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domingo, junho 09, 2024
sábado, junho 08, 2024
Agência Blue House - Agenda de concertos
6 JUN | BEA BANDEIRINHA | Coimbra, Centro Cultural Penedo da Saudade | 18H00
8 JUN | BIRDS ARE INDIE | São Luís (Odemira), Quintais Adentro | 21H30
11 JUN | SMOKED FALMON (MIC) | Coimbra, Café Curto / Convento São Francisco | 19H30
16 JUN | RAQUEL RALHA & PEDRO RENATO | Cadaval, Avinhai / Quinta do Olival da Murta | 15H30
17 JUN | DUQUES DO PRECARIADO | Coimbra, Feira do Livro / Praça do Comércio | 19H00
18 JUN | SALLIM | Coimbra, Café Curto / Convento São Francisco | 19H30
25 JUN | GABRIEL FERRANDINI + ONDNESS | Coimbra, Café Duplo / Convento São Francisco | 19H30
27 JUN | GABRIEL FERRANDINI + ONDNESS | Bragança, Café Duplo / Teatro Municipal | 21H00
29 JUN | FILIPE FURTADO | Coimbra, Sábados para a Infância / Jardim Botânico da UC | 11H00
29 JUN | A JIGSAW | Aveiro, Feira do Livro | 19H00
29 JUN | DUQUES DO PRECARIADO | Montemor-o-Novo, Cidade PreOcupada / Convento de S. Francisco | 21H00
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sexta-feira, junho 07, 2024
Fado ao Centro - Ao vivo na Namíbia
O Fado ao Centro rumará à Namíbia para apresentação do espetáculo “Abril em Portugal”, no próximo dia 11 de Junho, no Teatro Nacional da Namíbia. Trata-se de um concerto alusivo à celebração dos 50 anos do 25 de Abril, uma ode à democracia, vincando o papel preponderante que o Fado Canção de Coimbra teve na luta pela liberdade.
Liberdade que Abril nos devolveu, liberdade que será celebrada e cantada num concerto ímpar e inesquecível.
Contando já com várias dezenas de digressões ao estrangeiro, desde a sua formação em 2011, o Fado ao Centro prossegue a tour internacional 2024, após os vários espetáculos nos Países Baixos e Alemanha, com esta atuação na Namíbia. A formação será composta pela voz de João Farinha e guitarras de Luís Barroso e Luís Carlos Santos.
O Fado de Coimbra anunciou Abril antes de Abril, e em ano de celebração de meio século de democracia, o Fado ao Centro levará “Abril em Portugal” além-fronteiras.
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"The night compilation" - Vasco Moreira Gritali
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2008 - 2023
Gravado, misturado e masterizado por Vasco Moreira
@Zagati Prod.
2024
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Bandcamp:
https://vascogritali.bandcamp.com/album/the-night-compilation
Bombazine - Single "Cartago"
Os bombazine são uma banda portuguesa de indie pop/ rock formada em 2022 que conta com cinco amigos de longa data: Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra).
Após trabalhar nas primeiras maquetes, a banda uniu forças com o músico e produtor João Sampayo para gravar e produzir o seu primeiro trabalho de estúdio, o EP de estreia - "Grã-Matina" - e o seu primeiro single “Tábua Rasa”. Lançado em abril de 2023, o EP marcou o início da jornada musical da banda, assumindo uma verticalidade pop e indie, envolvida na tendência dos grooves que se ouvem lá fora.
Em 2024, regressam com “Cartago”, o primeiro single de avanço do novo trabalho de originais da banda, a ser lançado ainda este ano. O tema retrata uma exploração imersiva da amizade, explorando as nuances boas e más no confronto entre sonoridades quentes e dançantes com tons psicadélicos e sombrios.
“Cartago” assinala também o primeiro videoclip da banda, que conta com a realização e edição de João Alkmim e Francisco Osório, gravado entre as paisagens campestres do Alto Alentejo e a histórica cidade de Elvas.
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https://www.instagram.com/bombazine.musica/
quinta-feira, junho 06, 2024
Filme - Época de Caça
de Frédéric Forestier, Antonin Fourlon
com Didier Bourdon, Hakim Jemili, Camille Lou
2023 | Comédia | 101'
França e Bélgica
20 de JUNHO
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SINOPSE | Numa aldeia sem História, uma casa de sonho em plena natureza está à venda! Para Simon e Adelaide, apertados no seu apartamento parisiense com os seus dois filhos, esta é a oportunidade ideal para dar o salto e escapar do inferno da cidade. Mas o sonho rapidamente se transforma num pesadelo quando percebem que os seus vizinhos muito simpáticos estão a usar o seu jardim… como campo de caça! Entre vizinhos, a guerra está declarada e todas as artimanhas são permitidas!
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O AUGE DO HUMANO 3, de Eduardo Williams nas salas de cinema a 6 de junho
O AUGE DO HUMANO 3, de Eduardo Williams
nas salas de cinema a 6 de junho
depois de ter recebido uma menção especial na competição internacional
do IndieLisboa vai estar em Almada, Caldas da Rainha, Coimbra, Covilhã, Gondomar, Guarda, Lisboa, Ovar e Santarém
O AUGE DO HUMANO 3, do realizador argentino Eduardo Williams, estreia nas salas de cinema, no próximo dia 6 de junho, depois de ter participado na competição internacional do IndieLisboa, onde foi atribuída uma menção especial. O júri referiu que “decidimos dar uma menção especial a El Auge del Humano 3, pela experiência imersiva e singular habilmente conseguida através de formas inovadoras de explorar a experiência de grupo entre a realidade humana e a natureza”. Também durante o mês de maio, teve lugar no Cinema Batalha, no Porto, um ciclo dedicado ao realizador, que apresentou uma retrospectiva do seu trabalho.
O AUGE DO HUMANO 3, de Eduardo Williams nas salas de cinema a 6 de junho.
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Festival "Que Jazz é este?" Em Viseu
O festival Que Jazz É Este? regressa à cidade de Viseu. São várias as novidades desta 12.ª edição, tanto que é difícil escolher por onde começar.
Este ano dilatado no tempo com o calor dos meses de junho e julho, o festival integra 17 concertos para público em geral, 3 concertos ao domicílio, 3 jam sessions, 8 horas de rádio ao vivo, 18 horas de um intenso workshop de jazz para músicos e estudantes de música e 15 horas de uma oficina de experimentação sonora e musical aberta à participação da comunidade em geral.
Desenhado pela Gira Sol Azul, o Que Jazz É Este? é um festival eclético e diversificado que ocupa preferencialmente o espaço público e que se posiciona num lugar de procura do equilíbrio entre a novidade e o alimentar e aprofundar laços que ao longo de 12 anos têm sido estabelecidos com vários públicos.
Mantendo o pico das iniciativas concentradas de 18 a 21 de julho, o festival arranca este ano mais cedo, em junho, com Jorge Queijo que assenta arraiais com o seu trio em Viseu para uma residência artística com apresentação dia 30 de junho no Carmo’81 num concerto onde convive a tensão do rock, do punk, do free jazz e do minimalismo. A 5 de julho, na Incubadora do Centro Histórico, Beatriz Rola e Inês Luzio iniciam um Laboratório de Experimentação Sonora, espaço inclusivo e plural dirigido a todos os interessados maiores de 6 anos que ao longo de várias sessões vão experimentar, inventar, gravar, compor e interpretar material sonoro e musical relacionado com a cidade e que será depois apresentado em formato performance sobre uma instalação sonora que fica em permanência no Parque da Cidade.
Dias 10 e 11 de julho acontecem os concertos no âmbito da rubrica JAZZ AO DOMICÍLIO, um dos pilares importantes do festival que reforça o seu lado integrador e inclusivo levando concertos às pessoas que estão impedidas de vir até estes. É no Estabelecimento Prisional de Viseu, no Hospital Psiquiátrico de Viseu e no Estabelecimento Dr. Vítor Fontes (APPACDM) que acontecem estes concertos com o Colectivo Gira Sol Azul e Jorge Novo (Senhor Jorge), beirão de origem e fadista por paixão, prova que a expressão artística não é monopólio de especialistas e de profissionais, mas sim a necessidade de comunicarmos através dos sentidos.
A Pousada de Viseu recebe a 13 de julho Pedro Molina Quartet, projeto do contrabaixista espanhol em parceria com jovens músicos da sua geração, premiado no 3.º Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro. No mesmo dia, uma parceria inédita com a ACERT, leva o Colectivo Gira Sol Azul ao Tom de Festa na cidade vizinha, Tondela.
De 18 a 21 de julho os CONCERTOS estão desenhados em 5 blocos de programação dirigidos a públicos diversos, contamináveis entre si e distribuídos por 5 horários: 15h, 17h, 19h, 21h30 e 23h. A par de integrar o trabalho que é desenvolvido localmente e que pretende deixar marcas, a programação do festival coloca a região no mapa incluindo concertos únicos e integrando artistas emergentes e artistas nacionais e internacionais de relevo.
No Parque Aquilino Ribeiro, bem no coração da cidade, passam Axes ‘Hexagon’, Maë Defays e Colectivo Gira Sol Azul com uma participação especial.
Liderado pelo saxofonista João Mortágua, ‘Hexagon’ dos Axes, ergue sobre os seus alicerces identitários toda uma nova construção geométrica, baseada na narrativa dos ângulos e dos polígonos com música firme e impactante, buscando no equilíbrio entre a força e a emotividade o ónus do seu significado: uma permanente construção conjunta sobre a tela em branco que é a nossa passagem por este mundo.
Já a música de Maë Defays navega pelos lugares do jazz e da soul. Com o seu novo projeto, A Deeper Ocean, a cantora, compositora e guitarrista explora o oceano da alma humana através de mundos simbólicos de água e terra, fundindo música e poesia.
A Casa do Miradouro acolhe no seu jardim Luís Vicente Triocom ’Come Down Here’ que nos lança um convite para mergulhar no misterioso em que luz e escuridão caminham de braços dados num ambiente ritualístico onde composições se desenrolam como se de histórias se tratassem, recuando temporalmente ao período da tradição oral. No mesmo jardim Sara Serpa & André Matos apresentam ‘Night Birds’, o seu mais recente álbum que integra uma coleção de composições originais, improvisações e uma bagatelle de Bartok, temas que propõem uma reflexão sobre as sociedades aceleradas do mundo moderno, questionando o consumo, exploração e destruição de ecossistemas naturais. Neste concerto o duo conta com a participação especial de John O' Gallagher no saxofone e João Pereira na bateria.
É na mais emblemática sala de espectáculos da cidade, o Teatro Viriato, que Nils Berg Cinemascope, banda de jazz sueca conhecida pelos seus 3 músicos e 1 projetor, apresentam o álbum ‘Basilicata Dreaming’. Este trabalho resulta de uma viagem de 10 dias a Basilicata pelo músico Nils Berg e o realizador Donovan von Martens que criaram as bases de uma obra de arte cinematográfica e musical. No concerto, os músicos tocam ao vivo e interagem com senhoras que cantam enquanto lavam a roupa na fonte de uma praça, cowboys que tocam gaita de foles, músicos de rua, entre outros. Uma viagem comovente numa parte muito especial e desconhecida da Europa.
O festival fecha com a prata da casa: Joaquim Rodrigues apresenta ‘Plexus’, acompanhado de um elenco de luxo numa formação singular: Marcos Cavaleiro e Mário Costa nas baterias, Pedro Santos no baixo elétrico, Miguel Ângelo Silva no contrabaixo, Luís Ribeiro na guitarra e Xose Miguélez no saxofone tenor. ‘Plexus’ é a expressão (ou interpretação) musical de um tempo e espaço geograficamente delimitado, marcadamente bucólico e cheio de inúmeras complexidades alicerçadas em problemas realmente simples.
A par da programação de concertos, a RÁDIO ROSSIO emite a partir da sua caravana, estúdio móvel que usa a frequência da rádio Jornal do Centro com programas especialmente concebidos para o festival. Este ano, as manhãs do fim de semana estão sob o comando da dupla Catarina Machado e Rui ‘Tigrão’ Gomes, dois pesos pesados da Rádio desde os anos 90, que no Que Jazz É Este? convocam músicos da região para partilharem memórias e histórias do período mais fértil de sempre da história do rock em Viseu. À tarde realizam-se programas de alunos para alunos, ou seja, de grupos de projetos Rádio Escola para público escolar em contexto de campos de férias que são especificamente convocados para fazer parte. Nas tardes de rádio cabem ainda concertos de combos de escolas profissionais da região e programas de Ricardo Ramos, Raquel Castro e Rui Miguel Abreu.
O festival Que Jazz É Este? continua a ser um espaço de criação de dinâmicas e oportunidades de experimentação, formação e profissionalização na área da música e neste âmbito realiza-se o 16.º WORKSHOP DE JAZZ DE VISEU orientado por Marcos Cavaleiro e João Grilo em dias de trabalho intenso partilhado depois em palco no Carmo’81.
Ao final das noites há ainda palco aberto: músicos e estudantes de música estão convocados para fazerem parte do encontro – JAM SESSION - onde em tom informal se experimenta a característica que melhor define a música jazz: improvisação! Este ano, as jam são abertas pelos combos dos conservatórios de Coimbra e do Porto e ainda pelos Ilda, projeto de jovens músicos portugueses que atualmente estudam em Amesterdão.
A 12ª edição do festival Que Jazz É Este? é financiada pela Direção Geral das Artes e pelo programa Eixo Cultura do Município de Viseu e conta com vários importantes parceiros e mecenas locais e nacionais que têm contribuído para a afirmação do festival como um projeto de relevo e prestígio na região centro. De modo a incentivar a equidade no acesso ao festival, e por forma a consciencializar os públicos de que a fruição cultural deverá ser acessível mas não forçosamente gratuita, as atividades que integram o festival são de entrada livre, mas a organização apela a um pagamento não obrigatório, através de um ‘donativo consciente’.
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Celebração dos 500 anos do nascimento de Camões | Ópera "O Último Canto - Camões e o Destino"
ESTREIA DA ÓPERA “O ÚLTIMO CANTO - CAMÕES E O DESTINO”
Celebração dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões
10 de Junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 17h00
Neste ano de 2024, em que se celebram os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões - um dos maiores, senão o maior poeta português de todos os tempos – é apresentada a ópera “O Último Canto – Camões e o Destino”.
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Neste ano de 2024, em que se celebram os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões - um dos maiores, senão o maior poeta português de todos os tempos – é apresentada a ópera “O Último Canto – Camões e o Destino”.
A estreia absoluta terá apropriadamente lugar no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, a 10 de junho, data em que se comemora o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
O ponto de partida para a presente Ópera foi a surpreendente descoberta de um texto inédito em português, intitulado “Camões”, da autoria de Vassili Jukovski, dramaturgo russo do século XVIII, cuja trama dramática fornece o ambiente e o contexto perfeitos para uma criação de teatro musical. Com composição e libreto de César Viana.
O drama, na forma muito próximo das “Pequenas Tragédias” do grande poeta russo Alexander Pushkin, exalta a poesia e a criação como elixires da vida e alicerces da condição humana, descrevendo o encontro de um velho amigo de Camões, José de Quevedo Castelo Branco e do seu filho Vasco Quevedo – por muitos considerado o herdeiro literário de Camões - com o poeta, que se encontra já nos últimos anos de vida, esquecido por todos e abandonado à sua sorte num asilo.
Como complemento ao belíssimo texto de Jukovski, adaptado e condensado para mais bem servir os condicionalismos de uma produção de ópera (como é habitual em qualquer libreto), são introduzidos textos poéticos de Camões de carácter auto-biográfico, que vão ao encontro de situações narradas pelos dois amigos no texto de Jukovski.
A música tem como ponto de partida os paradigmas composicionais e instrumentais do século XVI - a época de Camões - logicamente inseridos num contexto atual, sendo, por essa razão, particularmente adequada a representações em espaços históricos com uma acústica ressonante.
Este espetáculo, concebido com a flexibilidade indispensável para permitir a ampla circulação a que a temática convida e proporciona, pode ser apresentado em palcos convencionais mas, também, em espaços monumentais e patrimoniais – claustros, conventos, palácios – que permitam enfatizar o enquadramento histórico da obra numa perspetiva de contextualização para que a música pretende, igualmente, contribuir.
A ópera “O Último Canto – Camões e o Destino” irá, posteriormente, ser apresentada em diversos outros locais, tais como em Tomar (Convento de Cristo), no Festival de Ópera de Óbidos, em Plasencia (Espanha), e eventualmente ainda na Batalha, em Setúbal, Almada e Santarém.
Ficha Artística:
Composição e libreto: César Viana
Direcção Musical: Brian MacKay
Produção Executiva: Luís Pacheco Cunha
Encenação: Miguel Moreira
Desenho de luz: Anabela Gaspar
Figurinos / Adereços: Dino Alves
Luis Vaz de Camões (barítono) Luís Rodrigues
Francisco Quevedo (tenor) Mário Alves
Vasco Quevedo (soprano) Daniela Matos
Jau – F. Pedro Oliveira
ZezereArts Vocal Ensemble
Musicamerata Ensemble
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Apoio:
Antena 1
RTP2
https://www.rtp.pt/play/direto/rtp2
terça-feira, junho 04, 2024
Tim (Xutos & Pontapes) - Livro Milhares de Palavras
Coletânea de letras do lendário cantor e compositor português, membro dos Xutos & Pontapés e de muitos outros projetos Nas livrarias a 13 de junho
Apresentação na Feira do Livro de Lisboa no dia 14 de junho, às 20h
Ao longo da sua carreira profissional, Tim gravou mais de três dezenas de CD e DVD para os quais escreveu mais de 150 letras de canções que agora apresentamos, com o selo da Minotauro, em Milhares de Palavras.
Com edição e apresentação de Jorge Pereirinha Pires, esta coletânea passa em revista quase 50 anos de uma carreira que inclui Xutos & Pontapés, Resistência, Rio Grande, Tais Quais e Cabeças no Ar, além de vários álbuns a solo e inúmeras colaborações.
Milhares de Palavras será apresentado na Feira do Livro de Lisboa (Auditório Sul) no dia 14 de junho, às 20h. Além da conversa entre Tim e Jorge Pereirinha Pires, serão interpretados alguns temas do cantor.
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segunda-feira, junho 03, 2024
Júlio Pereira - Candidatura do Cavaquinho a Património Imaterial da Humanidade
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Nos próximos dias 4 e 5 de junho, durante as sessões de apresentação do livro/CD "RASGAR", Júlio Pereira irá fazer um anúncio.
Agora que a construção do cavaquinho é Património Nacional, Júlio Pereira, enquanto Presidente da Associação Museu Cavaquinho, vai iniciar o processo para a candidatura objectiva da prática do cavaquinho à Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade.
Júlio Pereira | Sessões de apresetação do Livro/CD
Lisboa, CCB - Sala Luís de Freitas Branco, 4 junho, 18:30h
Porto, CASA DA MÚSICA - Sala Cibermúsica, 5 junho, 18h30
“Rasgar” é o tílulo do novo trabalho de Júlio Pereira, (25º) incluído num livro com 260 páginas ilustradas, em formato 19x19cm, evocativo dos antigos EPs de vinil. Será apresentado dia 4 de junho, pelas 18:30h, na Sala Luis de Freitas Branco do Centro Cultural de Belém, em Lisboa e no dia 5 de junho, também pelas 18:30h, na Sala Cibermúsica da Casa da Música, no Porto.
O painel de apresentação desta obra é composto por Júlio Pereira (músico/compositor), por Nuno Cristo (etnomusicólogo, autor do texto), por Susana Sardo (etnomusicóloga, autora do prefácio), por Paulo Lima (antropólogo), por Domingos Morais (educador pela arte) e por José Moças (director Tradisom).
Ao longo das páginas do livro podemos inteirarmo-nos da Prática do Cavaquinho, desde a atualidade até informação mais remota do instrumento, passando pelos momentos em que se cruza com o próprio autor numa historiografia inédita da trajectória do músico enquanto executante, compositor e promotor do cavaquinho.
Este estudo, verdadeiramente pioneiro, constitui a mais recente contribuição para um conhecimento atualizado do Cavaquinho, nas diversas versões que este foi assumindo, desde o séc. XIX, citando, pela primeira vez, uma série de autores, revelando repertórios e contextos sociais relacionados com a prática do Cavaquinho em Portugal em diversas épocas e lugares. Igualmente pioneira é a publicação de imagens raras, algumas delas até agora desconhecidas do grande público.
O livro é editado numa versão bilingue, em português e em inglês, de modo a ser acessível à comunidade internacional, dado que a construção do Cavaquinho é classificada como Património Cultural, sendo a entidade responsável pelo registo no Inventário Nacional, a Associação Cultural Museu Cavaquinho, da qual Júlio Pereira é o Presidente.
O disco intitula-se “Rasgar”, numa alusão, em primeira instância, à técnica de fazer deslizar os dedos da mão direita sobre as quatro cordas do cavaquinho, num movimento quase ininterrupto e que permite fazer em simultâneo, a harmonia, a melodia e o ritmo.
Mas “Rasgar” assume também outros significados, prosseguindo a trajetória de estudo e divulgação do Cavaquinho que Júlio Pereira encetou há décadas atrás, desta vez com um ênfase claro nos propósitos da Associação Museu Cavaquinho para o devido reconhecimento da prática do cavaquinho através de uma grande comunidade de grupos de que existe em Portugal, rasgando no entanto os seus horizontes, através do diálogo com instrumentos ou géneros de outra culturas.
O álbum em que o autor compôs alguns temas especificamente para tocadores de cavaquinho, rasga, igualmente os mares da lusofonia, e conta com a colaboração das vozes da brasileira Luanda Cozetti no tema “Boda Atlântica”, que navega algures entre o Marão e o Sertão e da Moçambicana Selma Uamusse, na belíssima “Terra d'Água”.
Rasgar”, com música e direcção musical de Júlio Pereira foi misturado em Dolby Atmos, uma das mais recentes tecnologias de som surround, que expande a experiência áudio tornando-a mais envolvente para o ouvinte. Poderá ser ouvido desta forma nas plataformas digitais com suporte para esta tecnologia, como a apple musica, amazon, etc.
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Antena 1
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domingo, junho 02, 2024
Britpop em 55 canções @Expresso/Blitz
Há 29 anos, os Oasis lançavam “What's the Story, Morning Glory”, respondendo aos Blur, que tinham acabado de editar “The Great Escape”. A pop britânica estava ao rubro, com trocas de ‘mimos’ entre os irmãos Gallagher e Damon Albarn, uma ‘guerra’ que fez manchetes, gerou amores e instigou confrontos. À sombra, bandas como The Verve, Supergrass, Suede e, sobretudo, os Pulp, que já vinham de trás e suplantavam a concorrência em charme (regressam a Portugal no próximo fim de semana!), ofereciam outras cores além das que constam da “Union Jack”
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Aqui, Ian Hunter com Queen, Def Leppard nos coros, David Bowie, .....
No tributo a Freddie Mercury dos Queen.
Roger Daltrey no Tributo a Freddie Mercury dos Queen
Aqui com Tony Lommi e Brian May, dois dos maiores guitarristas de sempre.
sábado, junho 01, 2024
Queen - Negócio com Sony Music
Sony negoceia catálogo de músicas dos Queen por mil milhões de dólares naquele que se pode tornar o maior negócio de sempre do setor.
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