quinta-feira, setembro 24, 2026

DANÇAS OCULTAS | Digressão Mundial, Concerto na Gulbenkian e novo Website official


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Danças Ocultas em digressão mundial com "Inspirar": concerto na Gulbenkian e novo site oficial assinalam momento de forte projeção global.

 

Com 37 anos de carreira, dez discos editados e uma presença incontornável no circuito global da World Music instrumental, os Danças Ocultas continuam a reinventar a concertina pelos palcos do mundo. O quarteto inicia em outubro de 2026 uma digressão internacional de apresentação do seu mais recente álbum, Inspirar, que arranca no Canadá com 11 concertos pelas províncias do Quebeque e Ontário. A viagem segue em novembro para a China, com duas apresentações agendadas em Dunhuang, culminando o ano no regresso a Portugal a 28 de novembro com o espetáculo FLÚMEN no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa — uma data que contará com conteúdos especiais. Para 2027, a internacionalização prossegue em março com uma digressão de 6 concertos na Bélgica.

Para acompanhar este momento de forte projeção global, a banda lança o seu novo website oficial. Totalmente renovado, o novo design reflete a sofisticação visual e a identidade contemporânea que marcam esta etapa internacional dos Danças Ocultas, oferecendo ao público uma plataforma moderna e intuitiva para acompanhar todas as datas, novidades e a dinâmica da sua agenda mundial.

 

DATAS DA DIGRESSÃO

 

CANADÁ — Inspirar Tour (Outubro 2026)

  • 09 OUT — Gaspé, QC | Centre de Création Diffusion de Gaspé

  • 10 OUT — Carleton-sur-Mer, QC | Quai des Arts Studio

  • 11 OUT — Carleton-sur-Mer, QC | Quai des Arts Studio

  • 15 OUT — Outremont, Montreal, QC | Théâtre Outremont

  • 17 OUT — Lévis, QC | L'Anglicane

  • 18 OUT — Shawinigan, QC | Maison de la Culture Francis Brisson

  • 21 OUT — Ottawa, ON | Théâtre Babs Asper

  • 22 OUT — Ste-Geneviève, Montreal, QC | Salle Pauline Julien

  • 23 OUT — St-Jérôme, QC | Théâtre Gilles-Vigneault

  • 24 OUT — St-Hyacinthe, QC | Centre des arts Juliette-Lassonde

  • 25 OUT — Granby, QC | Théâtre L'Aparté

CHINA (Novembro 2026)

  • NOV — Dunhuang (2 concertos — detalhes a anunciar brevemente)

PORTUGAL (Novembro 2026)

  • 28 NOV — Lisboa | Fundação Calouste Gulbenkian — Grande Auditório (FLÚMEN)

BÉLGICA— Inspirar Tour (Março 2027)

  • 10 MAR — Vilvoorde | CC 't Bolwerk

  • 13 MAR — Merelbeke | Cultuurhuis

  • 14 MAR — Borgerhout | De Roma

  • 17 MAR — Waregem | CC De Schakel

  • 18 MAR — Dendermonde | CC Belgica

  • 19 MAR — Halle | CC 't Vondel

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  • Novo Website

Festival Revoluções Curtas anuncia as 20 curtas-metragens em competição

A terceira edição do festival online da Filmin reúne novas vozes do cinema português, entre ficção, documentário, animação e experimental. As curtas-metragens estão disponíveis na plataforma de 24 de setembro a 24 de outubro.

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O Revoluções Curtas, festival online da Filmin dedicado à descoberta e promoção de novas vozes do cinema português, regressa para a sua terceira edição com uma nova seleção de curtas-metragens em competição.


Entre a ficção, o documentário, a animação e o cinema experimental, as 20 curtas-metragens da terceira edição do Revoluções Curtas partem de universos muito distintos para explorar temas como a identidade, a memória, o corpo, a família, a pertença, a fé e a relação com os lugares onde vivemos.


A infância e as relações entre gerações atravessam algumas das histórias mais íntimas desta seleção. Em O Amor Fez Uma Esfera, de Gabriel Andrade, Eduardo, um rapaz de oito anos obcecado pelo espaço, passa um fim de semana na casa do avô ausente. Também A Emancipação de Mimi, de Marcelo Pereira, parte do universo de uma criança para construir uma comédia sobre desejo, rebeldia e identidade. 

Em 24 Lagarteiros por Segundo, de Maria Durão, Diogo Costa e Miguel Candeias, são as crianças e jovens do Bairro do Lagarteiro, no Porto, que assumem o centro da narrativa. 


O corpo surge como território de descoberta, conflito e transformação em várias das obras selecionadas. Em O Tempo das Cerejas, de Clara Parente, Inês procura respostas para uma dor inexplicável e para a ausência de menstruação, deparando-se com um diagnóstico impossível que transforma a endometriose num universo fantástico e surreal. Já Espécies Férteis, de Francisca Neves, situa-se entre o drama e o experimentalismo. No silêncio do Alentejo, Maria entrega-se a uma experiência insólita que aproxima o seu próprio batimento cardíaco do dos cães. Em Peripécias no Espaço, de Caio Amado Soares, uma viagem espacial atribulada transforma-se numa metáfora para a transição e para as dúvidas associadas à identidade de género. E em Inheritance, de Mischa Andreski, Alice viaja de Londres para o Douro em busca da herança deixada pela mãe. 


A relação com os lugares e com as memórias que neles permanecem é outro dos fios condutores da seleção. Em Pássaro Azul, de Miguel Munhá, a tentativa de recuperar memórias transforma-se numa reflexão sobre a ansiedade e o trauma. Feitos de Betão, de canivete, constrói um retrato de Algueirão-Mem Martins a partir dos seus espaços, habitantes, histórias e memórias. Em Tempo Corpo Falha, de Rita Costa, a observação do quotidiano de uma família romani no Alentejo transforma-se num exercício sobre tempo, presença e olhar. 

Já Two Days and Two Nights, de Katarina Lanier, acompanha duas amigas que acampam junto ao mar durante dois dias e duas noites. Entre conversas, silêncios e cumplicidades, uma confissão sobre o passado traz à superfície segredos e mudanças numa amizade construída ao longo dos anos.

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A terceira edição do Revoluções Curtas inclui também várias obras que cruzam o quotidiano com o fantástico, a ficção científica e o cinema experimental. Not Yet, de Marta Bao, uma jovem engenheira desenvolve um serviço de cuidados personalizados que pretende melhorar a qualidade de vida através da tecnologia e da empatia; A Goiva, de Alexandre Amado, é um ensaio visual e sonoro de ficção científica que confronta a dimensão humana com a infinitude do tempo cósmico. Ultravioleta, de José Magro, cruza documentário e ficção científica numa história sobre abandono, memória e pertença. Em I Can See Jay There, de Miguel Domingues, animação e documentário encontram-se para retratar Jay Monte, antigo segurança de um bar em Amesterdão


A relação com a fé e com a memória histórica também marca algumas das propostas desta edição. Realizada em 16mm com película que restou de Grand Tour, de Miguel Gomes, Andar com Fé, de Duarte Coimbra, acompanha uma deambulação por Lisboa, pela memória e pelo luto. Em Êxtase, de Pedro Baptista, uma freira repete rituais numa tentativa de encontrar respostas para a dúvida que se instalou sobre o seu chamamento. 


Carnaval Canibal, de Inês Leal, regressa ao arquivo fotográfico da antiga Diamang, em Angola, para recontextualizar imagens produzidas durante as décadas de 1950 e 1960 no contexto do colonialismo português. 


A seleção inclui ainda propostas que exploram as possibilidades da própria linguagem cinematográfica. Estou a Sentir Qualquer Coisa, de Nuno Pimentel, parte do conceito de “imagem-tempo” de Gilles Deleuze para cruzar documental, ficção e experimentalismo. 


Coisas Sérias, de Laura Conceição, a câmara assume o ponto de vista de quatro garrafas de vinho durante uma festa entre amigos. A partir deste dispositivo, a curta acompanha uma noite em que o álcool, os conflitos e os acontecimentos inesperados se acumulam, dando às garrafas o papel de testemunhas silenciosas.


As 20 curtas-metragens estão em competição pelo Prémio do Júri, no valor de 1.000 euros, e pelo Prémio do Público, no valor de 750 euros.


De 24 de setembro a 24 de outubro, as 20 curtas-metragens da terceira edição do Revoluções Curtas podem ser vistas na Filmin.

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Filmin



Festival Lux Interior em Coimbra com três noites de música e novas bandas da cidade



A 7.ª edição do Festival Lux Interior, promovida pela Lux Records no ano em que a editora celebra 30 anos, acontece a 29 e 30 de outubro, no Teatro Académico de Gil Vicente, e a 5 de novembro, no Salão Brazil, reunindo projectos com diferentes percursos e dando palco a três novas bandas de Coimbra que serão editadas pela editora.


A Lux Records assinala este ano três décadas de actividade com mais uma edição do Festival Lux Interior, iniciativa que tem vindo a afirmar-se como um espaço de encontro entre diferentes gerações e percursos da música independente.


A 7.ª edição do festival acontece em três noites e dois espaços de Coimbra. O Teatro Académico de Gil Vicente recebe os primeiros dois dias, a 29 e 30 de outubro, seguindo-se o Salão Brazil, a 5 de novembro.


O programa cruza projectos com percursos já consolidados com bandas mais recentes, numa programação que acompanha também o trabalho de descoberta e edição da própria Lux Records.


A primeira noite, 29 de outubro, no TAGV, junta Duques do Precariado e Gata Surda. No dia seguinte, 30 de outubro, sobem ao palco Expresso Transatlântico e Voronet Blue.


A programação termina a 5 de novembro, no Salão Brazil, com Birds Are Indie e Gulag Motel.


As primeiras partes das três noites são asseguradas por Gata Surda, Voronet Blue e Gulag Motel, três projectos muito recentes de Coimbra que integram o trabalho de descoberta da Lux Records e que serão editados pela editora.


A Lux Records celebra 30 anos de atividade, três décadas em que se afirmou como uma referência incontornável da música independente portuguesa, dando palco a projetos que marcaram profundamente o panorama nacional, de Belle Chase Hotel a Tédio Boys, passando por The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders e Wraygunn, entre muitos outros nomes que ajudaram a definir a identidade sonora de Coimbra e do país.


Os bilhetes para as datas no TAGV serão disponibilizados em breve e os bilhetes para o Salão Brazil já estão disponíveis. 

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terça-feira, setembro 22, 2026

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 Bonnie Raitt 

Jorge Drexler | 13 MARÇO no Coliseu de Lisboa

 

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Jorge Drexler estreia-se no Coliseu dos Recreios, a 13 de março, para apresentar TARACÁ, o seu mais recente álbum.

 

Acompanhado por sete músicos e com uma nova conceção cénica, o cantor e compositor uruguaio leva a palco um espetáculo que reúne as novas canções e os temas que marcaram mais de três décadas de carreira.

 

Com a candombe uruguaio como fio condutor, TARACÁ cruza gerações geografias e linguagens musicais , colocando a palavra e o tambor no centro desse encontro.

 

O álbum dá continuidade a uma obra singular na música ibero-americana contemporânea, em que música, literatura e conhecimento dialogam e as letras se movem entre a poesia e a ciência.

 

Jorge Drexler foi nomeado em 8 categorias dos Latin GRAMMYs 2026, incluindo álbum do ano, canção do ano e gravação do ano.


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Post Patrocinado: Ainda há vagas para inscrições no Karaté do Vasco Da Gama F.C.R.

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sábado, setembro 19, 2026

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BOTA - Programação de 17 a 20 de setembro




BOTA




Programação na sala lisboeta de 17 a 20 de Setembro


a picture of a piano keyboard with the title piano day on it







A semana de 17 a 20 de setembro no BOTA leva-nos, uma vez mais, a diferentes latitudes musicais mas acima de tudo, à celebração do sexto aniversário deste espaço cultural.




E não poderia começar de melhor forma do que a estreia de um espetáculo a solo de uma conceituada artista brasileira (Josyara dia 17) e a apresentação oficial de um novo disco português (Orca dia 18). O dia 19 de setembro está dividido em duas partes distintas: de tarde a exibição de curtas metragens independentes nacionais e internacionais e, à noite, o concerto dos My Darling Clementine.




Eis que a 20 de setembro se celebram seis anos de atividade cultural do BOTA.








Destaques da Semana






My Darling Clementine


O que começou como um projeto paralelo de Michael Weston King e Lou Dalgleish, uma homenagem intensa aos duetos country clássicos dos anos 60 e 70, My Darling Clementine brotou e floresceu, chegando a engolir as suas carreiras.




Em doze anos, lançaram seis álbuns aclamados pela crítica, uma coleção de DVD e realizaram mais de mil concertos em todo o mundo. Os inúmeros prémios e reconhecimentos conquistados colocaram a banda na vanguarda da crescente cena “Americana”.






6º aniversário


Para esta celebração teremos às 18h00 um concerto na esplanada com o Quarteto Achillea num concerto dedicado às raízes e à memória musical. Com especial destaque para a música portuguesa e o fado, o programa revisita também a música de Abril e o recente trabalho desenvolvido pelo quarteto em Cabo Verde, incluindo a interpretação de “Sentimento”, de Dona Tututa.




Às 21h00, contamos com a participação de Idiotheque, um colectivo que tem vindo a conquistar público com concertos imprevisíveis, cheios de energia, interação e teatralidade, onde tudo pode acontecer. Com “Space Age”, os Idiotheque continuam a expandir o seu universo sonoro e performativo, convidando o público a entrar numa nova dimensão rítmica e coletiva.




Além dos concertos, também recebemos a inauguração da exposição “Como Pendurar um Padrão“ d’ OzeArv, em que apresenta o culminar de anos de uma linguagem construída na relação com a rua, com o mural e com a arquitetura.


                                                                                                                                                                                                                                                       


Programa de 17 a 20 de setembro




Data: 17 de setembro




Artista/Nome do espetáculo: AVIA Acústico


Horário: 21:00






Data: 18 de setembro




Artista/Nome do espetáculo: ORCA + Sallim


Horário: 21:00






Data: 19 de setembro




Artista/Nome do espetáculo: My Darling Clementine


Horário: 21:00






Data: 20 de setembro




Artista/Nome do espetáculo: 6º aniversário do BOTA


Horário: 16:00




O que é a BOTA?




A BOTA (Base Organizada Toca das Artes) nos Anjos tornou-se num dos mais importantes pólos culturais da capital, organizando eventos como concertos, noites de poesia, cinema/documentários e até mesmo workshops variados. Criou também um próprio festival de world-music (do qual falaremos atempadamente) e é parceiro do Festival Emergente.

Roger Taylor Violence Insane In A Beautiful World


 

Roger Taylor
Violence Insane In A Beautiful World


Violence Insane In A Beautiful World is the brand new studio album from Roger Taylor, legendary Queen songwriter, musician & singer.

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Miles Davis & John Coltrane The Complete Columbia Recordings 1955-1961

 

The Multiple Grammy-Winning Set Returns To Vinyl & CD in a 9LP and 6CD sets, for first time in Over 25 Years in Honor of Davis And Coltrane 2026 Centennials. In addition to the full 9LP and 6CD set, there will be a breakout double LP titled The Best Of Miles Davis & John Coltrane (1955-1961), a set that collects highlights from the some of the greatest albums in jazz history:

‘Round About Midnight, Milestones, Someday My Prince Will Come, and Kind of Blue.

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Links

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Legacy Recordings

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Sony Music

Bob Dylan The Rolling Thunder Revue: The 1976 Live Recordings

 


The box includes 381 tracks, 371 of which have never been released, plus a booklet with liner notes by Mikal Gilmore and rare photographs. A standalone 3LP set of the complete Fort Worth, TX performance, remixed from the original multi-track tapes, will also be available.

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Links

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Legacy Recordings

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Sony Music



Cyndi Lauper True Colors: 40th Anniversary Expanded Edition Pre-order

 


To celebrate 40 years of True Colors, Cyndi Lauper is releasing a deluxe edition of on a 2LP format that will feature a never before released track and select tracks from her Live at Le Zenith Paris show in 1987.

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Links

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Legacy Recordings

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Sony Music


quinta-feira, setembro 17, 2026

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 Phil Collins

THE MONEY MAKER - O FALSIFICADOR | Estreia 15 outubro


 REALIZAÇÃO Jean-Paul Salomé

PAÍS França

DURAÇÃO 128’

GÉNERO Drama

LÍNGUA Francês

ANO 2025


ESTREIA 15 Outubro


SINOPSE

Jan Bojarski, um jovem engenheiro polaco, refugia-se em França onde utiliza os seus dotes para fabricar documentos falsos durante a ocupação alemã. Após a guerra, vê-se limitado a pequenos trabalhos mal remunerados… até ao dia em que um gangster lhe propõe utilizar o seu talento para fabricar notas falsas. Começa então uma vida dupla, até entrar na mira da polícia. Baseado numa história verídica.

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Films4you


Lovedust - "Life goes on"


 

O jazz de Manuel Linhares à consideração dos Grammys

O vocalista e compositor português Manuel Linhares alcançou um marco de projecção internacional na sua carreira com o seu mais recente trabalho, Atlântico (2026), que se encontra em consideração para as nomeações dos 69.ºs GRAMMY® Awards (2027).


Nascido nos Açores e criado no Porto, Manuel Linhares cruza o jazz contemporâneo e a identidade lusófona com as influências do Atlântico. Após anos a desenvolver o seu trabalho em Portugal e através da sua ligação com a música brasileira, a mudança de Manuel Linhares para Nova Iorque abriu outro capítulo na sua relação com o jazz, aproximando-o diretamente dos músicos e da cena de jazz contemporâneo da cidade, Atlântico é o resultado dessa travessia. — um disco que conta com os arranjos e colaboração do compositor brasileiro António Loureiro. "Gravado no Studio 42, em Williamsburg, o álbum reúne músicos de destaque da cena nova-iorquina, incluindo Or Bareket, Glenn Zaleski e Keita Ogawa, com a participação especial de David Binney. Conta ainda com os músicos portugueses Gil Silva e Hugo Caldeira, reforçando a ligação atlântica do projeto."


O álbum concorre à consideração dos membros da Academia da Gravação nas seguintes categorias:


Álbum of the Year — Atlântico


Best Jazz Vocal Album — Atlântico


Best Arrangement, Instruments & Vocals — “Impérios da Devastação” (Arranjo de António Loureiro)


A aclamação do disco tem sido global, marcando presença em programas de rádio especializados — como o World of Jazz, o Allston Boylston (KUCI FM, Califórnia) e o Jazz Crumbs (Bemowo FM, Polónia) — e reunindo elogios rasgados da crítica internacional em múltiplos continentes:


 


“One of the best albums of the year.”


Japão, Note.com Manabu Ishigooka, Japão


 


“A strong work in which Portuguese musical lyricism, Brazilian-derived rhythms and harmonies, contemporary jazz improvisation and experimental textures naturally come together.”


Musica Terra, Japão


 


“One of the best releases of 2026 so far.”


La Montaña Rusa Radio Jazz, Espanha


 


“A work worthy of attention within the current trends of contemporary European jazz.”


Milliyet Sanat, Turquia


 


“The album breathes nostalgia, but also possibility.”


Jazz in Family, Italy


 


“The sound of a life stretched between two edges: the urgent, electric pulse of New York … and the quiet gravity of Porto.”


World of Jazz, UK


 


Ao unir improvisação moderna, arranjos sofisticados e a profundidade poética da lusofonia, Atlântico consolida-se como uma das edições de maior relevância no panorama do jazz vocal contemporâneo. 

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Website

quarta-feira, setembro 16, 2026

terça-feira, setembro 15, 2026

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 Silvestre Fonseca - "Balada da Solidao"

Como foi Ronnie Wood em Lisboa


 A comunicação social Portuguesa diz que o Ronnie ainda tem muito para dar.

E é verdade.

Um concerto espetacular no coliseu de Lisboa.

Aqui com um músico Catedrático Português:

Silvestre Fonseca 


segunda-feira, setembro 14, 2026

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 The Rolling Stones (Richards + Ronnie)

Ronnie Wood - "It's only rock 'n' roll" - Live


 

CRASH nos cinemas a 1 outubro

 


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30 anos depois da estreia em Portugal,


o filme de David Cronenberg regressa às salas de cinema a 1 de outubro.




Um dos maiores êxitos da carreira de David Cronenberg e, também, um dos seus filmes mais controversos e polémicos. Adaptado do romance de J.G. Ballard, “Crash” é um filme demencial sobre o fascínio do sexo e da morte sobre rodas. Trata-se de uma macabra visão sobre a combinação entre erotismo e mutilação, autodestruição calculada e desejo sexual, morte violenta e acidentes rodoviários.


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REALIZAÇÃO David Cronenberg

PAÍS Canadá

DURAÇÃO 100’

GÉNERO Drama

LÍNGUA Inglês

ANO 1996


SINOPSE

James Ballard (James Spader), um produtor de filmes publicitários, tem um grave acidente de viação ao colidir com outro automóvel, que resulta na morte do outro condutor e deixa a mulher dele ferida. No hospital, Ballard perde-se e volta a encontrar Helen Remington (Holly Hunter), a viúva da vítima mortal do acidente. Na sua companhia conhece Vaughan (Elias Koteas), um cientista e fotógrafo fascinado pela beleza erótica dos ferimentos e das mutilações originadas por acidentes de viação. Ballard começa por se sentir curioso em relação a Vaughan e às suas ideias de recriar acidentes célebres, como o que vitimou James Dean. E, a pouco e pouco, deixa-se contagiar pelo erotismo que emerge da insólita combinação.

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Instagram / Films4you


domingo, setembro 13, 2026

Ópera La Vera Costanza, 200 anos depois volta aos palcos - 3 outubro 2026

 

 

A ópera La Vera Costanza volta aos palcos após 200 anos


Play

 


Mais de 230 anos depois, uma ópera portuguesa do século XVIII voltará a ouvir-se em palco. 


O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe a estreia moderna de LA VERA COSTANZA, de Jerónimo Francisco de Lima (1743–1822), no dia 3 de outubro de 2026, às 18h00. numa produção do Laboratório de Ópera Portuguesa (LOP) que devolve ao público mais uma obra do património lírico nacional.



Estreada originalmente em 1785, no Teatro de Salvaterra, durante a temporada de Carnaval da corte, LA VERA COSTANZA regressa agora na versão em dois atos, apresentada em 1789 no Palácio da Ajuda, por ocasião das comemorações do aniversário do Príncipe D. João, futuro Rei D. João VI.



Com libreto atribuído em algumas fontes a Francesco Puttini, também musicado por compositores como Joseph Haydn, a obra revela a atratividade que este enredo alcançou na Europa do século XVIII. A versão portuguesa de Jerónimo Francisco de Lima constitui, assim, um testemunho relevante do dinamismo e atualidade da criação operática nacional da época.



A recuperação de LA VERA COSTANZA resulta de um trabalho de investigação do investigador Diogo Gaio Chaves, realizado no âmbito do CESEM – Centro de Estudos em Música da NOVA FCSH, parceiro científico do LOP, concretizando os propósitos de promoção da investigação científica, criação artística e valorização do património musical português.



Entre intrigas familiares, equívocos e situações cómicas, LA VERA COSTANZA acompanha a história de Rosina, uma jovem peixeira que casa secretamente com o Conde Errico. Pouco tempo depois, é abandonada pelo marido e obrigada a enfrentar sozinha a maternidade. Determinada a impedir qualquer aproximação entre os dois, a Baronesa Irene, tia de Errico, procura casar Rosina com Villotto, um rico mas ingénuo camponês. O destino volta a cruzar os caminhos de Rosina e Errico, conduzindo a um inesperado reencontro.


 


A produção conta com a edição da partitura moderna de João Paulo Santos, a direção musical de João Tiago Santos, encenação de Jorge Balça e direção de arte de Nuno Esteves “Blue”, com a Orquestra Melleo Harmonia e um elenco constituído por Sofia Marafona (Rosina), Susana Gaspar (Baronessa), Inês Constantino (Conte), Joana Seara (Lisetta), Leonel Pinheiro (Ernesto), Christian Luján (Masino) e José Corvelo (Vilotto).


Os bilhetes encontram-se à venda na ticketline, entre os 20 e 35 euros.


Língua: Italiano (com legendagem em português) 

Duração: 120 minutos (com intervalo) 

Classificação etária: M|12 

Bilhetes: 25 a 35€ (à venda na www.ticketline.pt, bilheteira do Casino do Estoril e Cascais Visitor Center)

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Ficha Técnica e Artística 

Direção
JENNY SILVESTRE

ópera cómica
LA VERA COSTANZA

de Jerónimo Francisco de Lima (1743-1822)

Recuperação histórica
DIOGO GAIO CHAVES
Edição musical
JOÃO PAULO SANTOS

Direção musical
JOÃO TIAGO SANTOS
Encenação
JORGE BALÇA
Direção de arte
NUNO ESTEVES (BLUE)


ORQUESTRA MELLEO HARMONIA

 

Elenco

SOFIA MARAFONA Rosina
SUSANA GASPAR Baronessa
INÊS CONSTANTINO Conte
JOANA SEARA Lisetta
LEONEL PINHEIRO Ernesto
CHRISTIAN LUJÁN Masino
JOSÉ CORVELO Vilotto


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sexta-feira, setembro 11, 2026