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quarta-feira, maio 06, 2026
segunda-feira, maio 04, 2026
Inscrições abertas para oficinas de Bordado de Guimarães e de Técnicas com Gesso e Desenho • Loja Oficina, maio
Guimarães
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sábados 09, 16 e 23 maio • 15h00-18h00
Ateliê Aberto: Bordado
Sameiro Fernandes
A Loja Oficina abre as portas para um Ateliê Aberto dedicado ao Bordado de Guimarães. Os participantes terão a oportunidade de aprender técnicas ancestrais e dominar os 21 pontos característicos deste bordado certificado, símbolo identitário da cidade. Sob a orientação de Sameiro Fernandes, este ateliê convida a redescobrir o primor e precisão desta arte única.
Maiores 12 anos
Atividade gratuita, sujeita a inscrição (últimas vagas) em www.aoficina.pt
domingo 10 maio • 11h00-12h30
Oficina de Técnicas com Gesso e Desenho
Riscar o Bordado, no chão
«Se esta casa fosse minha»
Mónica Faria
Este será o primeiro domingo de outros que virão em que as portas desta Loja se abrem para quem quiser entrar e deitar a mão ao saber fazer. Teremos propostas sempre relacionadas com o ato de bordar, seja com riscos, com tecidos, com fios, com tramas e urdiduras e com tintas, tintureiras ou pigmentos. Vamos fazer giz ou zig? Esta oficina termina num ponto, que começa no risco, na linha do desenho, do redesenho, dos motivos e composições, e lá para o meio, fazemos giz ou zig. Nas entrelinhas, apanhamos uns raios de sol para misturar na cal e voltamos a alinhar o ponto (do bordado) do chão, para vermos do ar.
Todas as idades
Atividade gratuita, sujeita a inscrição em www.aoficina.pt
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domingo, maio 03, 2026
Playlist "Sinfonias de Aço" - Radio Barcelos (02/04/2026)
.1Santa Clara Blues – Shine On
2. Do Cabo do Mundo – Por Este Rio Acima
3. Soma Please – I’m a Fan
4. Kumpania Algazarra – To The Top
5. Cais Sodré Funk Connection – Má Rês
6. Jesuíno – Climate Exchanges
7. Turning Point – Poemas da Morte e da Sobrevivência
8. Esboço – Talvez Feliz
9. Saia – Glória
10. Tsunamiz – Apocalypsing
11. Luta Livre – Estufas & Alojamento Local
12. Raquel Ralha & Pedro Renato – All That Money Wants
13. Bastonada – 100 Sem
14. Crow Machine – I’ll Still
15. Kactoslitos – Find The Gold
16. God Villain – Armour
17. Genocide – Vice And Greed
18. Last Piss Before Death – Driving
19. Albatroz – Old School Rock n Roll
20. Plaka – Ode ye Owu
21. Redlizzard – Shining On
22. Boca Doce – Um Contra o Outro
23. PZ – Mil Euros Por Mês
24. Must Be Blue – From Dusk Till Dawn
25. Dominus Mortalis – In The Absense of God
26. Archang3lus – I Was The Sheep
27. João Lucas – Chaos Paradise
28. Culatra – Honi Soit
29. Travo – Turn To The Sun
30. Vasco Moreira Gritali – Pensil Music
31. Unsafe Space Garden – Mais Uma Voltinha
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Aos sábados entre meio-dia e as 15horas. Na rádio Barcelos
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No video: Redlizzard
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sexta-feira, maio 01, 2026
quinta-feira, abril 30, 2026
Blasted Mechanism | encerram 30 anos com álbum ao vivo e especial RTP
14 de maio – estreia do documentário na RTP2
17 de maio – transmissão do concerto na RTP2
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Os Blasted Mechanism chegam ao momento final das celebrações dos seus 30 anos de carreira, um percurso que teve início em 2024 e que agora se aproxima do fim com um conjunto de lançamentos especiais que funcionam como epílogo de uma das bandas mais marcantes da música portuguesa.
O primeiro destaque é o icónico “Battle of Tribes”, com lançamento marcado para 8 de maio, que antecipa a edição de Blasted Mechanism (Live - ॐ Anos) gravado na Sala Tejo da MEO Arena, no concerto comemorativo realizado a 12 de abril de 2025.
O álbum, composto por 25 temas ao vivo, ficará disponível nas plataformas digitais a 17 de julho, sendo também editado em formatos físicos especiais, numa edição de duplo CD e triplo vinil, reforçando o caráter celebratório e colecionável deste registo.
- 2CD Digipack
- 3LP Black
- 3LP Splatter (100 copies, exclusivo editora)
- 3LP Silver (100 copies, exclusivo Fnac – brevemente em pré venda)
Este trabalho, que contou com as participações de Karkov e Winga, surge como documento final desta celebração, captando a energia, identidade visual e dimensão performativa que sempre definiram os Blasted Mechanism.
Em paralelo, a RTP associa-se a este momento com dois conteúdos especiais:
14 de maio – estreia do documentário na RTP2 [ 23h40 ]
17 de maio – transmissão do concerto na RTP2 [ 23h35 ]
Este ciclo marca o fecho de uma celebração iniciada em 2024, mas também aponta ao futuro, numa altura em que a banda se encontra já em estúdio a preparar novos temas.
Nascidos em 1995, os Blasted Mechanism construíram um percurso singular na música portuguesa, afirmando-se pela fusão de rock, eletrónica e influências de diversas tradições musicais, aliadas a um universo visual e performativo distintivo.
Com mais de uma dezena de discos editados, um Globo de Ouro e três nomeações para os MTV Best Portuguese Act, a banda passou pelos principais palcos nacionais e internacionais, incluindo o festival de Glastonbury, consolidando uma identidade artística assente na inovação, energia e espetáculo.
“Battle of Tribes” surge agora como o primeiro sinal deste capítulo final das celebrações - um fecho que não é um ponto final, mas antes uma transição para a próxima fase dos Blasted Mechanism.
O espetáculo de celebração dos 30 anos dos Blasted Mechanism terá uma das suas últimas apresentações no próximo dia 21 de junho, no Rock in Rio Lisboa.
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Azores Burning Summer revela cartaz para 2026 e regressa ao Porto Formoso nos dias 28 e 29 de Agosto
O Festival Azores Burning Summer regressa à Praia dos Moinhos, no Porto Formoso, nos dias 28 e 29 de agosto de 2026, com um cartaz que reúne nomes como Lura, Paulo Flores, Capitão Fausto, Zé Ibarra, Tabanka Djaz e Throes + The Shine.
Com mais de uma década de percurso, o Azores Burning Summer mantém a sua identidade enquanto eco Festival, cruzando música, natureza e sustentabilidade, e promovendo o encontro entre diferentes culturas em pleno território açoriano.
A edição de 2026 volta a destacar a música da lusofonia e das diásporas africanas, reunindo nomes consagrados e projetos contemporâneos.
No dia 28 de agosto atuam Lura, uma das vozes mais emblemáticas da música cabo-verdiana contemporânea, reconhecida pela forma como tem levado a tradição crioula a públicos internacionais; Paulo Flores, figura maior da música angolana e autor incontornável na afirmação do semba e da canção de intervenção; e Tabanka Djaz, formação histórica da música guineense, símbolo da sua identidade cultural e da força das sonoridades da África lusófona.
No dia 29 de agosto, o Festival apresenta Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da música portuguesa atual, com um percurso marcante na renovação do pop e do rock nacional; Zé Ibarra, uma das vozes mais interessantes da nova geração da música brasileira, onde tradição e experimentação se cruzam; e ainda Throes + The Shine, projeto luso-angolano de grande energia cénica, reconhecido pela fusão singular de kuduro, rock e eletrónica.
A diversidade musical continua a ser uma das marcas do festival, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade, num ambiente que privilegia a proximidade entre artistas e público, em ligação direta com a paisagem natural da praia dos Moinhos no Porto Formoso.
Mais do que um evento musical, o Azores Burning Summer mantém o seu compromisso com práticas sustentáveis e com a valorização do território, através das iniciativas ambientais, culturais e comunitárias que integram a experiência do Festival.
“O Azores Burning Summer nasce da ligação profunda à Praia dos Moinhos, ao território e às pessoas que nele se cruzam — comunidade local, turistas e residentes estrangeiros. Entre natureza, música e consciência ecológica, o Festival é um momento e lugar de encontro, pertença e união nos Açores. A qualidade, o conforto, a segurança e a sustentabilidade estão no centro de toda a experiência que pretendemos proporcionar”, afirma Filipe Tavares, diretor do Festival.
O anúncio do cartaz marca o início da comunicação da edição de 2026, estando previstas novas divulgações nas próximas semanas, incluindo programação complementar e iniciativas paralelas.
Já se encontra disponível online a primeira fase de venda de bilhetes, com passes gerais a 30€ e bilhetes diários a 20€, até 30 de junho.
O Azores Burning Summer contribui para a descentralização cultural e dinamização turística na ilha de São Miguel, afirmando os Açores como destino relevante no circuito de festivais alternativos e não massificados.
O evento conta com o apoio institucional da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Governo dos Açores, Governo de Cabo Verde e Junta de Freguesia do Porto Formoso. Tem como patrocinadores principais a marca Terra Nostra, NOS Açores, KIA / Grupo Moniz de Sá, EDA e SATA. O festival tem o apoio à divulgação da PDL26 - Ponta Delgada Capital Portuguesa da Cultura, estando integrado na sua programação complementar.
www.azoresburningsummer.com
facebook.com/azoresburningsummer
instagram.com/azoresburningsummer
youtube.com/@azoresburningsummerfestival
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quarta-feira, abril 29, 2026
terça-feira, abril 28, 2026
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Outros
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Murta ao vivo em Lisboa no Coliseu Club
Murta apresenta-se pela primeira vez ao vivo na capital, em nome próprio, no Coliseu Club do Coliseu dos Recreios no dia 29 de maio.
Uma noite construída à volta da sua música. R&B com escrita pessoal, voz marcante e canções que ficam. Sete anos de carreira, festivais, salas e palcos por todo o país, singles de platina, dois álbuns editados e uma nova fase artística em curso, Murta traz a Lisboa o concerto que ainda não tinha acontecido.
Murta
Nome artístico de Francisco Murta, apresentado publicamente na edição de 2016 do The Voice (onde chegou à final ficando em 2ª lugar).
Editou em 2019 o primeiro álbum “D’ Art Vida (Universal) e em 2024 “LUV IS A LEGACY” (Universal). Deste último saíram os singles de sucesso “TU SABES” com Diana Lima, “T$UNAMI” com Rocky e “INVISÌVEL” com Jura.
Data: 29 de maio 2026
Local: Coliseu Club
Hora: 21:00
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Carminho ao vivo no Coliseu de Lisboa
Carminho regressa uma vez mais ao Coliseu dos Recreios para três noites memoráveis de apresentação do seu novo disco e concerto: "Eu vou morrer de amor ou resistir".
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"Eu vou morrer de amor ou resistir" é o sétimo álbum da carreira de Carminho e reforça a profunda dedicação da artista na permanente descoberta do Fado em todas as suas formas, dando continuidade à afirmação de um discurso próprio que a posiciona como a figura ímpar que é.
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Biblioteca da Nazaré - “Liberdade Escrita: 50 anos da Constituição Portuguesa”
Mensagem:
Esta iniciativa propõe uma revisitação ao processo histórico que conduziu à aprovação da Constituição de 1976, sublinhando o seu papel fundamental na consolidação da democracia em Portugal.
A partir do seu acervo, a Biblioteca da Nazaré contribuiu ativamente para a construção da exposição, colaborando na seleção documental e no enquadramento histórico dos conteúdos apresentados, assumindo um papel próximo de co-curadoria.
Mais do que um documento jurídico, a Constituição é aqui apresentada como expressão viva de um tempo de transformação política, social e cultural, bem como um referencial de cidadania e liberdade."
📍 Local: Centro Cultural da Nazaré
🗓️ Datas: 3 de maio a 5 de julho de 2026
Biblioteca da Nazaré — 87 anos ao serviço da cultura
Plataforma "Internet Archive"
Um excelente espaço para guardar arquivos, fazer download de arquivos de documentos, músicas, livros digitais, fotos com história e muito mais...
Visitar aqui:
Chris Pellnat - Nova música com a cantora japonesa SaKy – VRChat の歌
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Guimarães recebe festival de dança europeu Spring Forward com centenas de artistas e programadores • 6 a 9 maio
Guimarães recebe festival de dança europeu Spring Forward, juntando na cidade berço centenas de artistas, coreógrafos a bailarinos, bem como críticos especializados e programadores de artes performativas oriundos de toda a Europa e também de proveniências intercontinentais.
A 15ª edição do festival apresenta mais de vinte espetáculos, dos quais seis abertos ao público.
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Promovido pela Aerowaves – a mais importante rede europeia de apoio à dança contemporânea emergente, que comemora 30 anos de existência em 2026 e agrega parceiros em 34 países numa rede composta por 46 membros, entre eles o CCVF –, este festival viaja para um país e uma cidade diferentes na Europa a cada edição, realizando-se pela primeira vez em Portugal.
Com o Centro Cultural Vila Flor (CCVF) como coorganizador e anfitrião desta edição, em colaboração com O Espaço do Tempo, o evento integra a programação da Guimarães 2026 – Capital Verde Europeia.
Destaque-se o espetáculo "Mizu", uma coreografia efémera sobre a água e o tempo apresentada em sessão dupla no Parque da Cidade de Guimarães, numa experiência sensorial rara, onde dança e marioneta se encontram numa poética da transformação
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Quarta-feira 6 maio
16h00+18h00 • Jardim CCVF
"Vega", de Emmanuel Jouthe (CA)
Espetáculo gratuito até ao limite da lotação
16h30 • Parque da Cidade de Guimarães (no âmbito da Capital Verde Europeia)
"Mizu", de Company Furinkaï & Théâtre de l’Entrouvert (FR)
Espetáculo gratuito até ao limite da lotação
Quinta-feira 7 maio
20h45 • Grande Auditório Francisca Abreu (CCVF)
"Noice/Noise", de Paula Rosolen / Haptic Hide (DE)
Bilhetes
Sexta-feira 8 maio
17h00 • Centro Internacional das Artes José de Guimarães (exterior)
"Do Birds Dream of Flying?", de Fabla Collective / Inan Sven Du Swami & Mojca Špik (SI)
Espetáculo gratuito até ao limite da lotação
21h15 • Grande Auditório Francisca Abreu (CCVF)
"It's the end of the amusement phase", de Chara Kotsali (GR)
Bilhetes
Sábado 9 maio
13h00 • CCVF
"Proses On Neither Here Nor There", de Mufutau Yusuf (IE)
Espetáculo gratuito até ao limite da lotação
15h30 • Parque da Cidade de Guimarães
"Mizu", de Company Furinkaï & Théâtre de l’Entrouvert (FR)
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segunda-feira, abril 27, 2026
O 10º disco de estúdio dos Kumpania Algazarra assinala a primeira edição em vinil da banda
Os Kumpania Algazarra nascem em 2004 nas ruas de Sintra, inspirados pela energia da folia e da boa disposição. Saltimbancos apaixonados, têm na sua música um aglomerado que vai do ska ao folk, do reggae aos sons dos Balcãs, dos ritmos latinos ao funk, e que faz deles uma das mais poderosas brass bands portuguesas. Com uma já longa carreira a banda leva na bagagem centenas de concertos realizados por todo o mundo, um EP e 9 álbuns.
2024 foi o ano de celebração dos seus 20 anos de carreira. Nesse ano a banda lançou o álbum Histórias e Raízes e percorreu o país de norte a sul, passando também por Espanha e Inglaterra, numa tour com mais de 30 datas que passou pelo Out There Arts (UK), Millo Verde (GZ), Festival de Pardiñas (GZ), Festival Med, Feira de São Mateus, Festas das Azenhas do Mar, entre muitos outros.
Em 2025 o coletivo de Sintra continuou em modo de celebração e marcou presença em vários festivais e eventos, dos quais destacamos o Festival Rock in Rian (Rianxo, GZ), Repica Balboa (Bierzo, GZ), Festival Atlantikaldia (Errenteria, País Basco), Arredas Folk Fest, Barrelas Summer Fest e uma tour de 6 espetáculos no Brasil, que passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Juiz de Fora, Brasília, Uberaba e Goiânia.
Na sua música os Kumpania Algazarra assumem a multiculturalidade como essência, juntando nesta assembleia musical influências de todas as cores, hemisférios e latitudes.
No dia 1 de Maio de 2026 a banda edita o seu novo álbum Tudo ao Contrário, data em que estará disponível em todas as plataformas. Este é o décimo álbum de estúdio e será também o primeiro disco dos Kumpania Algazarra que será editado em formato vinil.
“To the Top” é o segundo singledo novo disco e fala sobre alcançar sonhos, usando o corpo, o movimento e a dança como linguagem principal. “To the Top” é ação, impulso, símbolo dessa vontade de ir mais longe e nunca desistir. Quando dançamos conseguimos largar pesos e bloqueios e entramos num estado mais livre, quase mágico, onde tudo flui. “To the Top” convida-nos a dançar e ligarmo-nos a algo maior que nós próprios, como se fizéssemos parte de um todo, um universo em movimento. O videoclipe foi filmado nas Festas de Fontanelas e na Sociedade Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia por Ricardo Dias, Giovanna Scheffel e M Keys.
Tudo ao Contrário é uma explosão de euforia sonora que funde os beats da eletrónica com as raízes vibrantes do balkan e do ska, desafiando as leis da gravidade musical. Aprofunda a identidade da banda, mergulhando de forma mais profunda nas sonoridades eletrónicas, sem nunca perder a ligação às fanfarras tradicionais. O resultado é um disco composto por temas que convidam à libertação do corpo e da mente, numa celebração coletiva onde a pista de dança se transforma em território de resistência. Num tempo em que o mundo parece estar de pernas para o ar, os Kumpania respondem com festa, energia e união.
Seja em palco ou nas ruas, os Kumpania Algazarra transformam todos os seus espetáculos numa grande celebração, uma festa onde a banda e o público se encontram. Este é o chamamento dos Kumpania Algazarra, cabe-nos agora a nós seguir a banda e o impulso irresistível da sua música!
Agenda KA 2026
12 Junho | A anunciar
20 Junho | A anunciar
4 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (Turquia)
5 Julho | Istambul Jazz Festival | Istambul (Turquia)
11 Julho | Festival Julho | São Jorge (Açores)
25 Julho | Noites de Verão | Alhandra
22 Agosto | Festival Folk Plasencia | Plasencia (Extremadura)
5 Setembro | Festival de Poesia do Condado | Salvaterra do Minho (Galiza)
30 Outubro | A anunciar (Galiza)
(agenda em atualização)
https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/
https://www.facebook.com/kumpanialgazarra/
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Meg Stuart apresenta "Sulphur Edges" na Culturgest: um encontro entre dança e cinema
No dia 13 de maio pelas 19:00, apresenta-se na Culturgest, em Lisboa, Sulphur Edges, da coreógrafa Meg Stuart.
Um filme que resulta de um encontro coreográfico moldado pela paisagem dos Açores. Criado durante a residência PACAP 8 / Mystery School do ForumDança, o trabalho emerge das zonas termais de São Miguel, piscinas à beira-mar, vestígios de uma mina e de um hotel abandonado
A entrada é gratuita e acontece no Pequeno Auditório da Culturgest (com levantamento de bilhete 15 minutos antes da sessão e sujeito à lotação da sala)
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A Culturgest apresenta o filme Sulphur Edges, um projeto cinematográfico e coreográfico que cruza performance, paisagem e experimentação artística.
Sulphur Edges é um filme de 60 minutos que resulta de uma residência artística nos Açores, no âmbito do programa PACAP 8 / Mystery School do Forum Dança. Desenvolvido a partir de locais como zonas termais, piscinas naturais à beira-mar, vestígios industriais e espaços abandonados na ilha de São Miguel, o trabalho explora a relação entre corpo, ambiente e perceção sensorial.
Realizado por Meg Stuart, os intérpretes respondem às condições físicas e atmosféricas de cada lugar, num processo onde o movimento emerge da interação com temperatura, textura e forças invisíveis. A câmara assume um papel ativo enquanto “parceira coreográfica”, criando tensões entre corpo, espaço e imagem.
O movimento emerge da relação — com a temperatura, a textura, forças invisíveis e entre si. Os corpos oscilam em limites entre a imobilidade e o tremor, a contenção e a libertação, o espaço público e a reflexão privada. As fronteiras da arquitetura, da voz e da presença mantêm-se permeáveis.
A fantasia cintila nos interstícios, onde uma piscina se transforma em portal, uma ruína se torna partitura e a atenção se converte na própria obra. A câmara move-se como um parceiro coreográfico, traçando tensões entre corpo, lugares e atmosfera. O que permanece é um registo de relações — provisórias, porosas, vivas.
Antes da projeção do filme, haverá uma conversa com a artista, moderada por Liliana Coutinho, centrada no projeto Mystery School e nos modos de presença, transmissão e prática artística que atravessam esta obra.
Reconhecida internacionalmente, Meg Stuart tem desenvolvido um percurso marcado pela experimentação e pela interseção entre dança, teatro e artes visuais, sendo distinguida com vários prémios, incluindo o Leão de Ouro da Bienal de Veneza.
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Direção
Meg Stuart
Em colaboração com
Ana Szopa, António Bollaño, Arash Khakpour, Emily da Silva, Guillermo Tarasewicz, Isabela Rossi, iSSiE – iSaAc, Julia Kosałka, Kaya Vieira Freeman, María Ibarretxe, Martha Kotsia, Michiru Shin, Natacha Campos, Raul Aranha, Salomé Pham-Van-Hué, Sepideh Khodarahmi, Śomi Śniegocka, Therese Bendjus, Tiago Vieira
Cinematografia
Aline Belfort
Montagem
Aline Belfort, Meg Stuart
Música
Gasper Piano (composição: Silent Side of Noise, interpretada por Bram Bossier, Ben Faes, e Hannah Madeleine Kölbel)
Assistente de direção
Ana Rocha
Consultora artística
Nadia Lauro
Produção
Carolina Martins / Forum Dança
Parcerias
Great Artists on Campus / Multiplex, Universidade Lusófona
Sulphur Edges foi criado durante uma residência na ilha de São Miguel (Açores), no contexto do PACAP 8 / Mystery School of Choreography, Forum Dança. Coproduzido pela Bienal Walk&Talk e pelo Forum Dança, com o apoio da Damaged Goods e de uma bolsa Guggenheim de 2023.
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Culturgest, Lisboa
Rua Arco do Cego, 50
1000-300
(+351) 21 790 54 54
Culturgest, Porto
Avenida dos Aliados, 104
4000-065
(+351) 22 209 81 16
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Duplo Single - "Pensil music" - Vasco Moreira Gritali
1- Pensil music
2- Mono Stereo
@Zagati
2026
Gravado, misturado e masterizado por Vasco Moreira
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sexta-feira, abril 24, 2026
Filme: SONHOS | Nos cinemas a 30 abril
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REALIZADOR Michel Franco
PAÍS México, Estados Unidos da América
DURAÇÃO 95’
ARGUMENTO Michel Franco
ELENCO Jessica Chastain, Isaác Hernández, Rupert Friend, Marshall Bell, Eligio Meléndez, Mercedes Hernández
GÉNERO Drama
LÍNGUA Inglês, Espanhol
ESTREIA 30 abril
SINOPSE Fernando, um jovem bailarino mexicano, sonha com fama internacional e uma vida nos Estados Unidos. Confiante no apoio de Jennifer, uma socialite e filantropa com quem se envolve, ele deixa tudo para trás e, por pouco, escapa da morte ao atravessar a fronteira. A sua chegada, no entanto, perturba o mundo cuidadosamente construído por Jennifer, que fará de tudo para proteger o futuro dos dois – e a vida que construiu para si mesma.
Festival de Cinema de Berlim, Em Competição
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quinta-feira, abril 23, 2026
Single Ticket Sale starts on 26. April 2026 at 19:00 h WET // Few Hotel Packs remaining - 9th ALGARVE SMOOTH JAZZ FESTIVAL 2026
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SHOW SCHEDULE - Europe's Soul, Funk & Jazz Party at the Atlantic Ocean
Basic program: (Subject to change.)
Tuesday, 12. May
20:45 h | CONCERTS @Salão Pinhal (indoor)
STEVE OLIVER
ERIC MARIENTHAL
23:45 h | AFTERSHOW PARTY @Rohini
Wednesday, 13. May
15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL @Mirador
feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
feat. Live artists interviews
20:45 h | CONCERTS @Salão Pinhal (indoor)
ERIN STEVENSON
PAUL TAYLOR
23:45 h | AFTERSHOW PARTY @Rohini
incl. MIDNIGHT JAM
Thursday, 14. May
15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL @Mirador
feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
feat. Live artists interviews
20:45 h | CONCERTS @Salão Pinhal (indoor)
ALEX BUGNON
KIM WATERS
23:45 h | AFTERSHOW PARTY @Rohini
incl. MIDNIGHT JAM
Friday, 15. May
15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL @Mirador
feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
feat. Live artists interviews
20:45 h | CONCERTS @Salão Pinhal (indoor)
FRIDAY NIGHT FEVER - An Allstar Soul, Funk & Jazz Party hosted by OLI SILK
23:45 h | AFTERSHOW PARTY @Rohini
Saturday, 16. May
11:00 h | CONCERTS @Tabu Garden Lounge (open-air)
JESSY J
FOUR80EAST
15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL @Mirador
feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
feat. Live artists interviews
20:45 h | CONCERTS @Salão Pinhal (indoor)
STEVE COLE
CITRUS SUN
23:45 h | AFTERSHOW PARTY @Rohini
Sunday, 17. May
11:00 h | CONCERTS @Tabu Garden Lounge (open-air)
DAVID BENOIT
ILYA SEROV
15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL @Mirador
feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
feat. Live artists interviews
20:45 h | CONCERTS @Salão Pinhal (indoor)
BLAKE AARON
JEFF KASHIWA
23:45 h | FAREWELL AFTERSHOW PARTY @Rohini
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https://smoothjazzshop.eu/algarve/en
quarta-feira, abril 22, 2026
Recordações: CD "Em Estado de Rock" - Gritali & Os Tratantes
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@Zagati
2007
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Video / Slide fotos e imprensa - "Nem mais uma vez":
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Apresentação do single "Não consigo compreender" em 2006 na RTP / Canal de televisão pública:
Filme - TRÊS VEZES ADEUS de Isabel Coixet | Estreia 21 maio | Baseado no livro Tre Ciotole de Michela Murgia | Risi Film
ESTREIA 21 MAIO
TRÊS VEZES ADEUS
um filme de Isabel Coixet
Após o que parecia ser uma discussão banal, Marta e Antonio separam-se. Marta reage à separação fechando-se em si mesma. O único sintoma que não consegue ignorar é a sua súbita falta de apetite. Antonio, um chef em ascensão, mergulha-se no trabalho. Mas, apesar de ter sido ele quem terminou a relação com Marta, parece não conseguir esquecê-la.
Quando Marta descobre que a sua perda de apetite tem mais a ver com a sua própria saúde do que com a dor da separação, tudo muda: o sabor da comida, a música, o desejo, a certeza das escolhas que foram feitas.
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CRÍTICA INTERNACIONAL
O melhor cinema de Coixet transforma o mundo. Lindo.
El Mundo
Uma celebração da vida.
Corriere De La Sera
Alba Rohrwacher deslumbra.
Variety
Uma carta de amor à vida.
Alliance of Women Film Journalists
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terça-feira, abril 21, 2026
Visitas +
Estados Unidos
Vietname
Brasil
Singapura
Reino Unido
Alemanha
Índia
Canadá
Bangladeche
Iraque
Venezuela
Paquistão
Portugal
França
Colômbia
Países Baixos
Roménia
Ucrânia
Itália
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Outros
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Raphael Fonseca assume programação de artes visuais da Culturgest
Raphael Fonseca é o novo programador de artes visuais da Culturgest, a partir de maio, na sequência de um concurso lançado para o cargo, sucedendo a Bruno Marchand, que assumiu, em março, a função de diretor-adjunto do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT).
Raphael Fonseca transita do Denver Art Museum, nos Estados Unidos, onde integra a equipa desde 2021 e desempenhava o cargo de curador e chefe do Departamento de Arte Latino-Americana Moderna e Contemporânea.
Curador e investigador cuja prática se desenvolve na interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação, tem doutoramento em Crítica e História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestrado em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e licenciatura em História da Arte pela UERJ. Entre 2016 e 2019, trabalhou como curador do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Brasil.
Atualmente, é também curador do Pavilhão de Taiwan na Bienal de Veneza de 2026, cocurador da 3.ª Counterpublic Triennial, a decorrer em St. Louis (EUA), em 2026, e um dos responsáveis pelo festival Sequences, a ocorrer em 2027 em Reiquiavique, Islândia. Assina a assessoria curatorial da exposição May I Help You? Posso Ajudar?, inaugurada recentemente no Museu de Arte Contemporânea/Centro Cultural de Belém (MAC/CCB), em colaboração com Nuria Enguita e Marta Mestre.
Pelo terceiro ano consecutivo (2023, 2024 e 2025), foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo, no campo das artes visuais, pela revista ArtReview.
No âmbito dos seus projetos recentes, foi curador-chefe de Estalo, a 14.ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, Brasil, 2025); Lúcido Devaneio (Galeria Municipal do Porto, 2025); Fullgás: artes visuais e anos 1980 no Brasil (Centro Cultural Brasil, 2024-2025); Sandra Vásquez de La Horra: The Awake Volcanoes (Denver Art Museum, Museo Nacional de Bellas Artes de Chile, MALBA e Institute Contemporary Arts Los Angeles, 2024-2026); A memória é uma ilha de edição, 22.ª Bienal SESC_Videobrasil (São Paulo, SESC 24 de Maio, 2023-2024), entre outras. Colaborou com instituições como o Centro Internacional de Artes José de Guimarães, a Fundação Bienal de Cerveira, o Hangar, a Haus der Kunst (Munique), o Museu de Arte do Rio (Brasil), o Institute of Contemporary Arts Singapore e o Framer Framed (Amesterdão).
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Vasco Moreira (Gritali) na plataforma PUSH
O Guitarrista e produtor Vasco Moreira Gritali está agora também na plataforma de venda digital PUSH.FM
Já estão disponíveis para venda digital vários albuns.
"Live in the rehearsal room" é um deles:
Ou mesmo a compilação "Ballads":
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Guitarrista Mike Stern ao vivo no Porto e em Lisboa
O lendário guitarrista norte-americano atua a 6 de outubro na Casa da Música, no Porto, e a 8 de outubro no CCB, em Lisboa, acompanhado por um elenco de luxo que reúne alguns dos mais virtuosos músicos da cena internacional.
O aclamado guitarrista Mike Stern regressa a Portugal com a Mike Stern Band, para dois concertos imperdíveis que prometem intensidade, virtuosismo e uma energia contagiante. No dia 6 de outubro sobe ao palco da Casa da Música, no Porto, seguindo-se, a 8 de outubro, a atuação no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.
Considerado um dos grandes guitarristas de jazz da sua geração, Mike Stern destaca-se por uma linguagem única que cruza a elegância e o lirismo de Jim Hall, o swing inconfundível de Wes Montgomery e a intensidade elétrica de Jimi Hendrix. Crescido na região de Washington, D.C., Stern desenvolveu uma identidade musical profundamente enraizada nestas influências, às quais se juntam referências do blues como Albert King e B.B. King.
Ao longo de uma carreira notável, editou 18 álbuns enquanto líder e afirmou-se também como um dos mais requisitados sidemen do universo do jazz e da música contemporânea. Colaborou com nomes incontornáveis como Miles Davis, Billy Cobham, Brecker Brothers, Jaco Pastorius, Steps Ahead, David Sanborn, Blood, Sweat & Tears e Joe Henderson, consolidando um percurso artístico de excelência e reconhecimento internacional.
Para estes concertos em Portugal, Mike Stern apresenta-se com um verdadeiro supergrupo: a guitarrista Leni Stern, distinguida como uma das “50 Guitarristas Mais Sensacionais de Todos os Tempos” pela revista Guitar Player; o saxofonista Bob Franceschini; o baixista Chris Minh Doky, uma referência mundial no seu instrumento; e o lendário baterista Dennis Chambers.
Este elenco de luxo dá forma a um espetáculo vibrante e eletrizante, onde a mestria individual se alia a uma poderosa dinâmica coletiva. O repertório atravessa alguns dos momentos mais marcantes da carreira de Stern, num concerto que se antevê intenso, envolvente e repleto de grandes temas.
A 6 e 8 de outubro, no Porto e em Lisboa, respetivamente, o público português terá a oportunidade de assistir a um encontro raro entre alguns dos mais extraordinários músicos da atualidade, num espetáculo que celebra o jazz na sua forma mais livre, energética e contemporânea.
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segunda-feira, abril 20, 2026
Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival
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14ª Edição Amadora Jazz
07 a 10 de Maio 2026
Amadora
Amadora Jazz 2026: Fred Hersch, Mary Halvorson, Louis Sclavis & Benjamin Moussay, Marcelo dos Reis & Salvoandre Lucifora na 14ª Edição do Festival
De 7 a 10 de maio, o festival volta a ocupar vários espaços da cidade da Amadora com uma programação que cruza criação, mediação e grandes nomes do jazz internacional
A 14.ª edição do Amadora Jazz realiza-se de 7 a 10 de maio de 2026, consolidando um percurso que tem vindo a afirmar o festival como um dos mais consistentes espaços de apresentação, criação e mediação do jazz em Portugal. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.
Esse caminho torna-se particularmente evidente na continuidade do formato de residência artística, agora integrado de forma mais orgânica no ADN do festival. Após a estreia em 2025 com o encontro entre Luís Vicente e Hamid Drake, cujo resultado discográfico, Amadora Tapes, será lançado nos dias que antecedem esta edição, o festival volta a investir neste eixo com a residência do projeto FLORA, liderado por Marcelo dos Reis. Entre 7 e 9 de maio, o trio (com Miguel Falcão e Luís Filipe Silva) instala-se no Auditório de Alfornelos para um processo criativo que culminará em concerto e gravação, contando ainda com a participação do trombonista italiano Salvoandrea Lucifora.
A par da criação, o Amadora Jazz traz a si, este ano, a aposta na formação de públicos. A dimensão educativa surge como um dos pilares do programa, com destaque para a apresentação, em anteestreia, de Às voltas num loop, uma nova criação do Serviço Educativo e de Mediação do Jazz ao Centro Clube, que resulta de uma encomenda ao quarteto constituído por Gonçalo Guiné, Filipe Furtado, Filipe Fidalgo e Paulo Silva. Pensado para estudantes do ensino secundário, o espetáculo cruza rap e jazz num formato que aproxima linguagens e gerações, sendo apresentado na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, no dia 7 de maio.
A edição de 2026 marca também a entrada da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos no circuito do festival. É neste espaço que Miguel Calhaz apresenta ContraCantos, Vol. 2, um trabalho onde revisita, em formato intimista de voz e contrabaixo, canções de figuras maiores da música portuguesa.
Nos Recreios da Amadora, espaço fundador do festival, a programação assume, este ano, um perfil exclusivamente internacional, reunindo nomes maiores do jazz contemporâneo de ambos os lados do Atlântico. O pianista norte-americano Fred Hersch, figura maior do jazz atual e presença recorrente nas nomeações para os Grammy, apresenta-se em formato solo, numa abordagem profundamente pessoal ao instrumento. Segue-se o quarteto de Mary Halvorson, uma das mais inventivas guitarristas e compositoras da sua geração, cujo percurso tem vindo a redefinir fronteiras dentro do jazz contemporâneo.
O programa internacional completa-se com o encontro entre Louis Sclavis e Benjamin Moussay, dupla que, após décadas de colaboração, formalizou recentemente a sua cumplicidade em Unfolding (2024), disco editado pela ECM e amplamente reconhecido pela crítica.
O festival integra ainda um momento de celebração e reflexão em torno do centenário de Miles Davis, com uma sessão que cruza abordagem crítica e expressão visual, através de uma palestra multimédia de João Moreira dos Santos e uma exposição do artista XicoFran. A acontecer no Salão Nobre dos Recreios da Amadora.
O encerramento mantém-se fiel a uma das imagens de marca do Amadora Jazz, com a atuação da GeraJazz no Cineteatro D. João V, sublinhando o compromisso do festival com o desenvolvimento de jovens músicos e com a dimensão social da música.
Como sublinha a Câmara Municipal da Amadora, o festival “tem vindo a consolidar-se como uma referência no panorama cultural, reunindo algumas das mais relevantes figuras do jazz nacional e internacional, ao mesmo tempo que aposta numa programação diversificada, pensada para diferentes públicos e com especial atenção à formação de novos públicos”.
Para José Miguel Pereira da Associação Jazz ao Centro Clube "a presente edição do Amadora Jazz prefigura uma maior e mais profunda inscrição no território, colocando a iniciativa em contacto direto com diversas comunidades em vários espaços culturais municipais e assumindo, também, a Escola enquanto pólo cultural."
O Amadora Jazz é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, em parceria com o Jazz ao Centro Clube.
Bilhetes já estão à venda na Ticketline, postos habituais e nos locais dos concertos, duas horas antes do início de cada espetáculo.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Quinta-feira, 7 de maio, 15h
Escola Secundária Seomara da Costa Primo
M/6 | Atividade dirigida à comunidade educativa
Às voltas no loop!
Gonçalo Guiné voz, rimas e beats
Filipe Fidalgo saxofone alto e eletrónica
Filipe Furtado teclado
Paulo Silva bateria
Quinta-feira, 7 de maio, 17h
Recreios da Amadora / Salão Nobre
Entrada gratuita sujeita à lotação da sala.
100.º aniversário de Miles Davis
O génio do jazz revisitado no Amadora Jazz
João Moreira dos Santos e Xico Fran
Quinta-feira, 7 de maio, 21h
Recreios da Amadora
M/6 | 12,50 €
FRED HERSCH
Fred Hersch piano
Sexta, dia 8 de maio, 18h
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos
M/6 | Entrada gratuita, limitada à lotação da sala
MIGUEL CALHAZ “ContraCantos”
Miguel Calhaz contrabaixo
Sexta, dia 8 de Maio, 21h00
Recreios da Amadora
M/6 | 10,00 €
MARY HALVORSON “Canis Major”
Mary Halvorson guitarra e composição
Dave Adewumi trompete
Henry Fraser contrabaixo
Tomas Fujiwara bateria
Sábado, 9 de maio, às 21h00
Recreios da Amadora
M/6 | 10,00 €
LOUIS SCLAVIS & BENJAMIN MOUSSAY
Louis Sclavis clarinete, clarinete baixo
Benjamin Moussay piano
Sábado, 9 de maio, às 23h00
Auditório de Alfornelos
M/6 | 5,00 €
MARCELO DOS REIS “FLORA” com Salvoandrea Lucifora
Marcelo dos Reis guitarra e composição
Miguel Falcão contrabaixo
Luís Filipe Silva bateria
Salvoandrea Lucifora trombone
Domingo, 10 de maio, 16h00
Cineteatro D. João V
M/6 | Entrada gratuita mediante levantamento de ingresso duas horas antes do início do concerto, sujeita à lotação da sala.
GERAJAZZ
Eduardo Lála maestro
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Casa da Memória de Guimarães celebra 10.º aniversário com programa especial no dia 25 de abril
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10º Aniversário da Casa da Memória de Guimarães
Educação e Mediação Cultural
sábado 25 abril • 10h00 às 21h00
Dez anos é um marco que merece ser efusivamente celebrado; uma década de trabalho em volta das memórias, das comunidades e dos saberes de Guimarães. Contámos com pessoas extraordinárias, mediadoras, curadoras, artesãs, chefs, músicas, bailarinas, actrizes, poetas, oleiras, bordadeiras, contadoras de histórias, marionetistas, professoras, formadoras, antropólogas, estudantes, assistentes sociais, encenadoras, e muitas mais que ajudaram a construir esta Casa que, além de um Museu, se quer, paulatinamente, constituir como a Casa dos vimaranenses e de todos os que aqui quiserem entrar.
Neste 10º aniversário, celebraremos quem por cá passou, num dia repleto de propostas artísticas para todas as idades. Contaremos com oficinas de olaria, bordado, construção de cravos, serigrafia e escrita de cartazes, um concerto para crianças e famílias de um fabuloso contador de histórias, um espetáculo delicado, sem palavras, de marionetas de barro, um espaço de leituras abertas ao público (preparem os poemas e textos que tenham na gaveta!), um baile para quem sabe e para quem não sabe dançar e terminaremos o dia em festa com um concerto único: a Ana Lua Caiano e o Grupo Folclórico da Corredoura juntaram-se para nos brindarem com um momento exclusivo e irrepetível!
As portas da nossa/vossa Casa estão abertas, sintam-se convidados a entrar.
10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Nave da Comunidade e Nave do Território
Visitas orientadas
10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Repositório
Coleciona, recorta, imprime!
Oficina de Serigrafia
10h00-13h00 + 14h00-17h45 – Repositório
Cartazes de abril
Escrita e desenho de cartazes
10h00-13h00 + 14h00-17h00 – Pátio
Bordar a Casa
Oficina de Bordado de Guimarães
10h00 + 11h45 + 14h00 + 15h45 – Pátio
Histórias de Cântaros e Cantarinhas
Oficina de Olaria
10h00-13h00 + 14h00-17h00 – Pátio
Venham mais cinco
Oficina de construção de cravos
9h30-18h00 – Pátio e Exterior da CdMG
Jogos do Hélder
10h00-20h00 - Cozinha
Pão, Cravos e Liberdade
Comes e Bebes
10h00-21h00 – Sala de Cinema
Filme - Artistas convidados - 10 anos da CDMG
Testemunhos
10h00-17h45 – Nave da Comunidade
Brevemente - Ler como quem resiste
10h30 + 11h15 + 12h00 + 14h30 + 15h45 + 16h30
Ai de mim, ai do eu…
Espetáculo de marionetas
11h00 + 15h45 + 17h00 – Sala Pátria
Histórias sem corantes
Histórias encenadas
15h00 – Pátio
Abertura do Bolo de Aniversário da Casa da Memória de Guimarães
Cor de Tangerina
17h00-18h00 – Pátio
Bailar em Casa
18h15 – Praça Heróis da Fundação
Ana Lua Caiano com o Grupo Folclórico da Corredoura
Todas as atividades são de entrada e participação gratuita até ao limite da lotação disponível.
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Casa da Memória de Guimarães (CDMG)
Avenida Conde de Margaride, 536
4835-073 Guimarães
Tel 253 424 716
geral@casadamemoria.pt
www.casadamemoria.pt
Horário
terça a domingo
09h30-13h30
14h30-18h30
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domingo, abril 19, 2026
Bluestronica - Electric Delta Beats
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Artist: Various Artists
Title: Bluestronica: Electric Delta Beats
Release date: April 18, 2026
Format: Digital
Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / Downtempo
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sábado, abril 18, 2026
Sony Music / Legacy - Earth, Wind & Fire
Earth, Wind & Fire
Greatest Hits
Earth, Wind & Fire redefined pop in the 1970s by fusing jazz, R&B, funk, and spiritual influences into a sound that transcended genres and generations. Rock & Roll Hall of Fame inductees with over 90 million records sold, they delivered timeless classics like “September,” “Shining Star,” and “Let’s Groove.” Greatest Hits gathers these iconic songs on vinyl—available June 19, pre-order now.
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sexta-feira, abril 17, 2026
Merai - Single "Diz-me"
Capa do single
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Fotografia: João Marques
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Merai lança “Diz-me”, o primeiro single de avanço do álbum Linhas Imaginárias. Pensado como um tema de Verão, “Diz-me” afirma-se como uma canção leve e sensorial, feita para a dança, para o movimento e para a celebração.
Num primeiro contacto, o tema apresenta-se imediato e acessível, mas revela também uma camada mais profunda: uma reflexão sobre a tensão entre aquilo que somos e a forma como somos vistos pelos outros. A canção propõe um gesto de libertação face às expectativas externas, afirmando a possibilidade de sermos contraditórios, mutáveis e livres.
“Diz-me” antecipa o universo de Linhas Imaginárias, um álbum musical e poético que explora a travessia entre o eu e o todo — entre a ilusão da separação e uma ideia de unidade. O projeto cruza influências da pop, do folk e da música clássica, nascendo de uma inquietação espiritual, filosófica e existencial, e materializando-se numa linguagem que equilibra intuição e conceito.
Nascida em Lisboa em 2000, Mariana Frangioia Portela — conhecida artisticamente como Merai — é uma criadora multidisciplinar de ascendência luso-angolana. A sua prática artística estende-se entre a música, a escrita, a performance e a imagem, construindo um universo autoral coeso onde todas as dimensões se interligam. Enquanto cantautora e produtora, tem vindo a afirmar uma linguagem própria em temas como “Ser (Mito de Orfeu)” e “O Meu Corpo Não”, explorando tanto o simbólico e o abstrato como a dimensão política e de intervenção.
Em Linhas Imaginárias, Merai reforça também o seu papel enquanto produtora musical, assumindo os arranjos e a produção do álbum e do single “Diz-me”, aprofundando o carácter autoral do seu trabalho.
Em 2025, editou o livro Contos e Mitos de Plorema, expandindo a dimensão literária do seu universo artístico. Paralelamente, tem desenvolvido projetos em diferentes contextos, incluindo a composição para dança contemporânea e a participação em festivais e debates ligados a temas como feminismo, arte e democracia.
“Diz-me” conta também com videoclipe e já se encontra disponível nas principais plataformas digitais.
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Sarah Negra apresenta Amor E Magia - Entre a poesia, o ritual e a urgência da liberdade emocional
Sarah Negra apresenta o seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, afirmando uma identidade artística singular no panorama contemporâneo português. Mulher, poeta e artista multidisciplinar, constrói uma obra onde música, palavra e corpo coexistem como formas de expressão política, emocional e espiritual.
O disco é apresentado com o primeiro single “Feitiço”, um tema que cruza desejo, ritmo e expansão com uma sonoridade de pop cósmico. “Feitiço” estabelece o tom de um trabalho que se move entre o poder da intimidade e do coletivo com naturalidade, liberdade e poder.
Amor E Magia desenvolve um universo onde o amor surge como força urgente e transformadora. Canções como “Legalizem o Amor” colocam o afeto no centro do discurso político, enquanto temas como “Gira” exploram a libertação do corpo e “Bruxa” convoca uma dimensão ancestral do feminino como espaço de poder e resistência. Em paralelo, o álbum não evita o confronto com a realidade global, refletindo sobre a violência, a apatia e o colapso emocional contemporâneo.
A escrita de Sarah Negra destaca-se pela sua dimensão poética e performativa, cruzando diferentes línguas e registando uma tensão constante entre contemplação e ação, violência e fragilidade, beleza e destruição. Um dos elementos distintivos do disco é a inclusão de rituais e receitas de banhos de ervas associados a várias faixas, criando uma extensão da experiência artística para o plano físico e simbólico, individual e coletivo.
Com participações de Royal Bermuda e Miguel Dias, Amor E Magia afirma-se como uma obra que atravessa géneros e linguagens, recusando firmemente qualquer classificação rígidas.
Sarah Negra mantém a sua formação base na estrada e no estúdio ao lado de Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e baixo), músicos, co-compositores e produtores musicais do projeto. Ao vivo, a magia constrói-se entre o rock e o pop de matriz e ascendência cósmica, o pop onírico, lírico e o spoken word, resultando numa experiência imersiva, singular, onde cada canção assume a forma de um manifesto que emana e invoca a liberdade e a expansão coletiva e individual do público.
O concerto de apresentação do álbum realiza-se a 18 de junho, na Casa Capitão, em Lisboa, assinalando o início de uma nova etapa na trajetória da artista, com ambição de circulação nacional e internacional.
Amor E Magia conta com mistura e masterização de Pedro Geraldo, artwork desenvolvido pelo Desisto, fotografia de Vera Marmelo, vídeos de Carlos Miranda e o apoio da Fundação GDA e SPA - Sociedade Portuguesa de Autores.
https://www.instagram.com/itsarahnegra/
http
s://www.youtube.com/@ITSARAHNEGRA
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quinta-feira, abril 16, 2026
quarta-feira, abril 15, 2026
Maria Luiza Jobim, Azul Piscina e 18º Workshop de Jazz de Viseu são as primeiras confirmações da 14ª edição do Festival Que Jazz É Este?
Na sua 14ª. edição, o festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu e já não pede licença para existir: expande-se, experimenta, arrisca e instala-se na cidade como quem sabe ao que vem. Mantendo viva a sua identidade eclética, diversificada e acessível que privilegia a ocupação de espaços públicos, continua a responder à pergunta que lhe dá nome com mais dúvidas do que certezas. De 8 a 19 de julho apresenta uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.
O festival volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, coletivos e intérpretes locais, afirmando-se como um catalisador de encontros e intercâmbios. Num equilíbrio entre propostas artísticas à margem dos circuitos comerciais e uma programação de largo espectro, o Que Jazz É Este? mantém o seu forte potencial de congregação de públicos diversos.
Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao ‘donativo consciente’ — porque a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito, e porque apoiar quem cria é garantir que a música continua a acontecer.
Entre as primeiras confirmações destacam-se três propostas que espelham a diversidade estética do festival:
MARIA LUIZA JOBIM apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro, dia 18 de julho, trazendo consigo uma sonoridade que oscila entre a delicadeza da MPB, a subtileza da eletrónica e a atmosfera do jazz. Depois do álbum de estreia Casa Branca (2019), afirmou em Azul (2023) uma escrita onde a poesia contemporânea se entrelaça com uma abordagem musical intimista. Em Viseu, antecipa-se um concerto que cruza afetos, memória e paisagem.
No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de AZUL PISCINA, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Partindo de uma escuta atenta e de uma criação coletiva em tempo real, o trio constrói um discurso onde composição e improvisação coexistem em permanente mutação, dando origem a um espaço sonoro dinâmico, sensível e imprevisível.
A dimensão pedagógica do festival materializa-se, uma vez mais, no 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que terá lugar de 15 a 17 de julho no Teatro Viriato. Orientado por Rita Maria e Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.
Mais do que um festival, o Que Jazz É Este? continua a afirmar-se como um processo — um espaço em constante mutação onde se experimentam formas, se cruzam percursos e se ensaiam futuros possíveis para a música e para a cidade, colocando Viseu no mapa dos festivais que pensam o jazz para além dos seus limites convencionais.
A programação detalhada vai sendo actualizada no site oficial https://quejazzeeste.com/
https://www.instagram.com/quejazzeeste/
https://www.facebook.com/quejazzeeste/?locale=pt_PT
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Inauguração da exposição "Mica I — O fio que nasce da terra" • 18 abril, 16h00 • Loja Oficina
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