
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sexta-feira, abril 17, 2026
Merai - Single "Diz-me"
Capa do single
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Fotografia: João Marques
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Merai lança “Diz-me”, o primeiro single de avanço do álbum Linhas Imaginárias. Pensado como um tema de Verão, “Diz-me” afirma-se como uma canção leve e sensorial, feita para a dança, para o movimento e para a celebração.
Num primeiro contacto, o tema apresenta-se imediato e acessível, mas revela também uma camada mais profunda: uma reflexão sobre a tensão entre aquilo que somos e a forma como somos vistos pelos outros. A canção propõe um gesto de libertação face às expectativas externas, afirmando a possibilidade de sermos contraditórios, mutáveis e livres.
“Diz-me” antecipa o universo de Linhas Imaginárias, um álbum musical e poético que explora a travessia entre o eu e o todo — entre a ilusão da separação e uma ideia de unidade. O projeto cruza influências da pop, do folk e da música clássica, nascendo de uma inquietação espiritual, filosófica e existencial, e materializando-se numa linguagem que equilibra intuição e conceito.
Nascida em Lisboa em 2000, Mariana Frangioia Portela — conhecida artisticamente como Merai — é uma criadora multidisciplinar de ascendência luso-angolana. A sua prática artística estende-se entre a música, a escrita, a performance e a imagem, construindo um universo autoral coeso onde todas as dimensões se interligam. Enquanto cantautora e produtora, tem vindo a afirmar uma linguagem própria em temas como “Ser (Mito de Orfeu)” e “O Meu Corpo Não”, explorando tanto o simbólico e o abstrato como a dimensão política e de intervenção.
Em Linhas Imaginárias, Merai reforça também o seu papel enquanto produtora musical, assumindo os arranjos e a produção do álbum e do single “Diz-me”, aprofundando o carácter autoral do seu trabalho.
Em 2025, editou o livro Contos e Mitos de Plorema, expandindo a dimensão literária do seu universo artístico. Paralelamente, tem desenvolvido projetos em diferentes contextos, incluindo a composição para dança contemporânea e a participação em festivais e debates ligados a temas como feminismo, arte e democracia.
“Diz-me” conta também com videoclipe e já se encontra disponível nas principais plataformas digitais.
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Sarah Negra apresenta Amor E Magia - Entre a poesia, o ritual e a urgência da liberdade emocional
Sarah Negra apresenta o seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, afirmando uma identidade artística singular no panorama contemporâneo português. Mulher, poeta e artista multidisciplinar, constrói uma obra onde música, palavra e corpo coexistem como formas de expressão política, emocional e espiritual.
O disco é apresentado com o primeiro single “Feitiço”, um tema que cruza desejo, ritmo e expansão com uma sonoridade de pop cósmico. “Feitiço” estabelece o tom de um trabalho que se move entre o poder da intimidade e do coletivo com naturalidade, liberdade e poder.
Amor E Magia desenvolve um universo onde o amor surge como força urgente e transformadora. Canções como “Legalizem o Amor” colocam o afeto no centro do discurso político, enquanto temas como “Gira” exploram a libertação do corpo e “Bruxa” convoca uma dimensão ancestral do feminino como espaço de poder e resistência. Em paralelo, o álbum não evita o confronto com a realidade global, refletindo sobre a violência, a apatia e o colapso emocional contemporâneo.
A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição. Um dos elementos distintivos do disco é a inclusão de rituais e receitas de banhos de ervas associados a várias faixas, criando uma extensão da experiência artística para o plano físico e simbólico, individual e coletivo.
Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígidas.
Sarah Negra mantém a sua formação base na estrada e no estúdio ao lado de Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e baixo), músicos, co-compositores e produtores musicais do projeto. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.
O concerto de apresentação do álbum realiza-se a 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional.
Amor E Magia conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo, vídeos de Carlos Miranda e o apoio da Fundação GDA e SPA - Sociedade Portuguesa de Autores.
https://www.instagram.com/itsarahnegra/
http
s://www.youtube.com/@ITSARAHNEGRA
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quinta-feira, abril 16, 2026
quarta-feira, abril 15, 2026
Maria Luiza Jobim, Azul Piscina e 18º Workshop de Jazz de Viseu são as primeiras confirmações da 14ª edição do Festival Que Jazz É Este?
Na sua 14ª. edição, o festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu e já não pede licença para existir: expande-se, experimenta, arrisca e instala-se na cidade como quem sabe ao que vem. Mantendo viva a sua identidade eclética, diversificada e acessível que privilegia a ocupação de espaços públicos, continua a responder à pergunta que lhe dá nome com mais dúvidas do que certezas. De 8 a 19 de julho apresenta uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.
O festival volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, coletivos e intérpretes locais, afirmando-se como um catalisador de encontros e intercâmbios. Num equilíbrio entre propostas artísticas à margem dos circuitos comerciais e uma programação de largo espectro, o Que Jazz É Este? mantém o seu forte potencial de congregação de públicos diversos.
Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao ‘donativo consciente’ — porque a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito, e porque apoiar quem cria é garantir que a música continua a acontecer.
Entre as primeiras confirmações destacam-se três propostas que espelham a diversidade estética do festival:
MARIA LUIZA JOBIM apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro, dia 18 de julho, trazendo consigo uma sonoridade que oscila entre a delicadeza da MPB, a subtileza da eletrónica e a atmosfera do jazz. Depois do álbum de estreia Casa Branca (2019), afirmou em Azul (2023) uma escrita onde a poesia contemporânea se entrelaça com uma abordagem musical intimista. Em Viseu, antecipa-se um concerto que cruza afetos, memória e paisagem.
No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de AZUL PISCINA, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Partindo de uma escuta atenta e de uma criação coletiva em tempo real, o trio constrói um discurso onde composição e improvisação coexistem em permanente mutação, dando origem a um espaço sonoro dinâmico, sensível e imprevisível.
A dimensão pedagógica do festival materializa-se, uma vez mais, no 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que terá lugar de 15 a 17 de julho no Teatro Viriato. Orientado por Rita Maria e Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.
Mais do que um festival, o Que Jazz É Este? continua a afirmar-se como um processo — um espaço em constante mutação onde se experimentam formas, se cruzam percursos e se ensaiam futuros possíveis para a música e para a cidade, colocando Viseu no mapa dos festivais que pensam o jazz para além dos seus limites convencionais.
A programação detalhada vai sendo actualizada no site oficial https://quejazzeeste.com/
https://www.instagram.com/quejazzeeste/
https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT
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Inauguração da exposição "Mica I — O fio que nasce da terra" • 18 abril, 16h00 • Loja Oficina
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domingo, abril 12, 2026
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França
Polónia
Roménia
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Brasil
Usbequistão
Iraque
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Outros
sábado, abril 11, 2026
Fisher Z ao vivo no Coliseu de Lisboa
Os britânicos Fischer-Z regressam a Portugal para celebrar 50 anos de carreira.
Ícone da new wave e do rock alternativo desde os anos 70, a banda destaca-se pelas suas melodias marcantes e letras com forte consciência social.
Temas como "The Worker", "So Long" e "Marliese" tornaram-se clássicos intemporais. Este concerto integra as celebrações do seu 50.º aniversário.
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https://coliseulisboa.com/eventos/fischer-z/
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