sexta-feira, março 29, 2024

quinta-feira, março 28, 2024

Peça de Teatro / Dança - "O País de Abril"

 A companhia profissional de teatro Loucomotiva e a companhia profissional de dança Projecto D, anunciam a sua mais recente criação pela atriz e bailarina Clara Carvalho, um projeto que comemora os 50 anos do 25 de Abril inspirado numa ideia original de Leonor Barata.



Com a direção, encenação e coreografia de Clara Carvalho, curadoria de Leonor Barata e assistência de encenação de Daniel Lima, o elenco artístico conta com Daniela Claro, Gonçalo Babo, Daniel Lima e Clara Carvalho, direção musical e arranjos de Pedro Ferreira, operação e desenho de luz de Diogo Marques e operação de som Marta Bajouco. 



O musical “O País de Abril” encontra-se disponível para digressão, tendo estreia marcada para dia 6 e 7 de Abril no Teatro Loucomotiva em Taveiro, Coimbra.



SINOPSE



No ano em que se celebram 50 anos da Revolução dos Cravos, propõe-se um espetáculo sobre o acontecimento que mudou de forma irreversível a história de Portugal.

Uma celebração artística que marca o meio século do emblemático 25 de abril de 1974, uma performance de dança-teatro e canto, que imortaliza os momentos cruciais que “acordaram” Portugal. Esta produção representa uma jornada emocional que abrange cinco décadas, desde os suspiros silenciados pela ditadura, passando pelos ecos transformadores da revolução e culminando nos desafios pós- libertação.


Temáticas como a guerra colonial, a polícia política ou o lápis azul da censura serão transportados para o palco pelos corpos e vozes dos intérpretes, numa coreografia e diálogos simbólicos e canções que ilustram a opressão que pairava sobre a sociedade, o fervilhar do sangue de todos numa ânsia colectiva, a esperança que permeava o ar, a explosão da liberdade disfarçada de música, e a incerteza do depois até aos dias de hoje.


O imaginário de Abril encerra em si um enorme potencial coreográfico e teatral que Clara Carvalho com a curadoria de Leonor Barata exploram artisticamente ao mesmo tempo que partilham com o público grandes acontecimentos que deram lugar ao antes, ao durante e ao depois da revolução de 1974.


Uma experiência imersiva que convida o público a sentir a batida do coração da história, celebrando a liberdade em todas as suas formas, este espetáculo é uma viagem que transcende o tempo, recordando a coragem e a alegria, procurando reforçar o verdadeiro significado duradouro do 25 de Abril - a necessária e contínua busca pela Liberdade e Justiça.








SOBRE O ESPETÁCULO


UMA CELEBRAÇÃO DOS 50 ANOS DO 25 DE ABRIL DE 1974


Clara Carvalho, Leonor Barata, Daniel Lima e o coletivo de intérpretes querem que o espetáculo “O PAÍS DE ABRIL” não só retrate historicamente e simbolicamente o que foi o 25 de Abril de 74 como também funcione como alerta para uma reflexão coletiva sobre o que era, o que foi e o que é Portugal.


Inicia-se no período do Estado Novo, passando pela Revolução e culmina naquilo que é a nossa realidade atual.


Um espetáculo musical com quatro intérpretes onde cantam, dançam e se debatem através dum período riquíssimo culturalmente como foi o 25 de Abril, dançando a “Que força é essa?” de Sérgio Godinho e de José Mário Branco até ao palmilhar da “Madrugada que eu esperava” de Sophia de Mello Breyner, enquanto esquematizam aquele vai ser o verdadeiro assalto da madrugada de 24 de Abril de 74 ritmados pelo “Grândola Vila Morena” de José Afonso. Uma simbiose entre o período criativo e a história de Portugal.


Este projeto não pretende ser uma aula de história, pretende antes ser uma abordagem alternativa de uma temática que faz parte da história de Portugal e dar instrumentos e informações que posteriormente podem ser desenvolvidos em contexto de sala de aula, na mesa ao jantar ou até mesmo nos café com os amigos. 

Miguel Feraso Cabral - Single 'Pescosso"

 A consistência e o foco num único estilo de música é um dos mandamentos para não confundir e agradar os algoritmos dos serviços de streaming. Miguel Feraso Cabral faz o oposto com o avanço do novo single “Pescossso” (lançamento a 29 de Março).

Depois de “Deambul” (2023), álbum instrumental com guitarras e electrónicas em tom de banda sonora, e registos anteriores em linhas bastante experimentais, Cabral aponta agora para um álbum que navega numa espécie de pop avant-garde.

Em vez de uma identidade específica e coesa, este e os próximos temas a lançar, nesta série e futuro álbum, são construídos no seu estúdio caseiro sem um polimento perfeccionista, recorrendo a vários instrumentos que estejam à mão e que façam (ou não) sentido e a letras escritas em português onde por vezes se respira um certo humor irónico, ora subtil, ora simplesmente bizarro.

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https://miguelferasocabral.bandcamp.com/

Vera Bohl - EP "Carrossel"

 A pianista e compositora alemã Vera Bohl, radicada em Portugal, edita a 28 de março o seu EP de estreia "Carrossel". O mesmo dia em que se celebra o Piano Day


Com o lançamento do EP, "Carrossel", a talentosa pianista Vera Bohl redefine os limites da música contemporânea e da improvisação. Este novo trabalho marca um ponto expressivo na sua carreira, que explora a espontaneidade da música e mergulha profundamente no mundo do Piano a Solo.

 

Vera Bohl, original de Düsseldorf, traz uma abordagem única à improvisação, utilizando-a como ferramenta para explorar os limites da sua própria habilidade artística. Inspirada pela filosofia de que "a única coisa que temos é o agora", Vera Bohl mergulha num processo complexo de criatividade em tempo real, desafiando padrões transcendentais e criando expressões musicais únicas.

Vera Bohl conquistou o seu lugar no mundo da música por meio de uma carreira musical e académica abrangente. A sua formação em composição e arte em Londres, juntamente com o seu prémio "Creatives in Residence", destaca o seu compromisso e inovação na expressão musical.

"Carrossel" já está disponível em todas as plataformas digitais. 

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Spotify

Chris Pellnat - Album "Cairn"




"Cairn" é o mais recente álbum do músico e produtor de Nova York (Estados Unidos) Chris Pellnat

Chris Pellnat é um cantor e compositor radicado em Hudson, Nova York (EUA). Chris cria músicas melódicas e memoráveis usando instrumentação incomum, incluindo vibrafone, clarinete e dulcimer, além de guitarra, baixo, bateria e sintetizadores. Além de seu trabalho solo, ele toca guitarra na banda de rock de Poughkeepsie, The Warp/The Weft. Ele também faz parte da dupla Teeniest.

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https://resonatingwoodrecordings.bandcamp.com/album/cairn

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Músicos convidados:

 Bobby Sabella tocou bateria em “Child’s Play” e “Wandering Squandering”. Pete Toigo, que tocou com NRBQ e Natalie Merchant, tocou contrabaixo em “Ship on the Horizon”, “Maddening Muse” e “The Final Wager”.

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Fotos:

https://www.flickr.com/photos/47143718@N05/albums/72157694989941990/ 

Instagram:

https://www.instagram.com/chrispellnat/ 

Spotify: 

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3ehAoQfb7anSAYKW1LKoxV 

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O BMP agradece a comunicação do músico Norte Americano em Português correcto.

Muito obrigado!

Fica mais fácil!


quarta-feira, março 27, 2024

"A Kind of Best Of" - Vasco Moreira Gritali

BMP


 

Coala Festival Portugal

 

Coala Festival Portugal

Programação completa com Rita Vian e Céu

Marcado para os dias 1 e 2 de junho, no Hipódromo Manuel Possolo, em CascaisPortugal, o Coala Festival Portugal promete trazer uma experiência completa para o público, incluindo música, culinária e moda.

Nesta quarta-feira (24), num evento destinado à imprensa local, no Centro Cultural de Cascais, o Coala acaba de anunciar Céu e Rita Vian para fechar a programação desta primeira edição do festival em terras lusas. Jorge Ben JorBaianaSystemPongoEu.CLIDESGilberto GilCarminhoMayra Andrade e Rubel também estão no line-up.

Em 2024, o Coala Festival completa uma década de existência e, para celebrar, atravessa o oceano. A proposta desta primeira edição portuguesa é ampliar os horizontes e entregar um line-up que combina os acordes brasileiros com a música lusófona. Para isso, além de Gabriel, o Coala Festival Portugal convida também o músico e escritor angolano Kalaf Epalanga para a curadoria. Os bilhetes já estão disponíveis em formato individual e de passe de dois dias (clique aqui). 

Céu carrega influências tanto de música originalmente brasileira, como afrobeat, jazz e R&B. Com seis discos, dois EPs e três Grammy Latino - Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro e Melhor Engenharia de Gravação , com o álbum Tropix (2016) e em 2019 como Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com o disco APKÁ, principalmente com APKÁ! (2019), a artista fará um passeio pela sua discografia ao longo da sua apresentação no Coala Festival Portugal. Já a cantora e compositora portuguesa Rita Vian, irá apresentar um concerto do seu álbum de estreia SENSOREAL (2023). A artista foi vencedora dos Prémios Play na categoria Artista Revelação com o seu EP CAOS'A (2021) em 2022.

Além dos nomes já anunciadao, o Coala Festival Portugal também contará com um line-up de DJs que vão se dividir entre o palco principal e o Club Coala. Estão confirmados: Phephz, A Mamanus, DIDI, Ubunto, Patricktor, QUANT, Berlock, Tata Ogan, Guiselini, Indi Mateta, Pedro Bertho, El Nando e King Kami. “A nossa prioridade foi refletir a essência e a tradição do festival. Alinhamos essa visão com o momento extraordinário que a música global atravessa. Não podemos ficar indiferentes às migrações de artistas que transformam os locais que escolhem como lar, enriquecendo-os com a diversidade musical que carregam”, compartilha Kalaf Epalanga, que assina a curadoria do Coala Festival Portugal ao lado de Gabriel Andrade.

Comprometido em proporcionar uma experiência musical memorável, a primeira edição do Coala Festival Portugal é uma mistura única de talento nacional e internacional. O festival destaca-se no calendário musical com sua programação diversificada e nomes exclusivos.
Coala Festival Portugal também contará com oito pontos de culinária diversificada, área de descanso para o público, instalações cenográficas, loja oficial de merchandising Coala Festival, stand de discos e uma tenda VIP.
Podemos também destacar que o Coala Festival irá realizar duas noites em parceria com o MUSICBOX, com entrada VIP para os detentores de bilhetes do Coala até à 01h00. O evento terá ainda uma parceria com o programa Cartão Viver Cascais, que oferece 20% de desconto para os usuários do cartão.


LINE-UP CONFIRMADO:
Sábado (01/06)
- Jorge Ben
Jor
- BaianaSystem 
- Pongo 
- EU.CLIDES
- Rita Vian
Domingo (02/06)
- Gilberto Gil 


- Carminho
- Mayra Andrade
- Rubel
- Céu


Coala Festival Portugal 2024
Datas:
 1 e 2 de junho de 2024
Local: Hipódromo Manuel Possolo - Av. da República, 371 - Cascais - Portugal
Bilheteshttps://www.seetickets.com/pt/event/coala-festival-2024/hipodromo-manuel-possolo/2965168#op1 

Valores:
Passe 2 dias: 80€
Dia 01/06: Geral - 50€
Dia 02/06: Geral - 50€
Bilhetes VIPs:
VIP Passe 02 dias: 160€
Dia 01/06: VIP - 100€
Dia 02/06: VIP - 100€

SOBRE O COALA FESTIVAL
"O Coala Festival nasceu em 2014 com a proposta de ser um grande palco para a nova música brasileira em um contexto no qual a maioria dos festivais tinha foco em artistas e bandas internacionais. Viramos referência no Brasil e, agora, vamos levar essa identidade para Portugal com foco não apenas na música brasileira, mas na música em língua portuguesa como um todo, unindo as pontas do triângulo África, Portugal e Brasil" comenta Gabriel Andrade, sócio-fundador e curador do Coala Festival.
A proposta desta primeira edição portuguesa é ampliar os horizontes e entregar um line-up que combina a música brasileira com a lusófona. Para isso, além de Gabriel Andrade, o Coala Festival Portugal também conta com a curadoria de Kalaf Epalanga - músico e escritor angolano e um dos fundadores da banda Buraka Som Sistema, premiada com o MTV Europe Music Awards na categoria Melhor Artista Português. 

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Apoios:

Antena 1  

https://antena1.rtp.pt/


Antena 3 

https://media.rtp.pt/antena3/


RDP África

https://rdpafrica.rtp.pt/


Zigurfest regressa a Lamego em Julho 2024

 

Zigurfest anuncia novas datas 
Festival acontece entre os dias 24 a 27 de Julho em Lamego 

Mensagem da organização:

"É oficial: o ZigurFest está de volta a Lamego em 2024, de 24 a 27 de julho.
Durante quatro dias, celebraremos a região sob o signo da liberdade, uma ideia especialmente relevante neste ano em que comemoramos os 50 anos da nossa democracia. Traremos algumas das melhores propostas que o país viu surgir no último ano, abrangendo música, performance, pesquisa e dança, sempre com a comunidade local no centro das atividades.

Abrimos as portas da cidade para explorar as inúmeras possibilidades que Lamego oferece, prometendo concertos, residências artísticas, performances, momentos de dança, reflexão, encontros com a natureza e algumas surpresas especiais. Como sempre, a entrada será gratuita.

O programa completo do ZigurFest será divulgado em breve no site oficial www.zigurfest.com e em todas as nossas plataformas habituais."

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https://zigurfest.com/

terça-feira, março 26, 2024

BMP


 

Luís Capitão - Album "Vida Dupla"

 Agenda:


28 de Março/ Gala Associação Animais de Ninguém, Castelo Branco

19 de Abril/ Cabaret Voltaire Lounge, Caldas da Raínha

8 de Junho/ Festas Municipais, Reguengos de Monsaraz

24 de Julho/ Lota Cool Market, Portimão

25 de Julho/ Sunset Castelo, Silves




O álbum de estreia de Luís Capitão, Vida Dupla, a editar no dia 17 de Maio, surge com o tema “Malandrice”.

 

A música assenta numa estética sonora e melodias atrevidas, além-fronteiras, mas com muita alma portuguesa cantada pela guitarra de 12 cordas.

Acompanhado em todos os temas do álbum por Leonardo Pisco, a Malandrice que existe no entrosamento da Viola e da Guitarra Portuguesa está bem presente nesta música, feita para apelar a sensualidade esotérica que nos dá para dançar entre meditações.

Foi o último tema a ser composto para este Longa Duração mas é o primeiro a ser mostrado ao mundo.

 

O teledisco foi gravado na natureza, uma grande aliada de Luís e Leonardo para compor e trabalhar os temas, no fundo, tocar ao ar livre como forma de inspiração naquilo que os rodeia.

 

O vídeoclip foi realizado por João Mota, o mesmo criador do vídeo musical do tema “Soturna”, que dava nome ao EP de Estreia de Luís Capitão, enquanto L-Capitan, saído em 2023, e que foi uma premonição daquilo que vamos sentir ao ouvir este álbum. Um vídeo simples mas enérgico, permite a quem o vê perceber aquilo que é ver os músicos ao vivo, um espetáculo de génese simples, que é aquilo que pretendem, música sem filtros e pessoas a dançar.

 

Vida Dupla é o primeiro Longa Duração de Luís Capitão ao leme da Guitarra Portuguesa adocicada pela viola de Leonardo Pisco.

 

Vida dupla, a dualidade mundana em que vivem muitos autores. Entre vida familiar e laboral, muitos artistas mergulham no seu universo privado para construir a obra.

São 7 temas como os 7 mares deste mundo, do rap ao fado e instrumentais exóticos diferentes da estética associada à guitarra portuguesa. Experimentar para viajar, arriscar para fazer dançar, chocar para agradar, Luís Capitão e Leonardo Pisco agarram na tradição como veículo para a energia deste conjunto de músicas.

 

Com uma passagem pelo Got Talent 2024, chegando às semifinais, muitas actuações ao vivo, colaborações e 2 anos de árduo treino para dominar a técnica deste complexo instrumento, surge Luís Capitão com esta proposta mais madura e curada.

 

Luís Capitão, sempre acompanhado por Leonardo Pisco, pretende rumar a todos os cantos deste país à beira mar plantado. Iniciam a sua jornada ainda este mês de Março, no dia 28, no Cine Teatro Avenida, no evento de caridade Animal em Castelo Branco. Com muitas datas ainda por marcar, alguns temas do disco vão ser mostrados nas Caldas da Rainha, na sua casa habitual, o Cabaret Voltaire Lounge, dia 19 de Abril. Passam também pelo Alentejo em Reguengos de Monsaraz no dia 8 de Junho, no Trombone Jazz na Foz do Arelho dia 18 de Julho, em Portimão no dia 24 de Julho e em Silves, no seu lindo castelo, a 25 de Julho. Na capital e no norte do país, as miras das guitarras estão já apontadas aos seus alvos e em breve surgirão novidades e concertos nesses locais.

 

Para Luís Capitão e também para o Leonardo, as músicas são momentos eternizados. Entrem a bordo, vamos por eles e com eles passear.

 

https://instagram.com/luiscapitao_

Youtube Luís Capitão

https://instagram.com/leonardo.p1sco

 

Luís Represas - "Sagres"


 

Luís Represas ao vivo na SPA na rubrica "Contados e cantados"


 Dia 4 abril pelas 18h.

Autoria e apresentação de Carlos Alberto Moniz. No Auditório Maestro Frederico de Freitas.

Entrada por convite.

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O "BMP" agradece o convite mas não poderá estar presente.

https://spautores.pt

sábado, março 23, 2024

Mars County - Single "In our prime" + ao vivo

 Mars County apresentam o primeiro single de antecipação do álbum de estreia, a editar dia 24 de Maio. O tema “In Our Prime” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

 

Este é o primeiro single do disco intitulado Echoes Through Time, sendo um projeto muito especial para os Mars County por ser a sua estreia num longa duração. Gravado nos míticos BlackSheep Studios, em Sintra, a produção esteve a cargo do Francisco Dias Pereira (Keep Razors Sharp, Them Flying Monkeys).

 

“Esta canção é um olhar nostálgico sobre paixão e a vontade intrínseca de viver. É sobre aqueles momentos que nos definem, os pontos altos da nossa existência onde tudo parece alinhar quase de maneira perfeita. Tal como o processo de criação desta composição, onde sempre procurámos produzir algo que fosse imediato e intemporal.” refere Rui Gamito, vocalista.

 

O vídeo é realizado por Leonor Bettencourt Loureiro e é descrito como “Numa envolvente atmosfera cinematográfica, vemos o mar levar as memórias de um amor que afinal é capaz de durar e a promessa de uma tour que muito aguardamos.”

 

Inspirada pelas paisagens sonoras dos desertos americanos, esta banda tem a alma dividida entre Lisboa e o Texas. Os Mars County são David Vistas na guitarra principal, Francisco Miranda no baixo, teclas e coro, Ricardo Espiga na bateria e percussão, e Rui Gamito na voz e guitarra ritmo. Os seus membros já passaram por projetos como Miss Lava, Yardangs, They Must Be Crazy e Zebra. O rock, esse, é psicadélico como se quer.

 

Em 2023, os Mars County foram os vencedores do XXVII Festival de Música Moderna de Corroios e agora, Echoes Through Time, o seu álbum de estreia, vê finalmente a luz do dia. Echoes porque as canções, tal como ecos, ecoam no tempo e remontam a 2021. Em 2022, a banda lançou três singles, que também integram o disco, gravado nos Black Sheep Studios, em Sintra, com a produção de Guilherme Gonçalves (Keep Razors Sharp, Sean Riley, Sonic Boom).

 

“Após uma intensa viagem, ao longo de três anos, marcada por uma paixão inabalável pela música, estamos muito entusiasmados em partilhar o nosso álbum Echoes Through Time. Este álbum espelha toda a nossa evolução enquanto banda, tanto no estúdio, como na escrita de canções. É um orgulho imenso poder partilhar este esforço colectivo com ligação directa à nossa alma sonora.” explica Rui Gamito, vocalista.

 

As primeiras datas de apresentação deste disco, já estão marcadas e têm início no dia 6 de Abril no Titanic Sur Mer, em Lisboa, e no dia 10 de Maio no Capote Fest, em Évora. 

 

https://linktr.ee/marscountyband

 

MT. Rochi - Álbum "Não vá o Diabo apetece-las" + ao vivo

 



https://mtroshi.bandcamp.com/album/n-o-v-o-diabo-apetec-las 

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A banda Mt. Roshi apresenta hoje o álbum de estreia ‘Não Vá o Diabo Apetecê-las’ e anuncia concerto de lançamento no dia 6 de Abril no BOTA, em Lisboa. 


Este álbum é o resultado de um esforço coletivo de composição em diálogo aberto, que se apresenta como uma expressão de partilha e crescimento, intercalando entre o cansaço e a euforia, com influências do hip-hop, indie rock, punk, jazz e fusão.


"Não Vá o Diabo Apetecê-las" mergulha nas complexas dinâmicas mentais do quotidiano, marcado pela transição entre a juventude e a vida adulta. Através de uma série de trocadilhos com expressões populares da língua portuguesa que fazem referência ao diabo, as músicas do álbum exploram o esforço de adaptação do sujeito poético a uma maior consciência, especialmente no contexto pós-pandemia que nos forçou a olhar para dentro de nós mesmos, sem distrações externas.


Utilizando o símbolo do diabo como metáfora para os processos mentais, como ansiedade e depressão, e a sua influência na busca de individualidade no mundo contemporâneo, a música desafia a noção de uma dicotomia entre juventude e vida adulta. Ao invés disso, aborda questões universais através dos olhos de um jovem sujeito poético imerso num mundo que exige maturidade, estabilidade e conformidade, muitas vezes à custa da autenticidade e da jovialidade.


"Não Vá o Diabo Apetecê-las" incorpora a linguagem musical característica da banda, desenvolvida ao longo de uma amizade duradoura. Essa linguagem serve como uma ferramenta de comunicação terapêutica diante das incertezas do ambiente circundante e do crescimento pessoal dos integrantes.


Ao longo do álbum, são explorados temas como a rotina e a repetição (‘Ruivo Dourado’), o evitamento face a ciclos viciosos (‘Viscosa’ e ‘Salva Maria’), a ansiedade e o desapego irónico às questões sociais (‘Sporto’), o isolamento depressivo (‘Véu’ e ‘Despertador’), a luta com a inércia e a dificuldade na determinação do Eu (‘Olá’ e ‘Antes de Ires’), e a amizade, a abertura e a partilha como terapia face a todos estes dilemas (‘Advogados do Diabo’) como forma de enfrentar os desafios da vida. O projeto é uma representação musical de uma conversa entre amigos, onde são explorados os dilemas, inquietações e processos mentais que caracterizam o dia a dia.


Com a alternância entre duas vozes masculinas (João Melo e Francisco Teixeira), apoiadas por uma voz feminina (Carolina Monteiro), o álbum constrói um único sujeito poético ao longo de sua narrativa. Cada voz lírica contribui para a formação desse sujeito poético, representando as idiossincrasias artísticas, emocionais e intelectuais dos membros da banda, e resultando em uma representação vívida e autêntica das experiências compartilhadas e desafios comuns da vida.


O disco é distribuído pela One Level Up.  


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Alinhamento:

1. Não Vá o Diabo Apetecê-las

2. Véu 

3. Ruivo Dourado 

4. Antes de Ires

5. Despertador 

6. Olá 

7. Viscosa 

8. Mário Duarte 

9. Sporto 

10. Salva Maria 

11. Advogados do Diabo 

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FICHA TÉCNICA 

Letras – João Melo, Francisco Teixeira

Composição – Mt. Roshi


Bateria – Ricardo Oliveira

Guitarra, Voz – João Melo

Baixo, Voz – Francisco Teixeira

Voz - Carolina Monteiro

Teclados (Véu) – Tom Maciel

Synths – Mt. Roshi


Captação, Mistura – Bernardo Ramos

Produção – Mt. Roshi, Bernardo Ramos

Masterização – Guilherme Simões

Capa – Leonor Salavisa Teixeira 

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sexta-feira, março 22, 2024

BMP


 

Espiral - Single 'Pantagruel"

 Espiral lança nesta sexta-feira, dia 22, o novo single PANTAGRUEL, que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais de streaming, levantando, assim, um pouco mais o véu sobre o novo disco, a ser editado no final deste ano.


Com interpretação de Ana Clément (flautas de bisel), Emiliana Silva (violino) e Sara Vidal (harpa celta), este novo trabalho pretende conciliar o movimento, que tem vindo a crescer nos últimos anos, dos bailes folk e das danças europeias à denominada música celta, alternando entre reportório tradicional e composições próprias, como é o caso de PANTAGRUEL.

Com a habitual sonoridade acústica e instrumental do trio, PANTAGRUEL embala-nos no ritmo e convida-nos naturalmente à dança, sendo inspirado no ritmo an dro, uma das danças colectivas mais características e conhecidas da música tradicional da Bretanha (região localizada no noroeste de França e considerada uma das históricas nações celtas).

Todo o processo de gravação e de produção musical esteve a cargo de Quiné Teles no Estúdio Sótão da Velha. A gravação do videoclip foi realizada por Rui Russo no Centro Druídico da Lvsitânea, em Reguengos de Monsaraz, com o apoio da Assembleia da Tradição Druídica Lusitana. Uma edição Sons Vadios.

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Lenny Kravitz - Single "Human"


 

HUMAN É O NOVO SINGLE DE LENNY KRAVITZ
NOVO ÁLBUM, BLUE ELECTRIC LIGHT, SERÁ LANÇADO A 24 DE MAIO 


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A temporada de Lenny Kravitz está a todo vapor. Após um período de actividades intensas e que se tornaram virais e a sua imortalização no Passeio da Fama de Hollywood no início deste mês, o ícone retorna hoje com um single intitulado “Human”. Este novo single é o segundo lançamento do próximo álbum, “Blue Electric Light”, que será lançado a 24 de maio pela Roxie Records/BMG.

“Human”, que terá vídeo oficial em breve, é um corte que transborda energia otimista, inegavelmente catalisado pela fusão inimitável de Kravitz entre o rock 'n' roll ardente, o funk mais elegante e o pop cósmico. Um sino selvagem, riffs independentes e uma linha de baixo que balança a cabeça impulsionam o espírito ousado e barulhento da música, enquanto a sua voz ecoa no refrão: “Eu vim aqui para estar vivo. “Estou aqui para ser humano.” Apropriadamente, um gigantesco solo de guitarra eleva este novo hino de afirmação da vida a um crescendo final.

“Human” segue o single principal “TK421”, lançado em outubro passado e apresentando guitarras funk e sintetizadores analógicos robóticos num groove pronto para a pista de dança, acompanhado por um solo de saxofone e uma homenagem inteligente a Boogie Nights e Star Wars. O vídeo oficial amplifica o espírito livre da música e literalmente mostra-nos Kravitz como nunca o vimos antes. 

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Eterno. Explosivo. Romântico. Inspirador. De que outra forma caracterizar “Blue Electric Light”, o décimo segundo álbum de estúdio de Lenny Kravitz? Kravitz escreveu e gravou o projeto no seu estúdio nas Bahamas, e o seu domínio do rock 'n' roll e do soul é novamente demonstrado aqui. Uma força criativa implacável (Kravitz é músico, escritor, produtor, ator, autor, designer), ele continua a ser uma presença global dinâmica na música, arte e cultura.

“Blue Electric Light” apresenta-se assim como um conjunto apaixonante de canções que amplia esta distinção e é a mais recente contribuição para o mundo de um homem cuja música, para não falar do seu estilo singular, continua a inspirar milhões de pessoas em todo o planeta. No álbum, os talentos de Kravitz como escritor, produtor e multi-instrumentista são evidentes, tendo sido responsável por escrever e tocar a maioria dos instrumentos, acompanhado pelo veterano guitarrista Craig Ross. No final das contas, Kravitz criou 12 novas faixas que refletem o seu legado como pioneiro do género, mas também estão firmemente enraizadas na energia do século 21 e além. 

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SOBRE LENNY KRAVITZ
 
Considerado um dos músicos de rock mais notáveis do nosso tempo, Lenny Kravitz transcendeu géneros, estilos, raças e classes ao longo de uma carreira musical que se estende por mais de três décadas. Mergulhando nas influências do soul, rock e funk dos anos 60 e 70, o escritor, produtor e multi-instrumentista ganhou quatro prémios Grammy consecutivos e estabeleceu o recorde de maior número de vitórias na categoria "Melhor Performance Vocal".
 
Além dos seus onze álbuns de estúdio, que venderam 40 milhões de cópias mundialmente, este artista multidimensional também se aventurou no mundo do cinema, interpretando Cinna nos filmes de sucesso “Jogos Vorazes”. Kravitz também apareceu em filmes aclamados pela crítica como “Precious” e “The Butler”. A sua empresa criativa, Kravitz Design Inc., possui um portfólio impressionante de grandes projetos, incluindo propriedades hoteleiras, investimentos imobiliários, residências particulares e marcas de luxo lendárias como Rolex, Leica e Dom Perignon.
 
Em 2022, lançou a sua própria marca de bebidas ultraluxuosas, Nocheluna Sotol, um destilado da planta sotol nativa de Chihuahua, no México. Foi também reconhecido em 2022 pelo CFDA com o "Fashion Icon Award" pelo seu papel não apenas como um dos músicos de rock mais aclamados, mas também pela sua influência na moda. Kravitz também é autor de “Flash”, um livro com fotografias únicas do mundo do rock. A sua recente autobiografia, "Let Love Rule", entrou na lista dos mais vendidos do New York Times. Lenny lançou seu 11º álbum, “Raise Vibration”, em 2018. Actualmente é embaixador da marca YSL Beauty e o rosto global da sua fragrância Y. 

(Texto BMG para a Comunicação Social) 

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BMG


quinta-feira, março 21, 2024

BMP


 

"Hiding Place" - Vasco Moreira @Bandcamp

BMP


 Herman José - Um dos maiores humoristas de todos os tempos.

Festival Imaterial 4ª edição - De volta a Évora de 17 a 25 de Maio

 Festival Imaterial regressa a Évora para a sua 4ª edição:

de 17 a 25 de maio, a cidade transforma-se num local de transmissão de saberes e culturas entre diferentes povos e gerações 

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Mísia (Portugal), emmy Curl (Portugal), Ustad Noor Bakhsh (Paquistão), Cocanha (Occitania) e Emel (Tunísia), uma das vozes mais importantes da Primavera Árabe, são os primeiros artistas a integrar o cartaz deste evento que acaba de ser distinguido com o Prémio “Contribution to Equality” (Contribuição para a Igualdade) nos Iberian Festivals Awards 

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A nova edição do Festival Imaterial é anunciada num contexto especial uma vez que o evento acaba de ser distinguido com o Prémio “Contribution to Equality” (Contribuição para a Igualdade), na mais recente edição dos Iberian Festivals Awards.

O esforço que os organizadores do Festival Imaterial e toda a equipa têm realizado no sentido de criar e honrar essa igualdade, prolonga-se por mais um ano, sendo hoje anunciada a sua 4ª edição que se concretiza de 17 a 25 de maio, em Évora. 

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Esta edição pretende ter como foco as novas gerações, privilegiando, precisamente, a criatividade dos mais novos e o diálogo com clássicos, dentro dos seus variados estilos. Assim, pretendemos fazer jus ao prémio, que reflete o plano de igualdade que o programa do Imaterial tenta promover ao nível das diferentes geografias, dos estilos musicais, das idades, dos géneros. O festival é um espaço de liberdade, de criação de oportunidades, de defesa da livre circulação artística, presta tributo a músicos imigrantes, à experiência de viver longe de onde estão as suas raízes, à música que nasce destes artistas e que emerge nas suas comunidades. A programação deste ano sai em reforço destes princípios, mais que nunca, procurando ser uma base de referência para que possamos mobilizar todas as pessoas neste modelo de igualdade e princípios humanistas

- Carlos Seixas, Diretor Artístico Festival Imaterial - 

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Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora, partindo das mesmas referências associadas à Liberdade, Igualdade e príncipios humanistas, resume a programação do evento planeada para este ano da seguinte forma: “Imaterial, cumprindo Abril, promove a inclusão e a paz e transforma pela Cultura!”

A programação desta edição volta a realizar-se dentro e fora das muralhas da cidade e inclui propostas de áreas culturais diversificadas como música, cinema, conversas, conferências, visitas a lugares de memória e património e atividades dirigidas a crianças e famílias. Em 2024, o Festival Imaterial reforça, também, a parceria com a IN2PAST que, nesta edição, vai coincidir com a primeira Escola Doutoral / Boot Camp In2Future de 18 a 24 de maio.

As primeiras confirmações desta edição estão associadas à programação musical do evento e incluem artistas nacionais e internacionais que, de alguma forma, se relacionam com o tema da Liberdade e o interpretam nas suas obras. 

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Pode parecer insólito visto do presente, mas há 30 anos, quando Mísia iniciou a sua carreira musical, o fado estava muito longe de ser um género que gozasse de popularidade. Menos ainda estava preparado para uma mulher pouco interessada em pedir a bênção a um meio, na altura, muito fechado e conservador. Sempre na vanguarda, em 2022, Mísia celebrou as três décadas de carreira com um tríptico intitulado Animal Sentimental: um novo álbum; um livro da sua autoria, em que conta episódios da sua vida profissional e pessoal; e um concerto, que a cantora trará ao Imaterial, em que essas histórias se cruzam com a música, encenado por Tiago Torres da Silva.

De uma outra geração, emmy Curl, Catarina Miranda (de seu verdadeiro nome), dedica-se a uma pop feérica que, com os anos, se tem aproximado cada vez mais das raízes do folclore português. Sem qualquer romantização da ancestralidade ou do interior, esta é uma música que junta, com naturalidade, a vontade de proximidade com a natureza, a gramática de uma música indie global e uma voz que é de todo o lado sem ver nisso qualquer motivo de embaraço. Se há coisa que emmy Curl aprendeu, desde cedo, é que a liberdade está aí para ser usada. 

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De outros pontos do globo, chegam a Évora artistas como Ustad Noor Bakhsh (Paquistão), músico que quase aos 80 anos realizou a sua primeira digressão internacional. Editou o seu primeiro álbum, Jingul, em 2022, e o súbito sucesso levou a que, no ano passado, actuasse em festivais como Roskilde e Le Guess Who?, e na maior feira profissional dedicada às músicas do mundo, a Womex.

Depois dos San Salvador e dos Barrut, o Imaterial volta a receber em 2024 uma das mais fascinantes formações da riquíssima música da Ocitânia. Se a tradição da região do sul de França assenta sobretudo na relação entre cantos polifónicos e percussões com uma energia capaz de levantar os mortos, não acontece de forma diversa com as Cocanha. Com a particularidade, no entanto, de tudo acontecer em torno das vozes inebriantes de Caroline Dufau e Lila Fravsse, a que as duas juntam todo o tipo de elementos rítmicos, os pés castigando o chão, as palmas impulsionando o andamento. 

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O primeiro grupo de confirmações do Festival Imaterial inclui Emel (Tunísia), uma das vozes da Primavera Árabe e diretamente ligada à luta pela Liberdade. Em Janeiro de 2011, no meio de uma manifestação na Avenida Bourguiba, rodeada de milhares de outros protestantes, Emel levantou-se e começou a cantar a cappella “Kelmti Horra” (a minha palavra é livre), no centro da capital tunisina. Os telemóveis e as câmaras por perto não deixaram que o momento se perdesse e, num ápice, a canção tornou-se um hino da Primavera Árabe e Emel passou a ser uma das vozes mais importantes de uma juventude revoltosa e disposta a lutar nas ruas por regimes mais democráticos no mundo árabe. Em 2023, em Nova Iorque, voltou a fazer da sua música um acto político, ao gravar MRA, um álbum 100% feminino e uma ode às mulheres.

Nas palavras de Francisco Madelino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação INATEL, entidade que em 2024 renova a sua parceria com o Município de Évora, na coorganização do IMATERIAL, “No ano em que se celebram os 50 anos da Revolução dos Cravos e do estabelecimento sonoro das liberdades de expressão e em que Évora inicia o seu caminho para assumir o compromisso de ser Capital Europeia da Cultura em 2027, urge desenhar este mapa identitário que nos acolhe e conforta, mas que nos diferencia e estabelece diálogos e encontros entre povos e culturas em prol de um diálogo livre, aberto e esclarecido e do respeito pelo outro e da sua forma de ser e estar no mundo”.

Este ano o Festival volta a apostar numa nova imagem para a 4ª edição, que será apresentada com a programação completa e anúncio de todo o cartaz fechado muito em breve.

O Festival Imaterial na passada edição contou com mais de 6 mil espectadores. Este ano é objetivo crescer em visitantes e participantes nas diversas secções do festival, reafirmando o Imaterial como um ponto de encontro, neste que é um dos eventos inscritos no programa geral da candidatura vencedora de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027, no ano em que se comemoram os 50 Anos do 25 de Abril.

O Festival Imaterial é uma organização do Município de Évora e da Fundação Inatel, com produção executiva da Gindungo e direção artística de Carlos Seixas. 

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Apoios: 

INATEL

Câmara Municipal de Évora

Évora - Capital Europeia da cultura 2027 

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Gentílico
Eborense
Área
1 307,08 km²
População
53 591 hab. (2021)
Densidade populacional
41 hab./km²
N.º de freguesias
12
Presidente da
câmara municipal
Carlos Manuel Rodrigues Pinto de Sá (PCP-PEV, 2021-2025)
Fundação do município
(ou foral)
1166
Região (NUTS II)
Alentejo