Uma viagem ao coração da contracultura dos anos 70. Com imagens em 16 mm restauradas, este documentário revive a icónica Convenção Nova de 1978 no bairro de East Village.
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No próximo 30 de julho, o documentário Nova '78, realizado por Rodrigo Areias e Aaron Brookner, estreia em Portugal numa parceria exclusiva entre a Nitrato Filmes, o Cinema Trindade e a Filmin, permitindo ao público descobrir uma das mais relevantes obras documentais recentes dedicadas à história da contracultura do século XX.
Construído a partir de imagens inéditas recuperadas e restauradas da histórica Nova Convention, realizada em Nova Iorque em 1978, Nova '78 devolve ao ecrã um momento irrepetível de encontro entre algumas das figuras mais influentes da literatura, música, performance e pensamento contemporâneo.
O documentário reúne imagens filmadas por Howard Brookner e registos sonoros de Jim Jarmusch, captando um acontecimento que celebrou o legado de William S. Burroughs e reuniu nomes como Patti Smith, Allen Ginsberg, Laurie Anderson, Philip Glass, Frank Zappa, John Cage, Merce Cunningham, Timothy Leary e Brion Gysin, entre muitos outros.
Mais do que um filme de arquivo, Nova '78 transforma este material raro numa experiência cinematográfica marcante revelando a criatividade de uma geração que questionou os mecanismos de poder, a linguagem, os media e a cultura dominante. Através da textura do filme em 16 mm e da proximidade das imagens, os realizadores constroem um retrato de Nova Iorque do final da década de 1970, cruzando poesia, música, cinema, performance e intervenção política.
A estreia nacional acontece a 30 de julho, às 21h30, no Cinema Trindade, no Porto, numa sessão especial que contará com a presença do realizador Rodrigo Areias e do músico Adolfo Luxúria Canibal, seguindo-se uma conversa com o público após a sessão.
No mesmo dia, o documentário ficará também disponível na Filmin.
Com esta parceria inédita entre a Nitrato Filmes e a Filmin, Nova '78 inicia o seu percurso em Portugal, convidando o público a revisitar um dos momentos mais marcantes da história da contracultura internacional através de um documento cinematográfico com um valor histórico e artístico significativo.
SINOPSE 1815. Jean Valjean sai do cárcere, destroçado e rejeitado por todos. Ao vaguear sem rumo, encontra abrigo na casa de um padre , da sua irmã e criada. Ali, encontra pela primeira vez a bondade e naquela noite suspensa no tempo, terá de escolher em quem se quer tornar. Baseado na obra Os Miseráveis, de Victor Hugo.
O lendárioRonnie Woodregressa a Portugal para um concerto muito especial no dia14 de setembronoColiseu dos Recreios.
Guitarrista dos Rolling Stones desde 1975, a paixão de Ronnie Wood pela música começou aos 14 anos quando os seus irmãos lhe ofereceram a sua primeira guitarra acústica.
Fez parte do grupo The Birds, dos Jeff Beck Group e ainda dos The Face.
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O seu primeiro álbum a solo "I´ve Got My Own Album To Do" saiu em 1974, quando ainda era membro dos Faces, seguido por "Now Look", em 1975.
Em 2025, lançou "Fearless: The Anthology 1965-2025", que percorre os seus 60 anos de carreira e inclui quatro inéditos.
Os Belle and Sebastian regressam a Lisboa no dia 21 de julho para um concerto especial no Coliseu dos Recreios, onde irão interpretar na íntegra o álbum de culto If You´re Feeling Sinister, que celebra 30 anos este ano.
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Considerado por muitos a obra-prima da banda, o disco inclui temas icónicos como "Seeing Other People" e "Get Me Away From Here, I´m Dying" e é reconhecido como um dos álbuns mais influentes da pop indepentende.
Além da execução completa do álbum, o espetáculo incluirá uma segunda parte com alguns dos maiores êxitos da longa carreira dos Belle and Sebastian.
Guimarães Jazz celebra 35 anos com várias estreias e produções próprias
O Guimarães Jazz celebra, em 2026, a sua 35.ª edição, reafirmando o lugar que ocupa entre os mais importantes festivais de jazz do país. Entre 12 e 21 de novembro, Guimarães recebe 85 músicos, 57 dos quais portugueses, distribuídos por 12 concertos, aos quais se juntam seis dias de jam sessions, uma semana de oficinas e outras iniciativas paralelas que voltam a transformar a cidade num espaço de encontro entre artistas, estudantes, profissionais e público.
A edição que assinala os 35 anos do festival será igualmente marcada pela publicação de um livro de retrospetiva da última década do Guimarães Jazz, dando continuidade a Novembro, no qual se documentaram os primeiros 25 anos.
Organizada conjuntamente pel’A Oficina, pelo Município de Guimarães e pelo Convívio Associação Cultural, a 35ª edição do Guimarães Jazz decorrerá no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), alargando a sua programação a outros espaços da cidade como o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) e o Convívio Associação Cultural. Nestes palcos vão cruzar-se reconhecidos nomes de diversas origens e influências geográficas, como Kurt Elling, Toninho Horta, Peter Evans, Artemis, Pedro Emanuel Pereira, Kurt Rosenwinkel, entre outros, que energicamente orbitam pelos vários universos e estilos que cabem no mundo do jazz.
Nos próximos dias 17 e 18 de julho, o Teatro O Bando vai marcar presença nos Jardins do Bombarda. Às 21h, 1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE, um espetáculo com dramaturgia e encenação de Miguel Jesus e cenografia de João Brites. No dia 18 às 16h, João Brites apresenta os 3 volumes de Atriz e Ator Artistas. Uma coleção de livros escritos e organizados por João Brites, fundador e encenador do Teatro O Bando e editados pelo Teatro Nacional D. Maria II / Bicho-do-Mato. Uma apresentação que conta com a presença de Isabel Mota, escritora e fundadora da Associação Ilhéu Portátil.
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1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE, é o último espetáculo da tetralogia que o Teatro O Bando tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo (Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso), aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ Marfox.
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Falado em Português e em Forro, língua que é também uma âncora de sobrevivência e resistência, desenvolvido em parceria com a Associação Ilhéu Portátil, e inspirado pelo património cultural de São Tomé e Príncipe. 1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE é um espetáculo ao ar livre. É um convite aos espectadores para rir e chorar, dançar, comer e beber, enquanto ajudam uma caravana de saltimbancos a entreter o seu pequeno tirano alucinado.
Entrada gratuita, mas sujeita a reserva através de Jardins do Bombarda | 218885420 | www.largoresidencias.com
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Ficha Artística
1001 NOITES – IRMÃ SANTOMENSE
texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo Maia)
dramaturgia e encenação Miguel Jesus
elenco Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita Brito
cenografia João Brites
música Mick Trovoada e DJ Marfox
figurinos Clara Bento
pintura cenográfica Emerson Quinda
apoio à dramaturgia Susana Mateus
apoio à corporalidade Juliana Pinho
desenho Maria Taborda
produção Inês Gregório
apoio à produção Isabel Mota
execução de figurinos Inês Reis e Rosa Silva
montagem Vitor Santos
apoio a ensaios Beatriz Oliveira e Viviana Nicolau
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Sobre O Teatro o Bando
Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O Bando assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária. Na génese do Bando encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O Bando continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores envolvidos.
Quando o tempo é escasso, Infelismente muitos mails são apagados, mas nunca esquecemos os contactos.
Mas exposições tipo rolhas de cortiça penduradas com fio-de-norte e livros para maiores de 18 anos quando as crianças percebem e não gostam... Mesmo com tempo disponível esses mail são apagados.
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E depois certas "Madames" chamam "Sapateiros" a quem trabalha.
Quando elas próprias são clientes de Sapateiros e Super - Rápidos
Há uma expressão Portuguesa muito conhecida:
"Vai dar banho á Laica"
Sola é bem melhor do que gastar tempo e dinheiro para ver fios e rolhas penduradas em quadros.
24 julho a 3 agosto 2026 • Guimarães • entrada livre
Guimarães prepara-se para viver o maior encontro anual da sua comunidade
Há festas que se assistem. E há festas que se vivem. Em Guimarães, as Festas da Cidade e Gualterianas pertencem à segunda categoria. São, há gerações, o grande momento de reencontro dos vimaranenses com a sua cidade, com as suas tradições e com as pessoas que dela fazem parte. Todos os anos, milhares regressam a casa para celebrar em família, rever amigos, ocupar as ruas e voltar a sentir o pulsar de uma festa que ultrapassa largamente o seu programa.
Entre 24 de julho e 3 de agosto, Guimarães volta a viver esse tempo de encontro coletivo, através de um programa que cruza património, música, artes populares, religião, artesanato e participação comunitária, afirmando uma tradição que continua a reinventar-se sem perder a sua identidade.
As Gualterianas são também um dos maiores polos de atração da região. Durante onze dias, milhares de visitantes provenientes de concelhos vizinhos e de diferentes pontos do país juntam-se aos vimaranenses para participar numa celebração que transforma o centro urbano num palco de cultura, convívio e partilha.
120 anos da Casa da Marcha
A edição de 2026 ganha um significado particularmente simbólico com a celebração dos 120 anos da Casa da Marcha, uma instituição inseparável da história das Gualterianas e da preservação da sua mais emblemática manifestação popular.
Ao longo de mais de um século, a Casa da Marcha tem mantido viva uma tradição que mobiliza centenas de participantes e envolve sucessivas gerações de vimaranenses. A Marcha Gualteriana, que encerra as festividades, continua a ser um dos momentos de maior emoção coletiva da cidade e um dos símbolos mais reconhecidos da identidade cultural de Guimarães.
Celebrar este aniversário é, por isso, reconhecer o trabalho de todos aqueles que, geração após geração, têm garantido a continuidade de um património vivo que pertence à comunidade.
A Feira de Artesanato: tradição que continua a criar futuro
Integrada neste grande ciclo festivo, a XXVIII Feira de Artesanato de Guimarães volta a afirmar-se como um dos principais espaços nacionais de valorização dos ofícios tradicionais, sendo um ponto de encontro para o qual todos estão convidados, promovendo oportunidades de interação e descoberta, entre artesã(o)s, visitantes e entusiastas que partilham a admiração pelas técnicas ancestrais e pela criatividade artesanal.
Ao longo de onze dias, o Jardim da Alameda de São Dâmaso reúne artesã(o)s de reconhecida qualidade, promovendo o encontro entre técnicas ancestrais, criação contemporânea e inovação, num diálogo permanente entre memória e futuro. Esta edição conta 49 stands, com mais de três dezenas de ofícios e especialidades artesanais diferenciadas, pelas mãos de 29 artesãos e 8 pessoas com produtos alimentares artesanais, provenientes de diversas regiões do país.
A programação da feira reforça igualmente a dimensão participativa do evento através de um conjunto de oficinas dedicadas ao Bordado de Guimarães e à Olaria, convidando crianças, jovens e adultos a experimentar técnicas tradicionais e a descobrir o património através da prática. Mais do que mostrar o artesanato, a feira convida o público a fazer parte dele.
Música, cultura popular e património ocupam a cidade
O programa artístico das Gualterianas volta a reunir propostas para públicos muito diversos.
No Largo do Toural, sobem ao palco Bárbara Bandeira, Dillaz e GNR, a par dos espetáculos de Theo & The Dons e de Fragmentos, complementados por sessões de DJ.
As tradições populares continuam igualmente a marcar presença através dos desfiles de grupos de bombos, cantares ao desafio, encontro de tocadores de concertina, Feira de Gado e Concurso Pecuário, desfile de charretes antigas e pasteleiras e do Festival Internacional de Folclore, que este ano reúne grupos de Portugal, Chile e Panamá.
As celebrações religiosas mantêm um lugar central na identidade das festas, com as festividades em honra de São Gualter e a tradicional Majestosa Procissão de São Gualter, uma das expressões patrimoniais mais significativas do concelho.
O tradicional espetáculo de fogo-de-artifício voltará igualmente a iluminar a cidade, antecedendo os dois momentos que encerram simbolicamente as festividades: a Marcha Gualteriana e a Corrida de Cavalos, acontecimentos profundamente enraizados na memória coletiva dos vimaranenses.
Uma cidade que celebra a sua identidade
A programação integra ainda uma exposição organizada pela Muralha – Associação para Defesa do Património de Guimarães, patente nos Jardins do Centro Cultural Vila Flor, reforçando a ligação entre património, cultura e memória.
Ao reunir artesanato, música, património, tradição, participação comunitária e criação contemporânea, a XXVIII Feira de Artesanato e as Festas da Cidade e Gualterianas reafirmam-se como um dos mais importantes acontecimentos culturais do Norte de Portugal.
Mais do que um cartaz de eventos, representam uma forma de celebrar aquilo que distingue Guimarães: a capacidade de preservar a sua história enquanto continua a construí-la, ano após ano, com a participação de toda a comunidade.
Released in June 1976, Peter Tosh's Legalize It was a bold statement that signaled the arrival of one of the foundational voices in reggae. While the title track has become an anthem in the cannabis world, the entire album is a joyful, multi-layered collection of songs that has stood the test of time. Get the 50th anniversary edition on gold vinyl.