segunda-feira, maio 06, 2024

Herman José vence Prémio SPA : 'Vida e obra"

 


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O prémio foi entregue pelo Presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria, no passado dia 29 de Abril na Aula Magna, no final do concerto “O MAR DE CAMÕES”.


O Prémio Vida e Obra da SPA, que o consagra pelo seu talento excepcional como actor, músico e autor, no ano em que comemora 70 anos de vida e 50 de incessante e multifacetada carreira artística. O Prémio Vida e Obra é atribuído todos os anos a figuras centrais da nossa vida cultural, científica e também política.


Este prémio já foi entregue em anos anteriores a Mário Soares, Eduardo Lourenço, António Damásio, José-Augusto França, António Lobo Antunes, Álvaro Siza Vieira, Carlos Avilez, Manuel Alegre, António Victorino de Almeida, Álvaro Cassuto, José Pacheco Pereira entre outros … 

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Festival Amadora Jazz começa esta semana e traz concertos de David Murray Quartet, Isabel Rato Quinteto, Júlio Resende e Lokomotiv

 A 12ª edição do Festival Amadora Jazz regressa entre os dias 9 e 12 de Maio, entre o Recreios da Amadora, o Cineteatro D. João V e o Auditório de Alfornelos e tem lugar no contexto das celebrações dos 50 anos do 25 de abril "Amadora, Cidade de Abril”.


Em 2024, o Amadora Jazz reafirma o seu papel vital na vida cultural do Município da Amadora, consolidando a sua posição como um dos principais eventos jazzísticos do país. Com um cartaz cuidadosamente selecionado e em linha com as comemorações dos 100 anos de Luis Villas-Boas e as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o festival procura continuar a atrair a atenção nacional e a posicionar a cidade como um destino imperdível para os amantes do jazz. 
O Festival é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, tendo como parceiro de programação a associação Jazz ao Centro Clube. Toda a programação paralela tem a parceria da Égide – Associação Portuguesa das Artes. 

Segundo a Câmara Municipal da Amadora, "o Amadora Jazz é um evento que tem contado com “figuras cimeiras do jazz nacional e internacional”. Nesta edição estarão presentes projetos significantes do meio jazzístico, dirigidos aos mais diversos públicos, apostando mais uma vez na diversificação da oferta e na qualidade das propostas apresentadas, procurando em simultâneo fidelizar públicos reforçando a aposta no universo jazzístico. Especial destaque para os projectos de Isabel Rato e Júlio Resende que celebram os 50 anos do 25 de Abril."
 
Para José Miguel, director da JACC, "a programação reflete o legado de Abril, fazendo incluir, na sua programação, dois concertos de artistas portugueses - Isabel Rato e Júlio Resende - que lidam diretamente com a herança sócio-cultural daquele que foi um momento determinante da sociedade portuguesa
contemporânea.
Por outro lado, o Amadora Jazz procura manter e consolidar a sua trajetória enquanto momento relevante na oferta cultural do concelho e da Área Metropolitana de Lisboa, interpelando públicos que, sendo conhecedores ou simplesmente curiosos, poderão identificar no festival a marca de uma programação cuidada e distintiva, que junta artistas de diferentes proveniências e percursos, permitindo o acesso à realidade viva do Jazz.
Se é certo que a presença de David Murray merece destaque, dado o seu papel central nesta música, ao longo das últimas cinco décadas, a 12ª edição do Amadora Jazz apresenta muitos e bons motivos para celebrar Abril (em Maio), ao som da melhor música!" 

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Peça de Teatro - A ÚLTIMA PRISÃO, de FRANCISCO QUINTAS

 A ÚLTIMA PRISÃO, de FRANCISCO QUINTAS

10 a 21 de maio de 2024 | Teatro Municipal Mirita Casimiro | Terça a Sábado às 21h00, Domingos às 16h00.


Cascais, Portugal - 6 de maio de 2024 - O Teatro Experimental de Cascais tem o prazer de anunciar a estreia da peça teatral "A Última Prisão", uma obra comovente e provocadora escrita por Francisco Quintas. Sob a direção hábil de Rodrigo Aleixo, esta produção envolve e provoca o público com a sua forte narrativa.
 

“A Última Prisão", protagonizado pelo ator João Vicente, é uma reflexão sobre os eventos tumultuosos que precederam à Revolução de 25 de Abril de 1974 em Portugal. Através dos olhos de um ex Preso Político, somos transportados para os corredores sombrios da censura e da opressão política. 

A peça ilumina os meandros da manipulação do regime, as injustiças das prisões políticas e a crueldade da tortura, deixando espaço para uma profunda reflexão sobre os valores da liberdade e da justiça.

O Teatro Experimental de Cascais, comprometido com a promoção de novos talentos e a celebração da cultura nacional, lançou o desafio em 2023 para a segunda edição do seu concurso de textos inéditos de teatro jovem. Com o tema da liberdade em destaque, a iniciativa visava contribuir para as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. 

Francisco Quintas emergiu como vencedor. A sua obra conquistou o júri por unanimidade, evidenciando o seu domínio da forma dramática e da sua capacidade de provocar reflexões profundas sobre a história e a sociedade.

Este evento ocorrerá no Teatro Municipal Mirita Casimiro, de 10 a 21 de maio. As apresentações serão realizadas de terça-feira a sábado às 21h00, com matinés aos domingos às 16h00.

Sessão Refood: 11 maio
Sessão com Língua Gestual Portuguesa: 18 maio
Conversa com o público: 19 maio


Os bilhetes já estão disponíveis aqui e no site do TEC.

The Rolling Stones (Richards) - @Houston


 

domingo, maio 05, 2024

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Vasco Moreira (Gritali), Zé Da Melinha (Joseph) e Ângelo Silva (Ex- Gritali & Os Tratantes) @Web Radio Z.AM


Festival Ti Milha

 


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Apoio:
Antena 3


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Ti Milha 2024: O Festival que celebra a música, a cultura e a animação anuncia programação completa desta edição e inicia venda de bilhetes 


O festival de música Ti Milha 2024 está marcado para os dias 19, 20 e 21 de julho e anuncia a programação completa para a nova edição. O evento, criado em 2016, tornou-se num dos principais festivais da região centro e regressa este ano ao Parque de Lazer da Ilha para três dias repletos de muita música, cultura e animação.

Alguns dos artistas presentes nos três palcos do Ti Milha 2024 serão:

Branko, Tânia Graça, Fogo Fogo, Scúru Fitchádu, Jhon Douglas e muitos outros.


Tal como nas edições anteriores, o festival caracteriza-se por não ter um género, mas sim uma linha orientadora na sua curadoria que pauta-se por criar momentos de diversão, dança e animação ao público e ainda mostrar a arte e cultura local.

Para além dos concertos, o Festival reúne várias atividades, como workshops, conversas e  exposições de arte. Tudo isto, num espaço natural como o Parque de Lazer da Ilha, com várias áreas de relaxamento para aproveitar ao máximo a experiência do Ti Milha.


O festival é a oportunidade do povo da Ilha mostrar como recebe “as gentes de fora”: Com animação e muito amor, surgindo assim o lema “O Ti Milha é Amor”.


Os bilhetes para a edição de 2024 já estão à venda na plataforma 3cket e a 1ª fase de vendas, com preço promocional, termina no dia 17 de maio*. 

  • Bilhete Geral: 12€

  • Bilhete Geral com Campismo: 12€

* Lote limitado - este prazo pode ser antecipado devido a rotura de stock


Vídeo resumo da edição anterior: https://vimeo.com/935444946

Sobre o Ti Milha:
O Ti Milha nasceu em julho de 2016 e realiza-se na Ilha, concelho de Pombal. Destaca-se pela diversidade musical e cultural, estendendo-se a vários géneros e estilos que entreguem a diversão e a festa que fazem o mote do festival. Com três palcos distintos, o evento promove artistas consagrados e talentos emergentes. O evento proporciona ainda o tão importante contacto entre diferentes gerações e formas de expressão cultural. Oferece também atividades paralelas que refletem várias artes, como pintura, escultura, teatro, fotografia, entre outras. O Festival é desenvolvido pela ARCUPS, uma associação sem fins lucrativos, que pretende dinamizar a região e fazer mais pelas suas pessoas.  


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.cruzamente - EDITAM um bicho como nós E APRESENTAM-NO AO VIVO NO DIA 18 DE MAIO NO CCOP NO PORTO

 “Ilusões” é o segundo single do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e traz consigo uma melancolia quente, que nos leva à introspecção com um balançar da cabeça.

 

Porque é que somos assim? Como é que a nossa mente nos ilude ao ponto de não vermos o que está diante de nós? O encontro, mesmo que seja connosco, parte da cedência. E desse modo, quanto mais recíproca for, mais equidistante será o ponto de entendimento. Cedam, egos!

 

O vídeo que acompanha o single “Ilusões” foi criado pelo Bernardo Bordalo. Com uma base de foundfootage, pretende abordar a narrativa do tema e do álbum no máximo de dimensões em simultâneo. Desde o nível pessoal à nossa cumplicidade com o ecossistema, as forças naturais que operam alheias a tudo, mas que são condição para a nossa existência, até à impossível quantificação do ser no universo. O tudo e o nada, ao mesmo tempo.

 

Nas palavras do realizador: “Fora da nossa vista, existe todo um universo debaixo de água cuja presença é absolutamente vital para o planeta, ainda que opere de forma invisível - o ciclo da água é um exemplo disso. Da água para o vapor, para a nuvem e de volta ao planeta sob a forma da chuva. São forças quase mágicas, quase no universo da ilusão, que operam ciclicamente para sustentar tudo.”

 

Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.

 

Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.

 

Deram os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo - Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)

 

O seu primeiro álbum um bicho como nós, a editar no dia 10 de Maio, foi produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.

 

Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.

 

O concerto de apresentação do disco um bicho como nós acontecerá a 18 de Maio no CCOP, no Porto, pelas 21h30m. Será apresentado o disco, bem como alguns temas de trabalhos anteriores, com algumas surpresas pelo meio. Os bilhetes já estão à venda.


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Spotify

Rolling Stones - "Tell me straight"


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sábado, maio 04, 2024

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 Vasco Moreira, Joseph e Ângelo Silva num podcast recente da webradio Z.Am

Numa conversa de gostos musicais, cada um tinha gostos de música diferentes.

Mas Steve Cropper foi escolha unânime:

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"Playing my thang"

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"Sandy beaches"

David Gilmour - Novo disco + ao vivo

 


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David Gilmour anunciou o seu regresso aos palcos, uma semana após ter revelado o lançamento de um novo disco.


O ex-Pink Floyd irá dar seis concertos no mítico Royal Albert Hall, em Londres, no próximo mês de outubro, de apresentação de “Luck and Strange”. Estes serão os primeiros concertos a solo de Gilmour em oito anos.


Em entrevista à revista "Uncut”, o músico afirmou querer escapar ao material que os Pink Floyd lançaram nos anos 70. “É possível que outras décadas estejam melhor representadas”, revelou.


Os espetáculos terão lugar a 9, 10, 11, 12, 14 e 15 de outubro. Os bilhetes serão disponibilizados ao público em geral a partir do dia 10 de maio.

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Ler mais em Expresso / Blitz:

https://amp.expresso.pt/blitz/2024-05-04-david-gilmour--ex-pink-floyd--de-regresso-aos-palcos-1a67a6fb 


sexta-feira, maio 03, 2024

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VIRGEM SUTA LANÇAM NOVO SINGLE “DOIS DIAS” DIA 3 DE MAIO E ANUNCIAM CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO DE NOVO DISCO

 


12 DE NOVEMBRO/ TEATRO MARIA MATOS, LISBOA

21 DE NOVEMBRO/ CASA DA MÚSICA, PORTO 


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“Dois Dias” é o nome do novo single dos Virgem Suta e marca o regresso da banda às edições, antecipando o universo daquele que será o quarto álbum de originais da dupla formada por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo que assinala 15 anos de carreira.

 

Habituados a transformar histórias em canções, os Virgem Suta mantêm a perspicácia e ironia a que habituaram os seus ouvintes, retratando em “Dois Dias” o tema da rotina frenética da sociedade atual e a generalizada procura de ideais de felicidade tantas vezes distorcidos.

 

Com produção de JP Coimbra, o single aponta para novos caminhos estéticos, abrindo o apetite para o álbum que se avizinha.

 

“Dois Dias” estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 3 de maio.

 

Com lançamento de novo disco previsto para outubro, o quarto álbum da banda de Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo tem já definidas as datas de apresentação em Lisboa e Porto. Na capital a banda subirá ao palco do Teatro Maria Matos no dia 12 de novembro e na invicta, ao da Casa da Música, dia 21 de novembro.

 

No ano em que celebram 15 anos de carreira, os Virgem Suta propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto.

 

Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.

 

Sobre os Virgem Suta

 

Os Virgem Suta surgiram em 2009 com um álbum homónimo e desde essa data lançaram Doce Lar em 2012 e Limbo em 2015, todos com o selo da Universal Music. Em 2010 foram nomeados para os Prémios Globos de Ouro na categoria Melhor Banda e em 2013 na categoria Melhor Álbum.

 

Ao longo dos quatorze anos de existência nunca deixaram de atuar ao vivo, tendo no currículo centenas de concertos um pouco por todo o país, inclusive em alguns dos maiores festivais nacionais (Meo Sudoeste, Meo Marés Vivas, Festival F, Festival Med, Festival Músicas do Mundo de Sines, Festival Sem Soldos, entre outros). Internacionalmente já atuaram no Brasil, Canadá, Macau, Timor, Bélgica, Hungria, Espanha e mais recentemente no Chile, num dos maiores festivais de música do mundo, o Womad.

 

Exemplo de consistência artística, Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda são autores de algumas das canções mais irresistíveis da música portuguesa. As suas composições ganham uma intensidade que varia entre a energia contagiante de uma festa e a tranquilidade comovente, criando na audiência a sensação de estar em casa. Se temas como “Regra Geral” e “Linhas Cruzadas”, que continuam a integrar playlists das rádios nacionais, são obrigatórios ao vivo, a verdadeira festa surge nos primeiros acordes de “Dança de Balcão”, “Tomo Conta Desta Tua Casa” ou “Vovó Joaquina”.

 

Em 2024 a banda comemora o décimo quinto aniversário com novo álbum e nova digressão. 


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Concerto Mulheres da Lusofonia

 CONCERTO MULHERES DA LUSOFONIA

Um concerto idealizado por Fafá de Belém

Com Anabela Aya, Anastácia Carvalho, Ana Laíns, Karyna Gomes, Lura, Piki Pereira e Selma Uamusse

Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, 15 de Maio, 21h | ENTRADA GRATUITA 

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Inserido no âmbito das comemorações do mês da Lusofonia, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa irá apresentar, no Centro Cultural de Belém, no próximo dia 15 de maio pelas 21h, o concerto MULHERES DA LUSOFONIA, que visa homenagear a Mulher Lusófona, com particular destaque à Mulher Negra, mãe de uma Identidade que define a construção dos Países da Lusofonia, nas vozes de Anabela Aya (Angola), Anastácia Carvalho (São Tomé e Príncipe), Ana Laíns (Portugal), Karyna Gomes (Guiné-Bissau), Lura (Cabo Verde), Piki Pereira (Timor), Selma Uamusse (Moçambique) e Fafá de Belém (Brasil), de quem nasceu a ideia de juntar este colectivo de Mulheres da palavra em Língua Portuguesa, e fortes representantes das culturas identitárias dos países que representam.


A acompanhar estas oito vozes da Lusofonia estará um Ensemble composto por Paulo Loureiro (piano), Rolando Semedo (baixo), Carlos Lopes (acordeão), João Ferreira (percussão), Ana Filipa Serrão (violino), José Pereira (violino), Joana Cipriano (viola d’arco) e Catarina Gonçalves (violoncelo).


As orquestrações estão a cargo de Paulo Loureiro, Nuno Tavares, Sérgio Charrinho e Telmo Lopes.


Apoiado e financiado pelo Fundo Especial da CPLP, o concerto MULHERES DA LUSOFONIA celebra esta Língua Portuguesa que, unindo Nações e Povos, evoca gritos de Liberdade, pois a sua história e a dos Países Lusófonos é também a história das mulheres que, embora escravizadas e afastadas das suas origens, permaneceram fortes, carregando o peso das batalhas travadas em nome do seu povo e da sua identidade cultural e étnica, deixando um legado que, nos dias de hoje, é cantado por outras mulheres que prosseguem na defesa da sua identidade cultural.


O concerto MULHERES DA LUSOFONIA, de entrada gratuita, conta ainda o apoio do Instituto Guimarães Rosa, da Missão do Brasil junto à CPLP e do Centro Cultural de Belém.  

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Apoio:

Antena 1  

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