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Albert Collins - Album "Cold snap"
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A Biblioteca da Nazaré informa que se encontra novamente disponível o 4.º volume da Colecção Património Nazareno:
Manuel Remígio – O Homem, o Profissional e o Cidadão (Biografia),
da autoria de Rui Remígio.
Após período em que o título esteve esgotado, foi efetuada uma reposição muito limitada, encontrando-se disponíveis apenas 10 exemplares.
Esta edição de autor constitui um contributo relevante para a valorização e preservação da memória histórica local, evocando a figura de Manuel Remígio nas suas dimensões humana, profissional e cívica, com interesse para instituições que desenvolvem trabalho nas áreas da cultura, património e história regional.
O autor, Rui Remígio, nasceu na Vila da Nazaré, sendo descendente de várias gerações de nazarenos. Licenciado em Engenharia Mecânica (IST), com formação em Alta Direção de Empresas (Universidade de Navarra), possui MBA em Reabilitação e Requalificação Urbana e é doutorando em História Regional e Local na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Valor do exemplar: 12€.
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O conto de fadas com Marion Cotillard e Gaspar Noé estreia em exclusivo
A Filmin estreia em exclusivo a 26 de fevereiro, A Torre de Gelo com Gaspar Noé e Marion Cotillard, vencedora de um Óscar, brilha nesta versão moderna de "A Rainha das Neves". Um dos filmes recentes mais aclamados e um verdadeiro triunfo da imaginação.
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A Filmin estreia no próximo dia 26 de fevereiro A Torre de Gelo, o novo filme da realizadora francesa Lucile Hadzihalilovic (Inocência, Evolution). O filme venceu o Urso de Prata para a Contribuição Artística no último Festival de Berlim e arrecadou o prémio Zabaltegi-Tabakalera para Melhor Filme no Festival de San Sebastián.
O filme é protagonizado pela vencedora do Óscar Marion Cotillard, recordada por títulos como La vien en Rose ou Meia-Noite em Paris, e pela atriz revelação Clara Pacini. Trata-se da quarta longa-metragem da realizadora e do segundo encontro entre Hadzihalilovic e Cotillard, que já tinham trabalhado juntas em Inocência (2004).
Anos 70. Atraída pelas luzes da cidade, Jeanne foge de um orfanato situado no alto das montanhas. Refugia-se num estúdio de cinema, que explora em segredo durante a noite. Durante o dia, são filmadas as cenas de "A Rainha das Neves", protagonizada pela enigmática Cristina. Jeanne cai imediatamente sob o encanto da bela e atormentada estrela. Entre a atriz e a jovem surge uma fascinação mútua.
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A Torre de Gelo é uma versão moderna e onírica do conto popular “A Rainha das Neves”. Esta história de Hans Christian Andersen, publicada em 1844, narra como um fragmento de um espelho maligno congela o coração de Kai, que é raptado pela gélida Rainha das Neves. A sua amiga Gerda tem a missão de resgatá-lo numa viagem repleta de provações.
Hadzihalilovic descobriu Hans Christian Andersen aos cinco anos, quando a mãe lhe lia incansavelmente as versões integrais dos seus contos de fadas. Desde então, continuam a fasciná-la: Tanto pela sua complexidade humana e pelo retrato sensível e não moralista dos nossos medos e desejos, como pela sua rica imaginação poética, comenta a realizadora.
Entre paisagens nevadas tingidas por uma ténue luz azul e interiores acolhedores, Hadzihalilovic confronta constantemente as fronteiras entre realidade, ficção e fantasia, com imagens que poderiam pertencer a ambos os mundos, refletindo a mesma dualidade da Rainha das Neves: Fascina-me particularmente uma figura de perfeição e de saber, inacessível e misteriosa, ao mesmo tempo atraente e assustadora. Foi o encontro entre a jovem e esta rainha que deu origem a este filme.
O projeto assinala o reencontro entre Marion Cotillard e Lucile Hadzihalilovic vinte anos depois de Inocência. Cotillard recorda que se voltaram a encontrar numa festa, onde a realizadora lhe falou do projeto, deixando-a muito entusiasmada: Adoro trabalhar com pessoas com quem já trabalhei, comenta a atriz.
Nesta ocasião, Cotillard contracena com a atriz estreante Clara Pacini e também com Gaspar Noé, que interpreta um realizador de cinema no set dos anos setenta, uma personagem que evoca os grandes mestres obsessivos da história do cinema.
A Torre de Gelo fica disponível em exclusivo, dia 26 de Fevereiro.
PAÍS Alemanha
DURAÇÃO 155’
ARGUMENTO Louise Peter, Mascha Schilinski
ELENCO Hanna Heckt, Lena Urzendowsky, Susanne Wuest
GÉNERO Drama
LÍNGUA Alemão
ESTREIA 19 fevereiro
SINOPSE Ao longo de um século, Alma, Erika, Angelika e Lenka, quatro raparigas de diferentes gerações, passam a sua juventude na mesma quinta no norte da Alemanha. Os ecos do passado permanecem nas suas paredes, e as suas vidas entrelaçam-se até que o tempo parece dissolver-se.
Uma história envolvente que nos mergulha na experiência feminina vivida por aquelas que ficaram à margem da história.
Festival de Cannes, Prémio do Júri
Óscares, Shortlist de Melhor Filme Internacional e Melhor Fotografia
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Neste Carnaval, época festiva do Entrudo, a Filmin estreia no dia 12 de fevereiro, em exclusivo, O Diabo do Entrudo, um documentário original do realizador português Diogo Varela Silva.
O Diabo do Entrudo mergulha nas raízes ancestrais do Entrudo de Lazarim, em Lamego. Um filme sobre o Entrudo de Lazarim que se foca nos fascinantes caretos e nos seus trajes elaborados, fazendo também uma reflexão sobre género e a perpetuação de costumes ancestrais, passados entre gerações numa antiga aldeia de Portugal. O documentário destaca como rituais e tradições são mantidos vivos e transmitidos de geração em geração, oferecendo uma perspetiva íntima e rica das transformações sociais e culturais ao longo do tempo.
Desde a sua estreia mundial no festival Doclisboa, em outubro de 2024, o documentário tem recebido reconhecimento internacional, conquistando diversos prémios e menções: como a Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema Documental Rhodope (Bulgária) pela singularidade do olhar cinematográfico e pela riqueza cultural apresentada; Gold Award para Melhor Documentário de Longa-Metragem nos Florence Film Awards, em Itália, reforçando a projeção internacional do cinema português e distinções em mostras de Roma e Milão, o Silver Award nos New York Movie Awards e o Prémio do Público no Festival Internacional de Cinema de Santarém.
Este percurso reforça o compromisso da obra com a promoção e preservação do património cultural imaterial português, transmitindo a força das tradições populares através de uma narrativa cinematográfica envolvente e sensível.
A estreia exclusiva no Carnaval, na Filmin, é pensada como uma homenagem à própria essência festiva do Entrudo, convidando espectador a descobrir e refletir sobre esta celebração ancestral num momento em que as tradições ganham vida nas ruas e na cultura coletiva.
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O tema é a primeira revelação de "Quando um fio s’ensarilha" e funciona como porta de entrada para um trabalho onde a tradição se cruza com a criação contemporânea, tendo a voz como eixo central.
Entre tantas canções possíveis, a escolha do single não foi imediata: era preciso começar por um nó.
“Zamburra” é o primeiro tema do álbum, frequentemente associado ao ciclo de Inverno, também cantada por alturas do Entrudo, tempo de passagem e de inversão, quando os corpos despertam do frio, as vontades se libertam e o mundo volta a animar-se.
Correm mar abaixo as coisas que o dinheiro não compra, enquanto das casas escapam espanta-males, graças e gritos desencontrados que devolvem a vida aos dias. “Zamburra” nasce precisamente desse momento liminar, quando o fio começa a ceder e a vida se reata. É o primeiro fio a ser desensarilhado.
Os arranjos são assinados por Segue-me à Capela, Amélia Muge, Zé Martins e Quiné Teles, a partir de recolha de Armando Leça, em Malpica, concelho de Castelo Branco.
“Zamburra” é, pois, o primeiro avanço de "Quando um fio s’ensarilha", o terceiro álbum de Segue-me à Capela, que surge dez anos após o último registo do grupo.
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Quem são Segue-me à Capela:
Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.
O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.
Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.
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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/
The Fugees
The Fugees electrified the room with "Killing Me Softly With His Song" on Sunday. Pre-order their GRAMMY-winning album (1997) The Score on vinyl now!
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China
Singapura
Alemanha
Estados Unidos
Canadá
Portugal
Brasil
Vietname
Índia
Bangladeche
França
Indonésia
México
Argélia
Reino Unido
Israel
Japão
Paquistão
Venezuela
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Outros
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Rui Veloso + Carlos Tê
135 mil lugares sentados.
Provavelmente será também um excelente espaço para música ao vivo e outros eventos.
Excelente!
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Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.
Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar".
Com o financiamento concedido pela Câmara de Viseu, Davi teve a oportunidade de gravar o seu primeiro EP, intitulado Fui Só Amor — uma coletânea de 6 canções e um poema que, através do uso de sonoridades brasileiras e portuguesas, explora temas como a morte, o amor e o autoconhecimento através de uma narrativa que aborda a relação entre o Brasil e Portugal de forma íntima e pessoal, com letras de caráter poético e introspetivo.
Com 7 faixas, o EP foi produzido por Rúben Teixeira e Guilherme Marta e traz influências que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico, criando uma sonoridade intensa e íntima. Ao contrário do seu primeiro lançamento, as canções que compõem este novo projeto são acompanhadas por 5 músicos: Gonçalo Froufe (guitarra elétrica), Guilherme Marta (guitarra braguesa), Mariana Lopes (voz), Pedro Novo (baixo) e Rúben Teixeira (bateria).
O primeiro single lançado, “Olha o Brilho”, acompanha as preces que o autor faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico ao longo de uma melodia que remete ao transe do adormecer. Abordando a ideia de que a natureza é Deus, o final da canção é composto pela mesma frase repetida diversas vezes como um mantra. O seu videoclipe, gravado, realizado e editado por Rita Cruz, com o fundo constantemente preto, remete novamente ao sono, à noite, aos sonhos, à morte e a Deus.
Segundo Davi Santiago, o EP “É uma jornada de descoberta sobre o que é o amor, até ao momento da morte”.
Fui Só Amor, a editar dia 10 de Abril, reforça a identidade artística de Davi Santiago e aponta novos caminhos para a sua carreira, dialogando com o cenário de música emergente em Portugal e no Brasil e ampliando o seu alcance dentro da música World / MPB contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/ddavi_santiago/?hl=en
Facebook: https://www.facebook.com/davi.santiago.16503
YouTube: https://www.youtube.com/@ddavisantiago
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With Midnight Sessions, Black & Tan Records presents the first release from its new Bluestronica platform — a project dedicated to exploring the evolving edges of blues-influenced electronic music.
Bluestronica: Midnight Sessions focuses on the darker, after-hours side of the blues spectrum. Across the compilation, raw vocals and expressive guitars blend with downtempo beats, lo-fi textures and subtle hip-hop rhythms. The result is not a dancefloor-oriented release, but an intimate listening experience shaped by mood, space and atmosphere.
The artists featured on Midnight Sessions operate in the space between tradition and experimentation. While the emotional core of the blues remains clearly present, it is reimagined through modern production techniques and electronic arrangements. Each track contributes to a cohesive late-night flow, moving between electronic blues, alternative blues and downtempo soundscapes.
Bluestronica was created as a platform within the Black & Tan ecosystem to highlight contemporary blues hybrids and future-facing interpretations of the genre. Midnight Sessions marks the first chapter of this new series, setting the tone for releases that aim to stretch the boundaries of blues while staying true to its expressive depth.
For listeners who prefer high-quality audio and album-focused platforms, this release is also available on Qobuz.
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https://blues-tronica.com/index.php/bt-358-midnight-sessions/
Paint the Seven foi editada dois anos depois da original, numa versão traduzida para inglês com o apoio do projeto BELEM.
"Pinte o sete" é uma expressão popular portuguesa frequentemente citada pelo poeta e pintor modernista Almada Negreiros. Em 2023, a banda não simão lançou um álbum com este título, apresentando poemas de quatro escritores portugueses de três séculos diferentes: Cesário Verde, Almada Negreiros, Ana Hatherly e Cláudia R. Sampaio. Para partilhar um vislumbre do legado literário português com uma maior audiência, alguns dos poemas de "Pintar o sete" foram traduzidos e as canções foram regravadas em inglês. A poesia e a música portuguesa têm assim uma nova e merecida oportunidade de chegar ao público internacional.
" Os não simão viram no projeto BELEM a oportunidade de realizar uma ambição antiga de traduzir alguns poemas de poetas portugueses e musica-los. A banda apresentou em 2023 o trabalho Pintar o Sete e o resultado alcançado foi o esperado, levar poesia nacional de vários séculos em formato canção aos mais diversos públicos incluindo a rádio nacional.
Estas traduções e respetivas gravações foram possíveis através das candidaturas ao projeto BELEM e ao nosso editor, possibilitando um novo cenário de levar a poesia nacional a mercados internacionais e iniciar uma possível internacionalização da banda e das suas músicas. O líder do projeto, Simão Palmeirim, traduziu os poemas com rigor literário e musical permitindo manter a mensagem dos textos originais"
O projeto BELEM (boosting European Lyrics and their Entrepreneurial Monetization) fomenta o licenciamento, agregação, distribuição, e tradução com significado de obras musicais europeias, impulsionando significativamente a sustentabilidade das mesmas para publishers e compositores. Um passo fundamental para atingir este objetivo é ultrapassar a barreira linguística para músicas escritas em línguas e dialetos minoritários no contexto europeu.
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A Biblioteca da Nazaré informa que disponibiliza acesso gratuito à internet e carregamento gratuito de dispositivos móveis, como apoio à população.
📍 Local: Rua Mouzinho de Albuquerque, n.º 51, Nazaré
🕑 Horário: Segunda a sexta-feira | 14h00 – 18h00
A Biblioteca da Nazaré reafirma o seu compromisso com o serviço público, a inclusão digital e o apoio à comunidade.
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Devido às recentes alterações climatéricas.