terça-feira, abril 09, 2024

PRIMEIRA OBRA dia 25 de abril nos cinemas| O primeiro filme na área da ficção, de RUI SIMÕES, realizador do BOM POVO PORTUGUÊS

 Filmes:

PRIMEIRA OBRA novo filme de RUI SIMÕES


dia 25 de abril nos cinemas






Cerca de 20 cidades vão receber esta nova obra






40 anos depois regressa também às salas de cinema documentários como o Bom Povo Português e Deus Pátria Autoridade, que marcaram a carreira do cineasta.

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PRIMEIRA OBRA é o mais recente filme do realizador Rui Simões que chega às salas de cinema no próximo dia 25 de abril, sendo esta a sua primeira longa-metragem na área da ficção. Com distribuição da Real Ficção, teve a sua estreia mundial na última edição do Festival IndieLisboa. A chegada deste filme às salas de cinema portuguesas vem comemorar o 50ºaniversário do 25 de Abril, assim como os 50 anos de carreira de Rui Simões e o seu 80º aniversário. Almada, Aveiro, Braga, Coimbra, Covilhã, Espinho, Estarreja, Faro, Funchal, Leiria, Lisboa, Montemor-o-Novo, Montijo Ponta Delgada, Porto, Setúbal, Tomar, Viana do Castelo e Viseu são as cidades que vão receber a PRIMEIRA OBRA.






Abril será ainda marcado pelo regresso às salas de cinema de documentários que marcaram a carreira do cineasta. 40 anos depois é possível revisitar Deus Pátria Autoridade e Bom Povo Português. 

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PRIMEIRA OBRA é também um filme autobiográfico, uma vez que tem como ponto de partida o anterior filme do realizador. Retrata a história de um jovem investigador luso-descendente, Michel que chega de câmara na mão para pesquisar a Revolução por cumprir. Traçando paralelismos com a contemporaneidade, mapeia as formas em que o filme BOM POVO PORTUGUÊS reflete o país inserido na Europa. Em conversa com Simão, histórico cineasta, Michel procura respostas para o seu filme. Ao conhecer Susy, activista do ambiente, percebe que o amor é o caminho. Como sempre, a vida e o cinema misturam-se. 

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Sobre esta obra, Rui Simões refere que ''Uma das minhas preocupações na realização desta minha primeira longa de ficção foi tentar casar realidade e ficção, na esperança de um final feliz. O cinema conta sempre uma história de amor, por vezes também de luta de classes”. 

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Ficha técnica



 



Atores - Zé Bernardino, Ulé Baldé, António Fonseca, Joana Brandão, Maty Galey, Beatriz Gaspar, Jean-Marie Galey e Alice Barros Simões

Participação Especial - Dalila Carmo, Manuel João Vieira, Miguel Seabra, Manuel Mozos, Adriana Queiroz, Isabel Ruth Olga Roriz e Filipa Mayer

Realização - Rui Simões


A partir de um argumento de Sabrina D. Marques


de uma ideia de Rui Simões

Direcção de Fotografia - João Serralha

Director de Som - Paulo Cerveira

Montagem - Francisco Costa

Música Original e Sound Design - Ricardo Guerreiro

Misturas - Paulo Abelho

Montagem de Som - Tiago Inuit

Decoração - João Dourado

Figurinos - Tânia Franco

Maquilhagem e Cabelos - Íris Peleira

Direcção de Produção - Beatriz Jarmela

Produção - Jacinta Barros, Rui Simões 

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Sobre Rui Simões



Rui Simões nasceu em 1944, estudou realização de cinema e televisão no Institut des Arts de Diffusion em Bruxelas, Bélgica. Onde trabalhou como fotógrafo de cena. De volta a Portugal a seguir à revolução de 1974 viria a realizar os icónicos filmes do pós 25 de Abril, "Deus Pátria, Autoridade" e "Bom Povo Português".

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https://www.realficcao.com/primeiraobra.html 

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segunda-feira, abril 08, 2024

"Porto in the night" - Radio Comercial ao vivo na cidade do Porto no Pavilhão Rosa Mota / Super Bock Arena

 



Espetáculo das Manhãs da Comercial

Vasco Palmeirim, Pedro Ribeiro, Vera Fernandes e Nuno Markl cantam as músicas criadas no programa mais ouvido da rádio portuguesa.

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BMP:

Por acaso já foi foi há muito tempo que o BMP conheceu esta na rádio Comercial de BB King e Eric Clapton. Mas podiam cantar esta também: 



Era das musicas mais passadas na Comercial. Principalmente na hora do Martini com cerveja ao domingo.

Ainda é das mais conhecidas da Radio Comercial.

Se não cantarem esta "não valem nenhum".

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https://radiocomercial.pt/

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https://www.superbockarena.pt/ 

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Detalhes

Data:

24 Maio

Hora:

21:30

Custo:

25€ – 60€

Categorias de Evento:

Concertos, Portuguesa

 

Organizador

BMHAUDIO PORTUGAL HOLDINGS, UNIP. LDA & COMANDITA

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BMP


 

Novidades na loja de discos Vinyl Disc

 Amália Rodrigues 

Nelson Ned

Bonga

Tracy Chapman 

The Yardbirds 

Johnny Cash 

The Beach Boys 

Jerry Lee Lewis 

Commodores 

Freddie Mercury 

Pat Metheny & Lyle Mays  

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https://Vinyldisc.pt 

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The Commodores (Lionel Richie)

Filme - NÃO ESPERES DEMASIADO DO FIM DO MUNDO

 de Radu Jude

com Ilinca Manolache, Ovidiu Pîrsan, Nina Hoss

2023 | Drama, Comédia | M/16 | 163'


1 de MAIO

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"Não Esperes Demasiado do Fim do Mundo" de Radu Jude, vencedor do Urso de Ouro, apresenta agora um dramacómico absurdo em duas partes, foi exibido no Leffest e conquistou o prémio da Competição Internacional do Festival de Locarno.







SINOPSE | Uma assistente de produção sobrecarregada e mal paga, tem que conduzir pela cidade de Bucareste para filmar castings para um vídeo de segurança no local de trabalho, encomendado por uma empresa multinacional. Quando um dos entrevistados faz uma declaração que desencadeia um escândalo, ela é forçada a reinventar toda a história.

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Films4you


domingo, abril 07, 2024

sábado, abril 06, 2024

Lenny Kravitz- "Human" - Vídeo


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BMG

BMP


 

Ian Hunter - "People" (Album Definance Part 2)

 


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Provided to YouTube by Universal Music Group


People · Ian Hunter · Joe Elliott


People


℗ 2024 Ian Hunter under exclusive license to Sun Label Group, LLC.


Released on: 2024-03-22


Producer: Andy York

Producer: Ian Hunter

Producer, Associate Producer: James Frazee

Composer Lyricist:

 Ian Hunter 

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BMP

Bailado | Requiem "A única censura que devia existir é censurar a censura" - Uma celebração do cinquentenário do 25 de Abril

BAILADO | REQUIEM "A ÚNICA CENSURA QUE DEVIA EXISTIR É CENSURAR A CENSURA "
UMA CELEBRAÇÃO DO CINQUENTENÁRIO DO 25 DE ABRIL
 
ESTREIA ABSOLUTA A 13 DE ABRIL | TEATRO JOSÉ LÚCIO DA SILVA, 21h30, EM LEIRIA 

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A companhia Dança em Diálogos, com a sua nova criação em estreia absoluta, celebra, deste modo, o cinquentenário do 25 de abril, através de uma reflexão pela dança e convocando, entre outras, a obra musical de Fernando Lopes-Graça dedicada às vítimas do fascismo e da censura, numa homenagem que convoca a memória e a simbologia de um acontecimento e de uma transformação que se deseja insubstituível.
 
Fundada em Janeiro de 2018, sob a Direção Artística de Solange Melo e Fernando Duarte, acompanhia Dança em Diálogos tem como objetivo primeiro, contribuir para a pluralidade de apresentação de espetáculos de dança em todo o território nacional, numa dinâmica descentralizadora e abrangente de públicos e de contextos de atuação.
 
Foi partindo precisamente desse princípio orientador, como verdadeira demonstração dademocratização cultural enquanto conquista de abril e de construção de territórios comuns, que a Dança em Diálogos, sob a direção artística de Solange Melo e Fernando Duarte, elaborou um programa especialmente pensado para as celebrações do cinquentenário do 25 de abril. Esse programa, que parte da relação entre Dança, Música e literatura, tem por base o desafio lançado a três escritores, Cláudia lucas Chéu, Ondjaki, e Elmano Sancho, de criar três obras literárias inéditas que apresentassem diferentes perspectivas sobre os 25 de abril e os cinquenta anos passados.

Para a Dança em Diálogos, celebrar meio século de uma revolução singular que implantou definitivamente o pleno regime democrático é tomar parte da coragem e determinação de todos os que lutaram pela liberdade e pela democracia. Defender a Liberdade é também contar histórias que atravessam as fronteiras entre o real e a ficção e onde a Dança e o vídeo se posicionam como veículos de total expressão livre.

O programa, em co-produção com vários teatros e Municípios de diversos pontos do país, tem como criação principal o bailado Requiem_ "a única censura que deveria existir é censurar a censura", com estreia absoluta, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, dia 13 de abril de 2024.

O programa seguirá, posteriormente, em digressão Nacional por todo o país, até novembro. Inclui ainda uma uma criação original para a infância denominada 50 x 25 Coeficiente para a Liberdade, que estará presente em várias escolas e teatros em todo o país, e várias
residências artísticas em contexto escolar, denominadas Desassossego de Abril, num processo de co-criação coreográfica com os diversos grupos de alunos.

Datas de espectáculos:
Requiem "a única censura que deveria existir é censurar a censura":
Abril
- 13 de abril_21h30_Teatro José Lúcio da Silva_Leiria - ESTREIA ABSOLUTA
- 28 de abril_17h_Cineteatro Louletano_Loulé
Junho
- 7 de junho_21h30_Cineteatro S. Pedro_Alcanena
- 15 de junho (TAGV Coimbra)
Julho
- 21 de julho festival Cistermúsica (Alcobaça)
Setembro
21 de setembro_21h30_Teatro Municipal de Bragança_Bragança
Outubro- Casa das Artes de Famalicão
5 de outubro_21h30_ Casa das Artes de Famalicão_V.N. Famalicão
Novembro
23 de novembro_21h30_Teatro Virgínia_Torres Novas
 
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Apoios:

Antena 1 


RTP2 

Ângela Silva e Orquestra Maestro José Calvário no novo lançamento "25 de Abril"

 

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ÂNGELA SILVA | Soprano | Pop Opera | Classical Crossover


 


A propósito das Comemorações do 25 de Abril a label Rossio Productions já lançou o novo EP "25 de Abril" que conta com versões de dois clássicos “ E Depois do Adeus” e “ A Portuguesa” interpretados por Ângela Silva, Mimicat e a Orquestra Maestro José Calvário

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Neste lançamento Ângela Silva para além do tema "As Coisas que Eu Invento - E Depois do Adeus" traz-nos também uma rendição de "A Portuguesa" (Hino Nacional de Portugal) na sua voz e interpretação únicas aliada à espectacular Orquestra Maestro José Calvário. Um lançamento singular que presta a devida homenagem a esse acontecimento estruturante da nossa democracia e de relevância maior que foi o 25 de Abril.  

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Ângela Silva nasceu em Lagos. Além disso, é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa e concluiu a Pós-Graduação Avançada em Canto no Trinity College of Music de Londres.


Nos Palcos de Ópera e Oratório, desempenhou vários papéis principais em Portugal e no Estrangeiro (Espanha, Reino Unido, Itália, França, Bélgica, Suíça, Grécia, Polónia, Alemanha e Coreia do Sul.


Gravou variados cds em estúdio e ao vivo, como solista, com destaque para “Alma Mater”, “Pasión”, “O Mundo”, “In Memoriam”, “O Aniversário” e “O Método” do compositor Rodrigo Leão.


Além disso, conquistou dois Troféus, cinco primeiros prémios e três segundos prémios conquistados no Reino Unido com particular referência à “The Pearl Butcher Cup” e à “Premier Challenge Cup” adquiridos em 2007 com obras de compositores portugueses.


Ângela Silva lançou o álbum de estreia “Canto” em estilo crossover clássico e o videoclipe “Canto (Um Belo Encanto)” em dezembro de 2021. Posteriormente lançouo single “ Ai Alfama” e também recentemente o single “ O Meu Amor (Et Maintenant)” que interpreta em conjunto com Emily Bécaud. 

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Website 

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Valley FM e Banks Radio (Austrália)

 Na web:

https://www.valleyfm.com/ 

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https://www.banksradio.com/ 

https://m.mixcloud.com/BanksRadioAU/the-rock-hour-on-banks-radio-australia-with-isaac-banks/

sexta-feira, abril 05, 2024

Zé Menos & Pedro, o Mau lançam vídeo para “arena” e anunciam data de novo EP

 Este é o single de antecipação ao EP “quatro partos” que sai a 24 de maio.


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foto por Simão Costa (@simaocsta)




Após 5 anos desde o seu álbum de estreia, zé menos está de volta com novo single “arena”. O artista gaiense junta-se agora ao produtor Pedro, o Mau (parte integrante do projeto ALMA ATA) para um EP colaborativo intitulado “quatro partos”, que tem data de lançamento agendada para 24 de maio e que é composto por 6 faixas produzidas por Pedro, o Mau; escritas e interpretadas por zé menos.






Esse interregno criativo não significou menos atividade para zé menos: enquanto músico, tem acompanhado os projetos de MONA LINDA e de Riça ao vivo; enquanto engenheiro de som e diretor criativo participou na construção de trabalhos discográficos de artistas como redoma, ALMA ATA, joão não, Sien, Riça ou MONA LINDA.






Se no seu estreante e aclamado disco “o chão do parque”, editado em 2019, a agulha musical revelou novos traçados para o hip hop nacional, num registo outonal e exploratório, criado inteiramente por si, da escrita à composição, agora, em “arena”, zé menos caracteriza-se enquanto cantautor contemporâneo, servido dum instrumental eletrónico de cadência lenta, a espaços com o alvoroço das suas palavras, que lembram da importância de cuidarmos das conquistas de Abril de há 50 anos.









“A vontade de a escrever veio no rescaldo das presidenciais de 2021. Os cravos enquanto flor/conquista que precisa de manutenção e que não a tem tido, só sendo regada por água salgada. Suor do trabalho, lágrimas.”



- zé menos

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Disponível a partir de 5 de abril, a música “arena” conta também com vídeo realizado por José Magro, imagem de Tiago Carvalho, arte de Ana Meleiro e figuração de Isabel Caliano, Rui Correia, António Ribeiro, Ana Meleiro, Diana Queirós e Zé Poças.

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https://linktr.ee/zemenos

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Biruta Records

Perpétua - Single "Em vão"

 A banda da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, regressa com música nova depois da participação no Festival da Canção.

O novo álbum é apresentado no dia 31 de maio, na Casa da Cultura de Ílhavo.

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Já se pode ouvir "Em Vão", o primeiro single de antecipação do segundo álbum de originais de Perpétua. A banda finalista do Festival da Canção 2024, regressa com uma balada que “parece ter estado em infusão lenta nos anos 80”.

Depois de "Bem Longe Daqui" – música que o quarteto levou ao Festival da Canção 2024 - "Em Vão" “parece um movimento de 180 graus, porque torna o lugar da energia e jovialidade apresentadas no festival numa atmosfera mais introspetiva e desacelerada. A banda escolhe marcar cada vez mais uma estética retro, algo que lhes é reconhecido pelo público, quer de um ponto de vista sonoro, quer de um ponto de vista estético, como se pode comprovar pelo videoclipe que acompanha este single, cuja inspiração pode ser encontrada nos clássicos dos anos 80, como David Bowie ou Cocteau Twins.

“É um momento de viragem e a inauguração de uma nova fase para a banda. Não podia estar mais orgulhoso deste esforço conjunto.” – Diogo Rocha

“Este single é a primeira página de um novo capítulo. Queremos muito mostrar-vos o que aí vem!” - Beatriz Capote

“Não podia estar mais contente por ser esta a música, uma balada, que vem dar continuidade ao que trouxemos na “Bem Longe Daqui”” - Rúben Teixeira

“Adoro a energia melodramática que conseguimos com esta música. Fico feliz por podermos contribuir para o panorama da música romântica portuguesa” - Xavier Sousa

Em Vão já está disponível em todas as plataformas digitais. Perpétua irá subir ao palco da Casa da Cultura de Ílhavo no dia 31 de maio para apresentar o novo álbum. Toda esta espera não foi em vão.

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fotografia: Joel Marques
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Quem são os perpétua?

O Diogo, o Rúben e o Xavier conhecem-se numa escola de música na Gafanha da Nazaré, Ílhavo, onde se inicia o percurso musical de cada um, bem como uma amizade que viria a ser a semente de onde germinaria a Perpétua. O Diogo conhece a Beatriz no ensino secundário, última pétala desta flor. 

Lançam o seu primeiro single, “Condição”, em setembro de 2020, estreando-se logo em novembro do mesmo ano ao vivo, na abertura de um concerto de André Henriques. Em março de 2021, lançam o seu álbum de estreia Esperar Pra Ver e com ele o single “Perdi a Cor” que os deu a conhecer às lides nacionais. A propósito de uma parceria com a Câmara Municipal de Ílhavo, reinventam cinco canções do vencedor do Festival da Canção de 1981, Carlos Paião, também ele músico da terra, com o EP Muito Mais. Subiram ao palco do Festival da Canção em 2024, com o tema "Bem Longe Daqui", tendo chegado à final do Festival. 2024 é, também, o ano em que revelam o seu segundo álbum de originais. 

Acima de tudo, Perpétua procura pintar novas paisagens musicais, cantando a tristeza alegremente, de forma leve e demorada, como se cuida de um jardim. 


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quinta-feira, abril 04, 2024

António Garcez em destaque hoje na Antena 1


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António Garcez em destaque hoje na Antena 1.
Voz dos Arte & Ofício, Roxigenio, ...e álbuns a solo.
A radio descreve António Garcês atualmente a viver nos Estados Unidos como "um dos melhores cantores Portugueses de Rock".

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quarta-feira, abril 03, 2024

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MÁQUINA FANTÁSTICA: as selfies nunca mais serão as mesmas.

 O filme que qualquer pessoa com uma conta de Instagram ou Tik Tok deveria ver. Produzido por Ruben Östlund e premiado em Sundance e Berlim, há polémica, risos e uma lúcida lição de história.


O filme está nas salas de cinema e na Filmin a partir do dia 5 de abril.  

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MÁQUINA FANTÁSTICA 
 
Estreia Exclusiva 
05 ABR

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O filme que qualquer pessoa com uma conta de Instagram ou Tik Tok deveria ver. Produzido por Ruben Östlund e premiado nos festivais de Sundance e Berlim, há polémica, risos e uma lúcida lição de história. Depois deste filme, as selfies nunca mais serão as mesmas. 

Desde a primeira máquina fotográfica até às 45 mil milhões de máquinas fotográficas atualmente existentes em todo o mundo, os realizadores, sociólogos visuais, alargam a sua lente para expor a obsessão única da humanidade pela imagem fotográfica e as consequências sociais que se avizinham.

A câmara é uma máquina fantástica. Para explorar, explicar e expor o crescimento da nossa obsessão desenfreada pela imagem, os realizadores Axel Danielson e Maximilien Van Aertryck voltam as suas câmaras diretamente para a própria sociedade, a fim de analisar a forma como esta obsessão começou a alterar o nosso comportamento.

Desde os irmãos Lumière ao YouTube e ao mundo das redes sociais, Máquina Fantástica conta como passámos da captura de uma imagem inicial de um quintal a uma indústria de conteúdos de vários milhares de milhões de libras em apenas 200 anos. Com a utilização exclusiva de imagens de arquivo e de imagens encontradas, este novo filme extraordinário utiliza o próprio meio que examina de uma forma estimulante, hilariante e estimulante.

"Um exame arrasador e chocante da nossa cultura popular, onde o conteúdo é rei." - ROGER EBERT

"Uma divertida e rápida viagem por dois séculos de criação de imagens." - SCREENDAILY 

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O amanhecer do 25 de Abril de 1974, por Fernando Brito, em exposição na Culturgest

 Associando-se às comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos, a Culturgest apresenta, de 2 a 28 de abril, a obra Mapa orográfico do território português, à escala 1:625000, sujeito às condições luminosas do dia 25 de Abril de 1974, às 08h00, 1999-2009, da autoria de Fernando Brito, e com curadoria de Bruno Marchand. A obra faz parte da Coleção da Caixa Geral de Depósitos e suspende um momento histórico no auge da sua promessa.


A entrada é gratuita. 

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2-28 ABR 2024
TER-DOM 11:00-18:00
Artes Visuais
FERNANDO BRITO
Mapa orográfico do território português, à escala 1:625000, sujeito às condições luminosas do dia 25 de Abril de 1974, às 08h00, 1999-2009
Galeria 2
Entrada gratuita 
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Às 8:00 de 25 de Abril de 1974, Portugal era a incógnita perfeita, o poema-país pronto a ser escrito. Desse momento mítico, deixa-nos o artista Fernando Brito um desenho: o recorte da irrepetível luz daquela manhã a rasar os acidentes estremunhados do território nacional.

A obra pertence à Coleção da Caixa Geral de Depósitos, tendo sido adquirida ao artista, em 2022, no âmbito das aquisições realizadas a artistas de média carreira ainda não representados na Coleção.

Exposta pela primeira vez, em 2009, na exposição Ich bin ein Baixinher, no Chiado 8 – Arte Contemporânea, em Lisboa, com curadoria de Bruno Marchand, a instalação tinha sido pensada e escrita em 1999 num pequeno caderno de apontamentos que faz parte do processo de trabalho que o artista tem vindo a desenvolver. Nesse início, a obra era apenas a ideia descritiva que a frase do título indicava.

Posteriormente, a obra ganhou a sua materialidade. Através de um molde em látex de um mapa topográfico à escala 1:625000 do território nacional – continente e ilhas –, que se encontrava em todas as escolas primárias no Estado Novo, o artista fez incidir um foco de luz que simula o amanhecer do dia da Revolução do 25 de Abril de 1974. Nesta narrativa histórica e precisa, o artista congela o momento em que o país via a luz da liberdade e a imensidade das suas possibilidades, “numa paródia assumidamente crítica em torno de processos de aproximação e afastamento relativamente a algumas imagens características da vanguarda histórica.” (Cristina Campos).


Sobre Fernando Brito (Pampilhosa da Serra, 1957)
Licenciado em Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1983, o seu percurso expositivo tem-se desenvolvido, em grande medida, no âmbito de projetos coletivos como Homeostética (1982-1987), Ases da Paleta (1989) ou Orgasmo Carlos (ativo desde 2003). Entre as suas exposições individuais destacam-se Fernando Brito, Galeria Quadrum, Lisboa (1990 e 1993), Fernando Brito, Galeria Olha Lá, Centro Cultural de Lisboa, Lisboa (1993), Confidential Report – Deux ans de vacances, Galeria Presença, Porto (2007), Ich bin ein Baixinher, Chiado 8, Lisboa (2010), Fernando Brito: Der Geist Unserer Zeit, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães (2010), Them or Us, Galeria Municipal do Porto (2017), A man should always have an occupation of some kind, Sismógrafo, Porto (2020) e Budonga, Galeria Zé dos Bois, Lisboa (2020). Desde 2010, a curiosidade pelo chamado pensamento pós-colonial e a descoberta dos conceitos de «política» e de «sujeito político» em Rancière têm determinado que as ideias de arte como jogo político, artista como político que usa imagens e obra como jogada política, se tenham constituído em motor do seu trabalho. 

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terça-feira, abril 02, 2024

A CASA INDEPENDENTE APRESENTA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE ABRIL

 



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A CASA INDEPENDENTE APRESENTA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE ABRIL


Abril Independente

(faccioso e não dormente)

O mês de Abril na Casa Independente, faz abrir muitas portas e janelas, para uma programação que se quer na rua e até ao telhado da Casa.


A data evoca muitas lutas e mais do que recriações este mês procura convulsões, com uma assinatura de programação a 4 mãos, o Take Over* da Casa alargou-se e estendeu-se à programação, que Roger Madureira (da Equipa da Casa) pensou com a Inês Valdez e com a Patrícia Craveiro Lopes, juntando ao trio Renata Sancho (Cineasta Portuguesa e que tem a seu encargo a produtora Cedro Plátano) para uma curadoria de cinema. Com este quarteto de tigresas, apresenta-se sob a égide de “O Serviço de Cirurgia Democrática” as intervenções que vão presentear os dias na Casa, com reflexão, arquivo, memória, luta, resistência e arte.


De 1 a 30 de Abril, os espaços da Casa, da entrada ao telhado, passando pelas varandas e paredes, cobrem-se de intervenções e instalações numa ocupação visual, que traz evocações de Ana Hatherly (1929-2015) à iconografia das pinturas murais revisitadas pelo olhar da equipa, e que reflectem as lutas activas de hoje e relembram a relevância que mantêm desde abril de 74, abordando temas como o colonialismo, a censura, a tortura, o exílio, sem deixar de lado a luta feminista.


De 2 a 30 de abril, às terças-feiras (2, 9, 16, 23 e 30 de abril), às 21H, o ciclo de cinema “Vejam Bem”, pensado e curado por Renata Sancho, oferece-nos um espaço de pensamento, com exibição de filmes seguida de conversa de contextualização e digestão. Neste ciclo procura-se recuperar olhares sobre a liberdade e registos como “O medo à espreita” & “Outra forma de Luta”, entre outros títulos cuidadosamente pensados para este mês e que introduzem diversas questões “quentes” do pós-25 de Abril, como a independência das ex-colónias.


E como Abril se fez e se cumpre na rua, é para a rua que segue a programação deste mês, na noite de 24 para 25 de Abril, sob a denominação de “Por teu Livre Pensamento”. Mais que recriações históricas, procuram-se convulsões heroicas, desse heroísmo que só se faz em modo colectivo, com todos no Largo do Intendente, e de participação aberta a todos, com uma apresentação única de videomapping analógico na fachada da Casa Independente. Um mapeamento de retropojectores, manipulados humanamente e em directo, com muita margem para erros, como a vida, pensando no que seria o videomapping há 50 anos sem os recursos existentes hoje. Uma performance duracional, multidisciplinar, activa e política que a todos convoca para a luta activa contra uma ideia de falsa democracia. Nesta noite com performance e instalações que congrega música e muitas outras intervenções surpresa pensadas para este momento, em que se grita que estarmos vivas e activas na Casa Independente, tem um duplo sentido: a liberdade e a resistência, e o fim de um edifício, mas não o fim de um projecto.


Já depois da meia noite, dentro da Casa Independente, Bruno Huca que é actor e é cantor, sendo os dois apenas este corpo, esta alma com pés no chão e carapinha no céu, apresenta-se em concerto, numa noite que será de entrada livre (até à lotação da Casa). Mais surpresas serão anunciadas em breve.


Para além da programação especial de Abril, que evoca todos os sentidos, a Casa mantém a programação regular que promete transformar as noites de fim de semana em momentos de luta e glória, com as habitués DJ Set pelo mês dentro: SELECTA ALICE (5 Abr), LADYG BROWN (6 Abr), SUGU (12 Abr), FIDJU-FEMA (13 Abr), RITA SÓ (19 Abr), PIRIQUITOS MUITOS (20 Abr), LEO SOULFLOW (26 Abr), SIR SCRATCH + DOM MAC I (27 Abr); todas as sextas e sábados de abril, com bilheteira à porta.


Comecem as mobilizações e as festividades, em Abril, resistências mil, na Casa Independente para toda a gente.

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Instagram

segunda-feira, abril 01, 2024

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Aniversário do Canal Z


 Vasco Moreira

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Joseph 

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No segundo aniversário de 2024 do Canal Z Vasco Moreira "vingou" a derrota da ronda anterior com uma vitória desta vez por 2-0.

Foi uma disputa renhida.

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https://vídeos.sapo.pt/canalz

Miguel Calhaz - Album "ContraCantos" + Ao vivo

 



COMEMORANDO OS 50 ANOS DO 25 DE ABRIL DE 74

MIGUEL CALHAZ APRESENTA “ContraCantos” AO VIVO EM ABRIL:
RELEITURAS E REINTERPRETAÇÕES DE TEMAS DOS MAIORES CANTORES DE ABRIL:
ZECA AFONSO, FAUSTO, JOSÉ MÁRIO BRANCO, ADRIANO E SÉRGIO GODINHO

O músico e compositor Miguel Calhaz lançou recentemente o seu novo CD, “ContraCantos”, que constitui uma homenagem, por um lado ao 25 de abril de 1974, no ano em que se comemoram os 50 anos da revolução dos cravos e, por outro, também uma homenagem a alguns dos nomes maiores que cantaram abril.

Recorrendo apenas ao contrabaixo e à voz, Miguel Calhaz revê e re-interpreta temas de Zeca Afonso, Fausto Bordalo Dias, José Mário
Branco, Adriano Correia de Oliveira e Sérgio Godinho, percorrendo, nestes seus “ContraCantos”, temas marcantes da música popular
portuguesa, como sejam “Era um redondo vocábulo” ou “Maio Maduro Maio”, de Zeca Afonso, “Eu vi este povo a lutar ou “Mariazinha”, de José Mário Branco, “Porque não me vês” ou “Por este rio acima”, de Fausto Bordalo Dias, “Espalhem a notícia” ou “As horas extraordinárias”, de Sérgio Godinho e “Canção com lágrimas” ou “Erguem-se muros em volta”, de Adriano Correia de Oliveira.

Dando continuidade às apresentações ao vivo que tem vindo a efetuar de norte a sul do país, Miguel Calhaz irá realizar quatro concertos durante o mês de abril, associando-se, desta forma, às comemorações do cinquentenário da libertação de Portugal, da ditadura do Estado Novo.

Dia 7 de Abril ás 16:30h
Cine-teatro Stephens/Casa da cultura da Marinha Grande
espectáculo comemorativo dos 50 anos do 25 de Abril na Marinha Grande
Organização Associação José Afonso e  Associação Cultural e Recreativa da Comeira
Dia 14 de Abril às 17 horas:
Centro Social e Cultural de Horta
nome do evento é "Semear a Liberdade"
R. da Capela 18, 3800-715 Horta-Eixo/Aveiro
Organização Associação José Afonso - Núcleo de Aveiro
Dia 25 de Abril às 18:00
Pavilhão Multiusos das Devesas Altas/Oleiros
Âmbito das comemorações do 50.º Aniversário do 25 de Abril
Organização Município de Oleiros
Dia 30 de Abril às 21.30h
Casa da Cultura da Sertã
Âmbito das comemorações do 50.º Aniversário do 25 de Abril
Organização Município da Sertã.

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Novidades na loja de discos Vinyldisc

 Mike & The Mechanics 

Buddy Rich

Eurythmics

Frankie Goes To Hollywood

Ray Charles

Sabrina 

Al Di Meola, John McLaughlin, Paco De Lucia* 

T-Bone Walker 

Jerry Lee Lewis 

R.E.M. 

Alice Cooper 

Joni Mitchell 

Jimi Hendrix 

Elton John

U2 

La Bionda 

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https://Vinyldisc.pt 

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La Bionda (Banda Sonora do filme "Super Snooper).