135 mil lugares sentados.
Provavelmente será também um excelente espaço para música ao vivo e outros eventos.
Excelente!
Music, Movies, Books, theater, Blues, Classical, Pop, Rock, Bullfighting, Bull Starts, etc, etc... Contacto para divulgação ou publicidade: bmp1@sapo.pt / Portugal
135 mil lugares sentados.
Provavelmente será também um excelente espaço para música ao vivo e outros eventos.
Excelente!
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Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.
Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar".
Com o financiamento concedido pela Câmara de Viseu, Davi teve a oportunidade de gravar o seu primeiro EP, intitulado Fui Só Amor — uma coletânea de 6 canções e um poema que, através do uso de sonoridades brasileiras e portuguesas, explora temas como a morte, o amor e o autoconhecimento através de uma narrativa que aborda a relação entre o Brasil e Portugal de forma íntima e pessoal, com letras de caráter poético e introspetivo.
Com 7 faixas, o EP foi produzido por Rúben Teixeira e Guilherme Marta e traz influências que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico, criando uma sonoridade intensa e íntima. Ao contrário do seu primeiro lançamento, as canções que compõem este novo projeto são acompanhadas por 5 músicos: Gonçalo Froufe (guitarra elétrica), Guilherme Marta (guitarra braguesa), Mariana Lopes (voz), Pedro Novo (baixo) e Rúben Teixeira (bateria).
O primeiro single lançado, “Olha o Brilho”, acompanha as preces que o autor faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico ao longo de uma melodia que remete ao transe do adormecer. Abordando a ideia de que a natureza é Deus, o final da canção é composto pela mesma frase repetida diversas vezes como um mantra. O seu videoclipe, gravado, realizado e editado por Rita Cruz, com o fundo constantemente preto, remete novamente ao sono, à noite, aos sonhos, à morte e a Deus.
Segundo Davi Santiago, o EP “É uma jornada de descoberta sobre o que é o amor, até ao momento da morte”.
Fui Só Amor, a editar dia 10 de Abril, reforça a identidade artística de Davi Santiago e aponta novos caminhos para a sua carreira, dialogando com o cenário de música emergente em Portugal e no Brasil e ampliando o seu alcance dentro da música World / MPB contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/ddavi_santiago/?hl=en
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With Midnight Sessions, Black & Tan Records presents the first release from its new Bluestronica platform — a project dedicated to exploring the evolving edges of blues-influenced electronic music.
Bluestronica: Midnight Sessions focuses on the darker, after-hours side of the blues spectrum. Across the compilation, raw vocals and expressive guitars blend with downtempo beats, lo-fi textures and subtle hip-hop rhythms. The result is not a dancefloor-oriented release, but an intimate listening experience shaped by mood, space and atmosphere.
The artists featured on Midnight Sessions operate in the space between tradition and experimentation. While the emotional core of the blues remains clearly present, it is reimagined through modern production techniques and electronic arrangements. Each track contributes to a cohesive late-night flow, moving between electronic blues, alternative blues and downtempo soundscapes.
Bluestronica was created as a platform within the Black & Tan ecosystem to highlight contemporary blues hybrids and future-facing interpretations of the genre. Midnight Sessions marks the first chapter of this new series, setting the tone for releases that aim to stretch the boundaries of blues while staying true to its expressive depth.
For listeners who prefer high-quality audio and album-focused platforms, this release is also available on Qobuz.
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https://blues-tronica.com/index.php/bt-358-midnight-sessions/
Paint the Seven foi editada dois anos depois da original, numa versão traduzida para inglês com o apoio do projeto BELEM.
"Pinte o sete" é uma expressão popular portuguesa frequentemente citada pelo poeta e pintor modernista Almada Negreiros. Em 2023, a banda não simão lançou um álbum com este título, apresentando poemas de quatro escritores portugueses de três séculos diferentes: Cesário Verde, Almada Negreiros, Ana Hatherly e Cláudia R. Sampaio. Para partilhar um vislumbre do legado literário português com uma maior audiência, alguns dos poemas de "Pintar o sete" foram traduzidos e as canções foram regravadas em inglês. A poesia e a música portuguesa têm assim uma nova e merecida oportunidade de chegar ao público internacional.
" Os não simão viram no projeto BELEM a oportunidade de realizar uma ambição antiga de traduzir alguns poemas de poetas portugueses e musica-los. A banda apresentou em 2023 o trabalho Pintar o Sete e o resultado alcançado foi o esperado, levar poesia nacional de vários séculos em formato canção aos mais diversos públicos incluindo a rádio nacional.
Estas traduções e respetivas gravações foram possíveis através das candidaturas ao projeto BELEM e ao nosso editor, possibilitando um novo cenário de levar a poesia nacional a mercados internacionais e iniciar uma possível internacionalização da banda e das suas músicas. O líder do projeto, Simão Palmeirim, traduziu os poemas com rigor literário e musical permitindo manter a mensagem dos textos originais"
O projeto BELEM (boosting European Lyrics and their Entrepreneurial Monetization) fomenta o licenciamento, agregação, distribuição, e tradução com significado de obras musicais europeias, impulsionando significativamente a sustentabilidade das mesmas para publishers e compositores. Um passo fundamental para atingir este objetivo é ultrapassar a barreira linguística para músicas escritas em línguas e dialetos minoritários no contexto europeu.
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A Biblioteca da Nazaré informa que disponibiliza acesso gratuito à internet e carregamento gratuito de dispositivos móveis, como apoio à população.
📍 Local: Rua Mouzinho de Albuquerque, n.º 51, Nazaré
🕑 Horário: Segunda a sexta-feira | 14h00 – 18h00
A Biblioteca da Nazaré reafirma o seu compromisso com o serviço público, a inclusão digital e o apoio à comunidade.
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Devido às recentes alterações climatéricas.
O livro de artista Corpo em Ação, de Beatriz Albuquerque, será lançado e apresentado no dia 5 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Livraria do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto. A sessão, de acesso gratuito mediante inscrição prévia, contará com uma conversa com Miguel von Hafe Pérez e Rosário Gambôa, enquadrando uma obra que se situa na interseção entre arte conceptual, performance, educação e ativismo, e que desafia as fronteiras tradicionais entre criação artística e transformação social.
Estruturado como um dispositivo de ação e reflexão, Arte em Ação articula exercícios de ativismo “faça você mesmo”, perguntas instigantes e reflexões críticas, convidando o leitor a tornar-se participante ativo em processos artísticos e sociais. Inspirado na teoria feminista, nas práticas de sustentabilidade e nas lutas contemporâneas pela justiça social, o livro propõe um conjunto de “partituras” — exercícios práticos que orientam a criação de ações pessoais ou coletivas, desde o ativismo de rua à intervenção em contextos educativos ou à produção de obras de arte que respondem a questões sociais atuais.
Ao abordar temas como feminismo, género, justiça social, ativismo, equidade e livro de artista, Arte em Ação funciona simultaneamente como guia para a mudança e ferramenta de pensamento crítico, incentivando os leitores a confrontar as problemáticas políticas, ambientais e sociais mais urgentes do nosso tempo. Mais do que um objeto editorial, o livro assume-se como um catalisador de ação criativa, diálogo e capacitação coletiva.
Publicado numa edição limitada, assinada e numerada por Beatriz Albuquerque. O livro conta com o apoio da DGARTES – Direção-Geral das Artes, República Portuguesa: Cultura.
Este livro de artista será, também, lançado em Lisboa este Verão onde contará com uma conversa performativa de Beatriz Albuquerque com a curadora Angelika Li, na Dialogue Gallery.
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quem é Beatriz Albuquerque
Beatriz Albuquerque (Porto, Portugal) é artiste, performer, professore e investigadore. Doutorada pela Columbia University, em Nova Iorque, com apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e de uma Bolsa Fulbright / Fundação Luso-Americana. É licenciada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e concluiu o Master of Fine Arts no School of the Art Institute of Chicago, desenvolvendo um percurso académico e artístico de forte projeção internacional.
Ao longo da sua carreira foi distinguida com diversos prémios e menções, entre os quais o Myers Art Award, atribuído pela Columbia University, o Prémio Revelação da 17.ª Bienal de Cerveira, em Portugal, e o Prémio de Performance Ambient Series, no âmbito do PAC/edge Performance Festival, em Chicago. Paralelamente, tem colaborado com centros de investigação, cátedras e institutos europeus e norte-americanos, integrando projetos, proferindo conferências e publicando ensaios que articulam criação artística e investigação teórica.
O seu trabalho caracteriza-se por uma abordagem interdisciplinar, cruzando desenho, imagem em movimento, fotografia, instalação e, sobretudo, performance. Tem apresentado exposições individuais e coletivas em contextos nacionais e internacionais, destacando-se instituições como o Museum of Contemporary Art of Chicago, MoMA PS1, Queens Museum, The Kitchen e Anthology Film Archives em Nova Iorque; a Bienal de Istambul e a Bienal de Tessalónica; o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, em São Paulo; bem como o Museu de Serralves, a Galeria Graça Brandão, a Galeria Nuno Centeno e a Plataforma Revolver, entre outros.
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Na sequência da Depressão Kristin, que provocou o corte das comunicações em diversas zonas da vila da Nazaré, e considerando o comunicado do Município da Nazaré a declarar o estado de calamidade, a Biblioteca da Nazaré vem por este meio informar que a sede da colectividade está a disponibilizar acesso gratuito à internet à população.
Esta iniciativa tem como objetivo apoiar os cidadãos afetados, garantindo o acesso a meios de comunicação, a serviços essenciais, a plataformas institucionais e a informação relevante, num contexto de disrupção das redes habituais.
O acesso gratuito à internet encontra-se disponível no horário normal de funcionamento da Biblioteca da Nazaré, das 14h00 às 18h00.
A Biblioteca da Nazaré coloca-se inteiramente à disposição para colaborar com as entidades locais e regionais na divulgação desta informação e em outras ações de apoio à comunidade que se revelem necessárias.
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REALIZADOR Vivian Qu
PAÍS China
DURAÇÃO 125’
ARGUMENTO Vivian Qu
ELENCO Haocun Liu, Wen-Qi, Youhao Zhang
GÉNERO Drama
LÍNGUA Mandarim
ESTREIA 5 fevereiro
SINOPSE Depois de escapar à máfia local, Tian Tian procura ajuda da prima Fang Di, uma dupla num grande estúdio cinematográfico, que a recebe com desprezo. Mas à medida que o passado conturbado de ambas ressurge, juntas reacendem um laço de irmandade no meio do perigo iminente.
Festival de Cinema de Berlim, Competição
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Os sofisticados e eruditos artistas britânicos pós-punk dos The Monochrome Set, com um brilhante catálogo de lançamentos ao longo de cinco décadas, estão prontos para lançar o seu novo disco, Lotus Bridge, pela Tapete Records – a editora da banda nos últimos doze anos e seis álbuns de estúdio.
O seu som inconfundível e as suas letras com humor ácido sempre os diferenciaram. A sagacidade cerebral e o timbre elegante de Bid, aliados a melodias contagiantes e à habilidade na composição de canções com qualidade cinematográfica e literária, têm exercido uma influência discreta sobre diversos artistas desde a sua formação e ao longo de diferentes fases da sua carreira. A banda é, na sua essência, um tesouro nacional.
O novo álbum, Lotus Bridge, é uma viagem psicadélica ao rico e fantástico mundo onírico de Bid. Baseado num sonho singular que se reapresentou após um hiato de oito meses, precisamente quando chegava a altura de voltar a gravar, Bid narra com detalhes vívidos a miríade de personagens e cenários que surgiram no seu sonho e inspiraram o desenvolvimento deste novo conjunto de histórias.
Bid explica: "It seemed to me, as I wrote these lyrics, that this whole story was a metaphor for a crumbling civilization, and whether or not I would leave it behind if I were given the opportunity. The other side of the bridge represents what seems to be an unknown future that I'm being asked to accept without explanation, and the other songs represent a journey back through the past and are a sometimes allegorical re-evaluation of it. I think that I managed to keep to a close narrative thread in the lyrics, and deliberately kept the underlying musical structures in a similar tempo and key. Even old poetry is timeless, if it is about personal experiences".
Este novo álbum sucede ao livro de letras selecionadas de Bid, Strange Young Alien, lançado recentemente pela Ventil Verlag em novembro de 2025. O livro oferece uma visão inestimável do seu processo de composição, e quanto mais se aprende sobre o processo criativo de Bid, mais misterioso e intrigante tudo se torna.
Lotus Bridge tem uma sonoridade subtil, mas bastante diferente dos álbuns anteriores dos The Monochrome Set. O uso predominante é o piano elétrico e a guitarra acústica, com guitarras elétricas frequentemente em estéreo amplo, resultando numa atmosfera geral muito focada e quase orquestral. Há também sons ambientes entre muitas das músicas, o que faz com que o álbum como um todo pareça coeso.
Nesta gravação, Bid é acompanhado nos The Monochrome Set por Andy Warren no baixo, Stephen Gilchrist na bateria e Athen Ayren nos teclados e guitarra. Alice Healey contribui novamente com os vocais de apoio.
O álbum foi gravado no OneCat Studio em Londres, com o técnico de Jon Clayton, produção de Jon Clayton e Bid, e será lançado pela Tapete Records a 13 de Março de 2026.
http://www.themonochromeset.co.uk/
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LUAS é um podcast ao ritmo da Lua. Nasce do álbum homónimo de Joana Alegre e da vontade de escutar outras mulheres a falar da Lua nas suas vidas — das fases que atravessam, da perspetiva feminina em diferentes áreas profissionais, das suas novidades e dos projetos que estão a ganhar forma, a mudar de pele ou a pedir tempo.
Seguindo um ciclo lunar de oito episódios, tal como no álbum, LUAS celebra a inevitabilidade das fases: os altos e os baixos, os momentos de expansão e de recolhimento, convidando à integração desses ciclos com poesia, charme feminino e a naturalidade das marés.
Uma realizadora de cinema, uma poetisa, uma campeã mundial de bodyboard, uma designer de moda ou canto-autoras de diferentes géneros musicais: as vozes que se cruzam nestas LUAS são diversas, mas encontram-se num ponto comum — a consciência de que tudo se move em diferentes ritmos de criação, pausa, transformação e recomeço. Um coro plural e intersetorial que partilha uma relação viva com a natureza cíclica e revela como a integra no quotidiano, na ética, no trabalho criativo e nas decisões profissionais.
Mais do que um podcast de entrevistas, LUAS é um espaço de diálogo sobre ser mulher em movimento, escutar o tempo entre trabalho, criação e ligação à terra.
Ao longo do mês de fevereiro, conhecemos as primeiras quatro convidadas internacionais, vindas de geografias tão diversas como a Finlândia, o Brasil ou a Ucrânia. O podcast será lançado nas principais plataformas de streaming, com destaque para o Spotify, estará disponível em formato vídeo legendado no YouTube e, para quem estiver em território norte-americano, poderá ainda ser ouvido na Pandora.
Em março, o ciclo fecha-se por terras lusas com mais quatro convidadas, num mês que celebra a Mulher, a Poesia e o aniversário do álbum LUAS. A apresentação do podcast acontece no dia 3 de março, às 18h, no espaço Atmosfera da Associação Mutualista do Montepio.
Através da sensibilidade e da força criativa das mulheres que fundam e reconstroem o mundo todos os dias, LUAS lembra-nos que, tal como a Lua afeta as marés e muda de forma, também nós somos afetados — mas sempre capazes de nos reinventar.
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Mensagem da organização:
"O Piano Day Lisboa celebra-se a 29 de março na Casa Capitão com Sofia Leão, Dora Morelenbuam e Surma. Uma noite imperdível.
Nesta edição de 2026, celebramos o piano no feminino, com três showcases de outras tantas mulheres que encaram o piano com diferentes abordagens, ritmos, melodias e sons. Apenas ao piano, ou acompanhadas de outros instrumentos, estas três artistas vão entregar a sua visão e modo de ser.
Sofia Leão é uma pianista e compositora portuguesa que se estreou em disco e ao vivo este ano com o álbum "Mar”. Em 2026, vai passar por uma série de palcos em Portugal e outros países, apresentando a sua música.
Dora Morelenbaum é uma compositora e intérprete brasileira que lançou o seu disco de estreia Pique em finais de 2024. Já passou por Portugal em vários formatos, desde a solo, em duo ou com banda. Apresenta-se agora ao piano pela primeira vez.
Surma é o alter-ego da compositora e intérprete portuguesa Débora Umbelino. Depois de ter aceite o desafio de participar no Piano Day 2025, repetimos este mesmo convite para um showcase no mínimo especial.
Dia: 29 de março 2026
Local: Casa Capitão
Horário: 20:30
Bilhetes: aqui
O que é o Piano Day?
O Piano Day celebra-se no 88º dia do ano civil (número de teclas existentes num piano) por todo o mundo e, a cidade de Lisboa, não tem sido excepção nos últimos 5 anos,
Criado pelo pianista e compositor alemão Nils Frahm em homenagem ao seu instrumento de eleição, o piano, este dia é celebrado um pouco por todo o mundo, existindo concertos, showcases, exposições, palestras ou encontros. Todos os géneros musicais são bem vindos desde que na sua génese, exista um piano como motor criativo, como inspiração."
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Pela primeira vez em Lisboa, EZHEL apresenta um repertório que cruza tradição, contemporaneidade e escrita pessoal.
A estreia de EZHEL em Portugal acontece a 11 de outubro, no LAV – Lisboa ao Vivo, e afirma-se desde já como um dos momentos mais relevantes da agenda de música urbana na segunda metade do ano.
EZHEL estreia-se finalmente em Portugal com um concerto único em nome próprio, integrado na TOUR 2026, que passa pelo LAV – Lisboa ao Vivo no dia 11 de outubro de 2026. Esta primeira apresentação em território nacional assume um valor simbólico particular, não apenas por assinalar a chegada do artista a um novo público, mas também por enquadrar Lisboa num percurso internacional que tem vindo a consolidar a sua presença fora da Turquia.
A data surge, ainda, num momento em que a sua obra se afirma como um espaço de diálogo aberto, onde linguagens musicais distintas coexistem sem hierarquias e onde a identidade artística se constrói a partir do cruzamento consciente de referências, contextos e experiências.
Figura determinante na transformação recente da música urbana turca, EZHEL construiu um percurso artístico marcado pela recusa de compartimentos estanques. Hip hop, trap, reggae e referências profundas à tradição musical do seu país coexistem numa linguagem própria, onde a escrita assume um papel central e a produção sonora serve tanto a urgência do presente como uma relação consciente com a herança cultural de onde parte. Esta abordagem valeu-lhe um reconhecimento que rapidamente extravasou o contexto da sua terra natal, projetando-o como uma das vozes mais relevantes da sua geração.
Ao longo da última década, EZHEL tem afirmado uma identidade artística que se distingue pela frontalidade e pela capacidade de traduzir experiências pessoais em narrativas partilháveis. Os seus temas abordam questões sociais, conflitos internos, deslocação, pertença e liberdade, sem recorrer a filtros ou simplificações. É precisamente essa honestidade que sustenta a ligação intensa que mantém com o público, tanto em estúdio como em palco.
Os concertos de EZHEL refletem essa mesma lógica: atuações diretas, fisicamente envolventes, mas também abertas a momentos de contenção e introspeção. A dimensão performativa não se sobrepõe às canções, servindo antes para reforçar o peso das palavras e da atmosfera criada em seu torno.
A TOUR 2026 afirma-se, assim, como uma continuação coerente do percurso de EZHEL, levando ao palco um repertório que percorre diferentes momentos da sua carreira e que reflete com clareza o ponto artístico em que o músico se encontra, num contexto musical cada vez mais atento a linguagens híbridas e a circulações transnacionais.
É neste enquadramento que o LAV – Lisboa ao Vivo recebe a estreia do artista turco em Portugal, numa cidade historicamente marcada pelo cruzamento de referências culturais e sonoras, oferecendo o cenário certo para um concerto assente na diversidade, no diálogo e na partilha.
Bilhetes:
25 € À venda a partir de segunda-feira, 2 de fevereiro, em primeartists.eu e nos locais habituais.
Horários:
Abertura Portas: 20h00
Inicio do espetáculo: 21h00
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O Fontes Sonoras é um projeto de residências artísticas dedicado à escuta e à criação sonora em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes, em Leiria. Iniciado em 2025, o projeto estrutura-se em três residências artísticas distribuídas ao longo do ano, acompanhando diferentes estações - inverno, primavera e outono - e convidando artistas a explorar o som como ferramenta de leitura sensível da paisagem, da ecologia e das relações entre humano e ambiente.
Na sua edição inaugural, em 2025, o Fontes Sonoras acolheu três residências artísticas: o compositor e artista sonoro Andreas Trobollowitsch, em março; a dupla Inês Tartaruga Água & Xavier Paes, em maio; e os artistas Rie Nakajima & Pierre Berthet, em outubro. Ao longo destas residências, o projeto afirmou-se como um espaço de experimentação sonora, criação site-specific e encontro entre práticas artísticas contemporâneas e a comunidade local.
Em 2026, o Fontes Sonoras dá continuidade a este percurso com um novo ciclo de três residências. A primeira residência deste ano conta com o artista Gil Delindro, um dos nomes portugueses com maior reconhecimento internacional na área da arte sonora e no cruzamento entre som, escultura e ecologia. A residência decorre entre 22 de fevereiro e 1 de março, culminando com uma apresentação pública no dia 1 de março, onde será partilhado o resultado do processo de investigação e criação desenvolvido no território.
A prática artística de Gil Delindro tem-se centrado, ao longo da última década, na pesquisa de campo e na leitura crítica da paisagem, explorando temas como biodiversidade, ecologia e políticas territoriais. O seu trabalho parte frequentemente da captação sonora, da observação direta e do contacto prolongado com contextos naturais diversos, da floresta amazónica a glaciares, desertos e parques naturais, procurando ativar relações sensíveis entre som, matéria e lugar.
No contexto do Fontes Sonoras, o artista dará continuidade a uma linha de trabalho recente relacionada com as políticas de florestação nacional e as formas de resiliência face aos incêndios florestais. A proposta passa pela criação de uma peça escultórica de arte sonora, construída a partir de materiais orgânicos recolhidos localmente, que se afirmam através da sua sonoridade em tempo real. A obra será entendida como um dispositivo sensível e site-specific, aberto às características do território e ao tempo limitado da residência.
A região de Leiria, profundamente marcada pelos incêndios florestais da última década, em particular o de 2017 que afetou gravemente o Pinhal de Leiria, surge como um contexto central para esta investigação artística. Através do som e da escultura, o trabalho de Gil Delindro propõe-se contribuir para uma reflexão partilhada sobre a transformação da paisagem florestal, a valorização de espécies autóctones e os modos como nos relacionamos com o território.
A apresentação pública no dia 1 de março será um convite à experiência direta desta nova criação, num encontro entre som, matéria, paisagem e comunidade.
Depois de Gil Delindro, o Fontes Sonoras prossegue na primavera, entre 12 e 19 de Abril, com Matilde Meireles, artista sonora portuguesa cuja prática cruza escuta profunda, composição e investigação sobre memória, território e perceção sonora. No outono, entre 25 de outubro e 1 de novembro, o projeto acolhe Kathy Hinde, artista e compositora britânica cujo trabalho explora fenómenos naturais, sistemas ecológicos e processos colaborativos entre humanos e não-humanos.
À semelhança do ano anterior, o Fontes Sonoras continua a reforçar a dimensão de proximidade com a comunidade local, promovendo momentos de partilha e contacto com práticas contemporâneas de arte sonora, entendidas aqui como ferramentas de escuta ativa, reflexão ecológica e diálogo coletivo.
Fontes Sonoras é uma iniciativa da Omnichord, com curadoria de Raquel Castro e direção artística de Gui Garrido, dedicada à criação artística em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes, promovendo novas formas de escuta e relação com o ambiente.
https://www.instagram.com/nascentes_fontes/
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