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domingo, maio 17, 2026
[Cinema] AOS NOSSOS AMIGOS, de Adrián Orr - estreia 25 Junho nos cinemas
CINETOSCÓPIO
AOS NOSSOS AMIGOS, DE ADRIÁN ORR, ESTREIA NOS CINEMAS A 25 DE JUNHO
Filmado ao longo de quatro anos, o novo filme de Adrián Orr acompanha a passagem à idade adulta de uma jovem da periferia operária de Madrid, num retrato íntimo sobre amizade, identidade e transformação
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Senti a necessidade de fazer um filme que mostrasse a transcendência da passagem do tempo e a forma como essa energia se vai transformando ao longo dos anos, mas também que recuperasse e contagiasse essa força desordenada que todos tivemos na adolescência.
Adrián Orr
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Depois da estreia mundial no festival Visions du Réel e da passagem pelos festivais Doclisboa e Porto/Post/Doc, AOS NOSSOS AMIGOS (A Nuestros Amigos), última longa-metragem do realizador Adrián Orr, estreia nas salas portuguesas a 25 de junho, com distribuição da Cinetoscópio.
AOS NOSSOS AMIGOS, coprodução luso-espanhola com produção executiva de João Salaviza, dá continuidade à abordagem híbrida entre documentário e ficção já presente em Niñato, primeira longa-metragem de Adrián Orr, transformando o crescimento da sua protagonista, Sara Toledo, num processo cinematográfico acompanhado em tempo real.
Filmado ao longo de quatro anos, AOS NOSSOS AMIGOS acompanha Sara Toledo, uma jovem da periferia operária de Madrid, durante a transição entre a adolescência e a entrada na idade adulta. Entre os amigos de sempre e o novo universo que descobre ao entrar na universidade para estudar teatro, Sara vê-se progressivamente dividida entre diferentes pertenças sociais, afectivas e identitárias.
À semelhança do dispositivo temporal explorado por Richard Linklater em Boyhood, Adrián Orr filma as personagens ao longo de vários anos, permitindo que o tempo transforme naturalmente os corpos, as relações e os espaços. O resultado é um filme de grande proximidade humana, onde as fronteiras entre experiência vivida e construção ficcional permanecem constantemente em tensão.
Mais do que um coming-of-age convencional, AOS NOSSOS AMIGOS constrói um retrato sobre amizade, classe social, desejo de pertença e transformação pessoal. Com uma mise-en-scène depurada e observacional, Adrián Orr recusa o dramatismo tradicional para filmar o crescimento como experiência concreta, marcada por ambiguidades, deslocamentos e mudanças subtis.
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SINOPSE
Sara e Pedro, jovens adultos de um subúrbio operário de Madrid, adoram armar confusão juntos. Mas, quando começa a estudar teatro, Sara faz amigos novos que a introduzem a outro mundo. Apanhada num turbilhão de amor e festas, fica dilacerada, dividida entre os amigos antigos e o mundo novo a que é exposta ao entrar na idade adulta. Rodado ao longo de quatro anos da vida de Sara, a partir da construção que ela faz da sua própria identidade, o filme constrói um paralelo cinematográfico, transformando a sua protagonista na sua personagem com as ferramentas da ficção.
Adrián Orr filma o crescimento como experiência real, não como convenção narrativa e a câmara torna-se cúmplice, não observadora distante, permitindo que o tempo molde os corpos, as relações e a identidade.
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FICHA TÉCNICA
Título português: Aos Nossos Amigos
Título original: A Nuestros Amigos
País: Espanha / Portugal
Idioma: Espanhol
Género: Docuficção
Ano: 2024
Duração: 90 min.
Imagem: Color, DCP - 1.85:1
Som: Dolby, 5.1
Produção: El Viaje Films, New Folder Studio, Karõ Filmes
Produtores executivos: Hugo Herrera, Marina Alberti, João Salaviza
Distribuição em Portugal: Cinetoscópio
FICHA ARTÍSTICA
Realizador: Adrián Orr
Argumento: Adrián Orr, Celso Giménez, Samuel M. Delgado
Direção de Fotografia: Adrián Orr
Montagem: Ana Pfaff
Som: Miguel Martins
Elenco: Sara Toledo, Pedro Izquierdo, Paula Mira
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ADRIÁN ORR
Nascido em Madrid. Licenciado em Comunicação Audiovisual pela UCM. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), em Lisboa, onde se formou como diretor de fotografia.
Durante mais de dez anos colaborou como assistente de realização com alguns dos mais consagrados realizadores espanhóis: Alberto Rodríguez (After, Grupo 7, La isla mínima), Javier Fesser (Camino), Santi Amodeo (Cabeza de perro), Javier Rebollo (Lo que sé de Lola, La mujer sin piano), Montxo Armendáriz (No tengas miedo), Federico Veiroj (El apóstata), Lois Patiño (Lua Vermelha), Elena López Riera (El Agua).
Em 2017 estreou Niñato, a sua primeira longa-metragem, onde as fronteiras entre ficção e documentário continuam a esbater-se num diálogo próximo. A sua primeira obra foi exibida simultaneamente nos festivais Visions du Réel (Suíça) e BAFICI (Argentina), tendo conquistado prémios em ambos: Filme Mais Inovador da secção Regard Neuf e Melhor Filme. Na estreia em Espanha, venceu o prémio de Melhor Filme na secção Nuevas Olas do Festival de Cinema Europeu de Sevilha. Foi ainda nomeado para os Prémios Feroz e para os Prémios Fénix como Melhor Documentário.
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Filme - Nova data estreia: TRÊS VEZES ADEUS de Isabel Coixet | Estreia 11 junho |
Mesmo na despedida há graça e mesmo na tristeza há espaço para a alegria, afirma a realizadora Isabel Coixet sobre o seu mais recente filme, TRÊS VEZES ADEUS, que teve estreia mundial no Festival de Toronto.
O filme acompanha Marta (Alba Rohrwacher) que, após o fim da relação com Antonio (Elio Germano), reage fechando-se em si mesma. Ao perder o seu amor, perde também o apetite, mas, em pouco tempo, descobre que isso tem mais a ver com a sua própria saúde do que com a dor da separação.
A partir daí, tudo muda: o sabor da comida, a música, o desejo, a certeza das escolhas que foram feitas. Uma homenagem delicada, sincera e comovente à vida efémera, um ensaio sobre o doce legado humano feito de amor.
Baseado no romance autobiográfico Tre Ciotole, de Michela Murgia, com edição em Portugal com o título O Sentido da Náusea.
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ESTREIA 11 JUNHO
TRÊS VEZES ADEUS
um filme de Isabel Coixet
Após o que parecia ser uma discussão banal, Marta e Antonio separam-se. Marta reage à separação fechando-se em si mesma. O único sintoma que não consegue ignorar é a sua súbita falta de apetite. Antonio, um chef em ascensão, mergulha-se no trabalho. Mas, apesar de ter sido ele quem terminou a relação com Marta, parece não conseguir esquecê-la.
Quando Marta descobre que a sua perda de apetite tem mais a ver com a sua própria saúde do que com a dor da separação, tudo muda: o sabor da comida, a música, o desejo, a certeza das escolhas que foram feitas.
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CRÍTICA INTERNACIONAL
"O melhor cinema de Coixet transforma o mundo. Lindo."
El Mundo
"Uma celebração da vida."
Corriere De La Sera
"Alba Rohrwacher deslumbra."
Variety
"Uma carta de amor à vida."
Alliance of Women Film Journalists
"Um drama italiano emocionante e terno que nos lembra que as mudanças na vida devem ser acolhidas."
Screen Rant
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Filme de Encerramento da 19ª Festa do Cinema Italiano
Tre Ciotole
Itália, Espanha | 2025 | 122' | M12 | Drama
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Começa a desaguar mais uma edição do Nascentes na mais querida Aldeia das Fontes, em Leiria, entre 1 e 5 de julho, onde tudo volta a encontrar o seu ritmo próprio
O Nascentes chega a 2026 como um encontro que se constrói devagar e em conjunto, feito das mãos de quem o imagina, de quem o levanta e de quem o vive. O Nascentes só existe porque é feito a várias mãos, mãos que acompanham, orientam, apoiam e abrem caminho.
Mãos que partilham esforço, pensamento e cuidado. São as mãos da gente desta aldeia, que tornam possível que tudo aconteça com esta proximidade tão própria e natural, e é nesse gesto coletivo que encontramos uma das forças mais importantes da criação artística e da própria comunidade.
Ao longo dos dias, são as casas, os jardins, as hortas, os espaços abertos pela aldeia que dão forma ao Nascentes. São as pessoas que vivem nas Fontes que abrem as suas portas e acolhem a programação, num gesto de cuidado e proximidade que transforma cada lugar em palco. Para nós, a arte é um lugar de encontro, escuta e transformação. Nasce da capacidade de olhar o outro com atenção, de criar pontes entre diferentes experiências e de atravessar fronteiras culturais, geográficas e emocionais. A programação do Nascentes reflete essa visão.
Voltamos a transformar a aldeia das Fontes num espaço de descoberta, partilha e criação coletiva, reunindo projetos musicais de diferentes geografias e linguagens sonoras. Entre momentos de escuta mais íntima e experiências de forte intensidade física e emocional, o Nascentes propõe um percurso entre tradição, improvisação, eletrônica, jazz, psicadelismo e música ritual.
Entre os concertos mais contemplativos, os suecos e dinamarqueses BITOI exploram o encontro entre baixo elétrico e um trio de vozes, num equilíbrio subtil entre força e delicadeza, enquanto a sul-coreana Dasom Baek cruza instrumentos tradicionais coreanos com abordagens contemporâneas, criando paisagens sonoras sensíveis entre memória e experimentação.
A dimensão mais rítmica e dançável surge com Elektro Hafiz (Turquia/Alemanha), que funde heranças musicais turcas com psicadelismo e energia punk, e com INDUS (Colômbia), projeto eletrônico de Óscar Alford que mistura ritmos afro-caribenhos com uma abordagem experimental e intensa. Do Reino Unido chegam os MADMADMAD, cuja eletrónica mutante e pulsante vive entre improvisação, tensão e catarse coletiva.
A improvisação ocupa também um lugar central no festival. Os portugueses PLAKA trabalham ritmos inspirados em diferentes tradições do mundo através de estruturas em constante transformação, enquanto os britânicos Vipertime levam o jazz para territórios explosivos onde groove, afrobeat, pós-punk e liberdade criativa se fundem numa poderosa experiência ao vivo.
Nas atuações noturnas, os portugueses Sunflowers trazem a urgência do punk e da distorção numa descarga caótica e visceral. Também de Portugal, La Familia Gitana celebra as suas raízes e herança musical numa afirmação de identidade e celebração coletiva. Já os japoneses WaqWaq Kingdom atravessam múltiplos territórios sonoros entre tradição japonesa, eletrônica contemporânea e ritmos globais, enquanto os catalães ZA! (Espanha) fazem de cada concerto um espaço irrepetível de improvisação e energia desenfreada. Conjunto Contratempo, banda mítica de sangue e coração Cabo Verdiano, que nasceu em Cacém nos anos 80, traz as suas coladeras e um funaná mais despojado para dançar sem parar.
Na continuidade do espírito colaborativo que define o Nascentes, regressam ainda às Fontes as residências artísticas, com o reencontro entre Carincur & João Pedro Fonseca e o Coro das Fontes, num trabalho construído entre vozes, território e comunidade.
Ao longo dos dias, o Nascentes estende-se também a outras formas de encontro e descoberta, com momentos de participação, escuta e criação partilhada pensados para todas as idades. Entre os passeios sonoros do Luís Antero, diversas oficinas infanto-juvenis, discos e petiscos, o projeto volta a afirmar-se como um lugar onde é possível estar, parar, experimentar e usufruir em conjunto.
O Nascentes nasce de uma dimensão profundamente humana: a consciência de que somos frágeis e interdependentes. É precisamente nessa vulnerabilidade que encontramos a capacidade de cuidar, resistir e criar em conjunto. A mão que ampara é também a mão que impulsiona. A que ajuda a levantar, a experimentar, a falhar e a continuar.
Entre 1 e 5 de julho, voltamos a encontrar-nos nas Fontes.
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Genesis Tribute | One Night with Orchestra | 9 de junho no Coliseu dos Recreios em Lisboa
Uma noite onde o rock progressivo dos Genesis encontra a grandiosidade de uma orquestra sinfónica.
Nesta apresentação única em Portugal, uma banda de rock progressivo junta-se à Orquestra Sinfónica de Lisboa, dirigida pelo maestro Stefano Sovrani, com partituras da Sinfónica de Londres e a participação do coro da Companhia de Ópera de Setúbal.
O espetáculo conta ainda com dois artistas extraordinários, Martin Levac (bateria e voz) e Nick D´Virgilio (bateria), que irão revisitar alguns dos maiores clássicos dos Genesis, incluindo a interpretação integral do épico Supper´s Ready.
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sexta-feira, maio 15, 2026
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Aerosmith
ADRIANO: A OBRA | Livro e discografia completa de Adriano Correia De Oliveira
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ADRIANO: A OBRA
Livro de capa dura com 175 páginas, Fotografias, documentos raros e artigos de jornais + 5 CDs com a discografia completa de Adriano Correia de Oliveira
Este é um livro fundamental para conhecer de forma mais profunda o percurso musical de Adriano Correia de Oliveira, uma das vozes maiores da música portuguesa e da canção de intervenção.
Muito para além da imagem do intérprete de voz singular que o grande público guardou na memória, este livro revela também o músico, compositor e instrumentista que Adriano foi, restituindo-lhe a inteira dimensão artística que tantas vezes permaneceu menos visível. Ao longo destas páginas, o autor, Octávio Fonseca, propõe uma revisitação cuidada de toda a carreira de Adriano Correia de Oliveira, analisando a sua obra disco a disco, cruzando escuta, reflexão crítica e o diálogo com textos de especialistas que se debruçaram sobre a sua música.
Este trabalho distingue-se também pelo cuidado colocado na reconstituição e clarificação da discografia, corrigindo equívocos e datações erradas que se foram sedimentando ao longo dos anos. Com base em documentação entretanto conhecida e em fontes discográficas credíveis, o autor contribui para um olhar mais rigoroso sobre a evolução da obra de Adriano, reenquadrando-a no contexto do movimento de renovação da música popular portuguesa e da luta cultural e política contra a ditadura, bem como na defesa dos ideais de Abril.
Escrito com o entusiasmo e a atenção de quem escuta a música por dentro, este não é apenas um livro de consulta: é também um convite à redescoberta de uma obra maior da cultura portuguesa. Adriano: A Obra devolve-nos um artista completo e oferece ao leitor a possibilidade de acompanhar a leitura com a audição das canções, num percurso que ilumina a força, a beleza e a importância duradoura do seu legado.
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https://tradisom.com/produto/adriano-a-obra/
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Apoio:
RTP
Antena 1
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iNWATER - Single "In code"
quinta-feira, maio 14, 2026
"Galinhas do Mato" de José Afonso | Nova edição - 22 Maio, CD, Vinil e streaming
NOVA EDIÇÃO “GALINHAS DO MATO” DE JOSÉ AFONSO
22 DE MAIO EM CD, VINIL E STREAMING
LANÇAMENTO AUDITÓRIO JARDINS DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA
GARRETT, PORTO, 22 DE MAIO, 18H
Dando continuidade à série das reedições da obra de José Afonso encetada em 2021, a editora Mais 5 edita agora “Galinhas do Mato”, o último álbum da discografia do cantautor, em mais uma versão superiormente remasterizada, nos três formatos: vinil, CD e streaming.
Galinhas do Mato, lançado originalmente em 1985, é o último disco gravado por José Afonso (1929-1987).
Apesar das limitações físicas de José Afonso que o impediram de cantar, o disco traduz um grande momento de plena lucidez e de maturidade artística e humana. Trata-se de uma obra profundamente enraizada na cultura popular portuguesa, na qual a tradição oral, a espiritualidade, o humor, a crítica social e a poesia se cruzam com uma notável liberdade criativa.
As canções de Galinhas do Mato recriam modas, entrudos, narrativas do quotidiano, cruzando o rural e o urbano, o ancestral e o contemporâneo. O disco afirma-se como um espaço de resistência cultural e de celebração da palavra cantada.
A produção do disco contou com a direção musical de José Mário Branco e de Júlio Pereira e com vozes como Luís Represas, Helena Vieira, Janita Salomé e Né Ladeiras, evidenciando um trabalho coletivo que valoriza o encontro entre gerações e linguagens musicais diversas.
Enquanto obra de despedida discográfica, Galinhas do Mato permanece como um legado essencial da obra de José Afonso, uma inesperada consciência de professar e preservar uma fé inesgotável na criação como fonte da inquietação e do desassossego.
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Auditório Jardins da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, Porto, 22 Maio, 18h | Evento em parceria com FITEI
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Apoio:
RTP1
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quarta-feira, maio 13, 2026
BMP - Cinema
Bud Spencer & Terence Hill - "Go for it"
BMP :
"Recentemente um excelente canal de filmes fez destaque durante quase duas semanas a filmes de Terence Hill e Bud Spencer.
Mas ... Os filmes destes dois são maioritariamente originais em Inglês.
Quando foram passados dobrados em Português e Italiano
Se comprarmos um filme deles em DVD (Todos eles estão á venda) estão no formato original (em Inglês) legendado em Português.
Mas...ok ...
Valeu na mesma!"
O Maestro da Timba Cubana, Alain Pérez, traz a explosão de ¡Bingo! ao LAV em Lisboa a 17 de Julho
No dia 17 de Julho, o espaço LAV – Lisboa ao Vivo será o cenário de um encontro imperdível com a essência da música cubana contemporânea através do concerto de Alain Pérez Y La Orquesta.
Alain Pérez é atualmente celebrado como um ícone da música cubana e mundial, trazendo a Portugal o seu projeto mais recente, intitulado ¡Bingo!, que representa uma fusão vibrante de salsa, timba e son com jazz e flamenco. Este trabalho é descrito não apenas como um disco, mas como um espetáculo transformado em música, nascido da profunda autenticidade artística de um músico que dedica a sua obra ao amor pela vida.
Uma Carreira Pautada pelo Reconhecimento Mundial
A excelência da carreira de Alain Pérez é comprovada por um histórico impressionante de distinções nos palcos mais exigentes do mundo.
O seu álbum atual, ¡Bingo!, recebeu uma nomeação ao 26º Latin Grammy na categoria de Melhor Álbum Tropical Contemporâneo e conquistou também a sua primeira nomeação ao Grammy Americano. Nesta disputa pelo prestigiado prémio internacional, o músico figura ao lado de lendas vivas como Gloria Estefan e Rubén Blades.
Ao longo dos anos, Alain já foi agraciado com o Latin Grammy pelo seu trabalho com o mestre Paco de Lucía no álbum Cositas Buenas, além de ter vencido outros Grammys em anos consecutivos pelo seu virtuosismo e capacidade de produção, incluindo o prémio de Melhor Álbum do Ano nos Grammys de 2013 e múltiplas nomeações por trabalhos como El Alma del Son e ADN.
O Colaborador de Luxo dos Grandes Mestres
A autoridade musical de Alain Pérez ganhou ainda mais peso em colaborações com os nomes mais sonantes da história da música.
A sua estreia internacional aconteceu ainda jovem como vocalista do grupo de Latin Jazz Irakere, ao lado de Chucho Valdés. Posteriormente, assumiu funções de extrema responsabilidade como arranjador e diretor musical da orquestra de Isaac Delgado.
Durante um longo período, integrou o grupo de Paco de Lucía como baixista, tendo também colaborado com estrelas de grande calibre como Celia Cruz, Chick Corea, Wynton Marsalis e Paquito D’Rivera.
Esta vasta experiência como produtor e instrumentista permitiu-lhe trabalhar com figuras como Omara Portuondo e colaborar em projetos que unem gerações de músicos cubanos e internacionais.
A autenticidade artística de La Fiesta Tour em Lisboa
Assistir a um concerto de Alain Pérez em Portugal é uma oportunidade privilegiada de testemunhar o talento de um multi-instrumentista que domina com igual mestria o violão clássico, o piano e o baixo. O espetáculo no LAV, inserido na La Fiesta Tour, promete ser uma experiência imersiva e cheia de vida, onde o público poderá desfrutar de faixas inéditas que têm dominado os palcos internacionais. É a celebração de um artista que, após anos de sucesso na Europa e nos Estados Unidos, continua a elevar a música tropical a novos patamares de sofisticação e alegria.
https://www.instagram.com/_alainperez_/
https://www.facebook.com/alainperezmusic
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terça-feira, maio 12, 2026
Maria Arnal - 21 de novembro 2026 (Casa Capitão) em Lisboa
Maria Arnal apresenta o disco AMA na Casa Capitão dia 21 de novembro. Concerto exclusivo.
Maria Arnal Dimas (Badalona, 1987) é uma das figuras mais inovadoras da cena musical espanhola, destacando-se pela sua capacidade de fundir a tradição oral da Península Ibérica com o pop, a música eletrónica e a experimentação tecnológica. O seu início de carreira fez-se ao lado do guitarrista Marcel Bagés, com quem formou uma dupla que revolucionou a música independente. Juntos, exploraram o folclore a partir de uma perspectiva contemporânea e de "cultura livre".
O primeiro álbum da dupla, 45 Cerebros y 1 Corazón, tornou-se um fenómeno de crítica. O álbum aborda temas de memória histórica, inspirando-se na descoberta de valas comuns da Guerra Civil Espanhola. Com este trabalho, eles ganharam quatro prémios MIN (Melhor Álbum, Canção do Ano por "Tú que vienes a rondarme", Melhor Artista Revelação e Melhor Álbum Pop). Em 2021, com Clamor, a dupla se voltou para sons mais eletrônicos e conceituais, refletindo sobre a crise climática e o fim do mundo. O álbum incluiu colaborações com o Kronos Quartet e a produtora Holly Herndon, que ajudou a gerar vocalizações sintetizadas com inteligência artificial para "El Cant de la Sibil·la".
Após concluir seu projeto com Bagés em 2022, Maria Arnal embarcou num período marcado por pesquisas sonoras e artísticas. Em 2024, recebeu a bolsa AIR S+T+Arts para investigar modelos de voz sintética em colaboração com o Centro Nacional de Supercomputação. No início deste ano, sai o disco AMA o qual apresenta pela primeira vez no nosso país, dia 21 de novembro na Casa Capitão.
Data: 21 de novembro 2026
Local: Casa Capitão (Lisboa)
Hora:21:30
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Página "Som Lusitano"
Página web sobre a história da musica moderna Portuguesa (Pop/Rock/Metal) desde os anos 60 até hoje por Jorge Pargana.
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Xutos & Pontapés, Peste & Sida, UHF, Rádio Macau, Gritali & Os Tratantes, Censurados, Filhos da Madrugada, e muito mais...
Porto Blues Fest | 24 e 25 de julho 2026 | Concha Acústica, Jardins do Palácio de Cristal, Porto
O Porto Blues Fest regressa nos dias 24 e 25 de julho à Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal, para dois dias dedicados ao blues num dos cenários mais emblemáticos da cidade do Porto. O festival conta, desde a primeira hora, com o apoio da Ágora – Cultura e Desporto.
Com 8 edições realizadas e um público fiel, o festival afirma-se como uma referência cultural consolidada, distinguindo-se pela proximidade entre artistas e público e por uma experiência ao ar livre que privilegia a identidade cultural e a qualidade artística.
O cartaz de 2026 cruza nomes consagrados e novos talentos. No palco principal, destaque para os britânicos Ten Years After, uma das bandas mais icónicas do blues rock, bem como para Dede Priest & Johnny Clark’s Outlaws, Cosimo & The Hot Coals e os portugueses Peter Storm & The Blues Society.
A programação integra ainda o Palco Youth, desenvolvido em parceria com a Academia de Guitarra do Porto by Bunker, uma referência na formação de jovens músicos, com quem o festival partilha a missão de dar palco ao talento nacional. Esta iniciativa reforça a aposta na renovação do género e proporciona a jovens artistas a sua primeira experiência em contexto profissional. O melhor aluno da Academia terá ainda a oportunidade de subir ao palco com um dos artistas do cartaz.
Em paralelo, o festival mantém uma componente formativa, com a atribuição de uma bolsa para a Little Steven Blues School, na Noruega, permitindo a um jovem músico português aceder a uma experiência internacional.
A sustentabilidade continua a ser um dos eixos do evento. O Porto Blues Fest implementa medidas como a compensação da pegada de carbono, a reflorestação em parceria com o projeto FUTURO – 100.000 Árvores, a utilização de materiais reutilizáveis e a gestão responsável de resíduos. Parte da receita de bilheteira reverte diretamente para iniciativas ambientais.
Com uma abordagem que cruza música, formação e responsabilidade ambiental, o Porto Blues Fest posiciona-se como um festival com impacto artístico, social e ambiental.
Porto Blues Fest 2026:
Concha Acústica, Jardins do Palácio de Cristal
24 e 25 de julho
Horários principais:
Palco Youth a partir das 18h30
Concertos principais às 21h30 e 23h00
Bilhetes já disponíveis :
Passe Diário: 25€
Passe Geral: 35€
segunda-feira, maio 11, 2026
Festivais Gil Vicente | 4 a 13 junho | Guimarães
Festivais Gil Vicente regressam com várias estreias absolutas
Os Festivais Gil Vicente regressam de 4 a 13 de junho com uma edição marcada pela herança, pela renovação e pela criação contemporânea.
Ao longo de várias décadas, os Festivais Gil Vicente assumiram inúmeros formatos e direções, mantendo sempre um traço comum: a necessidade permanente de reinvenção. A programação volta a ocupar vários espaços da cidade de Guimarães (Centro Cultural Vila Flor, Teatro Jordão, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Círculo de Arte e Recreio e Convívio Associação Cultural), afirmando o festival como um lugar de encontro, questionamento e criação coletiva.
A edição de 2026 assinala também o início de um novo ciclo artístico dos festivais agora sob direção de Bruno dos Reis, num programa que cruza artistas de diferentes geografias, novos criadores e nomes já afirmados, bem como iniciativas dedicadas ao pensamento, à formação e à experimentação de formatos.
Entre os principais destaques desta edição estão três estreias absolutas: Isabél Zuaa apresenta AFRO SAL.OYÁ, uma investigação sobre o som e o seu impacto no corpo, nas vivências e nas memórias a partir do vasto legado cultural africano e europeu; Lúcia Pires estreia Álbum de Família, no âmbito do Projeto CASA, refletindo sobre herança, identidade e memória familiar; e a companhia N.A.V.I.O., em colaboração com TERB, apresenta Pela Boca Morre.
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domingo, maio 10, 2026
BMP - Cinema
Bud Spencer & Terence Hill
ZigurFest regressa às origens e marca encontro de 20 a 22 de agosto
ZigurFest regressa às origens e marca encontro de 20 a 22 de agosto
Quinze anos depois da primeira edição, o ZigurFest volta a Lamego para uma última celebração antes de uma nova fase, reunindo de 20 a 22 de agosto o melhor da criação contemporânea nacional num regresso às suas raízes.
Quinze anos depois da primeira vez (ainda se lembram de 2011?), e prestes a mergulhar numa metamorfose há muito planeada, o ZigurFest regressa uma última vez com um clássico de verão: de 20 a 22 de agosto, voltamos às origens para vos abraçar e levar pela mão numa viagem ao epicentro da mais urgente, premente e entusiasmante cultura feita em solo nacional.
Estamos aí — há 15 anos! —, prontos para vos servir uma dose de risco saudável, apropriada dos 7 aos 77 anos, e com aquela ingenuidade que todos os anos nos faz acreditar que há “em todas as ruas um palco, em todos os palcos uma descoberta”.
Voltar a agosto e ao eixo nevrálgico que deu vida a este festival — TRC, Olaria, Ponte e Alameda — é, mais do que um exercício nostálgico, uma catarse necessária para nos soltarmos das amarras do passado e nos entregarmos, sem receios, ao que o futuro nos reserva.
Há já algum tempo que trabalhamos numa nova mudança, mas não queremos precipitar o próximo capítulo que a associação Zigur e o ZigurFest se preparam para escrever na cidade e nas suas comunidades. Falaremos de tudo isto a seu tempo, com o cuidado, carinho e respeito que vocês merecem. Para já, queremos que saibam duas coisas: o nosso futuro partilhado está assegurado e é mais claro do que nunca. E o presente, esse, ainda que por vezes pareça nublado, é para ser celebrado com o mesmo espírito de comunhão que temos procurado construir até aqui.
Assim, queremos honrar a história do festival e de todos os que o tornaram possível, olhando para a sua origem e tradições, com um cartaz que, como sempre, acreditamos ser um reflexo atual não só do nosso meio artístico, mas também do mundo e da sociedade que nos rodeiam: em constante reinvenção e redescoberta, sim, mas também em resistência, luta e numa recusa de conformismos e romantismos cansados.
O cartaz final do ZigurFest, com design, uma vez mais, assinado por Rui Pedro Martins e resultado de uma recolha fotográfica feita nas ruas da cidade, será desvendado em breve. Para já, apontem na agenda: de 20 a 22 de agosto, transformamos o mundano em prodigioso, o comum em extraordinário, o confronto em diálogo aberto.
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Biblioteca da Nazaré assinala Abril com edição comemorativa e campanha de novos sócios
Mensagem da Biblioteca da Nazaré:
"No seguimento das comemorações dos 51 anos da , a Biblioteca da Nazaré promove duas iniciativas que reforçam o seu compromisso com a cultura e a comunidade.
Por um lado, encontra-se disponível a obra “Liberdade – Comemoração 50 anos do 25 de Abril”, uma coletânea que reúne dezenas de autores em torno dos valores de Abril — liberdade, democracia e cidadania — através de textos de natureza literária e reflexiva.
A edição, de carácter coletivo, constitui um testemunho plural e contemporâneo sobre o significado da liberdade, cruzando diferentes gerações e sensibilidades.
⚠️ Informamos que restam apenas 6 exemplares disponíveis
💰 Preço: 5€
📦 Possibilidade de envio por correio (5€ + portes)
Paralelamente, a Biblioteca da Nazaré tem em curso uma campanha de angariação de novos sócios/as, convidando a comunidade a integrar e apoiar a sua actividade regular.
Por 1€ por mês (12€ por ano), os sócios contribuem diretamente para a manutenção e dinamização deste espaço cultural. No âmbito desta campanha, o pagamento da anuidade relativa a 2026 inclui a oferta de uma t-shirt (100% algodão) com o símbolo da instituição, acompanhada de uma citação de François Fénelon:
“Se em troca do meu amor à leitura me dessem todos os tronos da terra, recusaria sem vacilar.”
A Biblioteca da Nazaré, com 87 anos de atividade, reafirma assim o seu papel na promoção da leitura, da memória e da participação cultural.
Para mais informações, contactos ou solicitação de exemplares, a Biblioteca encontra-se disponível."
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Biblioteca da Nazaré
87 anos ao serviço da Cultura








