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sexta-feira, setembro 25, 2026
Mau Uivo revela "Do Berço", o segundo avanço de Berçário
O novo single chega a 25 de Setembro e antecipa o EP de estreia do projeto de Miguel Menezes, com edição marcada para 13 de Novembro. A mistura e masterização são de Nelson Carvalho e o videoclipe de Filipe C. Monteiro.
Depois da apresentação de "Casa Branca" em Julho, Mau Uivo — projeto em nome próprio do músico e contrabaixista Miguel Menezes — regressa com "Do Berço", o segundo single de avanço para o seu EP de estreia, Berçário. A nova canção aprofunda o universo sonoro do artista e propõe uma reflexão sobre os territórios da memória, as sombras do distanciamento, e os silêncios que habitam as relações primeiras.
Construída sobre a cadência hipnótica de uma canção de embalar, "Do Berço" desvia-se das estruturas convencionais para criar uma atmosfera simultaneamente experimental e envolvente. Composição, produção, gravação e interpretação vocal são inteiramente assumidas por Miguel Menezes, que traz para o projeto a sua vivência na música clássica e no jazz para cruzar sensibilidades e texturas sem limitações formais. A faixa destaca-se pela intensa manipulação vocal: camadas de vozes agudas e graves cruzam-se ao longo da música, sobrepondo perspetivas e estados emocionais que oscilam entre o intimismo, a inquietação e a dissociação, como se diferentes idades e afetos dialogassem entre si.
A mistura e masterização ficaram a cargo de Nelson Carvalho, conferindo o equilíbrio técnico a uma paisagem sonora densa e expressiva.
A dimensão visual de "Do Berço" é assinada por Filipe C. Monteiro, habitual colaborador de Miguel Menezes, que volta a realizar o videoclipe oficial do tema, traduzindo em imagens a sua carga narrativa e estética.
"Do Berço" antecipa assim o lançamento de Berçário, o EP de estreia de Mau Uivo, agendado para 13 de Novembro.
Mau Uivo é o projeto a solo de Miguel Menezes, músico e contrabaixista com um percurso ligado à música clássica, orquestras e projetos de jazz. Explora canções intimistas construídas a partir de camadas de vozes, harmonias subtis, samples e ambientes sonoros experimentais.
Com uma carreira sólida e continuada no universo da música clássica e do jazz — colaborando habitualmente com orquestras e formações diversas —, o artista assume agora em pleno a sua vertente de compositor de canções, um gesto criativo cultivado ao longo dos anos.
Composto por cinco faixas totalmente escritas, produzidas, gravadas e interpretadas por Miguel Menezes, Berçário assinala uma nova fase no seu percurso. O título sugere a ideia de um ponto de partida ou de maturação, onde diferentes memórias, vivências e descobertas sonoras se cruzam subtilmente com a construção de uma nova identidade artística.
O EP de estreia reúne cinco temas que cruzam a canção de autor com a experimentação sonora, o sampling e a desconstrução das estruturas convencionais. O trabalho inclui os singles "Casa Branca", "Do Berço" e o vindouro "Lição".
No plano sonoro, o EP desafia as convenções tradicionais da escrita de canções. Embora a guitarra e a voz constituam o alicerce de grande parte do alinhamento, a instrumentação é expandida através de um meticuloso trabalho de manipulação sonora, tratamento vocal, amostragem e exploração de ambientes alternativos. O alinhamento contempla ainda uma faixa instrumental, reflexo direto da bagagem do músico noutras abordagens e linguagens artísticas.
A mistura do disco foi assegurada por Moritz Kerschbaumer, cabendo a masterização a Nelson Carvalho.
https://www.instagram.com/mau___uivo/
https://youtube.com/@mauuivo?si=N7llC3Wkm55EmLWN
https://mauuivo.bandcamp.com
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A Cantadeira leva Tecelã Além-Fronteiras
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Álbum de estreia de Joana Negrão chega internacionalmente com
duas faixas extra e dois concertos na Alemanha
Depois de uma receção particularmente expressiva em Portugal — onde foi distinguido como Disco Antena 1 2024, alcançou o 4.º lugar no World Music Charts Europe e o 1.º lugar na lista LIMUR Iberian — Tecelã, o álbum de estreia de A Cantadeira, projeto a solo de Joana Negrão, prepara-se agora para atravessar fronteiras.
O disco será lançado internacionalmente com uma edição que acrescenta duas faixas extra, Responso À Mulher e Corpo Meu, e será apresentado ao vivo na Alemanha em dois momentos: 3 de outubro, em Malzhaus, Plauen, e no Transvocale Festival a 14 de Novembro, também na Alemanha.
Em Tecelã, A Cantadeira parte da matéria viva da tradição oral portuguesa para construir uma linguagem contemporânea, onde a voz assume simultaneamente o papel de memória, instrumento e território de experimentação. Joana Negrão cruza canto, adufe, gaita-de-foles e eletrónica, utilizando a voz em tempo real para criar camadas, ritmos e texturas que transformam o palco num espaço de construção sonora.
O resultado é uma música de raízes portuguesas que não procura reproduzir a tradição, mas re-imaginá-la — entre a memória e o presente, entre o ritual e a experimentação, entre aquilo que herdamos e aquilo que estamos ainda a construir.
“A tradição não é para mim uma coisa parada no tempo. É uma matéria viva, que podemos tocar, transformar e fazer avançar. Tecelã nasce precisamente desse lugar:
da vontade de perceber de onde vimos, mas também de imaginar para onde podemos ir.”
A nova edição internacional de Tecelã inclui duas faixas que ampliam o universo do álbum. Responso À Mulher surge pela primeira vez numa edição discográfica de A Cantadeira depois da participação de Joana Negrão no Festival da Canção, trazendo para o disco uma peça profundamente ligada à dimensão coletiva e ritual da voz feminina.
A segunda faixa extra, Corpo Meu, aponta já para o próximo capítulo do projeto. A canção mergulha no corpo feminino como lugar de memória, cansaço, maternidade, procura e transformação, antecipando o universo conceptual do próximo álbum de A Cantadeira, também intitulado Corpo Meu.
A passagem pela Alemanha representa assim mais do que a apresentação internacional de um disco: é o início de uma nova etapa para A Cantadeira, levando uma criação profundamente enraizada na cultura portuguesa para o diálogo com públicos e contextos internacionais.
Com uma carreira artística iniciada em 1999, Joana Negrão tem vindo a desenvolver um percurso marcado pela criação, interpretação e investigação em torno da música de raízes portuguesas. Foi cantora, compositora e letrista dos Dazkarieh, integrou projetos como Seiva, e desenvolve atualmente A Cantadeira como espaço de criação a solo, onde tradição, voz e experimentação contemporânea se encontram.
Tecelã é uma viagem pela memória e pela voz, mas também uma afirmação de que a tradição pode continuar a criar futuro.
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Voronet Blue apresentam o primeiro EP, The Chariot, editado pela Lux Records
A banda conimbricense estreia-se em formato EP a 25 de setembro com um trabalho de cinco temas construído em torno da tensão entre luto e luta, perda, resistência e movimento. No mesmo dia, às 22h, os Voronet Blue apresentam The Chariot ao vivo na Tabacaria da OMT, em Coimbra. Os bilhetes já estão à venda. “Grip”, tema de abertura, chega também acompanhado de videoclip.
Os Voronet Blue apresentam hoje The Chariot, o primeiro trabalho discográfico da banda conimbricense, editado pela Lux Records. Com cinco temas, o EP marca a estreia da banda neste formato e desenvolve-se num território situado entre o luto e a luta, explorando diferentes estados de tensão, perda, resistência, confronto e movimento. No dia do lançamento, a banda leva o novo trabalho ao palco da Tabacaria da OMT, em Coimbra, para um concerto marcado para as 22h, com bilhetes ainda disponíveis.
O próprio título do EP parte da carta The Chariot (VII), dos Arcanos Maiores do Tarot, tradicionalmente associada à vontade, determinação, controlo e capacidade de avançar perante os obstáculos. Mais do que uma referência estética, a carta funciona como estrutura simbólica para o universo do disco, refletindo a dualidade entre avançar e perder a direção, entre controlar as próprias forças e lidar com aquilo que, simultaneamente, as puxa em sentidos diferentes.
É nesse espaço de tensão que se desenvolvem os cinco temas de The Chariot: um território intermédio entre aquilo que se perde e aquilo que ainda exige movimento. A ambição e o impulso de avançar convivem com a dispersão, a resistência e a sensação de ausência de controlo, dando forma a um trabalho onde peso, atmosfera e dimensão emocional se encontram.
O EP abre com “Grip”, tema de inspiração post-punk que estabelece desde os primeiros momentos a inquietação que atravessa o disco. Construída a partir de uma voz que se dirige diretamente ao ouvinte, a música coloca no centro a necessidade de parar, tomar consciência e reconhecer o peso das próprias ações e das suas consequências.
O título recupera a expressão inglesa “get a grip”, usada para pedir a alguém que recupere o controlo, se recomponha ou enfrente uma situação com maior lucidez. Em “Grip”, essa expressão transforma-se numa espécie de chamada de atenção, traduzida numa composição ritmada e física, em constante movimento. A música parte de um momento de confronto e introspeção, não enquanto acusação, mas como tomada de consciência e reconhecimento da responsabilidade sobre aquilo que está a acontecer.
Entre os cinco temas encontra-se ainda “Juliette”, anteriormente apresentada como single, a 26 de junho de 2026, e que integra agora o conjunto de canções que dá forma ao EP de estreia.
Hoje (25 de setembro), os Voronet Blue apresentam The Chariot ao vivo, às 22h, na Tabacaria da OMT, em Coimbra, num concerto que assinala a chegada do primeiro trabalho discográfico da banda ao público. Os bilhetes ainda estão à venda.
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Janeiro - concerto a 18 de novembro (Coliseu Club)
No dia 18 de novembro, Janeiro apresenta no Coliseu Club, em Lisboa, Reticências: Uma Nova Versão de Nós, um concerto íntimo e orgânico que dá vida ao seu novo álbum Reticências.
Em palco, apenas três focos de luz e duas presenças permanentes: Janeiro, ao violão de nylon, e Daniel Lima, ao piano. Um cenário despido do excesso, onde tudo acontece no espaço entre uma canção e outra. é um disco feito de encontros, conversas e colaborações.
Oito das suas faixas contam com convidados e, por isso, o concerto transforma-se também num lugar de encontro entre Janeiro e alguns dos artistas que fazem parte deste novo capítulo. Cada convidado traz consigo uma nova voz, uma nova história e, inevitavelmente, uma nova versão das canções. Entre temas inéditos, canções que atravessaram diferentes momentos do percurso de Janeiro e alguns dos seus temas mais conhecidos, o concerto percorre passado e presente sem nunca perder o foco no agora.
Reticências: Uma Nova Versão de Nós é, acima de tudo, um concerto sobre proximidade. Sobre aquilo que acontece quando duas pessoas se encontram e, desse encontro, nasce qualquer coisa que antes não existia. Uma noite de canções, amigos e encontros onde cada reticência deixa espaço para aquilo que ainda está por dizer.
Dia: 18 de novembro 2026
Local: Coliseu Club (Lisboa)
Hora: 21:00
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quinta-feira, setembro 24, 2026
"Barrio Triste": Filmin estreia em exclusivo o grande vencedor do Indielisboa
Vencedor do grande prémio no IndieLisboa e produzido por Harmony Korine, o filme capta a angústia existencial de um grupo de jovens que rouba uma câmara para documentar as suas vidas
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Depois de conquistar o Grande Prémio do IndieLisboa, Barrio Triste chega à Filmin em exclusivo. A primeira longa-metragem de Stillz, fenómeno dos videoclipes que tem vindo a reinventar o género nos últimos anos, estreia na plataforma a 8 de outubro e apresenta um olhar singular, cru e inquietante sobre a juventude marginalizada da Medellín dos anos 80.
Produzido por Harmony Korine, realizador de Spring Breakers: Viagem de Finalistas, o filme acompanha um grupo de jovens dos subúrbios de Medellín que rouba uma câmara de uma televisão local e decide utilizá-la para documentar as suas próprias vidas. O que começa como uma viagem pela cidade transforma-se progressivamente numa experiência cada vez mais estranha, marcada pelo isolamento, pela violência e por um inesperado encontro paranormal.
Barrio Triste é uma obra sobre uma juventude sem grandes perspetivas, que encontra na câmara uma forma de olhar para o mundo. Entre caminhadas intermináveis pelas ruas de Medellín, o assalto a um banco e acontecimentos que desafiam a lógica, Stillz constrói um retrato fragmentado e visceral de um grupo de jovens à procura de um lugar no mundo.
Barrio Triste utiliza a câmara como uma extensão do olhar das próprias personagens, dando-lhes controlo sobre a forma como são representadas. Através desta linguagem próxima do documentário e do found footage, Stillz cria uma experiência cinematográfica imersiva, onde realidade e ficção se confundem progressivamente.
O OLHAR DE STILLZ
Conhecido pelo seu trabalho na realização de videoclipes, Stillz construiu nos últimos anos uma identidade visual marcada por uma abordagem experimental e pela capacidade de transformar o universo dos artistas com quem trabalha. Com Barrio Triste, estreia-se na longa-metragem levando essa linguagem para o cinema. O resultado é um filme visualmente ousado, que se afasta das convenções narrativas para mergulhar no quotidiano de personagens marginalizadas.
Em vez de explicar a realidade em que vivem, Stillz opta por acompanhá-las, deixando que sejam os seus gestos, os seus silêncios e as imagens que captam a revelar a angústia e o isolamento que atravessam as suas vidas.
A longa-metragem conta ainda com a produção de Harmony Korine, uma das figuras mais reconhecidas do cinema independente norte-americano. A colaboração entre Korine e Stillz cria um cinema que privilegia personagens marginais, narrativas pouco convencionais e uma estética livre das fronteiras tradicionais entre cinema, cultura urbana e música.
O resultado é um filme que combina o realismo de um retrato social com uma dimensão progressivamente surreal e perturbadora.
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CRASH nos cinemas a 1 outubro
30 anos depois da estreia em Portugal,
o filme de David Cronenberg regressa às salas de cinema a 1 de outubro.
Um dos maiores êxitos da carreira de David Cronenberg e, também, um dos seus filmes mais controversos e polémicos. Adaptado do romance de J.G. Ballard, “Crash” é um filme demencial sobre o fascínio do sexo e da morte sobre rodas. Trata-se de uma macabra visão sobre a combinação entre erotismo e mutilação, autodestruição calculada e desejo sexual, morte violenta e acidentes rodoviários.
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REALIZAÇÃO David Cronenberg
PAÍS Canadá
DURAÇÃO 100’
GÉNERO Drama
LÍNGUA Inglês
ANO 1996
SINOPSE
James Ballard (James Spader), um produtor de filmes publicitários, tem um grave acidente de viação ao colidir com outro automóvel, que resulta na morte do outro condutor e deixa a mulher dele ferida. No hospital, Ballard perde-se e volta a encontrar Helen Remington (Holly Hunter), a viúva da vítima mortal do acidente. Na sua companhia conhece Vaughan (Elias Koteas), um cientista e fotógrafo fascinado pela beleza erótica dos ferimentos e das mutilações originadas por acidentes de viação. Ballard começa por se sentir curioso em relação a Vaughan e às suas ideias de recriar acidentes célebres, como o que vitimou James Dean. E, a pouco e pouco, deixa-se contagiar pelo erotismo que emerge da insólita combinação.
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DANÇAS OCULTAS | Digressão Mundial, Concerto na Gulbenkian e novo Website official
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Danças Ocultas em digressão mundial com "Inspirar": concerto na Gulbenkian e novo site oficial assinalam momento de forte projeção global.
Com 37 anos de carreira, dez discos editados e uma presença incontornável no circuito global da World Music instrumental, os Danças Ocultas continuam a reinventar a concertina pelos palcos do mundo. O quarteto inicia em outubro de 2026 uma digressão internacional de apresentação do seu mais recente álbum, Inspirar, que arranca no Canadá com 11 concertos pelas províncias do Quebeque e Ontário. A viagem segue em novembro para a China, com duas apresentações agendadas em Dunhuang, culminando o ano no regresso a Portugal a 28 de novembro com o espetáculo FLÚMEN no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa — uma data que contará com conteúdos especiais. Para 2027, a internacionalização prossegue em março com uma digressão de 6 concertos na Bélgica.
Para acompanhar este momento de forte projeção global, a banda lança o seu novo website oficial. Totalmente renovado, o novo design reflete a sofisticação visual e a identidade contemporânea que marcam esta etapa internacional dos Danças Ocultas, oferecendo ao público uma plataforma moderna e intuitiva para acompanhar todas as datas, novidades e a dinâmica da sua agenda mundial.
DATAS DA DIGRESSÃO
CANADÁ — Inspirar Tour (Outubro 2026)
09 OUT — Gaspé, QC | Centre de Création Diffusion de Gaspé
10 OUT — Carleton-sur-Mer, QC | Quai des Arts Studio
11 OUT — Carleton-sur-Mer, QC | Quai des Arts Studio
15 OUT — Outremont, Montreal, QC | Théâtre Outremont
17 OUT — Lévis, QC | L'Anglicane
18 OUT — Shawinigan, QC | Maison de la Culture Francis Brisson
21 OUT — Ottawa, ON | Théâtre Babs Asper
22 OUT — Ste-Geneviève, Montreal, QC | Salle Pauline Julien
23 OUT — St-Jérôme, QC | Théâtre Gilles-Vigneault
24 OUT — St-Hyacinthe, QC | Centre des arts Juliette-Lassonde
25 OUT — Granby, QC | Théâtre L'Aparté
CHINA (Novembro 2026)
NOV — Dunhuang (2 concertos — detalhes a anunciar brevemente)
PORTUGAL (Novembro 2026)
28 NOV — Lisboa | Fundação Calouste Gulbenkian — Grande Auditório (FLÚMEN)
BÉLGICA— Inspirar Tour (Março 2027)
10 MAR — Vilvoorde | CC 't Bolwerk
13 MAR — Merelbeke | Cultuurhuis
14 MAR — Borgerhout | De Roma
17 MAR — Waregem | CC De Schakel
18 MAR — Dendermonde | CC Belgica
19 MAR — Halle | CC 't Vondel
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Festival Revoluções Curtas anuncia as 20 curtas-metragens em competição
A terceira edição do festival online da Filmin reúne novas vozes do cinema português, entre ficção, documentário, animação e experimental. As curtas-metragens estão disponíveis na plataforma de 24 de setembro a 24 de outubro.
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O Revoluções Curtas, festival online da Filmin dedicado à descoberta e promoção de novas vozes do cinema português, regressa para a sua terceira edição com uma nova seleção de curtas-metragens em competição.
Entre a ficção, o documentário, a animação e o cinema experimental, as 20 curtas-metragens da terceira edição do Revoluções Curtas partem de universos muito distintos para explorar temas como a identidade, a memória, o corpo, a família, a pertença, a fé e a relação com os lugares onde vivemos.
A infância e as relações entre gerações atravessam algumas das histórias mais íntimas desta seleção. Em O Amor Fez Uma Esfera, de Gabriel Andrade, Eduardo, um rapaz de oito anos obcecado pelo espaço, passa um fim de semana na casa do avô ausente. Também A Emancipação de Mimi, de Marcelo Pereira, parte do universo de uma criança para construir uma comédia sobre desejo, rebeldia e identidade.
Em 24 Lagarteiros por Segundo, de Maria Durão, Diogo Costa e Miguel Candeias, são as crianças e jovens do Bairro do Lagarteiro, no Porto, que assumem o centro da narrativa.
O corpo surge como território de descoberta, conflito e transformação em várias das obras selecionadas. Em O Tempo das Cerejas, de Clara Parente, Inês procura respostas para uma dor inexplicável e para a ausência de menstruação, deparando-se com um diagnóstico impossível que transforma a endometriose num universo fantástico e surreal. Já Espécies Férteis, de Francisca Neves, situa-se entre o drama e o experimentalismo. No silêncio do Alentejo, Maria entrega-se a uma experiência insólita que aproxima o seu próprio batimento cardíaco do dos cães. Em Peripécias no Espaço, de Caio Amado Soares, uma viagem espacial atribulada transforma-se numa metáfora para a transição e para as dúvidas associadas à identidade de género. E em Inheritance, de Mischa Andreski, Alice viaja de Londres para o Douro em busca da herança deixada pela mãe.
A relação com os lugares e com as memórias que neles permanecem é outro dos fios condutores da seleção. Em Pássaro Azul, de Miguel Munhá, a tentativa de recuperar memórias transforma-se numa reflexão sobre a ansiedade e o trauma. Feitos de Betão, de canivete, constrói um retrato de Algueirão-Mem Martins a partir dos seus espaços, habitantes, histórias e memórias. Em Tempo Corpo Falha, de Rita Costa, a observação do quotidiano de uma família romani no Alentejo transforma-se num exercício sobre tempo, presença e olhar.
Já Two Days and Two Nights, de Katarina Lanier, acompanha duas amigas que acampam junto ao mar durante dois dias e duas noites. Entre conversas, silêncios e cumplicidades, uma confissão sobre o passado traz à superfície segredos e mudanças numa amizade construída ao longo dos anos.
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A terceira edição do Revoluções Curtas inclui também várias obras que cruzam o quotidiano com o fantástico, a ficção científica e o cinema experimental. Not Yet, de Marta Bao, uma jovem engenheira desenvolve um serviço de cuidados personalizados que pretende melhorar a qualidade de vida através da tecnologia e da empatia; A Goiva, de Alexandre Amado, é um ensaio visual e sonoro de ficção científica que confronta a dimensão humana com a infinitude do tempo cósmico. Ultravioleta, de José Magro, cruza documentário e ficção científica numa história sobre abandono, memória e pertença. Em I Can See Jay There, de Miguel Domingues, animação e documentário encontram-se para retratar Jay Monte, antigo segurança de um bar em Amesterdão
A relação com a fé e com a memória histórica também marca algumas das propostas desta edição. Realizada em 16mm com película que restou de Grand Tour, de Miguel Gomes, Andar com Fé, de Duarte Coimbra, acompanha uma deambulação por Lisboa, pela memória e pelo luto. Em Êxtase, de Pedro Baptista, uma freira repete rituais numa tentativa de encontrar respostas para a dúvida que se instalou sobre o seu chamamento.
Carnaval Canibal, de Inês Leal, regressa ao arquivo fotográfico da antiga Diamang, em Angola, para recontextualizar imagens produzidas durante as décadas de 1950 e 1960 no contexto do colonialismo português.
A seleção inclui ainda propostas que exploram as possibilidades da própria linguagem cinematográfica. Estou a Sentir Qualquer Coisa, de Nuno Pimentel, parte do conceito de “imagem-tempo” de Gilles Deleuze para cruzar documental, ficção e experimentalismo.
Coisas Sérias, de Laura Conceição, a câmara assume o ponto de vista de quatro garrafas de vinho durante uma festa entre amigos. A partir deste dispositivo, a curta acompanha uma noite em que o álcool, os conflitos e os acontecimentos inesperados se acumulam, dando às garrafas o papel de testemunhas silenciosas.
As 20 curtas-metragens estão em competição pelo Prémio do Júri, no valor de 1.000 euros, e pelo Prémio do Público, no valor de 750 euros.
De 24 de setembro a 24 de outubro, as 20 curtas-metragens da terceira edição do Revoluções Curtas podem ser vistas na Filmin.
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Festival Lux Interior em Coimbra com três noites de música e novas bandas da cidade
A 7.ª edição do Festival Lux Interior, promovida pela Lux Records no ano em que a editora celebra 30 anos, acontece a 29 e 30 de outubro, no Teatro Académico de Gil Vicente, e a 5 de novembro, no Salão Brazil, reunindo projectos com diferentes percursos e dando palco a três novas bandas de Coimbra que serão editadas pela editora.
A Lux Records assinala este ano três décadas de actividade com mais uma edição do Festival Lux Interior, iniciativa que tem vindo a afirmar-se como um espaço de encontro entre diferentes gerações e percursos da música independente.
A 7.ª edição do festival acontece em três noites e dois espaços de Coimbra. O Teatro Académico de Gil Vicente recebe os primeiros dois dias, a 29 e 30 de outubro, seguindo-se o Salão Brazil, a 5 de novembro.
O programa cruza projectos com percursos já consolidados com bandas mais recentes, numa programação que acompanha também o trabalho de descoberta e edição da própria Lux Records.
A primeira noite, 29 de outubro, no TAGV, junta Duques do Precariado e Gata Surda. No dia seguinte, 30 de outubro, sobem ao palco Expresso Transatlântico e Voronet Blue.
A programação termina a 5 de novembro, no Salão Brazil, com Birds Are Indie e Gulag Motel.
As primeiras partes das três noites são asseguradas por Gata Surda, Voronet Blue e Gulag Motel, três projectos muito recentes de Coimbra que integram o trabalho de descoberta da Lux Records e que serão editados pela editora.
A Lux Records celebra 30 anos de atividade, três décadas em que se afirmou como uma referência incontornável da música independente portuguesa, dando palco a projetos que marcaram profundamente o panorama nacional, de Belle Chase Hotel a Tédio Boys, passando por The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders e Wraygunn, entre muitos outros nomes que ajudaram a definir a identidade sonora de Coimbra e do país.
Os bilhetes para as datas no TAGV serão disponibilizados em breve e os bilhetes para o Salão Brazil já estão disponíveis.
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terça-feira, setembro 22, 2026
Jorge Drexler | 13 MARÇO no Coliseu de Lisboa
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Jorge Drexler estreia-se no Coliseu dos Recreios, a 13 de março, para apresentar TARACÁ, o seu mais recente álbum.
Acompanhado por sete músicos e com uma nova conceção cénica, o cantor e compositor uruguaio leva a palco um espetáculo que reúne as novas canções e os temas que marcaram mais de três décadas de carreira.
Com a candombe uruguaio como fio condutor, TARACÁ cruza gerações geografias e linguagens musicais , colocando a palavra e o tambor no centro desse encontro.
O álbum dá continuidade a uma obra singular na música ibero-americana contemporânea, em que música, literatura e conhecimento dialogam e as letras se movem entre a poesia e a ciência.
Jorge Drexler foi nomeado em 8 categorias dos Latin GRAMMYs 2026, incluindo álbum do ano, canção do ano e gravação do ano.
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domingo, setembro 20, 2026
sábado, setembro 19, 2026
BOTA - Programação de 17 a 20 de setembro
BOTA
Programação na sala lisboeta de 17 a 20 de Setembro
a picture of a piano keyboard with the title piano day on it
A semana de 17 a 20 de setembro no BOTA leva-nos, uma vez mais, a diferentes latitudes musicais mas acima de tudo, à celebração do sexto aniversário deste espaço cultural.
E não poderia começar de melhor forma do que a estreia de um espetáculo a solo de uma conceituada artista brasileira (Josyara dia 17) e a apresentação oficial de um novo disco português (Orca dia 18). O dia 19 de setembro está dividido em duas partes distintas: de tarde a exibição de curtas metragens independentes nacionais e internacionais e, à noite, o concerto dos My Darling Clementine.
Eis que a 20 de setembro se celebram seis anos de atividade cultural do BOTA.
Destaques da Semana
My Darling Clementine
O que começou como um projeto paralelo de Michael Weston King e Lou Dalgleish, uma homenagem intensa aos duetos country clássicos dos anos 60 e 70, My Darling Clementine brotou e floresceu, chegando a engolir as suas carreiras.
Em doze anos, lançaram seis álbuns aclamados pela crítica, uma coleção de DVD e realizaram mais de mil concertos em todo o mundo. Os inúmeros prémios e reconhecimentos conquistados colocaram a banda na vanguarda da crescente cena “Americana”.
6º aniversário
Para esta celebração teremos às 18h00 um concerto na esplanada com o Quarteto Achillea num concerto dedicado às raízes e à memória musical. Com especial destaque para a música portuguesa e o fado, o programa revisita também a música de Abril e o recente trabalho desenvolvido pelo quarteto em Cabo Verde, incluindo a interpretação de “Sentimento”, de Dona Tututa.
Às 21h00, contamos com a participação de Idiotheque, um colectivo que tem vindo a conquistar público com concertos imprevisíveis, cheios de energia, interação e teatralidade, onde tudo pode acontecer. Com “Space Age”, os Idiotheque continuam a expandir o seu universo sonoro e performativo, convidando o público a entrar numa nova dimensão rítmica e coletiva.
Além dos concertos, também recebemos a inauguração da exposição “Como Pendurar um Padrão“ d’ OzeArv, em que apresenta o culminar de anos de uma linguagem construída na relação com a rua, com o mural e com a arquitetura.
Programa de 17 a 20 de setembro
Data: 17 de setembro
Artista/Nome do espetáculo: AVIA Acústico
Horário: 21:00
Data: 18 de setembro
Artista/Nome do espetáculo: ORCA + Sallim
Horário: 21:00
Data: 19 de setembro
Artista/Nome do espetáculo: My Darling Clementine
Horário: 21:00
Data: 20 de setembro
Artista/Nome do espetáculo: 6º aniversário do BOTA
Horário: 16:00
O que é a BOTA?
A BOTA (Base Organizada Toca das Artes) nos Anjos tornou-se num dos mais importantes pólos culturais da capital, organizando eventos como concertos, noites de poesia, cinema/documentários e até mesmo workshops variados. Criou também um próprio festival de world-music (do qual falaremos atempadamente) e é parceiro do Festival Emergente.
Roger Taylor Violence Insane In A Beautiful World
Roger Taylor
Violence Insane In A Beautiful World
Miles Davis & John Coltrane The Complete Columbia Recordings 1955-1961
The Multiple Grammy-Winning Set Returns To Vinyl & CD in a 9LP and 6CD sets, for first time in Over 25 Years in Honor of Davis And Coltrane 2026 Centennials. In addition to the full 9LP and 6CD set, there will be a breakout double LP titled The Best Of Miles Davis & John Coltrane (1955-1961), a set that collects highlights from the some of the greatest albums in jazz history: |
‘Round About Midnight, Milestones, Someday My Prince Will Come, and Kind of Blue. ... ... ... |
Bob Dylan The Rolling Thunder Revue: The 1976 Live Recordings
The box includes 381 tracks, 371 of which have never been released, plus a booklet with liner notes by Mikal Gilmore and rare photographs. A standalone 3LP set of the complete Fort Worth, TX performance, remixed from the original multi-track tapes, will also be available.
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Cyndi Lauper True Colors: 40th Anniversary Expanded Edition Pre-order
To celebrate 40 years of True Colors, Cyndi Lauper is releasing a deluxe edition of on a 2LP format that will feature a never before released track and select tracks from her Live at Le Zenith Paris show in 1987.
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quinta-feira, setembro 17, 2026
THE MONEY MAKER - O FALSIFICADOR | Estreia 15 outubro
REALIZAÇÃO Jean-Paul Salomé
PAÍS França
DURAÇÃO 128’
GÉNERO Drama
LÍNGUA Francês
ANO 2025
ESTREIA 15 Outubro
SINOPSE
Jan Bojarski, um jovem engenheiro polaco, refugia-se em França onde utiliza os seus dotes para fabricar documentos falsos durante a ocupação alemã. Após a guerra, vê-se limitado a pequenos trabalhos mal remunerados… até ao dia em que um gangster lhe propõe utilizar o seu talento para fabricar notas falsas. Começa então uma vida dupla, até entrar na mira da polícia. Baseado numa história verídica.
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