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segunda-feira, setembro 08, 2025
Cinema - Fórum Luísa Todi em Setúbal - Pretty Woman: Um Sonho de Mulher de Garry Marshall Ciclo “Cinema Americano, anos 80” 6 de outubro . 21h00
Cinema - Forum Luísa Todi - Batman de Tim Burton Ciclo “Cinema Americano, anos 80” 22 de setembro . 21h00
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Na sombria e corrupta cidade de Gotham, o misterioso vigilante conhecido como Batman trava uma guerra solitária contra o crime.
Quando o perigoso criminoso Jack Napier sofre um acidente e renasce como o sádico e imprevisível Joker, a cidade mergulha no caos.
Cabe a Batman proteger os inocentes e enfrentar o seu inimigo mais letal, enquanto lida com o seu próprio passado e identidade secreta.
Com uma estética gótica marcante e uma abordagem mais sombria do herói, este filme de Tim Burton redefiniu o universo cinematográfico dos super-heróis.
O filme faz parte da masterclass de Lauro António “Cinema Americano, anos 80”, com mais de seis dezenas de filmes selecionados pelo antigo cineasta e crítico cinematográfico, falecido em 2022.
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BILHETES: Entrada livre
SINOPSE: O cavaleiro da noite de Gotham começa a sua guerra contra o crime e o seu maior inimigo, o Joel
REALIZAÇÃO: Tim Burton
ELENCO: Kim Basinger, Jack Nicholson, Michael Keaton, Jack Palance, Pat Hingle
GÉNERO: Ação, Aventura
ANO: 1989
DURAÇÃO: 121 minutos
IMDB: 7,5
OUTRAS INFORMAÇÕES: M/12. Ciclo "Cinema Americano, Anos 80", de Lauro António
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Teatro - Forum Luísa Todi em Setúbal: DOM QUIXOTE DE LA MANCHA 20 de setembro . 17h00
Música - Fórum Luísa Todi em Setúbal: Bill MacKay 19 de outubro . 18h00
sábado, setembro 06, 2025
MIRAMAR | Concertos de apresentação novo álbum + single Café Planície
André Carvalho - antecipa novo álbum Of Fragility and Impermanence com lançamento de primeiro single e anúncio de datas ao vivo
O compositor e contrabaixista André Carvalho lança o seu novo trabalho, Of Fragility and Impermanence, uma exploração musical profundamente pessoal sobre a fragilidade e transitoriedade da vida.
Cada peça do álbum nasce como uma meditação independente, abordando diferentes perspectivas: a vulnerabilidade da parentalidade, a melancolia ligada ao desejo de regressar a um estado primordial de plenitude ou a beleza efémera de pequenos gestos quotidianos. Através desta lente, Carvalho cria música que convida à escuta atenta e à reflexão, evocando tanto delicadeza como intensidade emocional.
O álbum celebra a delicadeza do som e a efemeridade dos momentos, abraçando a vulnerabilidade como caminho para o autoconhecimento e capturando a essência fugaz da vida. Esteticamente, dá continuidade à busca do compositor por novas linguagens musicais, onde elementos acústicos e electrónicos se entrecruzam, explorando instrumentação pouco convencional e sons menos consensuais. Explora também o limiar entre composição e improvisação, criando fronteiras subtis que dificultam ao ouvinte distinguir o que é planeado do que é espontâneo. Nesse território, Carvalho trabalha os contrastes entre silêncio e densidade, clareza e ruído, o íntimo e o universal.
O álbum conta com a participação de José Soares (saxofone), Raquel Reis (violoncelo), Samuel Gapp (piano) e João Hasselberg (electrónica), músicos que se juntam a Carvalho para dar vida a esta exploração sonora. O trabalho resulta de uma residência artística realizada no Centro Musibéria (Serpa) e contou com o apoio da Antena 2 e da Fundação GDA.
O primeiro single, “No man crosses the same river twice, for it's not the same river and he's not the same man”, parte de uma reflexão de Heraclitus sobre a impermanência da vida. Carvalho traduz este pensamento numa composição em constante transformação, onde melodia, harmonia, ritmo e textura se reinventam sem nunca se repetirem. Com uma estética crua, a peça evolui para um solo colectivo fragmentado, retomando ideias já apresentadas, mas revelando novas nuances. O resultado é uma porta de entrada intensa e contrastante para o universo do álbum.
Depois de álbuns conceptuais aclamados, como Lost in Translation (Volumes I & II, 2021/2023) e The Garden of Earthly Delights (2019), Carvalho volta a mergulhar na intersecção entre narrativa e música, desta vez inspirado pelos temas da fragilidade e da impermanência da vida.
Paralelamente à sua actividade como contrabaixista, Carvalho tem desenvolvido uma carreira destacada como compositor para cinema e teatro, colaborando com realizadores como Gonçalo Almeida, Guilherme Daniel e Bruno Carnide. Criou bandas sonoras para curtas-metragens apresentadas em festivais de referência, incluindo Sitges (Espanha), Fantastic Fest (EUA), Short Shorts Film Festival (Japão), FEST (Espinho), MotelX (Lisboa) e Curtas Vila do Conde, tendo recebido diversos prémios pelas suas composições. Destaca-se, em particular, a curta Atom & Void, com banda sonora de Carvalho, nomeada para os Prémios Sophia 2025.
Com este novo trabalho, André Carvalho reafirma-se como uma das vozes mais singulares da música contemporânea portuguesa, com um percurso que cruza jazz, música erudita e experimentalismo.
Of Fragility and Impermanence será lançado a 7 de Novembro em digital, CD e LP através da Robalo Music, com apresentações no Guimarães Jazz 2025 (8 Novembro 2025), BOTA Anjos (28 Fevereiro 2026) e Teatro Municipal de Bragança (18 Junho 2026).
https://www.instagram.com/andrecarvalho.bass/
https://www.facebook.com/carvalhobass
https://www.andrecarvalhobass.com/
https://www.andrecarvalhobass.com/of-fragility-and-impermanence
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sexta-feira, setembro 05, 2025
Roots and Rhythms - Agenda dos Artistas
PRÓXIMOS CONCERTOS
06 Setembro - FERMIN MUGURUZA - Festa do Avante - Seixal
06 Setembro - CANTADORES - XXVIIª Semana Cultural - Alcáçovas
06 Setembro - THE PARKINSONS - Metalpunk Festival - Coimbra
12 Setembro - CANTADORES - Evento Privado
12 Setembro - CELINA DA PIEDADE - Noites na Fonte - Palmela
13 Setembro - CELINA DA PIEDADE - Festival Maia Folk - Maia
18 Setembro - ISABEL RATO QUINTETO - Forum Municipal Luisa Todi - Setúbal
25 Setembro - ISABEL RATO QUINTETO - Grândola Vila Jazz
27 Setembro - CELINA DA PIEDADE - Encontro de Culturas de Viana do Castelo
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Disco de estreia de Caustic, Babe chama-se "Cheap Moralisms" e é editado pela Lux Records
Fotografia: Filipe Furtado
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No dia 5 de setembro, chega às plataformas digitais Cheap Moralisms, o disco de estreia dos Caustic, Babe!.
A banda nasce da urgência de transformar em música as tensões de uma juventude que se move entre precariedade, ansiedade e a busca incessante de um lugar no mundo. Com raízes firmes no legado conimbricense de rock n’ roll cru e sem concessões, os Caustic, Babe! partem de influências do punk e do pós-punk para criar um som que não pede licença, mas que exige ser ouvido — alto, direto, urgente.
Cheap Moralisms é uma descarga elétrica de emoções contraditórias: raiva, angústia e medo, mas também amor, libertação e esperança. Um reflexo da condição disforme de uma geração que nunca foi preparada para viver num mundo em ruínas, mas que insiste em encontrar caminhos de reinvenção e resistência — uma catarse feita de guitarras, suor e sinceridade, sempre com a certeza de que, mesmo no fim do mundo, há espaço para sonhar.
Ao longo das suas seis faixas, o disco constrói-se como um retrato multifacetado da juventude contemporânea. Em So Loud, revela-se o peso das pressões externas e a contradição entre a revolta e a necessidade de pertença, enquanto Trainspotting desenha a busca incessante entre dois desconhecidos que se procuram pela cidade através da idealização da relação perfeita. Já I’ll Be Back reflete a experiência de quem emigra em busca de futuro, confrontando-se com a nostalgia do regresso impossível, e XXX Generation assume-se como uma crítica sarcástica a uma geração consumista, entregue ao escapismo e a dinâmicas disfuncionais que se mascaram de festa. O álbum encontra ainda espaço para homenagear as raízes conimbricenses com Sonic Life, versão de um tema dos Wipeout Beat que serviu de inspiração ao processo criativo da banda. E em Should I Dream, single de apresentação, expõe-se o paradoxo de criar num mundo que insiste em roubar a esperança, onde a urgência artística se confunde com a sua própria irrelevância.
Em palco, os Caustic, Babe! já passaram por espaços e eventos como o Rock ao Luar, Salão Brazil e o Verão a Dois Tempos. No dia 4 de Outubro, a banda actua no Gliding Barnacles, na Figueira da Foz.
A banda é formada por Hugo Umbelino (voz e bateria), Cordeiro (voz e guitarra), Carlos “Xuxo” Neves (baixo), Filipe Fidalgo (saxofone e vozes) e Maria (voz e sintetizadores). As letras são de Hugo Umbelino, com mistura assinada por Carlos Neves, Miguel Cordeiro e Filipe Fidalgo e masterização de Filipe Fidalgo.
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https://www.instagram.com/caustic_babe/
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Lux Records
5ª edição do Festival Emraizart com programação internacional dedicada às artes performativas em Lagos
Na programação artística, o festival aposta exclusivamente em companhias internacionais de circo contemporâneo e teatro físico, privilegiando espetáculos acessíveis e multilingues. Entre os destaques encontram-se “Ça Va Péter”, da companhia belga À La Maleta, que combina malabarismo, humor e interatividade num espetáculo explosivo; “Gustavo La Vita”, do italiano Andrea Farnetani, um clown poético que reflete sobre a fragilidade e a alegria da vida; e “V.O.G.O.T. da companhia Masawa de França, que explora os cinco sentidos. A programação conta ainda com a presença da Orquestra Ligeira de Lagos, que, através de uma fanfarra itinerante, trará energia, música e momentos de celebração coletiva ao recinto.
O festival amplia a sua proposta artística através de workshops e palestras que exploram a criatividade, a educação e a sustentabilidade, para adultos e famílias. As atividades incluem oficinas de clown, narrativas infantis, conversas participativas, circo, construção criativa e práticas de permacultura, orientadas por artistas nacionais e internacionais (ver programação detalhada, em baixo). Professores e educadores beneficiarão de formações específicas com destaque para Gabriela Espinosa, que abordará o corpo e a criatividade na educação.
A sustentabilidade volta a ser um dos eixos centrais do EmRaizArt. Nesta edição, as mascotes do cartaz Cortiça e Bolota ganharão vida no recinto, interagindo com o público e transmitindo mensagens de sensibilização ambiental, reciclagem, uso responsável da água e respeito pela biodiversidade.
O recinto convida ainda ao piquenique e ao convívio em espaços com jogos tradicionais, reforçando a ligação entre comunidade, natureza e cultura.
O Festival EmRaizArt reafirma-se como um espaço de experimentação artística, formação e acessibilidade, promovendo a arte como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.
Bilhetes:
4 e 5 de outubro
Bilhete dia todo:
Adultos - 20€
Crianças - 10€
Bilhete tarde: 14h00 - 20h00
Adultos - 10€
Crianças - 5€
PROGRAMA FIM DE SEMANA
Sábado 04 Outubro
MANHÃ 10h00 - 13h00
Workshops - 3 sessões rotativas de 45 min
Público: famílias
Jogos Teatrais / Cris McIntosh (CL)
Permacultura / Sara Roda e Ana Carla Cabrita (PT)
Construção Criativa / Memo Rodriguez (CL)
Formação Intensiva
Público: Jovem e Adultos
Técnicas de Clown e humor - Andrea Farnetani e Valeria Di Felice (IT)
Oficinas Abertas de Circo - Circo Vagamundo (PT) (Espaço aberto entre as 10h00 e as 19h00)
TARDE 14h00 - 20h00
14h00 Intervenção Artística - Dixieland - Orquestra Ligeira de Lagos
14h30 Abertura do festival
15h00 Espetáculo - Gustavo la Vitta - Andrea Farnetani (IT)
16h00 Conversa Participativa / Modelos de Educação Criativa - Gaby Espinosa (CL)
16h30 Intervenções Artísticas no Recinto - Duo Fla (PT) + Joaquim Astaburuaga (CL)
17h00 Espetáculo - Ça va Peter - Circo a la Maleta (BE + CL)
18h00 Intervenção Artística - Dixieland - Orquestra Ligeira de Lagos
18h30 Intervenções Artísticas no Recinto - Duo Fla (PT) + Joaquim Astaburuaga (CL)
19h00 Espetáculo - V.O.GO.T - Duo Masawa (IT + ARG)
19h45 Fecho
Domingo 05 Outubro
MANHÃ 10h00 - 13h00
Workshops - 3 sessões rotativas de 45 min
Público: famílias
Jogos Teatrais / Cris McIntosh (CL)
Permacultura / Sara Roda e Ana Carla Cabrita (PT)
Construção Criativa / Memo Rodriguez (CL)
Formação Intensiva
Público: Jovem e Adultos
Técnicas para a criação para a Infância e Juventude / Luis Godinho (PT)
Oficinas Abertas de Circo / Circo Vagamundo (PT) / Espaço aberto entre as 10h00 e as 19h00
TARDE 14h00 - 20h00
14h00 Intervenção Artística - Dixieland - Orquestra Ligeira de Lagos
14h30 Abertura do Festival
15h00 Espetáculo - Gustavo la Vitta - Andrea Farnetani (IT)
16h00 Conversa Participativa / Arte na Educação da infância - Luis Godinho (PT)
16h30 Intervenções Artísticas no Recinto - Duo Fla (PT) + Joaquim Astaburuaga (CL)
17h00 Espetáculo - Ça va Peter - Circo a la Maleta (BE + CL)
18h00 Intervenção Artística - Dixieland - Orquestra Ligeira de Lagos
18h30 Intervenções Artísticas no Recinto - Duo Fla (PT) + Joaquim Astaburuaga (CL)
19h00 Espetáculo - V.O.GO.T - Duo Masawa (IT + ARG)
19h45 Fecho do Festival
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quinta-feira, setembro 04, 2025
10.ª edição do Algarve Music Series começa no Dia Mundial da Música
Algarve Music Series celebra a sua 10.ª edição com programação internacional sob o tema ECHOS.
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De 1 de outubro a 16 de novembro, em Faro, Loulé e Tavira
O Algarve Music Series, fundado em 2016 pela violoncelista Isabel Vaz e pelo pianista Vasco Dantas, regressa este outono para celebrar a sua 10.ª edição com uma programação diversificada que atravessa a música de câmara, concertos sinfónicos, jazz e música folk. O ciclo realiza-se entre 1 de outubro e 16 de novembro, com concertos distribuídos pelos concelhos de Faro, Loulé e Tavira, trazendo ao sul do país nomes de referência internacional.
Sob o tema ECHOS, o festival propõe uma reflexão sobre a forma como a música ressoa no tempo e no espaço, através de três dimensões centrais: echos da tradição e inovação, que promovem o diálogo entre música clássica, contemporânea, tradicional e eletrónica; echos sonoros, que exploram encontros inesperados de instrumentos e timbres, da harpa com eletrónica, ao piano e marimba; e echos geográficos, que permitem a circulação de artistas e obras por diferentes palcos do Algarve, adaptando-se a públicos e contextos distintos.
Com uma forte ligação ao território, o Algarve Music Series trabalha em estreita parceria com instituições culturais e educativas da região, como a Orquestra do Algarve e os Conservatórios de Música de Olhão, Loulé e do Algarve, envolvendo a comunidade e promovendo a descentralização cultural.
O arranque da edição de 2025 acontece no Teatro das Figuras, em Faro, com a Orquestra do Algarve, numa noite dedicada ao Triplo Concerto de Beethoven, uma das obras mais emblemáticas do repertório clássico, incluindo ainda os Mouvements Perpétuels e a vibrante Sinfonietta de Francis Poulenc, numa celebração do Dia Mundial da Música que promete marcar a memória do público.
A 10.ª edição do Algarve Music Series percorre ainda da música tradicional irlandesa à música contemporânea, contando com interpretações de renome como o duo Thomas Enhco e Vassilena Serafimova em Bach Mirror, o recital de piano de Istvan Szekely, o Trio António Capela, a electrónica explorada em diálogo com a harpa e a excelência dos solistas da Orquestra XXI, culminando com os Zagreb Soloists e músicos como Miguel Simões e Toby Hoffman a revisitar o romantismo na música de câmara, oferecendo ao público uma experiência diversificada, envolvente e única que celebra a circulação artística, a inovação sonora e a riqueza cultural do Algarve.
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Algarve Music Series celebra a sua 10.ª edição com programação internacional sob o tema ECHOS
Solisti Oktogon
De 1 de outubro a 16 de novembro, em Faro, Loulé e Tavira
O Algarve Music Series, fundado em 2016 pela violoncelista Isabel Vaz e pelo pianista Vasco Dantas, regressa este outono para celebrar a sua 10.ª edição com uma programação diversificada que atravessa a música de câmara, concertos sinfónicos, jazz e música folk. O ciclo realiza-se entre 1 de outubro e 16 de novembro, com concertos distribuídos pelos concelhos de Faro, Loulé e Tavira, trazendo ao sul do país nomes de referência internacional.
Sob o tema ECHOS, o festival propõe uma reflexão sobre a forma como a música ressoa no tempo e no espaço, através de três dimensões centrais: echos da tradição e inovação, que promovem o diálogo entre música clássica, contemporânea, tradicional e eletrónica; echos sonoros, que exploram encontros inesperados de instrumentos e timbres, da harpa com eletrónica, ao piano e marimba; e echos geográficos, que permitem a circulação de artistas e obras por diferentes palcos do Algarve, adaptando-se a públicos e contextos distintos.
Com uma forte ligação ao território, o Algarve Music Series trabalha em estreita parceria com instituições culturais e educativas da região, como a Orquestra do Algarve e os Conservatórios de Música de Olhão, Loulé e do Algarve, envolvendo a comunidade e promovendo a descentralização cultural.
O arranque da edição de 2025 acontece no Teatro das Figuras, em Faro, com a Orquestra do Algarve, numa noite dedicada ao Triplo Concerto de Beethoven, uma das obras mais emblemáticas do repertório clássico, incluindo ainda os Mouvements Perpétuels e a vibrante Sinfonietta de Francis Poulenc, numa celebração do Dia Mundial da Música que promete marcar a memória do público.
A 10.ª edição do Algarve Music Series percorre ainda da música tradicional irlandesa à música contemporânea, contando com interpretações de renome como o duo Thomas Enhco e Vassilena Serafimova em Bach Mirror, o recital de piano de Istvan Szekely, o Trio António Capela, a electrónica explorada em diálogo com a harpa e a excelência dos solistas da Orquestra XXI, culminando com os Zagreb Soloists e músicos como Miguel Simões e Toby Hoffman a revisitar o romantismo na música de câmara, oferecendo ao público uma experiência diversificada, envolvente e única que celebra a circulação artística, a inovação sonora e a riqueza cultural do Algarve.
Isabel Vaz & Vasco Dantas
FARÓ
Michel Bourdoncle
Orquestra do Algarve
Ao longo de dez anos, o Algarve Music Series afirmou-se como um projeto relevante no panorama musical português, promovendo a inovação artística, a divulgação de jovens talentos nacionais e a circulação internacional de músicos, funcionando como um encontro entre património, cultura e comunidades, num território em que a música ecoa entre gerações e geografias.
PROGRAMA
1 de Outubro
Concerto de inauguração da X Edição
Triplo Mundial da Música, com Orquestra do Algarve
Álvaro Pereira (violino)
Isabel Vaz (violoncelo)
Vasco Dantas (piano)
Orquestra do Algarve
Michael Seal (direção)
Local: Teatro das Figuras, Faro
Hora: 21:30h
Preço bilhetes: €15
3 de Outubro
Algarve Music Series Vai às Escolas
Concertos pedagógicos em escolas Básicas de Faro
4 de Outubro
FARÓ em Faro - Folk Irlandês
Fergus Cahillane (Bodhrán, Bandolim e Shruti Box Drone)
Seamus Ong (Gaita de Foles)
Roisín Ward Morrow (Violino)
Danny Forde (piano e guitarra)
Andrea Delaney (voz)
Local: Club Farense
Hora: 21:00h
Preço bilhetes: €10 / €5 para sócios
10 de Outubro
Volta ao Mundo em Piano
Michel Bourdoncle
Local: Teatro Lethes
Hora: 21h00
Preço: €10
Descontos: €8
11 de Outubro
De Mozart a Pinho Vargas
Tamila Kharambura (Violino)
Paul Tulloch (Viola)
Isabel Vaz (Violoncelo)
Vasco Dantas (Piano)
Local: Teatro Lethes
Hora: 21h00
Preços dos bilhetes: €10
Descontos: €8
17 de Outubro
Bach Mirror
Thomas Enhco (Piano)
Vassilena Serafimova (Marimba)
Local: Igreja da Misericórdia de Tavira
Hora: 21h00
Preço: €15
18 de Outubro
“Para Além”
Duo Isabel Vaz’co Dantas
Isabel Vaz (Violoncelo)
Vasco Dantas (Piano)
Local: Club Farense
Hora: 21h00
Bilhetes: €10
€5 sócios do Club Farense
24 de Outubro
“Ir na Balada”
István Székely
Recital de Piano
Local - Club Farense
Horário - 21h00
Bilhetes - 10€ (público em geral) / 5€ (sócios)
25 Outubro
Trio António Capela
Marta Eufrázio (Violino)
Rute Azevedo (Viola)
Valter Mateus (Violoncelo)
Local: Igreja do Carmo, Faro
Hora: 21h00
Entrada livre (opção de doação)
26 de Outubro
Um Americano em Tavira
Vasco Dantas (Piano)
Joel Cardoso (Clarinete)
Local: Quintinha da Música - Tavira
Hora: 17h00
Bilhetes: 30€
27 de Outubro
Harpa e Electrónica
Angélica Salvi
Local: Museu Regional de Faro
Hora: 19h00
Entrada livre
7 de novembro
Solistas da Orquestra XXI
Vladimir Tolpygo (violino)
Laura Peres (violino)
Sofia Silva Sousa (viola)
Pedro Silva (violoncelo)
Local: Igreja de São Pedro, Faro
Hora: 21h00
Entrada livre com donativo facultativo para Cabo Verde (apoio às vítimas das tempestades em agosto 2025)
8 de novembro
Zagreb Soloists com Isabel Vaz e Vasco Dantas
Sreten Krstić - Concertino
Krunoslav Marić, Saki Kodama, Zvonimir Krpan, Marko Glogović, Davor Philips, Ivan Novinc (Violinos)
Hrvoje Philip, Tajana Škorić (Violas)
Luka Galuf, Vid Veljak (Violoncelos)
Antal Papp (Contrabaixo)
Local: Cineteatro Louletano, Loulé
Hora: 21h00
Bilhetes: 10€ (com descontos disponíveis)
16 de Novembro
Ecos do Romantismo na Música de Câmara
Quinteto com Miguel Simões
Local - Club Farense
Hora - 16h00
Bilhetes: €10
Desconto sócios: €5
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quarta-feira, setembro 03, 2025
terça-feira, setembro 02, 2025
ERNEST COLE: PERDIDO E ACHADO | Nos cinemas a 25 de setembro
“Ernest Cole: Perdido e Achado“, do realizador de “I Am Not Your Negro - Eu Não Sou o Teu Negro“, chega aos cinema a 25 de setembro
Chega às salas de cinema a 25 de setembro “Ernest Cole: Perdido e Achado“, o documentário de Raoul Peck, realizador do aclamado e vencedor do Óscar “I Am Not Your Negro - Eu Não Sou o Teu Negro“. O filme atravessa a obra do fotógrafo Ernest Cole, que registou e expôs os horrroes do regime do Apartheid na África do Sul.
Contado na primeira pessoa, com a voz de Lakeith Stanfield e a partir de registos do próprio Cole, “Ernest Cole: Perdido e Achado“ é a comovente história de um fotógrafo que nunca viu a sua obra verdadeiramente reconhecida. Depois da publicação do seu livro “House of Bondage“, em 1967, Cole exilou-se em Nova Iorque e, mais tarde, na Europa.
“Era importante para mim entender por que razão Ernest, um conhecido fotógrafo negro da África do Sul, tinha desaparecido.”, afirma Peck. A dificuldade em integrar-se nos lugares por onde passou é um aspecto central no filme, que demonstra o constante sentimento de não pertença. “Entrar na pele de Ernest Cole não foi difícil porque eu conhecia aquela sensação de não estar em casa, de não pertencer. Eu tive isso toda a minha vida. E a depressão pela qual ele passou, também.“ partilha o realizador.
“Ernest Cole: Perdido e Achado” venceu o L’Oeil d’Or - Melhor Documentário, no Festival de Cannes, em 2024, e passou pelo Festival Internacional de Cinema de Toronto e pelo BFI London Film Festival.
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Joana Gama, dia 7 Outubro no Teatro Villaret em Lisboa
Joana Gama apresenta o seu espetáculo "Não sei ser" em data única em Lisboa no Teatro Villaret, dia 7 de Outubro às 21:00.
Não é prima do Vasco da Gama, nem do Talisca. Há quem a conheça das rádios onde trabalhou (RFM, Mega Hits, Antena 3) ou da RTP1, SIC Radical, Maluco Beleza e Prova Oral.
Têm imensos reels pela internet que provavelmente já terá partilhado com o comentário “olha-me esta tipa!”.
Com praticamente duas décadas de stand-up em cima, quer e gosta de arriscar: já fez crossfit uma vez e saltou para cima de uma caixa alta e também improvisa nos seus espectáculos que são sempre diferentes.
Stand-up de improviso é pouco habitual por cá, pelo que entendem que a Joana Gama é genial. No meio de ser uma mulher incrível e inesquecível (que digam todos os ex-namorados dela) também tem tido tempo para criar e participar em podcasts virais como Psychoterapia, Comedy Therapy, banana-papaia e agora o seu Não Sei Ser. Este último continua a crescer como espera que a sua filha também continue a fazê-lo.
Não tem escrito mais livros porque não lhe tem apetecido porque não quer fazer sombra aos grandes autores clássicos, não há espaço para todos
NÃO SEI SER
Joana Gama não larga os palcos, é o único sítio onde sabe ser.
Nunca repete um espectáculo, ao contrário de grande parte do seu público.
Depois de mais de duas dezenas de espectáculos pelo país inteiro, chegou a altura de nos brindar com mais ainda. Já está confirmado o público do costume (há imensos repetentes pelos espectáculos serem SEMPRE diferentes) e também quem ainda só conhece a Joana da rádio, das redes sociais, dos podcasts e da televisão.
A única coisa que garantimos é que irá haver um princípio e um fim. Quanto ao meio, logo se vê...
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https://brain.global/joana-gama/
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23.ª edição do Festival Jazz ao Centro decorre em outubro em Coimbra
Festival Jazz ao Centro
23ª Edição dos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra
De 10 a 18 Outubro de 2025
Coimbra
23.ª edição do Festival Jazz ao Centro decorre em outubro em Coimbra
Apresentado hoje à imprensa, o Festival Jazz ao Centro regressa a Coimbra entre os dias 10 e 18 de outubro para a sua 23.ª edição. Durante cinco dias, a cidade recebe 12 concertos, uma residência artística e iniciativas de mediação, num programa que permite identificar o que é novo e emergente, mapear trajetórias artísticas consolidadas e questionar fronteiras — reforçando o papel do evento como uma das mais relevantes plataformas de criação e experimentação jazzística em Portugal.
Coorganizado pelo Jazz ao Centro Clube e pelo Município de Coimbra, o festival — também conhecido como Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra — tem apostado, desde a sua criação, na vertente da criação artística, com mais de vinte discos gravados no âmbito do Festival e disseminados nos catálogos de três editoras: Cipsela, Clean Feed e JACC Records.
A edição de 2025 abre espaço a diferentes gerações e geografias musicais. Entre os destaques está a estreia de “Cantomilo”, o primeiro disco de Estela Alexandre, jovem compositora e arranjadora de 24 anos, que o apresentará à frente da sua orquestra. Outro momento em evidência será o Brainteaser PT Ensemble, dirigido pelo neerlandês Tjin Wybenga.
O festival reforça também a sua rede de parcerias nacionais, com colaborações com o Seixal Jazz, o Outono em Jazz (Casa da Música) e o Teatro do Bairro Alto, que permitirão trazer a Coimbra projetos como o quarteto da trompetista Yazz Ahmed, o encontro de Luís Vicente, John Dikeman, John Edwards (substituição de William Parker, neste concerto) e Hamid Drake, e o trio formado por Sakina Abdou, Marta Warelis e Toma Gouband.
A programação inclui ainda uma residência artística com o Projeto Rondo, composto pelos músicos iranianos Roshanak Rafani (percussão), Ehsan Sadigh (guitarra) e Mazyar Younesi (piano), que contarão com a colaboração do percussionista luso-catalão Vasco Trilla. O músico estenderá a sua passagem por Coimbra para se apresentar em duo com o guitarrista conimbricense Marcelo dos Reis, num concerto que encerrará o festival e dará origem a um registo discográfico.
Outro momento aguardado será a apresentação de “Travelling Light”, o novo álbum de Rafael Toral, figura central da música experimental portuguesa, que será lançado em outubro e onde o músico revisita standards do jazz numa abordagem original.
À semelhança das edições anteriores, o Festival Jazz ao Centro ocupará vários espaços emblemáticos da cidade — do Convento São Francisco ao Teatro Académico Gil Vicente, pelo Seminário Maior e pela sede da Associação, o Salão Brazil. A novidade em 2025 é a utilização da antiga Estação Nova, onde o artista sonoro Luís Antero e o contrabaixista Miguel Calhaz apresentarão criações que dialogam com a memória do espaço.
Para José Miguel Pereira, diretor da Associação sem fins lucrativos Jazz ao Centro Clube, "o festival reflecte o posicionamento distinto do JACC na cena nacional, oferecendo uma visão heterodoxa, que encara o Jazz como uma música viva e em constante mutação. Do solo à Orquestra, da música fortemente ancorada na tradição às abordagens que procuram introduzir novos elementos nessa história partilhada, o Festival Jazz ao Centro constrói o contexto perfeito para apreciar a principal riqueza do Jazz: a sua diversidade!"
O Festival é coorganizado pela Câmara Municipal de Coimbra, pelo que o Presidente da autarquia, presente na conferência de imprensa, destacou o facto de Coimbra ser uma cidade referência relativamente à música Jazz. Nesse sentido, José Manuel Silva acrescentou que “os Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, que seguem já para a sua 23.ª edição, em muito contribuem para esse estatuto da cidade, com uma programação que costuma primar pela ampla diversidade musical que o género abarca”.
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CONCERTOS_______________________________________
Os bilhetes para os concertos do Festival Jazz ao Centro com preço tabelado (a decorrer na Casa das Artes Bissaya Barreto, Convento São Francisco, Salão Brazil, Seminário Maior e no TAGV) serão colocados à venda nos próximos dias, nas respectivas salas e bilheteira online, sendo que os seus preços variam entre os 2€ e os 14€ euros.
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Matinée “Jazz ao Centro”
Sexta, 10 Outubro, 18h00 - 21h00 | Casa das Artes Bissaya Barreto
Sakina Abdou / Marta Warelis / Toma Gouband
Sexta, 10 Outubro, 22h00 | Salão Brazil
Clube de Jazz para Miúdos
com Maria Morbey e Zé Soares
Sábado, 11 de Outubro, 16h00 | Atelier Semente
Antero & Calhaz “Soundscape Jazz”
Sábado, 11 Outubro, 18h00 | Estação Nova
Yakuza
Sábado, 11 Outubro, 22h00 | Salão Brazil
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Vicente / Dikeman / Edwards / Drake
Quinta, 16 Outubro, 18h00 | (local a confirmar)
Yazz Ahmed Quartet
Quinta, 16 Outubro, 21h30 | Convento São Francisco - Sala D. Afonso Henriques (Antiga Igreja)
Rafani, Sadigh, Shahmirzadi "Rondo Trio” convidam Vasco Trilla
Quinta, 16 Outubro, 23h00 | Salão Brazil
Estela Alexandre Orquestra
Sexta, 17 Outubro, 21h30 | Teatro Académico de Gil Vicente
Tjin Wybenga Brainteaser PT Ensemble
Sexta, 17 Outubro, 23h00 | Salão Brazil
Combo CPJazz
Sábado, 18 Outubro, 16h30 | Atelier Semente
Rafael Toral “Travelling Light”
Sábado, 18 Outubro, 18h00 | Seminário Maior
Marcelo dos Reis & Vasco Trilla
Sábado, 18 Outubro, 22h00 | Salão Brazil
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Mais informação:
_ FICHA TÉCNICA
Direcção Artística José Miguel Pereira
Administração Adriana Ávila
Direcção Técnica João P. Miranda
Equipa Técnica Carlos Neves
Produção e acompanhamento Bernardo Rocha, Manuel Pissarro, Germana Duarte
Comunicação Alexandra Neto Ferreira
Design Gráfico Joana Monteiro
Fotografia João Duarte
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segunda-feira, setembro 01, 2025
Festa do Avante 2025
Dias 5,6 e 7 setembro 2025 (Atalaia/Seixal)
https://www.festadoavante.pcp.pt/
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Crying Uncle Bluegrass Band
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Tó Trips
Agência "Blue House" - Novo fim de semana de EPICENTRO na Baixa de Coimbra com concertos e residências
Novo fim de semana de EPICENTRO na Baixa de Coimbra com concertos e residências
5 e 6 de setembro – Curadoria Blue House
O segundo fim de semana mantém a presença de residências artísticas e propõe encontros inéditos entre artistas e público.
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Inserido na programação “Verão a Dois Tempos”, a curadoria da Blue House volta a trazer encontros inéditos entre artistas e uma programação que ocupa o coração da cidade com música, performance e artes visuais nos dias 5 e 6 de setembro.
Nos dias 5 e 6 de setembro, o Epicentro instala-se novamente no coração da Baixa de Coimbra, mantendo a sua missão de criar um espaço-tempo de encontro, experimentação e partilha artística. Com curadoria da Blue House, este fim de semana continua a cruzar linguagens e formatos, propondo concertos, performances, residências e experiências imersivas em diferentes espaços da cidade. Todos os espectáculos são de entrada livre.
Entre os destaques estão a estreia da Serenata a Paredes – Parte I, na Estação Nova (que transitou de julho), e a presença de artistas nacionais de referência, incluindo Vitorino Voador, Adolfo Luxúria Canibal e You Can't Win, Charlie Brown.
O Epicentro mantém também o Sarau Hiperestésico, com Rodrigo Pedreira, Flor, Nils Meisel e Juliana Maar, que transforma o Mercado Municipal num espaço de experiência sensorial e comunitária, onde som, luz, imagem e movimento se cruzam sem fronteiras entre palco e público.
O Epicentro integra-se na iniciativa Verão a Dois Tempos, programação de Verão promovida pelo Município de Coimbra em coorganização com quatro entidades culturais (Associação Há Baixa, Blue House, Encontros de Fotografia e Jazz ao Centro Clube), que decorre de 21 de junho até ao final de setembro, na Baixa da cidade.
Com cerca de 100 actividades em cinco palcos principais, o programa aposta na diversidade de públicos e na reactivação dos espaços urbanos, através de concertos, oficinas, visitas temáticas e residências artísticas.
📅 PROGRAMAÇÃO EPICENTRO – SETEMBRO
5 SETEMBRO – Vários espaços da cidade
17:00 – Tipo (Café Santa Cruz)
18:00 – Vitorino Voador (Loja Jorge Mendes)
19:00 – João Pais Filipe + Krake (CAV – Centro de Artes Visuais)
20:00 – Serenata a Paredes – Parte I, com Luís Figueiredo + Hugo Santos (Estação Nova) – estreia
21:00 – Afonso Cabral (Hotel Astória)
22:00 – Iúri Oliveira (Estação Nova)
23:55 – Clubbing – Sarau Hiperestésico, com Rodrigo Pedreira, Flor, Nils Meisel e Juliana Maar (Mercado Municipal)
6 SETEMBRO – Vários espaços da cidade
17:00 – Adolfo Luxúria Canibal + Marta Abreu (CAV – Centro de Artes Visuais)
18:00 – Mariana Camacho (Largo do Poço)
19:00 – You Can't Win, Charlie Brown (Estação Nova)
21:00 – André Júlio Turquesa (Hotel Astória)
22:00 – Requiem, de Nuno Gonçalo Rodrigues com Maria Jorge (Estação Nova)
23:55 – Clubbing – Sarau Hiperestésico, com Rodrigo Pedreira, Flor, Nils Meisel e Juliana Maar (Mercado Municipal)
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Destaques do de setembro:
Serenata a Paredes - Parte I
No ano do centenário de Carlos Paredes, duas performances criadas em residência evocam a sua obra com novos dispositivos visuais e sonoros. Nesta Parte I, com Luís Figueiredo e Hugo Santos, une-se o piano e a imagem projectada numa meditação sobre silêncio e memória. Acontece na Estação Nova.
João Pais Filipe + Krake (Pedro Oliveira)
Dois dos mais reconhecidos e inquietos percussionistas da cena musical portuguesa encontram-se no CAV para um concerto raro, de pulsação intensa e liberdade rítmica. João Pais Filipe e Krake — dois universos percussivos com identidade própria, entre a escultura sonora e a electrónica, o ritual e a invenção — partilham o palco num diálogo onde a bateria e a percussão deixam de ser acompanhamento para se tornarem protagonistas absolutos. Com uma energia crua, este encontro promete ser uma viagem visceral pelo ritmo, pelo timbre e pela escuta, em consonância com o espaço e o corpo de quem assiste. Um concerto, onde a força da matéria e do som desafia fronteiras e formatos.
Iúri Oliveira + Convidados
Na noite de 5 de setembro, a Estação Nova acolhe a apresentação de Manifesto, o novo disco a solo de Iúri Oliveira — percussionista luso-angolano que, há uma década, se move entre palcos, estúdios, tours e colaborações nacionais e internacionais, cruzando géneros, geografias e linguagens. Manifesto é um disco que nasce do silêncio e se constrói entre peles, águas, texturas e palavra, revelando a autenticidade e a mestria de um músico que faz da escuta e da vibração o seu território de criação. Gravado nos estúdios
da Musibéria, em Serpa, e editado em formato vinil e digital, este trabalho foi desenhado para ganhar corpo ao vivo, num espetáculo imersivo em 360°, pensado como um lugar de ritual, celebração
e pertença. Ao lado de convidados cúmplices, Iúri apresenta-se num concerto que atravessa ritmos cerimoniais, paisagens sonoras imersivas e texturas arrojadas, afirmando a percussão como centro poético e político da sua linguagem. No ano em que assinala 10 anos de carreira profissional, Manifesto representa um gesto artístico claro, emotivo e transformador — um convite à escuta profunda de um corpo que pulsa, fala e resiste através do som.
Requiem, de Nuno Gonçalo Rodrigues com Maria Jorge + Filarmónica União Taveirense
Requiem reflete sobre a perda e transformação dos espaços culturais e comunitários, sobre o apagamento da memória e da coisa colectiva, sobre o avanço implacável da especulação imobiliária e do capitalismo tardio. Uma filarmónica interpreta o seu próprio requiem num último acto público e comunitário. A mesa está posta e o público partilha esta última ceia. Requiem convida a reconhecer e vivenciar as perdas invisíveis de um tecido cultural que se desintegra, o impacto da extinção de colectividades, teatros e associações, fundamentais na construção da comunidade. Documentos reais da história de associações, colectividades, cooperativas e espaços extintos acumulam-se e disputam, ao mesmo tempo que ilustram simbolicamente o requiem da filarmónica. No final, a desmontagem: recolhem-se instrumentos, estantes, bancos, mesas, pratos, lixo. E devolvemos ao espaço e aos espectadores a palavra e o vazio, num gesto de reconhecimento e resistência.
Criação e Interpretação Maria Jorge e Nuno Gonçalo Rodrigues Com União Filarmónica Taveirense.
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https://www.instagram.com/bluehouse.pt/
No topo da cidade, no Castelo de Leiria, o ÁGORA revela a programação completa que celebra a criação e a pluralidade
De 19 a 21 de setembro, o Castelo de Leiria transforma-se novamente num lugar de encontro e criação. Entre muralhas onde o tempo ecoa, o ÁGORA instala-se com uma programação intensa, condensada em apenas 3 dias. Uma programação livre e multidisciplinar, onde se cruza a música, performance, instalação e o património histórico-cultural da cidade de Leiria.
Entre os novos nomes que se juntam à programação está Sheherazaad, artista indo-americana que apresenta o disco Qasr, um trabalho visceral e íntimo, onde sons eletrónicos e melodias tradicionais se encontram para narrar histórias de amor, exílio e pertença. Lyra Pramuk, voz marcante da cena experimental, traz ao Castelo um concerto que é também ritual — onde corpo, voz e tecnologia se fundem num gesto sonoro único. O duo Joana Guerra & Yaw Tembe, com violoncelo, trompete e eletrónica, constrói uma performance sensorial onde improvisação e composição se cruzam com silêncio, ruído e memória. Bárbara Paixão e Artur Pispalhas apresentam a instalação “Povo Pássaro”, uma nova criação que nasce no ÁGORA. Uma instalação que quer ser mais uma pedra contra os tanques de guerra, assim como mais um papagaio de papel no ar. Um apelo à resistência, um grito pela existência.
A estes nomes juntam-se os já anunciados anteriormente: Abdullah Miniawy, artista e poeta egípcio com o espetáculo The Evens, Rahma; Tó Trips & Fake Latinos, que apresentam o disco Dissidente; os Memória de Peixe, com o seu mais recente disco III; o percussionista Pedro Almiro, com um concerto de forte componente acústica e eletrônica; e a Raquel André, com o espetáculo Belonging uma reflexão sensível e coletiva sobre identidade e pertença.
Tal como nas edições anteriores, o bilhete habitual do Castelo de Leiria garante o acesso às atividades do ÁGORA, com lotação limitada à capacidade dos espaços. O acesso ao castelo é gratuito para residentes no concelho de Leiria, mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.
ÁGORA é um projeto cultural, que ao longo de três dias, propõe um programa de música, artes performativas, instalações artísticas e ativa uma fruição e reflexão do património (i)material no seio do Castelo de Leiria.
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