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“A unique musical identity” - The Blues Magazine
“Songs of bleak beauty” - Blues Blast Magazine
“This is a new Blues” - Americana U.K.
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Music, Movies, Books, theater, Blues, Classical, Pop, Rock, Bullfighting, Bull Starts, etc, etc... Contacto para divulgação ou publicidade: bmp1@sapo.pt / Portugal
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“A unique musical identity” - The Blues Magazine
“Songs of bleak beauty” - Blues Blast Magazine
“This is a new Blues” - Americana U.K.
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"Balada de uma noite" de Silvestre Fonseca interpretada na China por Liying Zhu
Excelente!
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Vitorino é o grande cabeça de cartaz do Estoril Folk Fest 2026, que regressa no dia 28 de novembro ao emblemático Salão Preto e Prata. Celebrando meio século sobre o lançamento do seu histórico álbum de estreia, “Semear Salsa ao Reguinho”, o cantautor sobe ao palco ao lado dos Cantadores do Redondo no espetáculo "Moda Impura". Em reconhecimento do seu legado ímpar, Vitorino será distinguido com o II Prémio Armando Carvalheda, que homenageia as figuras fundamentais da Música Tradicional Portuguesa.
Nesta 3.ª edição dedicada às Polifonias — numa altura em que o Canto Polifónico Feminino é candidato a Património da Humanidade pela UNESCO —, o festival acolhe também outros momentos marcantes:
Encontro Exclusivo do Sul: Um concerto único criado especialmente para esta edição junta o coletivo Moçoilas — que desde 1994 resgata as canções e memórias da Serra do Caldeirão pelas vozes de Margarida Guerreiro, Inês Rosa e Teresa da Silva — à cantora Ana Laíns, referência incontornável no fado e na difusão da identidade e cancioneiro tradicional português.
Região Convidada (Arouca): A tradição viva arouquense estará representada pelas 40 vozes femininas do coro Vozes da Terra, além de uma exposição sobre o Convento de Arouca e do colóquio "Arouca a botar Cantas".
Uma grande exaltação da memória coletiva e da música popular portuguesa, reunindo gerações.
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Stella: De Instrumento Raro a Projeto Musical e Literário Coletivo
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Stella é o nome de uma guitarra soviética fabricada em Rostov, no sul da Rússia, até ao início dos anos 1980. Um dos poucos exemplares existentes em todo o mundo foi encontrado recentemente no Porto: a Stella nº 23523, fabricada em 1979. É precisamente esta guitarra que está no centro desta obra musical singular, reunindo diferentes músicos e artistas numa criação coletiva editada em vinil.
Mais do que um instrumento, Stella tornou-se uma metáfora para histórias de deslocação, perda e encontro. A guitarra evoca refugiados de guerra, pessoas deslocadas ou traficadas e todos aqueles que, por diferentes circunstâncias, acabam isolados pelos cruzamentos da vida ou pela solidão. A partir desta ideia, os músicos participantes foram convidados a trabalhar individualmente com a mesma guitarra, fazendo com que Stella esteja, de uma forma ou de outra, presente em todas as faixas do disco.
O resultado é um álbum construído a partir de diferentes geografias, referências e linguagens musicais. Os temas partem de registos sonoros captados em vários pontos do mundo, incluindo Afeganistão, Vietname, Angola e Estados Unidos, cruzando-se ainda com textos e poemas de Lou Reed, Constantine Cavafy e Nick Tosches. Entre estes encontra-se um texto de Tosches dedicado ao irmão gémeo de Elvis Presley, acrescentando à obra uma dimensão literária e narrativa.
O LP reúne trabalhos de Grémio with hackedepicciotto, Guru Tetraplégico, The Crystal Cabinet, The Cavendish Set, Oscar Pinho, Guilherme Lucas com Facana Liga e Ravenna Escaleira, Carlos Moura com Paulo Rodrigues, Satellite Stereo Transmitter (SST), Pedro Duarte com K. Khron, O Imundo Decoro e Fraser Arms. Participam ainda Maria José Rodrigues (Facana Liga), Helena Soares, Paulo Rodrigues, Pedro Duarte, Francisco Cerqueira, Amândio Barbosa (Guru Tetraplégico), Alfredo Alvela, Carlos Moura, Guilherme Lucas, Oscar Pinho, Rui Sousa, João Nieto (The Crystal Cabinet), Luís Vaz Patto (O Imundo Decoro) e Pedro Khron.
O trabalho conta também com participações especiais de Danielle de Picciotto e Alexander Hacke (hackedepicciotto) e de Rick Blackman. A componente visual assume igualmente um papel fundamental: a capa foi criada pelo ilustrador do Azerbaijão Igor Karash, enquanto as fotografias são da autoria de Miguel Nogueira. O disco foi masterizado nos TSB Studios.
Musicalmente, o percurso começa com “Interstellar (Introduction)”, de Grémio with hackedepicciotto, seguindo-se “Bells”, de Guru Tetraplégico, “Something About the Past”, de The Crystal Cabinet, “The War Is Over”, de The Cavendish Set, e “Cowboy Grandson on Patrol (In South Afghanistan)”, de Oscar Pinho. O lado B inclui “Bosom Divine”, “We Are the People”, “Skyluck Nightmare Cargo Ship”, “El Dorado”, “Walls” e “Gulf of Mexico (The End)”.
Stella é, assim, um encontro entre música, imagem, memória e viagem. Uma guitarra fabricada na União Soviética em 1979, encontrada décadas mais tarde no Porto, torna-se o elo comum entre diferentes artistas, experiências e lugares do mundo.
A edição apresenta-se em vinil gatefold (capa dupla), acompanhada de um póster “Stella”, constituindo uma edição especialmente pensada para quem valoriza não apenas a música, mas também o objeto físico, a dimensão gráfica e a história que lhe está associada.
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A Câmara Municipal da Maia apresenta “O Fado Vai ao Fórum”, que regressa a 13 e 14 de novembro com Quarteto de Coimbra, Mia Morgado, Bruno Alves e Vânia Leal.
A Câmara Municipal da Maia apresenta mais uma edição de “O Fado Vai ao Fórum”, que regressa ao Auditório do Fórum da Maia nos dias 13 e 14 de novembro, para duas noites dedicadas à música portuguesa. O programa reúne quatro atuações e cruza o Fado com a Canção de Coimbra, juntando diferentes vozes e gerações numa celebração da tradição e da sua continuidade.
O festival assume-se como uma celebração e homenagem ao Fado, uma das mais genuínas expressões da nossa identidade cultural, que traduz a alma, a história e as emoções do povo português.
A primeira noite, 13 de novembro, começa às 19h00 com o Quarteto de Coimbra, que interpreta temas clássicos da Canção de Coimbra e novas abordagens inspiradas nesse repertório. A atuação evoca a atmosfera intimista das serenatas e a ligação histórica entre a música e a cidade de Coimbra.
Às 21h30, sobe ao palco Mia Morgado. A jovem fadista apresenta uma interpretação marcada pela intensidade vocal, pela entrega e por uma relação próxima com as raízes do Fado.
No dia 14 de novembro, às 19h00, Bruno Alves dá voz ao Fado que o acompanha desde a adolescência. Finalista do concurso Alma de Fado, em 2015/2016, recebeu em 2020 o prémio Voz Revelação Masculina.
A última atuação está a cargo de Vânia Leal, às 21h30. A fadista interpreta o Fado com intensidade e autenticidade, valorizando cada palavra e afirmando uma identidade própria dentro da tradição.
Ao longo das suas edições, “O Fado Vai ao Fórum” tem reunido o público em torno da música portuguesa, promovendo o encontro entre artistas, repertórios e gerações e valorizando a diversidade de interpretações de um género que continua a renovar-se sem perder as suas raízes.
Programa:
13 de novembro, sexta-feira
19h00 | Quarteto de Coimbra
21h30 | Mia Morgado
14 de novembro, sábado
19h00 | Bruno Alves
21h30 | Vânia Leal
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Depois de passar este vídeo em primeiro lugar no top DVDs, o pessoal nos cafés bebeu mais 15 cervejas antes de ir para casa e levar uma grande palestra das esposas.
Em Portugal e muitos outros países.
Só para recordar.
Single + Agenda :
O espectáculo de Paris terá lugar no novo Noisy Pop Club (Rue Évariste Galois, Paris 20ème), a 31 de outubro, às 18h, e conta com Rob Gherke na bateria e Vinz B nos sintetizadores, assim como outros convidados ainda por revelar — a entrada é gratuita!
Quanto ao espectáculo em Portugal, terá lugar no Ginásio Clube de Corroios, a 19 de dezembro, às 22h, e conta com Diogo Beleza na bateria e Johnny Disgrace nas guitarras, além de uma performance inédita da extraordinária troupe Trash Circus! (Bilhetes disponíveis AQUI :
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REALIZAÇÃO Sarah Arnold
PAÍS França
DURAÇÃO 95’
GÉNERO Thriller, Comédia
LÍNGUA Francês
ANO 2026
ESTREIA 12 novembro
SINOPSE
Numa região rural francesa, agricultores e caçadores estão em guerra. Os javalis — demasiado grandes e numerosos — estão a devastar as colheitas. Brun, um agricultor em ruína, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Fulda, um polícia instável, e Stéphane, uma psicóloga à beira do colapso, começam a investigar. O que descobrem é muito maior do que alguma vez poderiam ter imaginado.
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«Surpreendente, explosivo, e um pouco inquietante,
o filme anuncia a chegada de uma realizadora a seguir de perto.»
Le Figaro
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The Art of Slowing Down
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O segundo álbum dos Duques do Precariado chega ao formato vinil a 29 de outubro, numa data que assinala também o regresso da banda a Coimbra, para um concerto no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), integrado na programação do Festival Lux Interior. Depois de conquistar o Globo de Ouro de Melhor Canção com “Falho”, o grupo assinala mais um momento no percurso de Encarnação.
Lançado em janeiro, Encarnação sucede a Antropocenas e nasceu da vontade dos Duques do Precariado de fazer um disco à medida da banda. O que inicialmente poderia ter sido um projeto assente em loops, camadas complexas e produção elaborada transformou-se num trabalho direto, visceral e coletivo, assumidamente anti-Máquina e pró-Carne.
A edição em vinil, a 29 de outubro, coincide com uma nova apresentação ao vivo em Coimbra. Nesse dia, os Duques do Precariado atuam no TAGV, no âmbito do Festival Lux Interior, levando ao palco um repertório que cruza as canções de Encarnação com a identidade construída ao longo do seu percurso.
O reconhecimento de “Falho” com o Globo de Ouro de Melhor Canção reforça a visibilidade de um projeto que não abdica da sua singularidade. Na música dos Duques do Precariado, a precariedade não é apenas uma condição a denunciar, mas também um ponto de partida para outras formas de criar, tocar e estar em conjunto. Como a própria banda explicou, uma das formas de lidar com a precariedade é abraçá-la, fazendo da música um espaço de encontro e de liberdade.
Os Duques do Precariado chamam à sua música «Folclore Independente» ou «Etno-novidades». As letras atravessam temas como a morte, o amor e a transformação, sem deixar de olhar para as contradições do presente. Em Encarnação, a relação entre os músicos não é um mero suporte das canções: é parte essencial daquilo que o disco procura afirmar.
Sobre Encarnação
No artigo «Duques do Precariado, ou a invenção de um folclore para o futuro ameaçado», publicado no Rimas e Batidas, Vítor Rua reflete sobre as opções musicais e estéticas do grupo, destacando a relação entre a fisicalidade da interpretação e a criação coletiva.
O autor sintetiza essa abordagem numa formulação particularmente expressiva: «O resultado não é cru por falta de trabalho. É trabalhado para conservar a crueza necessária.»
Sobre a forma como a banda constrói o seu próprio universo musical, escreve ainda: «O tempo não está fora dos músicos, emitido por um aparelho ao qual todos obedecem. Nasce entre eles.»
E, a propósito da ideia de «Folclore Independente», propõe uma leitura da tradição não como passado imutável, mas como matéria viva, capaz de se transformar e de encontrar novas formas de expressão no futuro.
CONCERTOS 2026
30 de janeiro - Coimbra - Salão Brazil
24 de abril — Odemira - Abril em Odemira
25 de abril — Lisboa - Casa Capitão
15 de maio — Paredes de Coura - Ciclo de Polinização
18 de junho — Aveiro, Novas Quintas — Teatro Aveirense
9 de julho — NOS Alive - Coreto Stage
11 de julho — Cistermúsica
23 de julho — Sines - Festival Músicas do Mundo
24 de julho — Mêda+
15 de agosto - Coimbra - Verão a dois Tempos
18 de setembro - MalFeito, Fafe
03 outubro — CAE Vale de Cambra
10 outubro — Lisboa - MIL
29 outubro — Coimbra - Festival Lux Interior
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Mariana Aydar regressa a Portugal a 17 e 18 de novembro para atuações em Lisboa e Coimbra.
Vencedora do Grammy Latino em 2024 e 2020, Mariana Aydar é uma das vozes mais marcantes da música brasileira. Com seis álbuns, dois documentários e músicas em novelas da Globo, ela une tradição e modernidade ao celebrar a cultura nordestina e revisitar clássicos do forró.
Fundadora do bloco paulistano “Forrozin”, no Carnaval de São Paulo, Mariana Aydar já colaborou com nomes como Gilberto Gil, Criolo ou Mestrinho (com quem gravou o disco Mariana e Mestrinho). A sua obra valoriza o protagonismo feminino, questiona narrativas ultrapassadas e oferece um olhar contemporâneo sobre o amor e o rico legado do forró.
Esteve em Portugal o ano passado por duas vezes: em abril no BOTA Anjos nas comemorações do 10º aniversário da agência PINUTS e depois em setembro para atuar no Palco 1º de Maio da Festa do Avante e na Sala 2 da Casa da Música (Porto). Esta passagem pela Europa, inclui também um concerto a 21 de novembro na sala Amare em Haia (Países Baixos).
Data: 17 de novembro 2026
Local: Casa Capitão (Lisboa)
Hora: 21:30
Data: 18 de novembro 2026
Local: Salão Brazil (Coimbra)
Hora: 21:30
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Estados Unidos
Hong Kong
Singapura
Países Baixos
Alemanha
Brasil
Reino Unido
México
Índia
Canadá
Argentina
Venezuela
Paquistão
Vietname
Espanha
Polónia
Turquia
França
Bangladeche
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Outros
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30 de outubro de 2027
Coliseu dos Recreios - Lisboa
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31 de outubro de 2027
Coliseu do Porto Ageas - Porto