quarta-feira, março 04, 2026

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 BB King / Eric Clapton

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Em Portugal este video e disco foi apresentado nas televisões, rádios e outros meios de comunicação.

Esteve no Top Português. Inclusivé o Top + fez um destaque de como o vídeo foi feito.

Uma grande equipa de profissionais.

A rádio Comercial era das rádios Nacionais que passavam este tema.

Vale a pena recordar.

Festival do Crato anuncia Buba Espinho


 O Festival do Crato está de regresso a esta vila alentejana de 26 a 29 de agosto! Buba Espinho é o primeiro artista confirmado para o cartaz de 2026.




Para o cantor natural de Beja (que participou no concerto especial de Luis Trigacheiro na edição de 2025) participar em nome próprio no Festival do Crato “é um sentimento muito especial. Em primeiro lugar porque sou alentejano e porque o Festival do Crato é sem dúvida um dos maiores e com mais impacto do Alentejo”, diz-nos.



Perguntamos a Buba Espinho se está a pensar em fazer um concerto diferente do habitual nas suas tours. A resposta chegou-nos rapidamente “sim, claro. Posso adiantar que vamos ter dois convidados muito especiais: a Inês Gonçalves, uma artista muito talentosa da nova geração alentejana e os Camponeses de Pias, um dos grupos corais de maior referência para mim”.



Curiosamente, Buba Espinho estreou-se no Festival do Crato o ano passado como convidado de Luis Trigacheiro. Isto porque como nos conta “o período de verão é sempre ocupado com uma série de concertos um pouco por todo o país mas adorei ter estado em palco e ter assistido a outros concertos”.



Nas próximas semanas novos nomes vão ser apresentados pelo Festival do Crato.





Sobre o Festival do Crato

O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais conceituados em Portugal, combinando grandes nomes da música nacional/internacional com uma popular Feira de Artesanato e Gastronomia. Realizado anualmente em agosto, o evento oferece campismo gratuito com passe de 4 dias, atraindo cerca de 100 mil pessoas. A edição deste ano realiza-se de 26 a 29 de Agosto.

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Novo álbum de Segue-me à Capela chega a 3 de março após dez anos sem edições


Depois da edição do seu segundo disco, em 2015, Segue-me à Capela apresenta agora Quando um fio s’ensarilha, o seu terceiro álbum, com lançamento marcado para 3 de março de 2026. O disco tem o selo Disco Antena 1 – Árvore da Música e foi antecipado pelo single “Zamburra”, editado a 6 de fevereiro. Será apresentado ao vivo a 7 de março, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra.


O septeto vocal feminino prepara-se para lançar um novo trabalho discográfico que aprofunda o diálogo entre a música tradicional portuguesa e a criação contemporânea, tendo a voz como instrumento central.


Dez anos depois de San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher e mais de duas décadas após o álbum de estreia, o grupo regressa com um disco que assume o “nó” como metáfora sonora e poética: os nós, os emaranhados e as imperfeições tornam-se matéria criativa, lugar de encontro e de transformação. Sete vozes, sete fios, sete cravos abertos ao mundo — um disco que celebra a complexidade, a memória e a alegria de cantar em conjunto.


Quando um fio s’ensarilha nasce de um processo profundamente coletivo, que parte de arranjos originais sobre recolhas tradicionais e integra um poema de João Pedro Mésseder e outro de Amélia Muge, figura maior da música portuguesa e presença determinante na construção deste trabalho. Os arranjos foram desenvolvidos pelo grupo, por Amílcar Cardoso, por Sebastião Antunes e por Amélia Muge, em estreita colaboração, num exercício de criação alinhavo a alinhavo.


A produção e direção musical são assinadas por Segue-me à Capela, com acompanhamento na produção musical de Amélia Muge. Para além das vozes do grupo e da percussão de Quiné Teles, o álbum conta com a participação de Sebastião Antunes e de Stereossauro, como músicos convidados.


As misturas e masterização ficaram a cargo de Fernando Nunes (Naná). A identidade visual do disco inclui ilustração de Catherine Boutaud e design gráfico de Carolina Simões.


O repertório baseia-se em recolhas de referência realizadas por Armando Leça, Artur Santos, Catarina Moura, Ernesto Veiga de Oliveira, GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, Manuel Rocha e Michel Giacometti, reafirmando o compromisso do grupo com a preservação e reinvenção do património musical português.


O primeiro avanço deste novo ciclo foi dado a 6 de fevereiro, com a edição do single “Zamburra”. Entre muitas possibilidades, a escolha não foi imediata: era preciso começar por um nó. Tema inaugural do álbum, “Zamburra” inscreve-se no ciclo de Inverno e era tradicionalmente cantado por alturas do Entrudo, tempo de passagem e inversão, quando os corpos despertam do frio e a vida volta a circular.


A apresentação ao vivo do novo álbum acontece a 7 de março, às 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra. Os bilhetes já se encontram à venda, com o valor de 10 € (preço normal) e 5 € (descontos).


Quando um fio s’ensarilha conta ainda com o apoio da GDA para a edição fonográfica.


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Fotografia de Carlos Gomes

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Quem são Segue-me à Capela?

Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres (Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim) que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.


O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.


Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/


BONS SONS comemora 20 anos de resistência e abre inscrições para voluntariado, restauração e feira


 A 13.ª edição do BONS SONS marca os 20 anos do festival. Realiza-se de 6 a 9 de agosto de 2026, na aldeia de Cem Soldos, concelho de Tomar - organizado pelo SCOCS - Sport Club Operário de Cem Soldos - e é uma edição marcada pela resistência.


Resistência que é persistência, determinação, tenacidade. São vinte anos de manifesto, de conquista de um lugar para a cultura portuguesa e de afirmação de um lugar para o espaço rural. Um festival e uma aldeia que existem e que querem existir pela contemporaneidade no campo, por uma plataforma cultural, pelo planeamento do território, pela cidadania participativa, pelo envelhecimento ativo, pelo ensino em comunidade, por projetos de território, por uma ação sustentável, pela criação de espaço público e pela cultura popular.

O BONS SONS é diversidade, multiplicidade, um festival comunitário, que resiste ao tempo. Uma resistência que é flexível e que se adapta aos desafios de cada momento, que tem objetivo, e navega com destino definido - porque "barco que não tem rota não beneficia de vento algum", um festival que evolui ao sabor do movimento da sua comunidade, da sua aldeia. Uma aldeia que acredita e porque acredita faz. Uma resistência que é fruto deste lugar, da esperança e deste projeto. E porque sem resistência não há festa.

2026 marca também início de uma nova vida na estrutura da equipa do festival, uma estrutura com novas lideranças, uma equipa diretiva focada na ideia de coletivo, com um modelo transversal, congregando diferentes gerações, ideias e perfis que fazem parte da equipa do BONS SONS há vários anos. Neste sentido, a coordenação geral do BONS SONS é agora assumida por uma geração de pessoas que nasceu com o festival e que já faz parte há vários anos da equipa do festival e da direção do SCOCS: Bernardo Ferreira, Filipe Cartaxo (também presidente do SCOCS) e Mariana Krause, continuando a programação a ser conduzida por João Rufino, José Gonçalves e Sérgio Alves. 

Voluntariado, Restauração e Feira - Inscrições abertas
A partir de agora, estão também abertas as inscrições para a equipa de voluntariado do festival, pontos de restauração e feira. Para restauração e feira as inscrições estão abertas até 15 de abril de 2026 e para o voluntariado até 30 de abril.

O BONS SONS é um festival comunitário que vive da participação voluntária, desde as pessoas da organização até às diversas equipas que fazem acontecer o festival. A comunidade de Cem Soldos recebe as pessoas voluntárias de fora e todas, em conjunto, ajudam a construir o festival. Quem quiser fazer parte desta comunidade pode inscrever-se a partir de agora.

A restauração complementa o programa cultural e musical do festival, por isso o festival procura propostas gastronómicas, sejam elas de cariz local, internacional, petiscos, produtos regionais, vegetarianos ou veganos, entre outros.

Viver a aldeia, no âmbito do BONS SONS, significa também visitar a feira nas ruas de Cem Soldos e há lugar para pessoas ligadas a trabalhos de artesanato e design português, seja através da moda, joalharia, fotografia, ilustração, cerâmica, ecologia, literatura ou outras expressões.

Informações: www.bonssons.pt
Inscrições: www.bonssons.pt/participar

Bilhetes
Os bilhetes para o BONS SONS estão à venda: o Passe Geral 4 Dias (com campismo incluído) encontra-se na terceira fase de venda e custa 60€.

PASSE 4 DIAS: Fase 3 - 60€* | Fase 4 - 70€

* Os bilhetes a preço reduzido estão limitados ao número de unidades disponibilizado para cada fase. Esgotado o número de unidades da fase em curso, passam a vigorar os valores da fase seguinte. Bilhete pago a partir dos 12 anos. Bilhetes à venda no site do BONS SONS, na rede See Tickets e na sede do SCOCS, em Cem Soldos.

Os bilhetes diários estarão à venda a partir do momento da divulgação do cartaz completo.

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Cinema Fernando Lopes em Lisboa - Maratona dos Óscares


De 12 a 15 de março, o Cinema Fernando Lopes apresenta, pelo terceiro ano consecutivo, a sua Maratona dos Óscares, reunindo doze filmes nomeados nas principais categorias da 98ª edição dos Prémios da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas.


A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar na madrugada de 15 para 16 de março, no Dolby Theatre, em Hollywood. Antecipando esse momento central da temporada cinematográfica internacional, o Cinema Fernando Lopes propõe ao público uma imersão nas obras que marcaram o ano, com destaque para as produções mais nomeadas.


 


A seleção integra:


OS PECADORES, de Ryan Coogler

16 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


BATALHA ATRÁS DE BATALHA, de Paul Thomas Anderson

13 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


VALOR SENTIMENTAL, de Joachim Trier

9 nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Realizador


 


MARTY SUPREME, de Josh Safdie

9 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


HAMNET, de Chloé Zhao

8 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho

4 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional


 


BUGONIA, de Yorgos Lanthimos

4 nomeações, incluindo Melhor Filme


 


SIRÂT, de Oliver Laxe

2 nomeações, incluindo Melhor Filme Internacional


 


FOI SÓ UM ACIDENTE, de Jafar Panahi

2 nomeações, incluindo Melhor Filme Internacional


 


A VOZ DE HIND RAJAB, de Kaouther Ben Hania

1 nomeação para Melhor Filme Internacional


 


ARCO, de Ugo Bienvenu e Gilles Cazaux

1 nomeação para Melhor Filme de Animação


 


MR. NOBODY CONTRA PUTIN, de David Borenstein e Pavel Talankin

1 nomeação para Melhor Documentário


 


Ao longo de quatro dias, esta maratona permite ao público ver ou rever, em sala de cinema, um conjunto de obras que representam diferentes geografias, linguagens e abordagens estéticas do cinema contemporâneo internacional.


 


Cinema Fernando Lopes reserva ainda a sessão das 21h00 do dia 16 de março para a exibição do filme vencedor do Óscar de Melhor Filme, criando uma sessão comemorativa que permitirá ao público celebrar, em sala, o título consagrado pela Academia.


 


Com esta iniciativa, o Cinema Fernando Lopes reafirma o seu compromisso com uma programação atenta à atualidade cinematográfica mundial, proporcionando condições de fruição adequadas à experiência coletiva da grande tela, no contexto singular desta sala de cinema que está agora equipada com um novo projetor Christie Digital Systems RealLaser 4K representando um passo muito significativo na elevação da qualidade técnica da projeção.


 


Os bilhetes estão à venda na bilheteira do cinema e na ticketline e estarão disponíveis packs de bilhetes com condições especiais:


Packs especiais Maratona dos Óscares

(disponíveis exclusivamente na bilheteira física do cinema)


• 3 filmes – 12€

• 5 filmes – 15€

• 10 filmes – 27€

• 12 filmes - Pack integral – 30€


 


 


+ ACESSO AOS MATERIAIS DE COMUNICAÇÃO


+ INFORMAÇÃO NO SITE


+ BILHETEIRA ONLINE


 


 


Para programação detalhada, horários e informações adicionais, consultar os canais oficiais do Cinema Fernando Lopes.

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https://cinemafernandolopes.pt/

Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota - Próximos eventos

MIGUEL GAMEIRO & PÓLO NORTE




Com três décadas de estrada, continuam a marcar gerações e a ser palco de êxitos que se tornaram num marco da história da música portuguesa. Os Pólo Norte, juntamente com Miguel Gameiro, são umas das bandas pop com mais reconhecimento e carinho do público português.




📆 13 março, 2026

https://www.superbockarena.pt/evento/miguel-gameiro-polo-norte/

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SUEDE


Os Suede acabam de anunciar a “Antidepressants: Dancing With The Europeans Tour” para 2026. A digressão leva pela primeira vez aos palcos o décimo álbum de estúdio, Antidepressants.






📆 19 março, 2026

https://www.superbockarena.pt/evento/suede/

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TROVANTE


VIVER TUDO NUMA NOITE


O desafio é ambicioso e estimulante, como todos os que foram lançados ao longo do rico percurso do Trovante: viver tudo numa noite, mote elevado a partir de um verso de Memórias de Um Beijo, uma das muitas canções do grupo que entraram sem demora nas antologias.






📆 27 e 28 março, 2026

https://www.superbockarena.pt/evento/trovante-2/

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Pavilhão Rosa Mota / Super Bock Arena

domingo, março 01, 2026

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Novidades Sony Music / Lagacy


 Jeff Buckley's Live at Sin-é
4 LP Box set and 2-CD OUT NOW

Originally released in 1993 as a four‑track EP, Live at Sin‑é now returns in a newly expanded 34‑song deluxe edition featuring 4 LPs, in individually designed jackets, and a deluxe 2-CD. Both the box set and CD will feature an eight‑page full‑color booklet with photos and liner notes, and live renditions of “Grace,” “Last Goodbye,” Leonard Cohen’s “Hallelujah,” and more.


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George Michael Faith
Back on Vinyl

George Michael’s groundbreaking 1987 debut solo album Faith is finally back on vinyl for the first time in over a decade. Choose from Red + Black Splatter, Standard Black, Exclusive Picture Disc or CD.  


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Get This EPIC Record


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Bullet For My Valentine EP
Bullet For My Valentine’s legacy began with the explosive Hand of Blood EP, paving the way for their landmark debut The Poison. Following the album’s 20th‑anniversary remastered box set in 2024, Hand of Blood now returns as a standalone release. Own the EP that started it all. Pre‑order now! 

JOANA MACHADO - single "Distance"

“Distance” assinala o regresso da cantora e compositora às gravações em nome próprio, dez anos depois do seu último trabalho autoral. Num registo íntimo e confessional, a canção aborda um amor ainda impossível de ser vivido — uma separação que convoca memória, destino partilhado e a esperança de um reencontro futuro.


Com uma abordagem harmonicamente sofisticada e ritmicamente subtil, o tema revela influências que vão de Erykah Badu a Robert Glasper, sem esquecer a dimensão atmosférica e sensível associada ao universo de Kate Bush. Pensada para uma escuta atenta, a canção desenvolve-se com groove, subtileza e espaço para respirar, privilegiando a verdade interpretativa, o silêncio e a cumplicidade musical.


“Distance” foi masterizado por Nelson Carvalho e conta com a participação de Chico Santos (bateria) e Lana Gasparotti (teclados). Joana Machado assina música e letra, partilhando a produção do álbum com Rodrigo Correia, que contribui igualmente na guitarra e no baixo. A produção respeita a dinâmica natural da canção e coloca a voz como elemento central.


Com 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado continua a expandir o seu léxico musical. Se o jazz permanece como ponto de partida, é nas influências da música negra norte-americana — da soul e do R&B à eletrónica — que encontra novos desafios e possibilidades sonoras. Reconhecida como uma das vozes mais originais e sofisticadas da música portuguesa, faz da sua criação um espaço de liberdade onde convergem múltiplas influências.


Paralelamente ao seu regresso a solo, mantém-se ativa com o projeto “Elas e o Jazz” e prepara-se para revelar em breve mais música da sua autoria com o seu trio de vozes.


Com “Distance”, Joana Machado afirma-se como a artista que é hoje — madura, inquieta e profundamente ligada à canção. Este primeiro avanço é um convite à escuta, ao encontro e ao tempo partilhado.

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https://www.instagram.com/joanamachadomusic

sexta-feira, fevereiro 27, 2026

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 Album "Showdown" - Collins, Cray & Copeland

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Um dos melhores discos de todos os tempos.
Albert Collins, Robert Cray e Johnny Copeland vencedores de um Grammy de melhor disco de Blues tradicional pela academia Norte Americana.
Grande Airplay nas rádios, inclusivé em Portugal.


Xiko Rodrigues lança novo álbum - “Memória de Elefante”

O músico e compositor Xiko Rodrigues regressa com um novo álbum de originais, Memória de Elefante, com lançamento marcado para 27 de fevereiro (exclusivo Bandcamp) e 21 de março em todas as plataformas digitais.


Depois da forte receção ao disco de estreia Bode Expiatório (2021), Xiko aprofunda agora um universo sonoro híbrido que cruza música popular, jazz, afrobeat, funk, hip-hop, reggae e ska, afirmando a música como território de encontro, identidade e memória coletiva.


Editado com o apoio da GDA, este é um trabalho profundamente colaborativo, onde convivem influências que vão da tradição balcânica aos ritmos africanos, passando pela expressão urbana contemporânea.

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Ouvir / Comprar no bandcamp

Por apenas €3 !!!

Vale a pena!

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Bianca Gismonti & Manuel de Oliveira | Digressão Brasil

BIANCA GISMONTI & MANUEL DE OLIVEIRA
11/03 - Delfino – Florianópolis
12/03 - Espaço Laranjal - Blumenau
14/03 - Teatro Vermelhos - Ilha Bela, São Paulo
17/03 - Espaço 373 - Porto Alegre
19/03 - Teatro Rival - Rio de Janeiro
21/03 - Clube de jazz do café - Belo Horizonte
26/03 - Soberano Itaipava - Rio de Janeiro
31/03 - Blue Note - São Paulo

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Bianca Gismonti partilha o palco com o guitarrista português Manuel de Oliveira num dueto que entrelaça fado, jazz e música brasileira numa experiência de lirismo e improvisação.

Vencedor do Prémio Carlos Paredes 2023 pelo álbum Ibéria 20|22 e reconhecido por transformar a guitarra num espaço de encontro e
profundidade, o guitarrista português Manuel de Oliveira reúne-se com a pianista Bianca Gismonti, para uma série de oito concertos pelo Brasil durante o mês de março.

O duo Manuel de Oliveira e Bianca Gismonti marca um novo capítulo no percurso dos artistas, onde o silêncio se torna paisagem e o som se transforma em encontro. Guitarra e piano respiram em conjunto, desenham o instante e revelam afinidades profundas. Portugal e Brasil cruzam-se sem fronteiras, unidos por um idioma comum: o da escuta, da improvisação, da polirritmia e da entrega.

“O meu coração aponta para o Brasil, para um momento muito especial: uma série de concertos ao lado da extraordinária Bianca Gismonti, pianista de profunda sensibilidade, cujo universo musical transporta ecos de uma história rica e inspiradora.”

Um cruzamento natural de sonoridades, memórias e novas possibilidades.

“Será uma celebração íntima e poderosa, onde a música respira liberdade, improvisação e emoção — um encontro que promete revelar novas cores e abrir novos caminhos”, declara Bianca.

A parceria entre Manuel de Oliveira e Bianca Gismonti continua em expansão e seguirá em digressão pela Europa também em 2026, além de ser transformada em produto audiovisual.

SOBRE OS ARTISTAS:
Manuel de Oliveira, guitarrista e compositor português, construiu um percurso sólido na música instrumental contemporânea. O seu trabalho investiga temas como identidade, território e fronteira, sempre com uma linguagem própria, marcada pela intensidade poética e pela sofisticação técnica. Ao longo de mais de duas décadas, apresentou-se em importantes palcos e festivais nacionais e internacionais, consolidando uma assinatura artística singular.

Bianca Gismonti, pianista e compositora brasileira, desenvolveu uma carreira que atravessa países, estilos e colaborações. Herdeira do rigor e da liberdade criativa de Egberto Gismonti, Bianca afirma a sua própria voz com profundidade estética e originalidade, quer nos seus projetos a solo, quer no duo “Gisbranco”. As suas composições e interpretações revelam uma artista de presença marcante na cena instrumental contemporânea.
 
AGENDA PRÓXIMOS CONCERTOS:
PORTUGAL e ESPANHA - JUNHO/JULHO/2026
25/06 - BARCELONA - TBA
26/06 - MADRID - TBA
27/06 - Festival MED - Loulé
17/07 - Festival das Artes Quebra Jazz - Quinta das Lágrimas - Coimbra
18/07 - TBA - Huelva

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Joana Alegre | Podcast Luas ao vivo - 3 de março, espaço atmosfera m

No dia 3 de março, às 18h30, o espaço atmosfera m do Montepio Associação Mutualista, em Lisboa, recebe a apresentação pública do LUAS Podcast, criado e conduzido por Joana Alegre.


O projeto é composto por oito episódios, correspondentes às oito fases de um ciclo lunar completo, e propõe conversas íntimas com mulheres de diferentes áreas criativas. A apresentação contará com a realização, ao vivo e em exclusivo, de duas entrevistas

inéditas, em que Joana Alegre conversa com Lena d’Água, figura incontornável da música portuguesa, reconhecida pela sua constante reinvenção artística, e Tainá, artista brasileira cujo trabalho cruza música, palavra e identidade contemporânea.

 

Ao longo da série, o LUAS Podcast contou já com a participação de Joana Schenker, campeã mundial de bodyboard e defensora do oceano; Roberta Campos, cantautora brasileira distinguida com um Grammy Latino; Minna Dufton, realizadora de documentários com trabalho desenvolvido para a BBC; e Nata RYZH, designer e criadora ligada a práticas visuais e processos experimentais.


O mês de março contará ainda com novos episódios protagonizados por Selma Uamusse, cantora e compositora moçambicana radicada em Portugal, cuja obra cruza música, identidade e memória coletiva, e pela poetisa Alice Neto de Sousa, uma das vozes emergentes da poesia contemporânea portuguesa, com um trabalho marcado pela intimidade, pela escuta e pela observação do quotidiano.


As duas entrevistas realizadas durante a apresentação serão posteriormente disponibilizadas nas plataformas digitais e no YouTube.

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domingo, fevereiro 22, 2026

Visitas +

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Outros



Penny Arcade lança Double Exposure dia 17 de Abril: uma exploração crua e piscadélica do experimentalismo analógico


Double Exposure não é necessariamente um ponto de rutura, mas este novo álbum contém alguns dos sons mais crus e desconstruídos que James Hoare - conhecido pelo seu trabalho em Veronica Falls, Ultimate Painting e Proper Ornaments - gravou até à data. Pela primeira vez, e de forma deliberada, as guitarras passam para segundo plano. Não se trata de um álbum conceptual "sem guitarras"; foi simplesmente a forma como o projeto ganhou vida. Seria, aliás, impreciso sugerir que as seis cordas foram banidas, especialmente após o solo duplo que atravessa as colunas em "Regrets", o poderoso tema de abertura. Não é propriamente "Lynyrd Skynyrd", mas é, certamente, uma experiência de pôr os cabelos em pé.


 


Após o deslumbrante LP de estreia Backwater Collage em 2024, sob o pseudónimo Penny Arcade, este novo trabalho surge como uma experiência psicadélica, tendo como espinha dorsal as caixas de ritmos que moldaram as canções. É também um disco de uma dualidade doce. Se por um lado temos a obscuridade de "Worst Trip" - um percurso assombroso pela "pior viagem que alguma vez tive" -, logo a seguir "You’ve Got the Key" apresenta-se como um exercício magnificamente complexo, tão rico numa interpretação distintamente inglesa da psicodelia que é difícil não acreditar que foi gravado em fita há cinquenta anos. O ambiente transita depois da psicodelia soalheira para uma fatia de blue-eyed soul em "Everything’s Easy", a banda sonora ideal para viagens de carro melancólicas e banhadas pelo sol. O álbum conta com breves participações especiais, mas, na sua grande maioria, é um manifesto de experimentalismo a solo, com ideias que ganham vida no espectro estéreo antes de se desvanecerem suavemente. Nada aqui é pensado em demasia; este é um álbum de ideias.


 


As caixas de ritmos assumem o papel principal em "Rear View Mirror", single de apresentação do disco, soando a uns Radiohead da era In Rainbows filtrados por Silver Apples - uma viagem de três minutos que convida ao loop infinito. Tal como grande parte do disco, foi gravado quase instantaneamente, com uma simplicidade e crueza que sobreposições densas (overdubs) ou arranjos meticulosos nunca conseguiriam alcançar. É um álbum focado na "vibe". James explica: "Estava a preparar-me para mudar para o sul de França quando metade do álbum foi gravado. Isso influenciou a estética lo-fi do registo; teve de ser gravado rapidamente e isso confere a algumas faixas uma qualidade de demo." Quando um dos grandes destaques é um corte nebuloso de dois minutos chamado "Instrumental No. 1", percebemos que o foco está em deixar a fita correr e capturar o momento.


 


Caixas de ritmos rítmicas e órgãos viscerais intercalam-se com diferentes nuances de guitarra, desde as ragas de "Early Morning" (ao estilo de George Harrison) até à atmosfera densa e fumarenta de "We Used to Be Good Friends". Double Exposure é uma coleção de canções sem pretensões. O tema de encerramento, "Riverside Drive" - tal como tantos outros momentos de melancolia sublime do álbum - surge, ganha forma e dissolve-se, sem nunca se prolongar mais do que o necessário, ecoando nos ouvidos como um sonho acordado. O título é também apropriado: Double Exposure (Dupla Exposição), nomeado a partir da técnica fotográfica, é feito de camadas de ideias que não foram escritas como partes individuais, mas sim como melodias espontâneas que formam o seu próprio quadro abstrato. O álbum situa-se algures entre a experimentação inquieta de Syd Barrett e as inovações analógicas desinibidas de Tim Presley (White Fence). É, muito honestamente, o que é.


 


"O disco foi gravado numa máquina de fita de 16 pistas, e muito dele foi capturado instantaneamente porque soava exatamente como precisava naquele momento", recorda James. "A maioria das canções utiliza caixas de ritmos e órgãos antigos e muito básicos; tentar recriar qualquer aspeto disto seria como tentar engarrafar fumo."


 


https://www.facebook.com/pennyarcademusic/


https://www.instagram.com/pennyarcade_music/


https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2LccQibLSite2i1EB1QRxe


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Spotify


Júlia Machado - Single "Adeus"

 Linktr.ee

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"Adeus” de Júlia Machado; Fazer da dor da perda uma bonita homenagem a quem já partiu.



“Adeus”, o novo e emocionante single de Júlia Machado, a jovem vencedora de The Voice Kids 2023.



Com uma voz poderosa que carrega o pranto alojado num tão jovem coração, Júlia Machado regressa com o tema “Adeus”, uma emotiva dedicatória a quem partiu e ao longe nos acompanha.


“Adeus” reafirma a veia criativa de Júlia, autora da letra e melodia, contando novamente com Twins a seu lado, ao leme da produção, numa reedição da produtiva parceria que já deu ao público canções como “Burden”, “Where I Belong”, “Rollercoaster” e “The Girl Next Door”.


Após conquistar Portugal com o seu triunfo no The Voice Kids 2023 e ter sido escolhida para representar Portugal no Festival Eurovisão Júnior, a jovem cantora, movida a foco e determinação, vê agora o seu tema “Burden” incluído na banda sonora da novela “A Protegida”, exibida pela TVI.


Com este novo tema “Adeus”, estreia-se em português, a solo na escrita e na composição, dando assim mais um importante passo na sua curta, mas promissora, carreira musical.


Nas palavras da cantora, “Adeus” procura fazer-nos sentir a dor provocada pela perda de alguém próximo, que desaparece das nossas vidas de forma abrupta e inesperada e deixa uma saudade profunda. Uma homenagem a uma estrela que a guia desde o céu.


Sobre Júlia Machado


Quem é a Júlia Machado?


Júlia Machado é uma jovem cantora luso-americana, nascida em agosto de 2010 em Nova Jérsia. Tornou-se conhecida do público após a sua surpreendente vitória no prestigiado programa The Voice Kids Portugal, considerado por muitos o maior palco para jovens cantores em Portugal.


Paixão por Portugal


Apesar de viver no estrangeiro, Júlia adora Portugal, e visita a família todos os verões. É frequentemente encontrada na Nazaré, praia no centro de Portugal, conhecida pelas suas ondas gigantes, ou em Monsanto do Ribatejo, onde gosta de cuidar das ovelhas com os primos.


Musicais


Apesar da sua tenra idade, Júlia já tem alguma experiência em palco. Começou a ter aulas de canto aos seis anos na Jersey Shore Music Academy, em Nova Jérsia, após os pais perceberem o seu talento para cantar. No entanto, a primeira vez que pisou um grande palco foi no Count Basie, em Red Bank, Nova Jérsia, onde participou numa produção júnior de A Pequena Sereia. Embora tenha tido um papel pequeno, foi nesse palco que descobriu a sua paixão por cantar e representar. A sua próxima produção foi Matilda, The Musical, seguida por O Rei Leão, da Disney, onde interpretou Nala, uma das principais personagens femininas do espetáculo.

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Youtube


sexta-feira, fevereiro 20, 2026

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Manual de Intervenção - EP + Concerto RCA Club


O Manual de Intervenção iniciou em Setembro de 2024, com 3 amigos que decidiram que podiam fazer música juntos. Música alternativa, independente, que em Fevereiro de 2026 resultou na gravação de 3 temas de apresentação num EP (com versão em vídeo no canal Youtube). Ainda, a 21 de Fevereiro, a banda irá iniciar as actuações ao vivo, subindo ao palco do RCA Club (Lisboa), no evento dos 20 anos dos Dalai Lume (também com a actuação dos Porta Voz).

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https://snd.click/6me4

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Andrea Verdugo lança single "Varanda"


Andrea Verdugo edita hoje o single Varanda nas plataformas digitais.






Varanda é o single que apresenta Andrea Verdugo em nome próprio, ela que é uma das vozes do projeto Para Sempre Marco de homenagem a Marco Paulo. Curiosamente, é um tema que a artista escreveu há já algum tempo “há cinco anos, Varanda nasceu de um silêncio e de uma promessa, e manteve-se em segredo,na tentativa de levar este meu luto em forma de canção ao Festival da Canção. O júri nunca a escolheu, mas a vida encarregou-se de lhe dar um propósito mais nobre”.




Escrita em parceria com João Serra, Varanda nasceu para homenagear a avó de Andrea Verdugo “… o grande amor da minha vida e a luz que, nunca deixou de brilhar no meu peito”, conta-nos a artista.




Numa produção despida de artifícios, minimal e intensa de Tomás Cruz, co-produzida, misturada e masterizada pela mão cirúrgica de SuaveYouKnow, a música envolve-nos num ambiente onde cada respiração conta a história de quem se sentiu "um barco perdido a naufragar”, mas escolhe acreditar que haverá sempre uma estrela no céu para nos guiar.




Até mesmo o vídeo que acompanha o tema Varanda tem um significado, uma história especial para Andrea Verdugo como nos diz “ao desenhar o vídeo que ilustraria esta canção, decidi que não o faria sozinha. Trouxe comigo histórias de pessoas reais que, tal como eu, perderam os seus pilares e os pretendem homenagear através das minhas palavras”.




Varanda está disponível em todas as plataformas digitais.

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Vasco Moreira no Files.Fm


 https://files.fm/vmgritali 

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https://vascomoreiragritali.blogspot.com

segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Festival Internacinal de Jazz de Oeiras | Auditório Ruy de Carvalho - 18 a 28 de Fevereiro


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FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OEIRAS (FIJO)

REGRESSA AO AUDITÓRIO RUY DE CARVALHO, EM FEVEREIRO DE 2026


18 fevereiro, 21h30 | Sara Dowling, Clara Lacerda, Romeu Tristão e Jorge Rossy

19 fevereiro, 21h30 | Rebecca Martin & Lage Lund

20 fevereiro, 15h00 | Masterclasse com David Binney

21 fevereiro, 21h30 | “Aperture” João Barradas Trio & David Binney

22 fevereiro, 18h00 | “A Idade do Jazz” concerto comentado para famílias

26 fevereiro, 21h30| “As Folhas Novas Mudam de Cor” - A música de António Pinho Vargas

27 fevereiro, 21h30| Andy Sheppard Trio

28 fevereiro, 21h30| Sexteto Mosaïc


Após o êxito da primeira edição, realizada em 2025, com salas esgotadas e uma programação de excelência, o Festival Internacional de Jazz de Oeiras (FIJO) irá regressar, entre 18 e 28 de fevereiro de 2026, ao Auditório Ruy de Carvalho, numa organização da Câmara Municipal de Oeiras, em parceria com a agência Clave na Mão.


Pensar a programação para a segunda edição do FIJO foi um enorme desafio à imaginação, mantendo as premissas que nortearam a estreia do evento:

- o cruzamento de gerações, a equidade, a descentralização e o foco em construir um Festival internacional tendo músicos portugueses ao leme das formações internacionais.


Porque a música não tem cor, nem credo, nem idade, nem sexo, poderemos assistir a concertos que reúnem mulheres instrumentistas e compositoras na programação deste Festival, destacando-se logo a abrir a edição deste ano, a 18 de fevereiro, o quarteto que junta Sara Dowling (voz, violoncelo e composição), Clara Lacerda (piano e composição), Romeu Tristão (contrabaixo) e Jorge Rossy (bateria).

Sara Dowling, de ascendência palestiniana e irlandesa, é considerada uma das cantoras mais influentes da sua geração na Europa, tendo sido eleita melhor vocalista nos British Jazz Awards 2019. Jorge Rossy é um dos mais conceituados bateristas de jazz da atualidade. O seu trabalho como acompanhante inclui mais de 180 gravações com músicos como Brad Mehldau, Mark Turner, Chris Cheek, Seamus Blake, Joshua Redman, Kurt Rosenwinkel ou Steve Swallow, tendo ainda integrado digressões com alguns dos grandes nomes do Jazz, incluindo Charlie Haden, Wayne Shorter, Lee Konitz, Carla Bley e Joe Lovano.

Sara Dowling e Jorge Rossy conheceram Clara Lacerda e Romeu Tristão, os dois músicos portugueses que completam este quarteto, no verão passado, tendo tocado juntos pela primeira vez num festival em Sevilha, do qual resultou uma enorme vontade de continuarem a

tocar juntos. Teremos agora o privilégio de os receber no palco do FIJO, para escutar temas da autoria de Dowling e Lacerda, interpretados também por Tristão e Rossy.

 

A 19 de fevereiro, teremos em palco mais uma compositora, cantora e instrumentista, Rebecca Martin, que se fará acompanhar pelo guitarrista norueguês Lage Lund, conhecido pela sua sofisticação harmónica e uma estética muito própria, que fazem dele um músico de referência da atualidade.

Entre muitos outros aspectos, Rebecca destaca-se no mundo do Jazz pela ponte que construiu com alguns dos mais estimados músicos da cena mundial, tendo em 2005 sido a primeira cantora a acompanhar, em disco, o baterista e compositor Paul Motian. Três anos mais tarde editou, em nome próprio, The Growing Season, cujo sucesso levou a que fosse convidada a tocar no nova-iorquino Village Vanguard, tornando-se na primeira cantora-compositora a atuar neste clube de Jazz em mais de 30 anos.

Dona de uma voz incomparável e de uma forte componente autoral, Rebecca Martin e Lage Lund apresentam um concerto único no nosso país, na programação do FIJO 2026.


Graças à possibilidade de estender no tempo esta edição do Festival, passando de 4 para 8 dias, foi possível incluir no programa uma nova vertente, para além da performativa: a pedagógica. Assim, o FIJO 2026 incluirá a 20 de fevereiro uma masterclasse de entrada gratuita, ministrada pelo saxofonista americano David Binney que, no dia seguinte, a 21 de fevereiro, sobe ao palco ao lado do trio de João Barradas, para um concerto em que será tocado o disco Aperture, editado pela Inner Circle Music no passado mês de novembro.

Barradas é um dos nomes maiores da música do nosso país, destacando-se como um dos músicos mais criativos da cena europeia do acordeão, movendo-se simultaneamente entre a música clássica e a música improvisada. A este juntar-se-ão Bruno Pedroso na bateria e André Rosinha no contrabaixo.

Aperture é um disco que reúne música totalmente pensada para esta formação e para estes músicos e cujo resultado poderemos escutar, ao vivo, no Auditório Ruy de Carvalho.


Dia 22 de fevereiro, num contexto de criação de novos públicos, e em versão matiné, terá lugar o concerto comentado para famílias “A Idade do Jazz”, mais uma novidade na programação deste Festival.

A atriz intemporal Isabel Ruth encarna aqui uma personagem saída de uma época que, tendo acontecido há 100 anos, não poderia ser mais atual.

Numa recriação em palco do que era um clube de Jazz nos “loucos” anos 20, a que não poderia faltar uma jazz-band, composta por Bruno Santos na guitarra e direção musical, Margarida Campelo na voz e piano, Zé Maria no saxofone, Romeu Tristão no contrabaixo e João Ribeiro na voz e bateria, somemos ainda um par de bailarinos de época para abrilhantar o espetáculo.

Direcionado para pais, filhos e avós, pretende-se que este seja um momento de encontro e partilha numa tarde de domingo, onde a história (também a do Jazz) do último século nos é apresentada, tendo sempre a música como fio condutor.

 

A abrir o segundo fim de semana do Festival teremos um concerto que se enquadra no perfil de “encomenda”, tentando evitar a palavra “homenagem” apesar de, no fundo, também disso se tratar.

Assim, dia 26 fevereiro será dia de estreia do concerto “As Folhas Novas Mudam de Cor - A música de António Pinho Vargas”.

Com uma vasta obra na área do jazz, produzida entre os anos 80 e 90, as suas melodias resistiram ao tempo e fazem, indubitavelmente, parte da história do jazz português.

Em palco, para além de António Pinho Vargas, que tocará a solo alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, José Soares, Miguel Meirinhos, Hugo Carvalhais e Mário Barreiros (re)interpretarão, com a sua identidade musical, alguns dos temas de autoria de António Pinho Vargas, desse período, que contarão com arranjos dos músicos que formam este quarteto.

 

No dia seguinte, 27 de fevereiro, o FIJO recebe o saxofonista Andy Sheppard, que apresentará, em estreia, o novo trabalho discográfico do seu trio, editado pela prestigiada gravadora ECM, com Rita Marcotulli (Itália) no piano e Michel Benita (Argélia) no contrabaixo.

Sheppard, músico que dispensa apresentações no meio do jazz, nasceu no Reino Unido e vive em Portugal há cerca de 10 anos. Compositor prolífico, Sheppard escreveu mais de 500 obras que incorporam um forte e característico sentido de lirismo, sendo ainda de destacar que Sheppard foi dos poucos músicos a trabalhar e gravar intensamente com três dos compositores seminais do jazz contemporâneo – Carla Bley, George Russell e Gil Evans.

 

A fechar o Festival Internacional de Jazz de Oeiras, dia 28 de fevereiro, estará o sexteto Mosaïc, composto por Georgi Dobrev (Bulgária), no kaval, Adèle Viret e Noé Clerc (França), no violoncelo e acordeão, respectivamente, Zé Almeida e Diogo Alexandre (Portugal), no contrabaixo e bateria, respectivamente, e Hamdi Ammoussi (Tunísia), na percussão. As composições que nos trazem são, acima de tudo, espaços para encontros musicais, no cruzamento entre o jazz e a música mediterrânica, traçando os contornos de um Mediterrâneo com fronteiras alargadas, incluindo Portugal e a Bulgária nas suas linhas. Mosaïc irá apresentar temas do seu disco de estreia, recentemente gravado e que será agora apresentado em estreia, em Portugal, onde são explorados mundos imaginários, cruzando culturas musicais e combinando a ornamentação balcânica com a cor da música de câmara da Europa Ocidental e a essência rítmica da música norte-africana.


Assim chegará ao fim a segunda edição deste Festival, com um concerto que encerra em si mesmo a mensagem máxima que se pretende transmitir ao longo de oito dias, a de que a música e o Jazz, em particular, são um veículo de liberdade, de união, de

partilha e de abertura ao mundo, no qual a Câmara Municipal de Oeiras e a Clave na Mão se revêem.

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Piano Day Lisboa - Dora Morelenbaum, Surma e Sofia Leão a 29 de março

O Piano Day Lisboa celebra-se a 29 de março na Casa Capitão com Sofia Leão, Dora Morelenbuam e Surma. Uma noite imperdível.




Nesta edição de 2026, celebramos o piano no feminino, com três showcases de outras tantas mulheres que encaram o piano com diferentes abordagens, ritmos, melodias e sons. Apenas ao piano, ou acompanhadas de outros instrumentos, estas três artistas vão entregar a sua visão e modo de ser.




Sofia Leão é uma pianista e compositora portuguesa que se estreou em disco e ao vivo este ano com o álbum "Mar”. Em 2026, vai passar por uma série de palcos em Portugal e outros países, apresentando a sua música.




Dora Morelenbaum é uma compositora e intérprete brasileira que lançou o seu disco de estreia Pique em finais de 2024. Já passou por Portugal em vários formatos, desde a solo, em duo ou com banda. Apresenta-se agora ao piano pela primeira vez.




Surma é o alter-ego da compositora e intérprete portuguesa Débora Umbelino. Depois de ter aceite o desafio de participar no Piano Day 2025, repetimos este mesmo convite para um showcase no mínimo especial.




Dia: 29 de março 2026


Local: Casa Capitão


Horário: 20:30


Bilhetes: aqui




O que é o Piano Day?




O Piano Day celebra-se no 88º dia do ano civil (número de teclas existentes num piano) por todo o mundo e, a cidade de Lisboa, não tem sido excepção nos últimos 5 anos,




Criado pelo pianista e compositor alemão Nils Frahm em homenagem ao seu instrumento de eleição, o piano, este dia é celebrado um pouco por todo o mundo, existindo concertos, showcases, exposições, palestras ou encontros. Todos os géneros musicais são bem vindos desde que na sua génese, exista um piano como motor criativo, como inspiração.

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