domingo, fevereiro 08, 2026

Documentário - Exclusivo "O Diabo do Entrudo" neste Carnaval: uma celebração das tradições Portuguesas


Neste Carnaval, época festiva do Entrudo, a Filmin estreia no dia 12 de fevereiro, em exclusivo, O Diabo do Entrudo, um documentário original do realizador português Diogo Varela Silva. 


O Diabo do Entrudo mergulha nas raízes ancestrais do Entrudo de Lazarim, em Lamego. Um filme sobre o Entrudo de Lazarim que se foca nos fascinantes caretos e nos seus trajes elaborados, fazendo também uma reflexão sobre género e a perpetuação de costumes ancestrais, passados entre gerações numa antiga aldeia de Portugal. O documentário destaca como rituais e tradições são mantidos vivos e transmitidos de geração em geração, oferecendo uma perspetiva íntima e rica das transformações sociais e culturais ao longo do tempo.


Desde a sua estreia mundial no festival Doclisboa, em outubro de 2024, o documentário tem recebido reconhecimento internacional, conquistando diversos prémios e menções: como a Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema Documental Rhodope (Bulgária) pela singularidade do olhar cinematográfico e pela riqueza cultural apresentada; Gold Award para Melhor Documentário de Longa-Metragem nos Florence Film Awards, em Itália, reforçando a projeção internacional do cinema português e distinções em mostras de Roma e Milão, o Silver Award nos New York Movie Awards e o Prémio do Público no Festival Internacional de Cinema de Santarém.


Este percurso reforça o compromisso da obra com a promoção e preservação do património cultural imaterial português, transmitindo a força das tradições populares através de uma narrativa cinematográfica envolvente e sensível.


A estreia exclusiva no Carnaval, na Filmin, é pensada como uma homenagem à própria essência festiva do Entrudo, convidando espectador a descobrir e refletir sobre esta celebração ancestral num momento em que as tradições ganham vida nas ruas e na cultura coletiva.

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https://www.filmin.pt/


Bela Noia com novo single duplo e anuncia A Bela Paranoia, o disco mais ambicioso da banda

A Bela Paranoia é o novo disco de Bela Noia, com edição marcada para 27 de março, e marca um momento decisivo no percurso da banda. Resultado de um processo longo e profundamente transformador, o álbum reúne canções que começaram a nascer ainda antes de Os Miúdos Estão Bem e afirma, pela primeira vez, um trabalho totalmente construído pelos quatro elementos da banda.

 

Produzido integralmente pela Bela Noia, com mistura e masterização de Nuxo Espinheira, A Bela Paranoia assume-se como um disco de rutura e reinvenção. Um álbum que se afasta do que veio antes para procurar uma nova linguagem: um rock mais ambicioso, mais denso e emocionalmente mais exposto, onde a fragilidade e a intensidade caminham lado a lado.

 

Ao longo do disco, a banda aprofunda temas como a perda, a finitude, a memória e a tentativa — por vezes desesperada — de encontrar sentido quando tudo parece desmoronar. Essa procura traduz-se não só na escrita e na interpretação, mas também nas escolhas sonoras: pela primeira vez, Bela Noia integra um quarteto de cordas em várias canções, com arranjos assinados por Leonardo Outeiro, expandindo o espectro emocional do disco e acrescentando novas camadas de tensão e beleza.

 

O universo de A Bela Paranoia começa agora a revelar-se com o lançamento do single duplo “Meu amor quando eu morrer” / “Epitáfio (lembrança de um final)”.

 

“Meu amor quando eu morrer” parte de um verso de Fausto Bordalo Dias para refletir sobre o amor, a despedida e o cuidado possível perante a dor. Longe do dramatismo fácil, a canção propõe-se como um gesto de reconforto, uma tentativa de dizer o indizível através da música.

 

“Esta letra chegou até mim ainda nos tempos de faculdade onde, à noite, ouvíamos Fausto e outros gigantes. E ao ouvir esta frase "Meu amor quando eu morrer" imaginei o que diria aos mais queridos quando partisse. Assim nasceu este tema que fui riscando e reescrevendo até chegar aqui.”

Pedro Vieira (Bela Noia)

 

“Epitáfio (lembrança de um final)”, com a participação especial de Edgar Valente, funciona como o seu contraponto, aprofundando o diálogo emocional e reforçando a ideia de díptico que atravessa o disco.

 

Visualmente, este lançamento integra mais um capítulo da curta-metragem A Bela Paranoia, conceptualizada e realizada por Pedro Vieira e Leonardo Outeiro, produzida pela Toca do Lobo, com direção de fotografia de Tiago “Ramon” Santos. Inspirado em três temas do álbum, o filme constrói uma narrativa que exagera a experiência da perda e da negação, criando uma metáfora extrema sobre amor, impotência e desespero.

 

Para assinalar o lançamento do disco, Bela Noia apresenta A Bela Paranoia ao vivo:

- 27 de março — Carmo 81, Viseu

- 10 de abril — Tokyo, Lisboa

 

Com A Bela Paranoia, Bela Noia afirma-se num novo lugar: mais livre, mais arriscado e mais consciente da força que nasce quando a vulnerabilidade é assumida como linguagem.

 

https://www.instagram.com/bela.noia/

https://www.facebook.com/BelaNoiaaaaa

https://www.tiktok.com/@bela.noia

https://www.youtube.com/@abelanoia

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/07rAjz2qQBVWfIO6HTAKa6?si=7LRMLRPKTWi31lnpOnVW4Q

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Segue-me à Capela de regresso às edições. Lançam single "Zamburra" a 6 de fevereiro, em antecipação de novo disco


 “Zamburra” é o primeiro single de "Quando um fio s’ensarilha", o novo álbum de Segue-me à Capela, com edição marcada para 3 de março. Disponível a partir de 6 de fevereiro, o tema inaugura o universo sonoro e conceptual do próximo disco do grupo, assente na polifonia vocal, na percussão de raiz popular e na reinvenção da música tradicional portuguesa.


O tema é a primeira revelação de "Quando um fio s’ensarilha" e funciona como porta de entrada para um trabalho onde a tradição se cruza com a criação contemporânea, tendo a voz como eixo central.


Entre tantas canções possíveis, a escolha do single não foi imediata: era preciso começar por um nó.

“Zamburra” é o primeiro tema do álbum, frequentemente associado ao ciclo de Inverno, também cantada por alturas do Entrudo, tempo de passagem e de inversão, quando os corpos despertam do frio, as vontades se libertam e o mundo volta a animar-se.

Correm mar abaixo as coisas que o dinheiro não compra, enquanto das casas escapam espanta-males, graças e gritos desencontrados que devolvem a vida aos dias. “Zamburra” nasce precisamente desse momento liminar, quando o fio começa a ceder e a vida se reata. É o primeiro fio a ser desensarilhado.


Os arranjos são assinados por Segue-me à Capela, Amélia Muge, Zé Martins e Quiné Teles, a partir de recolha de Armando Leça, em Malpica, concelho de Castelo Branco.


“Zamburra” é, pois, o primeiro avanço de "Quando um fio s’ensarilha", o terceiro álbum de Segue-me à Capela, que surge dez anos após o último registo do grupo.

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Quem são Segue-me à Capela:

Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.


O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.


Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/


The Fugees


The Fugees

The Fugees electrified the room with "Killing Me Softly With His Song" on Sunday. Pre-order their GRAMMY-winning album (1997) The Score on vinyl now!

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Sony music


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Legacy


sábado, fevereiro 07, 2026

Visitas +

China


Singapura


Alemanha


Estados Unidos


Canadá


Portugal


Brasil


Vietname


Índia


Bangladeche


França


Indonésia


México


Argélia


Reino Unido


Israel


Japão


Paquistão


Venezuela


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Outros

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Rui Veloso + Carlos Tê 



Vietname já começou a construir «o maior estádio do mundo»

135 mil lugares sentados.

Provavelmente será também um excelente espaço para música ao vivo e outros eventos.

Excelente!


BMP


 Neil Young 

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Santana

MERCADO NEGRO anunciam concerto no mítico B´Leza


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MERCADO NEGRO ao vivo no B´Leza - Lisboa

A maior banda de Reggae nacional está de volta!

O tão esperado reencontro com o público de Lisboa vai ser já no próximo dia 05 de Março (5ª feira) no B´leza.

A Miscigenação e Multiculturalidade são expressões vividas e recorrentes nas músicas dos Mercado Negro, fruto e reflexo da cidade onde vivem que é essa Lisboa, cada vez mais rica na sua diversidade.

Exemplo de convivência harmoniosa entre culturas, espelho da força criativa contemporânea, os Mercado Negro trazem novos elementos, novas linguagens na música de expressão urbana, com a frescura e energia que sempre os caracterizaram.

Mesmo sendo o Reggae a espinha dorsal da sua música, os Mercado Negro condimentam-na com as suas raízes afro, com sons da lusofonia e especiarias do mundo.

Na simplicidade das palavras vem a consciência positiva, o amor, a celebração da vida, a harmonia e o respeito pela natureza.

Os espectáculos dos Mercado Negro são aquilo que todos nós já conhecemos, quentes, festivos, enérgicos e contagiantes, são como sempre uma verdadeira comunhão e partilha de emoções e boas vibrações.

Capazes de juntar diferentes gerações na plateia, ninguém fica indiferente à mensagem, ao sonho, à fantasia, ao ritual Mercado Negro. Nos seus espetáculos, é normal ver no público um brilhozinho nos olhos e sorrisos cúmplices, um sentimento de leveza e libertação.

Os Mercado Negro convidam todos os seus fãs a estarem presentes nesta grande celebração do reggae e da vida, no próximo dia 05 de Março (quinta-feira) no B´Leza.

Vibrações Positivas!

Um concerto com o apoio da RDP ÁFRICA.

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MERCADO NEGRO

05 de Março (quinta-feira) no B´Leza - Lisboa

21h30

Garante já o teu bilhete em:

https://www.ticketline.pt/evento/mercado-negro-101270

10. Venda antecipada

12. No dia

https://linktr.ee/mercadonegromusic

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ENGLISH

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MERCADO NEGRO live at B´Leza club - Lisboa

The biggest national Reggae band is back!

The long-awaited reunion with the Lisbon audience will be on March 5th (Thursday) at B'leza.

Misgenation and Multiculturalism are vivid and recurring expressions in Mercado Negro's music, a result and reflection of the city where they live, Lisbon, which is increasingly rich in its diversity.

An example of harmonious coexistence between cultures, a mirror of contemporary creative force, Mercado Negro brings new elements, new languages to urban music, with the freshness and energy that have always characterized them.

Even though Reggae is the backbone of their music, Mercado Negro spices it up with their Afro roots, with children of Lusophony and spices from around the world.

In the simplicity of their words, positive awareness, love, the celebration of life, harmony and respect for nature.

Mercado Negro's shows are exactly what we all know: warm, festive, energetic, and contagious. As always, they are a true communion and sharing of emotions and good vibes.

Capable of bringing together different generations in the audience, no one remains indifferent to the message, the dream, the fantasy, the ritual of Mercado Negro. At their shows, it's common to see a sparkle in the audience's eyes and knowing smiles, a feeling of lightness and liberation.

Mercado Negro invites all their fans to be present at this great celebration of reggae and life, on March 5th (Thursday) at B'Leza.

Positive Vibration!

A concert supported by RDP ÁFRICA.

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MERCADO NEGRO

March 5th (Thursday) at B'Leza Club- Lisbon

9:30 PM

Get your ticket now at:

https://www.ticketline.pt/evento/mercado-negro-101270

10. Advance sale

12. At the door

 

https://linktr.ee/mercadonegromusic 

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DAVI SANTIAGO LANÇA “OLHA O BRILHO” EM ANTECIPAÇÃO DE DISCO FUI SÓ AMOR


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Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.


 


Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar".


 


Com o financiamento concedido pela Câmara de Viseu, Davi teve a oportunidade de gravar o seu primeiro EP, intitulado Fui Só Amor — uma coletânea de 6 canções e um poema que, através do uso de sonoridades brasileiras e portuguesas, explora temas como a morte, o amor e o autoconhecimento através de uma narrativa que aborda a relação entre o Brasil e Portugal de forma íntima e pessoal, com letras de caráter poético e introspetivo.


 


Com 7 faixas, o EP foi produzido por Rúben Teixeira e Guilherme Marta e traz influências que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico, criando uma sonoridade intensa e íntima. Ao contrário do seu primeiro lançamento, as canções que compõem este novo projeto são acompanhadas por 5 músicos: Gonçalo Froufe (guitarra elétrica), Guilherme Marta (guitarra braguesa), Mariana Lopes (voz), Pedro Novo (baixo) e Rúben Teixeira (bateria).


 


O primeiro single lançado, “Olha o Brilho”, acompanha as preces que o autor faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico ao longo de uma melodia que remete ao transe do adormecer. Abordando a ideia de que a natureza é Deus, o final da canção é composto pela mesma frase repetida diversas vezes como um mantra. O seu videoclipe, gravado, realizado e editado por Rita Cruz, com o fundo constantemente preto, remete novamente ao sono, à noite, aos sonhos, à morte e a Deus. 


 


Segundo Davi Santiago, o EP “É uma jornada de descoberta sobre o que é o amor, até ao momento da morte”.


 


Fui Só Amor, a editar dia 10 de Abril, reforça a identidade artística de Davi Santiago e aponta novos caminhos para a sua carreira, dialogando com o cenário de música emergente em Portugal e no Brasil e ampliando o seu alcance dentro da música World / MPB contemporânea.


 


 


Instagram: https://www.instagram.com/ddavi_santiago/?hl=en


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TikTok: https://www.tiktok.com/@ddavi_santiago

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Bluestronica: Midnight Sessions — after-hours blues from the Black & Tan universe




With Midnight Sessions, Black & Tan Records presents the first release from its new Bluestronica platform — a project dedicated to exploring the evolving edges of blues-influenced electronic music.


Bluestronica: Midnight Sessions focuses on the darker, after-hours side of the blues spectrum. Across the compilation, raw vocals and expressive guitars blend with downtempo beats, lo-fi textures and subtle hip-hop rhythms. The result is not a dancefloor-oriented release, but an intimate listening experience shaped by mood, space and atmosphere.


The artists featured on Midnight Sessions operate in the space between tradition and experimentation. While the emotional core of the blues remains clearly present, it is reimagined through modern production techniques and electronic arrangements. Each track contributes to a cohesive late-night flow, moving between electronic blues, alternative blues and downtempo soundscapes.


Bluestronica was created as a platform within the Black & Tan ecosystem to highlight contemporary blues hybrids and future-facing interpretations of the genre. Midnight Sessions marks the first chapter of this new series, setting the tone for releases that aim to stretch the boundaries of blues while staying true to its expressive depth.


For listeners who prefer high-quality audio and album-focused platforms, this release is also available on Qobuz.

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https://blues-tronica.com/index.php/bt-358-midnight-sessions/

Yo La Tengo - "Leaving Home"


 

BMP


 The Rolling Stones @Cuba

Eliades Ochoa @Amazon



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Amazon

quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Classic Rock Magazine - When Led Zeppelin Took Over the World


 When Led Zeppelin took over the world


In issue 350, band members and associates chronicle the 1972/73 period when Led Zeppelin seized control of the industry and became the biggest rock band on the planet.

Other features include Michael Monroe, BB King, Joan Armatrading and many more...

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terça-feira, fevereiro 03, 2026

Viviane | revisita “Alfama” | 13 de fevereiro

Viviane lança no dia 13 de fevereiro o single Alfama, disponível em todas as plataformas digitais

O tema é uma nova leitura do original dos Mler Ife Dada, escrito por Nuno Rebelo e editado em 1987. 
Chegada a Portugal no início dos anos 80, Viviane foi profundamente marcada pela música portuguesa da época — da canção de intervenção à pop — e Alfama, que integra o álbum As coisas que fascinam, tornou-se uma referência formativa, escutada repetidamente durante a adolescência. 
A canção descreve o bairro de Alfama através de uma linguagem surrealista, onde o Fado cruza com a Pop, numa abordagem inovadora que influenciou decisivamente o percurso artístico da cantora. 
Nesta nova versão, Viviane traz Alfama para o presente, mantendo o espírito original, mas imprimindo-lhe a sua voz carismática e identidade artística. 

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Alfama é o primeiro single de um álbum a sair para o mercado no final de 2026, dedicado a homenagear cantoras que deram voz a bandas marcantes da música portuguesa. 
O videoclipe, foi gravado na Casa de Fados Maria da Mouraria e realizado por Aurélio Vasques. 

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Ficha técnica: 
Voz – Viviane 
Guitarra acústica – João Vitorino 
Produção e mistura – Tó Viegas 
Masterização – Rui Dias 
Gravado no estúdio Zipmix (setembro 2025)

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A Banda não simão | "Pintar o sete" - agora em inglês e com o apoio do projeto BELEM

Paint the Seven foi editada dois anos depois da original, numa versão traduzida para inglês com o apoio do projeto BELEM.


"Pinte o sete" é uma expressão popular portuguesa frequentemente citada pelo poeta e pintor modernista Almada Negreiros. Em 2023, a banda não simão lançou um álbum com este título, apresentando poemas de quatro escritores portugueses de três séculos diferentes: Cesário Verde, Almada Negreiros, Ana Hatherly e Cláudia R. Sampaio. Para partilhar um vislumbre do legado literário português com uma maior audiência, alguns dos poemas de "Pintar o sete" foram traduzidos e as canções foram regravadas em inglês. A poesia e a música portuguesa têm assim uma nova e merecida oportunidade de chegar ao público internacional.


" Os não simão viram no projeto BELEM a oportunidade de realizar uma ambição antiga de traduzir alguns poemas de poetas portugueses e musica-los. A banda apresentou em 2023 o trabalho Pintar o Sete e o resultado alcançado foi o esperado, levar poesia nacional de vários séculos em formato canção aos mais diversos públicos incluindo a rádio nacional.

Estas traduções e respetivas gravações foram possíveis através das candidaturas ao projeto BELEM e ao nosso editor, possibilitando um novo cenário de levar a poesia nacional a mercados internacionais e iniciar uma possível internacionalização da banda e das suas músicas. O líder do projeto, Simão Palmeirim, traduziu os poemas com rigor literário e musical permitindo manter a mensagem dos textos originais"


O projeto BELEM (boosting European Lyrics and their Entrepreneurial Monetization) fomenta o licenciamento, agregação, distribuição, e tradução com significado de obras musicais europeias, impulsionando significativamente a sustentabilidade das mesmas para publishers e compositores. Um passo fundamental para atingir este objetivo é ultrapassar a barreira linguística para músicas escritas em línguas e dialetos minoritários no contexto europeu.

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Spotify

Biblioteca da Nazaré

A Biblioteca da Nazaré informa que disponibiliza acesso gratuito à internet e carregamento gratuito de dispositivos móveis, como apoio à população.


📍 Local: Rua Mouzinho de Albuquerque, n.º 51, Nazaré

🕑 Horário: Segunda a sexta-feira | 14h00 – 18h00


A Biblioteca da Nazaré reafirma o seu compromisso com o serviço público, a inclusão digital e o apoio à comunidade.

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Devido às recentes alterações climatéricas.


domingo, fevereiro 01, 2026

Novidades de Filmes e séries na Plataforma Filmin

https://www.filmin.pt/ 

“Arte em Ação”, de Beatriz Albuquerque: um livro de artista que convoca a criação como gesto político e coletivo

O livro de artista Corpo em Ação, de Beatriz Albuquerque, será lançado e apresentado no dia 5 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Livraria do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto. A sessão, de acesso gratuito mediante inscrição prévia, contará com uma conversa com Miguel von Hafe Pérez e Rosário Gambôa, enquadrando uma obra que se situa na interseção entre arte conceptual, performance, educação e ativismo, e que desafia as fronteiras tradicionais entre criação artística e transformação social.


Estruturado como um dispositivo de ação e reflexão, Arte em Ação articula exercícios de ativismo “faça você mesmo”, perguntas instigantes e reflexões críticas, convidando o leitor a tornar-se participante ativo em processos artísticos e sociais. Inspirado na teoria feminista, nas práticas de sustentabilidade e nas lutas contemporâneas pela justiça social, o livro propõe um conjunto de “partituras” — exercícios práticos que orientam a criação de ações pessoais ou coletivas, desde o ativismo de rua à intervenção em contextos educativos ou à produção de obras de arte que respondem a questões sociais atuais.


Ao abordar temas como feminismo, género, justiça social, ativismo, equidade e livro de artista, Arte em Ação funciona simultaneamente como guia para a mudança e ferramenta de pensamento crítico, incentivando os leitores a confrontar as problemáticas políticas, ambientais e sociais mais urgentes do nosso tempo. Mais do que um objeto editorial, o livro assume-se como um catalisador de ação criativa, diálogo e capacitação coletiva.


Publicado numa edição limitada, assinada e numerada por Beatriz Albuquerque. O livro conta com o apoio da DGARTES – Direção-Geral das Artes, República Portuguesa: Cultura.

Este livro de artista será, também, lançado em Lisboa este Verão onde contará com uma conversa performativa de Beatriz Albuquerque com a curadora Angelika Li, na Dialogue Gallery. 

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quem é Beatriz Albuquerque 

Beatriz Albuquerque (Porto, Portugal) é artiste, performer, professore e investigadore. Doutorada pela Columbia University, em Nova Iorque, com apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e de uma Bolsa Fulbright / Fundação Luso-Americana. É licenciada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e concluiu o Master of Fine Arts no School of the Art Institute of Chicago, desenvolvendo um percurso académico e artístico de forte projeção internacional.


Ao longo da sua carreira foi distinguida com diversos prémios e menções, entre os quais o Myers Art Award, atribuído pela Columbia University, o Prémio Revelação da 17.ª Bienal de Cerveira, em Portugal, e o Prémio de Performance Ambient Series, no âmbito do PAC/edge Performance Festival, em Chicago. Paralelamente, tem colaborado com centros de investigação, cátedras e institutos europeus e norte-americanos, integrando projetos, proferindo conferências e publicando ensaios que articulam criação artística e investigação teórica.


O seu trabalho caracteriza-se por uma abordagem interdisciplinar, cruzando desenho, imagem em movimento, fotografia, instalação e, sobretudo, performance. Tem apresentado exposições individuais e coletivas em contextos nacionais e internacionais, destacando-se instituições como o Museum of Contemporary Art of Chicago, MoMA PS1, Queens Museum, The Kitchen e Anthology Film Archives em Nova Iorque; a Bienal de Istambul e a Bienal de Tessalónica; o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, em São Paulo; bem como o Museu de Serralves, a Galeria Graça Brandão, a Galeria Nuno Centeno e a Plataforma Revolver, entre outros.

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Bluestronica - Novo Website

https://blues-tronica.com/

sexta-feira, janeiro 30, 2026

BMP


 Neil Young

Comunicado: Biblioteca da Nazaré

Na sequência da Depressão Kristin, que provocou o corte das comunicações em diversas zonas da vila da Nazaré, e considerando o comunicado do Município da Nazaré a declarar o estado de calamidade, a Biblioteca da Nazaré vem por este meio informar que a sede da colectividade está a disponibilizar acesso gratuito à internet à população.


Esta iniciativa tem como objetivo apoiar os cidadãos afetados, garantindo o acesso a meios de comunicação, a serviços essenciais, a plataformas institucionais e a informação relevante, num contexto de disrupção das redes habituais.


O acesso gratuito à internet encontra-se disponível no horário normal de funcionamento da Biblioteca da Nazaré, das 14h00 às 18h00.


A Biblioteca da Nazaré coloca-se inteiramente à disposição para colaborar com as entidades locais e regionais na divulgação desta informação e em outras ações de apoio à comunidade que se revelem necessárias.

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GIRLS ON WIRE | Nos cinemas a 5 de fevereiro


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REALIZADOR Vivian Qu


PAÍS China


DURAÇÃO 125’


ARGUMENTO Vivian Qu


ELENCO Haocun Liu, Wen-Qi, Youhao Zhang


GÉNERO Drama


LÍNGUA Mandarim


ESTREIA 5 fevereiro


SINOPSE Depois de escapar à máfia local, Tian Tian procura ajuda da prima Fang Di, uma dupla num grande estúdio cinematográfico, que a recebe com desprezo. Mas à medida que o passado conturbado de ambas ressurge, juntas reacendem um laço de irmandade no meio do perigo iminente.




Festival de Cinema de Berlim, Competição

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Films4you


The Monochrome Set lançam o seu novo disco de pós-punk Lotus Bridge dia 13 de Março

 

Os sofisticados e eruditos artistas britânicos pós-punk dos The Monochrome Set, com um brilhante catálogo de lançamentos ao longo de cinco décadas, estão prontos para lançar o seu novo disco, Lotus Bridge, pela Tapete Records – a editora da banda nos últimos doze anos e seis álbuns de estúdio.


 


O seu som inconfundível e as suas letras com humor ácido sempre os diferenciaram. A sagacidade cerebral e o timbre elegante de Bid, aliados a melodias contagiantes e à habilidade na composição de canções com qualidade cinematográfica e literária, têm exercido uma influência discreta sobre diversos artistas desde a sua formação e ao longo de diferentes fases da sua carreira. A banda é, na sua essência, um tesouro nacional.


 


O novo álbum, Lotus Bridge, é uma viagem psicadélica ao rico e fantástico mundo onírico de Bid. Baseado num sonho singular que se reapresentou após um hiato de oito meses, precisamente quando chegava a altura de voltar a gravar, Bid narra com detalhes vívidos a miríade de personagens e cenários que surgiram no seu sonho e inspiraram o desenvolvimento deste novo conjunto de histórias.


 


Bid explica: "It seemed to me, as I wrote these lyrics, that this whole story was a metaphor for a crumbling civilization, and whether or not I would leave it behind if I were given the opportunity. The other side of the bridge represents what seems to be an unknown future that I'm being asked to accept without explanation, and the other songs represent a journey back through the past and are a sometimes allegorical re-evaluation of it. I think that I managed to keep to a close narrative thread in the lyrics, and deliberately kept the underlying musical structures in a similar tempo and key. Even old poetry is timeless, if it is about personal experiences".


 


Este novo álbum sucede ao livro de letras selecionadas de Bid, Strange Young Alien, lançado recentemente pela Ventil Verlag em novembro de 2025. O livro oferece uma visão inestimável do seu processo de composição, e quanto mais se aprende sobre o processo criativo de Bid, mais misterioso e intrigante tudo se torna.


 


Lotus Bridge tem uma sonoridade subtil, mas bastante diferente dos álbuns anteriores dos The Monochrome Set. O uso predominante é o piano elétrico e a guitarra acústica, com guitarras elétricas frequentemente em estéreo amplo, resultando numa atmosfera geral muito focada e quase orquestral. Há também sons ambientes entre muitas das músicas, o que faz com que o álbum como um todo pareça coeso.


 


Nesta gravação, Bid é acompanhado nos The Monochrome Set por Andy Warren no baixo, Stephen Gilchrist na bateria e Athen Ayren nos teclados e guitarra. Alice Healey contribui novamente com os vocais de apoio.


 


O álbum foi gravado no OneCat Studio em Londres, com o técnico de Jon Clayton, produção de Jon Clayton e Bid, e será lançado pela Tapete Records a 13 de Março de 2026.


 


http://www.themonochromeset.co.uk/


https://www.facebook.com/themonochromeset


https://www.instagram.com/themonochromeset/

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https://www.themonochromeset.co.uk/

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quinta-feira, janeiro 29, 2026

Joana Alegre | apresenta Podcast Luas



LUAS é um podcast ao ritmo da Lua. Nasce do álbum homónimo de Joana Alegre e da vontade de escutar outras mulheres a falar da Lua nas suas vidas — das fases que atravessam, da perspetiva feminina em diferentes áreas profissionais, das suas novidades e dos projetos que estão a ganhar forma, a mudar de pele ou a pedir tempo.


Seguindo um ciclo lunar de oito episódios, tal como no álbum, LUAS celebra a inevitabilidade das fases: os altos e os baixos, os momentos de expansão e de recolhimento, convidando à integração desses ciclos com poesia, charme feminino e a naturalidade das marés.


Uma realizadora de cinema, uma poetisa, uma campeã mundial de bodyboard, uma designer de moda ou canto-autoras de diferentes géneros musicais: as vozes que se cruzam nestas LUAS são diversas, mas encontram-se num ponto comum — a consciência de que tudo se move em diferentes ritmos de criação, pausa, transformação e recomeço. Um coro plural e intersetorial que partilha uma relação viva com a natureza cíclica e revela como a integra no quotidiano, na ética, no trabalho criativo e nas decisões profissionais.


Mais do que um podcast de entrevistas, LUAS é um espaço de diálogo sobre ser mulher em movimento, escutar o tempo entre trabalho, criação e ligação à terra.


Ao longo do mês de fevereiro, conhecemos as primeiras quatro convidadas internacionais, vindas de geografias tão diversas como a Finlândia, o Brasil ou a Ucrânia. O podcast será lançado nas principais plataformas de streaming, com destaque para o Spotify, estará disponível em formato vídeo legendado no YouTube e, para quem estiver em território norte-americano, poderá ainda ser ouvido na Pandora.


Em março, o ciclo fecha-se por terras lusas com mais quatro convidadas, num mês que celebra a Mulher, a Poesia e o aniversário do álbum LUAS. A apresentação do podcast acontece no dia 3 de março, às 18h, no espaço Atmosfera da Associação Mutualista do Montepio.


Através da sensibilidade e da força criativa das mulheres que fundam e reconstroem o mundo todos os dias, LUAS lembra-nos que, tal como a Lua afeta as marés e muda de forma, também nós somos afetados — mas sempre capazes de nos reinventar.

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