quinta-feira, abril 16, 2026

quarta-feira, abril 15, 2026

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 Vasco Moreira Gritali 

(Vasco Alexandre Da Rocha Moreira)

Guitar player and producer 

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Maria Luiza Jobim, Azul Piscina e 18º Workshop de Jazz de Viseu são as primeiras confirmações da 14ª edição do Festival Que Jazz É Este?

Na sua 14ª. edição, o festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu e já não pede licença para existir: expande-se, experimenta, arrisca e instala-se na cidade como quem sabe ao que vem. Mantendo viva a sua identidade eclética, diversificada e acessível que privilegia a ocupação de espaços públicos, continua a responder à pergunta que lhe dá nome com mais dúvidas do que certezas. De 8 a 19 de julho apresenta uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.


 


O festival volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, coletivos e intérpretes locais, afirmando-se como um catalisador de encontros e intercâmbios. Num equilíbrio entre propostas artísticas à margem dos circuitos comerciais e uma programação de largo espectro, o Que Jazz É Este? mantém o seu forte potencial de congregação de públicos diversos.


 


Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao ‘donativo consciente’ — porque a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito, e porque apoiar quem cria é garantir que a música continua a acontecer.


 


Entre as primeiras confirmações destacam-se três propostas que espelham a diversidade estética do festival:


MARIA LUIZA JOBIM apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro, dia 18 de julho, trazendo consigo uma sonoridade que oscila entre a delicadeza da MPB, a subtileza da eletrónica e a atmosfera do jazz. Depois do álbum de estreia Casa Branca (2019), afirmou em Azul (2023) uma escrita onde a poesia contemporânea se entrelaça com uma abordagem musical intimista. Em Viseu, antecipa-se um concerto que cruza afetos, memória e paisagem.


No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de AZUL PISCINA, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Partindo de uma escuta atenta e de uma criação coletiva em tempo real, o trio constrói um discurso onde composição e improvisação coexistem em permanente mutação, dando origem a um espaço sonoro dinâmico, sensível e imprevisível.


A dimensão pedagógica do festival materializa-se, uma vez mais, no 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que terá lugar de 15 a 17 de julho no Teatro Viriato. Orientado por Rita Maria e Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.


 


Mais do que um festival, o Que Jazz É Este? continua a afirmar-se como um processo — um espaço em constante mutação onde se experimentam formas, se cruzam percursos e se ensaiam futuros possíveis para a música e para a cidade, colocando Viseu no mapa dos festivais que pensam o jazz para além dos seus limites convencionais.


 


A programação detalhada vai sendo actualizada no site oficial https://quejazzeeste.com/


 


https://www.instagram.com/quejazzeeste/


https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT

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https://www.instagram.com/quejazzeeste/

Inauguração da exposição "Mica I — O fio que nasce da terra" • 18 abril, 16h00 • Loja Oficina



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Guitarist Magazine - Cream


 Website - Comprar

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Mariana Reis - Single "Não era amor"

Spotify  

domingo, abril 12, 2026

Visitas +

Estados Unidos


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Países Baixos


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Iraque


Japão


Lituânia

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Outros

Carlos Raposo - single e video “Rua do Castelo”

 

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sábado, abril 11, 2026

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 Spotify

Fisher Z ao vivo no Coliseu de Lisboa


Os britânicos Fischer-Z regressam a Portugal para celebrar 50 anos de carreira.


 


Ícone da new wave e do rock alternativo desde os anos 70, a banda destaca-se pelas suas melodias marcantes e letras com forte consciência social.


 


Temas como "The Worker", "So Long" e "Marliese" tornaram-se clássicos intemporais. Este concerto integra as celebrações do seu 50.º aniversário.

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https://coliseulisboa.com/eventos/fischer-z/

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sexta-feira, abril 10, 2026

Abril | Biblioteca da Nazaré — Destaque de 6 de abril


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No âmbito das comemorações do mês de abril, a Biblioteca da Nazaré encontra-se a divulgar, através das suas redes sociais e por via eletrónica, um conjunto de conteúdos dedicados ao seu acervo sobre o antes, durante e depois da Revolução dos Cravos.


Destaque do dia 6 de abril:


📖 Portugal Amordaçado

de Mário Soares


Há livros que não apenas testemunham a História — participam nela.

Escrito no exílio e publicado originalmente em 1972, Portugal Amordaçado chega a Portugal em outubro de 1974, já depois da queda do regime, assumindo-se como um documento fundamental para a compreensão do contexto político e social do período.


A primeira edição portuguesa, editada pela Arcádia, constitui simultaneamente um testemunho crítico do regime e um marco editorial do início de um novo ciclo histórico, refletindo sobre os mecanismos de limitação da liberdade e da expressão.


💬 “Um país onde não se pode falar livremente é um país sem futuro.”


📍 Biblioteca da Nazaré

A Biblioteca da Nazaré preserva e disponibiliza um vasto acervo dedicado ao antes, durante e depois do 25 de Abril de 1974, promovendo o acesso público à memória histórica e ao conhecimento.


🕒 Horário de verão

Segunda a sexta-feira: 15h00–19h00

Encerrada aos sábados, domingos e feriados


Biblioteca da Nazaré

87 anos ao serviço da cultura

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 Vasco Moreira Gritali - Guitar days 

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Bandcamp

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Amazon

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Spotify


10ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MENTAL ANUNCIA PROGRAMAÇÃO, VENCEDOR DO PRÉMIO M-CINEMA 2026 ECELEBRA UMA DÉCADA DE CULTURA E SAÚDE MENTAL EM PORTUGAL

A 10ª edição do Festival Mental – Cinema, Artes e Informação realiza-se de 14 a 17 de maio, em Lisboa, com programação distribuída por espaços emblemáticos como o Cinema São Jorge e a Quinta das Conchas. Esta edição assinala uma década de um projeto pioneiro em Portugal que, através da cultura, tem vindo a promover a saúde mental, combater o estigma e contribuir ativamente para a literacia nesta área.


 


Mais do que um festival, o Festival Mental afirma-se como uma plataforma de encontro entre ciência, arte e sociedade, reunindo cinema, música, teatro, dança, literatura, pensamento crítico e participação comunitária. Ao longo de dez anos, construiu um percurso consistente, acompanhando a evolução do discurso público sobre saúde mental e antecipando temas que hoje são centrais no debate contemporâneo.


 


As celebrações arrancam a 12 de maio, às 18h30m, com um Warm Up no atmosfera m, espaço do parceiro Montepio Associação Mutualista, que apresenta uma seleção de filmes vencedores de edições anteriores - um momento de revisitação e memória que prepara o público para esta edição comemorativa. A entrada, mediante inscrição para o e-mail


atmosferam.lisboa@montepio.pt é limitada ao número de lugares disponível.


 


O cinema mantém um papel central na programação através da Mostra Internacional de Curtas-Metragens (M-Cinema), eixo estruturante do festival, que reúne uma seleção criteriosa de obras com elevada qualidade artística e relevância temática. Em 2026, o filme foi atribuído a Rzeczy znalezione (Lost & found), da realizadora polaca Wiktoria Kwoka, que estará em Portugal para receber o troféu. A curta-metragem foi distinguido por um júri constituído por especialistas das áreas do cinema e da psicologia: Francisco Costa (editor de Cinema e Programador no Festival Mental), Maria João Barros (psicóloga clínica e psicoterapeuta), Sérgio Viana (psicólogo clínico e presidente da Delegação Regional do Centro da Ordem dos Psicólogos) e Rui Henriques-Coimbra (correspondente em LA da HFPA).


 


O troféu é novamente produzido e oferecido pela SILDEL, reforçando a ligação entre o setor empresarial e o apoio à cultura e à saúde mental. A CARMA consolida-se como parceiro fundamental na viabilização do prémio da Mostra Internacional de Curtas-Metragens, assumindo um papel determinante na valorização do cinema enquanto ferramenta de impacto social e promoção da literacia em saúde mental.


 


“Há temas que durante demasiado tempo viveram no silêncio. A saúde mental foi um deles. Falar é essencial, mas mais do que falar, é fundamental normalizar. Tornar estas conversas parte do quotidiano, acessíveis, informadas e livres de estigma. Criar espaço para esse diálogo é um passo decisivo para uma sociedade mais consciente, mais empática e mais humana. (...) Mais do que celebrar obras, celebramos o impacto que estas histórias podem ter na forma como pensamos, como sentimos e como cuidamos uns dos outros. Porque falar de saúde mental não é uma tendência. É uma responsabilidade coletiva. Porque uma mostra internacional de curtas-metragens não é apenas cultura. É um dos canais de mensagem mais eficazes, um espaço onde dados, narrativa e emoção se encontram ao serviço da mudança.”


Filipe Manuel Pereira, CARMA


 


“Mais do que um objeto, este troféu é um símbolo vivo da capacidade de regenerar, de criar laços inesperados e de encontrar, no outro, a força para continuar.”


Isabel Silva, SILDEL


 


A programação dá também destaque ao talento português, com a exibição das curtas Uma História Mal Narrada, de Rui Paulo Silva, A Minha Casa, de André Fontaneta d’Errico e Catarina Reis Bogalho, e EGO, de Diogo Assis e Rafael Vicente - reflexo de uma open call cada vez mais participada e da crescente qualidade da produção nacional.


 


Nesta edição especial, o festival assume-se como um verdadeiro radar da saúde mental, revisitando temas, vozes e momentos que marcaram as suas dez edições. As M-Talks regressam com um formato de reflexão sobre o tempo: um olhar sobre o antes e o depois, reunindo convidados que voltam ao festival para partilhar o que mudou — ou não — desde a sua primeira participação. Entre os nomes confirmados estão Vítor Cotovio (psiquiatra, membro do Conselho Nacional de Saúde Mental), Paula Domingos (assistente social, Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental), Miguel Ricou (psicólogo), Catarina Janeiro (psicóloga clínica e psicoterapeuta), Inês Rothes (professora auxiliar FPCEUP), Samuel Antunes (professor universitário, psicólogo e psicoterapeuta), André Viamonte (compositor, cantor e musicoterapeuta), Rui Albuquerque (médico psiquiatra e professor universitário), Ivo Canelas (ator), Cristóvão Campos (ator), Maria João Pinho (atriz) e Surma (música/ artista). A moderação estará a cargo das jornalistas Susana Marvão e Rita Santos, e do encenador Tiago Lima.


 


O M-Click reafirma-se como espaço de pensamento e experimentação, dando palco a ideias inovadoras e projetos emergentes que cruzam cultura, ciência e criatividade. Nesta edição participam Gil Henriques (musicoterapeuta), Luís Latoeiro (mmpreendedor social), Marcelo Mendonça (neurologista e neurocientista), Maria Melo (psicomotrista) e Sónia Santos (psicóloga), reforçando o papel do festival na antecipação de tendências e na abertura de novas conversas.


 


Um dos momentos mais marcantes do festival volta a ser o My Story, My Song, onde a música e a experiência pessoal se cruzam num espaço de partilha autêntica e profunda. Aqui, artistas expõem a sua vulnerabilidade, criando uma ligação única com o público e contribuindo para a desconstrução do estigma em torno da saúde mental. A convidada desta edição é Maria João, artista de referência internacional, reconhecida pela sua liberdade criativa e constante reinvenção que será acompanhada pelo músico e produtor João Farinha.


 


A programação integra ainda o M-Natura, que reforça a ligação entre natureza e bem-estar, com propostas como o workshop infantil “Floresta: Ecossistemas e Habitat” e o documentário Malcata, de Miguel Cortes Costa e Ricardo Guerreiro,seguido de conversa; o M-Play Jovem, com uma nova criação teatral protagonizada por jovens da Unidade W+ da Santa Casa da Misericórdia; o M-Cinema Jovem, dedicado à sensibilização das novas gerações através do cinema; e o M-Senior, com o workshop “Idade Não É Prazo de Validade”.


 


Ao longo de dez anos, o Festival Mental consolidou-se como um projeto cultural de referência, criando pontes entre diferentes áreas do saber e promovendo uma abordagem informada, sensível e inclusiva da saúde mental. Num tempo em que se fala cada vez mais sobre o tema, o festival continua a afirmar a importância de falar melhor, com conhecimento, responsabilidade e profundidade.


 


Festival Mental, Pense, Fale, Saiba, Reaja!


 


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segunda-feira, abril 06, 2026

A Música Dá Trabalho segue caminho pelas escolas com novas paragens antes do verão


Em 2026, A Música dá Trabalho continua o seu percurso junto das comunidades escolares, com o objetivo de aproximar os mais novos do universo da música e de tudo o que acontece antes da música chegar aos seus ouvidos. Ao longo de um dia, o projeto propõe uma experiência onde os alunos descobrem, experimentam e compreendem as diferentes profissões que fazem parte deste universo, desde os bastidores até ao palco, entre elas Compositor, Engenheiro de Som, Editora, Realizador de Vídeo, Técnico de Som e Técnico de Luz. Como ponto de partida, cada aluno recebe um livro d’A Música Dá Trabalho, com textos de Hugo Ferreira e Patrícia Martins e ilustrações de Tenório, que apresenta 22 profissões ligadas à música e convida a pensar em tudo o que acontece antes de uma música chegar aos nossos ouvidos.

 

Este ano, A Música dá Trabalho já passou por Torres Vedras, Mafra, Paredes e Sesimbra, onde levou a música a diferentes realidades e criou momentos de encontro, descoberta e partilha.

Agora, o caminho continua, com novas paragens e a mesma vontade de chegar a cada vez mais escolas!

 

Com a chegada dos dias mais quentes, o projeto prepara-se para mais um conjunto de paragens antes do verão.

 

Entre os dias 5 e 8 de maio, A Música Dá Trabalho passa por Viseu, com concertos de Xico Gaiato (5 de maio), o mais recente artista da Omnichord, que assume a urgência de transformar emoções, tensões e observações sobre a vida em música.

5ª Punkada (6 de maio), outro projeto Omnichord, com a sua energia punk inconfundível, continua a afirmar que a música é um espaço para todos; Aurora Brava (7 de maio), uma banda de rock experimental que traz na sua música elementos de vários subgéneros da música alternativa e A Voz do Rock (8 de maio), o coletivo de avós, que rompem fronteiras do rock entre gerações.


De 11 a 13 de maio, o projeto segue para Vale de Cambra, com Unsafe Space Garden (11 de maio) que trazem uma abordagem mais irreverente e inesperada aos mais novos e Susie Filipe (12 de maio) com um registo mais próximo e emotivo, e contamos ainda com MonchMonch (13 de maio), que vai encher a escola de muita energia e experimentação.

 

No dia 14 de maio, passa pela Maceira, com o regresso da 5ª Punkada para mostrar que em palco não há limites quando há vontade de criar e partilhar!

 

O percurso continua em Loulé, nos dias 19 e 20 de maio, onde se encerra este ciclo antes do verão, com dois momentos ainda por revelar.

Mais do que um dia nas escolas, A Música dá Trabalho é um espaço de descoberta, onde a música se torna ponto de encontro entre alunos e o mundo artístico. É um projeto que mostra que a música não vive só no palco, mas em todas as pessoas e profissões que a tornam possível.

Seguimos com a mesma vontade de sempre: continuar a levar a música, as suas histórias e os seus caminhos a cada vez mais escolas, criar memórias que, para muitos, começam aqui.

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GAIA BANFI apresenta "La Maccaia" no Salão Brazil


La Maccaia é o mais recente disco de Gaia Banfi (com data de lançamento a 4 de Abril, pela Trovarobato).

É o terceiro lançamento de Gaia, a nova promessa da cena musical italiana. Sucede a Piazza Centrale e Seia e move-se por entre memórias difusas para partilhar estórias intemporais, usando uma linguagem singular, fundindo traços da música pop e da música eletrónica, atravessados por uma identidade autoral notável.


Hipnótica e magnética, a música de Banfi é sedutora — de uma forma subtil — insinua-se no corpo e na mente e faz um convite para uma imersão na beleza.


Gaia Banfi nasceu em Milão, mas vive há alguns anos em Bolonha. Neste álbum, porém, é Génova que ressoa, o lugar da sua infância, que aqui se torna cenário para uma dimensão simbólica que facilmente pode ser amplamente partilhada.


Neste cenário etéreo, Banfi escolhe o jogo de contrastes entre sons "pesados" e sons "suaves", entre o minimalismo e o majestoso e entre a repetição e a progressão explosiva.


O seu mundo musical recolhe influências tão distintas quanto as da música de Radiohead, Bon Iver, Floating Points e Robert Wyatt.


A apresentação deste trabalho marca ainda a estreia de Gaia Banfi em Portugal, assinalando a primeira vez que a artista se apresenta ao vivo no país.

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https://www.instagram.com/salao_brazil/

Mais de 170 concertos de música clássica chegam à Filmin em exclusivo

A Filmin anuncia a chegada exclusiva de mais de 170 concertos de música clássica da Medici.tv, ao seu catálogo em Portugal, numa aposta contínua na diversificação de conteúdos culturais de excelência. Esta nova incorporação inclui interpretações de alguns dos mais conceituados músicos da atualidade, bem como gravações provenientes de salas e festivais de referência internacional.

Entre os destaques desta programação encontram-se concertos de pianistas e intérpretes de renome como Mao Fujita, Martha Argerich e Evgeny Kissin, bem como atuações da soprano Fatma Said, reconhecida pela sua versatilidade e presença nos mais prestigiados palcos mundiais. A soprano Fatma Said oferece um recital verdadeiramente inesquecível diante de um dos marcos mais famosos do mundo: as Pirâmides de Gizé. 

A oferta inclui ainda produções registadas em instituições icónicas como a Ópera de Paris, além de apresentações captadas em festivais de grande prestígio, como o Festival de Verbier e o Festival de Granada, proporcionando aos subscritores, o acesso privilegiado a alguns dos momentos mais marcantes da música clássica contemporânea.

O pianista sul-coreano Minsoo Sohn lança-se num dos desafios mais intimidantes do repertório para piano no Verbier Festival 2025: as três últimas sonatas para piano de Beethoven. Também No Verbier Festival 2025, o pianista Alexandre Kantorow dedica-se a uma das obras mais conhecidas de Rachmaninov, com Teodor Currentzis à frente da Verbier Festival Orchestra.
Igualmente, o violinista de renome mundial Marc Bouchkov une-se à Verbier Festival Chamber Orchestra sob a aclamada batuta de Teodor Currentzis num concerto de tirar o fôlego.

No que diz respeito à direção musical, este conjunto reúne maestros de referência internacional, entre os quais Sir Simon Rattle, Marios Papadopoulos, Jakub Hrůša, entre outros, cujas interpretações são amplamente reconhecidas pela crítica e pelo público.

Destaque para os concertos do aclamado maestro Klaus Mäkelä que conduz o histórico ensemble na estreia mundial de uma nova obra de Betsy Jolas, seguida da Sinfonia n.º 2 de Mahler e o concerto com a magistral interpretação de Haydn pelo maestro Gábor Takács-Nagy, acompanhado pelo pianista Sir András Schiff.

Destaque também para o Ensemble intercontemporain e o seu diretor musical, Matthias Pintscher, para uma celebração de uma das figuras mais marcantes da arte do século XX: Jean-Michel Basquiat e ainda o concerto com a aclamada violoncelista internacional Sol Gabetta e o icónico Paavo Järvi ao comando da Orquestra Sinfónica da NHK num programa romântico e contemporâneo.

Por fim, um dos concertos do ano, o de natal, na Catedral de Constança com a Bodensee Philharmonie e Gabriel Venzago, com Berthon e Tézier, em clássicos de Bach, Mendelssohn e canções de Natal inesquecíveis, e em Lisboa, uma das últimas pianistas da grande escola russa, Elisabeth Leonskaja dedica todo o seu talento às magníficas e desafiantes três últimas sonatas para piano de Beethoven.

Com esta nova coleção, a Filmin reforça o seu posicionamento enquanto plataforma de streaming que vai além do cinema, afirmando-se também como destino para os amantes da música clássica. Os novos concertos abrangem um vasto repertório, desde obras sinfónicas a recitais e produções operáticas, oferecendo uma experiência rica e diversificada. 

Os concertos estarão disponíveis em exclusivo na Filmin a partir do dia 9 de Abril.

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domingo, abril 05, 2026

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Roy Buchanan

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Albert Lee



Ambre Ciel - Estreia em Portugal a 11 de abril - Casa da Cultura em Setúbal

Ambre Ciel estreia- se em Portugal a 11 de abril na Casa da Cultura em Setúbal.




Num concerto exclusivo no nosso país, a compositora canadiana Ambre Ciel vem apresentar-nos o seu álbum de estreia "still, there is the sea” editado no passado mês de junho pela Gondwana Records.




Ambre Ciel é uma compositora, violinista, pianista e cantora de Montreal, Canadá, que cria uma música pop onírica, expansiva e espaçosa, influenciada por artistas contemporâneos com influência clássica, como Agnes Obel, Patrick Watson, Sufjan Stevens e Thom Yorke. Também se inspira no mundo impressionista de Debussy e nos minimalistas americanos Philip Glass e Steve Reich, além de mencionar a "música que respira" de artistas como Gyða Valtýsdóttir, JFDR ou o trabalho colaborativo de Jónsi e Alex Somers.




Dia: 11 de abril 2026


Local: Casa da Cultura de Setúbal


Hora: 21:30

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sábado, abril 04, 2026

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 Dr Hook

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José Cid

quinta-feira, abril 02, 2026

Silvestre Fonseca - "Balada da Solidão"


 

Silvestre Fonseca ao vivo em Lisboa

Sessão de "Autores Contados e Cantados" com Silvestre Fonseca, dia 8 de Abril, pelas 18H 

no

 Auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé 31, em Lisboa.

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Entrada por convite mediante o espaço.

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Um evento da Sociedade Portuguesa de Autores.

https://spautores.pt

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quarta-feira, abril 01, 2026

Associação D'Orfeu - A preparar o teu IRS? Lê este e-mail primeiro! ✊

Basta indicares o NIF da d'Orfeu AC - 503724874 - ao preencheres a tua declaração de IRS.
De 1 de abril a 30 de junho, prazo para a entrega da declaração de IRS, através do Portal das Finanças, podes selecionar a entidade a consignar 1% do teu IRS, sem qualquer custo para ti. 
Vê aqui:


o passo a passo. Em ambos os casos basta indicar:

Tipo de entidade a apoiar. Neste caso: "instituições culturais com estatuto de utilidade pública";
NIF da entidade: 503 724 874;
O tipo de consignação. Neste caso, "IRS" (e não “IVA”)
No Modelo 3, a consignação realiza-se no quadro 11 da folha de rosto.

No IRS Automático, a consignação é efetuada na área “Pré-Liquidação”.

Esta medida é gratuita para os contribuintes e, além de se poder tornar num relevante mecanismo de apoio financeiro para as entidades que dela venham a beneficiar, pretende estimular o envolvimento e a proximidade dos cidadãos com a Cultura e com os seus intérpretes. A d’Orfeu é uma Instituição sem fins lucrativos de Utilidade Pública e com estatuto de Interesse Cultural.

Com este gesto, a d’Orfeu pode criar mais e melhor cultura para todos. Obrigado! 

www.dorfeu.pt 

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Prémio Mário Mesquita 2026 - 7 Abril 2026

Vencedora: Maria Flor Pedroso


Cerimónia de entrega do Prémio Mário Mesquita 2026 atribuído a Maria Flor Pedroso, dia 7 de Abril, pelas 17h30 no Auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé 31, em Lisboa.

Um prémio SPA.

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Entrada por convite mediante os lugares disponíveis.

https://spautores.pt

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Sociedade Portuguesa de Autores

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