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Music, Movies, Books, theater, Blues, Classical, Pop, Rock, Bullfighting, Bull Starts, etc, etc... Contacto para divulgação ou publicidade: bmp1@sapo.pt / Portugal
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O Omnilab é um projeto onde se promove uma residência intensiva, que reúne jovens músicos que nunca trabalharam juntos e desafia-os a viverem juntos durante uma semana em modo banda.
Durante estes dias os momentos de partilha são constantes, desde o estúdio à mesa de refeições, o que possibilita uma experiência imersiva, onde os jovens músicos adquirem novas ferramentas, ideias e motivação, quer dos seus ‘colegas de banda’ quer da mentoria dos profissionais na área que os acompanham no decorrer da semana.
As quatro primeiras edições do Omnilab, subiram a palco, no dia 20 de dezembro de 2025 na Black Box, num concerto que assinalou um momento muito especial na história do projeto. Já podemos reviver este encontro com a estreia da gravação completa do Concerto Omnilab, disponível no Youtube.
Seguimos com vontade de continuar a criar espaços e memórias juntos, e por isso abrimos novas inscrições para o Omnilab #7 que decorre de 30 de março a 5 de abril no Serra - Espaço cultural! Procuramos jovens entre os 14 e 21 anos que vivam e respirem música e que durante uma semana em modo banda criem uma versão de um tema Omnichord, que lhes será proposto, assim como um original sem qualquer tipo de restrições artísticas ou criativas, onde existe sempre espaço para que cada um se exprima livremente, com mentoria de Filipe Rocha e Guilherme Franco.
As inscrições estão abertas de 9 a 22 de marçopara mais uma semana intensa de laboratório musical, que promete novos encontros, desafios e muita partilha em modo banda! Para participar deve preencher o formulário e submeter um vídeo a tocar um instrumento ou a cantar, podendo apresentar um tema original ou um cover. Em caso de dúvida contactar através de omnilab.musica@gmail.com
O Omnilab é um projeto que privilegia a experimentação e inovação e que assume um papel de incubadora criativa, com o objetivo de preparar os participantes para o mundo da música em várias áreas: composição, gravação, proteção dos direitos de autor, e para as muitas outras facetas que um músico contemporâneo tem de assumir para sobreviver nesta indústria em crescente evolução. Além da parte técnica e musical, o Omnilab é também um impulsionador de amizade e esperança onde jovens que não se conhecem desenvolvem ao longo de uma semana uma relação de companheirismo e compreensão entre si, que não se esgota no final da semana mas mantém-se, cresce e cultiva a rede da cena cultural Leiriense.
Durante a semana os jovens músicos vão passar os dias em trabalho de estúdio, com sessões de criação livre, de composição e gravação, e com o dia de trabalho terminado terão a oportunidade de receber convidados surpresa. Em edições anteriores o Omnilab já recebeu nomes como Noiserv, Fernando Ribeiro, Surma, Cabrita, Selma Uamusse ou The Legendary Tigerman que ofereceram aos jovens que já passaram por este projeto dicas e conhecimentos, que tornaram a experiência ainda mais enriquecedora para todos os participantes.
Até agora, 35 jovens passaram por esta experiência e desta jornada já nasceram seis músicas em formato digital, dois videoclipes, realizados com o acompanhamento da Casota Collective, um vídeo documental, um vinil e até um concerto Omnilab que será agora publicado. Os jovens, que são sempre os protagonistas, farão parte de um projeto que a cada ano conta com mais história, mais música e mais importante, mais participantes, amizades e momentos. Tudo possível graças a uma paixão comum: a música.
O Omnilab é um projeto produzido pela Omnichord em parceria com o Serra - Espaço Cultural e co-financiado pela Direção Geral das Artes e Município de Leiria.
Inscrições
Formulário de inscrições https://forms.gle/Sj9orPgCywx27v5L8
Omnilabs
Omnilab 1 https://www.youtube.com/watch?v=avJVhje7luE
Omnilab 2 https://open.spotify.com/intl-pt/album/11CCbVTG6kMVFeftQ2Zjke?si=kU1MnDa-RpG38XVgV1JCRA&nd=1&dlsi=13e1a1f1a5af4c0a
Omnilab 3 https://www.youtube.com/watch?v=RbOUsV2ANpo e https://www.youtube.com/watch?v=jZCE2LQ57Kw
Omnilab 4 https://www.youtube.com/watch?v=fjC1ENPCINk e
https://open.spotify.com/intl-pt/track/129uL2Q64Zi9xzENIS8ab9?si=ae19cf70b3924c0b
Omnilab 5 https://open.spotify.com/intl-pt/album/0qYgo8jQmeFP3PGnGsswNJ?si=7LXjV7FDRGy-9j6P1E6B-Q
Omnilab 6 https://open.spotify.com/intl-pt/album/5R1awtDL3JQj3iGu865oN4
Redes Sociais
https://www.instagram.com/omnilab_music/
https://www.instagram.com/omnichord.pt/
https://www.facebook.com/omnichord.pt/
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Inscrição:
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Um hotel isolado. Várias mortes misteriosas. Acompanha esta agente da polícia fora de serviço a descobrir quem é o assassino neste thriller nórdico que presta homenagem a Agatha Christie.
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No próximo dia 16 de março, estreia, em exclusivo, Os Mistérios do Hotel Finse, uma minissérie de quatro episódios criada por Sara Heldt e Erik Skjoldbjærg. Trata-se da adaptação para o ecrã de “1222” (Reservoir Books, 2013), de Anne Holt, descrito pela editora como o thriller norueguês do ano. A história é protagonizada por Ida Engvoll (The Kingdom Exodus), Pål Sverre Hagen (A Lenda de Ragnarok) e Måns Clausen (Rebecka Martinsson).
Durante uma forte tempestade de neve, um comboio que viaja de Estocolmo para Narvik choca contra uma avalanche. Todos os passageiros têm de se refugiar num antigo e isolado hotel nas montanhas próximas. Entre eles encontra-se a perspicaz e taciturna agente da polícia Hanne Wilhelmsen e, quando começam a ocorrer assassinatos misteriosos no hotel, apesar de estar temporariamente suspensa da polícia, Hanne inicia a investigação.
Antes de se tornar escritora, Anne Holt, trabalhou como jornalista e apresentadora de noticiários e, durante dois anos, foi consultora no Departamento de Polícia de Oslo. Isso foi antes de fundar o seu próprio escritório de advogados e de se tornar ministra da Justiça da Noruega. Anos mais tarde, canalizou toda esta experiência para a escrita e deu uma nova volta ao cliché do detetive, criando uma protagonista polícia, mulher e gay, características pouco representadas neste género.
O seu primeiro romance foi Blind Goddess, que deu início à saga protagonizada pela detetive Hanne Wilhelmsen, da qual faz parte 1222, o oitavo volume que inspirou a série. Holt afirmou estar muito satisfeita com a adaptação: apesar de existirem algumas mudanças, o espírito do livro — e, por consequência, da sua vida como jurista e escritora — está presente. Nas palavras do muito conhecido romancista Jo Nesbø, Anne Holt é a madrinha do romance policial norueguês.
Os Mistérios do Hotel Finse insere-se num dos géneros com maior tradição no cinema e na literatura, e que, ainda assim, está atualmente mais em voga do que nunca: o whodunit, cuja grande precursora foi Agatha Christie. A tradução literal seria algo como “quem o fez” ou “quem foi”, e consiste numa série de personagens diferentes encerradas num espaço isolado onde ocorreu um assassínio.
Um whodunit é como uma peça coral. O elenco costuma estar presente no enquadramento e toda a disposição e coreografia baseiam-se muito nisso. Não é algo particularmente original, mas faz parte do género e parte do meu trabalho é tornar esse tipo de "coreografia" interessante, explica o criador e realizador Erik Skjoldbjærg.
A série mantém estas regras clássicas, com jogos de mistério e suspeita, mas integrando também elementos mais psicológicos e sociais.
Atualmente existe um subgénero de mistério muito popular, os cozy crimes: séries ou filmes que transmitem uma sensação de conforto, que não perturbam nem exigem demasiado do espectador, porque já se conhece o género e sabe-se mais ou menos como a história se irá desenvolver, criando assim um espaço de familiaridade. São aquelas produções ideais para ver numa tarde de inverno em casa, com uma manta e Os Mistérios do Hotel Finse é uma dessas histórias.
A série é exclusiva Filmin e estreia dia 16 de março.
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“The world isn't what they give you
But rather, it's the fear you can overcome.”
in Canção do Medo
new single from Marco Oliveira
new album “Caminho é quanto fica da viagem”
released 06th March 2026
“Five years after "Ruas e Memórias", recorded and produced by José Mário Branco, Marco Oliveira returns with a new album that seeks, in some way, to continue along new paths the level of intensity he achieved with his previous album. José Peixoto, guitarist and composer, turned out to be the right partner for this work. Not to create a “Ruas e Memórias 2,” but rather to keep the bar high and open up new paths with him.
Nuno Pacheco, in jornal Publico 06th March 2026
"Canção do Medo (Song of Fear) was born during these fragile times, in an overly fragmented world. It is a kind of inner voice that guides us through shadows and confronts fear". Marco Oliveira
Caminho é quanto fica da viagem (The Way is What Remains of the Journey) is Marco Oliveira's new album, produced by guitarist José Peixoto. A breath between two guitars, twelve strings, and a chant that invites us to reflect on our identity, that long river that life weaves.
On this album, we hear original songs set to the words of the most important Portuguese poets of the 20th century: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama, and Miguel Torga are the writers featured in this musical collection with poetry focused on the ocean.
After Fundo do Mar, music for a poem by Sophia de Mello Breyner, and Canção de Marinheiro, an evocation of Sebastião da Gama, now comes "Canção do Medo", with composition and lyrics by Marco Oliveira.
The video for Canção do Medo premiered on Marco Oliveira's YouTube channel on Friday, March 6th (link).
AGENDA
18th March - Visão Fest | with José Peixoto at Casa Capitão, Lisboa
21st March – Canções sobre Cidades (Songs about Cities) with Nuno Artur Silva. CCB, Lisboa | Sophia de Mello Breyner hall
07th May | Album release show "Caminho é quanto fica da viagem". Coliseu Club, Lisboa | tickets available at: Coliseu Lisboa
About MARCO OLIVEIRA
Marco Oliveira was born on January 24, 1988, in Lisbon.
A musician, poet, and composer with roots in fado, he has performed in theaters and festivals worldwide: Spain, France, Switzerland, Ireland, Belgium, Denmark, Czech Republic, Poland, Saudi Arabia, Cape Verde, and the United States are some of the countries that are part of his journey.
He has released five albums:
"Retrato" (2008)
"Amor é água que corre" (2016),
"Ruas e Memórias" (with musical production by José Mário Branco in 2019; album of the year in the newspaper Ípsilon - Público in 2021),
"Uma Noite em Lisboa - ao vivo no São Luiz" (2023).
"Caminho é quanto fica da viagem" (2026)
Caminho é quanto fica da viagem is distributed by ESCAPARATE | INDIEMUSIC PT with the support of Antena 1 “Árvore da Música”
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O Coliseu Club recebe, no dia 7 de maio, um concerto dos músicos Marco Oliveira e José Peixoto.
“Caminho é quanto fica da viagem” é o novo disco de Marco Oliveira com produção musical do guitarrista José Peixoto. Uma respiração entre duas guitarras, doze cordas e um canto que nos convida a refletir acerca da nossa identidade, esse longo rio que a vida vai tecendo.
Editado no passado dia 6 de março, “Caminho é quanto fica da viagem”, é um álbum onde escutamos canções originais para as palavras dos mais importantes poetas portugueses do séc. XX: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama e Miguel Torga são os escritores que fazem parte desta recolha musical.
“Caminho é quanto fica da viagem” tem produção do guitarrista José Peixoto que conheceu Marco Oliveira quando este o convidou para participar num concerto especial no Teatro São Luíz, em Lisboa, em 2021.
Dia: 7 de maio 2026
Local: Coliseu Club
Hora: 21:30
Discografia de Marco Oilveira:
Caminho é quanto fica da viagem (2026)
Uma noite em Lisboa (2023)
Ruas e Memórias (2021)
Amor é água que corre (2016)
Retrato (2008)
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Itália, França | 2024 | 122' | Classificação M12 | Drama
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Depois de cumprir vários anos de prisão por crimes ligados à Máfia, Catello (Toni Servillo), político de longa data, perdeu tudo. Quando os serviços secretos italianos o “convencem” a colaborar na captura de Matteo (Elio Germano), o último grande chefe mafioso ainda em fuga — que conhece desde a infância —, vê nessa proposta uma oportunidade de regressar.
Astuto e versátil, mestre na arte da dissimulação, Catello inicia uma correspondência com o fugitivo, tão singular quanto improvável, explorando as fragilidades emocionais do homem que vive na clandestinidade. Um jogo arriscado, ainda mais perigoso por envolver um dos criminosos mais procurados do mundo. Servillo encarna assim uma figura ambígua, movida pela possibilidade de redenção, enquanto Germano dá corpo a um chefe mafioso cansado da guerra e prisioneiro da própria sombra.
Apresentado em Competição Oficial no Festival de Veneza.
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Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a plataforma de streaming Filmin lança o canal especial Elas, uma programação dedicada às realizadoras, directoras de fotografia ou compositoras que marcaram a história do cinema e às novas vozes femininas que continuam a transformar a linguagem cinematográfica.
O canal reúne uma seleção de filmes realizados por mulheres de diferentes épocas e geografias, destacando autoras fundamentais que desafiaram as convenções da indústria e abriram novos caminhos para o cinema de autor.
Destaque para as vozes femininas do cinema contemporâneo como cinematografia de Céline Sciamma, Kelly Reichardt, Alice Rohrwacher ou Julia Ducournau e as novas autoras que surgiram nos últimos anos como Payal Kapadia (All We Imagine as Light – Tudo o Que Imaginamos Como Luz), Molly Manning Walker (How to Have Sex - A Primeira Vez) ou Joanna Arnow (A Sensação de Que o Tempo para Fazer Algo Já Passou).
Destaque ainda para documentários que exploram uma visão na perspetiva da mulher como Sete Invernos em Teerão, de Steffi Niederzoll, Memórias de um Corpo que Arde, Antonella Sudasassi Furniss ou A Mãe de Todas as Mentiras de Asmae El Moudir.
O canal tem um espaço dedicado às realizadoras que abriram o caminho para outras vozes como Agnès Varda ou Chantal Akerman, uma das cineastas mais influentes do cinema europeu, cuja obra redefiniu as possibilidades narrativas e formais do cinema moderno. Filmes como Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles tornaram-se referências incontornáveis pela forma como exploram o tempo, o espaço e a experiência feminina com um olhar radicalmente singular. Ou a filmografia de Kinuyo Tanaka, pioneira do cinema japonês e uma das primeiras mulheres realizadoras no Japão. Conhecida também pela sua carreira como atriz em filmes de mestres como Kenji Mizoguchi, Tanaka construiu uma filmografia própria marcada por retratos sensíveis da vida das mulheres no Japão do pós-guerra.
O canal Elas dá igualmente destaque ao cinema português com obras de realizadoras que têm contribuído para renovar o panorama cinematográfico nacional nas últimas décadas. Entre elas encontram-se os filmes de Marta Pessoa, Leonor Teles, Margarida Cardoso ou Cláudia Varejão, cineastas que exploram diferentes territórios narrativos — da ficção ao documentário — e que têm conquistado reconhecimento em festivais nacionais e internacionais.
A Filmin propõe assim uma viagem por diferentes gerações de cineastas, sublinhando o papel fundamental das mulheres na evolução do cinema e dando visibilidade a perspectivas autorais que continuam a ampliar a diversidade de histórias e de olhares no ecrã.
O canal já está disponível na Filmin.
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O mundo das “covers” em Portugal celebra um novo capítulo com o lançamento do CD “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2”, marcado para 6 de Março. O disco reúne cinco artistas — John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak — que reinterpretam clássicos do rock, pop e indie, oferecendo novas camadas de significado a temas que atravessam gerações. O single de apresentação é a eletrizante versão de “My Friend Jack”, de Paul Oak, originalmente dos britânicos The Smoke.
Este novo volume surge depois do sucesso do primeiro disco, editado em 2021, que compilou as primeiras “Cover de Bruxelas Sessions”. Desde então, Rui Ferreira, produtor executivo do projeto e mentor do programa Cover de Bruxelas (no ar na RUC), tem continuado a desafiar artistas a criar versões exclusivas para o programa, mostrando que cada cover é mais do que uma simples reinterpretação: é um diálogo com o original, um espaço onde camadas de significado se chocam, se amplificam e se reinventam.
O projeto nasce da paixão de Rui Ferreira e José Braga, que em 1995 lançaram na Rádio Universidade de Coimbra (RUC) o programa Cover de Bruxelas, dedicado à celebração das versões musicais. Inspirado pelos tempos em que Rui apresentava “Os Últimos Dias do Vinil”, o programa nasceu da necessidade de revisitar, reciclar e reutilizar sons, com o lema atual a refletir essa filosofia:
“Cover de Bruxelas, o programa dos três érres da sustentabilidade sonora: revisitar, reciclar e reutilizar. Cover de Bruxelas, um programa amigo do ambiente sonoro.”
O Volume 2 do CD mantém esta visão, incluindo temas como “Primitive”, “Needs of Flesh” e “Nothing to Lose” reinterpretados por John Mercy, versões emblemáticas de From Atomic como “I’m in Love With a German Filmstar” e “Dream Baby Dream”, e releituras surpreendentes de Surma, Corsage e Paul Oak, incluindo a já mencionada “My Friend Jack” e “Sunny Afternoon”. Cada faixa revela como uma cover pode transformar o familiar em inesperado, abrindo novas perspectivas sobre a música que conhecemos.
Com produção executiva de Rui Ferreira, masterização de João Rui e grafismo de Toni Fortuna, “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2” estará disponível em formato físico e digital a partir de 6 de Março, continuando a missão do programa e do produtor de mostrar que a música, mesmo quando reciclada, nunca perde a sua força criativa.
“Cada canção emerge de um conjunto de condições sociais e materiais; o mesmo acontece com cada intérprete. As versões que reunimos no Volume 2 são a prova de que reinterpretar é descobrir novas verdades na música”, afirma Rui Ferreira.
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Quem é Rui Ferreira?
Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.
É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.
Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.
Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portugal.
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https://www.instagram.com/lucky_lux_record_store/
Os Kumpania Algazarra regressam aos discos com Tudo ao Contrário, o seu décimo álbum de estúdio— uma explosão de euforia sonora que funde os beats da eletrónica com as raízes vibrantes do balkan e do ska, desafiando as leis da gravidade musical. Tudo ao Contrário tem lançamento previsto para dia 1 de Maio.
O coletivo de Sintra aprofunda aqui a sua identidade, mergulhando de forma mais profunda nas sonoridades eletrónicas, sem nunca perder a ligação às fanfarras tradicionais. O resultado é um disco composto por temas que convidam à libertação do corpo e da mente, numa celebração coletiva onde a pista de dança se transforma em território de resistência. “Sentimos que este era o momento de virar o disco e tocar o outro lado. ‘Tudo ao Contrário’ é a nossa forma de abraçar o caos e transformá-lo num momento de celebração coletivo”, afirmam os Kumpania Algazarra.
Num tempo em que o mundo parece estar de pernas para o ar, os Kumpania respondem com festa, energia e união. Tudo ao Contrário é um convite direto à libertação — uma mescla sonora viciante que transforma inquietação em dança e incerteza em comunhão.
“Ignite” é o single de estreia do décimo álbum do coletivo Algazarra e afirma-se como um verdadeiro hino à celebração. É uma música que nos transporta para o imaginário de uma grande festa, onde somos convidados para um momento de partilha e comunhão através da dança. Este novo tema convida-nos a libertarmo-nos da nossa individualidade e a abraçar a força do coletivo, a soltar os corpos e a mente, a dançar sem reservas e a deixar-nos levar pelo ritmo contagiante. É um apelo à união, à energia partilhada e à criação de memórias em conjunto — porque é juntos que a chama se acende e a festa ganha vida. O videoclipe, realizado por João Guimarães e gravado em Sintra, reforça essa atmosfera de liberdade e celebração, mostrando a diversidade, a autenticidade e a boa disposição a que os Kumpania Algazarra nos habituaram.
Agenda KA 2026
6 Fevereiro | Vagar é a Cena - Évora’27 | Évora
20 Junho | A anunciar (PT)
Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (TR)
5 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (TR)
11 Julho | Festival de Julho | São Jorge, Açores
25 Julho | Noites de Verão | Alhandra
22 Agosto | Festival Folk Plasencia (EX)
5 Setembro | A anunciar (GZ)
30 Outubro | A anunciar (GZ)
https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/
https://www.facebook.com/kumpanialgazarra/
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( Créditos: Rui Luz)
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JOÃO AFONSO edita “MATOPE”
Segundo single do álbum “Todo Tempo”
Single disponível em todas as plataformas digitais a 06 de março.
Antecipando a edição do seu novo álbum "Todo Tempo", João Afonso lança um segundo single, intitulado "Matope".
"Matope" é um dos temas que capta uma ideia que nunca deixou de estar presente para o autor: a saudade. A letra, ou poema, é um burburinho de imagens, de sonoridades, de odores e cores e reflete sobre o “silêncio dos anos”, em que João Afonso guardava uma amarga ausência de Moçambique, terra da suas origens.
"Matope" revela também uma perfeita harmonia entre o texto do próprio João Afonso e a musicalidade de João Afonso e António Pinto, responsável pelos arranjos do novo álbum.
O tema conta ainda com as participações especiais de Tomás Pimentel, Tomás Marques e Ruben Luz, nos sopros, de António Pinto e Miguel Fevereiro, nas guitarras e a alma rítmica da percussão/ bateria de Quiné Teles.
"Matope" é assim um regresso diferente de João Afonso a Moçambique. Embarquemos também nesta viagem!
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Em Portugal este video e disco foi apresentado nas televisões, rádios e outros meios de comunicação.
Esteve no Top Português. Inclusivé o Top + fez um destaque de como o vídeo foi feito.
Uma grande equipa de profissionais.
A rádio Comercial era das rádios Nacionais que passavam este tema.
Vale a pena recordar.
Depois da edição do seu segundo disco, em 2015, Segue-me à Capela apresenta agora Quando um fio s’ensarilha, o seu terceiro álbum, com lançamento marcado para 3 de março de 2026. O disco tem o selo Disco Antena 1 – Árvore da Música e foi antecipado pelo single “Zamburra”, editado a 6 de fevereiro. Será apresentado ao vivo a 7 de março, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra.
O septeto vocal feminino prepara-se para lançar um novo trabalho discográfico que aprofunda o diálogo entre a música tradicional portuguesa e a criação contemporânea, tendo a voz como instrumento central.
Dez anos depois de San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher e mais de duas décadas após o álbum de estreia, o grupo regressa com um disco que assume o “nó” como metáfora sonora e poética: os nós, os emaranhados e as imperfeições tornam-se matéria criativa, lugar de encontro e de transformação. Sete vozes, sete fios, sete cravos abertos ao mundo — um disco que celebra a complexidade, a memória e a alegria de cantar em conjunto.
Quando um fio s’ensarilha nasce de um processo profundamente coletivo, que parte de arranjos originais sobre recolhas tradicionais e integra um poema de João Pedro Mésseder e outro de Amélia Muge, figura maior da música portuguesa e presença determinante na construção deste trabalho. Os arranjos foram desenvolvidos pelo grupo, por Amílcar Cardoso, por Sebastião Antunes e por Amélia Muge, em estreita colaboração, num exercício de criação alinhavo a alinhavo.
A produção e direção musical são assinadas por Segue-me à Capela, com acompanhamento na produção musical de Amélia Muge. Para além das vozes do grupo e da percussão de Quiné Teles, o álbum conta com a participação de Sebastião Antunes e de Stereossauro, como músicos convidados.
As misturas e masterização ficaram a cargo de Fernando Nunes (Naná). A identidade visual do disco inclui ilustração de Catherine Boutaud e design gráfico de Carolina Simões.
O repertório baseia-se em recolhas de referência realizadas por Armando Leça, Artur Santos, Catarina Moura, Ernesto Veiga de Oliveira, GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, Manuel Rocha e Michel Giacometti, reafirmando o compromisso do grupo com a preservação e reinvenção do património musical português.
O primeiro avanço deste novo ciclo foi dado a 6 de fevereiro, com a edição do single “Zamburra”. Entre muitas possibilidades, a escolha não foi imediata: era preciso começar por um nó. Tema inaugural do álbum, “Zamburra” inscreve-se no ciclo de Inverno e era tradicionalmente cantado por alturas do Entrudo, tempo de passagem e inversão, quando os corpos despertam do frio e a vida volta a circular.
A apresentação ao vivo do novo álbum acontece a 7 de março, às 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra. Os bilhetes já se encontram à venda, com o valor de 10 € (preço normal) e 5 € (descontos).
Quando um fio s’ensarilha conta ainda com o apoio da GDA para a edição fonográfica.
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Quem são Segue-me à Capela?
Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres (Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim) que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.
O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.
Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.
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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/
De 12 a 15 de março, o Cinema Fernando Lopes apresenta, pelo terceiro ano consecutivo, a sua Maratona dos Óscares, reunindo doze filmes nomeados nas principais categorias da 98ª edição dos Prémios da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas.
A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar na madrugada de 15 para 16 de março, no Dolby Theatre, em Hollywood. Antecipando esse momento central da temporada cinematográfica internacional, o Cinema Fernando Lopes propõe ao público uma imersão nas obras que marcaram o ano, com destaque para as produções mais nomeadas.
A seleção integra:
OS PECADORES, de Ryan Coogler
16 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador
BATALHA ATRÁS DE BATALHA, de Paul Thomas Anderson
13 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador
VALOR SENTIMENTAL, de Joachim Trier
9 nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Realizador
MARTY SUPREME, de Josh Safdie
9 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador
HAMNET, de Chloé Zhao
8 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador
O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho
4 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional
BUGONIA, de Yorgos Lanthimos
4 nomeações, incluindo Melhor Filme
SIRÂT, de Oliver Laxe
2 nomeações, incluindo Melhor Filme Internacional
FOI SÓ UM ACIDENTE, de Jafar Panahi
2 nomeações, incluindo Melhor Filme Internacional
A VOZ DE HIND RAJAB, de Kaouther Ben Hania
1 nomeação para Melhor Filme Internacional
ARCO, de Ugo Bienvenu e Gilles Cazaux
1 nomeação para Melhor Filme de Animação
MR. NOBODY CONTRA PUTIN, de David Borenstein e Pavel Talankin
1 nomeação para Melhor Documentário
Ao longo de quatro dias, esta maratona permite ao público ver ou rever, em sala de cinema, um conjunto de obras que representam diferentes geografias, linguagens e abordagens estéticas do cinema contemporâneo internacional.
Cinema Fernando Lopes reserva ainda a sessão das 21h00 do dia 16 de março para a exibição do filme vencedor do Óscar de Melhor Filme, criando uma sessão comemorativa que permitirá ao público celebrar, em sala, o título consagrado pela Academia.
Com esta iniciativa, o Cinema Fernando Lopes reafirma o seu compromisso com uma programação atenta à atualidade cinematográfica mundial, proporcionando condições de fruição adequadas à experiência coletiva da grande tela, no contexto singular desta sala de cinema que está agora equipada com um novo projetor Christie Digital Systems RealLaser 4K representando um passo muito significativo na elevação da qualidade técnica da projeção.
Os bilhetes estão à venda na bilheteira do cinema e na ticketline e estarão disponíveis packs de bilhetes com condições especiais:
Packs especiais Maratona dos Óscares
(disponíveis exclusivamente na bilheteira física do cinema)
• 3 filmes – 12€
• 5 filmes – 15€
• 10 filmes – 27€
• 12 filmes - Pack integral – 30€
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+ INFORMAÇÃO NO SITE
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Para programação detalhada, horários e informações adicionais, consultar os canais oficiais do Cinema Fernando Lopes.
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MIGUEL GAMEIRO & PÓLO NORTE
Com três décadas de estrada, continuam a marcar gerações e a ser palco de êxitos que se tornaram num marco da história da música portuguesa. Os Pólo Norte, juntamente com Miguel Gameiro, são umas das bandas pop com mais reconhecimento e carinho do público português.
📆 13 março, 2026
https://www.superbockarena.pt/evento/miguel-gameiro-polo-norte/
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SUEDE
Os Suede acabam de anunciar a “Antidepressants: Dancing With The Europeans Tour” para 2026. A digressão leva pela primeira vez aos palcos o décimo álbum de estúdio, Antidepressants.
📆 19 março, 2026
https://www.superbockarena.pt/evento/suede/
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TROVANTE
VIVER TUDO NUMA NOITE
O desafio é ambicioso e estimulante, como todos os que foram lançados ao longo do rico percurso do Trovante: viver tudo numa noite, mote elevado a partir de um verso de Memórias de Um Beijo, uma das muitas canções do grupo que entraram sem demora nas antologias.
📆 27 e 28 março, 2026
https://www.superbockarena.pt/evento/trovante-2/
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“Distance” assinala o regresso da cantora e compositora às gravações em nome próprio, dez anos depois do seu último trabalho autoral. Num registo íntimo e confessional, a canção aborda um amor ainda impossível de ser vivido — uma separação que convoca memória, destino partilhado e a esperança de um reencontro futuro.
Com uma abordagem harmonicamente sofisticada e ritmicamente subtil, o tema revela influências que vão de Erykah Badu a Robert Glasper, sem esquecer a dimensão atmosférica e sensível associada ao universo de Kate Bush. Pensada para uma escuta atenta, a canção desenvolve-se com groove, subtileza e espaço para respirar, privilegiando a verdade interpretativa, o silêncio e a cumplicidade musical.
“Distance” foi masterizado por Nelson Carvalho e conta com a participação de Chico Santos (bateria) e Lana Gasparotti (teclados). Joana Machado assina música e letra, partilhando a produção do álbum com Rodrigo Correia, que contribui igualmente na guitarra e no baixo. A produção respeita a dinâmica natural da canção e coloca a voz como elemento central.
Com 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado continua a expandir o seu léxico musical. Se o jazz permanece como ponto de partida, é nas influências da música negra norte-americana — da soul e do R&B à eletrónica — que encontra novos desafios e possibilidades sonoras. Reconhecida como uma das vozes mais originais e sofisticadas da música portuguesa, faz da sua criação um espaço de liberdade onde convergem múltiplas influências.
Paralelamente ao seu regresso a solo, mantém-se ativa com o projeto “Elas e o Jazz” e prepara-se para revelar em breve mais música da sua autoria com o seu trio de vozes.
Com “Distance”, Joana Machado afirma-se como a artista que é hoje — madura, inquieta e profundamente ligada à canção. Este primeiro avanço é um convite à escuta, ao encontro e ao tempo partilhado.
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