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“A unique musical identity” - The Blues Magazine
“Songs of bleak beauty” - Blues Blast Magazine
“This is a new Blues” - Americana U.K.
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Music, Movies, Books, theater, Blues, Classical, Pop, Rock, Bullfighting, Bull Starts, etc, etc... Contacto para divulgação ou publicidade: bmp1@sapo.pt / Portugal
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“A unique musical identity” - The Blues Magazine
“Songs of bleak beauty” - Blues Blast Magazine
“This is a new Blues” - Americana U.K.
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"Balada de uma noite" de Silvestre Fonseca interpretada na China por Liying Zhu
Excelente!
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Vitorino é o grande cabeça de cartaz do Estoril Folk Fest 2026, que regressa no dia 28 de novembro ao emblemático Salão Preto e Prata. Celebrando meio século sobre o lançamento do seu histórico álbum de estreia, “Semear Salsa ao Reguinho”, o cantautor sobe ao palco ao lado dos Cantadores do Redondo no espetáculo "Moda Impura". Em reconhecimento do seu legado ímpar, Vitorino será distinguido com o II Prémio Armando Carvalheda, que homenageia as figuras fundamentais da Música Tradicional Portuguesa.
Nesta 3.ª edição dedicada às Polifonias — numa altura em que o Canto Polifónico Feminino é candidato a Património da Humanidade pela UNESCO —, o festival acolhe também outros momentos marcantes:
Encontro Exclusivo do Sul: Um concerto único criado especialmente para esta edição junta o coletivo Moçoilas — que desde 1994 resgata as canções e memórias da Serra do Caldeirão pelas vozes de Margarida Guerreiro, Inês Rosa e Teresa da Silva — à cantora Ana Laíns, referência incontornável no fado e na difusão da identidade e cancioneiro tradicional português.
Região Convidada (Arouca): A tradição viva arouquense estará representada pelas 40 vozes femininas do coro Vozes da Terra, além de uma exposição sobre o Convento de Arouca e do colóquio "Arouca a botar Cantas".
Uma grande exaltação da memória coletiva e da música popular portuguesa, reunindo gerações.
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Stella: De Instrumento Raro a Projeto Musical e Literário Coletivo
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Stella é o nome de uma guitarra soviética fabricada em Rostov, no sul da Rússia, até ao início dos anos 1980. Um dos poucos exemplares existentes em todo o mundo foi encontrado recentemente no Porto: a Stella nº 23523, fabricada em 1979. É precisamente esta guitarra que está no centro desta obra musical singular, reunindo diferentes músicos e artistas numa criação coletiva editada em vinil.
Mais do que um instrumento, Stella tornou-se uma metáfora para histórias de deslocação, perda e encontro. A guitarra evoca refugiados de guerra, pessoas deslocadas ou traficadas e todos aqueles que, por diferentes circunstâncias, acabam isolados pelos cruzamentos da vida ou pela solidão. A partir desta ideia, os músicos participantes foram convidados a trabalhar individualmente com a mesma guitarra, fazendo com que Stella esteja, de uma forma ou de outra, presente em todas as faixas do disco.
O resultado é um álbum construído a partir de diferentes geografias, referências e linguagens musicais. Os temas partem de registos sonoros captados em vários pontos do mundo, incluindo Afeganistão, Vietname, Angola e Estados Unidos, cruzando-se ainda com textos e poemas de Lou Reed, Constantine Cavafy e Nick Tosches. Entre estes encontra-se um texto de Tosches dedicado ao irmão gémeo de Elvis Presley, acrescentando à obra uma dimensão literária e narrativa.
O LP reúne trabalhos de Grémio with hackedepicciotto, Guru Tetraplégico, The Crystal Cabinet, The Cavendish Set, Oscar Pinho, Guilherme Lucas com Facana Liga e Ravenna Escaleira, Carlos Moura com Paulo Rodrigues, Satellite Stereo Transmitter (SST), Pedro Duarte com K. Khron, O Imundo Decoro e Fraser Arms. Participam ainda Maria José Rodrigues (Facana Liga), Helena Soares, Paulo Rodrigues, Pedro Duarte, Francisco Cerqueira, Amândio Barbosa (Guru Tetraplégico), Alfredo Alvela, Carlos Moura, Guilherme Lucas, Oscar Pinho, Rui Sousa, João Nieto (The Crystal Cabinet), Luís Vaz Patto (O Imundo Decoro) e Pedro Khron.
O trabalho conta também com participações especiais de Danielle de Picciotto e Alexander Hacke (hackedepicciotto) e de Rick Blackman. A componente visual assume igualmente um papel fundamental: a capa foi criada pelo ilustrador do Azerbaijão Igor Karash, enquanto as fotografias são da autoria de Miguel Nogueira. O disco foi masterizado nos TSB Studios.
Musicalmente, o percurso começa com “Interstellar (Introduction)”, de Grémio with hackedepicciotto, seguindo-se “Bells”, de Guru Tetraplégico, “Something About the Past”, de The Crystal Cabinet, “The War Is Over”, de The Cavendish Set, e “Cowboy Grandson on Patrol (In South Afghanistan)”, de Oscar Pinho. O lado B inclui “Bosom Divine”, “We Are the People”, “Skyluck Nightmare Cargo Ship”, “El Dorado”, “Walls” e “Gulf of Mexico (The End)”.
Stella é, assim, um encontro entre música, imagem, memória e viagem. Uma guitarra fabricada na União Soviética em 1979, encontrada décadas mais tarde no Porto, torna-se o elo comum entre diferentes artistas, experiências e lugares do mundo.
A edição apresenta-se em vinil gatefold (capa dupla), acompanhada de um póster “Stella”, constituindo uma edição especialmente pensada para quem valoriza não apenas a música, mas também o objeto físico, a dimensão gráfica e a história que lhe está associada.
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A Câmara Municipal da Maia apresenta “O Fado Vai ao Fórum”, que regressa a 13 e 14 de novembro com Quarteto de Coimbra, Mia Morgado, Bruno Alves e Vânia Leal.
A Câmara Municipal da Maia apresenta mais uma edição de “O Fado Vai ao Fórum”, que regressa ao Auditório do Fórum da Maia nos dias 13 e 14 de novembro, para duas noites dedicadas à música portuguesa. O programa reúne quatro atuações e cruza o Fado com a Canção de Coimbra, juntando diferentes vozes e gerações numa celebração da tradição e da sua continuidade.
O festival assume-se como uma celebração e homenagem ao Fado, uma das mais genuínas expressões da nossa identidade cultural, que traduz a alma, a história e as emoções do povo português.
A primeira noite, 13 de novembro, começa às 19h00 com o Quarteto de Coimbra, que interpreta temas clássicos da Canção de Coimbra e novas abordagens inspiradas nesse repertório. A atuação evoca a atmosfera intimista das serenatas e a ligação histórica entre a música e a cidade de Coimbra.
Às 21h30, sobe ao palco Mia Morgado. A jovem fadista apresenta uma interpretação marcada pela intensidade vocal, pela entrega e por uma relação próxima com as raízes do Fado.
No dia 14 de novembro, às 19h00, Bruno Alves dá voz ao Fado que o acompanha desde a adolescência. Finalista do concurso Alma de Fado, em 2015/2016, recebeu em 2020 o prémio Voz Revelação Masculina.
A última atuação está a cargo de Vânia Leal, às 21h30. A fadista interpreta o Fado com intensidade e autenticidade, valorizando cada palavra e afirmando uma identidade própria dentro da tradição.
Ao longo das suas edições, “O Fado Vai ao Fórum” tem reunido o público em torno da música portuguesa, promovendo o encontro entre artistas, repertórios e gerações e valorizando a diversidade de interpretações de um género que continua a renovar-se sem perder as suas raízes.
Programa:
13 de novembro, sexta-feira
19h00 | Quarteto de Coimbra
21h30 | Mia Morgado
14 de novembro, sábado
19h00 | Bruno Alves
21h30 | Vânia Leal
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Depois de passar este vídeo em primeiro lugar no top DVDs, o pessoal nos cafés bebeu mais 15 cervejas antes de ir para casa e levar uma grande palestra das esposas.
Em Portugal e muitos outros países.
Só para recordar.
Single + Agenda :
O espectáculo de Paris terá lugar no novo Noisy Pop Club (Rue Évariste Galois, Paris 20ème), a 31 de outubro, às 18h, e conta com Rob Gherke na bateria e Vinz B nos sintetizadores, assim como outros convidados ainda por revelar — a entrada é gratuita!
Quanto ao espectáculo em Portugal, terá lugar no Ginásio Clube de Corroios, a 19 de dezembro, às 22h, e conta com Diogo Beleza na bateria e Johnny Disgrace nas guitarras, além de uma performance inédita da extraordinária troupe Trash Circus! (Bilhetes disponíveis AQUI :
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REALIZAÇÃO Sarah Arnold
PAÍS França
DURAÇÃO 95’
GÉNERO Thriller, Comédia
LÍNGUA Francês
ANO 2026
ESTREIA 12 novembro
SINOPSE
Numa região rural francesa, agricultores e caçadores estão em guerra. Os javalis — demasiado grandes e numerosos — estão a devastar as colheitas. Brun, um agricultor em ruína, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Fulda, um polícia instável, e Stéphane, uma psicóloga à beira do colapso, começam a investigar. O que descobrem é muito maior do que alguma vez poderiam ter imaginado.
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«Surpreendente, explosivo, e um pouco inquietante,
o filme anuncia a chegada de uma realizadora a seguir de perto.»
Le Figaro
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The Art of Slowing Down
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O segundo álbum dos Duques do Precariado chega ao formato vinil a 29 de outubro, numa data que assinala também o regresso da banda a Coimbra, para um concerto no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), integrado na programação do Festival Lux Interior. Depois de conquistar o Globo de Ouro de Melhor Canção com “Falho”, o grupo assinala mais um momento no percurso de Encarnação.
Lançado em janeiro, Encarnação sucede a Antropocenas e nasceu da vontade dos Duques do Precariado de fazer um disco à medida da banda. O que inicialmente poderia ter sido um projeto assente em loops, camadas complexas e produção elaborada transformou-se num trabalho direto, visceral e coletivo, assumidamente anti-Máquina e pró-Carne.
A edição em vinil, a 29 de outubro, coincide com uma nova apresentação ao vivo em Coimbra. Nesse dia, os Duques do Precariado atuam no TAGV, no âmbito do Festival Lux Interior, levando ao palco um repertório que cruza as canções de Encarnação com a identidade construída ao longo do seu percurso.
O reconhecimento de “Falho” com o Globo de Ouro de Melhor Canção reforça a visibilidade de um projeto que não abdica da sua singularidade. Na música dos Duques do Precariado, a precariedade não é apenas uma condição a denunciar, mas também um ponto de partida para outras formas de criar, tocar e estar em conjunto. Como a própria banda explicou, uma das formas de lidar com a precariedade é abraçá-la, fazendo da música um espaço de encontro e de liberdade.
Os Duques do Precariado chamam à sua música «Folclore Independente» ou «Etno-novidades». As letras atravessam temas como a morte, o amor e a transformação, sem deixar de olhar para as contradições do presente. Em Encarnação, a relação entre os músicos não é um mero suporte das canções: é parte essencial daquilo que o disco procura afirmar.
Sobre Encarnação
No artigo «Duques do Precariado, ou a invenção de um folclore para o futuro ameaçado», publicado no Rimas e Batidas, Vítor Rua reflete sobre as opções musicais e estéticas do grupo, destacando a relação entre a fisicalidade da interpretação e a criação coletiva.
O autor sintetiza essa abordagem numa formulação particularmente expressiva: «O resultado não é cru por falta de trabalho. É trabalhado para conservar a crueza necessária.»
Sobre a forma como a banda constrói o seu próprio universo musical, escreve ainda: «O tempo não está fora dos músicos, emitido por um aparelho ao qual todos obedecem. Nasce entre eles.»
E, a propósito da ideia de «Folclore Independente», propõe uma leitura da tradição não como passado imutável, mas como matéria viva, capaz de se transformar e de encontrar novas formas de expressão no futuro.
CONCERTOS 2026
30 de janeiro - Coimbra - Salão Brazil
24 de abril — Odemira - Abril em Odemira
25 de abril — Lisboa - Casa Capitão
15 de maio — Paredes de Coura - Ciclo de Polinização
18 de junho — Aveiro, Novas Quintas — Teatro Aveirense
9 de julho — NOS Alive - Coreto Stage
11 de julho — Cistermúsica
23 de julho — Sines - Festival Músicas do Mundo
24 de julho — Mêda+
15 de agosto - Coimbra - Verão a dois Tempos
18 de setembro - MalFeito, Fafe
03 outubro — CAE Vale de Cambra
10 outubro — Lisboa - MIL
29 outubro — Coimbra - Festival Lux Interior
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Mariana Aydar regressa a Portugal a 17 e 18 de novembro para atuações em Lisboa e Coimbra.
Vencedora do Grammy Latino em 2024 e 2020, Mariana Aydar é uma das vozes mais marcantes da música brasileira. Com seis álbuns, dois documentários e músicas em novelas da Globo, ela une tradição e modernidade ao celebrar a cultura nordestina e revisitar clássicos do forró.
Fundadora do bloco paulistano “Forrozin”, no Carnaval de São Paulo, Mariana Aydar já colaborou com nomes como Gilberto Gil, Criolo ou Mestrinho (com quem gravou o disco Mariana e Mestrinho). A sua obra valoriza o protagonismo feminino, questiona narrativas ultrapassadas e oferece um olhar contemporâneo sobre o amor e o rico legado do forró.
Esteve em Portugal o ano passado por duas vezes: em abril no BOTA Anjos nas comemorações do 10º aniversário da agência PINUTS e depois em setembro para atuar no Palco 1º de Maio da Festa do Avante e na Sala 2 da Casa da Música (Porto). Esta passagem pela Europa, inclui também um concerto a 21 de novembro na sala Amare em Haia (Países Baixos).
Data: 17 de novembro 2026
Local: Casa Capitão (Lisboa)
Hora: 21:30
Data: 18 de novembro 2026
Local: Salão Brazil (Coimbra)
Hora: 21:30
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Estados Unidos
Hong Kong
Singapura
Países Baixos
Alemanha
Brasil
Reino Unido
México
Índia
Canadá
Argentina
Venezuela
Paquistão
Vietname
Espanha
Polónia
Turquia
França
Bangladeche
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Outros
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30 de outubro de 2027
Coliseu dos Recreios - Lisboa
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31 de outubro de 2027
Coliseu do Porto Ageas - Porto
Depois de uma 14.ª edição marcada pela forte adesão de público e pela vitalidade da nova geração do jazz português, o Que Jazz É Este? prolonga a sua programação para o outono e volta a fazer aquilo que está na sua natureza: deslocar-se, cruzar territórios, aproximar pessoas e colocar a música em lugares onde nem sempre se espera encontrá-la.
Em outubro, o festival sai do centro de Viseu e instala-se em duas freguesias do concelho — Silgueiros de Bodiosa e Várzea de Calde — propondo duas tardes de programação que aproximam o jazz, a música improvisada e outras linguagens artísticas das comunidades locais.
Nos dias 11 de outubro, em Silgueiros de Bodiosa, e 25 de outubro, em Várzea de Calde, cada domingo terá uma programação composta por uma arruada do coletivo Chinfrim, uma conversa aberta que cruza música e ciência e dois concertos, estabelecendo diferentes diálogos entre música, teatro, performance e artes visuais.
O programa começa sempre na rua, com os Chinfrim, coletivo ambulante que transforma o espaço público em palco e leva consigo uma mistura contagiante de dixieland, blues, funk, rock, latin e reggae. A música será também o ponto de partida para duas conversas que procuram abrir outras portas sobre a criação musical, aproximando-a de áreas aparentemente distantes.
Em Silgueiros de Bodiosa, João Paulo André e Carlos Fiolhais conversam com Catarina Machado sobre A Harmonia das Esferas, livro que explora as relações entre música e ciência, da matemática e física à biologia, química, ciências da Terra e do ambiente e ciências da saúde. Uma conversa sobre fenómenos que, embora muitas vezes invisíveis, estão presentes na criação e na perceção musical.
Segue-se Mar Mor + Filipa Fróis, encontro entre o duo de improvisação livre formado por Bruno Pinto e Miguel Rodrigues e a atriz e criadora Filipa Fróis. Música, corpo e palavra cruzam-se num território de improvisação que toma como mote a censura e o controlo do pensamento, numa criação em que os estímulos sonoros e performativos se influenciam mutuamente em tempo real.
A tarde termina com o João Tavares Quinteto, formação composta por cinco jovens músicos da nova geração do jazz português. Liderado pelo trompetista João Tavares, o quinteto apresenta música original e chega a Viseu depois de ter sido distinguido no 6.º Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro com os prémios de Melhor Ensemble e Melhor Arranjo. A sua presença dá continuidade a uma das linhas fortes da programação do festival: acompanhar e dar palco a uma geração de músicos portugueses que está a renovar o jazz nacional com talento, risco e uma identidade própria.
Em Várzea de Calde, a conversa aberta será conduzida por Ana Bento com Nuno Trocado, em torno da tese de doutoramento Analogia na Música e as Metáforas do Organicismo. Pólipos, sementes, rebentos, flores, o som da natureza ou o corpo humano são alguns dos pontos de partida para uma reflexão sobre a relação entre música e organismos e sobre a forma como o pensamento organicista pode ser hoje entendido no contexto da criação musical contemporânea e das práticas improvisatórias.
A relação entre música e imagem estará no centro da atuação de Os Filhos de Hey!, projeto multidisciplinar que junta percussão, eletrónica, objetos e vídeo. Num círculo em que as fronteiras entre causa e efeito se tornam difusas, a imagem gera som e o som gera imagem, numa criação em tempo real com Pedro Melo Alves, João Carlos Pinto e Maria Mónica.
A programação termina com o João Rocha Quarteto, formação criada no âmbito do recital final de licenciatura do baterista João Rocha e composta por Gil Silva, Lucas Oliveira, Gonçalo Cravinho Lopes e João Rocha. Sem instrumento harmónico, o quarteto assume a liberdade e a responsabilidade acrescidas de uma formação em que cada músico ocupa um papel determinante na construção coletiva da música.
Em paralelo ao ciclo de concertos, o Colectivo Gira Sol Azul, sob direção artística de Ana Bento e Bruno Pinto, está a preparar o regresso da Orquestra (In)fusão, projeto de criação coletiva criado em 2015 que procura colocar em contacto diferentes pessoas, organizações e culturas musicais.
Nesta nova edição, a orquestra reúne o Grupo de Cantadeiras de Várzea de Calde, os BodiBombos e o coletivo Batalha da Visa, além dos músicos do Colectivo Gira Sol Azul, numa experiência de criação de repertório original concebido especificamente para esta formação. A (in)fusão de estilos é, mais uma vez, o ponto de partida para uma prática artística baseada na colaboração: fazer em conjunto aquilo que dificilmente se faria da mesma forma a solo.
O projeto terá ainda uma dimensão plástica, através de sessões de residência conduzidas por Mara Maravilha, envolvendo participantes das aldeias e da cidade na criação de elementos cenográficos, figurinos e adereços.
O resultado de todo este processo será apresentado no Teatro Viriato, no dia 22 de dezembro, num concerto que reunirá no mesmo palco músicos de diferentes gerações, tradições musicais e territórios.
O ciclo inclui ainda, no dia 19 de dezembro, um workshop de jazz dirigido a músicos e estudantes de música, orientado pelo guitarrista e pedagogo Luís Lapa, autor de Chave Mestra, livro recentemente publicado que reúne exercícios e ferramentas práticas para a improvisação jazz.
O workshop propõe precisamente a passagem da teoria à prática: experimentar, testar e aplicar as ferramentas apresentadas no livro, num espaço de aprendizagem coletiva que culminará também na apresentação do trabalho desenvolvido.
Entre aldeias e cidade, tradição e experimentação, ciência e música, imagem e som, o ciclo de outono do Que Jazz É Este? mantém a pergunta aberta e leva-a para novos lugares.
Todas as atividades são de entrada livre, com apelo ao donativo consciente.
Mais informações e horários detalhados serão disponibilizados em breve em quejazzeeste.com
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Gilberto Passos Gil Moreira (Salvador, 26 de junho de 1942) é um cantor, compositor, músico, político e escritor brasileiro. Com uma carreira de mais de seis décadas, é conhecido por sua relevante contribuição na música brasileira e por ser vencedor de prêmios Grammy Awards, Grammy Latino e galardoado pelo governo francês com a Ordem Nacional do Mérito (1997). Em 1999, foi nomeado "Artista pela Paz", pela UNESCO.[3]
(Extraído da Wikipédia)
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Taking The Long Way: 20th Anniversary Edition is a 3LP set celebrating 20 years of The Chicks' defiant masterpiece. This 5x GRAMMY Award-winning album includes five bonus tracks and an exclusive vinyl etching featuring handwritten lyrics. The original album includes the iconic anthem “Not Ready to Make Nice,” alongside enduring favorites “Easy Silence” and “The Long Way Around.” Available now!
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De Cães Danados a Os Oito Odiados, passando pela versão integral e sem censura de Kill Bill, a Filmin recebe alguns dos filmes mais emblemáticos do universo de Quentin Tarantino.
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A partir de 1 de outubro, a Filmin recebe o cinema Quentin Tarantino com o Universo de Tarantino, uma seleção que reúne alguns dos filmes mais marcantes associados ao realizador norte-americano e ao seu inconfundível universo cinematográfico.
O grande destaque vai para Kill Bill, numa versão que reúne “Kill Bill - A Vingança: Vol. 1” e Kill Bill - A Vingança: Vol. 2 ” num único épico visceral e exuberante, que permite acompanhar de uma só vez a história de vingança da Noiva, interpretada por Uma Thurman.
Esta versão inclui cenas sem censura, cortadas e estendidas, oferecendo aos fãs uma experiência diferente dos dois volumes apresentados separadamente. Entre o material adicional encontra-se a icónica e tão adorada sequência de anime, um dos momentos mais singulares de toda a obra.
Entre artes marciais, cinema de samurais com uma forte referência ao Lady Snowblood (1973) de Toshiya Fujita, spaghetti western, anime e cultura pop, Kill Bill reúne algumas das grandes obsessões cinematográficas de Tarantino numa viagem de vingança estilizada e excessiva, protagonizada por uma mulher determinada a eliminar, um a um, os responsáveis pelo massacre que quase lhe tirou a vida.
A versão unificada permite assim revisitar a jornada da Noiva como um único épico de vingança, sem a divisão original entre os dois volumes.
Cães Danados, a primeira longa-metragem realizada por Quentin Tarantino. Em 1992, um então desconhecido Quentin Tarantino deixou a crítica e o público boquiabertos com a sua feroz estreia atrás das câmaras. Um clássico instantâneo, liderado por um elenco que reúne nomes como Harvey Keitel, Tim Roth e Steve Buscemi, tomou o mundo do cinema de assalto graças às suas cenas de grande engenho e elegância, complementadas por uma excelente banda sonora repleta de êxitos da década de 70.
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Em Jackie Brown, Tarantino adapta o romance Rum Punch, de Elmore Leonard, para contar a história de uma hospedeira de bordo que se vê encurralada entre a polícia e um traficante de armas. Reunindo nomes como Samuel L. Jackson, Robert De Niro e Michael Keaton, Quentin Tarantino assina uma história bem-humorada sobre pequenos e grandes criminosos, povoada por personagens que, por vezes, ultrapassam os limites da lei. Um dos filmes mais emocionalmente impactantes do realizador, é também uma homenagem ao cinema dos anos 70, sobretudo através da escolha de Pam Grier, protagonista de clássicos como "Foxy Brown" e "Coffy".
À Prova de Morte, Quentin Tarantino assina este frenético thriller no asfalto, um hino à afirmação e independência femininas, com Kurt Russell no papel do vilão a abater. Kurt Russell interpreta Stuntman Mike, um especialista em duplos de cinema que utiliza o seu carro preparado para perseguir e matar mulheres. Mas as suas vítimas acabam por não ser tão indefesas como imaginava. O filme combina perseguições, carros, violência e diálogos característicos de Tarantino, ao mesmo tempo que funciona como uma homenagem assumida ao cinema de género.
Em Os Oito Odiados, Tarantino leva a sua conhecida estrutura de personagens confinadas a um espaço fechado para um cenário gelado do Wyoming. Uma tempestade obriga oito estranhos a procurar abrigo numa estalagem isolada. Entre caçadores de recompensas, criminosos e viajantes, ninguém parece ser exatamente quem diz ser. O resultado é um western claustrofóbico e carregado de tensão, onde a desconfiança cresce a cada diálogo e a violência pode explodir a qualquer momento.
O universo de Tarantino estende-se ainda para lá da sua filmografia com Planeta Terror, realizado por Robert Rodriguez e produzido por Tarantino e uma homenagem aos filmes de série B. Rodríguez diverte-se com um filme de zombies brutalmente sangrento, onde Rose McGowan usa uma metralhadora como se fosse uma perna, numa cena que se tornou mítica na história do cinema.
Universo de Tarantino reúne alguns dos filmes que melhor representam essa paixão pelo cinema e permite acompanhar diferentes momentos dessa trajetória.
Disponíveis na Filmin a partir de 1 de outubro.
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Featured artists and remix projects include:
* ElectroBluesSociety
* Boo Boo Davis
* BLu ACiD
* miXendorp
You can find the digital promo at the link below:
Release details:
Artist: Various Artists
Title: Bluestronica Funk
Release date: September 27, 2026
Format: Digital
Genre: Electronic Blues / Alternative Blues / World
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Black and Tan Records
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Gilberto Gil apresenta "Amor Azul" no Coliseu dos Recreios, a 10 de outubro.
"Amor Azul" é uma das criações mais ambiciosas de Gilberto Gil, concebida em colaboração com o maestro Aldo Brizzi, a partir do clássico poema indiano Gita Govinda.
Aclamada internacionalmente, esta ópera chega este ano, em exclusivo à capital portuguesa, para uma apresentação única e numa versão expandida e de grande escala. Em palco, reúne Gilberto Gil, o Núcleo de Ópera da Bahia, coro, orquestra e a direção musical de Aldo Brizzi.
Num encontro entre a música popular brasileira e a tradição erudita europeia, "Amor Azul" afirma-se como uma obra singular, marcada pela sua dimensão espiritual, intensidade e riqueza musical.
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