The Rolling Stones
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Jim Diamond
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2.ª edição de Há Música no Jardim no Lumiar
A segunda edição da programação HÁ MÚSICA NO JARDIM, promovida pela EMEL, propõe-se celebrar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa de 1976, evocando alguns dos mais representativos princípios humanistas nela proclamados.
Para tal, numa parceria com o Clube de Leitura da UTIL (Universidade da terceira idade do Lumiar) - porque a literatura e o acesso aos livros são considerados direitos humanos fundamentais - HÁ MÚSICA NO JARDIM estabelece uma ligação privilegiada entre música e literatura, partindo da sua complementaridade para a abordagem histórica comum às programações assinadas por Jenny Silvestre, curadora do HÁ MÚSICA NO JARDIM.
A programação inicia a 11 de setembro, às 17h00, no Parque das Conchas, contíguo ao Palácio dos Lilases, com uma celebração da vida em sociedade. Este momento festivo contará com a atuação de excelência da Charanga a Cavalo da GNR, única charanga no mundo que executa música em movimento (passo, trote e galope), seguindo-se um momento musical do ensemble 100 Caminhos, com a direção musical de Hugo Assunção.
Os restantes concertos terão lugar no Jardim de Inverno do Palácio dos Lilases, num espaço de intimidade artística que acolhe um percurso musical e literário reflexivo, através de diferentes épocas e universos estéticos.
No dia 25 de setembro, evocar-se-á Manuel de Falla, no 150.º aniversário do seu nascimento, como exemplo de luta contra a opressão na história ibérica. O programa, a cargo da soprano Laura Martins e do guitarrista Yuri Marchese, é inspirado nas “7 canciones antíguas” do compositor, exultando tradição e identidade local, enfatizando neste âmbito a escritora Rosalía de Castro.
No dia 9 de outubro, celebrar-se-á Giovanni Battista Pergolesi, no contexto dos 290 anos da sua morte, partindo do universo da ópera cómica barroca para a temática dos preconceitos sociais e conflitos de classe. Com o título SERPINA E OUTRAS HEROÍNAS, o programa será interpretado por Patrycja Gabrel (soprano), André Baleiro (barítono), Quarteto Prometheus, Jenny Silvestre (cravo) e António Carrilho nas flautas e direção musical.
Segue-se, a 16 de outubro, um concerto inspirado em Vergílio Ferreira, por ocasião dos 30 anos da sua morte, que parte da sua reflexão sobre a língua, o mar e a identidade para uma viagem musical entre diferentes geografias sonoras pelo Quarteto Chiado (violoncelos).
O ciclo encerra, no dia 30 de outubro, com um concerto dedicado a João Domingos Bomtempo e ao constitucionalismo português, evocando o papel da música na construção dos ideais liberais e na afirmação da identidade política nacional, interpretado pelos solistas Melleo Harmonia. O concerto inclui obras de Bomtempo, Franz Doppler e Gioachino Rossini.
A programação sublinha, assim, a relação entre cultura e cidadania, entendendo a música e a literatura como espaços complementares de reflexão crítica e de construção da memória coletiva.
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PROGRAMAÇÃO
11 de setembro de 2026, 17h – Parque das Conchas
Pompa e Circunstância
Charanga a Cavalo da GNR | Ensemble 100 Caminhos
Jardim de Inverno do Palácio dos Lilases
17h00
25 de setembro de 2026
Cantarei o que Sinto
Evocação de Manuel de Falla (150 anos do nascimento)
Laura Martins, soprano
Yuri Marchese, guitarra
9 de outubro de 2026
Serpina e Outras Heroínas
Evocação de Giovanni Battista Pergolesi (290 anos da morte)
Patrycja Gabrel, soprano
André Baleiro, barítono
Quarteto Prometheus
Jenny Silvestre, cravo
António Carrilho, flautas e direção musical
16 de outubro de 2026
A Minha Alma Teve o Tamanho do Mundo
Evocação de Vergílio Ferreira (30 anos da morte)
Quarteto Chiado
Alexandre Alvarez, violoncelo
Adja Zupancic, violoncelo
Luís Clode, violoncelo
João Matos, violoncelo
30 de outubro de 2026
Sobre um Hino Patriótico
João Domingos Bomtempo e o constitucionalismo português
Solistas Melleo Harmonia
Anabela Malarranha, flauta
Joaquim Ribeiro, clarinete
Carolino Carreira, fagote
Luís Vieira, trompa
José Pedro Ribeiro, piano
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No próximo dia 10 de setembro, Xico Gaiato lança A Cada Passo Que Dou, o seu álbum de estreia editado pela Omnichord. Depois de revelar, este ano, os singles "Voltas e Voltas" e "Na Raiz", Francisco Barata apresenta finalmente o disco na íntegra, um conjunto de catorze canções que nascem da Beira Interior para construir um universo profundamente ligado ao território, à memória e à identidade.
Além da edição digital, A Cada Passo Que Dou contará também com uma edição especial em vinil e CD, pensada para ganhar lugar nas estantes, nos gira-discos e nas casas de quem quiser levar estas canções consigo.
O álbum será apresentado ao vivo no Auditório da Moagem, no Fundão, no próprio dia 10 de setembro, cidade onde o projeto nasceu. Seguem-se os concertos no Teatrão, em Coimbra, a 16 de setembro, na Casa da Criatividade, em São João da Madeira, a 17 de setembro, na Casa Capitão, em Lisboa, a 2 de Outubro enos Maus Hábitos, no Porto, a 9 de outubro.
A Cada Passo Que Dou é composto por 14 canções onde Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através da eletrónica e da pop, onde abre um novo lugar para a exploração da música tradicional. Parte do disco foi gravada em residência artística nas Donas, aldeia onde cresceu a sua mãe, e é aí que ganham forma muitos dos sons que atravessam o álbum, dos bombos ao pífaro. Uma das canções, com a participação de Rossana, nasceu também durante uma sessão criativa realizada no Cabeço do Pião, junto às antigas Minas da Panasqueira.
O álbum dialoga entre passado e presente, revisitando lugares, histórias e sonoridades para construir uma identidade profundamente enraizada no território. Ao longo das canções, Xico Gaiato convida o público a construir o seu próprio imaginário, a explorar temas como a aceitação da identidade, a dúvida e a procura de um lugar no mundo.
Sem nunca perder de vista o lugar de onde parte, A Cada Passo Que Dou afirma-se como um disco que olha para o território, a memória e a identidade com a mesma vontade de questionar, emocionar e abrir novos caminhos.
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O ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria, entre 18 e 20 de setembro, para uma nova edição que cruza música, artes performativas, instalação e património. Depois do anúncio dos primeiros nomes, o programa fica agora completo com novas propostas que ampliam o olhar sobre as diferentes formas de criar, escutar e habitar este lugar.
Durante três dias, o Castelo transforma-se num espaço de encontro entre artistas, público e património. Entre muralhas, cisternas, varandas e outros lugares do monumento, o ÁGORA propõe uma programação que convida a abrandar e a olhar de outra forma para aquilo que nos rodeia.
Mais do que ocupar o Castelo, o ÁGORA procura ativar o espaço através da criação artística. Um lugar que durante séculos foi pensado para proteger e separar pode hoje tornar-se um território de proximidade, partilha e imaginação. A música, a palavra, o corpo e a matéria tornam-se formas de criar novas relações com este património.
Novos artistas e novas criações
A programação recebe agora Djali Binto Kanuté, nascida na Guiné-Bissau, que traz consigo uma herança musical profundamente ligada aos djidius, os cantores tradicionais da sua terra. Entre tradição e contemporaneidade, a sua voz estabelece uma ligação com a memória e a força da música da África Ocidental, numa presença que leva ao Castelo de Leiria uma cultura musical marcada pela oralidade e pela transmissão entre gerações.
O ciclo Antiprincesas chega também ao ÁGORA com a história de Juana Azurduy, mulher-mãe-guerreira de origem indígena que participou nas lutas pela independência da Bolívia. O espetáculo recupera a figura de uma mulher valente, determinada e gentil, que enfrentou batalhas e desafiou as convenções do seu tempo. Uma história que questiona as figuras femininas que a História escolheu recordar e aquelas que ficaram esquecidas.
Nas cisternas do Castelo será apresentada Until Nothing Falls, Gravity Waits, uma instalação de Carincur + João Pedro Fonseca. Partindo de uma pedra suspensa, a obra explora as relações entre matéria, gravidade e perceção. A pedra, tradicionalmente associada à construção e ao limite, é retirada da sua função habitual e colocada num estado de suspensão, criando um diálogo entre peso e leveza, matéria e vazio.
Estas novas propostas juntam-se aos artistas já anunciados, entre os quais Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, Israa Shalaby, Margaret Hermant, PAUS, Rita Silva & Mbye Ebrima, Manto Azul e el djinn الجن. Um conjunto de projetos que atravessa diferentes geografias, linguagens e formas de criação, mantendo como ponto comum a relação entre música, memória, corpo, território e comunidade.
Um programa para estar, ouvir e partilhar
Para além da programação artística, o ÁGORA propõe momentos de encontro que convidam o público a participar de forma mais direta.
É o caso de Partir Pão, Partir Pedra, um piquenique comunitário que acontece nas Varandas do Castelo de Leiria e que abre o primeiro dia do festival. A proposta é simples: cada pessoa traz pão, petiscos, fruta, bebidas ou qualquer outro alimento para partilhar numa mesa comum. Um gesto quotidiano que ganha outra dimensão dentro das muralhas. Partilhar comida é também partilhar tempo, histórias e espaço. É uma forma de criar comunidade e de transformar o património num lugar vivido, onde todos podem deixar uma marca.
Ao longo dos três dias, o ÁGORA propõe assim diferentes ritmos e formas de participação. Há espaço para a contemplação e para a celebração, para a escuta e para o movimento, para a experiência individual e para o encontro coletivo.
Se durante séculos as muralhas foram construídas para definir fronteiras, o ÁGORA propõe olhar para elas de outra maneira: como lugares onde é possível construir pontes. Talvez seja essa uma das funções da cultura: criar condições para estarmos juntos, para escutarmos outras vozes e para imaginarmos futuros diferentes.
Tal como nas edições anteriores, o bilhete habitual do Castelo de Leiria garante o acesso às atividades do ÁGORA, estando a entrada condicionada à lotação dos diferentes espaços. O acesso ao Castelo é gratuito para residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.
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A partir de 10 de setembro, o Cinema Trindade, no Porto, recebe um ciclo dedicado a Chantal Akerman, numa iniciativa da Nitrato Filmes em parceria com a Filmin.
As obras que integram o ciclo terão uma estreia em day-and-date, chegando simultaneamente ao grande ecrã do Cinema Trindade e à plataforma de streaming.
Ao longo de quase cinco décadas, Chantal Akerman construiu uma das obras mais singulares e influentes do cinema contemporâneo. Entre a ficção, o documentário e o cinema experimental, a realizadora belga desenvolveu uma linguagem profundamente pessoal, marcada pela atenção ao tempo, ao espaço, aos gestos quotidianos, à intimidade e à experiência feminina.
A programação propõe um percurso por diferentes momentos da sua filmografia, reunindo dez obras fundamentais e cuja a sua influência continua a fazer-se sentir no cinema contemporâneo.
Uma obra entre o quotidiano e a ruptura
O ciclo abre com Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles (1975), o melhor filme da história do cinema segundo a Sight & Sound. A obra-prima de Chantal Akerman em versão restaurada. Uma obra-prima sem paralelo que confirmou o talento de Chantal Akerman e, juntamente com Marguerite Duras, posicionou-a como a ponta de lança do cinema feminista. Delphine Seyrig dá vida à imortal Jeanne Dielman, uma mulher enjaulada na escravidão do quotidiano, condenada a repetir as mesmas acções dia após dia enquanto cuida do seu filho adolescente.
O filme tornou-se uma referência fundamental na representação da experiência feminina e continua, décadas depois, a ser objecto de estudo, discussão e redescoberta.
Em Hôtel Monterey (1972), Akerman observa um hotel nova-iorquino através de longos planos dos seus corredores, quartos, elevadores e habitantes. Sem uma narrativa convencional, o filme transforma a duração e o espaço em elementos centrais da experiência cinematográfica.
Com apenas 24 anos, Chantal Akerman realiza Je, tu, il, elle (1974). Um filme que aborda a solidão, o desejo e a sexualidade através de uma narrativa fragmentada e com uma forte dimensão física e pessoal. O filme antecipa algumas das preocupações formais e temáticas que encontrariam a sua expressão mais radical em Jeanne Dielman.
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Com News from Home (1976), a realizadora filma Nova Iorque enquanto escuta as cartas que a mãe lhe envia de Bruxelas. A cidade torna-se o espaço de uma distância simultaneamente geográfica e afectiva, num dos filmes mais marcantes da sua relação com a memória e a experiência de estar longe de casa.
Aurore Clément interpreta o alter ego de Chantal Akerman em Les Rendez-vous d’Anna (1978), num emocionante filme de viagens que narra as experiências da cineasta belga na Europa.
O tema das relações continua presente em Toute une nuit (1982), uma noite de Verão em Bruxelas serve de cenário para uma sucessão de encontros, separações e aproximações para explorar a aceitação e a rejeição amorosa; e Golden Eighties (1986), a versão restaurada de um dos filmes mais festivos de Chantal Akerman, uma celebração da cor dos anos 80, da forma despreocupada de viver a vida como se fosse um musical.
Em Histoires d'Amérique (1989), através de piadas, situações cómicas e cenas absurdas da vida quotidiana, esta jóia desconhecida de Akerman gira em torno da memória e da identidade dos judeus americanos e em D'Est (1993), na forma de um diário em vídeo, poético, Chantal Akerman medita sobre o estado da Europa que resta após a queda do muro de Berlim e o colapso da União Soviética.
Por fim, o ciclo integra o seu último filme, No Home Movie (2015) Construído a partir das conversas com a sua mãe, Natalia, o filme é simultaneamente um retrato familiar e uma reflexão sobre a memória, a ausência e a passagem do tempo. Realizado pouco antes da morte da cineasta, No Home Movie adquire inevitavelmente uma dimensão de despedida.
A colaboração entre a Nitrato Filmes e a Filmin assume particular importância por permitir que a sua obra seja descoberta, no mesmo momento, em dois contextos distintos: na sala de cinema e em casa. O modelo day-and-date estabelece assim uma relação de complementaridade entre a exibição cinematográfica e o streaming, aproximando diferentes públicos de uma filmografia que continua a ser fundamental para compreender o cinema contemporâneo.
Esta parceria representa uma aposta na circulação e redescoberta da cinematografia da Chantal Akerman e na possibilidade de a apresentar ao público português numa sala de cinema. Para a Filmin, reforça a sua aposta no cinema de autor e na disponibilização de obras fundamentais da História do Cinema.
A partir de 10 de setembro, Chantal Akerman está no Cinema Trindade e na Filmin.
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Esta verdadeira preciosidade do cinema documental capta a emocionante e excêntrica disputa pelo título de Campeão Mundial de Papas de Aveia, bem no coração da Escócia.
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Um campeonato mundial de papas de aveia, uma pequena aldeia nas Terras Altas da Escócia e uma disputa pelo legado de uma tradição centenária
A Filmin estreia, no próximo 3 de setembro, em exclusivo, A Spurtle Dourada, o documentário do realizador australiano Constantine Costi, uma história calorosa, divertida e surpreendente sobre tradição, comunidade, competição e a importância que as pequenas coisas podem assumir nas nossas vidas.
Todos os anos, a pequena localidade de Carrbridge, nas Terras Altas da Escócia, transforma-se no centro do mundo das papas de aveia. Competidores vindos de diferentes pontos do globo reúnem-se para disputar o título de Campeão Mundial de Preparação de Papas de Aveia, numa competição em que uma receita aparentemente tão simples — aveia, sal e água — pode dar origem a uma extraordinária variedade de técnicas, personalidades e convicções.
Mas A Spurtle Dourada é muito mais do que um filme sobre papas de aveia. No centro da história está Charlie Miller, um dos rostos da organização do campeonato, carismático e prestes a reformar-se. Com a saúde debilitada, Charlie sente a responsabilidade de garantir o futuro da competição e, ao mesmo tempo, deixar o seu próprio legado.
Também Ian Bishop, habitante de Carrbridge, enfrenta uma batalha pessoal contra a deterioração da sua saúde e vê no campeonato a oportunidade de conquistar uma última vitória. Pelo caminho, terá de enfrentar concorrentes determinados, entre os quais Lisa Williams, veterana da competição e considerada a “rainha” das papas de aveia.
A nova geração chega igualmente preparada para desafiar as regras estabelecidas. Entre rivalidades, receitas, tradições e diferentes formas de entender o que faz uma boa papa de aveia, o campeonato torna-se um retrato inesperadamente humano de uma comunidade e das pessoas que a ela chegam com uma spurtle na mão — o tradicional utensílio de madeira utilizado para mexer as papas.
Filmado tendo como cenário as paisagens das Terras Altas da Escócia, A Spurtle Dourada combina humor e observação documental para revelar a humanidade que existe por detrás de uma tradição aparentemente modesta. É, nas palavras da Dogwoof, um filme sobre encontrar o maior significado nas coisas mais pequenas.
A Spurtle Dourada, estreia em exclusivo na Filmin a 3 de setembro.
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Nos cinemas a 24 de setembro
Adolescência, Sexo e Morte no Acampamento Miasma de Jane Schoenbrun, estreia nas salas de cinema portuguesas no próximo dia 24 de setembro, com distribuição No Comboio. Um slasher queer protagonizado por Hannah Einbinder e Gillian Anderson, que teve a sua estreia no festival de Cannes onde venceu a Queer Palm
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Após anos de sequelas e fãs de terror em declínio, Camp Miasma é entregue a uma jovem realizadora entusiasmada por uma ressurreição. No entanto, quando visita a protagonista original do filme, uma actriz envolta em mistério, as duas mulheres mergulham num mundo sangrento de desejo, medo e delírio. E uma nova espécie de slasher emerge do fundo do lago.
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Nástio Mosquito reforça o caminho para o seu novo trabalho discográfico com o lançamento de “Mapa Cor de Rosa”, o segundo single de avanço do álbum “NO CAPITAL”.
Já disponível em todas as plataformas digitais, o tema marca um momento de viragem no projeto ao ser o primeiro do alinhamento interpretado em língua portuguesa. Tal como aconteceu com o tema de estreia, a música faz-se acompanhar por um videoclipe oficial com legendas disponíveis em português e inglês.
Este novo lançamento sucede a “Hilário”, o single de apresentação que assinalou o regresso do arquiteto cultural às edições musicais.
Reconhecido pelo seu trabalho multidisciplinar entre a performance, o cinema, a música e a linguagem — através do qual cria condições artísticas para o auto-reconhecimento institucional e público —, Nástio Mosquito prepara agora o lançamento do disco completo, agendado para o dia 15 de outubro.
NO CAPITAL é o primeiro álbum após a trilogia e apresenta-se sob a forma de mixtape, assumindo uma intenção clara que explora a acumulação, a incompletude e a resistência ao conceito de objeto acabado. O trabalho junta faixas inéditas a temas mais antigos em novas interpretações do artista, revelando uma diferenciação estética vincada entre o Lado A e o Lado B — um contraste que se torna particularmente evidente na edição em formato físico.
Para além da disponibilização nas plataformas digitais, o disco terá uma edição em LP de vinil de 180g (capa gatefold de 12"), com prensagem assegurada pela Optimal Media, na Alemanha.
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Outros
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ZZ Top
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De 25 a 29 de agosto, o Crato recebe cinco dias de música, artesanato, gastronomia e cultura no principal festival de verão do Alentejo.
Está a chegar mais uma edição do Festival do Crato. Entre 25 e 29 de agosto, a vila alentejana volta a receber milhares de visitantes para cinco dias que juntam música, cultura, artesanato e gastronomia, num dos eventos de referência do calendário de verão nacional.
Bispo, Slow J, Dub Inc, Veigh, Papillon, Soraia Ramos, Sara Correia, Delfins, Calema, Buba Espinho e Calum Scott estão entre os nomes que passam pelo palco do Festival do Crato em 2026. A programação prolonga-se pela madrugada com vários nomes da música eletrónica, entre os quais Kura, Karetus, Breyth e Zanova.
As atividades arrancam já a 25 de agosto, com entrada gratuita, numa noite que antecede os quatro dias principais do Festival.
Para além dos concertos, o Festival do Crato mantém uma das características que o distingue no calendário nacional: a ligação à tradicional Feira de Artesanato e Gastronomia, que volta a integrar a programação e a dar espaço a produtores, artesãos, gastronomia e tradições da região.
Ao longo dos vários dias, música e entretenimento convivem assim com uma componente dedicada à identidade e cultura do território, fazendo do evento um ponto de encontro entre diferentes gerações.
Para quem pretende viver toda a experiência do Festival, existe ainda uma zona de campismo destinada aos portadores de Passe Geral com Campismo, permitindo permanecer no Crato ao longo dos vários dias de programação.
Horários
25 de agosto (Entrada gratuita)
21h30 — A Batalha do K-Pop
22h50 — Elyas
23h40 — Gipsy King by Diego Baliardo
01h30 — Pears
26 de agosto
21h30 — Bispo
23h05 — Dub Inc
00h45 — Slow J
02h25 — Zanova
27 de agosto
21h30 — Soraia Ramos
23h05 — Papillon
00h45 — Veigh
02h25 — Breyth
28 de agosto
21h30 — Sara Correia
23h05 — Delfins
00h45 — Calema
02h25 — Kura
03h55 — Ana Isabel Arroja
29 de agosto
21h30 — Buba Espinho
23h05 — Calum Scott
01h00 — Karetus
02h50 — Projeto Remember Old Times
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Mobilidade reforçada para chegar ao Festival
Para a edição de 2026, o Festival do Crato reforçou as opções de transporte para a região e os benefícios destinados aos portadores de bilhete, procurando facilitar as deslocações e incentivar a utilização de transportes coletivos.
A CP disponibiliza 30% de desconto nas viagens em comboios Intercidades, InterRegional e Regional para os portadores de bilhete do Festival.
A Rede Expressos associa-se também ao evento, disponibilizando 15% de desconto na aquisição de bilhetes através da campanha dedicada ao Festival do Crato.
Já a Rodoviária do Alentejo disponibiliza, entre 25 e 29 de agosto, 10 circuitos especiais com destino ao Crato, com partida de Tolosa, Alagoa (Portalegre), Ponte de Sor, Pisão, Nisa, Avis, Gavião, Portagem, Arronches e Portalegre. A compra do bilhete para cada viagem é efetuada diretamente junto do motorista.
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Delfins
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Gipsy Kings
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Todos os dias são dia de alguma coisa, friados ou não.
Hoje é o dia da Fotografia.
Créditos:
Vasco Alexandre Da Rocha Moreira
(Vasco Moreira Gritali)
Após a sua estreia mundial no Festival de Edimburgo e estreia internacional em Nova Iorque, BODYHACKERS, de Carlos Conceição, terá a sua antestreia nacional no MOTELX Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, integrado na Competição Europeia Méliès d'Argent.
O novo filme de Carlos Conceição é um sedutor body horror de contornos noir sobre pessoas que reinventam os seus ideais de perfeição para incorporar uma atração sensual por corpos transformados por cirurgia estética.
O elenco reúne atores consagrados a nível nacional e internacional, como McCaul Lombardi, Joana Ribeiro, Elina Löwensohn e Alba Baptista.
BODYHACKERS é uma coprodução entre a Mirabilis e a Risi Film, que garante também a distribuição do filme em Portugal, com estreia prevista nas salas portuguesas em setembro 2026.
Festivais:
- Edinburgh International Film Festival (Estreia mundial)
- Scary Movies XIV at Lincoln Centre, New York
- MOTELX: Festival Internacional de Cinema de Terror em Lisboa - Competição Europeia Meilès d’Argent
Sobre o realizador:
Carlos Conceição é um realizador português nascido em Angola, conhecido por combinar o realismo poético com uma abordagem ousada e experimental. Os seus filmes, visualmente marcantes e emocionalmente intensos, exploram a identidade, a memória, o desejo e o trauma político, fundindo frequentemente ficção e documentário. Depois de estudar Literatura, dedicou-se ao cinema, conquistando reconhecimento pelo seu tom hipnótico, pela ousadia narrativa e pela profundidade simbólica da sua obra. Reconhecido em importantes festivais internacionais, é um dos mais arrojados realizadores europeus da atualidade.
Filmografia:
Boa Noite Cinderela (2014, Curta-metragem)
Coelho Mau (2017, Curta-metragem)
Serpentário (2019, Longa-metragem, Berlinale Forum)
Um Fio de Baba Escarlate (2020, Curta-metragem)
Nação Valente (2022, Longa-metragem, Festival de Locarno)
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Estreia prevista para setembro 2026
BODYHACKERS
um filme de Carlos Conceição
Portugal | 2026 | 83' | M/14 | Drama
O ativista ambiental Denver Blake decide denunciar uma clínica de cosmética que, na sua opinião, explora as inseguranças geradas pelos padrões de beleza impostos pela sociedade. No entanto, quando se apaixona por Renée, uma ex-bailarina obcecada por aperfeiçoar constantemente a sua aparência, acaba por ser arrastado para um fascinante e perturbador submundo que subverte o significado da cirurgia plástica.
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Já dizem as tvs portuguesas:
"Ron Wood, uma Carreira a solo invejável"
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E é verdade, o Ronnie e Unico!
14 setembro 2026 em Lisboa.
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Alma de Coimbra apresenta-se em Lisboa, dia 11 de outubro no Coliseu Club, um projeto singular que alia a tradição da academia à riqueza da música lusófona através de arranjos de elevada sofisticação técnica.
O Alma de Coimbra é um prestigiado e inovador projeto musical que reúne cerca de 35 antigos estudantes da Universidade de Coimbra espalhados pelo país. Mais do que um grupo musical, é um espaço de amizade e celebração da tradição académica e da lusofonia.
Sob a direção do Maestro Prof. Augusto Mesquita, desde a sua fundação em 2006, o Alma de Coimbra destaca-se pela interpretação exclusiva de arranjos originais de sua autoria. O grupo organiza-se em duas vertentes principais:
- Coro Masculino: acompanhado por piano, contrabaixo e violino.
- Grupo de Guitarras: composto por Guitarra de Coimbra e Guitarra Clássica.
A sua identidade musical traduz-se numa viagem apaixonada pela cultura lusófona, que abrange:
- Fado de Coimbra e Lisboa (homenageando ícones como Amália Rodrigues e José Afonso).
- Música ligeira e tradicional portuguesa.
- Sonoridades Lusófonas (como mornas de Cabo Verde e ritmos do Brasil, Timor-Leste, Angola e Moçambique).
Com duas décadas de história e 5 álbuns gravados, o Alma de Coimbra soma centenas de concertos em Portugal e digressões por 19 países em quatro continentes (de Timor-Leste ao Chile, passando pelos EUA, Ásia, África e vários países europeus).
Dia:: 11 de outbro 2026
Horário: 17:00
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NÁSTIO MOSQUITO LANÇA NOVO SINGLE "HILÁRIO" E ANUNCIA O ÁLBUM "NO CAPITAL"
Nástio Mosquito assinala hoje, dia 14 de Agosto o seu regresso às edições discográficas com o lançamento de “Hilário”, o primeiro single do seu novo álbum de estúdio, um "mixtape" intitulado “NO CAPITAL”. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um vídeo oficial disponível com legendas em português e inglês.
A apresentação do projeto prossegue a 21 de agosto com o lançamento de “Mapa Cor de Rosa”, o segundo single do álbum e o primeiro deste novo trabalho a surgir em língua portuguesa.
O álbum completo chega no dia 15 de outubro, com edição confirmada em formato digital e em vinil gatefold.
O arquiteto cultural Nástio Mosquito trabalha entre performance, cinema, música e linguagem, criando condições artísticas para o auto-reconhecimento institucional e público.
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