Festivais Gil Vicente regressam com várias estreias absolutas
Os Festivais Gil Vicente regressam de 4 a 13 de junho com uma edição marcada pela herança, pela renovação e pela criação contemporânea.
Ao longo de várias décadas, os Festivais Gil Vicente assumiram inúmeros formatos e direções, mantendo sempre um traço comum: a necessidade permanente de reinvenção. A programação volta a ocupar vários espaços da cidade de Guimarães (Centro Cultural Vila Flor, Teatro Jordão, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Círculo de Arte e Recreio e Convívio Associação Cultural), afirmando o festival como um lugar de encontro, questionamento e criação coletiva.
A edição de 2026 assinala também o início de um novo ciclo artístico dos festivais agora sob direção de Bruno dos Reis, num programa que cruza artistas de diferentes geografias, novos criadores e nomes já afirmados, bem como iniciativas dedicadas ao pensamento, à formação e à experimentação de formatos.
Entre os principais destaques desta edição estão três estreias absolutas: Isabél Zuaa apresenta AFRO SAL.OYÁ, uma investigação sobre o som e o seu impacto no corpo, nas vivências e nas memórias a partir do vasto legado cultural africano e europeu; Lúcia Pires estreia Álbum de Família, no âmbito do Projeto CASA, refletindo sobre herança, identidade e memória familiar; e a companhia N.A.V.I.O., em colaboração com TERB, apresenta Pela Boca Morre.
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