segunda-feira, março 30, 2026

Recordar Amália Rodrigues


No Jardim d'Amália ouvimos Fado, Canções Tradicionais e Marchas Populares 


Recordamos Amália Rodrigues, todas as terças, quintas e sábados, no jardim secreto da sua casa 

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A magia e a emoção do Fado no jardim da casa onde Amália viveu mais de 40 anos.


O nosso jardim secreto na Rua de São Bento, recebe concertos únicos de voz, guitarra portuguesa e viola de Fado, num ambiente intimista e exclusivo. Nesta experiência, são recordados os temas popularizados por Amália Rodrigues, desde Fado, Canções Tradicionais e Marchas Populares.


Os concertos acústicos podem ainda ser antecedidos por uma visita guiada à Casa-Museu (não incluído no bilhete do concerto, sendo necessário reservar com antecedência através do email casamuseu@amaliarodrigues.pt ou do telefone 21 397 18 96).


Aberta ao público como Casa-Museu por vontade expressa de Amália, conhecer este património é revisitar a história de Portugal, através da sua maior voz. 

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O elenco da Fundação Amália Rodrigues é composto na voz por Célia Leiria, na Guitarra Portuguesa, Pedro Amendoeira, e Flávio Cardoso, na viola de Fado.


Conheça a arte do Fado na sua essência e deixe-se encantar pela paixão e pela magia das nossas vozes e das nossas guitarras. 


Juntos estaremos também a eternizar e a homenagear uma das figuras mais marcantes do século XX. 


Porque tudo isto existe, tudo isto é Fado 

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(Fotografia - Rodrigo Simas)

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Fundação Amália Rodrigues

 

📣 Bilhetes para o Fado têm um valor de 20€ (terças e quintas-feiras) e de 25€ (sábados), e estão à venda nos locais habituais, na Fundação Amália Rodrigues e online, através da Ticketline e Blueticket.

Para mais informações contactar: 21 397 18 96 ou jardimdaamalia@gmail.com

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(Fotografia - Rodrigo Simas)

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Biblioteca da Nazaré - Festival de Jazz de Valados de Frades

Mensagem:

"A Biblioteca da Nazaré vem, por este meio, associar-se à divulgação da 29.ª edição do Festival de Jazz de Valado dos Frades, uma iniciativa de reconhecida projeção internacional no panorama do jazz, que em 2026 assinala o centenário de nascimento de duas figuras maiores da história do género, Miles Davis e John Coltrane.


A programação do festival decorre ao longo dos meses de abril, maio e junho, contribuindo de forma significativa para a dinamização cultural do território. A programação completa pode ser consultada através da seguinte ligação:

👉 https://www.jazzvalado.net/jv/


No âmbito da valorização da memória e identidade desta iniciativa, a Biblioteca da Nazaré informa que dispõe de 9 exemplares — últimos disponíveis — da obra “Uma história de jazz em Valado dos Frades”, da autoria de Mário Galego, com edição da B.I.R. – Biblioteca de Instrução e Recreio.


A referida obra encontra-se disponível pelo valor de 5€, com possibilidade de envio por correio (acrescem portes).


Os exemplares encontram-se disponíveis até esgotar.


Biblioteca da Nazaré

Mais de 80 anos ao serviço da cultura


📧 bibliotecadanazare@gmail.com

📞 936 174 007 "

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Rui Taipa - EP "O medo somos nós...'

 


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Estreia a 24 Abril 2026

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sábado, março 28, 2026

João Afonso - Álbum "Todo tempo"


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Dando seguimento aos álbuns “Sangue Bom” e “Livros”, o músico e compositor, João Afonso, edita a 27 de março “Todo Tempo”, um novo trabalho discográfico no qual aborda temas universais que lhe são muito queridos, tais como a liberdade, o amor, a saudade ou a inquietação.


Podemos afirmar que João Afonso apresenta agora a sua obra mais sensível e madura até à data, criando um universo musical particular e verdadeiramente único. “Todo Tempo” resultou de uma colaboração com António Pinto, responsável pela produção e arranjos, e engloba um conjunto de canções originais, com letras do próprio João Afonso e outras, inspiradas em textos de poetas consagrados, como é o caso de António Gedeão, Jorge de Sena, José Craveirinha ou Al Berto.


Na voz de João Afonso transparecem as raízes da música portuguesa, harmonizada com a memória afetiva das suas origens moçambicanas: canções como “Matope”, “Manga Verde” ou “Sonhei-te” evocam esse regresso, enquanto que as baladas “Pernoitas em Mim” ou “Independência” captam, com elegância, a essência da Portugalidade. Outros temas, como “Folhas de Outono” ou “Chuta pra Canto” revelam uma perspectiva distinta, com um olhar mais pessoal e crítico sobre o mundo atual.


O single de apresentação foi “Tempo de Poesia”, talvez o tema que melhor capta a essência deste novo álbum. Nascido a partir de um poema profundo e belo de António Gedeão, revela uma perfeita harmonia entre a poesia e a musicalidade de João Afonso e António Pinto. A interpretação conta com a admirável voz de Sofia David e a participação especial de Tomás Pimentel, no Flugel e também nos arranjos.


O álbum “Todo Tempo” reúne alguns dos mais importantes músicos da cena musical portuguesa, como Joaquim Teles (percussão), o já referido Tomás Pimentel, José Moz Carrapa e Miguel Fevereiro (guitarras), ou Paulo Ferreira (baixo) que, através das suas abordagens muito pessoais, aportaram uma notável variedade de timbres e cores a este novo trabalho. Destacam-se, ainda, as participaçaões especiais do CouraVoce (Coro Feminino de Paredes de Coura), da voz sempre cúmplice de Toninho Afonso, da flauta de Rão Kyao e da guitarra portuguesa de Marta Pereira da Costa.


O segundo single retirado deste novo registo intitula-se "Matope" e é um dos temas que capta uma ideia que nunca deixou de estar presente para o autor: a saudade. A letra, ou poema, é um burburinho de imagens, de sonoridades, de odores e cores e reflete sobre o “silêncio dos anos”, em que João Afonso guardava uma amarga ausência de Moçambique, terra das suas origens.


O tema conta também com as participações de Tomás Pimentel, Tomás Marques e Ruben Luz, nos sopros, de António Pinto e Miguel Fevereiro, nas guitarras e com a alma rítmica da percussão/ bateria de Joaquim (Quiné) Teles. Pode afirmar-se que "Matope" é um regresso diferente de João Afonso ao seu Moçambique.


“Todo Tempo” é pois um trabalho inventivo e diverso, onde a beleza da palavra se encontra com a sofisticação sonora, marcando uma nova etapa na carreira de João Afonso, numa celebração da música portuguesa feita com alma, reflexão e arte.


No próximo dia 31 de março, pelas 18h30, showcase de apresentação, no espaço atmosfera m, do Montepio Associação Mutualista, na Rua Castilho n.º 5, em Lisboa.

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Westway 2026: concertos, residências e conferências com Jim Jarmusch, Rui Vargas e DJ Vibe entre os oradores • 8 a 11 abril • Guimarães

A 13.ª edição do Westway – LAB, LIVE, MEETING realiza-se de 8 a 11 de abril, em Guimarães, com 23 concertos, residências artísticas, keynotes, conferências, pitch sessions, speed meetings, networking e talks.

No terreno do MEETING, esta edição apresenta dois Keynote Speeches, com o apoio da Fundação GDA. Jim Jarmusch (EUA), uma das mais icónicas figuras do cinema independente mundial, e a dupla Rui Vargas e DJ Vibe (PT), duas figuras também icónicas da cultura da música eletrónica em Portugal e a nível internacional, protagonizarão os Keynote Speeches desta edição no Pequeno Auditório do CCVF, com acesso gratuito até ao limite da lotação.
Esta edição estreia outro momento original: CABLEWAY meet the locals, que propicia encontros para convidados nacionais e internacionais conhecerem alguns protagonistas da cena musical local enquanto viajam de teleférico.

Entre os profissionais da indústria da música convidados, encontraremos representantes como Lisa Schoemaker (Eurosonic), Dalse Yoonyoung Kong (Zandari Festa), Keno Mensing (Reeperbahn), bem como Mário Carneiro (GDA), Pedro Barbosa (DGArtes), Miguel Carretas (Audiogest), entre muitos outros.

E estreia também uma formação direcionada a jovens profissionais da música, numa iniciativa lançada pela WHY Portugal e pela Audiogest.



O Centro de Criação de Candoso abre de novo as portas para ativar o LAB, num intercâmbio que promove a liberdade estética e criativa, através das residências artísticas que cruzam artistas portugueses e estrangeiros, juntando, ao longo de uma semana, Never Sol (CZ) com Malva (PT), NFNR (UA) com Sofia Leão (PT), e FENNE (NL) com Tomás & Francisco (PT), para depois apresentarem as suas criações originais no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor.


MXGPU (PT), PVA (UK), Smag På Dig Selv (DK), DITTER (FR), GANS (UK) são alguns dos nomes que se apresentarão em concerto ao longo dos quatro dias do programa LIVE, a decorrer em diversos espaços da cidade como o Centro Cultural Vila Flor, Teatro Jordão, Igreja de São Francisco, Ramada 1930, o Convívio Associação Cultural (Salão Nobre), e CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitectura.


Infomação completa em www.westwaylab.com.
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sexta-feira, março 27, 2026

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quinta-feira, março 26, 2026

quarta-feira, março 25, 2026

Associação D'Orfeu - Arranca esta quinta-feira, em Águeda, o Congresso de Bastidores.


 O Congresso de Bastidores decorre de 26 a 29 de março, em vários locais da cidade Águeda, e integra quatro workshops, dois showcases OuTonalidades e uma conversa sobre a importância da cultura para o nosso bem-estar. O programa e o formulário de inscrição para os workshops estão disponíveis em dorfeu.pt/congresso. 


Maria Caetano Vilalobos (poesia e declamação), Miguel Carretas e Beatriz Sequeira (direitos de autor e distribuição digital), Beatriz Batarda (teatro e interpretação) e Vasco Mota (urban sketching) são os nomes que vão orientar os quatro workshops do Congresso de Bastidores 2026. Com a duração de seis horas cada, as sessões de formação decorrem entre o Salão de Chá e Café-concerto do Parque da Alta Vila. Últimas vagas disponíveis em dorfeu.pt/congresso .


O evento conta também com uma Conversa de Bastidores, de entrada livre, marcada para sábado, 28 de março, das 17h45 às 19h30, no Salão de Chá da Alta Vila, com a presença da cantora Joana Manarte, do estudante de medicina Gonçalo Gomes Pinto, da psicóloga Paula Fong e do programador cultural José Licínio Pimenta. A conversa será moderada por Maria Inês Santos e terá como tema "um espetáculo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia".


Espaço também para a música ao vivo, com o mais recente formato de showcases do OuTonalidades: a Toca. Este espaço será palco para apresentação de dois projetos selecionados da Bolsa de Grupos do circuito português de música ao vivo, num formato de curta duração (cerca de 30 minutos), que será filmado e gravado ao vivo, ambos ao fim do dia. Na quinta-feira, 26, Duarte Fernandes apresenta-se no café-concerto do Hotel Conde d'Águeda; no domingo, 29, é a vez do quarteto Adélia no XPT - Alojamento Local (Boutique Apartments). O produto final será, posteriormente, disponibilizado online. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.


O Congresso de Bastidores é um evento organizado pela d'Orfeu AC / Escola de Palco, em coprodução com o Município de Águeda, tendo o apoio oficial da República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes.

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https://www.dorfeu.pt/programacao/congresso-de-bastidores/2026/

segunda-feira, março 23, 2026

BMP

https://www.tumblr.com/gritali/811266486921461760/sun-on-the-beach

Fontes Sonoras regressa à Aldeia das Fontes com nova residência de Matilde Meireles


O projeto Fontes Sonoras regressa à Aldeia das Fontes, em Leiria, entre 12 e 19 de abril, para a segunda residência artística de 2026. A artista convidada desta edição é Matilde Meireles, artista sonora cuja prática se centra na escuta profunda, na gravação de campo e na exploração das múltiplas camadas sonoras que compõem os lugares.


 


Ao longo de uma semana de residência, Matilde Meireles irá desenvolver um trabalho de investigação e criação centrado no rio Liz, propondo um percurso sensorial que a artista descreve como uma deriva sonora onde diferentes tempos, escalas e camadas de escuta se entrelaçam.


 


A proposta passa por observar e amplificar os micro-movimentos sonoros da paisagem, especialmente nas margens do rio. A artista pretende realizar um trabalho detalhado de captação e documentação de sons normalmente inacessíveis ao ouvido humano, utilizando técnicas de gravação especializadas, incluindo hidrofones, que permitem escutar o interior do rio. Estes sons pré-gravados serão posteriormente colocados em diálogo com os sons do próprio rio captados e transmitidos ao vivo, criando uma composição onde a documentação sonora e a abstração convivem com a presença real da paisagem.


 


A apresentação pública está prevista para 19 de abril pelas 15h30 e o público será convidado a acompanhar esta experiência de escuta expandida, onde gravações detalhadas do território se cruzam com o fluxo vivo do rio, revelando dimensões invisíveis e subtis do ambiente.


 


Matilde Meireles é uma artista sonora e field recordist cuja prática artística tem sido descrita como algo que “gira como o rolo de um filme invisível”. O seu trabalho combina improvisação, gravação de campo e composição, criando aquilo que chama de “sonic drifts”: percursos de escuta que revelam as relações entre diferentes espectros sonoros, escalas e temporalidades dos espaços que habitamos.


 


Depois de Matilde Meireles, o Fontes Sonoras encerra 2026 no Outono, entre 25 de outubro e 1 de novembro, com a sua terceira residência artística. Desta vez, com Kathy Hinde, artista e compositora britânica cujo trabalho explora fenómenos naturais, sistemas ecológicos e processos colaborativos entre humanos e não-humanos.


 


O Fontes Sonoras é uma iniciativa da CCER Mais / Omnichord, com curadoria de Raquel Castro e direção artística de Gui Garrido, dedicada à criação artística em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes. Através destas residências, o projeto promove práticas de escuta ativa e investigação sonora que procuram revelar novas formas de relação com o ambiente natural e social do lugar.


 


https://www.instagram.com/nascentes_fontes/


https://www.facebook.com/nascentesfontes

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Wolfball: música, natureza e solidariedade unem-se em Vila Nova de Foz Côa


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Wolfball: música, natureza e solidariedade unem-se em Vila Nova de Foz Côa

Evento único de angariação de fundos encerra conferência internacional Act in Synch a 28 de março

 

No próximo dia 28 de março, o Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa recebe o Wolfball, um evento de angariação de fundos que cruza música, cultura e sustentabilidade numa experiência imersiva e única.


O Wolfball assinala o encerramento do Act in Synch, uma conferência dedicada à música, cinema e sustentabilidade, que decorre nos dias 27 e 28 de Março no Museu do Côa.


Na semana que antecede o evento, Vila Nova de Foz Côa acolhe uma residência artística, que conta com o apoio da Fundação GDA e que reúne músicos portugueses e internacionais. Estes artistas são convidados a colaborar na criação de novas peças musicais inspiradas nos “Sons do Côa” — uma coleção de sons provenientes da natureza, das tradições musicais e da comunidade local, recolhidos e curados ao longo de fevereiro e março por Vasco Ribeiro Casais (OMIRI), reconhecido pelo seu trabalho na preservação da música tradicional.


As receitas do Wolfball revertem a favor da Rewilding Portugal, apoiando iniciativasde proteção e preservação da biodiversidade, com destaque para a conservação do lobo-ibérico, bem como projetos de sensibilização ambiental.

 

O bilhete inclui jantar e concerto. As inscrições poderão ser feitas para: wolfballmusic@gmail.com


O concerto será de entrada livre para os residentes de Foz Côa, que poderão contribuir através de donativos voluntários.


O Wolfball é organizado pela Scarlet Bloom e Lusitanian Music Publishing, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa, Altano Douro, Volkswagen Gavis, Mermaids & Albatrosses Digital Distribution e Fundação GDA.

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domingo, março 22, 2026

Filme - O Agente Secreto estreia em exclusivo na Filmin a 26 de março

O Agente Secreto tem estreia exclusiva marcada na Filmin para 26 de março, o mais recente filme de Kleber Mendonça Filho e um dos títulos mais falados do ano.


Este thriller político de tom neo-noir mergulha num universo de espionagem, poder e manipulação, oferecendo um retrato tenso e incisivo das engrenagens políticas contemporâneas.


O thriller de Kleber Mendonça Filho, que mergulha nas complexidades do poder, da identidade e da memória, afirma-se como um dos filmes mais marcantes do cinema actual. Em Cannes 2025 conquistou, entre outros, os prémios de Melhor Realização e Melhor Actor, seguido pelo sucesso nos Globos de Ouro e pelas múltiplas nomeações aos Óscares 2026 para Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Actor e Melhor Elenco, onde se encontra a portuguesa Isabél Zuaa.


Brasil, 1977. Marcelo, especialista em tecnologia, está em fuga e chega ao Recife na semana do Carnaval, na esperança de reencontrar o filho. Mas no meio da comunidade vibrante que o recebe, vê-se envolvido numa atmosfera de paranóia e perigo. Construído como um puzzle de intriga e informação, O Agente Secreto mostra como a verdade é escondida e a memória colectiva reconfigurada nos regimes opressivos.


O filme é uma obra que combina o género de espionagem e thriller com um comentário político mordaz sobre o apagamento de identidades e memórias durante a repressão ditatorial. Visualmente deslumbrante, com uma reconstituição de época meticulosa do Recife dos anos 70, o filme é também uma reflexão sobre a memória coletiva, o trauma geracional e a resistência política.


Com estas estreias exclusivas, a Filmin continua a afirmar-se como a plataforma de cinema de qualidade em Portugal, disponibilizando ao público português alguns dos filmes mais relevantes e premiados do cinema contemporâneo mundial.

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https://www.filmin.pt/

Bela Noia apresenta A Bela Paranoia: novo álbum chega a 27 de março

A banda viseense Bela Noia acaba de lançar “À Guerra, Não Há Paz”, o último single de avanço do novo álbum A Bela Paranoia, que será editado no próximo dia 27 de março.


 


A canção chega acompanhada por um videoclip que encerra uma curta-metragem construída ao longo dos três singles que antecederam o disco, funcionando como o capítulo final de uma narrativa audiovisual que acompanhou a revelação deste novo trabalho. Filmado em Viseu pela produtora Toca do Lobo, o videoclip conta com realização de Pedro Vieira e Leonardo Outeiro, concluindo uma história visual inspirada nas tensões emocionais e nos universos interiores que atravessam o álbum.


O single “À Guerra, Não Há Paz” utiliza a metáfora da guerra para falar de relações marcadas por distância, palavras não ditas e conflitos emocionais profundos.


 


Fala daquele momento em que duas pessoas que já estiveram muito próximas passam a viver numa espécie de guerra fria emocional, onde há muito por dizer mas já não se sabe como.”


Pedro Vieira


 


Este lançamento abre caminho para A Bela Paranoia, o novo disco da Bela Noia, um trabalho que aprofunda o universo lírico e sonoro da banda. O disco aborda as tensões invisíveis que atravessam as relações humanas. Entre proximidade e distância, silêncio e confronto, as canções exploram o território instável onde convivem amor, memória e conflito.


 


“A Bela Paranoia nasce da tentativa de transformar inquietação em canções. É um disco sobre as pequenas guerras emocionais que atravessam as relações e sobre a dificuldade — às vezes, inevitável — de encontrar paz dentro delas”, afirma o grupo.


 


Mais do que um conjunto de canções, A Bela Paranoia desenha um universo narrativo onde cada tema revela uma nova face das pequenas guerras interiores que habitam em nós. Entre melancolia, energia e catarse, o disco propõe um retrato sensível da fragilidade das ligações humanas e da necessidade — por vezes, impossível — de encontrar paz no meio do ruído emocional.


 


O álbum conta com a participação do músico Edgar Valente e inclui também a presença de um quarteto de cordas em alguns temas, com arranjos de Leonardo Outeiro. A introdução destes elementos representou um desafio assumido pela banda e permitiu expandir a sua sonoridade, abrindo novas possibilidades expressivas dentro do universo musical do grupo.


 


“Este foi o primeiro disco que compusemos verdadeiramente como um coletivo. Levou tempo, mas sentimos que isso permitiu aprofundar as canções e encontrar uma identidade sonora mais clara.”


Pedro Vieira


 


Misturado por Nuxo Espinheira, com quem a banda já tinha trabalhado no primeiro disco, A Bela Paranoia surge após cerca de dois anos de silêncio editorial. O álbum foi desenvolvido ao longo desse período, num processo de criação demorado que permitiu maturar as ideias e consolidar a nova fase artística da banda.


 


O disco será apresentado ao vivo pela primeira vez no dia 27 de março, no Carmo’81, em Viseu, numa noite que assinala simultaneamente a estreia do álbum em palco e a sua data oficial de lançamento. O regresso da banda à sua cidade natal marca um momento simbólico para a apresentação deste novo capítulo. A apresentação ao vivo em Lisboa também já está confirmada para dia 10 de Abril no Tokyo Lisboa.


 


https://www.instagram.com/bela.noia/


https://www.facebook.com/BelaNoiaaaaa


https://www.tiktok.com/@bela.noia


https://www.youtube.com/@abelanoia


https://open.spotify.com/intl-pt/artist/07rAjz2qQBVWfIO6HTAKa6?si=7LRMLRPKTWi31lnpOnVW4Q

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Youtube

OS ALENTONS - DONA DE SI O NOVO SINGLE DIA 20 MARÇO

Banda natural do Alentejo que cruza o Cante Alentejano com a pop portuguesa contemporânea, trazendo a tradição vocal coletiva para uma linguagem atual e acessível. Com apenas um single editado, o projeto soma já mais de 780 mil streams no Spotify e 680 mil visualizações no YouTube, afirmando-se como uma das novas vozes da música portuguesa que liga identidade, território e presente.
                                                                      
“Dona De Si” resulta, mais uma vez, da parceria entre o compositor Dinis Mateus em conjunto com Tiago Pinto.                    

Misturando a tradição do Cante Alentejano com uma produção pop contemporânea, alinhada com a nova vaga portuguesa de bandas como Os Vizinhos, ATOA e Bandidos de Cante. A música retrata o momento em que um rapaz percebe que a rapariga de quem gosta, ao crescer e descobrir o seu valor, vai deixando para trás a inocência de antes.

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sábado, março 21, 2026

Classic Rock Magazine


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 U2 + Mick Jagger @Hall of Fame

Plano Trifásico anuncia estreia com “A Morte da Gárgula”: um ataque sonoro ao cânone entre o clássico e o punk


Fotografia de João Pádua

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Single chega a 24 de março e álbum é apresentado ao vivo a 31 de março no Porto


O trio portuense Plano Trifásico estreia-se com "A Morte da Gárgula", um primeiro disco que desmonta hierarquias musicais e confronta tradições, cruzando a disciplina do ensino clássico com a energia crua do punk. O single de avanço, com o mesmo nome, é lançado a 24 de março de 2026, antecipando o concerto de apresentação a 31 de março, às 19h, no Hotelier (Rua Anselmo Braamcamp, 324, Porto) — data em que o álbum ficará também disponível nas plataformas de streaming (com exceção do Spotify).


Com o apoio à edição fonográfica de Intérprete 2024 da Fundação GDA e do Programa de Apoio a Projetos 2023 da Direção-Geral das Artes, "A Morte da Gárgula" materializa o encontro entre três percursos distintos que convergem numa linguagem comum feita de tensão, repetição e confronto. O disco oscila entre a tentativa de conciliação tímbrica entre o baixo elétrico, o eufónio e o saxofone, e a exploração assumida das suas fraturas.


Mais do que um álbum de estreia, "A Morte da Gárgula" é uma declaração de intenções: um processo criativo conturbado que procura derrubar as “gárgulas” do cânone e da tradição musical, assumindo a discórdia como motor composicional.


Formado em 2022, o Plano Trifásico nasce de um encontro improvável entre mundos paralelos. Inês Luzio (eufónio e flugabone) e Sofia Teixeira (saxofones), vindas do universo das bandas filarmónicas e da formação clássica, cruzam-se com Zé Figueiredo (baixo e sintetizador), músico autodidata com um percurso enraizado em projetos ligados à música alternativa. A partir de um primeiro encontro numa pastelaria, onde se partilham referências e linguagens diversas, o trio encontra um território comum na música minimalista, explorando padrões sequenciais, manipulação de timbre e afinação, tanto em regime acústico como eletrónico.


O resultado é uma música que tanto evoca uma marcha de procissão como o krautrock, onde o rigor estrutural convive com a energia bruta, e onde as divergências são não só assumidas, mas ampliadas.


Gravado, misturado e masterizado por Quico Serrano, com fotografia de João Pádua e arte gráfica de Maria Mónica.


Sobre os membros


Sofia Teixeira cresceu entre a obsessão pelo saxofone e a descoberta de outras linguagens. Hoje divide-se entre a produção, a escrita e a performance, mantendo no Plano Trifásico um espaço de experimentação contínua.


Inês Luzio, natural de Arganil, desenvolveu o seu percurso no eufónio entre Portugal e Lucerna, integrando diversos coletivos de música contemporânea e cruzando a prática musical com a investigação artística interdisciplinar, a dança e o teatro.


Zé Figueiredo iniciou-se na música como autodidata e é membro fundador de projetos como Peixe:Avião, Smix Smox Smux e Máquina del Amor. Desenvolve também trabalho a solo, explorando a relação entre conceitos geométricos e ritmo em contexto eletrónico.

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https://www.instagram.com/plano.trifasico/


A MONSTRA - Festival de animação continua na Filmin com filmes desta edição até 23 de abril

O Festival MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa chega ao fim da sua edição anual este domingo, mas a celebração do melhor cinema de animação não termina aqui. Uma seleção de filmes que marcaram a programação deste ano estará disponível na plataforma Filmin, prolongando a experiência do festival, entre 23 de março e 23 de abril.

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Ao longo desta extensão digital, o público poderá revisitar alguns dos títulos mais relevantes que passaram pelas várias secções competitivas e sessões especiais da MONSTRA, reconhecida pela diversidade estética e pela forte aposta no cinema de autor. A iniciativa permite assim levar a programação do festival a um público mais vasto, mantendo viva a sua missão de promover novas linguagens e vozes no cinema de animação.

Entre os filmes que estiveram em destaque nesta edição e que poderão integrar esta seleção na Filmin, encontram-se obras das competições internacionais e médias-metragens.

Destaque para a longa-metragem Space Cadet, de Kid Koala. Estreada no Festival de Berlim, é uma ode ao amor através da perspectiva de um robô-guardião e de uma menina que encontram no laço que os une a força para procurarem o seu lugar no universo.

Allegro Non Troppo, de Bruno Bozzetto, Lançado em 1976 em jeito de uma paródia do filme “Fantasia” (1940) da Disney, este filme, realizado por Bruno Bozzeto, é considerado uma das obras mais originais da animação europeia.

As curtas-metragens Safo, de Rosana Urbes inspirada na história e obra da grande poeta da Antiguidade Clássica, Safo. Venceu o prémio Alexeïeff – Parker no Festival de Annecy ou Coro à Solta de Edmunds Jansons sobre um coro famoso vai em tour para Seul. Às mãos da sua maestro exigente, eles são um instrumento musical obediente. Mas deixados sozinhos sem supervisão, são apenas crianças brincalhonas.

O canal dedicado ao festival de animação destaca ainda os filmes que marcaram as edições anteriores e relevantes na história da animação dos últimos anos como Robot Dreams – Amigos Improváveis, de Pablo Berger - Nomeado ao Óscar de Melhor Filme de Animação, o filme é uma obra emocionante que conta a amizade entre um cão e um robô, numa vibrante e nostálgica Nova Iorque dos anos 80 ou Interdito a Cães e Italiano, de Alain Ughetto, coroada como melhor filme de animação nos Prémios do Cinema Europeu. Um retrato da vida rural nos Alpes italianos. 

Há ainda espaço para a animação portuguesa com os clássicos como A Suspeita, de José Miguel Ribeiro ou História Trágica com Final Feliz, de Regina Pessoa e ainda os mais recentes realizadoras como Sopa Fria, de Marta Monteiro e O Homem do Lixo, de Laura Gonçalves. 

Com esta parceria com a MONSTRA, a Filmin garante uma segunda vida aos filmes exibidos, permitindo que o público continue a descobrir, rever e aprofundar algumas das propostas mais estimulantes do festival, agora no conforto de casa. 

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OLHARES SOBRE O ABISMO: MOSTRA ESSENCIAL WERNER HERZOG

 No Cinema Fernando Lopes em Lisboa

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Arranca hoje, no Cinema Fernando Lopes, Olhares Sobre o Abismo: Mostra Essencial Werner Herzog, uma retrospetiva exclusiva dedicada a uma das figuras mais singulares e influentes do cinema contemporâneo. A mostra decorre até 5 de abril e apresenta seis títulos fundamentais do realizador alemão, num percurso que atravessa diferentes momentos de uma filmografia marcada pela radicalidade estética e pela persistente interrogação dos limites do humano.

Ao longo de mais de cinco décadas, Werner Herzog construiu uma obra que resiste a classificações estanques, situando-se num território singular entre a ficção e o documentário. O seu cinema explora geografias extremas e estados-limite da experiência humana, onde a obsessão, o delírio visionário e a relação conflituosa com a natureza emergem como forças estruturantes.

A seleção apresentada no Cinema Fernando Lopes inclui Aguirre, a Cólera de Deus (1972), um dos mais intensos retratos da ambição e da desagregação do poder; Sinais de Vida (1968), primeiro longa-metragem do realizador, onde já se esboçam os temas do isolamento e da ruptura; O Enigma de Kaspar Hauser (1974), uma meditação singular sobre linguagem, identidade e socialização; Nosferatu, o Fantasma da Noite (1979), revisitação melancólica do mito vampírico; Lições da Escuridão (1992), reflexão visual sobre paisagens de devastação; e Além do Azul Selvagem (2005), ensaio cósmico que cruza ciência, ficção e especulação filosófica.

Cada filme terá apenas duas exibições, sublinhando o carácter exclusivo e irrepetível da mostra. Todas as cópias apresentam dupla legendagem em português e inglês (com exceção dos filmes falados em inglês, legendados apenas em português), garantindo a acessibilidade a públicos internacionais.

Destaque ainda para a sessão de Além do Azul Selvagem, a 21 de março, integrada nas Sessões À Pala de Walsh, com comentário e presença de Cláudia Marques Santos, jornalista, professora e programadora do Festival CineEco de Seia.

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Brisa - Single "Deserto"


 (Fotografia - Joana Cherries)

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Ouvir;

Spotify

domingo, março 15, 2026

release Bluestronica: Dark Beats & Electric Soul


https://blues-tronica.com/

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Artist: Various Artists

Title: Bluestronica: Dark Beats & Electric Soul

Release date: March 14, 2026

Format: Digital

Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / Downtempo

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Spotify

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 Black and Tan Records 


sábado, março 14, 2026

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Sony Music / Legacy


 Michael: Songs from the Motion Picture

Michael: Songs from the Motion Picture is available for pre-order now, featuring 13 iconic songs showcased in the upcoming film, Michael. From The Jackson 5 to the Off The Wall & Thriller eras, listen to the songs that changed music forever. Out April 24 on vinyl, CD, and cassette.

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It's Zara's World & We're Living in It!

From "Lush Life" to "Symphony," this album turned Zara Larsson into a global icon. No vinyl collection is complete without these anthems spinning on your turntable! 🌐

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The Nominees are In!

Shop vinyl from our Rock & Roll Hall of Fame nominees!

Each year, the Rock & Roll Hall of Fame nominations shine a light on artists whose work changed the course of music. Their catalogs reflect the innovation, creativity, and influence that continue to shape music today. Browse the vinyl collection featuring this year’s nominees.

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https://www.legacyrecordings.com/

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Sony Music - Store




sexta-feira, março 13, 2026

Filme - CASO 137 | Nos cinemas a 2 abril


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REALIZADOR Dominik Moll


PAÍS França


DURAÇÃO 115’


ELENCO Léa Drucker, Jonathan Turnbull, Mathilde Roehrich


GÉNERO Policial


LÍNGUA Francês


ANO 2025


ESTREIA 2 abril


SINOPSE Stéphanie é uma inspetora encarregue de um delicado caso de violência policial, envolvendo um jovem gravemente ferido durante um protesto dos Coletes Amarelos. À medida que aprofunda a investigação, Stéphanie enfrenta crescentes pressões hierárquicas, sendo forçada a confrontar os limites das suas próprias convicções.




Festival de Cannes 2025, Competição

Prémios César, Melhor Atriz (Léa Drucker)

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Films4you

quarta-feira, março 11, 2026

Associação D'Orfeu - Última semana de descontos para os workshops do Congresso de Bastidores

O Congresso de Bastidores decorre de 26 a 29 de março, em vários locais da cidade Águeda, e integra quatro workshops, dois showcases OuTonalidades e uma conversa sobre a importância da cultura para o nosso bem-estar. O programa e o formulário de inscrição para os workshops estão disponíveis em dorfeu.pt/congresso. Há descontos em vigor até ao dia 13 de março (sexta-feira).


Maria Caetano Vilalobos (poesia e declamação), Miguel Carretas e Beatriz Sequeira (direitos de autor e distribuição digital), Beatriz Batarda (teatro e interpretação) e Vasco Mota (urban sketching) são os nomes que vão orientar os quatro workshops do Congresso de Bastidores 2026. Com a duração de seis horas cada, as sessões de formação decorrem entre o Salão de Chá e Café-concerto do Parque da Alta Vila. O formulário de inscrições já está disponível em dorfeu.pt/congresso e, até ao dia 13 de março, estão em vigor descontos especiais. 


O evento conta também com uma Conversa de Bastidores, de entrada livre, marcada para sábado, 28 de março, das 17h45 às 19h30, no Salão de Chá da Alta Vila, com a presença da cantora Joana Manarte, do estudante de medicina Gonçalo Gomes Pinto, da psicóloga Paula Fong e do programador cultural José Licínio Pimenta. A conversa será moderada por Maria Inês Santos e terá como tema "um espetáculo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia".


Espaço também para a música ao vivo, com o mais recente formato de showcases do OuTonalidades: a Toca. Este espaço será palco para apresentação de dois projetos selecionados da Bolsa de Grupos do circuito português de música ao vivo, num formato de curta duração (cerca de 30 minutos), que será filmado e gravado ao vivo, ambos ao fim do dia. Na quinta-feira, 26, Duarte Fernandes apresenta-se no café-concerto do Hotel Conde d'Águeda; no domingo, 29, é a vez do quarteto Adélia no XPT - Alojamento Local (Boutique Apartments). O produto final será, posteriormente, disponibilizado online. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.


O Congresso de Bastidores é um evento organizado pela d'Orfeu AC / Escola de Palco, em coprodução com o Município de Águeda, tendo o apoio oficial da República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes.

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https://www.dorfeu.pt/


terça-feira, março 10, 2026

Visitas +

Estados Unidos


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Suíça


México

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Outros

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https://payhip.com/b/8WMU7

Estão abertas as inscrições para o Omnilab #7 e já é possível reviver o primeiro concerto do projeto que juntou as quatro primeiras edições

O Omnilab é um projeto onde se promove uma residência intensiva, que reúne jovens músicos que nunca trabalharam juntos e desafia-os a viverem juntos durante uma semana em modo banda.


 


Durante estes dias os momentos de partilha são constantes, desde o estúdio à mesa de refeições, o que possibilita uma experiência imersiva, onde os jovens músicos adquirem novas ferramentas, ideias e motivação, quer dos seus ‘colegas de banda’ quer da mentoria dos profissionais na área que os acompanham no decorrer da semana.


 


As quatro primeiras edições do Omnilab, subiram a palco, no dia 20 de dezembro de 2025 na Black Box, num concerto que assinalou um momento muito especial na história do projeto. Já podemos reviver este encontro com a estreia da gravação completa do Concerto Omnilab, disponível no Youtube.


 


Seguimos com vontade de continuar a criar espaços e memórias juntos, e por isso abrimos novas inscrições para o Omnilab #7 que decorre de 30 de março a 5 de abril no Serra - Espaço cultural! Procuramos jovens entre os 14 e 21 anos que vivam e respirem música e que durante uma semana em modo banda criem uma versão de um tema Omnichord, que lhes será proposto, assim como um original sem qualquer tipo de restrições artísticas ou criativas, onde existe sempre espaço para que cada um se exprima livremente, com mentoria de Filipe Rocha e Guilherme Franco.


 


As inscrições estão abertas de 9 a 22 de marçopara mais uma semana intensa de laboratório musical, que promete novos encontros, desafios e muita partilha em modo banda! Para participar deve preencher o formulário e submeter um vídeo a tocar um instrumento ou a cantar, podendo apresentar um tema original ou um cover. Em caso de dúvida contactar através de omnilab.musica@gmail.com


 


O Omnilab é um projeto que privilegia a experimentação e inovação e que assume um papel de incubadora criativa, com o objetivo de preparar os participantes para o mundo da música em várias áreas: composição, gravação, proteção dos direitos de autor, e para as muitas outras facetas que um músico contemporâneo tem de assumir para sobreviver nesta indústria em crescente evolução. Além da parte técnica e musical, o Omnilab é também um impulsionador de amizade e esperança onde jovens que não se conhecem desenvolvem ao longo de uma semana uma relação de companheirismo e compreensão entre si, que não se esgota no final da semana mas mantém-se, cresce e cultiva a rede da cena cultural Leiriense.


 


Durante a semana os jovens músicos vão passar os dias em trabalho de estúdio, com sessões de criação livre, de composição e gravação, e com o dia de trabalho terminado terão a oportunidade de receber convidados surpresa. Em edições anteriores o Omnilab já recebeu nomes como Noiserv, Fernando Ribeiro, Surma, Cabrita, Selma Uamusse ou The Legendary Tigerman que ofereceram aos jovens que já passaram por este projeto dicas e conhecimentos, que tornaram a experiência ainda mais enriquecedora para todos os participantes.


 


Até agora, 35 jovens passaram por esta experiência e desta jornada já nasceram seis músicas em formato digital, dois videoclipes, realizados com o acompanhamento da Casota Collective, um vídeo documental, um vinil e até um concerto Omnilab que será agora publicado. Os jovens, que são sempre os protagonistas, farão parte de um projeto que a cada ano conta com mais história, mais música e mais importante, mais participantes, amizades e momentos. Tudo possível graças a uma paixão comum: a música.


 


O Omnilab é um projeto produzido pela Omnichord em parceria com o Serra - Espaço Cultural e co-financiado pela Direção Geral das Artes e Município de Leiria.


 


Inscrições

Formulário de inscrições https://forms.gle/Sj9orPgCywx27v5L8


Omnilabs


Omnilab 1 https://www.youtube.com/watch?v=avJVhje7luE

Omnilab 2 https://open.spotify.com/intl-pt/album/11CCbVTG6kMVFeftQ2Zjke?si=kU1MnDa-RpG38XVgV1JCRA&nd=1&dlsi=13e1a1f1a5af4c0a

Omnilab 3 https://www.youtube.com/watch?v=RbOUsV2ANpo e https://www.youtube.com/watch?v=jZCE2LQ57Kw

Omnilab 4 https://www.youtube.com/watch?v=fjC1ENPCINk e

https://open.spotify.com/intl-pt/track/129uL2Q64Zi9xzENIS8ab9?si=ae19cf70b3924c0b

Omnilab 5 https://open.spotify.com/intl-pt/album/0qYgo8jQmeFP3PGnGsswNJ?si=7LXjV7FDRGy-9j6P1E6B-Q

Omnilab 6 https://open.spotify.com/intl-pt/album/5R1awtDL3JQj3iGu865oN4


 


Redes Sociais

https://www.instagram.com/omnilab_music/


https://www.instagram.com/omnichord.pt/


https://www.facebook.com/omnichord.pt/

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Inscrição:

Aqui


Apresentação do vinil UÁDI + showcase de RAIA

UÁDI | Unboxing - Ritual de Escuta
Apresentação do vinil + Concerto de RAIA
11 de março de 2026, 18h30 | Espaço atmosfera m, em Lisboa

Mais do que um concerto, uma ativação do objeto físico. O vinil torna-se ponto de partida para um percurso entre palavra, silêncio e performance sonora.

Após o ciclo de conversas-concerto dedicado às violas de arame portuguesas, RAIA (António Bexiga) regressa ao Espaço Atmosfera M para assinalar a edição em vinil de UÁDI num formato especial entre sessão de escuta e performance ao vivo.

Nesta ocasião, o disco deixa de ser apenas repertório e torna-se objeto central da experiência. A abertura da caixa e a primeira audição coletiva marcam o início de um percurso imersivo onde o silêncio, a palavra e a música constroem uma paisagem sonora em tempo real.
 
UÁDI evoca o leito seco que guarda a memória da água — metáfora de regeneração e transformação. Entre tradição e experimentação, acústico e elétrico, raiz e expansão, o álbum afirma a viola campaniça como instrumento contemporâneo e aberto ao mundo.

Num ambiente intimista, RAIA partilha o processo criativo do disco e interpreta ao vivo alguns dos seus temas, numa performance que oscila entre contenção telúrica e deriva abstrata.

Uma celebração do som, da matéria e da escuta.
 
Sobre o artista
António Bexiga (Tozé Bexiga) tem percorrido a Europa, África, Ásia e Américas em concertos,conversas e oficinas, promovendo a viola campaniça como instrumento contemporâneo e transfronteiriço. Foi um dos compositores da música de Évora 27 – Capital Europeia da Cultura e é curador do projeto Voz Comum – Polifonias de Pertença.
Para além do seu projeto solo RAIA, participa nos coletivos Lusitanian Ghosts, Além Cabul, dUAS Violas, Madraça e No Mazurka Band. Fundador e codiretor artístico da Cia Boa Companhia (teatro inclusivo), dedica-se ainda à exploração sonora de espaços e corpo, privilegiando métodos de improvisação e jogo, cruzando tradição e experimentação em diferentes linguagens artísticas.

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O novo cozy crime nórdico: Os Mistérios do Hotel Finse chega à Filmin

 


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Um hotel isolado. Várias mortes misteriosas. Acompanha esta agente da polícia fora de serviço a descobrir quem é o assassino neste thriller nórdico que presta homenagem a Agatha Christie.

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No próximo dia 16 de março, estreia, em exclusivo, Os Mistérios do Hotel Finse, uma minissérie de quatro episódios criada por Sara Heldt e Erik Skjoldbjærg. Trata-se da adaptação para o ecrã de “1222” (Reservoir Books, 2013), de Anne Holt, descrito pela editora como o thriller norueguês do ano. A história é protagonizada por Ida Engvoll (The Kingdom Exodus), Pål Sverre Hagen (A Lenda de Ragnarok) e Måns Clausen (Rebecka Martinsson).


Durante uma forte tempestade de neve, um comboio que viaja de Estocolmo para Narvik choca contra uma avalanche. Todos os passageiros têm de se refugiar num antigo e isolado hotel nas montanhas próximas. Entre eles encontra-se a perspicaz e taciturna agente da polícia Hanne Wilhelmsen e, quando começam a ocorrer assassinatos misteriosos no hotel, apesar de estar temporariamente suspensa da polícia, Hanne inicia a investigação.


Antes de se tornar escritora, Anne Holt, trabalhou como jornalista e apresentadora de noticiários e, durante dois anos, foi consultora no Departamento de Polícia de Oslo. Isso foi antes de fundar o seu próprio escritório de advogados e de se tornar ministra da Justiça da Noruega. Anos mais tarde, canalizou toda esta experiência para a escrita e deu uma nova volta ao cliché do detetive, criando uma protagonista polícia, mulher e gay, características pouco representadas neste género.


O seu primeiro romance foi Blind Goddess, que deu início à saga protagonizada pela detetive Hanne Wilhelmsen, da qual faz parte 1222, o oitavo volume que inspirou a série. Holt afirmou estar muito satisfeita com a adaptação: apesar de existirem algumas mudanças, o espírito do livro — e, por consequência, da sua vida como jurista e escritora — está presente. Nas palavras do muito conhecido romancista Jo Nesbø, Anne Holt é a madrinha do romance policial norueguês.


Os Mistérios do Hotel Finse insere-se num dos géneros com maior tradição no cinema e na literatura, e que, ainda assim, está atualmente mais em voga do que nunca: o whodunit, cuja grande precursora foi Agatha Christie. A tradução literal seria algo como “quem o fez” ou “quem foi”, e consiste numa série de personagens diferentes encerradas num espaço isolado onde ocorreu um assassínio.


Um whodunit é como uma peça coral. O elenco costuma estar presente no enquadramento e toda a disposição e coreografia baseiam-se muito nisso. Não é algo particularmente original, mas faz parte do género e parte do meu trabalho é tornar esse tipo de "coreografia" interessante, explica o criador e realizador Erik Skjoldbjærg. 


A série mantém estas regras clássicas, com jogos de mistério e suspeita, mas integrando também elementos mais psicológicos e sociais.


Atualmente existe um subgénero de mistério muito popular, os cozy crimes: séries ou filmes que transmitem uma sensação de conforto, que não perturbam nem exigem demasiado do espectador, porque já se conhece o género e sabe-se mais ou menos como a história se irá desenvolver, criando assim um espaço de familiaridade. São aquelas produções ideais para ver numa tarde de inverno em casa, com uma manta e Os Mistérios do Hotel Finse é uma dessas histórias.


A série é exclusiva Filmin e estreia dia 16 de março. 

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https://www.filmin.pt/

segunda-feira, março 09, 2026

New album MARCO OLIVEIRA with JOSÉ PEIXOTO just released "CAMINHO É QUANTO FICA DA VIAGEM"

“The world isn't what they give you


But rather, it's the fear you can overcome.”


in Canção do Medo


new single from Marco Oliveira


new album “Caminho é quanto fica da viagem”


released 06th March 2026


“Five years after "Ruas e Memórias", recorded and produced by José Mário Branco, Marco Oliveira returns with a new album that seeks, in some way, to continue along new paths the level of intensity he achieved with his previous album. José Peixoto, guitarist and composer, turned out to be the right partner for this work. Not to create a “Ruas e Memórias 2,” but rather to keep the bar high and open up new paths with him.


Nuno Pacheco, in jornal Publico 06th March 2026


"Canção do Medo (Song of Fear) was born during these fragile times, in an overly fragmented world. It is a kind of inner voice that guides us through shadows and confronts fear". Marco Oliveira


Caminho é quanto fica da viagem (The Way is What Remains of the Journey) is Marco Oliveira's new album, produced by guitarist José Peixoto. A breath between two guitars, twelve strings, and a chant that invites us to reflect on our identity, that long river that life weaves.


On this album, we hear original songs set to the words of the most important Portuguese poets of the 20th century: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama, and Miguel Torga are the writers featured in this musical collection with poetry focused on the ocean.


After Fundo do Mar, music for a poem by Sophia de Mello Breyner, and Canção de Marinheiro, an evocation of Sebastião da Gama, now comes "Canção do Medo", with composition and lyrics by Marco Oliveira.


The video for Canção do Medo premiered on Marco Oliveira's YouTube channel on Friday, March 6th (link). 


AGENDA


18th March - Visão Fest | with José Peixoto at Casa Capitão, Lisboa


21st March – Canções sobre Cidades (Songs about Cities) with Nuno Artur Silva. CCB, Lisboa | Sophia de Mello Breyner hall


07th May | Album release show "Caminho é quanto fica da viagem". Coliseu Club, Lisboa | tickets available at: Coliseu Lisboa


About MARCO OLIVEIRA


Marco Oliveira was born on January 24, 1988, in Lisbon.


A musician, poet, and composer with roots in fado, he has performed in theaters and festivals worldwide: Spain, France, Switzerland, Ireland, Belgium, Denmark, Czech Republic, Poland, Saudi Arabia, Cape Verde, and the United States are some of the countries that are part of his journey.


He has released five albums:


"Retrato" (2008)


"Amor é água que corre" (2016),


"Ruas e Memórias" (with musical production by José Mário Branco in 2019; album of the year in the newspaper Ípsilon - Público in 2021),


"Uma Noite em Lisboa - ao vivo no São Luiz" (2023).


"Caminho é quanto fica da viagem" (2026)


 


Caminho é quanto fica da viagem is distributed by ESCAPARATE | INDIEMUSIC PT with the support of Antena 1 “Árvore da Música”

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http://www.roots.pt/



Marco Oliveira e José Peixoto - ao vivo 7 de maio - Coliseu Club


O Coliseu Club recebe, no dia 7 de maio, um concerto dos músicos Marco Oliveira e José Peixoto.




“Caminho é quanto fica da viagem” é o novo disco de Marco Oliveira com produção musical do guitarrista José Peixoto. Uma respiração entre duas guitarras, doze cordas e um canto que nos convida a refletir acerca da nossa identidade, esse longo rio que a vida vai tecendo.




Editado no passado dia 6 de março, “Caminho é quanto fica da viagem”, é um álbum onde escutamos canções originais para as palavras dos mais importantes poetas portugueses do séc. XX: Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Sebastião da Gama e Miguel Torga são os escritores que fazem parte desta recolha musical.




“Caminho é quanto fica da viagem” tem produção do guitarrista José Peixoto que conheceu Marco Oliveira quando este o convidou para participar num concerto especial no Teatro São Luíz, em Lisboa, em 2021.




Dia: 7 de maio 2026


Local: Coliseu Club


Hora: 21:30





Discografia de Marco Oilveira:




Caminho é quanto fica da viagem (2026)


Uma noite em Lisboa (2023)


Ruas e Memórias (2021)


Amor é água que corre (2016)


Retrato (2008)

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sábado, março 07, 2026

BMP


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"Muito obrigado a todos os milhões e milhões de visitas de todo o mundo neste blog.
Muito obrigado!"

O ÚLTIMO PADRINHO de Antonio Piazza e Fabio Grassadonia | ESTREIA 19 MARÇO | Risi Film

Itália, França | 2024 | 122' | Classificação M12 | Drama

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Depois de cumprir vários anos de prisão por crimes ligados à Máfia, Catello (Toni Servillo), político de longa data, perdeu tudo. Quando os serviços secretos italianos o “convencem” a colaborar na captura de Matteo (Elio Germano), o último grande chefe mafioso ainda em fuga — que conhece desde a infância —, vê nessa proposta uma oportunidade de regressar.


Astuto e versátil, mestre na arte da dissimulação, Catello inicia uma correspondência com o fugitivo, tão singular quanto improvável, explorando as fragilidades emocionais do homem que vive na clandestinidade. Um jogo arriscado, ainda mais perigoso por envolver um dos criminosos mais procurados do mundo. Servillo encarna assim uma figura ambígua, movida pela possibilidade de redenção, enquanto Germano dá corpo a um chefe mafioso cansado da guerra e prisioneiro da própria sombra.


Apresentado em Competição Oficial no Festival de Veneza.

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https://risifilm.pt/

Filmin assinala o Dia da Mulher com um canal dedicado às cineastas que marcam o cinema


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Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a plataforma de streaming Filmin lança o canal especial Elas, uma programação dedicada às realizadoras, directoras de fotografia ou compositoras que marcaram a história do cinema e às novas vozes femininas que continuam a transformar a linguagem cinematográfica.


O canal reúne uma seleção de filmes realizados por mulheres de diferentes épocas e geografias, destacando autoras fundamentais que desafiaram as convenções da indústria e abriram novos caminhos para o cinema de autor.


Destaque para as vozes femininas do cinema contemporâneo como cinematografia de Céline Sciamma, Kelly Reichardt, Alice Rohrwacher ou Julia Ducournau e as novas autoras que surgiram nos últimos anos como Payal Kapadia (All We Imagine as Light – Tudo o Que Imaginamos Como Luz), Molly Manning Walker (How to Have Sex - A Primeira Vez) ou Joanna Arnow (A Sensação de Que o Tempo para Fazer Algo Já Passou). 


Destaque ainda para documentários que exploram uma visão na perspetiva da mulher como Sete Invernos em Teerão, de Steffi Niederzoll, Memórias de um Corpo que Arde, Antonella Sudasassi Furniss ou A Mãe de Todas as Mentiras de Asmae El Moudir. 


O canal tem um espaço dedicado às realizadoras que abriram o caminho para outras vozes como Agnès Varda ou Chantal Akerman, uma das cineastas mais influentes do cinema europeu, cuja obra redefiniu as possibilidades narrativas e formais do cinema moderno. Filmes como Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles tornaram-se referências incontornáveis pela forma como exploram o tempo, o espaço e a experiência feminina com um olhar radicalmente singular. Ou a filmografia de Kinuyo Tanaka, pioneira do cinema japonês e uma das primeiras mulheres realizadoras no Japão. Conhecida também pela sua carreira como atriz em filmes de mestres como Kenji Mizoguchi, Tanaka construiu uma filmografia própria marcada por retratos sensíveis da vida das mulheres no Japão do pós-guerra.


O canal Elas dá igualmente destaque ao cinema português com obras de realizadoras que têm contribuído para renovar o panorama cinematográfico nacional nas últimas décadas. Entre elas encontram-se os filmes de Marta Pessoa, Leonor Teles, Margarida Cardoso ou Cláudia Varejão, cineastas que exploram diferentes territórios narrativos — da ficção ao documentário — e que têm conquistado reconhecimento em festivais nacionais e internacionais. 


A Filmin propõe assim uma viagem por diferentes gerações de cineastas, sublinhando o papel fundamental das mulheres na evolução do cinema e dando visibilidade a perspectivas autorais que continuam a ampliar a diversidade de histórias e de olhares no ecrã.


O canal já está disponível na Filmin. 

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https://www.filmin.pt/

Cover de Bruxelas, programa histórico da RUC, lança segundo volume: o legado das covers chega a 6 de Março

 


O mundo das “covers” em Portugal celebra um novo capítulo com o lançamento do CD “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2”, marcado para 6 de Março. O disco reúne cinco artistas — John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak — que reinterpretam clássicos do rock, pop e indie, oferecendo novas camadas de significado a temas que atravessam gerações. O single de apresentação é a eletrizante versão de “My Friend Jack”, de Paul Oak, originalmente dos britânicos The Smoke.


Este novo volume surge depois do sucesso do primeiro disco, editado em 2021, que compilou as primeiras “Cover de Bruxelas Sessions”. Desde então, Rui Ferreira, produtor executivo do projeto e mentor do programa Cover de Bruxelas (no ar na RUC), tem continuado a desafiar artistas a criar versões exclusivas para o programa, mostrando que cada cover é mais do que uma simples reinterpretação: é um diálogo com o original, um espaço onde camadas de significado se chocam, se amplificam e se reinventam.


O projeto nasce da paixão de Rui Ferreira e José Braga, que em 1995 lançaram na Rádio Universidade de Coimbra (RUC) o programa Cover de Bruxelas, dedicado à celebração das versões musicais. Inspirado pelos tempos em que Rui apresentava “Os Últimos Dias do Vinil”, o programa nasceu da necessidade de revisitar, reciclar e reutilizar sons, com o lema atual a refletir essa filosofia:


“Cover de Bruxelas, o programa dos três érres da sustentabilidade sonora: revisitar, reciclar e reutilizar. Cover de Bruxelas, um programa amigo do ambiente sonoro.”


O Volume 2 do CD mantém esta visão, incluindo temas como “Primitive”, “Needs of Flesh” e “Nothing to Lose” reinterpretados por John Mercy, versões emblemáticas de From Atomic como “I’m in Love With a German Filmstar” e “Dream Baby Dream”, e releituras surpreendentes de Surma, Corsage e Paul Oak, incluindo a já mencionada “My Friend Jack” e “Sunny Afternoon”. Cada faixa revela como uma cover pode transformar o familiar em inesperado, abrindo novas perspectivas sobre a música que conhecemos.


Com produção executiva de Rui Ferreira, masterização de João Rui e grafismo de Toni Fortuna, “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2” estará disponível em formato físico e digital a partir de 6 de Março, continuando a missão do programa e do produtor de mostrar que a música, mesmo quando reciclada, nunca perde a sua força criativa.


“Cada canção emerge de um conjunto de condições sociais e materiais; o mesmo acontece com cada intérprete. As versões que reunimos no Volume 2 são a prova de que reinterpretar é descobrir novas verdades na música”, afirma Rui Ferreira.

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Quem é Rui Ferreira? 

Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.


É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.


Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.


Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portugal. 

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https://www.instagram.com/lucky_lux_record_store/


Kumpania Algazarra preparam lançamento de 10º disco com single "Ignite"

Os Kumpania Algazarra regressam aos discos com Tudo ao Contrário, o seu décimo álbum de estúdio— uma explosão de euforia sonora que funde os beats da eletrónica com as raízes vibrantes do balkan e do ska, desafiando as leis da gravidade musical. Tudo ao Contrário tem lançamento previsto para dia 1 de Maio.


 


O coletivo de Sintra aprofunda aqui a sua identidade, mergulhando de forma mais profunda nas sonoridades eletrónicas, sem nunca perder a ligação às fanfarras tradicionais. O resultado é um disco composto por temas que convidam à libertação do corpo e da mente, numa celebração coletiva onde a pista de dança se transforma em território de resistência. “Sentimos que este era o momento de virar o disco e tocar o outro lado. ‘Tudo ao Contrário’ é a nossa forma de abraçar o caos e transformá-lo num momento de celebração coletivo”, afirmam os Kumpania Algazarra.


 


Num tempo em que o mundo parece estar de pernas para o ar, os Kumpania respondem com festa, energia e união. Tudo ao Contrário é um convite direto à libertação — uma mescla sonora viciante que transforma inquietação em dança e incerteza em comunhão.


 


“Ignite” é o single de estreia do décimo álbum do coletivo Algazarra e afirma-se como um verdadeiro hino à celebração. É uma música que nos transporta para o imaginário de uma grande festa, onde somos convidados para um momento de partilha e comunhão através da dança. Este novo tema convida-nos a libertarmo-nos da nossa individualidade e a abraçar a força do coletivo, a soltar os corpos e a mente, a dançar sem reservas e a deixar-nos levar pelo ritmo contagiante. É um apelo à união, à energia partilhada e à criação de memórias em conjunto — porque é juntos que a chama se acende e a festa ganha vida. O videoclipe, realizado por João Guimarães e gravado em Sintra, reforça essa atmosfera de liberdade e celebração, mostrando a diversidade, a autenticidade e a boa disposição a que os Kumpania Algazarra nos habituaram.


 


Agenda KA 2026


 


6 Fevereiro | Vagar é a Cena - Évora’27 | Évora


20 Junho | A anunciar (PT)


Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (TR)


5 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (TR)


11 Julho | Festival de Julho | São Jorge, Açores


25 Julho | Noites de Verão | Alhandra


22 Agosto | Festival Folk Plasencia (EX)


5 Setembro | A anunciar (GZ)


30 Outubro | A anunciar (GZ)


 


https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/


https://www.facebook.com/kumpanialgazarra/

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https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/

JOÃO AFONSO edita “MATOPE” | Antecipando novo álbum "Todo Tempo"

( Créditos: Rui Luz)

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JOÃO AFONSO edita “MATOPE”

Segundo single do álbum “Todo Tempo”

Single disponível em todas as plataformas digitais a 06 de março.



Antecipando a edição do seu novo álbum "Todo Tempo", João Afonso lança um segundo single, intitulado "Matope".


"Matope" é um dos temas que capta uma ideia que nunca deixou de estar presente para o autor: a saudade. A letra, ou poema, é um burburinho de imagens, de sonoridades, de odores e cores e reflete sobre o “silêncio dos anos”, em que João Afonso guardava uma amarga ausência de Moçambique, terra da suas origens.


"Matope" revela também uma perfeita harmonia entre o texto do próprio João Afonso e a musicalidade de João Afonso e António Pinto, responsável pelos arranjos do novo álbum.

O tema conta ainda com as participações especiais de Tomás Pimentel, Tomás Marques e Ruben Luz, nos sopros, de António Pinto e Miguel Fevereiro, nas guitarras e a alma rítmica da percussão/ bateria de Quiné Teles.


"Matope" é assim um regresso diferente de João Afonso a Moçambique. Embarquemos também nesta viagem!

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Recordações - "A bigger bang" - The Rolling Stones

 Spotify

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quarta-feira, março 04, 2026

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 BB King / Eric Clapton

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Em Portugal este video e disco foi apresentado nas televisões, rádios e outros meios de comunicação.

Esteve no Top Português. Inclusivé o Top + fez um destaque de como o vídeo foi feito.

Uma grande equipa de profissionais.

A rádio Comercial era das rádios Nacionais que passavam este tema.

Vale a pena recordar.

Festival do Crato anuncia Buba Espinho


 O Festival do Crato está de regresso a esta vila alentejana de 26 a 29 de agosto! Buba Espinho é o primeiro artista confirmado para o cartaz de 2026.




Para o cantor natural de Beja (que participou no concerto especial de Luis Trigacheiro na edição de 2025) participar em nome próprio no Festival do Crato “é um sentimento muito especial. Em primeiro lugar porque sou alentejano e porque o Festival do Crato é sem dúvida um dos maiores e com mais impacto do Alentejo”, diz-nos.



Perguntamos a Buba Espinho se está a pensar em fazer um concerto diferente do habitual nas suas tours. A resposta chegou-nos rapidamente “sim, claro. Posso adiantar que vamos ter dois convidados muito especiais: a Inês Gonçalves, uma artista muito talentosa da nova geração alentejana e os Camponeses de Pias, um dos grupos corais de maior referência para mim”.



Curiosamente, Buba Espinho estreou-se no Festival do Crato o ano passado como convidado de Luis Trigacheiro. Isto porque como nos conta “o período de verão é sempre ocupado com uma série de concertos um pouco por todo o país mas adorei ter estado em palco e ter assistido a outros concertos”.



Nas próximas semanas novos nomes vão ser apresentados pelo Festival do Crato.





Sobre o Festival do Crato

O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais conceituados em Portugal, combinando grandes nomes da música nacional/internacional com uma popular Feira de Artesanato e Gastronomia. Realizado anualmente em agosto, o evento oferece campismo gratuito com passe de 4 dias, atraindo cerca de 100 mil pessoas. A edição deste ano realiza-se de 26 a 29 de Agosto.

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