sábado, março 07, 2026

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"Muito obrigado a todos os milhões e milhões de visitas de todo o mundo neste blog.
Muito obrigado!"

O ÚLTIMO PADRINHO de Antonio Piazza e Fabio Grassadonia | ESTREIA 19 MARÇO | Risi Film

Itália, França | 2024 | 122' | Classificação M12 | Drama

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Depois de cumprir vários anos de prisão por crimes ligados à Máfia, Catello (Toni Servillo), político de longa data, perdeu tudo. Quando os serviços secretos italianos o “convencem” a colaborar na captura de Matteo (Elio Germano), o último grande chefe mafioso ainda em fuga — que conhece desde a infância —, vê nessa proposta uma oportunidade de regressar.


Astuto e versátil, mestre na arte da dissimulação, Catello inicia uma correspondência com o fugitivo, tão singular quanto improvável, explorando as fragilidades emocionais do homem que vive na clandestinidade. Um jogo arriscado, ainda mais perigoso por envolver um dos criminosos mais procurados do mundo. Servillo encarna assim uma figura ambígua, movida pela possibilidade de redenção, enquanto Germano dá corpo a um chefe mafioso cansado da guerra e prisioneiro da própria sombra.


Apresentado em Competição Oficial no Festival de Veneza.

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https://risifilm.pt/

Filmin assinala o Dia da Mulher com um canal dedicado às cineastas que marcam o cinema


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Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a plataforma de streaming Filmin lança o canal especial Elas, uma programação dedicada às realizadoras, directoras de fotografia ou compositoras que marcaram a história do cinema e às novas vozes femininas que continuam a transformar a linguagem cinematográfica.


O canal reúne uma seleção de filmes realizados por mulheres de diferentes épocas e geografias, destacando autoras fundamentais que desafiaram as convenções da indústria e abriram novos caminhos para o cinema de autor.


Destaque para as vozes femininas do cinema contemporâneo como cinematografia de Céline Sciamma, Kelly Reichardt, Alice Rohrwacher ou Julia Ducournau e as novas autoras que surgiram nos últimos anos como Payal Kapadia (All We Imagine as Light – Tudo o Que Imaginamos Como Luz), Molly Manning Walker (How to Have Sex - A Primeira Vez) ou Joanna Arnow (A Sensação de Que o Tempo para Fazer Algo Já Passou). 


Destaque ainda para documentários que exploram uma visão na perspetiva da mulher como Sete Invernos em Teerão, de Steffi Niederzoll, Memórias de um Corpo que Arde, Antonella Sudasassi Furniss ou A Mãe de Todas as Mentiras de Asmae El Moudir. 


O canal tem um espaço dedicado às realizadoras que abriram o caminho para outras vozes como Agnès Varda ou Chantal Akerman, uma das cineastas mais influentes do cinema europeu, cuja obra redefiniu as possibilidades narrativas e formais do cinema moderno. Filmes como Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles tornaram-se referências incontornáveis pela forma como exploram o tempo, o espaço e a experiência feminina com um olhar radicalmente singular. Ou a filmografia de Kinuyo Tanaka, pioneira do cinema japonês e uma das primeiras mulheres realizadoras no Japão. Conhecida também pela sua carreira como atriz em filmes de mestres como Kenji Mizoguchi, Tanaka construiu uma filmografia própria marcada por retratos sensíveis da vida das mulheres no Japão do pós-guerra.


O canal Elas dá igualmente destaque ao cinema português com obras de realizadoras que têm contribuído para renovar o panorama cinematográfico nacional nas últimas décadas. Entre elas encontram-se os filmes de Marta Pessoa, Leonor Teles, Margarida Cardoso ou Cláudia Varejão, cineastas que exploram diferentes territórios narrativos — da ficção ao documentário — e que têm conquistado reconhecimento em festivais nacionais e internacionais. 


A Filmin propõe assim uma viagem por diferentes gerações de cineastas, sublinhando o papel fundamental das mulheres na evolução do cinema e dando visibilidade a perspectivas autorais que continuam a ampliar a diversidade de histórias e de olhares no ecrã.


O canal já está disponível na Filmin. 

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https://www.filmin.pt/

Cover de Bruxelas, programa histórico da RUC, lança segundo volume: o legado das covers chega a 6 de Março

 


O mundo das “covers” em Portugal celebra um novo capítulo com o lançamento do CD “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2”, marcado para 6 de Março. O disco reúne cinco artistas — John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak — que reinterpretam clássicos do rock, pop e indie, oferecendo novas camadas de significado a temas que atravessam gerações. O single de apresentação é a eletrizante versão de “My Friend Jack”, de Paul Oak, originalmente dos britânicos The Smoke.


Este novo volume surge depois do sucesso do primeiro disco, editado em 2021, que compilou as primeiras “Cover de Bruxelas Sessions”. Desde então, Rui Ferreira, produtor executivo do projeto e mentor do programa Cover de Bruxelas (no ar na RUC), tem continuado a desafiar artistas a criar versões exclusivas para o programa, mostrando que cada cover é mais do que uma simples reinterpretação: é um diálogo com o original, um espaço onde camadas de significado se chocam, se amplificam e se reinventam.


O projeto nasce da paixão de Rui Ferreira e José Braga, que em 1995 lançaram na Rádio Universidade de Coimbra (RUC) o programa Cover de Bruxelas, dedicado à celebração das versões musicais. Inspirado pelos tempos em que Rui apresentava “Os Últimos Dias do Vinil”, o programa nasceu da necessidade de revisitar, reciclar e reutilizar sons, com o lema atual a refletir essa filosofia:


“Cover de Bruxelas, o programa dos três érres da sustentabilidade sonora: revisitar, reciclar e reutilizar. Cover de Bruxelas, um programa amigo do ambiente sonoro.”


O Volume 2 do CD mantém esta visão, incluindo temas como “Primitive”, “Needs of Flesh” e “Nothing to Lose” reinterpretados por John Mercy, versões emblemáticas de From Atomic como “I’m in Love With a German Filmstar” e “Dream Baby Dream”, e releituras surpreendentes de Surma, Corsage e Paul Oak, incluindo a já mencionada “My Friend Jack” e “Sunny Afternoon”. Cada faixa revela como uma cover pode transformar o familiar em inesperado, abrindo novas perspectivas sobre a música que conhecemos.


Com produção executiva de Rui Ferreira, masterização de João Rui e grafismo de Toni Fortuna, “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2” estará disponível em formato físico e digital a partir de 6 de Março, continuando a missão do programa e do produtor de mostrar que a música, mesmo quando reciclada, nunca perde a sua força criativa.


“Cada canção emerge de um conjunto de condições sociais e materiais; o mesmo acontece com cada intérprete. As versões que reunimos no Volume 2 são a prova de que reinterpretar é descobrir novas verdades na música”, afirma Rui Ferreira.

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Quem é Rui Ferreira? 

Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.


É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.


Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.


Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portugal. 

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https://www.instagram.com/lucky_lux_record_store/


Kumpania Algazarra preparam lançamento de 10º disco com single "Ignite"

Os Kumpania Algazarra regressam aos discos com Tudo ao Contrário, o seu décimo álbum de estúdio— uma explosão de euforia sonora que funde os beats da eletrónica com as raízes vibrantes do balkan e do ska, desafiando as leis da gravidade musical. Tudo ao Contrário tem lançamento previsto para dia 1 de Maio.


 


O coletivo de Sintra aprofunda aqui a sua identidade, mergulhando de forma mais profunda nas sonoridades eletrónicas, sem nunca perder a ligação às fanfarras tradicionais. O resultado é um disco composto por temas que convidam à libertação do corpo e da mente, numa celebração coletiva onde a pista de dança se transforma em território de resistência. “Sentimos que este era o momento de virar o disco e tocar o outro lado. ‘Tudo ao Contrário’ é a nossa forma de abraçar o caos e transformá-lo num momento de celebração coletivo”, afirmam os Kumpania Algazarra.


 


Num tempo em que o mundo parece estar de pernas para o ar, os Kumpania respondem com festa, energia e união. Tudo ao Contrário é um convite direto à libertação — uma mescla sonora viciante que transforma inquietação em dança e incerteza em comunhão.


 


“Ignite” é o single de estreia do décimo álbum do coletivo Algazarra e afirma-se como um verdadeiro hino à celebração. É uma música que nos transporta para o imaginário de uma grande festa, onde somos convidados para um momento de partilha e comunhão através da dança. Este novo tema convida-nos a libertarmo-nos da nossa individualidade e a abraçar a força do coletivo, a soltar os corpos e a mente, a dançar sem reservas e a deixar-nos levar pelo ritmo contagiante. É um apelo à união, à energia partilhada e à criação de memórias em conjunto — porque é juntos que a chama se acende e a festa ganha vida. O videoclipe, realizado por João Guimarães e gravado em Sintra, reforça essa atmosfera de liberdade e celebração, mostrando a diversidade, a autenticidade e a boa disposição a que os Kumpania Algazarra nos habituaram.


 


Agenda KA 2026


 


6 Fevereiro | Vagar é a Cena - Évora’27 | Évora


20 Junho | A anunciar (PT)


Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (TR)


5 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (TR)


11 Julho | Festival de Julho | São Jorge, Açores


25 Julho | Noites de Verão | Alhandra


22 Agosto | Festival Folk Plasencia (EX)


5 Setembro | A anunciar (GZ)


30 Outubro | A anunciar (GZ)


 


https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/


https://www.facebook.com/kumpanialgazarra/

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https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/

JOÃO AFONSO edita “MATOPE” | Antecipando novo álbum "Todo Tempo"

( Créditos: Rui Luz)

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JOÃO AFONSO edita “MATOPE”

Segundo single do álbum “Todo Tempo”

Single disponível em todas as plataformas digitais a 06 de março.



Antecipando a edição do seu novo álbum "Todo Tempo", João Afonso lança um segundo single, intitulado "Matope".


"Matope" é um dos temas que capta uma ideia que nunca deixou de estar presente para o autor: a saudade. A letra, ou poema, é um burburinho de imagens, de sonoridades, de odores e cores e reflete sobre o “silêncio dos anos”, em que João Afonso guardava uma amarga ausência de Moçambique, terra da suas origens.


"Matope" revela também uma perfeita harmonia entre o texto do próprio João Afonso e a musicalidade de João Afonso e António Pinto, responsável pelos arranjos do novo álbum.

O tema conta ainda com as participações especiais de Tomás Pimentel, Tomás Marques e Ruben Luz, nos sopros, de António Pinto e Miguel Fevereiro, nas guitarras e a alma rítmica da percussão/ bateria de Quiné Teles.


"Matope" é assim um regresso diferente de João Afonso a Moçambique. Embarquemos também nesta viagem!

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Recordações - "A bigger bang" - The Rolling Stones

 Spotify

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quarta-feira, março 04, 2026

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 BB King / Eric Clapton

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Em Portugal este video e disco foi apresentado nas televisões, rádios e outros meios de comunicação.

Esteve no Top Português. Inclusivé o Top + fez um destaque de como o vídeo foi feito.

Uma grande equipa de profissionais.

A rádio Comercial era das rádios Nacionais que passavam este tema.

Vale a pena recordar.

Festival do Crato anuncia Buba Espinho


 O Festival do Crato está de regresso a esta vila alentejana de 26 a 29 de agosto! Buba Espinho é o primeiro artista confirmado para o cartaz de 2026.




Para o cantor natural de Beja (que participou no concerto especial de Luis Trigacheiro na edição de 2025) participar em nome próprio no Festival do Crato “é um sentimento muito especial. Em primeiro lugar porque sou alentejano e porque o Festival do Crato é sem dúvida um dos maiores e com mais impacto do Alentejo”, diz-nos.



Perguntamos a Buba Espinho se está a pensar em fazer um concerto diferente do habitual nas suas tours. A resposta chegou-nos rapidamente “sim, claro. Posso adiantar que vamos ter dois convidados muito especiais: a Inês Gonçalves, uma artista muito talentosa da nova geração alentejana e os Camponeses de Pias, um dos grupos corais de maior referência para mim”.



Curiosamente, Buba Espinho estreou-se no Festival do Crato o ano passado como convidado de Luis Trigacheiro. Isto porque como nos conta “o período de verão é sempre ocupado com uma série de concertos um pouco por todo o país mas adorei ter estado em palco e ter assistido a outros concertos”.



Nas próximas semanas novos nomes vão ser apresentados pelo Festival do Crato.





Sobre o Festival do Crato

O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais conceituados em Portugal, combinando grandes nomes da música nacional/internacional com uma popular Feira de Artesanato e Gastronomia. Realizado anualmente em agosto, o evento oferece campismo gratuito com passe de 4 dias, atraindo cerca de 100 mil pessoas. A edição deste ano realiza-se de 26 a 29 de Agosto.

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Novo álbum de Segue-me à Capela chega a 3 de março após dez anos sem edições


Depois da edição do seu segundo disco, em 2015, Segue-me à Capela apresenta agora Quando um fio s’ensarilha, o seu terceiro álbum, com lançamento marcado para 3 de março de 2026. O disco tem o selo Disco Antena 1 – Árvore da Música e foi antecipado pelo single “Zamburra”, editado a 6 de fevereiro. Será apresentado ao vivo a 7 de março, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra.


O septeto vocal feminino prepara-se para lançar um novo trabalho discográfico que aprofunda o diálogo entre a música tradicional portuguesa e a criação contemporânea, tendo a voz como instrumento central.


Dez anos depois de San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher e mais de duas décadas após o álbum de estreia, o grupo regressa com um disco que assume o “nó” como metáfora sonora e poética: os nós, os emaranhados e as imperfeições tornam-se matéria criativa, lugar de encontro e de transformação. Sete vozes, sete fios, sete cravos abertos ao mundo — um disco que celebra a complexidade, a memória e a alegria de cantar em conjunto.


Quando um fio s’ensarilha nasce de um processo profundamente coletivo, que parte de arranjos originais sobre recolhas tradicionais e integra um poema de João Pedro Mésseder e outro de Amélia Muge, figura maior da música portuguesa e presença determinante na construção deste trabalho. Os arranjos foram desenvolvidos pelo grupo, por Amílcar Cardoso, por Sebastião Antunes e por Amélia Muge, em estreita colaboração, num exercício de criação alinhavo a alinhavo.


A produção e direção musical são assinadas por Segue-me à Capela, com acompanhamento na produção musical de Amélia Muge. Para além das vozes do grupo e da percussão de Quiné Teles, o álbum conta com a participação de Sebastião Antunes e de Stereossauro, como músicos convidados.


As misturas e masterização ficaram a cargo de Fernando Nunes (Naná). A identidade visual do disco inclui ilustração de Catherine Boutaud e design gráfico de Carolina Simões.


O repertório baseia-se em recolhas de referência realizadas por Armando Leça, Artur Santos, Catarina Moura, Ernesto Veiga de Oliveira, GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, Manuel Rocha e Michel Giacometti, reafirmando o compromisso do grupo com a preservação e reinvenção do património musical português.


O primeiro avanço deste novo ciclo foi dado a 6 de fevereiro, com a edição do single “Zamburra”. Entre muitas possibilidades, a escolha não foi imediata: era preciso começar por um nó. Tema inaugural do álbum, “Zamburra” inscreve-se no ciclo de Inverno e era tradicionalmente cantado por alturas do Entrudo, tempo de passagem e inversão, quando os corpos despertam do frio e a vida volta a circular.


A apresentação ao vivo do novo álbum acontece a 7 de março, às 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo | Escola da Noite, em Coimbra. Os bilhetes já se encontram à venda, com o valor de 10 € (preço normal) e 5 € (descontos).


Quando um fio s’ensarilha conta ainda com o apoio da GDA para a edição fonográfica.


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Fotografia de Carlos Gomes

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Quem são Segue-me à Capela?

Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres (Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim) que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.


O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.


Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/


BONS SONS comemora 20 anos de resistência e abre inscrições para voluntariado, restauração e feira


 A 13.ª edição do BONS SONS marca os 20 anos do festival. Realiza-se de 6 a 9 de agosto de 2026, na aldeia de Cem Soldos, concelho de Tomar - organizado pelo SCOCS - Sport Club Operário de Cem Soldos - e é uma edição marcada pela resistência.


Resistência que é persistência, determinação, tenacidade. São vinte anos de manifesto, de conquista de um lugar para a cultura portuguesa e de afirmação de um lugar para o espaço rural. Um festival e uma aldeia que existem e que querem existir pela contemporaneidade no campo, por uma plataforma cultural, pelo planeamento do território, pela cidadania participativa, pelo envelhecimento ativo, pelo ensino em comunidade, por projetos de território, por uma ação sustentável, pela criação de espaço público e pela cultura popular.

O BONS SONS é diversidade, multiplicidade, um festival comunitário, que resiste ao tempo. Uma resistência que é flexível e que se adapta aos desafios de cada momento, que tem objetivo, e navega com destino definido - porque "barco que não tem rota não beneficia de vento algum", um festival que evolui ao sabor do movimento da sua comunidade, da sua aldeia. Uma aldeia que acredita e porque acredita faz. Uma resistência que é fruto deste lugar, da esperança e deste projeto. E porque sem resistência não há festa.

2026 marca também início de uma nova vida na estrutura da equipa do festival, uma estrutura com novas lideranças, uma equipa diretiva focada na ideia de coletivo, com um modelo transversal, congregando diferentes gerações, ideias e perfis que fazem parte da equipa do BONS SONS há vários anos. Neste sentido, a coordenação geral do BONS SONS é agora assumida por uma geração de pessoas que nasceu com o festival e que já faz parte há vários anos da equipa do festival e da direção do SCOCS: Bernardo Ferreira, Filipe Cartaxo (também presidente do SCOCS) e Mariana Krause, continuando a programação a ser conduzida por João Rufino, José Gonçalves e Sérgio Alves. 

Voluntariado, Restauração e Feira - Inscrições abertas
A partir de agora, estão também abertas as inscrições para a equipa de voluntariado do festival, pontos de restauração e feira. Para restauração e feira as inscrições estão abertas até 15 de abril de 2026 e para o voluntariado até 30 de abril.

O BONS SONS é um festival comunitário que vive da participação voluntária, desde as pessoas da organização até às diversas equipas que fazem acontecer o festival. A comunidade de Cem Soldos recebe as pessoas voluntárias de fora e todas, em conjunto, ajudam a construir o festival. Quem quiser fazer parte desta comunidade pode inscrever-se a partir de agora.

A restauração complementa o programa cultural e musical do festival, por isso o festival procura propostas gastronómicas, sejam elas de cariz local, internacional, petiscos, produtos regionais, vegetarianos ou veganos, entre outros.

Viver a aldeia, no âmbito do BONS SONS, significa também visitar a feira nas ruas de Cem Soldos e há lugar para pessoas ligadas a trabalhos de artesanato e design português, seja através da moda, joalharia, fotografia, ilustração, cerâmica, ecologia, literatura ou outras expressões.

Informações: www.bonssons.pt
Inscrições: www.bonssons.pt/participar

Bilhetes
Os bilhetes para o BONS SONS estão à venda: o Passe Geral 4 Dias (com campismo incluído) encontra-se na terceira fase de venda e custa 60€.

PASSE 4 DIAS: Fase 3 - 60€* | Fase 4 - 70€

* Os bilhetes a preço reduzido estão limitados ao número de unidades disponibilizado para cada fase. Esgotado o número de unidades da fase em curso, passam a vigorar os valores da fase seguinte. Bilhete pago a partir dos 12 anos. Bilhetes à venda no site do BONS SONS, na rede See Tickets e na sede do SCOCS, em Cem Soldos.

Os bilhetes diários estarão à venda a partir do momento da divulgação do cartaz completo.

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Cinema Fernando Lopes em Lisboa - Maratona dos Óscares


De 12 a 15 de março, o Cinema Fernando Lopes apresenta, pelo terceiro ano consecutivo, a sua Maratona dos Óscares, reunindo doze filmes nomeados nas principais categorias da 98ª edição dos Prémios da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas.


A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar na madrugada de 15 para 16 de março, no Dolby Theatre, em Hollywood. Antecipando esse momento central da temporada cinematográfica internacional, o Cinema Fernando Lopes propõe ao público uma imersão nas obras que marcaram o ano, com destaque para as produções mais nomeadas.


 


A seleção integra:


OS PECADORES, de Ryan Coogler

16 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


BATALHA ATRÁS DE BATALHA, de Paul Thomas Anderson

13 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


VALOR SENTIMENTAL, de Joachim Trier

9 nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Realizador


 


MARTY SUPREME, de Josh Safdie

9 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


HAMNET, de Chloé Zhao

8 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador


 


O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho

4 nomeações, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional


 


BUGONIA, de Yorgos Lanthimos

4 nomeações, incluindo Melhor Filme


 


SIRÂT, de Oliver Laxe

2 nomeações, incluindo Melhor Filme Internacional


 


FOI SÓ UM ACIDENTE, de Jafar Panahi

2 nomeações, incluindo Melhor Filme Internacional


 


A VOZ DE HIND RAJAB, de Kaouther Ben Hania

1 nomeação para Melhor Filme Internacional


 


ARCO, de Ugo Bienvenu e Gilles Cazaux

1 nomeação para Melhor Filme de Animação


 


MR. NOBODY CONTRA PUTIN, de David Borenstein e Pavel Talankin

1 nomeação para Melhor Documentário


 


Ao longo de quatro dias, esta maratona permite ao público ver ou rever, em sala de cinema, um conjunto de obras que representam diferentes geografias, linguagens e abordagens estéticas do cinema contemporâneo internacional.


 


Cinema Fernando Lopes reserva ainda a sessão das 21h00 do dia 16 de março para a exibição do filme vencedor do Óscar de Melhor Filme, criando uma sessão comemorativa que permitirá ao público celebrar, em sala, o título consagrado pela Academia.


 


Com esta iniciativa, o Cinema Fernando Lopes reafirma o seu compromisso com uma programação atenta à atualidade cinematográfica mundial, proporcionando condições de fruição adequadas à experiência coletiva da grande tela, no contexto singular desta sala de cinema que está agora equipada com um novo projetor Christie Digital Systems RealLaser 4K representando um passo muito significativo na elevação da qualidade técnica da projeção.


 


Os bilhetes estão à venda na bilheteira do cinema e na ticketline e estarão disponíveis packs de bilhetes com condições especiais:


Packs especiais Maratona dos Óscares

(disponíveis exclusivamente na bilheteira física do cinema)


• 3 filmes – 12€

• 5 filmes – 15€

• 10 filmes – 27€

• 12 filmes - Pack integral – 30€


 


 


+ ACESSO AOS MATERIAIS DE COMUNICAÇÃO


+ INFORMAÇÃO NO SITE


+ BILHETEIRA ONLINE


 


 


Para programação detalhada, horários e informações adicionais, consultar os canais oficiais do Cinema Fernando Lopes.

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https://cinemafernandolopes.pt/

Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota - Próximos eventos

MIGUEL GAMEIRO & PÓLO NORTE




Com três décadas de estrada, continuam a marcar gerações e a ser palco de êxitos que se tornaram num marco da história da música portuguesa. Os Pólo Norte, juntamente com Miguel Gameiro, são umas das bandas pop com mais reconhecimento e carinho do público português.




📆 13 março, 2026

https://www.superbockarena.pt/evento/miguel-gameiro-polo-norte/

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SUEDE


Os Suede acabam de anunciar a “Antidepressants: Dancing With The Europeans Tour” para 2026. A digressão leva pela primeira vez aos palcos o décimo álbum de estúdio, Antidepressants.






📆 19 março, 2026

https://www.superbockarena.pt/evento/suede/

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TROVANTE


VIVER TUDO NUMA NOITE


O desafio é ambicioso e estimulante, como todos os que foram lançados ao longo do rico percurso do Trovante: viver tudo numa noite, mote elevado a partir de um verso de Memórias de Um Beijo, uma das muitas canções do grupo que entraram sem demora nas antologias.






📆 27 e 28 março, 2026

https://www.superbockarena.pt/evento/trovante-2/

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Pavilhão Rosa Mota / Super Bock Arena

domingo, março 01, 2026

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Novidades Sony Music / Lagacy


 Jeff Buckley's Live at Sin-é
4 LP Box set and 2-CD OUT NOW

Originally released in 1993 as a four‑track EP, Live at Sin‑é now returns in a newly expanded 34‑song deluxe edition featuring 4 LPs, in individually designed jackets, and a deluxe 2-CD. Both the box set and CD will feature an eight‑page full‑color booklet with photos and liner notes, and live renditions of “Grace,” “Last Goodbye,” Leonard Cohen’s “Hallelujah,” and more.


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George Michael Faith
Back on Vinyl

George Michael’s groundbreaking 1987 debut solo album Faith is finally back on vinyl for the first time in over a decade. Choose from Red + Black Splatter, Standard Black, Exclusive Picture Disc or CD.  


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Get This EPIC Record


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Bullet For My Valentine EP
Bullet For My Valentine’s legacy began with the explosive Hand of Blood EP, paving the way for their landmark debut The Poison. Following the album’s 20th‑anniversary remastered box set in 2024, Hand of Blood now returns as a standalone release. Own the EP that started it all. Pre‑order now! 

JOANA MACHADO - single "Distance"

“Distance” assinala o regresso da cantora e compositora às gravações em nome próprio, dez anos depois do seu último trabalho autoral. Num registo íntimo e confessional, a canção aborda um amor ainda impossível de ser vivido — uma separação que convoca memória, destino partilhado e a esperança de um reencontro futuro.


Com uma abordagem harmonicamente sofisticada e ritmicamente subtil, o tema revela influências que vão de Erykah Badu a Robert Glasper, sem esquecer a dimensão atmosférica e sensível associada ao universo de Kate Bush. Pensada para uma escuta atenta, a canção desenvolve-se com groove, subtileza e espaço para respirar, privilegiando a verdade interpretativa, o silêncio e a cumplicidade musical.


“Distance” foi masterizado por Nelson Carvalho e conta com a participação de Chico Santos (bateria) e Lana Gasparotti (teclados). Joana Machado assina música e letra, partilhando a produção do álbum com Rodrigo Correia, que contribui igualmente na guitarra e no baixo. A produção respeita a dinâmica natural da canção e coloca a voz como elemento central.


Com 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado continua a expandir o seu léxico musical. Se o jazz permanece como ponto de partida, é nas influências da música negra norte-americana — da soul e do R&B à eletrónica — que encontra novos desafios e possibilidades sonoras. Reconhecida como uma das vozes mais originais e sofisticadas da música portuguesa, faz da sua criação um espaço de liberdade onde convergem múltiplas influências.


Paralelamente ao seu regresso a solo, mantém-se ativa com o projeto “Elas e o Jazz” e prepara-se para revelar em breve mais música da sua autoria com o seu trio de vozes.


Com “Distance”, Joana Machado afirma-se como a artista que é hoje — madura, inquieta e profundamente ligada à canção. Este primeiro avanço é um convite à escuta, ao encontro e ao tempo partilhado.

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https://www.instagram.com/joanamachadomusic

sexta-feira, fevereiro 27, 2026

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 Album "Showdown" - Collins, Cray & Copeland

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Um dos melhores discos de todos os tempos.
Albert Collins, Robert Cray e Johnny Copeland vencedores de um Grammy de melhor disco de Blues tradicional pela academia Norte Americana.
Grande Airplay nas rádios, inclusivé em Portugal.


Xiko Rodrigues lança novo álbum - “Memória de Elefante”

O músico e compositor Xiko Rodrigues regressa com um novo álbum de originais, Memória de Elefante, com lançamento marcado para 27 de fevereiro (exclusivo Bandcamp) e 21 de março em todas as plataformas digitais.


Depois da forte receção ao disco de estreia Bode Expiatório (2021), Xiko aprofunda agora um universo sonoro híbrido que cruza música popular, jazz, afrobeat, funk, hip-hop, reggae e ska, afirmando a música como território de encontro, identidade e memória coletiva.


Editado com o apoio da GDA, este é um trabalho profundamente colaborativo, onde convivem influências que vão da tradição balcânica aos ritmos africanos, passando pela expressão urbana contemporânea.

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Ouvir / Comprar no bandcamp

Por apenas €3 !!!

Vale a pena!

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Bianca Gismonti & Manuel de Oliveira | Digressão Brasil

BIANCA GISMONTI & MANUEL DE OLIVEIRA
11/03 - Delfino – Florianópolis
12/03 - Espaço Laranjal - Blumenau
14/03 - Teatro Vermelhos - Ilha Bela, São Paulo
17/03 - Espaço 373 - Porto Alegre
19/03 - Teatro Rival - Rio de Janeiro
21/03 - Clube de jazz do café - Belo Horizonte
26/03 - Soberano Itaipava - Rio de Janeiro
31/03 - Blue Note - São Paulo

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Bianca Gismonti partilha o palco com o guitarrista português Manuel de Oliveira num dueto que entrelaça fado, jazz e música brasileira numa experiência de lirismo e improvisação.

Vencedor do Prémio Carlos Paredes 2023 pelo álbum Ibéria 20|22 e reconhecido por transformar a guitarra num espaço de encontro e
profundidade, o guitarrista português Manuel de Oliveira reúne-se com a pianista Bianca Gismonti, para uma série de oito concertos pelo Brasil durante o mês de março.

O duo Manuel de Oliveira e Bianca Gismonti marca um novo capítulo no percurso dos artistas, onde o silêncio se torna paisagem e o som se transforma em encontro. Guitarra e piano respiram em conjunto, desenham o instante e revelam afinidades profundas. Portugal e Brasil cruzam-se sem fronteiras, unidos por um idioma comum: o da escuta, da improvisação, da polirritmia e da entrega.

“O meu coração aponta para o Brasil, para um momento muito especial: uma série de concertos ao lado da extraordinária Bianca Gismonti, pianista de profunda sensibilidade, cujo universo musical transporta ecos de uma história rica e inspiradora.”

Um cruzamento natural de sonoridades, memórias e novas possibilidades.

“Será uma celebração íntima e poderosa, onde a música respira liberdade, improvisação e emoção — um encontro que promete revelar novas cores e abrir novos caminhos”, declara Bianca.

A parceria entre Manuel de Oliveira e Bianca Gismonti continua em expansão e seguirá em digressão pela Europa também em 2026, além de ser transformada em produto audiovisual.

SOBRE OS ARTISTAS:
Manuel de Oliveira, guitarrista e compositor português, construiu um percurso sólido na música instrumental contemporânea. O seu trabalho investiga temas como identidade, território e fronteira, sempre com uma linguagem própria, marcada pela intensidade poética e pela sofisticação técnica. Ao longo de mais de duas décadas, apresentou-se em importantes palcos e festivais nacionais e internacionais, consolidando uma assinatura artística singular.

Bianca Gismonti, pianista e compositora brasileira, desenvolveu uma carreira que atravessa países, estilos e colaborações. Herdeira do rigor e da liberdade criativa de Egberto Gismonti, Bianca afirma a sua própria voz com profundidade estética e originalidade, quer nos seus projetos a solo, quer no duo “Gisbranco”. As suas composições e interpretações revelam uma artista de presença marcante na cena instrumental contemporânea.
 
AGENDA PRÓXIMOS CONCERTOS:
PORTUGAL e ESPANHA - JUNHO/JULHO/2026
25/06 - BARCELONA - TBA
26/06 - MADRID - TBA
27/06 - Festival MED - Loulé
17/07 - Festival das Artes Quebra Jazz - Quinta das Lágrimas - Coimbra
18/07 - TBA - Huelva

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Joana Alegre | Podcast Luas ao vivo - 3 de março, espaço atmosfera m

No dia 3 de março, às 18h30, o espaço atmosfera m do Montepio Associação Mutualista, em Lisboa, recebe a apresentação pública do LUAS Podcast, criado e conduzido por Joana Alegre.


O projeto é composto por oito episódios, correspondentes às oito fases de um ciclo lunar completo, e propõe conversas íntimas com mulheres de diferentes áreas criativas. A apresentação contará com a realização, ao vivo e em exclusivo, de duas entrevistas

inéditas, em que Joana Alegre conversa com Lena d’Água, figura incontornável da música portuguesa, reconhecida pela sua constante reinvenção artística, e Tainá, artista brasileira cujo trabalho cruza música, palavra e identidade contemporânea.

 

Ao longo da série, o LUAS Podcast contou já com a participação de Joana Schenker, campeã mundial de bodyboard e defensora do oceano; Roberta Campos, cantautora brasileira distinguida com um Grammy Latino; Minna Dufton, realizadora de documentários com trabalho desenvolvido para a BBC; e Nata RYZH, designer e criadora ligada a práticas visuais e processos experimentais.


O mês de março contará ainda com novos episódios protagonizados por Selma Uamusse, cantora e compositora moçambicana radicada em Portugal, cuja obra cruza música, identidade e memória coletiva, e pela poetisa Alice Neto de Sousa, uma das vozes emergentes da poesia contemporânea portuguesa, com um trabalho marcado pela intimidade, pela escuta e pela observação do quotidiano.


As duas entrevistas realizadas durante a apresentação serão posteriormente disponibilizadas nas plataformas digitais e no YouTube.

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domingo, fevereiro 22, 2026

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