Nos próximos dias 17 e 18 de julho, o Teatro O Bando vai marcar presença nos Jardins do Bombarda. Às 21h, 1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE, um espetáculo com dramaturgia e encenação de Miguel Jesus e cenografia de João Brites. No dia 18 às 16h, João Brites apresenta os 3 volumes de Atriz e Ator Artistas. Uma coleção de livros escritos e organizados por João Brites, fundador e encenador do Teatro O Bando e editados pelo Teatro Nacional D. Maria II / Bicho-do-Mato. Uma apresentação que conta com a presença de Isabel Mota, escritora e fundadora da Associação Ilhéu Portátil.
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1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE, é o último espetáculo da tetralogia que o Teatro O Bando tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo (Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso), aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ Marfox.
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Falado em Português e em Forro, língua que é também uma âncora de sobrevivência e resistência, desenvolvido em parceria com a Associação Ilhéu Portátil, e inspirado pelo património cultural de São Tomé e Príncipe. 1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE é um espetáculo ao ar livre. É um convite aos espectadores para rir e chorar, dançar, comer e beber, enquanto ajudam uma caravana de saltimbancos a entreter o seu pequeno tirano alucinado.
Entrada gratuita, mas sujeita a reserva através de Jardins do Bombarda | 218885420 | www.largoresidencias.com
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Ficha Artística
1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE
texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo Maia)
dramaturgia e encenação Miguel Jesus
elenco Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita Brito
cenografia João Brites
música Mick Trovoada e DJ Marfox
figurinos Clara Bento
pintura cenográfica Emerson Quinda
apoio à dramaturgia Susana Mateus
apoio à corporalidade Juliana Pinho
desenho Maria Taborda
produção Inês Gregório
apoio à produção Isabel Mota
execução de figurinos Inês Reis e Rosa Silva
montagem Vitor Santos
apoio a ensaios Beatriz Oliveira e Viviana Nicolau
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Sobre O Teatro o Bando
Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O Bando assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária. Na génese do Bando encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O Bando continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores envolvidos.
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