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sábado, março 09, 2024
sexta-feira, março 08, 2024
.cruzamente - ANUNCIAM O PRIMEIRO LONGA DURAÇÃO um bicho como nós COM SINGLE “bichos” 18 MAIO/ CCOP, PORTO
Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.
Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.
Dão os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo - Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)
O seu primeiro álbum um bicho como nós irá ser editado no dia 10 de Maio e será apresentado ao vivo no próximo dia 18 de Maio no CCOP no Porto.
Produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.
Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.
“bichos” é o single de estreia do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e promete trazer intensidade às playlists atuais.
Bichos há muitos. De várias formas e em vários lugares. E nós, que somos um, também os temos por dentro, do intestino à cabeça. Imaginários ou não, os sintomas são claros: visão toldada, forças enfraquecidas, vontades distorcidas… Queremos que os bichos saiam de nós e sair com eles!
O vídeo que acompanha o single foi escrito e realizado por Alberto Almeida e tem como inspiração “Mago”, conto escrito por Miguel Torga, pertencente à colectânea Bichos. Sentimos que este conto tem uma grande relação com a canção e que sobressairia entre um dos inúmeros cenários possíveis para a descrever. O Mago é um gato que se sente aprisionado no conforto do lar que o adoptou, mas não é fácil libertar-se. Será que consegue? Será que conseguimos?
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quinta-feira, março 07, 2024
Laura Masotto ao vivo em Portugal
Laura Masotto está de regresso a Portugal entre os dias 14 e 17 de março. Lisboa, Portalegre, Setúbal e Matosinhos foram as cidades escolhidas.
A violinista italiana, Laura Masotto está de regresso ao nosso país depois de uma primeira vinda a 18 de dezembro de 2021 para um concerto conjunto com o pianista inglês Simeon Walker numa noite inesquecível no Theatro Circo em Braga.
Nesta sua primeira tour em nome próprio em Portugal, a artista vem apresentar o mais recente álbum The Spirit of Things editado no passado dia 1 de março pela prestigiada label 7K!.
Concertos em Portugal:
Dia: 14 de março 2024
Hora: 21:00
Local: BOTA - Anjos
Dia: 15 de março 2024
Hora: 21:30
Local: Centro de Artes e Espetáculos de Portalegre
Dia: 16 de março 2024
Hora: 21:30
Local: Casa da Cultura Setúbal
Dia: 17 de março 2024
Hora: 19:00
Local: Teatro Municipal de Matosinhos
Sinopse
Laura Masotto é uma violinista italiana (irmã do pianista Lorenzo Masotto) que se iniciou ainda criança nesse mesmo instrumento. Depois da formação clássica necessária, a música tem vindo a desenvolver uma interessante carreira a solo tocando por diversos palcos na Europa e não só. Durante este período, a instrumentista e compositora fez bandas sonoras para peças de teatro e fez algumas sessões de estúdio com outros músicos.
Em 2019 edita o primeiro disco “Fireflies” pela sua editora Lady Blunt, seguindo-se uma série de temas espalhados por umas quantas editoras da chamada Modern Classic como “Before the Rising Sun”, na compilação Strings Layers da 7K!, “Quantica” e “To Learn and Grow” (em colaboração com o pianista e compositor norte americano Philip G Anderson) na Scale Compilation da Bigo & Twigetti, “Waves” (em nova colaboração com Philip G Anderson) e “Mirage” para o disco Mediterraneo editado Lady Blunt Records. 2020 é o ano de edição do disco “Here and Now” que contém uma série de peças para a Primerose Music (audioteca digital). Um ano mais tarde, o seu segundo registo de originais “We”. Agora, a 1 de março editou o novo The Spirit of Things.
quarta-feira, março 06, 2024
Birds Are Indie - Agenda
Nos próximos meses, prosseguirá a tour da banda Birds Are Indie que, teve início no ano passado, após o lançamento do seu sexto álbum de estúdio, intitulado "Ones & Zeros". Depois de mais de 30 concertos nesta digressão, já realizados em Portugal e Espanha, estas são as primeiras datas a serem divulgadas para 2024.
. 9 MAR - Ceira - Ceira Rock Fest
. 6 ABR - Guimarães - CAAA
. 7 ABR - Matosinhos - FNAC NorteShopping
. 25 MAI - Valência (ES) - A anunciar
. 8 JUN - São Luís, Odemira - A anunciar
. 7 SET - Coimbra - Luna Fest
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segunda-feira, março 04, 2024
Announcing 4 more artists and the show schedule - 7th ALGARVE SMOOTH JAZZ FESTIVAL 2024
SHOW SCHEDULE of Europe's Soul, Funk & Jazz Party at the Atlantic Ocean
Basic program: (Subject to change.)
- Tuesday, 14. May
- 20:45 h | CONCERTS 1) MARC ANTOINE & ROCCO VENTRELLA, 2) JESSE COOK (free seating)
- 23:45 h | AFTERSHOW PARTY
- Wednesday, 15. May
- 20:45 h | CONCERTS 1) ADAM HAWLEY, 2) LIN ROUNTREE (numbered seats)
- 23:45 h | AFTERSHOW PARTY incl. MIDNIGHT JAM hosted by JJ SANSAVERINO
- Thursday, 16. May
- 15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL
- feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
- feat. Live artists interviews
- 20:45 h | CONCERTS 1) NATHAN MITCHELL, 2) ALTHEA RENÉ (numbered seats)
- 23:45 h | AFTERSHOW PARTY incl. MIDNIGHT JAM hosted by JJ SANSAVERINO
- 15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL
- Friday, 17. May
- 15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL
- feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
- feat. Live artists interviews
- 20:45 h | CONCERTS 1) REBECCA JADE, 2) NAJEE (numbered seats)
- 23:45 h | AFTERSHOW PARTY
- 15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL
- Saturday, 18. May
- 11:00 h | CONCERTS 1) JACOB WEBB & PHYLICIA RAE, 2) NELSON RANGELL & JAY ROWE (free seating)
- 15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL
- feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
- feat. Live artists interviews
- 20:45 h | CONCERTS 1) NICHOLAS COLE, 2) ERIC DARIUS (numbered seats)
- 23:45 h | AFTERSHOW PARTY
- Sunday, 19. May
- 11:00 h | CONCERTS 1) LEMEK, 2) CHIELI MINUCCI & SPECIAL EFX (free seating)
- 15:00 - 18:00 h | THE AFTERNOON CHILL
- feat. chilled drinks & loungy DJ grooves.
- feat. Live artists interviews
- 20:45 h | CONCERTS 1) PETER WHITE, 2) GRAND ALLSTAR FINALE (free seating)
- 23:45 h | FAREWELL AFTERSHOW PARTY
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Isabel Rato - Album "Vale das Flores" + Agenda
No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, um dos nomes femininos mais destacados do panorama do Jazz Português dos últimos anos, lança hoje o seu novo disco “Vale das Flores”, aquele que é o quarto disco da pianista em nome próprio, apoiado pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e inteiramente dedicado à música portuguesa.
Hoje é também divulgado o 3º single do disco, uma reinterpretação do tema “Que Amor não me Engana” de José Afonso e que conta com a participação de convidad@s especiais, Cuca Roseta na voz, Marta Pereira da Costa na guitarra portuguesa e o Quarteto Arabesco.
O disco é editado através da editora Nischo, selo propriedade de Carlos Martins, célebre músico de jazz e programador.
Numa homenagem à Liberdade, a compositora traz para este novo disco autores da música portuguesa de todos os tempos e vitais na luta pela liberdade, como José Afonso e Sérgio Godinho. entre outros. Trará também algumas das canções tradicionais portuguesas do nosso património universal das melodias intemporais.
Este disco conta com a participação de artistas convidadas de enorme relevância do nosso panorama da música portuguesa, nomeadamente a cantora Ana Bacalhau, a cantora Cuca Roseta e a guitarrista Marta Pereira da Costa (guitarra portuguesa).
O quinteto liderado por Isabel Rato, leva o público a viajar pelo Som do nosso País, conjugando a música portuguesa com o Jazz e a improvisação, reflectindo o carácter Universal das canções numa perspectiva singular e única.
Os seus dois discos anteriores “Histórias do Céu e da Terra” 20 musical19, (Editora Nischo) e “Luz” 2022 (E. Nischo) foram considerados como os melhores discos de Jazz nacionais dos seus anos respectivos pela revista de renome jazz.pt.
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“Isabel Rato move-se entre o jazz e a tradição clássica com a elegância de quem caminha sobre nuvens de sonhos. Parece trazer a paz, mas não esquece a luta das almas (…) Junte-se aqui que Isabel Rato une as qualidades de instrumentista e compositora. Afinal ela faz parte dessa nova geração de novos, ativos e ambiciosos nomes que vão abrindo janelas para a planície musical a partir do jazz. Por isso, jazz, clássica e tradição folclórica unem-se. (…) E é uma lufada de ar fresco no nosso reino musical, renovando. Algo de que a música portuguesa necessita.” Fernando Sobral – Jornal Económico
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Tour 2024
7 Fevereiro - Isabel Rato Quinteto - concerto pedagógico - Seixal
8 Fevereiro - Isabel Rato Quinteto - concerto pedagógico - Seixal
23 Fevereiro - Isabel Rato Trio - Privado - Lisboa
3 Março - Isabel Rato Quinteto - Lisboa
15 Março - Isabel Rato Trio - Privado - Porto
17 Março - Isabel Rato "Vale das Flores" Concerto de Lançamento - Casa do Comum - Lisboa - 17H
28 Março - Isabel Rato + João Custódio + Alexandre Alves - Cine-Incrível - Almada
13 Abril - Isabel Rato + João Custódio + Alexandre Alves - Sala 6 - Barreiro
24 Abril - Isabel Rato Quinteto “Vale das Flores” Lisboa (a anunciar)
9 Maio - Isabel Rato Quinteto “Vale das Flores” Festival Amadora Jazz
15 Junho - Isabel Rato Quinteto “Vale das Flores” - Salão Brazil - Coimbra
6 Novembro - Isabel Rato Quinteto “Vale das Flores” Teatro Municipal da Covilhã
mais datas a anunciar em breve ...
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Apoio: Radio Nacional Portuguesa Antena 1:
Concurso Nacional de Abraços a Árvores
Este mês, a VERDE - Associação para a Conservação Integrada da Natureza, comemora o seu terceiro aniversário. Para celebrar este marco e promover a ligação entre as pessoas e a natureza, lançou o Concurso Nacional de Abraços a Árvores.
Esta competição, inspirada em iniciativas internacionais como o Campeonato Mundial de Abraços a Árvores, que ocorre na floresta Halipuu, na Finlândia, desafia os portugueses a envolverem-se numa atividade simples, mas significativa: abraçar uma árvore e partilhar esse momento nas redes sociais.
Peço que a divulgação deste comunidado seja feito a partir de dia 07 de março
Estou à disposição para fornecer qualquer informação adicional que possa precisar ou para agendar uma entrevista.
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https://www.verde-associacao.pt/
domingo, março 03, 2024
sábado, março 02, 2024
Três cassetes com gravações dos Beatles de 1966 vão a leilão em Inglaterra
Três cassetes com gravações dos Beatles, feitas por Ringo Starr em 1966, vão a leilão em 26 de março, pela Omega Auctions, no noroeste de Inglaterra, por um preço estimado entre 11 mil e 17 mil euros.
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Ler mais em Jornal de Notícias:
sexta-feira, março 01, 2024
PETE ASTOR COMEMORA 40 ANOS DE CARREIRA COM EDIÇÃO DE DISCO TALL STORIES & NEW RELIGIONS NO DIA 15 DE MARÇO
SINGLE “CHINESE CADILLAC”
I always admired songs that had only one chord and this appreciation is what must have made Chinese Cadillac arrive in 1988. For some reason, The Weather Prophets were particularly good at putting out what turned out to be our best songs on B-sides or as bonus tracks. This song appeared as one of three tracks on the other side of the Hollow Heart 12” single and told the story of the perennial showbiz hopeful, who, as Howard Devoto memorably said on the first Buzzcocks’ single, Boredom, ‘came from nowhere’ and went straight back there. Along with pretty much every scene in Spinal Tap, this wise nugget was something that always stayed with me and, no doubt, many other musicians.
The song came around during the year when the Weather Prophets were signed to Warner Brothers. It was an interesting time. Signing with a big major label was something we did with our young eyes open – we were ambitious and knew that this was our roll of the dice and that the stakes were high. You get a shed load of money spent on you and there needs to be some kind of payback and this was our moment. Well... it didn’t happen for us being part of Warners but for a while there was this weird and exciting energy around what we were doing. I remember hearing that a BBC program wanted me to play the part of Keats in a Romantic poets drama they were planning. After we had all finished laughing I of course said no – I remembered doing some acting at school for about 5 minutes and it was excruciating for everyone I’m sure and me in particular but soon that kind of thing faded away and we were back on Creation where, with hindsight, we would have been better off staying all along.
A big recollection of that time was also of a deep discomfort with all the attention. Clearly, it didn’t sit that well with someone who didn’t view themselves as worthy of that amount of mainstream interest. So…. a song. I’d wanted to write a one-chord, ballad-type thing for ages, kind of in the style of Chuck Berry’s Downbound Train. And so, I wrote Chinese Cadillac. It was a third person narrative, and the main character was someone who wanted fame thinking it would make everything in his life right, and ends up talking shit in a pub in Camden Town (The Hawley Arms, actually, if you must know!). And of course, the fact that I never said ‘I’ once, meant that the song was in no way about me… – Pete Astor
DISCO TALL STORIES & NEW RELIGIONS
As the fiftieth birthday approaches, you get the sense that your life is thinning out and will continue to thin out, until it thins out into nothing. And you sometimes say to yourself: that went a bit quick. In certain moods, you may want to put it rather more forcefully. As in: OY!! THAT went a BIT FUCKING QUICK!!!… then fifty comes and goes, and fifty-one, and fifty-two. And life thickens out again. Because there is now an enormous and unsuspected presence within your being, like an undiscovered continent. This is the past. – Martin Amis
2024 marca 40 anos de Pete Astor a fazer discos, o aniversário adequado para fazer um balanço e voltar atrás nas músicas que apareceram pela primeira vez em discos de combos liderados por Astor, como os pioneiros da Creation Records The Loft e The Weather Prophets e os artistas da Matador The Wisdom of Harry, bem como seleções de álbuns a solo que apareceram em editoras como Danceteria e Static Caravan.
A motivação de Astor para Tall Stories & New Religions é múltipla. Algumas músicas são efetivamente reexaminadas da mesma forma que alguém se pode debruçar sobre uma imagem ressonante de uma caixa de fotografias antigas – conectando-se com a essência de um eu mais jovem. Outras canções foram recentemente reformuladas em tons mais sábios e reflexivos, enquanto outras simplesmente exigiram a exumação de uma não produção deliberadamente opaca e lo fi. As músicas escolhidas não são as óbvias - não há "Up the Hill and Down the Slope" ou "Almost Prayed" aqui - mas foram selecionadas por razões mais interessantes, muitas vezes esotéricas.
Astor é acompanhado por um grupo estimável de co-conspiradores, fruto de muitas horas passadas a tocar juntos em discos e concertos na última década. Eles são o baterista Ian Button (Death in Vegas, Papernut Cambridge, Go Kart Mozart), o baixista Andy Lewis (Paul Weller, Soho Radio e Blow Up DJ), o guitarrista Wilson Neil Scott (Summerhill, Felt, Everything But the Girl) e o teclista/ multi-instrumentista/ produtor Sean Read (Dexys, Mark Lanegan, Dave Gahan, Iggy Pop, Manic Street Preachers, Beth Orton, Chrissie Hynde…).
Juntos, revisitaram essas joias perdidas de músicas de uma maneira que permitiu a Astor equilibrar a forma como elas ainda fazem sentido para ele agora, olhando tanto para o futuro quanto para aquele grande e interessante novo país, o passado.
Tall Stories & New Religions é editado dia 15 de Março pela Tapete Records.
https://www.facebook.com/pete.astor
https://www.instagram.com/peteastor/
https://peteastor1.bandcamp.com/
https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3hOyXm00iqGbv7BvoPyGbn
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NANCY VIERA | apresenta "SINGA", o 2º single do novo álbum "GENTE"
"SINGA" É O NOVO SINGLE DE
NANCY VIEIRA
O SEGUNDO TEMA É UMA CANÇÃO EM CRIOULO DA GUINÉ BISSAU E O RESULTADO DA COLABORAÇÃO DA CANTORA COM REMNA. “SINGA” SUCEDE AO SINGLE DE ESTREIA, “SOL DI NHA VIDA”, TEMAS QUE FIGURAM NO NOVO ÁLBUM DA CANTORA CABO-VERDIANA, COM EDIÇÃO MARCADA PARA 15 DE MARÇO.
ESPETÁCULO DE ESTREIA AO VIVO DO ÁLBUM "GENTE":
8 MARÇO
20H00
SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL, LISBOA
SINGA - NANCY VIEIRA FEAT. REMNA
Letra e Música - Remna (3:48)
(arranjo - Jorge Cervantes)
(gravado no CervanteStudio)
Nancy Vieira e Remna - Vozes
Jorge Cervantes - Baixo Eléctrico, Charango, Clave, Guitarras Acústicas, “Shaker”
LEONOR BALDAQUE APRESENTA DISCO DE ESTREIA A FEW DATES OF LOVE DIA 5 DE ABRIL EM LISBOA 5 ABRIL/ 21H30M/ AUDITÓRIO CAMÕES, LISBOA
Quando Leonor Baldaque comprou uma guitarra, não sabia que uma nova expressão artística, a este ponto intensa, a aguardava e se tornava na sua nova paixão. Esta veio-se juntar às outras duas que praticava há anos, a representação no cinema enquanto actriz de Manoel De Oliveira, e a escrita de romances sendo autora publicada por duas das mais prestigiadas e exclusivas editoras de literatura francesas.
Foi há três anos apenas que a guitarra entrou na sua vida, e a quantidade de canções que compôs desde então é estonteante. A sua frequentação da música não é recente — estudou violoncelo e piano — mas, até agora, como ela diz «não sabia que tinha uma voz ». Este álbum está aqui para mostrar que tem uma voz, e que voz: única, profunda, recitando como quem canta, e cantando como quem recita. Uma voz envolvente, médio-grave, e que percorre os seus textos com uma intimidade desarmante, e um sentido da representação inato.
Em A Few Dates of Love, o seu álbum de estreia, Leonor Baldaque fez uma escolha, em parte cronológica, começando pelo início, em parte narrativa, contando uma história, e seleccionou dez temas. Estamos perante uma poetisa, antes de mais. De uma contadora de histórias. E de uma intérprete de génio. A simplicidade da guitarra, na maior parte dos temas, é constantemente envolta de melodias que parecem viajar sós por cima dessas notas. A sua voz dá-se, retira-se. Desvenda e esconde. A sua narrativa é pessoal, recorrendo a um imaginário rico, que é como um poço de palavras, de imagens e cenários, quase sem fundo. O vento, a viagem, o amor, a falta dele, o anoitecer sobre uma guitarra; o Verão, o exterior, os Canyons, o álcool e um palácio: passageiros no seu mundo, Leonor Baldaque arrebata-nos consigo, e não conseguimos retirar a nossa atenção do que nos veio dizer.
Um álbum que, sem dúvida, podemos qualificar de « independente », e que é como uma viagem dentro de uma personalidade multifacetada, difícil de assimilar a outros artistas, e onde podemos apenas entrever a presença, algures, de Leonard Cohen, da Folk americana, do Folk-rock, mas já distante. Leonor Baldaque pegou no que encontrou, e fez o seu caminho. É responsável pelas letras e composições e assina ainda a realização e edição dos seus videoclips. A Few Dates of Love soa já a um clássico.
Após uma primeira apresentação ao vivo na Casa da Música no Porto, Lisboa tem agora a honra de receber o próximo concerto de Leonor Baldaque: dia 5 de Abril, às 21h30m, no Auditório Camões, no Liceu Camões.
Sobre a Casa da Música, Leonor confessa: “Artisticamente, foi a minha experiência mais audaz até hoje. Há uma imediatez na transmissão de uma canção em palco, que não se conhece nem com a escrita, nem como o cinema. E depois, eu sempre tive uma grande paixão pelo risco. E estar em palco, a cantar coisas tão intensas, sem que isso seja a vida de todos os dias, é um grande risco.”
E prepara-nos para o que poderemos esperar do concerto em Lisboa: “Tenho a impressão de que vou de novo caminhar sobre um fio no concerto de Lisboa. O mais estranho, é que não sei o que vai acontecer: eu conheço as canções, o alinhamento, mas não posso dizer saber o que vai acontecer. Será apenas o segundo concerto, e estou impaciente.”
Enquanto aguardamos pelo concerto, podemos desde já ouvir o novo single “It’s the Wind” que Leonor nos apresenta: ““It’s the Wind” foi das primeiras canções que compus e escrevi. Veio tudo tão depressa ter comigo, foi como uma rajada de vento. Será sempre uma das minhas canções preferidas. Há algo do estado de transe nela. Decidi começar com ela os meus concertos, pois ela transporta-me para longe. Para esse local ventoso, e repleto de sensações, que era o local onde me sentia estar na altura em que a escrevi. E para onde sempre volto quando a canto. É uma experiência quase de xamã, isto de cantar o que nos ditou a alma.”
O disco A Few Dates of Love de Leonor Baldaque, uma das cantautoras portuguesas mais singulares actualmente, chega às lojas no dia 5 de Abril.
Em Abril, igualmente, a editora Quetzal publicará a primeira tradução portuguesa do último romance francês de Leonor Baldaque, Piero Solidão.
Vídeoclips
“Few Dates of Love” https://www.youtube.com/watch?v=0WI_ClVxm5E
“My New Drink” https://www.youtube.com/watch?v=KEkxZ7Rkpck
“This is Where” https://www.youtube.com/watch?v=LU83hVo9eGg
Redes sociais
https://www.instagram.com/leonorbaldaqueofficial/
https://www.facebook.com/leonorbaldaque
https://www.youtube.com/@leonorbaldaqueofficia
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