terça-feira, abril 21, 2026

Guitarrista Mike Stern ao vivo no Porto e em Lisboa

 


O lendário guitarrista norte-americano atua a 6 de outubro na Casa da Música, no Porto, e a 8 de outubro no CCB, em Lisboa, acompanhado por um elenco de luxo que reúne alguns dos mais virtuosos músicos da cena internacional.


O aclamado guitarrista Mike Stern regressa a Portugal com a Mike Stern Band, para dois concertos imperdíveis que prometem intensidade, virtuosismo e uma energia contagiante. No dia 6 de outubro sobe ao palco da Casa da Música, no Porto, seguindo-se, a 8 de outubro, a atuação no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.


Considerado um dos grandes guitarristas de jazz da sua geração, Mike Stern destaca-se por uma linguagem única que cruza a elegância e o lirismo de Jim Hall, o swing inconfundível de Wes Montgomery e a intensidade elétrica de Jimi Hendrix. Crescido na região de Washington, D.C., Stern desenvolveu uma identidade musical profundamente enraizada nestas influências, às quais se juntam referências do blues como Albert King e B.B. King.


Ao longo de uma carreira notável, editou 18 álbuns enquanto líder e afirmou-se também como um dos mais requisitados sidemen do universo do jazz e da música contemporânea. Colaborou com nomes incontornáveis como Miles Davis, Billy Cobham, Brecker Brothers, Jaco Pastorius, Steps Ahead, David Sanborn, Blood, Sweat & Tears e Joe Henderson, consolidando um percurso artístico de excelência e reconhecimento internacional.


Para estes concertos em Portugal, Mike Stern apresenta-se com um verdadeiro supergrupo: a guitarrista Leni Stern, distinguida como uma das “50 Guitarristas Mais Sensacionais de Todos os Tempos” pela revista Guitar Player; o saxofonista Bob Franceschini; o baixista Chris Minh Doky, uma referência mundial no seu instrumento; e o lendário baterista Dennis Chambers.


Este elenco de luxo dá forma a um espetáculo vibrante e eletrizante, onde a mestria individual se alia a uma poderosa dinâmica coletiva. O repertório atravessa alguns dos momentos mais marcantes da carreira de Stern, num concerto que se antevê intenso, envolvente e repleto de grandes temas.


A 6 e 8 de outubro, no Porto e em Lisboa, respetivamente, o público português terá a oportunidade de assistir a um encontro raro entre alguns dos mais extraordinários músicos da atualidade, num espetáculo que celebra o jazz na sua forma mais livre, energética e contemporânea.

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segunda-feira, abril 20, 2026

BMP


 Robert Cray

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Steve Cropper

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BMP - Podcast

Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival


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14ª Edição Amadora Jazz

07 a 10 de Maio 2026

Amadora 


Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival


De 7 a 10 de maio, o festival volta a ocupar vários espaços da cidade da Amadora com uma programação que cruza criação, mediação e grandes nomes do jazz internacional


A 14.ª edição do Amadora Jazz realiza-se de 7 a 10 de maio de 2026, consolidando um percurso que tem vindo a afirmar o festival como um dos mais consistentes espaços de apresentação, criação e mediação do jazz em Portugal. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e nos locais habituais. 


Esse caminho torna-se particularmente evidente na continuidade do formato de residência artística, agora integrado de forma mais orgânica no ADN do festival. Após a estreia em 2025 com o encontro entre Luís Vicente e Hamid Drake, cujo resultado discográfico, Amadora Tapes, será lançado nos dias que antecedem esta edição, o festival volta a investir neste eixo com a residência do projeto FLORA, liderado por Marcelo dos Reis. Entre 7 e 9 de maio, o trio (com Miguel Falcão e Luís Filipe Silva) instala-se no Auditório de Alfornelos para um processo criativo que culminará em concerto e gravação, contando ainda com a participação do trombonista italiano Salvoandrea Lucifora.


A par da criação, o Amadora Jazz traz a si, este ano, a aposta na formação de públicos. A dimensão educativa surge como um dos pilares do programa, com destaque para a apresentação, em anteestreia, de Às voltas num loop, uma nova criação do Serviço Educativo e de Mediação do Jazz ao Centro Clube, que resulta de uma encomenda ao quarteto constituído por Gonçalo Guiné, Filipe Furtado, Filipe Fidalgo e Paulo Silva. Pensado para estudantes do ensino secundário, o espetáculo cruza rap e jazz num formato que aproxima linguagens e gerações, sendo apresentado na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, no dia 7 de maio.


A edição de 2026 marca também a entrada da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos no circuito do festival. É neste espaço que Miguel Calhaz apresenta ContraCantos, Vol. 2, um trabalho onde revisita, em formato intimista de voz e contrabaixo, canções de figuras maiores da música portuguesa.


Nos Recreios da Amadora, espaço fundador do festival, a programação assume, este ano, um perfil exclusivamente internacional, reunindo nomes maiores do jazz contemporâneo de ambos os lados do Atlântico. O pianista norte-americano Fred Hersch, figura maior do jazz atual e presença recorrente nas nomeações para os Grammy, apresenta-se em formato solo, numa abordagem profundamente pessoal ao instrumento. Segue-se o quarteto de Mary Halvorson, uma das mais inventivas guitarristas e compositoras da sua geração, cujo percurso tem vindo a redefinir fronteiras dentro do jazz contemporâneo.


O programa internacional completa-se com o encontro entre Louis Sclavis e Benjamin Moussay, dupla que, após décadas de colaboração, formalizou recentemente a sua cumplicidade em Unfolding (2024), disco editado pela ECM e amplamente reconhecido pela crítica.


O festival integra ainda um momento de celebração e reflexão em torno do centenário de Miles Davis, com uma sessão que cruza abordagem crítica e expressão visual, através de uma palestra multimédia de João Moreira dos Santos e uma exposição do artista XicoFran. A acontecer no Salão Nobre dos Recreios da Amadora.


O encerramento mantém-se fiel a uma das imagens de marca do Amadora Jazz, com a atuação da GeraJazz no Cineteatro D. João V, sublinhando o compromisso do festival com o desenvolvimento de jovens músicos e com a dimensão social da música.


Como sublinha a Câmara Municipal da Amadora, o festival “tem vindo a consolidar-se como uma referência no panorama cultural, reunindo algumas das mais relevantes figuras do jazz nacional e internacional, ao mesmo tempo que aposta numa programação diversificada, pensada para diferentes públicos e com especial atenção à formação de novos públicos”.


Para José Miguel Pereira da Associação Jazz ao Centro Clube "a presente edição do Amadora Jazz prefigura uma maior e mais profunda inscrição no território, colocando a iniciativa em contacto direto com diversas comunidades em vários espaços culturais municipais e assumindo, também, a Escola enquanto pólo cultural."


O Amadora Jazz é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, em parceria com o Jazz ao Centro Clube.


Bilhetes já estão à venda na Ticketline, postos habituais e nos locais dos concertos, duas horas antes do início de cada espetáculo.


PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 


Quinta-feira, 7 de maio, 15h

Escola Secundária Seomara da Costa Primo 

M/6 | Atividade dirigida à comunidade educativa


Às voltas no loop! 


Gonçalo Guiné voz, rimas e beats 

Filipe Fidalgo saxofone alto e eletrónica

Filipe Furtado teclado

Paulo Silva bateria



Quinta-feira, 7 de maio, 17h

Recreios da Amadora / Salão Nobre

Entrada gratuita sujeita à lotação da sala.

100.º aniversário de Miles Davis  

O génio do jazz revisitado no Amadora Jazz


João Moreira dos Santos e Xico Fran

 


Quinta-feira, 7 de maio, 21h

Recreios da Amadora

M/6 | 12,50 € 


FRED HERSCH


Fred Hersch piano


 

Sexta, dia 8 de maio, 18h

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos

M/6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala


MIGUEL CALHAZ “ContraCantos”


Miguel Calhaz contrabaixo



Sexta, dia 8 de Maio, 21h00

Recreios da Amadora

M/6 | 10,00 €

MARY HALVORSON “Canis Major”


Mary Halvorson guitarra e composição

Dave Adewumi trompete

Henry Fraser contrabaixo

Tomas Fujiwara bateria

 


Sábado, 9 de maio, às 21h00

Recreios da Amadora

M/6 | 10,00 €


LOUIS SCLAVIS & BENJAMIN MOUSSAY


Louis Sclavis clarinete, clarinete baixo

Benjamin Moussay piano 


 

Sábado, 9 de maio, às 23h00

Auditório de Alfornelos 

M/6 | 5,00 €


MARCELO DOS REIS “FLORA” com Salvoandrea Lucifora


Marcelo dos Reis guitarra e composição 

Miguel Falcão contrabaixo

Luís Filipe Silva bateria

Salvoandrea Lucifora trombone


 

Domingo, 10 de maio, 16h00

Cineteatro D. João V

M/6 | Entrada gratuita mediante levantamento de ingresso duas horas antes do início do concerto, sujeita à lotação da sala.


GERAJAZZ


Eduardo Lála maestro

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Casa da Memória de Guimarães celebra 10.º aniversário com programa especial no dia 25 de abril



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10º Aniversário da Casa da Memória de Guimarães


Educação e Mediação Cultural


sábado 25 abril • 10h00 às 21h00


Dez anos é um marco que merece ser efusivamente celebrado; uma década de trabalho em volta das memórias, das comunidades e dos saberes de Guimarães. Contámos com pessoas extraordinárias, mediadoras, curadoras, artesãs, chefs, músicas, bailarinas, actrizes, poetas, oleiras, bordadeiras, contadoras de histórias, marionetistas, professoras, formadoras, antropólogas, estudantes, assistentes sociais, encenadoras, e muitas mais que ajudaram a construir esta Casa que, além de um Museu, se quer, paulatinamente, constituir como a Casa dos vimaranenses e de todos os que aqui quiserem entrar.

 


Neste 10º aniversário, celebraremos quem por cá passou, num dia repleto de propostas artísticas para todas as idades. Contaremos com oficinas de olaria, bordado, construção de cravos, serigrafia e escrita de cartazes, um concerto para crianças e famílias de um fabuloso contador de histórias, um espetáculo delicado, sem palavras, de marionetas de barro, um espaço de leituras abertas ao público (preparem os poemas e textos que tenham na gaveta!), um baile para quem sabe e para quem não sabe dançar e terminaremos o dia em festa com um concerto único: a Ana Lua Caiano e o Grupo Folclórico da Corredoura juntaram-se para nos brindarem com um momento exclusivo e irrepetível!

As portas da nossa/vossa Casa estão abertas, sintam-se convidados a entrar.


 


10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Nave da Comunidade e Nave do Território 

Visitas orientadas



10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Repositório

Coleciona, recorta, imprime!

Oficina de Serigrafia

 


10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Repositório

Cartazes de abril

Escrita e desenho de cartazes

 


10h00-13h00 + 14h00-17h00 – Pátio

Bordar a Casa

Oficina de Bordado de Guimarães



10h00 + 11h45 + 14h00 + 15h45 – Pátio  

Histórias de Cântaros e Cantarinhas

Oficina de Olaria

 


10h00-13h00 + 14h00-17h00 – Pátio

Venham mais cinco

Oficina de construção de cravos



9h30-18h00 – Pátio e Exterior da CdMG

Jogos do Hélder



10h00-20h00 - Cozinha

Pão, Cravos e Liberdade

Comes e Bebes



10h00-21h00 – Sala de Cinema

Filme - Artistas convidados - 10 anos da CDMG

Testemunhos



10h00-17h45 – Nave da Comunidade

Brevemente - Ler como quem resiste


10h30 + 11h15 + 12h00 + 14h30 + 15h45 + 16h30  

Ai de mim, ai do eu…

Espetáculo de marionetas



11h00 + 15h45 + 17h00 – Sala Pátria

Histórias sem corantes

Histórias encenadas


 


15h00 – Pátio


Abertura do Bolo de Aniversário da Casa da Memória de Guimarães

Cor de Tangerina


17h00-18h00 – Pátio   

Bailar em Casa



18h15 – Praça Heróis da Fundação

Ana Lua Caiano com o Grupo Folclórico da Corredoura



Todas as atividades são de entrada e participação gratuita até ao limite da lotação disponível.

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Casa da Memória de Guimarães (CDMG)

Avenida Conde de Margaride, 536

4835-073 Guimarães

Tel 253 424 716

geral@casadamemoria.pt

www.casadamemoria.pt


Horário 

terça a domingo

09h30-13h30

14h30-18h30

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https://www.casadamemoria.pt/


BMP


 Amy Winehouse 

domingo, abril 19, 2026

Boo Boo Davis - "Blues on my mind"


 

Bluestronica - Electric Delta Beats

 


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Artist: Various Artists

Title: Bluestronica: Electric Delta Beats

Release date: April 18, 2026

Format: Digital

Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / Downtempo

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sábado, abril 18, 2026

Sony Music / Legacy - Earth, Wind & Fire


Earth, Wind & Fire

Greatest Hits

Earth, Wind & Fire redefined pop in the 1970s by fusing jazz, R&B, funk, and spiritual influences into a sound that transcended genres and generations. Rock & Roll Hall of Fame inductees with over 90 million records sold, they delivered timeless classics like “September,” “Shining Star,” and “Let’s Groove.” Greatest Hits gathers these iconic songs on vinyl—available June 19, pre-order now.

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Sony Music

Legacy


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sexta-feira, abril 17, 2026

Merai - Single "Diz-me"


Capa do single

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Fotografia: João Marques 

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Merai lança “Diz-me”, o primeiro single de avanço do álbum Linhas Imaginárias. Pensado como um tema de Verão, “Diz-me” afirma-se como uma canção leve e sensorial, feita para a dança, para o movimento e para a celebração.




Num primeiro contacto, o tema apresenta-se imediato e acessível, mas revela também uma camada mais profunda: uma reflexão sobre a tensão entre aquilo que somos e a forma como somos vistos pelos outros. A canção propõe um gesto de libertação face às expectativas externas, afirmando a possibilidade de sermos contraditórios, mutáveis e livres.




“Diz-me” antecipa o universo de Linhas Imaginárias, um álbum musical e poético que explora a travessia entre o eu e o todo — entre a ilusão da separação e uma ideia de unidade. O projeto cruza influências da pop, do folk e da música clássica, nascendo de uma inquietação espiritual, filosófica e existencial, e materializando-se numa linguagem que equilibra intuição e conceito.




Nascida em Lisboa em 2000, Mariana Frangioia Portela — conhecida artisticamente como Merai — é uma criadora multidisciplinar de ascendência luso-angolana. A sua prática artística estende-se entre a música, a escrita, a performance e a imagem, construindo um universo autoral coeso onde todas as dimensões se interligam. Enquanto cantautora e produtora, tem vindo a afirmar uma linguagem própria em temas como “Ser (Mito de Orfeu)” e “O Meu Corpo Não”, explorando tanto o simbólico e o abstrato como a dimensão política e de intervenção.




Em Linhas Imaginárias, Merai reforça também o seu papel enquanto produtora musical, assumindo os arranjos e a produção do álbum e do single “Diz-me”, aprofundando o carácter autoral do seu trabalho.




Em 2025, editou o livro Contos e Mitos de Plorema, expandindo a dimensão literária do seu universo artístico. Paralelamente, tem desenvolvido projetos em diferentes contextos, incluindo a composição para dança contemporânea e a participação em festivais e debates ligados a temas como feminismo, arte e democracia.




“Diz-me” conta também com videoclipe e já se encontra disponível nas principais plataformas digitais.

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Joana Machado - Single "Broken"


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Joana Machado na Antena 1:

Antena 1

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Sarah Negra apresenta Amor E Magia - Entre a poesia, o ritual e a urgência da liberdade emocional


Sarah Negra apresenta o seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, afirmando uma identidade artística singular no panorama contemporâneo português. Mulher, poeta e artista multidisciplinar, constrói uma obra onde música, palavra e corpo coexistem como formas de expressão política, emocional e espiritual.


 


O disco é apresentado com o primeiro single “Feitiço”, um tema que cruza desejo, ritmo e expansão com uma sonoridade de pop cósmico. “Feitiço” estabelece o tom de um trabalho que se move entre o poder da intimidade e do coletivo com naturalidade, liberdade e poder.


 


Amor E Magia desenvolve um universo onde o amor surge como força urgente e transformadora. Canções como “Legalizem o Amor” colocam o afeto no centro do discurso político, enquanto temas como “Gira” exploram a libertação do corpo e “Bruxa” convoca uma dimensão ancestral do feminino como espaço de poder e resistência. Em paralelo, o álbum não evita o confronto com a realidade global, refletindo sobre a violência, a apatia e o colapso emocional contemporâneo.


 


A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição. Um dos elementos distintivos do disco é a inclusão de rituais e receitas de banhos de ervas associados a várias faixas, criando uma extensão da experiência artística para o plano físico e simbólico, individual e coletivo.


 


Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígidas.


 


Sarah Negra mantém a sua formação base na estrada e no estúdio ao lado de Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e baixo), músicos, co-compositores e produtores musicais do projeto. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.


 


O concerto de apresentação do álbum realiza-se a 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional.


 


Amor E Magia conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo, vídeos de Carlos Miranda e o apoio da Fundação GDA e SPA - Sociedade Portuguesa de Autores.


 


https://www.instagram.com/itsarahnegra/


http

s://www.youtube.com/@ITSARAHNEGRA

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quinta-feira, abril 16, 2026

quarta-feira, abril 15, 2026

BMP


 Vasco Moreira Gritali 

(Vasco Alexandre Da Rocha Moreira)

Guitar player and producer 

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Maria Luiza Jobim, Azul Piscina e 18º Workshop de Jazz de Viseu são as primeiras confirmações da 14ª edição do Festival Que Jazz É Este?

Na sua 14ª. edição, o festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu e já não pede licença para existir: expande-se, experimenta, arrisca e instala-se na cidade como quem sabe ao que vem. Mantendo viva a sua identidade eclética, diversificada e acessível que privilegia a ocupação de espaços públicos, continua a responder à pergunta que lhe dá nome com mais dúvidas do que certezas. De 8 a 19 de julho apresenta uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.


 


O festival volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, coletivos e intérpretes locais, afirmando-se como um catalisador de encontros e intercâmbios. Num equilíbrio entre propostas artísticas à margem dos circuitos comerciais e uma programação de largo espectro, o Que Jazz É Este? mantém o seu forte potencial de congregação de públicos diversos.


 


Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao ‘donativo consciente’ — porque a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito, e porque apoiar quem cria é garantir que a música continua a acontecer.


 


Entre as primeiras confirmações destacam-se três propostas que espelham a diversidade estética do festival:


MARIA LUIZA JOBIM apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro, dia 18 de julho, trazendo consigo uma sonoridade que oscila entre a delicadeza da MPB, a subtileza da eletrónica e a atmosfera do jazz. Depois do álbum de estreia Casa Branca (2019), afirmou em Azul (2023) uma escrita onde a poesia contemporânea se entrelaça com uma abordagem musical intimista. Em Viseu, antecipa-se um concerto que cruza afetos, memória e paisagem.


No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de AZUL PISCINA, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Partindo de uma escuta atenta e de uma criação coletiva em tempo real, o trio constrói um discurso onde composição e improvisação coexistem em permanente mutação, dando origem a um espaço sonoro dinâmico, sensível e imprevisível.


A dimensão pedagógica do festival materializa-se, uma vez mais, no 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que terá lugar de 15 a 17 de julho no Teatro Viriato. Orientado por Rita Maria e Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.


 


Mais do que um festival, o Que Jazz É Este? continua a afirmar-se como um processo — um espaço em constante mutação onde se experimentam formas, se cruzam percursos e se ensaiam futuros possíveis para a música e para a cidade, colocando Viseu no mapa dos festivais que pensam o jazz para além dos seus limites convencionais.


 


A programação detalhada vai sendo actualizada no site oficial https://quejazzeeste.com/


 


https://www.instagram.com/quejazzeeste/


https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT

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https://www.instagram.com/quejazzeeste/

Inauguração da exposição "Mica I — O fio que nasce da terra" • 18 abril, 16h00 • Loja Oficina



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Guitarist Magazine - Cream


 Website - Comprar

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Mariana Reis - Single "Não era amor"

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domingo, abril 12, 2026

Visitas +

Estados Unidos


Singapura


Reino Unido


Vietname


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Índia


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França


Polónia


Roménia


Portugal


Bangladeche


Países Baixos


Paquistão


Brasil


Usbequistão


Iraque


Japão


Lituânia

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Outros

Carlos Raposo - single e video “Rua do Castelo”

 

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sábado, abril 11, 2026

BMP


 Spotify

Fisher Z ao vivo no Coliseu de Lisboa


Os britânicos Fischer-Z regressam a Portugal para celebrar 50 anos de carreira.


 


Ícone da new wave e do rock alternativo desde os anos 70, a banda destaca-se pelas suas melodias marcantes e letras com forte consciência social.


 


Temas como "The Worker", "So Long" e "Marliese" tornaram-se clássicos intemporais. Este concerto integra as celebrações do seu 50.º aniversário.

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https://coliseulisboa.com/eventos/fischer-z/

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sexta-feira, abril 10, 2026

Abril | Biblioteca da Nazaré — Destaque de 6 de abril


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No âmbito das comemorações do mês de abril, a Biblioteca da Nazaré encontra-se a divulgar, através das suas redes sociais e por via eletrónica, um conjunto de conteúdos dedicados ao seu acervo sobre o antes, durante e depois da Revolução dos Cravos.


Destaque do dia 6 de abril:


📖 Portugal Amordaçado

de Mário Soares


Há livros que não apenas testemunham a História — participam nela.

Escrito no exílio e publicado originalmente em 1972, Portugal Amordaçado chega a Portugal em outubro de 1974, já depois da queda do regime, assumindo-se como um documento fundamental para a compreensão do contexto político e social do período.


A primeira edição portuguesa, editada pela Arcádia, constitui simultaneamente um testemunho crítico do regime e um marco editorial do início de um novo ciclo histórico, refletindo sobre os mecanismos de limitação da liberdade e da expressão.


💬 “Um país onde não se pode falar livremente é um país sem futuro.”


📍 Biblioteca da Nazaré

A Biblioteca da Nazaré preserva e disponibiliza um vasto acervo dedicado ao antes, durante e depois do 25 de Abril de 1974, promovendo o acesso público à memória histórica e ao conhecimento.


🕒 Horário de verão

Segunda a sexta-feira: 15h00–19h00

Encerrada aos sábados, domingos e feriados


Biblioteca da Nazaré

87 anos ao serviço da cultura

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 Vasco Moreira Gritali - Guitar days 

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Bandcamp

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Amazon

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10ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MENTAL ANUNCIA PROGRAMAÇÃO, VENCEDOR DO PRÉMIO M-CINEMA 2026 ECELEBRA UMA DÉCADA DE CULTURA E SAÚDE MENTAL EM PORTUGAL

A 10ª edição do Festival Mental – Cinema, Artes e Informação realiza-se de 14 a 17 de maio, em Lisboa, com programação distribuída por espaços emblemáticos como o Cinema São Jorge e a Quinta das Conchas. Esta edição assinala uma década de um projeto pioneiro em Portugal que, através da cultura, tem vindo a promover a saúde mental, combater o estigma e contribuir ativamente para a literacia nesta área.


 


Mais do que um festival, o Festival Mental afirma-se como uma plataforma de encontro entre ciência, arte e sociedade, reunindo cinema, música, teatro, dança, literatura, pensamento crítico e participação comunitária. Ao longo de dez anos, construiu um percurso consistente, acompanhando a evolução do discurso público sobre saúde mental e antecipando temas que hoje são centrais no debate contemporâneo.


 


As celebrações arrancam a 12 de maio, às 18h30m, com um Warm Up no atmosfera m, espaço do parceiro Montepio Associação Mutualista, que apresenta uma seleção de filmes vencedores de edições anteriores - um momento de revisitação e memória que prepara o público para esta edição comemorativa. A entrada, mediante inscrição para o e-mail


atmosferam.lisboa@montepio.pt é limitada ao número de lugares disponível.


 


O cinema mantém um papel central na programação através da Mostra Internacional de Curtas-Metragens (M-Cinema), eixo estruturante do festival, que reúne uma seleção criteriosa de obras com elevada qualidade artística e relevância temática. Em 2026, o filme foi atribuído a Rzeczy znalezione (Lost & found), da realizadora polaca Wiktoria Kwoka, que estará em Portugal para receber o troféu. A curta-metragem foi distinguido por um júri constituído por especialistas das áreas do cinema e da psicologia: Francisco Costa (editor de Cinema e Programador no Festival Mental), Maria João Barros (psicóloga clínica e psicoterapeuta), Sérgio Viana (psicólogo clínico e presidente da Delegação Regional do Centro da Ordem dos Psicólogos) e Rui Henriques-Coimbra (correspondente em LA da HFPA).


 


O troféu é novamente produzido e oferecido pela SILDEL, reforçando a ligação entre o setor empresarial e o apoio à cultura e à saúde mental. A CARMA consolida-se como parceiro fundamental na viabilização do prémio da Mostra Internacional de Curtas-Metragens, assumindo um papel determinante na valorização do cinema enquanto ferramenta de impacto social e promoção da literacia em saúde mental.


 


“Há temas que durante demasiado tempo viveram no silêncio. A saúde mental foi um deles. Falar é essencial, mas mais do que falar, é fundamental normalizar. Tornar estas conversas parte do quotidiano, acessíveis, informadas e livres de estigma. Criar espaço para esse diálogo é um passo decisivo para uma sociedade mais consciente, mais empática e mais humana. (...) Mais do que celebrar obras, celebramos o impacto que estas histórias podem ter na forma como pensamos, como sentimos e como cuidamos uns dos outros. Porque falar de saúde mental não é uma tendência. É uma responsabilidade coletiva. Porque uma mostra internacional de curtas-metragens não é apenas cultura. É um dos canais de mensagem mais eficazes, um espaço onde dados, narrativa e emoção se encontram ao serviço da mudança.”


Filipe Manuel Pereira, CARMA


 


“Mais do que um objeto, este troféu é um símbolo vivo da capacidade de regenerar, de criar laços inesperados e de encontrar, no outro, a força para continuar.”


Isabel Silva, SILDEL


 


A programação dá também destaque ao talento português, com a exibição das curtas Uma História Mal Narrada, de Rui Paulo Silva, A Minha Casa, de André Fontaneta d’Errico e Catarina Reis Bogalho, e EGO, de Diogo Assis e Rafael Vicente - reflexo de uma open call cada vez mais participada e da crescente qualidade da produção nacional.


 


Nesta edição especial, o festival assume-se como um verdadeiro radar da saúde mental, revisitando temas, vozes e momentos que marcaram as suas dez edições. As M-Talks regressam com um formato de reflexão sobre o tempo: um olhar sobre o antes e o depois, reunindo convidados que voltam ao festival para partilhar o que mudou — ou não — desde a sua primeira participação. Entre os nomes confirmados estão Vítor Cotovio (psiquiatra, membro do Conselho Nacional de Saúde Mental), Paula Domingos (assistente social, Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental), Miguel Ricou (psicólogo), Catarina Janeiro (psicóloga clínica e psicoterapeuta), Inês Rothes (professora auxiliar FPCEUP), Samuel Antunes (professor universitário, psicólogo e psicoterapeuta), André Viamonte (compositor, cantor e musicoterapeuta), Rui Albuquerque (médico psiquiatra e professor universitário), Ivo Canelas (ator), Cristóvão Campos (ator), Maria João Pinho (atriz) e Surma (música/ artista). A moderação estará a cargo das jornalistas Susana Marvão e Rita Santos, e do encenador Tiago Lima.


 


O M-Click reafirma-se como espaço de pensamento e experimentação, dando palco a ideias inovadoras e projetos emergentes que cruzam cultura, ciência e criatividade. Nesta edição participam Gil Henriques (musicoterapeuta), Luís Latoeiro (mmpreendedor social), Marcelo Mendonça (neurologista e neurocientista), Maria Melo (psicomotrista) e Sónia Santos (psicóloga), reforçando o papel do festival na antecipação de tendências e na abertura de novas conversas.


 


Um dos momentos mais marcantes do festival volta a ser o My Story, My Song, onde a música e a experiência pessoal se cruzam num espaço de partilha autêntica e profunda. Aqui, artistas expõem a sua vulnerabilidade, criando uma ligação única com o público e contribuindo para a desconstrução do estigma em torno da saúde mental. A convidada desta edição é Maria João, artista de referência internacional, reconhecida pela sua liberdade criativa e constante reinvenção que será acompanhada pelo músico e produtor João Farinha.


 


A programação integra ainda o M-Natura, que reforça a ligação entre natureza e bem-estar, com propostas como o workshop infantil “Floresta: Ecossistemas e Habitat” e o documentário Malcata, de Miguel Cortes Costa e Ricardo Guerreiro,seguido de conversa; o M-Play Jovem, com uma nova criação teatral protagonizada por jovens da Unidade W+ da Santa Casa da Misericórdia; o M-Cinema Jovem, dedicado à sensibilização das novas gerações através do cinema; e o M-Senior, com o workshop “Idade Não É Prazo de Validade”.


 


Ao longo de dez anos, o Festival Mental consolidou-se como um projeto cultural de referência, criando pontes entre diferentes áreas do saber e promovendo uma abordagem informada, sensível e inclusiva da saúde mental. Num tempo em que se fala cada vez mais sobre o tema, o festival continua a afirmar a importância de falar melhor, com conhecimento, responsabilidade e profundidade.


 


Festival Mental, Pense, Fale, Saiba, Reaja!


 


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segunda-feira, abril 06, 2026

A Música Dá Trabalho segue caminho pelas escolas com novas paragens antes do verão


Em 2026, A Música dá Trabalho continua o seu percurso junto das comunidades escolares, com o objetivo de aproximar os mais novos do universo da música e de tudo o que acontece antes da música chegar aos seus ouvidos. Ao longo de um dia, o projeto propõe uma experiência onde os alunos descobrem, experimentam e compreendem as diferentes profissões que fazem parte deste universo, desde os bastidores até ao palco, entre elas Compositor, Engenheiro de Som, Editora, Realizador de Vídeo, Técnico de Som e Técnico de Luz. Como ponto de partida, cada aluno recebe um livro d’A Música Dá Trabalho, com textos de Hugo Ferreira e Patrícia Martins e ilustrações de Tenório, que apresenta 22 profissões ligadas à música e convida a pensar em tudo o que acontece antes de uma música chegar aos nossos ouvidos.

 

Este ano, A Música dá Trabalho já passou por Torres Vedras, Mafra, Paredes e Sesimbra, onde levou a música a diferentes realidades e criou momentos de encontro, descoberta e partilha.

Agora, o caminho continua, com novas paragens e a mesma vontade de chegar a cada vez mais escolas!

 

Com a chegada dos dias mais quentes, o projeto prepara-se para mais um conjunto de paragens antes do verão.

 

Entre os dias 5 e 8 de maio, A Música Dá Trabalho passa por Viseu, com concertos de Xico Gaiato (5 de maio), o mais recente artista da Omnichord, que assume a urgência de transformar emoções, tensões e observações sobre a vida em música.

5ª Punkada (6 de maio), outro projeto Omnichord, com a sua energia punk inconfundível, continua a afirmar que a música é um espaço para todos; Aurora Brava (7 de maio), uma banda de rock experimental que traz na sua música elementos de vários subgéneros da música alternativa e A Voz do Rock (8 de maio), o coletivo de avós, que rompem fronteiras do rock entre gerações.


De 11 a 13 de maio, o projeto segue para Vale de Cambra, com Unsafe Space Garden (11 de maio) que trazem uma abordagem mais irreverente e inesperada aos mais novos e Susie Filipe (12 de maio) com um registo mais próximo e emotivo, e contamos ainda com MonchMonch (13 de maio), que vai encher a escola de muita energia e experimentação.

 

No dia 14 de maio, passa pela Maceira, com o regresso da 5ª Punkada para mostrar que em palco não há limites quando há vontade de criar e partilhar!

 

O percurso continua em Loulé, nos dias 19 e 20 de maio, onde se encerra este ciclo antes do verão, com dois momentos ainda por revelar.

Mais do que um dia nas escolas, A Música dá Trabalho é um espaço de descoberta, onde a música se torna ponto de encontro entre alunos e o mundo artístico. É um projeto que mostra que a música não vive só no palco, mas em todas as pessoas e profissões que a tornam possível.

Seguimos com a mesma vontade de sempre: continuar a levar a música, as suas histórias e os seus caminhos a cada vez mais escolas, criar memórias que, para muitos, começam aqui.

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