quarta-feira, dezembro 13, 2023

TEC - Peça "Os Protegidos"

 OS PROTEGIDOS é o novo espetáculo no TEC em acolhimento do grupo Teatromosca.


O TEC acolhe este espetáculo do grupo Teatromosca após a apresentação no Teatro Municipal Mirita Casimiro, há poucos anos, de A Trilogia Americana, um espetáculo por ano, reconhecendo o trabalho da companhia Teatromosca e a sua evolução coerente ao longo dos últimos anos.

"Os Protegidos", texto de Elfriede Jelinek, inédito em Portugal, baseado num acontecimento real - a presença em território austríaco, no final de 2012, de cerca de 100 refugiados de várias nacionalidades e em busca de asilo -, trata do modo displicente, cobarde e inadmissível como o Estado austríaco entendeu tratar esta trágica ocorrência, e o imediato e simultâneo enfurecimento de grupos de extrema-direita a propósito da presença em Viena desse conjunto de estrangeiros. O texto tem vindo a ser revisto pela autora, procurando, de certo modo, expandir o assunto da peça em direção a outros tempos da História da Humanidade, criando novas possibilidades de articulação com a matéria atual. O carácter reflexivo de todo o conjunto parece sustentar a ideia de que a humanidade pouco ou nada muda e não aprende com os seus próprios erros. Essencialmente a autora produz exposição de processos corruptores de que se servem os poderosos a nível mundial, fazendo uso da sua influência junto de outros, e a fim de alcançarem benefícios que de outro modo não teriam.

O espetáculo parte deste texto da aclamada autora austríaca, com tradução assinada por Anabela Mendes, que assume, igualmente, o papel de dramaturgista neste projeto, com encenação de Pedro Alves e banda sonora original, interpretada ao vivo pela violoncelista Joana Guerra. O trabalho assentará tanto sobre a linguagem e a desconstrução das convenções do drama (a unidade de tempo, lugar, ação, a fábula, as personagens, o diálogo etc.), criando invés uma espécie de orquestração de vozes, privilegiando ritmos e jogos de sonoridade musical e em que a linguagem entra em cena como “superfícies de texto”, seguindo algumas das noções do teatro pós-dramático de Lehmann, como refletirá sobre a heteroglossia proposta por Mikhail Bakhtin, a definição de chora para Julia Kristeva ou a teoria da presença defendida por Hans Ulrich Gumbrecht, expondo, de modo muito claro, um conjunto de questões políticas fracturantes que ensombra as sociedades contemporâneas.


OS PROTEGIDOS
de ELFRIED JELINEK

Tradução e Dramaturgia ANABELA MENDES
Direção Artística PEDRO ALVES
Banda Sonora original JOANA GUERRA
Cenografia PEDRO SILVA
Figurinos HELENA GUERREIRO
Direção de Movimento MARGARIDA BELO COSTA
Direção Vocal JOÃO HENRIQUES
Conceção de Vídeo e Realização RICARDO REIS
Direção Técnica e Desenho de Luz CARLOS ARROJA
Operação de Luz e Som DIOGO GRAÇA
Direção de Produção INÊS OLIVEIRA
Assistência de Encenação MARIA CARNEIR
Fotografia e Produção Executiva CATARINA LOBO
Produção TEATROmosca 
Coprodução TEATRO NACIONAL S. JOÃO e THEATRO CIRCO DE BRAGA

Interpretação FILIPE ARAÚJO, CIRILA BOSSUET, RAFAEL BARRETO, MILENE FIALHO, CAROLINA FIGUEIREDO E JOÃO PEDRO LEAL 

 Duração estimada: 280 m | Classificação etária: M/16 

TEATRO MUNICIPAL MIRITA CASIMIRO | 6ª e Sáb. 21h00 Bilhetes aqui.

terça-feira, dezembro 12, 2023

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Pianista Daniel Knox ao vivo em Coimbra

 

"Won't You Take Me With You is Knox in typically epic form, a suspenseful fusion of country-folk ballads and Twin Peaks cabaret." - Mojo

"Chasescene confirms Knox as a master storyteller, and is a record to settle into on dark nights" - The Guardian

No próximo dia 16 de Dezembro, às 18h, Daniel Knox apresenta-se em Coimbra, no Teatro Académico de Gil Vicente. Os bilhetes estão à venda na BOL e na bilheteira do TAGV. 

Daniel Knox é um compositor e pianista norte-americano baseado na cidade do Porto desde há quase um ano. Começou a sua carreira, aprendendo sozinho a tocar piano em lobbies de hotéis. O seu interesse principal sempre foi o cinema, frequentando até mesmo essa arte na faculdade, mas da qual desistiu. Trabalhou, ainda nos EUA, como projecionista. Iniciou a sua carreira discográfica em 2007 e ficou notabilizado pela sua voz de barítono, bem como pela qualidade das suas letras com um humor perverso e às vezes cómico, guiando o ouvinte por mundos extensos que existem fora do quadro. Em paralelo, têm tido também recorrentes colaborações com artistas tão díspares como David Lynch, Nina Nastasia, Jarvis Cocker ou The Handsome Family, participando também em actuações que incluem nomes como Rufus Wainwright, Andrew Bird, Rasputina e Swans.

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O lançamento mais recente de Daniel Knox, Won't You Take Me With You, foi logo lançado após o mini-álbum I Had A Wonderful Time, e seu antecessor - o grande álbum holístico aclamado pela crítica Chasescene, que confirmou a sua posição como um "talento raro" (Loud And Quiet) e como um "mestre contador de histórias" (The Observer). 

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Spotify



Novidades no Cinema Fernando Lopes em Lisboa

https://cinemafernandolopes.pt/ 

Peça de Teatro Electra - A última encarnação de Carlos Avilez

 A peça Electra, em cena até ao dia 17 de dezembro, tornou-se a última encenação de Carlos Avilez (falecido a 22 de novembro aos 88 anos de idade).


 A trilogia “Mourning becomes Electra, que normalmente tem o título português de “Electra e os Fantasmas”, mas que na versão do TEC se chamará apenas Electra, de Eugene O’Neill é inspirada nas antigas tragédias gregas e na dramaturgia shakespeariana.  Como o próprio título indica, a obra de O’Neill deve ser entendida enquanto versão contemporânea da Oresteia de Ésquilo.

A ação da trilogia decorre na mansão da família Mannon, localizada em New England, EUA. Cada elemento narrativo principal da tragédia grega encontra nesta obra a sua correspondência. Ao regressar a casa, o herói de guerra (Agamenon/Ezra) é assassinado pela sua esposa infiel (Clitemnestra/Christine) com a ajuda do amante (Aegisthus/Adam). Posteriormente, os filhos (Electra/Lavínia, Orestes/Orin) vingam-se do amante e da mãe, vindo a reconhecer a sua parte na história de crimes e castigos da família, marcada pela luxúria e traição. Além destes elementos específicos da Oresteia, o que O'Neill transfere para a sua trilogia é a força poderosa de uma maldição familiar que atravessa várias gerações, a de um destino trágico provocado não por ações sobrenaturais mas por complexos psicológicos de uma tradição civilizacional que reprime e oprime a vivência plena da sexualidade humana.

Com encenação de Carlos Avilez e um elenco de prestígio, o espetáculo conta com o desempenho de Carla Maciel no papel da esposa adúltera, Christine, e de Miguel Loureiro como Ezra Mannon, o pai da família. No centro da trilogia teremos Bárbara Branco no papel de Lavínia (ou Electra), mulher inteligente e ousada que vai ficando infetada de destruição a cada descoberta que faz sobre si mesma. David Esteves representará o papel do seu irmão Orin, uma das personagens mais problemáticas de O'Neill, não só enquanto estudo de caso psicanalítico, mas também porque encarna um jovem que se sente incapaz de fazer sentido do mundo. Acresce ainda a colaboração de vários outros atores como João Craveiro, Rita Calçada Bastos, Diogo Mesquita ou Tobias Monteiro. A dramaturgia e adaptação de Graça P. Corrêa permitem a concretização de uma encenação bastante atual, num espaço cenográfico de Fernando Alvarez iluminado pelo desenhador de luz Manuel Abrantes, que evidencia a metáfora do subconsciente de toda a família humana Mannon. De destacar a participação do músico Tiago Machado, ao compor alguns temas para a peça .

FICHA ARTÍSTICA

ELECTRA

de EUGENE O'NEILL

A partir da trilogia Electra e os fantasmas
177ª produção | 2023

Local: Auditório da Academia Artes do Estoril
Datas: até 17 de dezembro de 2023

versão | dramaturgia GRAÇA P. CORRÊA
encenação | CARLOS AVILEZ
cenografia | figurinos FERNANDO ALVAREZ
desenho de luz | MANUEL ABRANTES
desenho de som surround | HUGO NEVES REIS
canções originais | TIAGO MACHADO
assistência de encenação | RODRIGO ALEIXO
produção | RAUL RIBEIRO
direção de montagem | RUI CASARES
interpretação BÁRBARA BRANCO, CARLA MACIEL, CAROLINA FARIA, DAVID ESTEVES, DIOGO MESQUITA, JOÃO CRAVEIRO, LUIZ RIZO, MIGUEL AMORIM, MIGUEL LOUREIRO, RAFAEL CARVALHO, RENATO PINO, RITA CALÇADA BASTOS, SÉRGIO SILVA, SUSANA LUZ, TERESA CÔRTE-REAL, TERESA JERÓNIMO, TOBIAS MONTEIRO, VERA MACEDO

PREÇOS
Plateia - 15€

DESCONTOS
Estudantes de Artes
Maiores de 65 anos
Profissionais de Artes

BILHETES Aqui 
Site oficial do TEC: http://www.tecascais.com/ 

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segunda-feira, dezembro 11, 2023

Birds Are Indie - Album no youtube


 O video-álbum com as 10 músicas do "Ones & Zeros" teve a sua estreia televisiva no Canal 180, em Novembro, passando agora a estar também disponível na totalidade no Youtube da banda. 
O filme, dirigido por Tiago Cerveira e gravado na antiga Coimbra Editora - edifício histórico da cidade adquirido pela Critical Software -, estreou na Casa do Cinema de Coimbra. Os fãs tiveram a oportunidade de vivenciar o álbum de forma cinematográfica, acompanhando a narrativa visual meticulosamente elaborada por Tiago Cerveira. A sessão na Casa do Cinema de Coimbra, além de revelar esse emocionante vídeo-álbum, ofereceu ao público a oportunidade de interagir com a banda e o diretor num Q&A após a projeção. 

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Dois temas inéditos num vinil transparente de 12 polegadas

No processo de gravação do álbum "Ones & Zeros", lançado em abril, a banda enfrentou uma decisão crucial. Duas músicas foram deliberadamente deixadas de fora, não por falta de apreço por elas, mas pela convicção de que não pertenciam ao conjunto das 10 faixas que compõem o álbum.

No entanto, o desejo persistente de ver essas músicas ganharem vida própria foi finalmente realizado em parceria com a Lux Records. Ambas as partes concordaram que um vinil seria a melhor abordagem, com um lado A e um lado B, já que essas canções representam duas faces de uma moeda. "Gotta think on my feet" reflete anseios de ação, mudança e revolta, enquanto "All of the above" é um mergulho denso e paralisante em um estado de ataque de pânico.

Agora, o público tem a oportunidade de apreciar esses dois temas inéditos num vinil transparente de 12 polegadas, girando a 45 rotações por minuto. A edição é ultra limitada, com apenas 101 unidades disponíveis. 

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"Ones & Zeros", o sexto álbum de estúdio dos Birds Are Indie lançado em abril de 2023, continua disponível em formatos digital, CD e vinil. A edição em vinil é particularmente exclusiva, limitada a 303 exemplares numerados e distribuídos em três cores distintas: preto, branco e amarelo, marcando mais uma colaboração bem-sucedida com a Lux Records de Coimbra. 

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Último concerto de 2023 

O ano de 2023 dos Birds Are Indie fecha com um evento especial para encerrar os espetáculos ao vivo. Depois de 30 concertos de apresentação do disco, desde Abril, em Portugal e Espanha, o último concerto, que ocorrerá em Coimbra, coincide com o lançamento do disco "Coverbilly Psychosis – A Tribute To Tédio Boys". Este projeto, acalentado pela Lux Records, finalmente ganha vida, apresentando três bandas no palco do Salão Brazil, em Coimbra. Juntamente com os Birds Are Indie, Peter Suede e Wipeout Beat irão juntar ao seu repertório as suas versões dos Tédio Boys que se encontram no CD. Os bilhetes encontram-se à venda na BOL. 

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quinta-feira, dezembro 07, 2023

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Resultados da 2.ª edição Concurso Caixa para Jovens Artistas > Coleção da Caixa Geral de Depósitos

 Catarina Lopes Vicente, Fernando Travassos, Isabel Cordovil, Maria Trabulo, Rodrigo Gomes e Tiago Madaleno são os seis nomes vencedores do concurso destinado a artistas com idades compreendidas entre os 25 e os 35 anos. No âmbito deste concurso, são adquiridas obras destes seis artistas num valor global de 48.000€, que passam a integrar a Coleção de Arte Contemporânea da Caixa Geral de Depósitos.  


As candidaturas decorreram entre julho e setembro de 2023, sendo a decisão relativa aos nomes vencedores tomada pela Comissão de Aquisições da Coleção da CGD, composta por Emílio Rui Vilar, Presidente da Comissão de Aquisições da CGD; Catarina Rosendo, Historiadora de Arte e Curadora; Isabel Carlos, Curadora Independente e Crítica de Arte; Delfim Sardo, Curador e Administrador do Centro Cultural de Belém; e Nuno Faria, Curador.


A Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos é, desde 2006, responsável pelo estudo, gestão, divulgação e conservação das cerca de 1900 obras de arte da Coleção da Caixa Geral de Depósitos, incluindo pintura, escultura, desenho, fotografia, vídeo, instalação e gravura. Como gestora designada da Coleção da CGD, a Culturgest é também responsável pela elaboração da política de aquisições e pela sua execução criteriosa. 


A Coleção da Caixa Geral de Depósitos espelha uma contemporaneidade abrangente e inclusiva. Este concurso de aquisição inaugura um novo capítulo na história da Coleção, abrindo portas às gerações mais novas com o objetivo de promover a sua consolidação e qualificação. Mais informação sobre a Coleção em https://www.culturgest.pt/pt/colecao.

Auto-Photo Biografia de Mário Viegas | Uma vida em livro

 

Apoio: Antena 1

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MÁRIO VIEGAS
“AUTO-PHOTO BIOGRAFIA”
Uma vida em livro
edição comemorativa dos 75 anos do seu nascimento
 
Apresentação dia 13 de Dezembro, 18h30 CCB em Lisboa
Com a participação de Elísio Sumavielle, João Soares, Francisco Madelino, José Carlos Alvarez, Mª Hélia Viegas e José Moças.
 
Mário Viegas, nascido em Lisboa em 1948, é reconhecido pela sua profunda dedicação às artes performativas. A sua versatilidade é evidente na diversidade de papéis que interpretou, desde o teatro até ao cinema, deixando uma marca indelével em cada performance. A sua capacidade de adaptação a diferentes géneros e estilos é testemunho do seu profundo domínio artístico.
 
Além do seu talento como ator, Mário Viegas destacou-se também como exímeo declamador, dando vida à poesia de forma ímpar.
As suas leituras poéticas eram marcadas por uma profunda compreensão da linguagem e uma sensibilidade única para transmitir a emoção contida nas palavras.
Ao longo da sua carreira demonstrou um compromisso notável com a promoção da cultura e das artes em Portugal. Fundador do Teatro da Cornucópia e diretor do Teatro Nacional D. Maria II, contribuiu significativamente para o desenvolvimento e enriquecimento do panorama teatral no país.
 
Mário Viegas deixou-nos ainda um outro importante legado: um livro de 250 páginas, escrito pela sua própria mão, que o próprio intitulou como “Auto Biografia (não Autorizada)” e que nos dá a conhecer através de fotos, recortes de jornais e até de banda desenhada, toda a sua vida, o seu pensamento, os seus amores, as suas tristezas, no fundo tudo aquilo que o transformou no ator maior que tanto nos deslumbrou.
Neste livro fascinante, Mário Viegas faz uma viagem pela sua vida, desde a infância até aos seus últimos dias, num documento único que foi confiado para edição pela sua irmã, Maria Hélia Viegas, sua herdeira universal. De acordo com as palavras de Mário Viegas, e com a ironia que sempre o caracterizou, “sobre mim está aí tudo, o resto não tem interesse nenhum”.
É desta forma que chegamos à presente edição, que celebra e homenageia os 75 anos do nascimento de Mário Viegas, apresentada em livro de capa dura de grande formato, com 26 por 36 cm, tendo como complemento sonoro 4 CD, dois deles compostos por gravações, totalmente inéditas, feitas em sua casa, sendo duas delas gravadas pelo seu pai quando ele tinha apenas nove anos. Os outros dois CD revelam-nos um café-concerto realizado em Janeiro de 1986 no espaço Rez do Chão, no Porto, durante um fim-de-semana, em gravações igualmente inéditas.
 
Mário Viegas faleceu em 1996, mas o seu legado continua a inspirar gerações de artistas e admiradores das artes. A sua influência perdura através das suas interpretações memoráveis e das suas contribuições para a divulgação da cultura portuguesa.
 
Outras apresentações:
dia 15 de Dezembro, 18h30, Teatro Taborda em Santarém 
dia 16 de Dezembro, 16h00, Biblioteca do convento de São Francisco em Coimbra
Imagens vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=qZvSik-wcas
https://www.youtube.com/watch?v=BLY5tJie-qE 

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Novidades dos UHF

 

 

No dia 18 de Novembro, os UHF celebraram simbolicamente em Almada, a sua cidade-berço, 45 anos sobre o seu primeiro concerto - na Discoteca Brown’s, em Lisboa, a 18-11-1978. Nessa primeira noite iniciava-se uma actividade constante, sem lacunas ou paragens, um feito único entre nós e raro no mundo da música internacional.

 

Às 09h00 da manhã do dia 10/11, quando os ingressos foram disponibilizados ao público, os 750 lugares esgotaram numa escassa hora. Outro tanto ficou à espera do próximo evento. De todo o Portugal, de França, da Alemanha, das ilhas.

 

A realidade dos UHF integra 17 discos de originais, 12 ao vivo e um DVD, que revelam a criatividade do grupo que várias gerações de portugueses conhecem, de Bragança à ilha do Corvo. E no universo da diáspora lusa.

 

No passado dia 27 de Outubro foi editado um novo disco de originais, “NOVAS CANÇÕES DE BEM DIZER”, que inclui os singles/vídeos “(Hey! Hey!) ‘Bora Lá”, ”A Primeira Noite Sem Ti”, “Eu vou ao Norte” e “O Indigente”.

 

Em anexo, revelamos outros números que reforçam a realidade que os UHF entregaram à cultura portuguesa moderna.

Os UHF

 

 

“Hey! Hey!) ‘Bora Lá”

https://www.youtube.com/watch?v=3DpYWueTq9i4M

 

 

“A Primeira Noite Sem Ti”

 

https://youtu.be/O3IT9ZuN5Yo

 

Eu Vou Ao Norte

https://www.youtube.com/watch?v=3D26X04bCHQMM

 

“O Indigente”

https://youtu.be/CJriQzUWEKQ

 

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Helena Caspurro - Single "Madalena"

 Madalena é o novo single da pianista e cantautora Helena Caspurro já disponível.


Helena Caspurro explica-nos de onde surge este novo tema Madalena " é uma carta autobiográfica dedicada à minha avó, quase quarenta anos após a sua morte – um canto em busca pela saudade da infância e da plenitude de existir, qual homenagem ao amor eterno. Maternal."

Madalena, é o tema de apresentação de um novo álbum intitulado
 Massaiá a sair dia 21 de dezembro. 

Massaiá será apresentado no dia de lançamento, a 21 de dezembro, no Auditório CCCI, Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, pelas 21:30.


Lembramos que Helena Caspurro já tem uma carreira com 20 anos de atividade artística iniciada em 2003 com o EP Mulher Avestruz, depois com o álbum Colapsopira em 2009 (de onde foi retirado o single de sucesso em rádio e tv, Se) e em 2013 com o álbum conceptual Paluí.

Helena Caspurro é professora auxiliar na Universidade de Aveiro no Departamento de Comunicação e Arte. 

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terça-feira, dezembro 05, 2023

Novidades na "Salgadeira" da Vinyl Disc

 

 

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Bob Marley, The Cars, ABBA, Duke Ellington, UHF, Texas, Xico Jorge, Quartz, Motorhead, Sepultura, Nazareth, The Jacksons, Samantha Fox, Gemini, ...

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Kathryn Joseph | A estreia em Portugal entre 15 e 17 de dezembro


Kathryn Joseph vem a Portugal no próximo mês de dezembro para atuar em Setúbal, Lisboa e Porto. As datas são 15, 16 e 17 de dezembro.


Na bagagem traz os álbuns bones you have thrown me and blood i've spilled, (2014) from when I wake the want is (2018) e for you who are the wronged (2022).


Logo no primeiro disco, a compositora escocesa ganhou o prestigiado prémio Álbum Escocês do Ano em 2015. Algum tempo depois, a compositora juntou-se a Cora Bissett para adaptarem ao palco o livro Room, participou em 2017 no disco do projeto Out Lines assim como na série de TV Loose Ends. Um ano mais tarde, viu dois dos seus temas fazerem parte da banda sonora do filme Outlaw King.


Chega agora ao nosso país ainda antes do final do ano para três concertos: Setúbal, Lisboa e Porto. 


Link para bilhetes:


Dia: 15 de dezembro 2023

Local: Casa da Cultura (Setúbal)

Hora: 21:30

Bilhete: aqui


Dia: 16 de dezembro 2023

Local: BOTA-Anjos (Lisboa)

Hora: 21:00

Bilhete: aqui


Dia: 17 de dezembro 2023

Local: Auditório Francisco de Assis (Porto)

Hora: 19:00

Bilhete: aqui
 

Livro "Ventre" - Vítor Moreira

 Apresentações do Livro "Ventre" de Vítor Hugo Moreira no Porto, Paredes e Galiza:

- Dia 07 Dezembro - Apresentação na Lavandaria do João, Rua de Cedofeita - Porto


- Dia 08 Dezembro - Apresentação no Café Cine em Pontevedra (Galiza / Espanha) - Organização dos Metalirica


- Dia 09 Dezembro - Apresentação na Biblioteca Municipal de Paredes pelas 18h.

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Sobre o Livro:

Capa - Rosa Martins

Contra Capa - Vítor Hugo Moreira

Prefácio - Beatriz Meireles

Preprefacio - Andreia Lara Kmita

Tradução - Susana Tomé

Ilustração - Eli Bety Dinis e Sara Araújo


segunda-feira, dezembro 04, 2023

Single "Writing days" - Vasco Moreira Gritali