domingo, fevereiro 22, 2026

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Outros



Penny Arcade lança Double Exposure dia 17 de Abril: uma exploração crua e piscadélica do experimentalismo analógico


Double Exposure não é necessariamente um ponto de rutura, mas este novo álbum contém alguns dos sons mais crus e desconstruídos que James Hoare - conhecido pelo seu trabalho em Veronica Falls, Ultimate Painting e Proper Ornaments - gravou até à data. Pela primeira vez, e de forma deliberada, as guitarras passam para segundo plano. Não se trata de um álbum conceptual "sem guitarras"; foi simplesmente a forma como o projeto ganhou vida. Seria, aliás, impreciso sugerir que as seis cordas foram banidas, especialmente após o solo duplo que atravessa as colunas em "Regrets", o poderoso tema de abertura. Não é propriamente "Lynyrd Skynyrd", mas é, certamente, uma experiência de pôr os cabelos em pé.


 


Após o deslumbrante LP de estreia Backwater Collage em 2024, sob o pseudónimo Penny Arcade, este novo trabalho surge como uma experiência psicadélica, tendo como espinha dorsal as caixas de ritmos que moldaram as canções. É também um disco de uma dualidade doce. Se por um lado temos a obscuridade de "Worst Trip" - um percurso assombroso pela "pior viagem que alguma vez tive" -, logo a seguir "You’ve Got the Key" apresenta-se como um exercício magnificamente complexo, tão rico numa interpretação distintamente inglesa da psicodelia que é difícil não acreditar que foi gravado em fita há cinquenta anos. O ambiente transita depois da psicodelia soalheira para uma fatia de blue-eyed soul em "Everything’s Easy", a banda sonora ideal para viagens de carro melancólicas e banhadas pelo sol. O álbum conta com breves participações especiais, mas, na sua grande maioria, é um manifesto de experimentalismo a solo, com ideias que ganham vida no espectro estéreo antes de se desvanecerem suavemente. Nada aqui é pensado em demasia; este é um álbum de ideias.


 


As caixas de ritmos assumem o papel principal em "Rear View Mirror", single de apresentação do disco, soando a uns Radiohead da era In Rainbows filtrados por Silver Apples - uma viagem de três minutos que convida ao loop infinito. Tal como grande parte do disco, foi gravado quase instantaneamente, com uma simplicidade e crueza que sobreposições densas (overdubs) ou arranjos meticulosos nunca conseguiriam alcançar. É um álbum focado na "vibe". James explica: "Estava a preparar-me para mudar para o sul de França quando metade do álbum foi gravado. Isso influenciou a estética lo-fi do registo; teve de ser gravado rapidamente e isso confere a algumas faixas uma qualidade de demo." Quando um dos grandes destaques é um corte nebuloso de dois minutos chamado "Instrumental No. 1", percebemos que o foco está em deixar a fita correr e capturar o momento.


 


Caixas de ritmos rítmicas e órgãos viscerais intercalam-se com diferentes nuances de guitarra, desde as ragas de "Early Morning" (ao estilo de George Harrison) até à atmosfera densa e fumarenta de "We Used to Be Good Friends". Double Exposure é uma coleção de canções sem pretensões. O tema de encerramento, "Riverside Drive" - tal como tantos outros momentos de melancolia sublime do álbum - surge, ganha forma e dissolve-se, sem nunca se prolongar mais do que o necessário, ecoando nos ouvidos como um sonho acordado. O título é também apropriado: Double Exposure (Dupla Exposição), nomeado a partir da técnica fotográfica, é feito de camadas de ideias que não foram escritas como partes individuais, mas sim como melodias espontâneas que formam o seu próprio quadro abstrato. O álbum situa-se algures entre a experimentação inquieta de Syd Barrett e as inovações analógicas desinibidas de Tim Presley (White Fence). É, muito honestamente, o que é.


 


"O disco foi gravado numa máquina de fita de 16 pistas, e muito dele foi capturado instantaneamente porque soava exatamente como precisava naquele momento", recorda James. "A maioria das canções utiliza caixas de ritmos e órgãos antigos e muito básicos; tentar recriar qualquer aspeto disto seria como tentar engarrafar fumo."


 


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Spotify


Júlia Machado - Single "Adeus"

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"Adeus” de Júlia Machado; Fazer da dor da perda uma bonita homenagem a quem já partiu.



“Adeus”, o novo e emocionante single de Júlia Machado, a jovem vencedora de The Voice Kids 2023.



Com uma voz poderosa que carrega o pranto alojado num tão jovem coração, Júlia Machado regressa com o tema “Adeus”, uma emotiva dedicatória a quem partiu e ao longe nos acompanha.


“Adeus” reafirma a veia criativa de Júlia, autora da letra e melodia, contando novamente com Twins a seu lado, ao leme da produção, numa reedição da produtiva parceria que já deu ao público canções como “Burden”, “Where I Belong”, “Rollercoaster” e “The Girl Next Door”.


Após conquistar Portugal com o seu triunfo no The Voice Kids 2023 e ter sido escolhida para representar Portugal no Festival Eurovisão Júnior, a jovem cantora, movida a foco e determinação, vê agora o seu tema “Burden” incluído na banda sonora da novela “A Protegida”, exibida pela TVI.


Com este novo tema “Adeus”, estreia-se em português, a solo na escrita e na composição, dando assim mais um importante passo na sua curta, mas promissora, carreira musical.


Nas palavras da cantora, “Adeus” procura fazer-nos sentir a dor provocada pela perda de alguém próximo, que desaparece das nossas vidas de forma abrupta e inesperada e deixa uma saudade profunda. Uma homenagem a uma estrela que a guia desde o céu.


Sobre Júlia Machado


Quem é a Júlia Machado?


Júlia Machado é uma jovem cantora luso-americana, nascida em agosto de 2010 em Nova Jérsia. Tornou-se conhecida do público após a sua surpreendente vitória no prestigiado programa The Voice Kids Portugal, considerado por muitos o maior palco para jovens cantores em Portugal.


Paixão por Portugal


Apesar de viver no estrangeiro, Júlia adora Portugal, e visita a família todos os verões. É frequentemente encontrada na Nazaré, praia no centro de Portugal, conhecida pelas suas ondas gigantes, ou em Monsanto do Ribatejo, onde gosta de cuidar das ovelhas com os primos.


Musicais


Apesar da sua tenra idade, Júlia já tem alguma experiência em palco. Começou a ter aulas de canto aos seis anos na Jersey Shore Music Academy, em Nova Jérsia, após os pais perceberem o seu talento para cantar. No entanto, a primeira vez que pisou um grande palco foi no Count Basie, em Red Bank, Nova Jérsia, onde participou numa produção júnior de A Pequena Sereia. Embora tenha tido um papel pequeno, foi nesse palco que descobriu a sua paixão por cantar e representar. A sua próxima produção foi Matilda, The Musical, seguida por O Rei Leão, da Disney, onde interpretou Nala, uma das principais personagens femininas do espetáculo.

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Youtube


sexta-feira, fevereiro 20, 2026

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Manual de Intervenção - EP + Concerto RCA Club


O Manual de Intervenção iniciou em Setembro de 2024, com 3 amigos que decidiram que podiam fazer música juntos. Música alternativa, independente, que em Fevereiro de 2026 resultou na gravação de 3 temas de apresentação num EP (com versão em vídeo no canal Youtube). Ainda, a 21 de Fevereiro, a banda irá iniciar as actuações ao vivo, subindo ao palco do RCA Club (Lisboa), no evento dos 20 anos dos Dalai Lume (também com a actuação dos Porta Voz).

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https://snd.click/6me4

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Andrea Verdugo lança single "Varanda"


Andrea Verdugo edita hoje o single Varanda nas plataformas digitais.






Varanda é o single que apresenta Andrea Verdugo em nome próprio, ela que é uma das vozes do projeto Para Sempre Marco de homenagem a Marco Paulo. Curiosamente, é um tema que a artista escreveu há já algum tempo “há cinco anos, Varanda nasceu de um silêncio e de uma promessa, e manteve-se em segredo,na tentativa de levar este meu luto em forma de canção ao Festival da Canção. O júri nunca a escolheu, mas a vida encarregou-se de lhe dar um propósito mais nobre”.




Escrita em parceria com João Serra, Varanda nasceu para homenagear a avó de Andrea Verdugo “… o grande amor da minha vida e a luz que, nunca deixou de brilhar no meu peito”, conta-nos a artista.




Numa produção despida de artifícios, minimal e intensa de Tomás Cruz, co-produzida, misturada e masterizada pela mão cirúrgica de SuaveYouKnow, a música envolve-nos num ambiente onde cada respiração conta a história de quem se sentiu "um barco perdido a naufragar”, mas escolhe acreditar que haverá sempre uma estrela no céu para nos guiar.




Até mesmo o vídeo que acompanha o tema Varanda tem um significado, uma história especial para Andrea Verdugo como nos diz “ao desenhar o vídeo que ilustraria esta canção, decidi que não o faria sozinha. Trouxe comigo histórias de pessoas reais que, tal como eu, perderam os seus pilares e os pretendem homenagear através das minhas palavras”.




Varanda está disponível em todas as plataformas digitais.

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Vasco Moreira no Files.Fm


 https://files.fm/vmgritali 

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https://vascomoreiragritali.blogspot.com

segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Festival Internacinal de Jazz de Oeiras | Auditório Ruy de Carvalho - 18 a 28 de Fevereiro


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FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OEIRAS (FIJO)

REGRESSA AO AUDITÓRIO RUY DE CARVALHO, EM FEVEREIRO DE 2026


18 fevereiro, 21h30 | Sara Dowling, Clara Lacerda, Romeu Tristão e Jorge Rossy

19 fevereiro, 21h30 | Rebecca Martin & Lage Lund

20 fevereiro, 15h00 | Masterclasse com David Binney

21 fevereiro, 21h30 | “Aperture” João Barradas Trio & David Binney

22 fevereiro, 18h00 | “A Idade do Jazz” concerto comentado para famílias

26 fevereiro, 21h30| “As Folhas Novas Mudam de Cor” - A música de António Pinho Vargas

27 fevereiro, 21h30| Andy Sheppard Trio

28 fevereiro, 21h30| Sexteto Mosaïc


Após o êxito da primeira edição, realizada em 2025, com salas esgotadas e uma programação de excelência, o Festival Internacional de Jazz de Oeiras (FIJO) irá regressar, entre 18 e 28 de fevereiro de 2026, ao Auditório Ruy de Carvalho, numa organização da Câmara Municipal de Oeiras, em parceria com a agência Clave na Mão.


Pensar a programação para a segunda edição do FIJO foi um enorme desafio à imaginação, mantendo as premissas que nortearam a estreia do evento:

- o cruzamento de gerações, a equidade, a descentralização e o foco em construir um Festival internacional tendo músicos portugueses ao leme das formações internacionais.


Porque a música não tem cor, nem credo, nem idade, nem sexo, poderemos assistir a concertos que reúnem mulheres instrumentistas e compositoras na programação deste Festival, destacando-se logo a abrir a edição deste ano, a 18 de fevereiro, o quarteto que junta Sara Dowling (voz, violoncelo e composição), Clara Lacerda (piano e composição), Romeu Tristão (contrabaixo) e Jorge Rossy (bateria).

Sara Dowling, de ascendência palestiniana e irlandesa, é considerada uma das cantoras mais influentes da sua geração na Europa, tendo sido eleita melhor vocalista nos British Jazz Awards 2019. Jorge Rossy é um dos mais conceituados bateristas de jazz da atualidade. O seu trabalho como acompanhante inclui mais de 180 gravações com músicos como Brad Mehldau, Mark Turner, Chris Cheek, Seamus Blake, Joshua Redman, Kurt Rosenwinkel ou Steve Swallow, tendo ainda integrado digressões com alguns dos grandes nomes do Jazz, incluindo Charlie Haden, Wayne Shorter, Lee Konitz, Carla Bley e Joe Lovano.

Sara Dowling e Jorge Rossy conheceram Clara Lacerda e Romeu Tristão, os dois músicos portugueses que completam este quarteto, no verão passado, tendo tocado juntos pela primeira vez num festival em Sevilha, do qual resultou uma enorme vontade de continuarem a

tocar juntos. Teremos agora o privilégio de os receber no palco do FIJO, para escutar temas da autoria de Dowling e Lacerda, interpretados também por Tristão e Rossy.

 

A 19 de fevereiro, teremos em palco mais uma compositora, cantora e instrumentista, Rebecca Martin, que se fará acompanhar pelo guitarrista norueguês Lage Lund, conhecido pela sua sofisticação harmónica e uma estética muito própria, que fazem dele um músico de referência da atualidade.

Entre muitos outros aspectos, Rebecca destaca-se no mundo do Jazz pela ponte que construiu com alguns dos mais estimados músicos da cena mundial, tendo em 2005 sido a primeira cantora a acompanhar, em disco, o baterista e compositor Paul Motian. Três anos mais tarde editou, em nome próprio, The Growing Season, cujo sucesso levou a que fosse convidada a tocar no nova-iorquino Village Vanguard, tornando-se na primeira cantora-compositora a atuar neste clube de Jazz em mais de 30 anos.

Dona de uma voz incomparável e de uma forte componente autoral, Rebecca Martin e Lage Lund apresentam um concerto único no nosso país, na programação do FIJO 2026.


Graças à possibilidade de estender no tempo esta edição do Festival, passando de 4 para 8 dias, foi possível incluir no programa uma nova vertente, para além da performativa: a pedagógica. Assim, o FIJO 2026 incluirá a 20 de fevereiro uma masterclasse de entrada gratuita, ministrada pelo saxofonista americano David Binney que, no dia seguinte, a 21 de fevereiro, sobe ao palco ao lado do trio de João Barradas, para um concerto em que será tocado o disco Aperture, editado pela Inner Circle Music no passado mês de novembro.

Barradas é um dos nomes maiores da música do nosso país, destacando-se como um dos músicos mais criativos da cena europeia do acordeão, movendo-se simultaneamente entre a música clássica e a música improvisada. A este juntar-se-ão Bruno Pedroso na bateria e André Rosinha no contrabaixo.

Aperture é um disco que reúne música totalmente pensada para esta formação e para estes músicos e cujo resultado poderemos escutar, ao vivo, no Auditório Ruy de Carvalho.


Dia 22 de fevereiro, num contexto de criação de novos públicos, e em versão matiné, terá lugar o concerto comentado para famílias “A Idade do Jazz”, mais uma novidade na programação deste Festival.

A atriz intemporal Isabel Ruth encarna aqui uma personagem saída de uma época que, tendo acontecido há 100 anos, não poderia ser mais atual.

Numa recriação em palco do que era um clube de Jazz nos “loucos” anos 20, a que não poderia faltar uma jazz-band, composta por Bruno Santos na guitarra e direção musical, Margarida Campelo na voz e piano, Zé Maria no saxofone, Romeu Tristão no contrabaixo e João Ribeiro na voz e bateria, somemos ainda um par de bailarinos de época para abrilhantar o espetáculo.

Direcionado para pais, filhos e avós, pretende-se que este seja um momento de encontro e partilha numa tarde de domingo, onde a história (também a do Jazz) do último século nos é apresentada, tendo sempre a música como fio condutor.

 

A abrir o segundo fim de semana do Festival teremos um concerto que se enquadra no perfil de “encomenda”, tentando evitar a palavra “homenagem” apesar de, no fundo, também disso se tratar.

Assim, dia 26 fevereiro será dia de estreia do concerto “As Folhas Novas Mudam de Cor - A música de António Pinho Vargas”.

Com uma vasta obra na área do jazz, produzida entre os anos 80 e 90, as suas melodias resistiram ao tempo e fazem, indubitavelmente, parte da história do jazz português.

Em palco, para além de António Pinho Vargas, que tocará a solo alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, José Soares, Miguel Meirinhos, Hugo Carvalhais e Mário Barreiros (re)interpretarão, com a sua identidade musical, alguns dos temas de autoria de António Pinho Vargas, desse período, que contarão com arranjos dos músicos que formam este quarteto.

 

No dia seguinte, 27 de fevereiro, o FIJO recebe o saxofonista Andy Sheppard, que apresentará, em estreia, o novo trabalho discográfico do seu trio, editado pela prestigiada gravadora ECM, com Rita Marcotulli (Itália) no piano e Michel Benita (Argélia) no contrabaixo.

Sheppard, músico que dispensa apresentações no meio do jazz, nasceu no Reino Unido e vive em Portugal há cerca de 10 anos. Compositor prolífico, Sheppard escreveu mais de 500 obras que incorporam um forte e característico sentido de lirismo, sendo ainda de destacar que Sheppard foi dos poucos músicos a trabalhar e gravar intensamente com três dos compositores seminais do jazz contemporâneo – Carla Bley, George Russell e Gil Evans.

 

A fechar o Festival Internacional de Jazz de Oeiras, dia 28 de fevereiro, estará o sexteto Mosaïc, composto por Georgi Dobrev (Bulgária), no kaval, Adèle Viret e Noé Clerc (França), no violoncelo e acordeão, respectivamente, Zé Almeida e Diogo Alexandre (Portugal), no contrabaixo e bateria, respectivamente, e Hamdi Ammoussi (Tunísia), na percussão. As composições que nos trazem são, acima de tudo, espaços para encontros musicais, no cruzamento entre o jazz e a música mediterrânica, traçando os contornos de um Mediterrâneo com fronteiras alargadas, incluindo Portugal e a Bulgária nas suas linhas. Mosaïc irá apresentar temas do seu disco de estreia, recentemente gravado e que será agora apresentado em estreia, em Portugal, onde são explorados mundos imaginários, cruzando culturas musicais e combinando a ornamentação balcânica com a cor da música de câmara da Europa Ocidental e a essência rítmica da música norte-africana.


Assim chegará ao fim a segunda edição deste Festival, com um concerto que encerra em si mesmo a mensagem máxima que se pretende transmitir ao longo de oito dias, a de que a música e o Jazz, em particular, são um veículo de liberdade, de união, de

partilha e de abertura ao mundo, no qual a Câmara Municipal de Oeiras e a Clave na Mão se revêem.

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Apoios:

RTP

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Antena 2

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Piano Day Lisboa - Dora Morelenbaum, Surma e Sofia Leão a 29 de março

O Piano Day Lisboa celebra-se a 29 de março na Casa Capitão com Sofia Leão, Dora Morelenbuam e Surma. Uma noite imperdível.




Nesta edição de 2026, celebramos o piano no feminino, com três showcases de outras tantas mulheres que encaram o piano com diferentes abordagens, ritmos, melodias e sons. Apenas ao piano, ou acompanhadas de outros instrumentos, estas três artistas vão entregar a sua visão e modo de ser.




Sofia Leão é uma pianista e compositora portuguesa que se estreou em disco e ao vivo este ano com o álbum "Mar”. Em 2026, vai passar por uma série de palcos em Portugal e outros países, apresentando a sua música.




Dora Morelenbaum é uma compositora e intérprete brasileira que lançou o seu disco de estreia Pique em finais de 2024. Já passou por Portugal em vários formatos, desde a solo, em duo ou com banda. Apresenta-se agora ao piano pela primeira vez.




Surma é o alter-ego da compositora e intérprete portuguesa Débora Umbelino. Depois de ter aceite o desafio de participar no Piano Day 2025, repetimos este mesmo convite para um showcase no mínimo especial.




Dia: 29 de março 2026


Local: Casa Capitão


Horário: 20:30


Bilhetes: aqui




O que é o Piano Day?




O Piano Day celebra-se no 88º dia do ano civil (número de teclas existentes num piano) por todo o mundo e, a cidade de Lisboa, não tem sido excepção nos últimos 5 anos,




Criado pelo pianista e compositor alemão Nils Frahm em homenagem ao seu instrumento de eleição, o piano, este dia é celebrado um pouco por todo o mundo, existindo concertos, showcases, exposições, palestras ou encontros. Todos os géneros musicais são bem vindos desde que na sua génese, exista um piano como motor criativo, como inspiração.

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A Life of impovisation - Album "Sins"



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https://alifeofimprovisation.bandcamp.com/album/sins

quinta-feira, fevereiro 12, 2026

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Albert Collins - Album "Cold snap"

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Biblioteca da Nazaré - Manuel Remígio (Colecção Património Nazareno n.º 4)

A Biblioteca da Nazaré informa que se encontra novamente disponível o 4.º volume da Colecção Património Nazareno:


Manuel Remígio – O Homem, o Profissional e o Cidadão (Biografia),

da autoria de Rui Remígio.


Após período em que o título esteve esgotado, foi efetuada uma reposição muito limitada, encontrando-se disponíveis apenas 10 exemplares.


Esta edição de autor constitui um contributo relevante para a valorização e preservação da memória histórica local, evocando a figura de Manuel Remígio nas suas dimensões humana, profissional e cívica, com interesse para instituições que desenvolvem trabalho nas áreas da cultura, património e história regional.


O autor, Rui Remígio, nasceu na Vila da Nazaré, sendo descendente de várias gerações de nazarenos. Licenciado em Engenharia Mecânica (IST), com formação em Alta Direção de Empresas (Universidade de Navarra), possui MBA em Reabilitação e Requalificação Urbana e é doutorando em História Regional e Local na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


Valor do exemplar: 12€.

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terça-feira, fevereiro 10, 2026

"A Torre de Gelo": o conto de fadas com Marion Cotillard e Gaspar Noé, estreia em exclusivo

 


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O conto de fadas com Marion Cotillard e Gaspar Noé estreia em exclusivo 

A Filmin estreia em exclusivo a 26 de fevereiro, A Torre de Gelo com Gaspar Noé e Marion Cotillard, vencedora de um Óscar, brilha nesta versão moderna de "A Rainha das Neves". Um dos filmes recentes mais aclamados e um verdadeiro triunfo da imaginação.

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A Filmin estreia no próximo dia 26 de fevereiro A Torre de Gelo, o novo filme da realizadora francesa Lucile Hadzihalilovic (Inocência, Evolution). O filme venceu o Urso de Prata para a Contribuição Artística no último Festival de Berlim e arrecadou o prémio Zabaltegi-Tabakalera para Melhor Filme no Festival de San Sebastián. 


O filme é protagonizado pela vencedora do Óscar Marion Cotillard, recordada por títulos como La vien en Rose ou Meia-Noite em Paris, e pela atriz revelação Clara Pacini. Trata-se da quarta longa-metragem da realizadora e do segundo encontro entre Hadzihalilovic e Cotillard, que já tinham trabalhado juntas em Inocência (2004).


Anos 70. Atraída pelas luzes da cidade, Jeanne foge de um orfanato situado no alto das montanhas. Refugia-se num estúdio de cinema, que explora em segredo durante a noite. Durante o dia, são filmadas as cenas de "A Rainha das Neves", protagonizada pela enigmática Cristina. Jeanne cai imediatamente sob o encanto da bela e atormentada estrela. Entre a atriz e a jovem surge uma fascinação mútua.

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A Torre de Gelo é uma versão moderna e onírica do conto popular “A Rainha das Neves”. Esta história de Hans Christian Andersen, publicada em 1844, narra como um fragmento de um espelho maligno congela o coração de Kai, que é raptado pela gélida Rainha das Neves. A sua amiga Gerda tem a missão de resgatá-lo numa viagem repleta de provações.

Hadzihalilovic descobriu Hans Christian Andersen aos cinco anos, quando a mãe lhe lia incansavelmente as versões integrais dos seus contos de fadas. Desde então, continuam a fasciná-la: Tanto pela sua complexidade humana e pelo retrato sensível e não moralista dos nossos medos e desejos, como pela sua rica imaginação poética, comenta a realizadora.

Entre paisagens nevadas tingidas por uma ténue luz azul e interiores acolhedores, Hadzihalilovic confronta constantemente as fronteiras entre realidade, ficção e fantasia, com imagens que poderiam pertencer a ambos os mundos, refletindo a mesma dualidade da Rainha das Neves: Fascina-me particularmente uma figura de perfeição e de saber, inacessível e misteriosa, ao mesmo tempo atraente e assustadora. Foi o encontro entre a jovem e esta rainha que deu origem a este filme.

O projeto assinala o reencontro entre Marion Cotillard e Lucile Hadzihalilovic vinte anos depois de Inocência. Cotillard recorda que se voltaram a encontrar numa festa, onde a realizadora lhe falou do projeto, deixando-a muito entusiasmada: Adoro trabalhar com pessoas com quem já trabalhei, comenta a atriz.

Nesta ocasião, Cotillard contracena com a atriz estreante Clara Pacini e também com Gaspar Noé, que interpreta um realizador de cinema no set dos anos setenta, uma personagem que evoca os grandes mestres obsessivos da história do cinema.


A Torre de Gelo fica disponível em exclusivo, dia 26 de Fevereiro. 

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Podcast - Carluz Belo | AUTÊNTICO | Reflexões Minhas

 


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http://www.carluzbelo.com/

Filme - "Olhar o sol"

“Olhar o Sol” chega às salas de
cinema portuguesas a 19 fevereiro
Vencedor do Prémio de Júri em Cannes, o filme realizado pela alemã Mascha Schilinski acompanha quatro gerações de mulheres cujas vidas se entrelaçam.


 REALIZADOR Mascha Schilinski


PAÍS Alemanha


DURAÇÃO 155’


ARGUMENTO Louise Peter, Mascha Schilinski


ELENCO Hanna Heckt, Lena Urzendowsky, Susanne Wuest


GÉNERO Drama


LÍNGUA Alemão


ESTREIA 19 fevereiro


SINOPSE Ao longo de um século, Alma, Erika, Angelika e Lenka, quatro raparigas de diferentes gerações, passam a sua juventude na mesma quinta no norte da Alemanha. Os ecos do passado permanecem nas suas paredes, e as suas vidas entrelaçam-se até que o tempo parece dissolver-se.


Uma história envolvente que nos mergulha na experiência feminina vivida por aquelas que ficaram à margem da história.




Festival de Cannes, Prémio do Júri

Óscares, Shortlist de Melhor Filme Internacional e Melhor Fotografia

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Films4you

segunda-feira, fevereiro 09, 2026

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 The Rolling Stones

domingo, fevereiro 08, 2026

Vasco Balio - "Essa gravata que usas..."


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Vasco Moreira Gritali - "Writing days"


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Documentário - Exclusivo "O Diabo do Entrudo" neste Carnaval: uma celebração das tradições Portuguesas


Neste Carnaval, época festiva do Entrudo, a Filmin estreia no dia 12 de fevereiro, em exclusivo, O Diabo do Entrudo, um documentário original do realizador português Diogo Varela Silva. 


O Diabo do Entrudo mergulha nas raízes ancestrais do Entrudo de Lazarim, em Lamego. Um filme sobre o Entrudo de Lazarim que se foca nos fascinantes caretos e nos seus trajes elaborados, fazendo também uma reflexão sobre género e a perpetuação de costumes ancestrais, passados entre gerações numa antiga aldeia de Portugal. O documentário destaca como rituais e tradições são mantidos vivos e transmitidos de geração em geração, oferecendo uma perspetiva íntima e rica das transformações sociais e culturais ao longo do tempo.


Desde a sua estreia mundial no festival Doclisboa, em outubro de 2024, o documentário tem recebido reconhecimento internacional, conquistando diversos prémios e menções: como a Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema Documental Rhodope (Bulgária) pela singularidade do olhar cinematográfico e pela riqueza cultural apresentada; Gold Award para Melhor Documentário de Longa-Metragem nos Florence Film Awards, em Itália, reforçando a projeção internacional do cinema português e distinções em mostras de Roma e Milão, o Silver Award nos New York Movie Awards e o Prémio do Público no Festival Internacional de Cinema de Santarém.


Este percurso reforça o compromisso da obra com a promoção e preservação do património cultural imaterial português, transmitindo a força das tradições populares através de uma narrativa cinematográfica envolvente e sensível.


A estreia exclusiva no Carnaval, na Filmin, é pensada como uma homenagem à própria essência festiva do Entrudo, convidando espectador a descobrir e refletir sobre esta celebração ancestral num momento em que as tradições ganham vida nas ruas e na cultura coletiva.

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https://www.filmin.pt/


Bela Noia com novo single duplo e anuncia A Bela Paranoia, o disco mais ambicioso da banda

A Bela Paranoia é o novo disco de Bela Noia, com edição marcada para 27 de março, e marca um momento decisivo no percurso da banda. Resultado de um processo longo e profundamente transformador, o álbum reúne canções que começaram a nascer ainda antes de Os Miúdos Estão Bem e afirma, pela primeira vez, um trabalho totalmente construído pelos quatro elementos da banda.

 

Produzido integralmente pela Bela Noia, com mistura e masterização de Nuxo Espinheira, A Bela Paranoia assume-se como um disco de rutura e reinvenção. Um álbum que se afasta do que veio antes para procurar uma nova linguagem: um rock mais ambicioso, mais denso e emocionalmente mais exposto, onde a fragilidade e a intensidade caminham lado a lado.

 

Ao longo do disco, a banda aprofunda temas como a perda, a finitude, a memória e a tentativa — por vezes desesperada — de encontrar sentido quando tudo parece desmoronar. Essa procura traduz-se não só na escrita e na interpretação, mas também nas escolhas sonoras: pela primeira vez, Bela Noia integra um quarteto de cordas em várias canções, com arranjos assinados por Leonardo Outeiro, expandindo o espectro emocional do disco e acrescentando novas camadas de tensão e beleza.

 

O universo de A Bela Paranoia começa agora a revelar-se com o lançamento do single duplo “Meu amor quando eu morrer” / “Epitáfio (lembrança de um final)”.

 

“Meu amor quando eu morrer” parte de um verso de Fausto Bordalo Dias para refletir sobre o amor, a despedida e o cuidado possível perante a dor. Longe do dramatismo fácil, a canção propõe-se como um gesto de reconforto, uma tentativa de dizer o indizível através da música.

 

“Esta letra chegou até mim ainda nos tempos de faculdade onde, à noite, ouvíamos Fausto e outros gigantes. E ao ouvir esta frase "Meu amor quando eu morrer" imaginei o que diria aos mais queridos quando partisse. Assim nasceu este tema que fui riscando e reescrevendo até chegar aqui.”

Pedro Vieira (Bela Noia)

 

“Epitáfio (lembrança de um final)”, com a participação especial de Edgar Valente, funciona como o seu contraponto, aprofundando o diálogo emocional e reforçando a ideia de díptico que atravessa o disco.

 

Visualmente, este lançamento integra mais um capítulo da curta-metragem A Bela Paranoia, conceptualizada e realizada por Pedro Vieira e Leonardo Outeiro, produzida pela Toca do Lobo, com direção de fotografia de Tiago “Ramon” Santos. Inspirado em três temas do álbum, o filme constrói uma narrativa que exagera a experiência da perda e da negação, criando uma metáfora extrema sobre amor, impotência e desespero.

 

Para assinalar o lançamento do disco, Bela Noia apresenta A Bela Paranoia ao vivo:

- 27 de março — Carmo 81, Viseu

- 10 de abril — Tokyo, Lisboa

 

Com A Bela Paranoia, Bela Noia afirma-se num novo lugar: mais livre, mais arriscado e mais consciente da força que nasce quando a vulnerabilidade é assumida como linguagem.

 

https://www.instagram.com/bela.noia/

https://www.facebook.com/BelaNoiaaaaa

https://www.tiktok.com/@bela.noia

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Segue-me à Capela de regresso às edições. Lançam single "Zamburra" a 6 de fevereiro, em antecipação de novo disco


 “Zamburra” é o primeiro single de "Quando um fio s’ensarilha", o novo álbum de Segue-me à Capela, com edição marcada para 3 de março. Disponível a partir de 6 de fevereiro, o tema inaugura o universo sonoro e conceptual do próximo disco do grupo, assente na polifonia vocal, na percussão de raiz popular e na reinvenção da música tradicional portuguesa.


O tema é a primeira revelação de "Quando um fio s’ensarilha" e funciona como porta de entrada para um trabalho onde a tradição se cruza com a criação contemporânea, tendo a voz como eixo central.


Entre tantas canções possíveis, a escolha do single não foi imediata: era preciso começar por um nó.

“Zamburra” é o primeiro tema do álbum, frequentemente associado ao ciclo de Inverno, também cantada por alturas do Entrudo, tempo de passagem e de inversão, quando os corpos despertam do frio, as vontades se libertam e o mundo volta a animar-se.

Correm mar abaixo as coisas que o dinheiro não compra, enquanto das casas escapam espanta-males, graças e gritos desencontrados que devolvem a vida aos dias. “Zamburra” nasce precisamente desse momento liminar, quando o fio começa a ceder e a vida se reata. É o primeiro fio a ser desensarilhado.


Os arranjos são assinados por Segue-me à Capela, Amélia Muge, Zé Martins e Quiné Teles, a partir de recolha de Armando Leça, em Malpica, concelho de Castelo Branco.


“Zamburra” é, pois, o primeiro avanço de "Quando um fio s’ensarilha", o terceiro álbum de Segue-me à Capela, que surge dez anos após o último registo do grupo.

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Quem são Segue-me à Capela:

Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.


O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.


Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/


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