sexta-feira, maio 19, 2023

Bárbara Bandeira, HMB e Luís Represas garantem animação na feira de vinhos de Alijó

 



 O Município de Alijó regressa aos grandes eventos de promoção do território com mais uma edição da Feira Vinhos e Sabores dos Altos, que terá lugar de 16 a 18 de junho, no Parque da Vila de Alijó. Bárbara Bandeira, HMB e Luís Represas, que vai atuar com a Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua, garantem a animação durante as três noites da maior montra de divulgação dos vinhos e sabores do Planalto de Alijó.

A Feira vai contar com a presença de 50 produtores que vão promover os melhores vinhos do Concelho, mas também os mais reconhecidos produtos locais como o azeite, o pão, a bola de carne, o mel e outros. A Feira dos Vinhos e Sabores dos Altos associa a promoção dos vinhos à gastronomia, harmonizando provas de vinhos tintos e brancos comentadas por especialistas com sessões de showcooking dedicadas a tapas e petiscos que podem ser acompanhados com um copo de vinho. 

O programa inclui o Concurso “Escolha de Imprensa” que irá selecionar os melhores Vinhos dos Altos. Haverá também uma zona de restauração típica, onde será possível provar petiscos da região. A Feira dos Vinhos e Sabores dos Altos é um evento âncora da programação do “Douro - Cidade Europeia do Vinho 2023”.

https://www.instagram.com/municipioalijo/ 

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Elogio à Profanação: David Revés leva à Fidelidade Arte um território entre o transcendente e o telúrico

 
Jacques Fabien Gautier D’Agoty, Anatomia das Mãos, in "Myologie Complette en Couleur Naturelle", 1764
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 Fidelidade Arte, Lisboa

VISITA DE IMPRENSA
25 MAI 2023
QUI 12:00

INAUGURAÇÃO
26 MAI 2023
SEX 22:00 - 24:00
Entrada livre

EXPOSIÇÃO
29 MAI - 1 SET 2023
SEG A SEX
11:00 - 19:00

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Profanar os corpos, profanar o Tempo, profanar a História. Profanações dá nome ao terceiro momento do ciclo Território, que conta com a curadoria de David Revés e inaugura a 26 de maio, às 22:00, na Fidelidade Arte, em Lisboa, podendo ser visitada até 1 de setembro, e estará de 30 de setembro a 14 de janeiro, na Culturgest Porto. Numa apropriação do título do livro homónimo de Giorgio Agamben, Profanações pretende avaliar criticamente os ideais racionalistas de Progresso e sua maquinaria de mobilização cinética sob os quais as sociedades ocidentais se têm orientado.
 
A exposição conta com obras de: Albrecht Dürer, Annie Sprinkle & Beth Stephens, António da Silva, Christine Henry, Francisca Sousa, Igor Jesus, Isabel Cordovil, Jol Thoms, Mariana Gomes, Odete, Paulo Serra, Pedreira, Pedro Moreira, Plastique Fantastique, Rasmus Myrup, Sonja Alhäuser.

A inauguração terá uma performance inédita de Pedreira. O coletivo portuense fará uma apropriação e releitura da prática ritual e ancestral da queimada galega. Inicialmente ligada a uma tentativa de afastamento dos espíritos e bruxas, a queimada de Pedreira ativará um ritual performático em torno da desconstrução do esconjúrio original da queimada galega, num tom subversivo, feminista e ecológico.
 
Profanações é o ensaio de Agamben que orienta o pensamento na prática curatorial de Revés nesta exposição. Filósofo com uma matriz de pensamento judaico-cristã, refere que a profanação vai além da ideia de destruir algo da ordem do sagrado e do religioso. Ainda que o possa ser, Agamben indica que o que é sagrado ou religioso está em diversas esferas da vida que podem não ser tão benéficas quanto julgamos serem e o que a profanação faz, como nos indica David Revés "é abri-las, reconstitui-las, reconfigurá-las, re-ordená-las numa espécie de poder de uso sobre as coisas. Não é um poder de propriedade, mas das coisas existirem num espaço de liberdade e troca incessante com tudo e com todos".

Afirmando a profanação enquanto gesto especulativo que possibilita a criação de novos horizontes para pensar e fazer-mundo, esta exposição reúne obras de diferentes origens, propondo distintas modalidades de pressionar a História e suas expectativas normalizadoras, assim como procurando exaltar todas as materialidades — esquecidas, presentes e futuras — que existem no seu interior.

Profanações propõe conduzir quem a vê por territórios estéticos situados entre o transcendente e o telúrico, convocando produções oriundas da religião, bruxaria, sexualidade, adivinhação, entre outras, que se afirmam como formas de contrariar dispositivos de controlo, rigidificação e previsão da experiência. 

A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada de segunda a sexta, das 11:00 às 19:00.


Sobre David Revés

David Revés [1992, PT] é curador independente, escritor e investigador. Vive e trabalha entre Portugal e a Suécia. Tem um mestrado em Estudos Artísticos (FBAUP) e uma pós-graduação em Ciências da Comunicação — Culturas Contemporâneas e Novas Tecnologias (FCSH — UNL). É fundador do Metanoia, um projecto nómada que organizará, a partir de 2024, um programa de exposições, seminários e publicações em torno de narrativas de extinção e linguagens especulativas. Enquanto curador, desenvolveu projetos expositivos para diversas instituições, tais como: Associação Alfaia, Loulé; Fundação DIDAC e Igrexa da Universidade, ambas em Santiago de Compostela; Casa da História Judaica, Elvas; Museu Municipal de Faro; e Galeria Uma Lulik__, Appleton, Fundação Leal Rios, entre outros. Desenvolve regularmente uma atividade crítica e ensaística para revistas especializadas, publicações de artistas, edições académicas, palestras e seminários. Os seus textos foram já publicados na DARDOmagazine [Espanha], Floating Projects [China], ExibartMagazine [Italia], SUMAC Space [Médio Oriente] e BoCA blog [Portugal]. É colaborador regular da revista portuguesa Contemporânea.

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A propósito d'O Projeto Invisível, a revista sonora da Culturgest, dedicado à temporada fevereiro-agosto, Claudia Sobral falou com David Revés sobre apropriações, profanações e como o curador tenciona profanar também o seu território nesta exposição. A faixa da revista dedicada à exposição está disponível e pode ser ouvida no SoundCloud, YouTube, Spotify, Apple Podcasts. 

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https://Culturgest.pt

quinta-feira, maio 18, 2023

BMP

 

Keith Richards

 

José Afonso: Novas edições de "Enquanto há Força" e "Fura Fura"

 

Dando continuidade às reedições da obra musical de José Afonso, que em boa hora a editora Mais 5 se propôs levar a cabo, serão lançados, a 26 de Maio, dois álbuns que o genial cantautor gravou, onde doze das músicas foram compostas propositadamente para
peças de teatro, respectivamente “Enquanto Há Força”, de 1978 e “Fura Fura”, de 1979. Estamos, assim, perante mais uma (re)descoberta – em dose dupla - da visionária construção da música popular portuguesa que José Afonso nos ofereceu e continua a
oferecer.

Na noite de 25 de Maio, no Teatro A Barraca, terá lugar uma emissão especial de rádio, a partir das 21h, com entrevistas a Maria do Céu Guerra, actriz, encenadora e co-fundadora d’A Barraca, e também a João Mota, actor, encenador, professor e teatrólogo co-fundador d’A Comuna - Teatro de Pesquisa, no âmbito das suas partilhas dessa altura com José Afonso e da sua ligação ao teatro, especificamente com estes dois álbuns. No seguimento destas entrevistas, irão também estar presentes alguns músicos da nova
geração, que trabalham na actualização constante das tradições da música popular: Pedro Lucas e Lavoisier: Roberto Afonso e Patrícia Relvas. Uma pequena performance em formato “showcase” seguirá à emissão especial de rádio, no Teatro A Barraca.
O evento do Teatro A Barraca é de entrada livre, mediante confirmação de presença para: label@mais5.net

A opressão do forte sobre o fraco em “A excepção e a Regra”; O poder corrupto em “Guerras do Alecrim e da Manjerona”; A justiça social revolucionária em “Zé do Telhado”; A utopia igualitária em “Ocupação”. Temas tão atuais no Portugal do final da década de 70 como no de hoje, tão universais então como agora. Doze músicas feitas por José Afonso para aquelas quatro peças de teatro, doze
tiros certeiros no porta-aviões desigual, deprimido e desiludido que havia emergido das utopias do 25 de Abril.
Doze belíssimos temas incluídos nos álbuns “Enquanto Há Força” e “Fura Fura”, que vêm de novo a luz a 26 de Maio, em versão superiormente remasterizada e agora finalmente disponível nos três formatos (LP, CD, Digital), pelo selo Mais 5.
 
 
Apresentação, 25 de Maio, no Teatro A Barraca, a partir das 21h, com entrevistas a Maria do Céu Guerra
e também a João Mota.
Ao vivo, músicos da nova geração, que trabalham na actualização constante das tradições da música popular: Pedro Lucas e Lavoisier: Roberto Afonso e Patrícia Relvas.
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quarta-feira, maio 17, 2023

Rádios mais ouvidas (Portugal)

https://eco.sapo.pt/2023/05/16/radio-comercial-segue-na-lideranca-das-audiencias-rfm-atinge-o-seu-melhor-resultado/  

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1- Rádio Comercial

2- RFM 

3- M80 

4- Rádio Renascença

5- Antena 1

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Best Classical Guitars 2023: Add The Dynamic Warmth Of A Nylon Guitar To Your Collection


 https://www.guitarplayer.com/gear/best-classical-guitars 

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@Guitar Player 

Meu e Teu ao vivo dia 18 de maio (Tokyo) Lisboa

 


Spotify 


A banda de rock Meu e Teu toca dia 18 no Tokyo em Lisboa depois das 22:00.

Depois de terem editado o seu mais recente single O Tempo Passa a Correr há uns meses, os Meu e Teu regressam aos palcos e a Lisboa.

O Tempo Passa a Correr foi o primeiro avanço de um novo EP a editar este ano, que como nos conta Diogo Freire "em 2021, nós fomos para estúdio, gravar novos temas e ideias – as quais trazíamos do tempo de paragem da pandemia –, fomos trabalhar com o Miguel Marques nos Generator Music Studios. Foi uma experiência magnífica para o projeto e para a banda. O Miguel enquanto produtor e a trabalhar a produção, transmitiu-nos toda a sua experiência enquanto músico, e isso foi muito enriquecedor, foi muito bom para nós. Fomos gravar três temas, de entre os quais saiu este single  O Tempo Passa a Correr." 

Os bilhetes para este concerto podem ser adquiridos no local e tem um custo de €6.

Os Meu e Teu são compostos por:

Diogo Freire - Voz
Luís Ramos - Guitarra
Paulo Bispo - Guitarra
Joaquim Pequicho - Bateria
Aurélien Vieira Lino - Teclados
Pedro Teixeira - Baixo
 
O Tempo Passa a Correr já está disponível nas plataformas digitais.

A PROMESSA de António de Macedo chega em exclusivo à Filmin com a colaboração da Cinemateca Portuguesa

 Instagram

A PROMESSA de António de Macedo chega em exclusivo à Filmin com a colaboração da Cinemateca Portuguesa 
Em colaboração com a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, a Filmin recebe a versão digitalizada de A Promessa do cineasta António de Macedo, marcando a efeméride dos 50 anos do primeiro filme português oficialmente selecionado para o Festival de Cannes.

O filme estreia em exclusivo na plataforma 23 de Maio. 


FILME

A PROMESSA 
António de Macedo

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António de Macedo, um dos fundadores do Cinema Novo português, levou pela primeira vez Portugal à selecção oficial do Festival de Cinema de Cannes, há 50 anos atrás. Cineasta com obra contínua no campo do fantástico e o autor de alguns dos maiores sucessos de bilheteira do cinema nacional, Macedo tornou-se uma figura insólita e original no panorama do cinema português. 

Integrado do Plano de Digitalização do Cinema Português, a Cinemateca Portuguesa- Museu do Cinema realizou o processo de digitalização do filme A Promessa, a obra mais icónica do realizador que marcou o cinema português pela sua irreverência devido às temáticas abordadas e a forma de apresentação dos corpos no grande ecrã. 

A Promessa parte da obra teatral homónima de Bernardo Santareno e assenta num trabalho de investigação sociológica levado a cabo nas aldeias piscatórias em que decorre a acção, com produção do Centro Português de Cinema. 

Maria do Mar e o seu marido, José, são jovens recém-casados que vivem numa aldeia de pescadores, Palheiros de Tocha, entre Aveiro e Figueira da Foz. A sua intimidade é no entanto perturbada por um voto de castidade que fizeram em consequência de uma tempestade que provocou o naufrágio do barco do pai do José, que conseguiu salvar-se, ficando aleijado de uma perna. Ambos vivem em permanente tensão, originada pela presença do Labareda, um cigano recolhido pelo casal, na sequência de uma disputa em que foi esfaqueado.

Nenhum outro cineasta do Cinema Novo utilizou o cinema como ferramenta para fazer passar problemas e mensagens da sociedade. A Promessa ressalta uma dimensão social marcada no realismo documental das imagens da aldeia e dos pescadores e o confronto do cineasta com o tema da alienação religiosa, uma das constantes da obra de Macedo. 

O filme é o repositório de questões sexuais que constituem o eixo do mesmo, da impotência à necrofilia, passando pela violação. Alvo de grande polémica na recepção em Portugal, foi a primeira obra portuguesa a mostrar dois corpos nus.

Até 2025, a Cinemateca Portuguesa irá digitalizar mais de 1000 filmes portugueses de longa e curta-metragem, no âmbito do Plano de Digitalização do Cinema Português que já está em curso. Este projeto tem como missão levar o património cinematográfico às gerações actuais e futuras, e irá, certamente, transformar a nossa compreensão colectiva do Cinema Português, seja por restabelecer o acesso a filmes caídos no esquecimento, por recuperar obras conhecidas através da disponibilização de cópias digitais de qualidade, ou por fomentar novas sinergias de programação.

É neste contexto que surge a primeira colaboração da Cinemateca Portuguesa com a Filmin, celebrando em conjunto a diversidade de formas de partilha deste património com o público.


Sobre António de Macedo

Frequenta o liceu e a faculdade (Escola Superior de Belas Artes de Lisboa), onde se licencia em Arquitectura. Ainda estudante começa a trabalhar como desenhador na Câmara Municipal de Lisboa, onde depois permanece como arquitecto. Cineasta amador na sua juventude (em 16 mm e 8 mm), foi a partir de um desses filmes (“Ode Triunfal”, em 8 mm, sobre o poema de Pessoa) que consegue o patrocínio da Sociedade Central de Cervejas para o seu primeiro documentário industrial (“Verão Coincidente”, em 1963). Começa, de seguida, a rodar curtas-metragens para o produtor Francisco de Castro, com quem trabalha até 1974. Tendo abandonado a profissão de arquitecto em 1964 (para a rodagem de “Domingo à Tarde”, a sua primeira longa-metragem), dedica-se exclusivamente ao cinema a partir de então. Fundador das cooperativas Centro Português de Cinema (em 1970) e Cinequanon (em 1974), António de Macedo foi professor de Estética de Cinema no IADE e de Teoria e Prática de Realização Cinematográfica no Instituto de Novas Profissões (de 1970 a 1972). Duas décadas depois será professor de Análise da Imagem na Universidade Lusófona e de Realização Cinematográfica na Universidade Moderna. É o mais prolífico dos cineastas da geração do Cinema Novo.  

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Estreia
23 MAI

terça-feira, maio 16, 2023

Pedro e os Lobos - novo disco e concerto no Porto em junho


 Soundcloud 


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Pedro e os Lobos

Novo álbum a 2 de junho e concerto dia 11 no Novo Ático

Pedro e os Lobos editam o álbum Entre Estações a 2 de junho e uma semana depois, apresentam esse mesmo no palco do Novo Ático, ​ Porto, a 11.

Entre Estações é o quinto álbum de originais de Pedro e os Lobos, projeto iniciado pelo guitarrista Pedro Galhoz (Lovedstone e Plastica) em 2010 que logo cedo adoptou uma postura musical diferente das suas experiências anteriores, explorando os territórios da folk e rock vindos dos Estados Unidos da América. 

Em todos os discos de Pedro e os Lobos, ouvimos "algo de novo" (mantendo sempre um cunho pessoal vincado no som do colectivo). Em Entre Estações esse "algo de novo" é o uso de eletrónica a espaços em alguns dos temas, como por exemplo o single California.

Como nos diz Pedro Galhoz "este é um disco que mistura diferentes ambientes, que vão das influências do Rock Psicadélico do
 ​70 's ao New Folk. Assumido pela banda como um disco de estúdio, com tempo para experimentações, a banda recorre a novos elementos sonoros nunca usados anteriormente, como é o caso dos sintetizadores, loops e caixas de ritmos, que a par das guitarras criam aqui um somatório de canções repletas de ambientes e paisagens sonoras que nos submetem para um universo de viagem."

São estes novos temas inseridos em Entre Estações (assim como clássicos da banda) que vamos poder ver e ouvir ao vivo no concerto de dia 11 de junho no Novo Ático, na cidade do Porto. A acompanhar Pedro e os Lobos neste final de tarde, vai estar Kiko & The Blues Refugees. Dois concertos a não perder....

Os bilhetes podem ser adquiridos neste link.

segunda-feira, maio 15, 2023

BMP

 

Gilda

 

Siraiva - "Ninguém tem de saber"


 

D.R.Sax - "Eu não me esqueci"


 

Pat Metheny @Later - Jools Holland


 

Pat Metheny - Single "Ole & Gard" - Álbum "Dream Box"

 Pat Metheny lança álbum Dream Box


Ole & Gard é o segundo single
 
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Pat Metheny: Dream Box
BMG Modern Recordings

1. The Waves Are Not the Ocean
2. From the Mountains
3. Ole & Gard
4. Trust Your Angels
5. Never Was Love
6. I Fall in Love Too Easily
7. P.C. of Belgium
8. Morning of the Carnival
9. Clouds Can’t Change the Sky 

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Fotografia:  Jimmy Katz 

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BMG 



domingo, maio 14, 2023

Ian Hunter (C/ Ringo Starr) - "Bed of Roses"


 

BMP


 Ronnie Wood

Watch Mick Taylor Play This "Incredibly Resonant" 1958 Gibson Les Paul Standard With the Rolling Stones

 


@Guitar Player

https://www.guitarplayer.com/gear/1958-Gibson-Les-Paul-Standard-Mick-Taylor-Rolling-Stones

BMP

 

Keith Richards

 

STATUS QUO Dear John (BBC Top Of The Pops)


 

Compilação - Boo Boo Davis - The Trio 2008 - 2019

 



Entre 2008 e 2020 Boo Boo Davis, John Gerritse e Jan Mittendorp trabalharam intensamente com este trio. Juntos, eles fizeram muitas turnês; centenas de espetáculos ao vivo em mais de 20 países (da Lituânia aos Açores e da Noruega à Turquia). Eles se apresentaram em quase todos os principais festivais / clubes de blues (e jazz) da Europa (North Sea Jazz, Peer, Montreux, Amal etc.). Além da turnê ao vivo, eles gravaram e lançaram seis álbuns com todas as músicas originais. A música desses discos foi apresentada em várias séries de TV, filmes e comerciais como Suits, Sons Of Anarchy, Graceland, Resident Alien, The Recall, 911, Taken, Truth To Be Told, Marlboro, 5-Hour-Energy drink etc.) . Infelizmente, o covid mudou tudo e os fez parar muito repentinamente em 2020. Agora, 3 anos depois, eles decidiram deixar como está. Eles não estão ficando mais jovens e a turnê do jeito que eles fizeram é muito intensa (apenas 3 caras sem uma equipe de estrada). Então, em vez de investir mais dois anos tentando "colocar esse show (talvez) na estrada" novamente, eles preferem aproveitar as ótimas lembranças e fazer outras coisas. Foi uma grande aventura e ainda tem muita música boa. Neste álbum você encontrará 15 de suas faixas favoritas. A compilação está disponível em todas as plataformas de stream e download.

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Spotify 

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Black and Tan Records 

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