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domingo, abril 19, 2026
Bluestronica - Electric Delta Beats
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Artist: Various Artists
Title: Bluestronica: Electric Delta Beats
Release date: April 18, 2026
Format: Digital
Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / Downtempo
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sábado, abril 18, 2026
Sony Music / Legacy - Earth, Wind & Fire
Earth, Wind & Fire
Greatest Hits
Earth, Wind & Fire redefined pop in the 1970s by fusing jazz, R&B, funk, and spiritual influences into a sound that transcended genres and generations. Rock & Roll Hall of Fame inductees with over 90 million records sold, they delivered timeless classics like “September,” “Shining Star,” and “Let’s Groove.” Greatest Hits gathers these iconic songs on vinyl—available June 19, pre-order now.
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sexta-feira, abril 17, 2026
Merai - Single "Diz-me"
Capa do single
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Fotografia: João Marques
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Merai lança “Diz-me”, o primeiro single de avanço do álbum Linhas Imaginárias. Pensado como um tema de Verão, “Diz-me” afirma-se como uma canção leve e sensorial, feita para a dança, para o movimento e para a celebração.
Num primeiro contacto, o tema apresenta-se imediato e acessível, mas revela também uma camada mais profunda: uma reflexão sobre a tensão entre aquilo que somos e a forma como somos vistos pelos outros. A canção propõe um gesto de libertação face às expectativas externas, afirmando a possibilidade de sermos contraditórios, mutáveis e livres.
“Diz-me” antecipa o universo de Linhas Imaginárias, um álbum musical e poético que explora a travessia entre o eu e o todo — entre a ilusão da separação e uma ideia de unidade. O projeto cruza influências da pop, do folk e da música clássica, nascendo de uma inquietação espiritual, filosófica e existencial, e materializando-se numa linguagem que equilibra intuição e conceito.
Nascida em Lisboa em 2000, Mariana Frangioia Portela — conhecida artisticamente como Merai — é uma criadora multidisciplinar de ascendência luso-angolana. A sua prática artística estende-se entre a música, a escrita, a performance e a imagem, construindo um universo autoral coeso onde todas as dimensões se interligam. Enquanto cantautora e produtora, tem vindo a afirmar uma linguagem própria em temas como “Ser (Mito de Orfeu)” e “O Meu Corpo Não”, explorando tanto o simbólico e o abstrato como a dimensão política e de intervenção.
Em Linhas Imaginárias, Merai reforça também o seu papel enquanto produtora musical, assumindo os arranjos e a produção do álbum e do single “Diz-me”, aprofundando o carácter autoral do seu trabalho.
Em 2025, editou o livro Contos e Mitos de Plorema, expandindo a dimensão literária do seu universo artístico. Paralelamente, tem desenvolvido projetos em diferentes contextos, incluindo a composição para dança contemporânea e a participação em festivais e debates ligados a temas como feminismo, arte e democracia.
“Diz-me” conta também com videoclipe e já se encontra disponível nas principais plataformas digitais.
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Sarah Negra apresenta Amor E Magia - Entre a poesia, o ritual e a urgência da liberdade emocional
Sarah Negra apresenta o seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, afirmando uma identidade artística singular no panorama contemporâneo português. Mulher, poeta e artista multidisciplinar, constrói uma obra onde música, palavra e corpo coexistem como formas de expressão política, emocional e espiritual.
O disco é apresentado com o primeiro single “Feitiço”, um tema que cruza desejo, ritmo e expansão com uma sonoridade de pop cósmico. “Feitiço” estabelece o tom de um trabalho que se move entre o poder da intimidade e do coletivo com naturalidade, liberdade e poder.
Amor E Magia desenvolve um universo onde o amor surge como força urgente e transformadora. Canções como “Legalizem o Amor” colocam o afeto no centro do discurso político, enquanto temas como “Gira” exploram a libertação do corpo e “Bruxa” convoca uma dimensão ancestral do feminino como espaço de poder e resistência. Em paralelo, o álbum não evita o confronto com a realidade global, refletindo sobre a violência, a apatia e o colapso emocional contemporâneo.
A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição. Um dos elementos distintivos do disco é a inclusão de rituais e receitas de banhos de ervas associados a várias faixas, criando uma extensão da experiência artística para o plano físico e simbólico, individual e coletivo.
Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígidas.
Sarah Negra mantém a sua formação base na estrada e no estúdio ao lado de Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e baixo), músicos, co-compositores e produtores musicais do projeto. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.
O concerto de apresentação do álbum realiza-se a 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional.
Amor E Magia conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo, vídeos de Carlos Miranda e o apoio da Fundação GDA e SPA - Sociedade Portuguesa de Autores.
https://www.instagram.com/itsarahnegra/
http
s://www.youtube.com/@ITSARAHNEGRA
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quinta-feira, abril 16, 2026
quarta-feira, abril 15, 2026
Maria Luiza Jobim, Azul Piscina e 18º Workshop de Jazz de Viseu são as primeiras confirmações da 14ª edição do Festival Que Jazz É Este?
Na sua 14ª. edição, o festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu e já não pede licença para existir: expande-se, experimenta, arrisca e instala-se na cidade como quem sabe ao que vem. Mantendo viva a sua identidade eclética, diversificada e acessível que privilegia a ocupação de espaços públicos, continua a responder à pergunta que lhe dá nome com mais dúvidas do que certezas. De 8 a 19 de julho apresenta uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.
O festival volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, coletivos e intérpretes locais, afirmando-se como um catalisador de encontros e intercâmbios. Num equilíbrio entre propostas artísticas à margem dos circuitos comerciais e uma programação de largo espectro, o Que Jazz É Este? mantém o seu forte potencial de congregação de públicos diversos.
Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao ‘donativo consciente’ — porque a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito, e porque apoiar quem cria é garantir que a música continua a acontecer.
Entre as primeiras confirmações destacam-se três propostas que espelham a diversidade estética do festival:
MARIA LUIZA JOBIM apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro, dia 18 de julho, trazendo consigo uma sonoridade que oscila entre a delicadeza da MPB, a subtileza da eletrónica e a atmosfera do jazz. Depois do álbum de estreia Casa Branca (2019), afirmou em Azul (2023) uma escrita onde a poesia contemporânea se entrelaça com uma abordagem musical intimista. Em Viseu, antecipa-se um concerto que cruza afetos, memória e paisagem.
No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de AZUL PISCINA, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Partindo de uma escuta atenta e de uma criação coletiva em tempo real, o trio constrói um discurso onde composição e improvisação coexistem em permanente mutação, dando origem a um espaço sonoro dinâmico, sensível e imprevisível.
A dimensão pedagógica do festival materializa-se, uma vez mais, no 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que terá lugar de 15 a 17 de julho no Teatro Viriato. Orientado por Rita Maria e Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.
Mais do que um festival, o Que Jazz É Este? continua a afirmar-se como um processo — um espaço em constante mutação onde se experimentam formas, se cruzam percursos e se ensaiam futuros possíveis para a música e para a cidade, colocando Viseu no mapa dos festivais que pensam o jazz para além dos seus limites convencionais.
A programação detalhada vai sendo actualizada no site oficial https://quejazzeeste.com/
https://www.instagram.com/quejazzeeste/
https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT
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Inauguração da exposição "Mica I — O fio que nasce da terra" • 18 abril, 16h00 • Loja Oficina
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domingo, abril 12, 2026
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Outros
sábado, abril 11, 2026
Fisher Z ao vivo no Coliseu de Lisboa
Os britânicos Fischer-Z regressam a Portugal para celebrar 50 anos de carreira.
Ícone da new wave e do rock alternativo desde os anos 70, a banda destaca-se pelas suas melodias marcantes e letras com forte consciência social.
Temas como "The Worker", "So Long" e "Marliese" tornaram-se clássicos intemporais. Este concerto integra as celebrações do seu 50.º aniversário.
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https://coliseulisboa.com/eventos/fischer-z/
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sexta-feira, abril 10, 2026
Abril | Biblioteca da Nazaré — Destaque de 6 de abril
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No âmbito das comemorações do mês de abril, a Biblioteca da Nazaré encontra-se a divulgar, através das suas redes sociais e por via eletrónica, um conjunto de conteúdos dedicados ao seu acervo sobre o antes, durante e depois da Revolução dos Cravos.
Destaque do dia 6 de abril:
📖 Portugal Amordaçado
de Mário Soares
Há livros que não apenas testemunham a História — participam nela.
Escrito no exílio e publicado originalmente em 1972, Portugal Amordaçado chega a Portugal em outubro de 1974, já depois da queda do regime, assumindo-se como um documento fundamental para a compreensão do contexto político e social do período.
A primeira edição portuguesa, editada pela Arcádia, constitui simultaneamente um testemunho crítico do regime e um marco editorial do início de um novo ciclo histórico, refletindo sobre os mecanismos de limitação da liberdade e da expressão.
💬 “Um país onde não se pode falar livremente é um país sem futuro.”
📍 Biblioteca da Nazaré
A Biblioteca da Nazaré preserva e disponibiliza um vasto acervo dedicado ao antes, durante e depois do 25 de Abril de 1974, promovendo o acesso público à memória histórica e ao conhecimento.
🕒 Horário de verão
Segunda a sexta-feira: 15h00–19h00
Encerrada aos sábados, domingos e feriados
Biblioteca da Nazaré
87 anos ao serviço da cultura
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10ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MENTAL ANUNCIA PROGRAMAÇÃO, VENCEDOR DO PRÉMIO M-CINEMA 2026 ECELEBRA UMA DÉCADA DE CULTURA E SAÚDE MENTAL EM PORTUGAL
A 10ª edição do Festival Mental – Cinema, Artes e Informação realiza-se de 14 a 17 de maio, em Lisboa, com programação distribuída por espaços emblemáticos como o Cinema São Jorge e a Quinta das Conchas. Esta edição assinala uma década de um projeto pioneiro em Portugal que, através da cultura, tem vindo a promover a saúde mental, combater o estigma e contribuir ativamente para a literacia nesta área.
Mais do que um festival, o Festival Mental afirma-se como uma plataforma de encontro entre ciência, arte e sociedade, reunindo cinema, música, teatro, dança, literatura, pensamento crítico e participação comunitária. Ao longo de dez anos, construiu um percurso consistente, acompanhando a evolução do discurso público sobre saúde mental e antecipando temas que hoje são centrais no debate contemporâneo.
As celebrações arrancam a 12 de maio, às 18h30m, com um Warm Up no atmosfera m, espaço do parceiro Montepio Associação Mutualista, que apresenta uma seleção de filmes vencedores de edições anteriores - um momento de revisitação e memória que prepara o público para esta edição comemorativa. A entrada, mediante inscrição para o e-mail
atmosferam.lisboa@montepio.pt é limitada ao número de lugares disponível.
O cinema mantém um papel central na programação através da Mostra Internacional de Curtas-Metragens (M-Cinema), eixo estruturante do festival, que reúne uma seleção criteriosa de obras com elevada qualidade artística e relevância temática. Em 2026, o filme foi atribuído a Rzeczy znalezione (Lost & found), da realizadora polaca Wiktoria Kwoka, que estará em Portugal para receber o troféu. A curta-metragem foi distinguido por um júri constituído por especialistas das áreas do cinema e da psicologia: Francisco Costa (editor de Cinema e Programador no Festival Mental), Maria João Barros (psicóloga clínica e psicoterapeuta), Sérgio Viana (psicólogo clínico e presidente da Delegação Regional do Centro da Ordem dos Psicólogos) e Rui Henriques-Coimbra (correspondente em LA da HFPA).
O troféu é novamente produzido e oferecido pela SILDEL, reforçando a ligação entre o setor empresarial e o apoio à cultura e à saúde mental. A CARMA consolida-se como parceiro fundamental na viabilização do prémio da Mostra Internacional de Curtas-Metragens, assumindo um papel determinante na valorização do cinema enquanto ferramenta de impacto social e promoção da literacia em saúde mental.
“Há temas que durante demasiado tempo viveram no silêncio. A saúde mental foi um deles. Falar é essencial, mas mais do que falar, é fundamental normalizar. Tornar estas conversas parte do quotidiano, acessíveis, informadas e livres de estigma. Criar espaço para esse diálogo é um passo decisivo para uma sociedade mais consciente, mais empática e mais humana. (...) Mais do que celebrar obras, celebramos o impacto que estas histórias podem ter na forma como pensamos, como sentimos e como cuidamos uns dos outros. Porque falar de saúde mental não é uma tendência. É uma responsabilidade coletiva. Porque uma mostra internacional de curtas-metragens não é apenas cultura. É um dos canais de mensagem mais eficazes, um espaço onde dados, narrativa e emoção se encontram ao serviço da mudança.”
Filipe Manuel Pereira, CARMA
“Mais do que um objeto, este troféu é um símbolo vivo da capacidade de regenerar, de criar laços inesperados e de encontrar, no outro, a força para continuar.”
Isabel Silva, SILDEL
A programação dá também destaque ao talento português, com a exibição das curtas Uma História Mal Narrada, de Rui Paulo Silva, A Minha Casa, de André Fontaneta d’Errico e Catarina Reis Bogalho, e EGO, de Diogo Assis e Rafael Vicente - reflexo de uma open call cada vez mais participada e da crescente qualidade da produção nacional.
Nesta edição especial, o festival assume-se como um verdadeiro radar da saúde mental, revisitando temas, vozes e momentos que marcaram as suas dez edições. As M-Talks regressam com um formato de reflexão sobre o tempo: um olhar sobre o antes e o depois, reunindo convidados que voltam ao festival para partilhar o que mudou — ou não — desde a sua primeira participação. Entre os nomes confirmados estão Vítor Cotovio (psiquiatra, membro do Conselho Nacional de Saúde Mental), Paula Domingos (assistente social, Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental), Miguel Ricou (psicólogo), Catarina Janeiro (psicóloga clínica e psicoterapeuta), Inês Rothes (professora auxiliar FPCEUP), Samuel Antunes (professor universitário, psicólogo e psicoterapeuta), André Viamonte (compositor, cantor e musicoterapeuta), Rui Albuquerque (médico psiquiatra e professor universitário), Ivo Canelas (ator), Cristóvão Campos (ator), Maria João Pinho (atriz) e Surma (música/ artista). A moderação estará a cargo das jornalistas Susana Marvão e Rita Santos, e do encenador Tiago Lima.
O M-Click reafirma-se como espaço de pensamento e experimentação, dando palco a ideias inovadoras e projetos emergentes que cruzam cultura, ciência e criatividade. Nesta edição participam Gil Henriques (musicoterapeuta), Luís Latoeiro (mmpreendedor social), Marcelo Mendonça (neurologista e neurocientista), Maria Melo (psicomotrista) e Sónia Santos (psicóloga), reforçando o papel do festival na antecipação de tendências e na abertura de novas conversas.
Um dos momentos mais marcantes do festival volta a ser o My Story, My Song, onde a música e a experiência pessoal se cruzam num espaço de partilha autêntica e profunda. Aqui, artistas expõem a sua vulnerabilidade, criando uma ligação única com o público e contribuindo para a desconstrução do estigma em torno da saúde mental. A convidada desta edição é Maria João, artista de referência internacional, reconhecida pela sua liberdade criativa e constante reinvenção que será acompanhada pelo músico e produtor João Farinha.
A programação integra ainda o M-Natura, que reforça a ligação entre natureza e bem-estar, com propostas como o workshop infantil “Floresta: Ecossistemas e Habitat” e o documentário Malcata, de Miguel Cortes Costa e Ricardo Guerreiro,seguido de conversa; o M-Play Jovem, com uma nova criação teatral protagonizada por jovens da Unidade W+ da Santa Casa da Misericórdia; o M-Cinema Jovem, dedicado à sensibilização das novas gerações através do cinema; e o M-Senior, com o workshop “Idade Não É Prazo de Validade”.
Ao longo de dez anos, o Festival Mental consolidou-se como um projeto cultural de referência, criando pontes entre diferentes áreas do saber e promovendo uma abordagem informada, sensível e inclusiva da saúde mental. Num tempo em que se fala cada vez mais sobre o tema, o festival continua a afirmar a importância de falar melhor, com conhecimento, responsabilidade e profundidade.
Festival Mental, Pense, Fale, Saiba, Reaja!
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https://x.com/FestivalMental
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segunda-feira, abril 06, 2026
A Música Dá Trabalho segue caminho pelas escolas com novas paragens antes do verão
GAIA BANFI apresenta "La Maccaia" no Salão Brazil
La Maccaia é o mais recente disco de Gaia Banfi (com data de lançamento a 4 de Abril, pela Trovarobato).
É o terceiro lançamento de Gaia, a nova promessa da cena musical italiana. Sucede a Piazza Centrale e Seia e move-se por entre memórias difusas para partilhar estórias intemporais, usando uma linguagem singular, fundindo traços da música pop e da música eletrónica, atravessados por uma identidade autoral notável.
Hipnótica e magnética, a música de Banfi é sedutora — de uma forma subtil — insinua-se no corpo e na mente e faz um convite para uma imersão na beleza.
Gaia Banfi nasceu em Milão, mas vive há alguns anos em Bolonha. Neste álbum, porém, é Génova que ressoa, o lugar da sua infância, que aqui se torna cenário para uma dimensão simbólica que facilmente pode ser amplamente partilhada.
Neste cenário etéreo, Banfi escolhe o jogo de contrastes entre sons "pesados" e sons "suaves", entre o minimalismo e o majestoso e entre a repetição e a progressão explosiva.
O seu mundo musical recolhe influências tão distintas quanto as da música de Radiohead, Bon Iver, Floating Points e Robert Wyatt.
A apresentação deste trabalho marca ainda a estreia de Gaia Banfi em Portugal, assinalando a primeira vez que a artista se apresenta ao vivo no país.
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Mais de 170 concertos de música clássica chegam à Filmin em exclusivo
domingo, abril 05, 2026
Ambre Ciel - Estreia em Portugal a 11 de abril - Casa da Cultura em Setúbal
Ambre Ciel estreia- se em Portugal a 11 de abril na Casa da Cultura em Setúbal.
Num concerto exclusivo no nosso país, a compositora canadiana Ambre Ciel vem apresentar-nos o seu álbum de estreia "still, there is the sea” editado no passado mês de junho pela Gondwana Records.
Ambre Ciel é uma compositora, violinista, pianista e cantora de Montreal, Canadá, que cria uma música pop onírica, expansiva e espaçosa, influenciada por artistas contemporâneos com influência clássica, como Agnes Obel, Patrick Watson, Sufjan Stevens e Thom Yorke. Também se inspira no mundo impressionista de Debussy e nos minimalistas americanos Philip Glass e Steve Reich, além de mencionar a "música que respira" de artistas como Gyða Valtýsdóttir, JFDR ou o trabalho colaborativo de Jónsi e Alex Somers.
Dia: 11 de abril 2026
Local: Casa da Cultura de Setúbal
Hora: 21:30
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