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sábado, maio 23, 2026
"Eu Só Quero a Paz" abre caminho para o álbum 'Amor e Magia' de Sarah Negra que será apresentado ao vivo na Casa Capitão em Lisboa dia 18 de Junho
Sarah Negra (Sara Ribeiro) é uma criadora multidisciplinar, poeta, cantora. Criadora e atriz, cuja obra se afirma pela intensidade, pelo risco e por uma presença artística profundamente magnética. O seu trabalho atravessa música, artes performativas e visuais, construindo um universo onde o corpo, a palavra e a emoção se tornam ferramentas de transformação e confronto e libertação direta com o público.
Com um percurso sólido nas artes performativas, integrou durante mais de uma década a companhia de João Garcia Miguel, apresentando-se em alguns dos mais relevantes palcos e festivais de Portugal, Europa, América do Sul e África. Este percurso internacional consolidou uma linguagem artística singular, marcada pela fisicalidade, pela entrega e por uma relação visceral com o momento performativo. Em teatro, foi distinguida com o Prémio SPA de Melhor Espetáculo do Ano com “Yerma”, reforçando o reconhecimento crítico do seu trabalho.
Paralelamente, colaborou com diversos criadores da cena contemporânea em teatro, televisão e cinema, afirmando uma presença carismática, intensa e difícil de categorizar.
Na música, desenvolve um percurso autoral onde a canção se cruza com a poesia e a performance. Fundadora de projetos como Los Negros e, mais recentemente, Sarah Negra, assume a escrita, composição, voz e direção artística, construindo uma linguagem própria que escapa a géneros e convenções.
No universo de Sarah Negra, cada canção é um ato de presença — um espaço de libertação, tensão e transcendência, aqui ao lado dos músicos Ricardo Martins e Alexandre Bernardo a liberdade é matéria de ascensão.
Após o lançamento do EP “Deus Só” (2025), o seu primeiro álbum de originais Amor E Magia será editado no dia 31 de Maio, um trabalho que consolida a sua identidade enquanto uma das vozes mais singulares da nova criação contemporânea portuguesa. Com apoios da GDA e da SPA, este novo disco expande o seu universo artístico, cruzando música, ritual, política e espiritualidade numa proposta estética intensa, atual e profundamente envolvente.
A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição.
O novo disco conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo e vídeos de Carlos Miranda. Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígida.
O disco é antecipado pelo novo single “Eu Só Quero a Paz”, uma composiçao que artista descreve:
“É um tema bonito, e é mesmo o que é. Um desejo único para mim, para todos, para tudo: Paz. Mesmo que seja sem mim, depois de mim, comigo, não me importa como. Paz em mim, em ti, em tudo.
É uma canção sobre desaprender para aprender de novo, sobre largar tudo — excesso de ruído, de expectativas, de respostas, de pressa, de provas e conclusões.
Este terceiro single do disco Amor e Magia fala sobre encontrar beleza nas coisas simples, sobre a beleza que nos traz o vazio e a sua imensidão. Há qualquer coisa de oração nesta música, mas também de nascer. É uma nota para lembrar que às vezes perder-se também pode ser uma forma de voltar para casa.”
O concerto de apresentação acontece dia 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.
https://www.instagram.com/itsarahnegra/
https://www.youtube.com/@ITSARAHNEGRA
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quinta-feira, maio 21, 2026
RAIA leva a viola campaniça de Norte a Sul com o novo álbum UÁDI
RAIA, o projeto de António Bexiga [Tozé Bexiga] regressa à estrada entre maio e junho de 2026 com uma série de concertos e apresentações especiais em diferentes pontos do país, levando a viola campaniça a novos encontros com o canto coletivo, a
música de autor e o universo filarmónico.
Criado pelo músico alentejano António Bexiga, RAIA parte da viola campaniça para construir uma música de fronteira, situada entre tradição e criação contemporânea.
O novo disco UÁDI aprofunda essa identidade artística, cruzando paisagens sonoras do Alentejo com influências do Mediterrâneo, de África e de outras geografias do Sul.
Ao longo desta digressão, RAIA apresenta diferentes formatos de concerto e colaboração artística, destacando-se os espetáculos NASCENTES, em Oliveira de Frades, e Filarmonia Campaniça, no Festival MED.
DATAS:
Maio
📅 20 maio 18h
📍 FNAC NorteShopping — Porto
📅 21 maio
📍 Auditório 25 de Abril — Vouzela [concerto comentado] 15h
📅 22 maio
📍 FNAC Viseu — Viseu 18h
📅 23 maio
📍 Cineteatro Municipal Dr. Morgado — Oliveira de Frades 21h30 (NASCENTES RAIA + Cant’3 Vozes + Vozes da Terra + A Cantadeira + Paulo Pereira)
📅 24 maio
📍 FNAC Aveiro — Aveiro 14h30
📅 31 maio
📍 Vamos à Vila — Monchique 17h
Junho
📅 4 junho
📍 FNAC Alameda Shopping — Porto 16h
📅 5 junho
📍 Maus Hábitos — Porto 21h30 (RAIA + Daniel Catarino + Carlos Raposo)
📅 28 junho
📍 Festival MED — Loulé 21h30 (FILARMONIA CAMPANIÇA RAIA + Moçoilas + Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva)
SOBRE RAIA
RAIA é o projeto-síntese de António Bexiga, músico, compositor e produtor alentejano que parte da viola campaniça para criar uma música profundamente enraizada no Sul, mas aberta ao mundo.
Entre repetição, transe, memória e improvisação, RAIA cruza tradição popular com linguagens contemporâneas, convocando universos do Mediterrâneo, de África e da América Latina numa abordagem singular à música de fronteira.
O projeto tem passado por festivais e circuitos artísticos na Europa, Ásia, África e América Latina e colaborado com artistas como Omiri, Lenna Bahule, Muhamago, O Gajo, Xinês, Cardo Roxo e Thomas Attar Bellier (Al-Qasar), entre outros.
O novo disco, UÁDI, será o centro desta nova série de apresentações ao vivo.
RAIA é um artista Lusitanian | Estes concertos têm o apoio de: Algar Palcos e Acrof
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Caetano Veloso ao vivo no Pavilhão Rosa Mota / Super Bock Arena
No dia 27 de Maio, na SUPER BOCK Arena, no Porto, o público português recebe um dos maiores nomes da música brasileira e mundial: Caetano Veloso.
Com mais de seis décadas de carreira, mais de 40 álbuns editados e uma obra incontornável na história da música popular, Caetano construiu um percurso marcado pela inovação, sofisticação poética e permanente reinvenção artística. Figura central do movimento tropicalista, a sua criação atravessa gerações e fronteiras, consolidando-o como um dos artistas brasileiros mais influentes de sempre.
No Porto, o público pode esperar um concerto vibrante e transversal, que percorre diferentes fases da sua carreira, reunindo clássicos intemporais como “Alegria, Alegria”, “O Leãozinho”, “Você é Linda”, “Sozinho” e temas mais recentes como “Anjos Tronchos”. Um espectáculo que celebra a força da palavra, da música e de uma obra que continua viva, atual e profundamente inspiradora.
Uma noite única com um artista maior da cultura lusófona.
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Calum Scott, Delfins e Karetus confirmados no Festival do Crato 2026
Calum Scott, Delfins e Karetus confirmados no Festival do Crato 2026
Uma das novidades desta edição é o Digital Box, com a presença dos Primos
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O cartaz do Festival do Crato 2026 ganha agora três novos nomes. Delfins, Calum Scott e Karetus são as mais recentes confirmações para a edição deste ano, juntando-se aos já anunciados Buba Espinho & Convidados, Bispo, Calema, Slow J, Sara Correia, Dub Inc, Veigh, Papillon e Soraia Ramos.
Uma das grandes novidades desta edição passa pelo nascimento do Digital Box, com a presença dos Primos, duas figuras incontornáveis da internet e que levam o caos a todo o lado e, desta vez, ao Crato. O Festival irá continuar a anunciar as suas novidades para esta edição ao longo das próximas semanas.
Delfins são uma das principais bandas da música portuguesa das últimas décadas, responsáveis por alguns dos temas mais reconhecidos do pop-rock nacional. Com uma carreira iniciada nos anos 80, editaram vários álbuns de sucesso e temas como “Nasce Selvagem”, “Sou Como Um Rio” ou “Aquele Inverno”, mantendo uma forte ligação ao público português ao longo de diferentes gerações.
Calum Scott alcançou projeção internacional com a interpretação de “Dancing On My Own”, tema que acumulou milhares de milhões de reproduções e recebeu múltiplas certificações em vários países. Desde então, lançou temas como “You Are The Reason” ou “Biblical”, consolidando uma presença regular nos tops internacionais e em grandes festivais e salas de espetáculo.
Karetus afirmaram-se como um dos principais nomes da música eletrónica portuguesa, conhecidos pela fusão entre sonoridades eletrónicas e referências tradicionais portuguesas. Com atuações em festivais nacionais e internacionais, o duo destacou-se com temas como “Burra” ou “Laurinda”, mantendo uma forte presença no circuito de música eletrónica e live performance.
Sobre o Festival do Crato
O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais relevantes em Portugal, combinando música, território e tradição. Para além do cartaz musical, o evento integra uma feira de artesanato e gastronomia que valoriza produtores e tradições locais, criando uma experiência que vai além dos concertos.
O recinto conta ainda com uma zona de campismo para portadores de passe geral com campismo, que permite prolongar a experiência ao longo de toda a programação.
Com uma média de cerca de 100 mil visitantes por edição, o Festival do Crato é hoje o principal festival de verão do Alentejo, reunindo diferentes gerações num ambiente marcado pela cultura local, música e gastronomia.
A edição de 2026 realiza-se de 26 a 29 de agosto.
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quarta-feira, maio 20, 2026
Festival Que Jazz É Este? revela novas iniciativas de proximidade e criação comunitária: de 8 a 19 de julho em Viseu
De 8 a 19 de julho, o Festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu para a sua 14.ª edição. Com entrada livre em todas as atividades e apelo ao donativo consciente, o festival reafirma o seu carácter descentralizado e comunitário enquanto espaço de encontro, experimentação e participação, onde o jazz se cruza com outras linguagens artísticas, ocupa lugares inesperados e aproxima públicos diversos.
É momento de anunciar as novas confirmações da programação deste ano, que se irão juntar às já anunciadas: Maria Luiza Jobim, AZUL PISCINA e 18º Workshop de Jazz de Viseu.
Esta edição arranca a 8 de julho com uma das rubricas mais identitárias do festival: o Jazz ao Domicílio. Este ano, a dixieband Chinfrim percorre o Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, o Internato Dr. Vítor Fontes e o Estabelecimento Prisional de Viseu, num gesto de proximidade que leva a música a contextos onde raramente entra e reforça a sua dimensão humana e transformadora.
No domingo, 12 de julho, o festival viaja até à aldeia de Várzea de Calde, onde promove uma tarde de programação que cruza comunidade, território e criação contemporânea. O programa inclui uma oficina de videoarte orientada pela artista plástica Beatriz Rodrigues, bem como concertos dos já referidos Chinfrim e do projeto Três Tempos, promovido pelo Teatro Viriato e orientado pelos músicos Xullaji e Bruno Pinto que leva a palco 9 jovens que estiveram envolvidos num processo criativo colaborativo que culmina agora num espetáculo que reflecte sobre o mundo envolvente.
Na terça-feira, 14 de julho, o Jazz na Rua atravessa a feira semanal de Viseu, com um concerto ambulante realizado por alunos da Escola Profissional da Serra da Estrela. O jazz cruza-se com o quotidiano e transforma o espaço público em lugar de escuta.
O arranque do ‘pico’ de programação acontece a 17 de julho, com um concerto de Vera Morais, às 21h30, nos claustros do Museu Nacional Grão Vasco. A cantora e compositora portuense, sediada em Amesterdão, apresenta Eupnea, projeto que explora a voz como território de invenção, respiração e escuta partilhada, num ambiente intimista e de forte carga sensorial.
Ao Carmo’81 regressam as tradicionais jam sessions, momentos de encontro intergeracional que convocam músicos profissionais, estudantes e curiosos para um palco aberto à improvisação. No dia 16, o colectivo Batalha da Visa abre a sessão acompanhado ao vivo pela nova geração de músicos da Gira Sol Azul. Já no dia 17, são os Santa Combo, do Conservatório de Música e Artes do Dão, que dão o mote para mais uma noite de partilha musical espontânea.
Para breve, fica ainda por revelar a programação detalhada para o grande fim-de-semana de 18 e 19 de julho no Parque Aquilino Ribeiro, bem no coração da cidade de Viseu.
Mais do que responder à pergunta que lhe dá nome, o Festival Que Jazz É Este? continua a reinventá-la — edição após edição, concerto após concerto, encontro após encontro. A programação vai sendo actualizada no site
https://quejazzeeste.com/
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segunda-feira, maio 18, 2026
"Beyond the Script", novo álbum de Rui Tinoco
Rui Tinoco lança "Beyond the Script"
Já se encontra disponível nas principais plataformas digitais "Beyond the Script", o mais recente álbum de originais de Rui Tinoco. Este novo trabalho mergulha na forma como pequenas variações do quotidiano podem alterar profundamente o rumo da vida. Com uma sonoridade madura e uma escrita introspetiva, o álbum explora a ideia de que a existência humana é composta por rotinas — ciclos discretos que se repetem — até que um detalhe mínimo transforma tudo.
O conceito do álbum nasce da reflexão: "Our life is filled with routines. Discrete loops. And sometimes a small detail, a small variation, finds a different meaning. The script of life follows that meaning and rewrites itself, as if accepting this new direction. And perhaps it is in these small deviations that life finds a way out." Esta visão serve de fio condutor para um conjunto de temas que abordam mudança, descoberta e a beleza subtil das pequenas ruturas.
Com "Beyond the Script", Rui Tinoco reforça a sua identidade artística, combinando sensibilidade melódica com uma abordagem conceptual que convida o ouvinte a uma viagem pessoal e emocional.
O álbum está disponível em: https://album.link/beyond_the_script
Instagram: instagram.com/rtinoco
Facebook: facebook.com/ruitinocomusic
YouTube: youtube.com/@ruitinoco
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domingo, maio 17, 2026
[Cinema] AOS NOSSOS AMIGOS, de Adrián Orr - estreia 25 Junho nos cinemas
CINETOSCÓPIO
AOS NOSSOS AMIGOS, DE ADRIÁN ORR, ESTREIA NOS CINEMAS A 25 DE JUNHO
Filmado ao longo de quatro anos, o novo filme de Adrián Orr acompanha a passagem à idade adulta de uma jovem da periferia operária de Madrid, num retrato íntimo sobre amizade, identidade e transformação
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Senti a necessidade de fazer um filme que mostrasse a transcendência da passagem do tempo e a forma como essa energia se vai transformando ao longo dos anos, mas também que recuperasse e contagiasse essa força desordenada que todos tivemos na adolescência.
Adrián Orr
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Depois da estreia mundial no festival Visions du Réel e da passagem pelos festivais Doclisboa e Porto/Post/Doc, AOS NOSSOS AMIGOS (A Nuestros Amigos), última longa-metragem do realizador Adrián Orr, estreia nas salas portuguesas a 25 de junho, com distribuição da Cinetoscópio.
AOS NOSSOS AMIGOS, coprodução luso-espanhola com produção executiva de João Salaviza, dá continuidade à abordagem híbrida entre documentário e ficção já presente em Niñato, primeira longa-metragem de Adrián Orr, transformando o crescimento da sua protagonista, Sara Toledo, num processo cinematográfico acompanhado em tempo real.
Filmado ao longo de quatro anos, AOS NOSSOS AMIGOS acompanha Sara Toledo, uma jovem da periferia operária de Madrid, durante a transição entre a adolescência e a entrada na idade adulta. Entre os amigos de sempre e o novo universo que descobre ao entrar na universidade para estudar teatro, Sara vê-se progressivamente dividida entre diferentes pertenças sociais, afectivas e identitárias.
À semelhança do dispositivo temporal explorado por Richard Linklater em Boyhood, Adrián Orr filma as personagens ao longo de vários anos, permitindo que o tempo transforme naturalmente os corpos, as relações e os espaços. O resultado é um filme de grande proximidade humana, onde as fronteiras entre experiência vivida e construção ficcional permanecem constantemente em tensão.
Mais do que um coming-of-age convencional, AOS NOSSOS AMIGOS constrói um retrato sobre amizade, classe social, desejo de pertença e transformação pessoal. Com uma mise-en-scène depurada e observacional, Adrián Orr recusa o dramatismo tradicional para filmar o crescimento como experiência concreta, marcada por ambiguidades, deslocamentos e mudanças subtis.
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SINOPSE
Sara e Pedro, jovens adultos de um subúrbio operário de Madrid, adoram armar confusão juntos. Mas, quando começa a estudar teatro, Sara faz amigos novos que a introduzem a outro mundo. Apanhada num turbilhão de amor e festas, fica dilacerada, dividida entre os amigos antigos e o mundo novo a que é exposta ao entrar na idade adulta. Rodado ao longo de quatro anos da vida de Sara, a partir da construção que ela faz da sua própria identidade, o filme constrói um paralelo cinematográfico, transformando a sua protagonista na sua personagem com as ferramentas da ficção.
Adrián Orr filma o crescimento como experiência real, não como convenção narrativa e a câmara torna-se cúmplice, não observadora distante, permitindo que o tempo molde os corpos, as relações e a identidade.
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FICHA TÉCNICA
Título português: Aos Nossos Amigos
Título original: A Nuestros Amigos
País: Espanha / Portugal
Idioma: Espanhol
Género: Docuficção
Ano: 2024
Duração: 90 min.
Imagem: Color, DCP - 1.85:1
Som: Dolby, 5.1
Produção: El Viaje Films, New Folder Studio, Karõ Filmes
Produtores executivos: Hugo Herrera, Marina Alberti, João Salaviza
Distribuição em Portugal: Cinetoscópio
FICHA ARTÍSTICA
Realizador: Adrián Orr
Argumento: Adrián Orr, Celso Giménez, Samuel M. Delgado
Direção de Fotografia: Adrián Orr
Montagem: Ana Pfaff
Som: Miguel Martins
Elenco: Sara Toledo, Pedro Izquierdo, Paula Mira
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ADRIÁN ORR
Nascido em Madrid. Licenciado em Comunicação Audiovisual pela UCM. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), em Lisboa, onde se formou como diretor de fotografia.
Durante mais de dez anos colaborou como assistente de realização com alguns dos mais consagrados realizadores espanhóis: Alberto Rodríguez (After, Grupo 7, La isla mínima), Javier Fesser (Camino), Santi Amodeo (Cabeza de perro), Javier Rebollo (Lo que sé de Lola, La mujer sin piano), Montxo Armendáriz (No tengas miedo), Federico Veiroj (El apóstata), Lois Patiño (Lua Vermelha), Elena López Riera (El Agua).
Em 2017 estreou Niñato, a sua primeira longa-metragem, onde as fronteiras entre ficção e documentário continuam a esbater-se num diálogo próximo. A sua primeira obra foi exibida simultaneamente nos festivais Visions du Réel (Suíça) e BAFICI (Argentina), tendo conquistado prémios em ambos: Filme Mais Inovador da secção Regard Neuf e Melhor Filme. Na estreia em Espanha, venceu o prémio de Melhor Filme na secção Nuevas Olas do Festival de Cinema Europeu de Sevilha. Foi ainda nomeado para os Prémios Feroz e para os Prémios Fénix como Melhor Documentário.
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Filme - Nova data estreia: TRÊS VEZES ADEUS de Isabel Coixet | Estreia 11 junho |
Mesmo na despedida há graça e mesmo na tristeza há espaço para a alegria, afirma a realizadora Isabel Coixet sobre o seu mais recente filme, TRÊS VEZES ADEUS, que teve estreia mundial no Festival de Toronto.
O filme acompanha Marta (Alba Rohrwacher) que, após o fim da relação com Antonio (Elio Germano), reage fechando-se em si mesma. Ao perder o seu amor, perde também o apetite, mas, em pouco tempo, descobre que isso tem mais a ver com a sua própria saúde do que com a dor da separação.
A partir daí, tudo muda: o sabor da comida, a música, o desejo, a certeza das escolhas que foram feitas. Uma homenagem delicada, sincera e comovente à vida efémera, um ensaio sobre o doce legado humano feito de amor.
Baseado no romance autobiográfico Tre Ciotole, de Michela Murgia, com edição em Portugal com o título O Sentido da Náusea.
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ESTREIA 11 JUNHO
TRÊS VEZES ADEUS
um filme de Isabel Coixet
Após o que parecia ser uma discussão banal, Marta e Antonio separam-se. Marta reage à separação fechando-se em si mesma. O único sintoma que não consegue ignorar é a sua súbita falta de apetite. Antonio, um chef em ascensão, mergulha-se no trabalho. Mas, apesar de ter sido ele quem terminou a relação com Marta, parece não conseguir esquecê-la.
Quando Marta descobre que a sua perda de apetite tem mais a ver com a sua própria saúde do que com a dor da separação, tudo muda: o sabor da comida, a música, o desejo, a certeza das escolhas que foram feitas.
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CRÍTICA INTERNACIONAL
"O melhor cinema de Coixet transforma o mundo. Lindo."
El Mundo
"Uma celebração da vida."
Corriere De La Sera
"Alba Rohrwacher deslumbra."
Variety
"Uma carta de amor à vida."
Alliance of Women Film Journalists
"Um drama italiano emocionante e terno que nos lembra que as mudanças na vida devem ser acolhidas."
Screen Rant
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Filme de Encerramento da 19ª Festa do Cinema Italiano
Tre Ciotole
Itália, Espanha | 2025 | 122' | M12 | Drama
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Começa a desaguar mais uma edição do Nascentes na mais querida Aldeia das Fontes, em Leiria, entre 1 e 5 de julho, onde tudo volta a encontrar o seu ritmo próprio
O Nascentes chega a 2026 como um encontro que se constrói devagar e em conjunto, feito das mãos de quem o imagina, de quem o levanta e de quem o vive. O Nascentes só existe porque é feito a várias mãos, mãos que acompanham, orientam, apoiam e abrem caminho.
Mãos que partilham esforço, pensamento e cuidado. São as mãos da gente desta aldeia, que tornam possível que tudo aconteça com esta proximidade tão própria e natural, e é nesse gesto coletivo que encontramos uma das forças mais importantes da criação artística e da própria comunidade.
Ao longo dos dias, são as casas, os jardins, as hortas, os espaços abertos pela aldeia que dão forma ao Nascentes. São as pessoas que vivem nas Fontes que abrem as suas portas e acolhem a programação, num gesto de cuidado e proximidade que transforma cada lugar em palco. Para nós, a arte é um lugar de encontro, escuta e transformação. Nasce da capacidade de olhar o outro com atenção, de criar pontes entre diferentes experiências e de atravessar fronteiras culturais, geográficas e emocionais. A programação do Nascentes reflete essa visão.
Voltamos a transformar a aldeia das Fontes num espaço de descoberta, partilha e criação coletiva, reunindo projetos musicais de diferentes geografias e linguagens sonoras. Entre momentos de escuta mais íntima e experiências de forte intensidade física e emocional, o Nascentes propõe um percurso entre tradição, improvisação, eletrônica, jazz, psicadelismo e música ritual.
Entre os concertos mais contemplativos, os suecos e dinamarqueses BITOI exploram o encontro entre baixo elétrico e um trio de vozes, num equilíbrio subtil entre força e delicadeza, enquanto a sul-coreana Dasom Baek cruza instrumentos tradicionais coreanos com abordagens contemporâneas, criando paisagens sonoras sensíveis entre memória e experimentação.
A dimensão mais rítmica e dançável surge com Elektro Hafiz (Turquia/Alemanha), que funde heranças musicais turcas com psicadelismo e energia punk, e com INDUS (Colômbia), projeto eletrônico de Óscar Alford que mistura ritmos afro-caribenhos com uma abordagem experimental e intensa. Do Reino Unido chegam os MADMADMAD, cuja eletrónica mutante e pulsante vive entre improvisação, tensão e catarse coletiva.
A improvisação ocupa também um lugar central no festival. Os portugueses PLAKA trabalham ritmos inspirados em diferentes tradições do mundo através de estruturas em constante transformação, enquanto os britânicos Vipertime levam o jazz para territórios explosivos onde groove, afrobeat, pós-punk e liberdade criativa se fundem numa poderosa experiência ao vivo.
Nas atuações noturnas, os portugueses Sunflowers trazem a urgência do punk e da distorção numa descarga caótica e visceral. Também de Portugal, La Familia Gitana celebra as suas raízes e herança musical numa afirmação de identidade e celebração coletiva. Já os japoneses WaqWaq Kingdom atravessam múltiplos territórios sonoros entre tradição japonesa, eletrônica contemporânea e ritmos globais, enquanto os catalães ZA! (Espanha) fazem de cada concerto um espaço irrepetível de improvisação e energia desenfreada. Conjunto Contratempo, banda mítica de sangue e coração Cabo Verdiano, que nasceu em Cacém nos anos 80, traz as suas coladeras e um funaná mais despojado para dançar sem parar.
Na continuidade do espírito colaborativo que define o Nascentes, regressam ainda às Fontes as residências artísticas, com o reencontro entre Carincur & João Pedro Fonseca e o Coro das Fontes, num trabalho construído entre vozes, território e comunidade.
Ao longo dos dias, o Nascentes estende-se também a outras formas de encontro e descoberta, com momentos de participação, escuta e criação partilhada pensados para todas as idades. Entre os passeios sonoros do Luís Antero, diversas oficinas infanto-juvenis, discos e petiscos, o projeto volta a afirmar-se como um lugar onde é possível estar, parar, experimentar e usufruir em conjunto.
O Nascentes nasce de uma dimensão profundamente humana: a consciência de que somos frágeis e interdependentes. É precisamente nessa vulnerabilidade que encontramos a capacidade de cuidar, resistir e criar em conjunto. A mão que ampara é também a mão que impulsiona. A que ajuda a levantar, a experimentar, a falhar e a continuar.
Entre 1 e 5 de julho, voltamos a encontrar-nos nas Fontes.
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Genesis Tribute | One Night with Orchestra | 9 de junho no Coliseu dos Recreios em Lisboa
Uma noite onde o rock progressivo dos Genesis encontra a grandiosidade de uma orquestra sinfónica.
Nesta apresentação única em Portugal, uma banda de rock progressivo junta-se à Orquestra Sinfónica de Lisboa, dirigida pelo maestro Stefano Sovrani, com partituras da Sinfónica de Londres e a participação do coro da Companhia de Ópera de Setúbal.
O espetáculo conta ainda com dois artistas extraordinários, Martin Levac (bateria e voz) e Nick D´Virgilio (bateria), que irão revisitar alguns dos maiores clássicos dos Genesis, incluindo a interpretação integral do épico Supper´s Ready.
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sexta-feira, maio 15, 2026
Visitas +
Estados Unidos
Reino Unido
Países Baixos
Alemanha
Roménia
Índia
Canadá
Brasil
Portugal
Vietname
França
Itália
Japão
Bulgária
Suíça
Lituânia
Turquia
Panamá
Singapura
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Outros
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Aerosmith
ADRIANO: A OBRA | Livro e discografia completa de Adriano Correia De Oliveira
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ADRIANO: A OBRA
Livro de capa dura com 175 páginas, Fotografias, documentos raros e artigos de jornais + 5 CDs com a discografia completa de Adriano Correia de Oliveira
Este é um livro fundamental para conhecer de forma mais profunda o percurso musical de Adriano Correia de Oliveira, uma das vozes maiores da música portuguesa e da canção de intervenção.
Muito para além da imagem do intérprete de voz singular que o grande público guardou na memória, este livro revela também o músico, compositor e instrumentista que Adriano foi, restituindo-lhe a inteira dimensão artística que tantas vezes permaneceu menos visível. Ao longo destas páginas, o autor, Octávio Fonseca, propõe uma revisitação cuidada de toda a carreira de Adriano Correia de Oliveira, analisando a sua obra disco a disco, cruzando escuta, reflexão crítica e o diálogo com textos de especialistas que se debruçaram sobre a sua música.
Este trabalho distingue-se também pelo cuidado colocado na reconstituição e clarificação da discografia, corrigindo equívocos e datações erradas que se foram sedimentando ao longo dos anos. Com base em documentação entretanto conhecida e em fontes discográficas credíveis, o autor contribui para um olhar mais rigoroso sobre a evolução da obra de Adriano, reenquadrando-a no contexto do movimento de renovação da música popular portuguesa e da luta cultural e política contra a ditadura, bem como na defesa dos ideais de Abril.
Escrito com o entusiasmo e a atenção de quem escuta a música por dentro, este não é apenas um livro de consulta: é também um convite à redescoberta de uma obra maior da cultura portuguesa. Adriano: A Obra devolve-nos um artista completo e oferece ao leitor a possibilidade de acompanhar a leitura com a audição das canções, num percurso que ilumina a força, a beleza e a importância duradoura do seu legado.
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https://tradisom.com/produto/adriano-a-obra/
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Apoio:
RTP
Antena 1
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iNWATER - Single "In code"
quinta-feira, maio 14, 2026
"Galinhas do Mato" de José Afonso | Nova edição - 22 Maio, CD, Vinil e streaming
NOVA EDIÇÃO “GALINHAS DO MATO” DE JOSÉ AFONSO
22 DE MAIO EM CD, VINIL E STREAMING
LANÇAMENTO AUDITÓRIO JARDINS DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA
GARRETT, PORTO, 22 DE MAIO, 18H
Dando continuidade à série das reedições da obra de José Afonso encetada em 2021, a editora Mais 5 edita agora “Galinhas do Mato”, o último álbum da discografia do cantautor, em mais uma versão superiormente remasterizada, nos três formatos: vinil, CD e streaming.
Galinhas do Mato, lançado originalmente em 1985, é o último disco gravado por José Afonso (1929-1987).
Apesar das limitações físicas de José Afonso que o impediram de cantar, o disco traduz um grande momento de plena lucidez e de maturidade artística e humana. Trata-se de uma obra profundamente enraizada na cultura popular portuguesa, na qual a tradição oral, a espiritualidade, o humor, a crítica social e a poesia se cruzam com uma notável liberdade criativa.
As canções de Galinhas do Mato recriam modas, entrudos, narrativas do quotidiano, cruzando o rural e o urbano, o ancestral e o contemporâneo. O disco afirma-se como um espaço de resistência cultural e de celebração da palavra cantada.
A produção do disco contou com a direção musical de José Mário Branco e de Júlio Pereira e com vozes como Luís Represas, Helena Vieira, Janita Salomé e Né Ladeiras, evidenciando um trabalho coletivo que valoriza o encontro entre gerações e linguagens musicais diversas.
Enquanto obra de despedida discográfica, Galinhas do Mato permanece como um legado essencial da obra de José Afonso, uma inesperada consciência de professar e preservar uma fé inesgotável na criação como fonte da inquietação e do desassossego.
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Auditório Jardins da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, Porto, 22 Maio, 18h | Evento em parceria com FITEI
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Apoio:
RTP1
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quarta-feira, maio 13, 2026
BMP - Cinema
Bud Spencer & Terence Hill - "Go for it"
BMP :
"Recentemente um excelente canal de filmes fez destaque durante quase duas semanas a filmes de Terence Hill e Bud Spencer.
Mas ... Os filmes destes dois são maioritariamente originais em Inglês.
Quando foram passados dobrados em Português e Italiano
Se comprarmos um filme deles em DVD (Todos eles estão á venda) estão no formato original (em Inglês) legendado em Português.
Mas...ok ...
Valeu na mesma!"








