When Led Zeppelin took over the world
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quarta-feira, fevereiro 04, 2026
Classic Rock Magazine - When Led Zeppelin Took Over the World
When Led Zeppelin took over the world
terça-feira, fevereiro 03, 2026
Viviane | revisita “Alfama” | 13 de fevereiro
A Banda não simão | "Pintar o sete" - agora em inglês e com o apoio do projeto BELEM
Paint the Seven foi editada dois anos depois da original, numa versão traduzida para inglês com o apoio do projeto BELEM.
"Pinte o sete" é uma expressão popular portuguesa frequentemente citada pelo poeta e pintor modernista Almada Negreiros. Em 2023, a banda não simão lançou um álbum com este título, apresentando poemas de quatro escritores portugueses de três séculos diferentes: Cesário Verde, Almada Negreiros, Ana Hatherly e Cláudia R. Sampaio. Para partilhar um vislumbre do legado literário português com uma maior audiência, alguns dos poemas de "Pintar o sete" foram traduzidos e as canções foram regravadas em inglês. A poesia e a música portuguesa têm assim uma nova e merecida oportunidade de chegar ao público internacional.
" Os não simão viram no projeto BELEM a oportunidade de realizar uma ambição antiga de traduzir alguns poemas de poetas portugueses e musica-los. A banda apresentou em 2023 o trabalho Pintar o Sete e o resultado alcançado foi o esperado, levar poesia nacional de vários séculos em formato canção aos mais diversos públicos incluindo a rádio nacional.
Estas traduções e respetivas gravações foram possíveis através das candidaturas ao projeto BELEM e ao nosso editor, possibilitando um novo cenário de levar a poesia nacional a mercados internacionais e iniciar uma possível internacionalização da banda e das suas músicas. O líder do projeto, Simão Palmeirim, traduziu os poemas com rigor literário e musical permitindo manter a mensagem dos textos originais"
O projeto BELEM (boosting European Lyrics and their Entrepreneurial Monetization) fomenta o licenciamento, agregação, distribuição, e tradução com significado de obras musicais europeias, impulsionando significativamente a sustentabilidade das mesmas para publishers e compositores. Um passo fundamental para atingir este objetivo é ultrapassar a barreira linguística para músicas escritas em línguas e dialetos minoritários no contexto europeu.
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Biblioteca da Nazaré
A Biblioteca da Nazaré informa que disponibiliza acesso gratuito à internet e carregamento gratuito de dispositivos móveis, como apoio à população.
📍 Local: Rua Mouzinho de Albuquerque, n.º 51, Nazaré
🕑 Horário: Segunda a sexta-feira | 14h00 – 18h00
A Biblioteca da Nazaré reafirma o seu compromisso com o serviço público, a inclusão digital e o apoio à comunidade.
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Devido às recentes alterações climatéricas.
domingo, fevereiro 01, 2026
“Arte em Ação”, de Beatriz Albuquerque: um livro de artista que convoca a criação como gesto político e coletivo
O livro de artista Corpo em Ação, de Beatriz Albuquerque, será lançado e apresentado no dia 5 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Livraria do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto. A sessão, de acesso gratuito mediante inscrição prévia, contará com uma conversa com Miguel von Hafe Pérez e Rosário Gambôa, enquadrando uma obra que se situa na interseção entre arte conceptual, performance, educação e ativismo, e que desafia as fronteiras tradicionais entre criação artística e transformação social.
Estruturado como um dispositivo de ação e reflexão, Arte em Ação articula exercícios de ativismo “faça você mesmo”, perguntas instigantes e reflexões críticas, convidando o leitor a tornar-se participante ativo em processos artísticos e sociais. Inspirado na teoria feminista, nas práticas de sustentabilidade e nas lutas contemporâneas pela justiça social, o livro propõe um conjunto de “partituras” — exercícios práticos que orientam a criação de ações pessoais ou coletivas, desde o ativismo de rua à intervenção em contextos educativos ou à produção de obras de arte que respondem a questões sociais atuais.
Ao abordar temas como feminismo, género, justiça social, ativismo, equidade e livro de artista, Arte em Ação funciona simultaneamente como guia para a mudança e ferramenta de pensamento crítico, incentivando os leitores a confrontar as problemáticas políticas, ambientais e sociais mais urgentes do nosso tempo. Mais do que um objeto editorial, o livro assume-se como um catalisador de ação criativa, diálogo e capacitação coletiva.
Publicado numa edição limitada, assinada e numerada por Beatriz Albuquerque. O livro conta com o apoio da DGARTES – Direção-Geral das Artes, República Portuguesa: Cultura.
Este livro de artista será, também, lançado em Lisboa este Verão onde contará com uma conversa performativa de Beatriz Albuquerque com a curadora Angelika Li, na Dialogue Gallery.
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quem é Beatriz Albuquerque
Beatriz Albuquerque (Porto, Portugal) é artiste, performer, professore e investigadore. Doutorada pela Columbia University, em Nova Iorque, com apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e de uma Bolsa Fulbright / Fundação Luso-Americana. É licenciada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e concluiu o Master of Fine Arts no School of the Art Institute of Chicago, desenvolvendo um percurso académico e artístico de forte projeção internacional.
Ao longo da sua carreira foi distinguida com diversos prémios e menções, entre os quais o Myers Art Award, atribuído pela Columbia University, o Prémio Revelação da 17.ª Bienal de Cerveira, em Portugal, e o Prémio de Performance Ambient Series, no âmbito do PAC/edge Performance Festival, em Chicago. Paralelamente, tem colaborado com centros de investigação, cátedras e institutos europeus e norte-americanos, integrando projetos, proferindo conferências e publicando ensaios que articulam criação artística e investigação teórica.
O seu trabalho caracteriza-se por uma abordagem interdisciplinar, cruzando desenho, imagem em movimento, fotografia, instalação e, sobretudo, performance. Tem apresentado exposições individuais e coletivas em contextos nacionais e internacionais, destacando-se instituições como o Museum of Contemporary Art of Chicago, MoMA PS1, Queens Museum, The Kitchen e Anthology Film Archives em Nova Iorque; a Bienal de Istambul e a Bienal de Tessalónica; o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, em São Paulo; bem como o Museu de Serralves, a Galeria Graça Brandão, a Galeria Nuno Centeno e a Plataforma Revolver, entre outros.
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sexta-feira, janeiro 30, 2026
Comunicado: Biblioteca da Nazaré
Na sequência da Depressão Kristin, que provocou o corte das comunicações em diversas zonas da vila da Nazaré, e considerando o comunicado do Município da Nazaré a declarar o estado de calamidade, a Biblioteca da Nazaré vem por este meio informar que a sede da colectividade está a disponibilizar acesso gratuito à internet à população.
Esta iniciativa tem como objetivo apoiar os cidadãos afetados, garantindo o acesso a meios de comunicação, a serviços essenciais, a plataformas institucionais e a informação relevante, num contexto de disrupção das redes habituais.
O acesso gratuito à internet encontra-se disponível no horário normal de funcionamento da Biblioteca da Nazaré, das 14h00 às 18h00.
A Biblioteca da Nazaré coloca-se inteiramente à disposição para colaborar com as entidades locais e regionais na divulgação desta informação e em outras ações de apoio à comunidade que se revelem necessárias.
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GIRLS ON WIRE | Nos cinemas a 5 de fevereiro
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REALIZADOR Vivian Qu
PAÍS China
DURAÇÃO 125’
ARGUMENTO Vivian Qu
ELENCO Haocun Liu, Wen-Qi, Youhao Zhang
GÉNERO Drama
LÍNGUA Mandarim
ESTREIA 5 fevereiro
SINOPSE Depois de escapar à máfia local, Tian Tian procura ajuda da prima Fang Di, uma dupla num grande estúdio cinematográfico, que a recebe com desprezo. Mas à medida que o passado conturbado de ambas ressurge, juntas reacendem um laço de irmandade no meio do perigo iminente.
Festival de Cinema de Berlim, Competição
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The Monochrome Set lançam o seu novo disco de pós-punk Lotus Bridge dia 13 de Março
Os sofisticados e eruditos artistas britânicos pós-punk dos The Monochrome Set, com um brilhante catálogo de lançamentos ao longo de cinco décadas, estão prontos para lançar o seu novo disco, Lotus Bridge, pela Tapete Records – a editora da banda nos últimos doze anos e seis álbuns de estúdio.
O seu som inconfundível e as suas letras com humor ácido sempre os diferenciaram. A sagacidade cerebral e o timbre elegante de Bid, aliados a melodias contagiantes e à habilidade na composição de canções com qualidade cinematográfica e literária, têm exercido uma influência discreta sobre diversos artistas desde a sua formação e ao longo de diferentes fases da sua carreira. A banda é, na sua essência, um tesouro nacional.
O novo álbum, Lotus Bridge, é uma viagem psicadélica ao rico e fantástico mundo onírico de Bid. Baseado num sonho singular que se reapresentou após um hiato de oito meses, precisamente quando chegava a altura de voltar a gravar, Bid narra com detalhes vívidos a miríade de personagens e cenários que surgiram no seu sonho e inspiraram o desenvolvimento deste novo conjunto de histórias.
Bid explica: "It seemed to me, as I wrote these lyrics, that this whole story was a metaphor for a crumbling civilization, and whether or not I would leave it behind if I were given the opportunity. The other side of the bridge represents what seems to be an unknown future that I'm being asked to accept without explanation, and the other songs represent a journey back through the past and are a sometimes allegorical re-evaluation of it. I think that I managed to keep to a close narrative thread in the lyrics, and deliberately kept the underlying musical structures in a similar tempo and key. Even old poetry is timeless, if it is about personal experiences".
Este novo álbum sucede ao livro de letras selecionadas de Bid, Strange Young Alien, lançado recentemente pela Ventil Verlag em novembro de 2025. O livro oferece uma visão inestimável do seu processo de composição, e quanto mais se aprende sobre o processo criativo de Bid, mais misterioso e intrigante tudo se torna.
Lotus Bridge tem uma sonoridade subtil, mas bastante diferente dos álbuns anteriores dos The Monochrome Set. O uso predominante é o piano elétrico e a guitarra acústica, com guitarras elétricas frequentemente em estéreo amplo, resultando numa atmosfera geral muito focada e quase orquestral. Há também sons ambientes entre muitas das músicas, o que faz com que o álbum como um todo pareça coeso.
Nesta gravação, Bid é acompanhado nos The Monochrome Set por Andy Warren no baixo, Stephen Gilchrist na bateria e Athen Ayren nos teclados e guitarra. Alice Healey contribui novamente com os vocais de apoio.
O álbum foi gravado no OneCat Studio em Londres, com o técnico de Jon Clayton, produção de Jon Clayton e Bid, e será lançado pela Tapete Records a 13 de Março de 2026.
http://www.themonochromeset.co.uk/
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https://www.instagram.com/themonochromeset/
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quinta-feira, janeiro 29, 2026
Joana Alegre | apresenta Podcast Luas
LUAS é um podcast ao ritmo da Lua. Nasce do álbum homónimo de Joana Alegre e da vontade de escutar outras mulheres a falar da Lua nas suas vidas — das fases que atravessam, da perspetiva feminina em diferentes áreas profissionais, das suas novidades e dos projetos que estão a ganhar forma, a mudar de pele ou a pedir tempo.
Seguindo um ciclo lunar de oito episódios, tal como no álbum, LUAS celebra a inevitabilidade das fases: os altos e os baixos, os momentos de expansão e de recolhimento, convidando à integração desses ciclos com poesia, charme feminino e a naturalidade das marés.
Uma realizadora de cinema, uma poetisa, uma campeã mundial de bodyboard, uma designer de moda ou canto-autoras de diferentes géneros musicais: as vozes que se cruzam nestas LUAS são diversas, mas encontram-se num ponto comum — a consciência de que tudo se move em diferentes ritmos de criação, pausa, transformação e recomeço. Um coro plural e intersetorial que partilha uma relação viva com a natureza cíclica e revela como a integra no quotidiano, na ética, no trabalho criativo e nas decisões profissionais.
Mais do que um podcast de entrevistas, LUAS é um espaço de diálogo sobre ser mulher em movimento, escutar o tempo entre trabalho, criação e ligação à terra.
Ao longo do mês de fevereiro, conhecemos as primeiras quatro convidadas internacionais, vindas de geografias tão diversas como a Finlândia, o Brasil ou a Ucrânia. O podcast será lançado nas principais plataformas de streaming, com destaque para o Spotify, estará disponível em formato vídeo legendado no YouTube e, para quem estiver em território norte-americano, poderá ainda ser ouvido na Pandora.
Em março, o ciclo fecha-se por terras lusas com mais quatro convidadas, num mês que celebra a Mulher, a Poesia e o aniversário do álbum LUAS. A apresentação do podcast acontece no dia 3 de março, às 18h, no espaço Atmosfera da Associação Mutualista do Montepio.
Através da sensibilidade e da força criativa das mulheres que fundam e reconstroem o mundo todos os dias, LUAS lembra-nos que, tal como a Lua afeta as marés e muda de forma, também nós somos afetados — mas sempre capazes de nos reinventar.
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Piano Day Lisboa - 29 de março 2026 (Casa Capitão)
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Mensagem da organização:
"O Piano Day Lisboa celebra-se a 29 de março na Casa Capitão com Sofia Leão, Dora Morelenbuam e Surma. Uma noite imperdível.
Nesta edição de 2026, celebramos o piano no feminino, com três showcases de outras tantas mulheres que encaram o piano com diferentes abordagens, ritmos, melodias e sons. Apenas ao piano, ou acompanhadas de outros instrumentos, estas três artistas vão entregar a sua visão e modo de ser.
Sofia Leão é uma pianista e compositora portuguesa que se estreou em disco e ao vivo este ano com o álbum "Mar”. Em 2026, vai passar por uma série de palcos em Portugal e outros países, apresentando a sua música.
Dora Morelenbaum é uma compositora e intérprete brasileira que lançou o seu disco de estreia Pique em finais de 2024. Já passou por Portugal em vários formatos, desde a solo, em duo ou com banda. Apresenta-se agora ao piano pela primeira vez.
Surma é o alter-ego da compositora e intérprete portuguesa Débora Umbelino. Depois de ter aceite o desafio de participar no Piano Day 2025, repetimos este mesmo convite para um showcase no mínimo especial.
Dia: 29 de março 2026
Local: Casa Capitão
Horário: 20:30
Bilhetes: aqui
O que é o Piano Day?
O Piano Day celebra-se no 88º dia do ano civil (número de teclas existentes num piano) por todo o mundo e, a cidade de Lisboa, não tem sido excepção nos últimos 5 anos,
Criado pelo pianista e compositor alemão Nils Frahm em homenagem ao seu instrumento de eleição, o piano, este dia é celebrado um pouco por todo o mundo, existindo concertos, showcases, exposições, palestras ou encontros. Todos os géneros musicais são bem vindos desde que na sua génese, exista um piano como motor criativo, como inspiração."
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Pela primeira vez em Lisboa, EZHEL apresenta um repertório que cruza tradição, contemporaneidade e escrita pessoal
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Pela primeira vez em Lisboa, EZHEL apresenta um repertório que cruza tradição, contemporaneidade e escrita pessoal.
A estreia de EZHEL em Portugal acontece a 11 de outubro, no LAV – Lisboa ao Vivo, e afirma-se desde já como um dos momentos mais relevantes da agenda de música urbana na segunda metade do ano.
EZHEL estreia-se finalmente em Portugal com um concerto único em nome próprio, integrado na TOUR 2026, que passa pelo LAV – Lisboa ao Vivo no dia 11 de outubro de 2026. Esta primeira apresentação em território nacional assume um valor simbólico particular, não apenas por assinalar a chegada do artista a um novo público, mas também por enquadrar Lisboa num percurso internacional que tem vindo a consolidar a sua presença fora da Turquia.
A data surge, ainda, num momento em que a sua obra se afirma como um espaço de diálogo aberto, onde linguagens musicais distintas coexistem sem hierarquias e onde a identidade artística se constrói a partir do cruzamento consciente de referências, contextos e experiências.
Figura determinante na transformação recente da música urbana turca, EZHEL construiu um percurso artístico marcado pela recusa de compartimentos estanques. Hip hop, trap, reggae e referências profundas à tradição musical do seu país coexistem numa linguagem própria, onde a escrita assume um papel central e a produção sonora serve tanto a urgência do presente como uma relação consciente com a herança cultural de onde parte. Esta abordagem valeu-lhe um reconhecimento que rapidamente extravasou o contexto da sua terra natal, projetando-o como uma das vozes mais relevantes da sua geração.
Ao longo da última década, EZHEL tem afirmado uma identidade artística que se distingue pela frontalidade e pela capacidade de traduzir experiências pessoais em narrativas partilháveis. Os seus temas abordam questões sociais, conflitos internos, deslocação, pertença e liberdade, sem recorrer a filtros ou simplificações. É precisamente essa honestidade que sustenta a ligação intensa que mantém com o público, tanto em estúdio como em palco.
Os concertos de EZHEL refletem essa mesma lógica: atuações diretas, fisicamente envolventes, mas também abertas a momentos de contenção e introspeção. A dimensão performativa não se sobrepõe às canções, servindo antes para reforçar o peso das palavras e da atmosfera criada em seu torno.
A TOUR 2026 afirma-se, assim, como uma continuação coerente do percurso de EZHEL, levando ao palco um repertório que percorre diferentes momentos da sua carreira e que reflete com clareza o ponto artístico em que o músico se encontra, num contexto musical cada vez mais atento a linguagens híbridas e a circulações transnacionais.
É neste enquadramento que o LAV – Lisboa ao Vivo recebe a estreia do artista turco em Portugal, numa cidade historicamente marcada pelo cruzamento de referências culturais e sonoras, oferecendo o cenário certo para um concerto assente na diversidade, no diálogo e na partilha.
Bilhetes:
25 € À venda a partir de segunda-feira, 2 de fevereiro, em primeartists.eu e nos locais habituais.
Horários:
Abertura Portas: 20h00
Inicio do espetáculo: 21h00
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segunda-feira, janeiro 26, 2026
Fontes Sonoras inicia novo ciclo de residências em 2026
O Fontes Sonoras é um projeto de residências artísticas dedicado à escuta e à criação sonora em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes, em Leiria. Iniciado em 2025, o projeto estrutura-se em três residências artísticas distribuídas ao longo do ano, acompanhando diferentes estações - inverno, primavera e outono - e convidando artistas a explorar o som como ferramenta de leitura sensível da paisagem, da ecologia e das relações entre humano e ambiente.
Na sua edição inaugural, em 2025, o Fontes Sonoras acolheu três residências artísticas: o compositor e artista sonoro Andreas Trobollowitsch, em março; a dupla Inês Tartaruga Água & Xavier Paes, em maio; e os artistas Rie Nakajima & Pierre Berthet, em outubro. Ao longo destas residências, o projeto afirmou-se como um espaço de experimentação sonora, criação site-specific e encontro entre práticas artísticas contemporâneas e a comunidade local.
Em 2026, o Fontes Sonoras dá continuidade a este percurso com um novo ciclo de três residências. A primeira residência deste ano conta com o artista Gil Delindro, um dos nomes portugueses com maior reconhecimento internacional na área da arte sonora e no cruzamento entre som, escultura e ecologia. A residência decorre entre 22 de fevereiro e 1 de março, culminando com uma apresentação pública no dia 1 de março, onde será partilhado o resultado do processo de investigação e criação desenvolvido no território.
A prática artística de Gil Delindro tem-se centrado, ao longo da última década, na pesquisa de campo e na leitura crítica da paisagem, explorando temas como biodiversidade, ecologia e políticas territoriais. O seu trabalho parte frequentemente da captação sonora, da observação direta e do contacto prolongado com contextos naturais diversos, da floresta amazónica a glaciares, desertos e parques naturais, procurando ativar relações sensíveis entre som, matéria e lugar.
No contexto do Fontes Sonoras, o artista dará continuidade a uma linha de trabalho recente relacionada com as políticas de florestação nacional e as formas de resiliência face aos incêndios florestais. A proposta passa pela criação de uma peça escultórica de arte sonora, construída a partir de materiais orgânicos recolhidos localmente, que se afirmam através da sua sonoridade em tempo real. A obra será entendida como um dispositivo sensível e site-specific, aberto às características do território e ao tempo limitado da residência.
A região de Leiria, profundamente marcada pelos incêndios florestais da última década, em particular o de 2017 que afetou gravemente o Pinhal de Leiria, surge como um contexto central para esta investigação artística. Através do som e da escultura, o trabalho de Gil Delindro propõe-se contribuir para uma reflexão partilhada sobre a transformação da paisagem florestal, a valorização de espécies autóctones e os modos como nos relacionamos com o território.
A apresentação pública no dia 1 de março será um convite à experiência direta desta nova criação, num encontro entre som, matéria, paisagem e comunidade.
Depois de Gil Delindro, o Fontes Sonoras prossegue na primavera, entre 12 e 19 de Abril, com Matilde Meireles, artista sonora portuguesa cuja prática cruza escuta profunda, composição e investigação sobre memória, território e perceção sonora. No outono, entre 25 de outubro e 1 de novembro, o projeto acolhe Kathy Hinde, artista e compositora britânica cujo trabalho explora fenómenos naturais, sistemas ecológicos e processos colaborativos entre humanos e não-humanos.
À semelhança do ano anterior, o Fontes Sonoras continua a reforçar a dimensão de proximidade com a comunidade local, promovendo momentos de partilha e contacto com práticas contemporâneas de arte sonora, entendidas aqui como ferramentas de escuta ativa, reflexão ecológica e diálogo coletivo.
Fontes Sonoras é uma iniciativa da Omnichord, com curadoria de Raquel Castro e direção artística de Gui Garrido, dedicada à criação artística em diálogo com o território e a comunidade da Aldeia das Fontes, promovendo novas formas de escuta e relação com o ambiente.
https://www.instagram.com/nascentes_fontes/
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sábado, janeiro 24, 2026
A NOVA MÚSICA PORTUGUESA VOLTA A ENCONTRAR-SE EM LEIRIA NA 8.ª EDIÇÃO DO CLAP YOUR HANDS
dois,pois lançam 1º álbum a 29 de janeiro
disaccordion pulse conta com produção de João Barradas e masterização de Mário Barreiros.
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O duo dois,pois (Sónia Sobral e Gonçalo Garcia) acaba de anunciar o lançamento do seu primeiro álbum - disaccordion pulse - com produção de João Barradas e masterização de Mário Barreiros. Esta edição d'Eurídice em vinil está marcada para o dia 29 de janeiro, ficando disponível na Lojinha d’Orfeu, bem como nas principais plataformas digitais.
Sobre o álbum
disaccordion pulse apresenta um impulso elétrico contemporâneo em "disacordo" com a linguagem tradicional, explorando zonas de contacto entre universos sonoros distintos.
Com este 1º disco, dois,pois atrevem-se à interpretação de ideias de jovens compositores portugueses como Vasco Miranda e António Silva, num diálogo ou conflito rítmico entre acordeão (Sónia Sobral) e bateria (Gonçalo Garcia).
dois,pois é uma criação d'Orfeu AC, que estreou em 2020, tendo já percorrido várias salas e espaços de música ao vivo entre Portugal e Espanha.
Interpretação
dois,pois
Gonçalo Garcia — bateria
Sónia Sobral — acordeão e acordina
Alinhamento
Lado A
1. SEVEN — dois,pois _ Vasco Miranda
2. PROMONTÓRIO — dois,pois _ António Silva
3. CELEBRAZIONE — dois,pois & Pedro Vidal _ António Silva
Lado B
4. MI## — dois,pois _ Gonçalo Garcia
5. VALSA DO SOL — dois,pois _ Gonçalo Garcia
6. FIRTH OF FIFTH — reimagined by dois,pois _ Genesis
Ficha técnica
Produção: João Barradas
Gravação e mistura: Pedro Vidal — O Templo Estúdio
Masterização: Mário Barreiros
Editora: d’Eurídice
Booking: d’Orfeu AC
Apoios
República Portuguesa / Direção-Geral das Artes
Fundação GDA
Câmara Municipal de Águeda
dois,pois nas redes:
dorfeu.pt/doispois
instagram.com/dois.pois
facebook.com/doispoismusic
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BMP
Curta-Metragem "Reencontro"
Ator principal: Joseph Melinha
Atores convidados: Vasco Moreira e António "Shivas"
JOANA ALEGRE - Single "No Bolso" | Projecto Europeu "Polyglot"
O projecto POLYGLOT, a Incubadora Europeia de Intercâmbio de Canções cofinanciada pela União Europeia, estabelece um novo modelo de distribuição de música que visa criar e impulsionar êxitos na sua língua original e promover a diversidade europeia. Lançado em 2024, o modelo europeu de intercâmbio de canções conta com parceiros de 7 países e visa contrariar a hegemonia do inglês. Trata-se de um projeto apoiado pelo programa Europa Criativa e DGartes, que convida autores/compositores a testar o potencial das suas obras e, possivelmente, a levá-las a novos públicos noutros países. O projeto acompanha a tendência dos artistas locais que cantam nas suas línguas originais e visa interligar os mercados mais pequenos da Europa com o objetivo de, juntos, alcançarem uma maior resiliência. Coordenado pela Music Hungary, da Hangveto Lda., reúne parceiros de Portugal, Espanha, Itália, Polónia, Letónia, Ucrânia e Hungria.
O tema “No Bolso”, interpretado por Joana Alegre é a tradução não literal do título húngaro “Szívverés” — batimento cardíaco — uma canção de sonoridade folk envolvente que nos transporta para um ambiente doméstico, quente e acolhedor. O tempo abranda em ternura, proteção e desejo lento: um peito que protege, um bolso onde se cabe, dois corpos que se abraçam. A voz respira nesse conforto macio, embalada.
“No Bolso” é uma reinterpretação em português de “Szívverés”, tema original da artista húngara Noemo. Com tradução, adaptação fonética e voz de Joana Alegre, com André Santos nas guitarras e braguinha, a canção assume um novo arranjo e uma identidade própria. Aos poucos, porém, o transe desfaz-se. Abre-se uma fenda onde o abrigo começa a sufocar, numa tensão que revela a fragilidade do romance. A ternura vira clausura e culmina no desejo de fuga que atravessa a voz — primeiro em Noemo, e agora em Joana Alegre — nesta versão de pulso mais rock, marcada pela urgência da liberdade.
Gravado e produzido no Estúdios Canoa, com mistura e masterização de Nelson Canoa, o tema " No Bolso" estará disponível a partir de 29 de janeiro nas plataformas de streaming.
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Live Sessions by indiemusic.pt _ 12 sessões 24 artistas ( Pensão Amor e Teatro Comuna )
Pensão Amor e Teatro Comuna acolhem as Live Sessions da indiemusic.pt
Dois espaços de referência cultural da cidade de Lisboa como a Pensão Amor e Teatro Comuna acolhem as Live Sessions promovidas pela indiemusic.pt. Esta iniciativa procura dar palco às novidades editoriais das labels e seus artistas associados, através da realização de um ciclo de showcases ao vivo, conversas e apresentações, do melhor indie lusófono.
Dia 25 janeiro de 2026 na Pensão Amor às 18h, com entrada livre, atuam os não simão com o mais recente trabalho Paint the seven ( Almada Negreiros e outros poetas portugueses traduzidos no âmbito do projeto BELEM) e Dj Set com ninguém.
AGENDA
PENSÃO AMOR - 18h (entrada livre)
25 janeiro - não simão
22 fevereiro – Marco Oliveira
29 março – puto bacoco
Café-Teatro COMUNA - 21h (Bilhética)
05 março - OIOAI
02 abril - ALCABALA
+ artistas a anunciar brevemente
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https://www.indiemusic.pt/pt/home
sexta-feira, janeiro 23, 2026
Parceria Biblioteca da Nazaré / Sons Vadios – Disponibilização de catálogo de CDs
Mensagem desta biblioteca para os leitores BMP:
"A Biblioteca da Nazaré vem por este meio dar conhecimento de uma parceria estabelecida com a Sons Vadios – Cooperativa Cultural, cooperativa dedicada à edição e difusão de projetos musicais de criação independente.
No âmbito desta colaboração, encontra-se atualmente disponível para venda um catálogo de CDs que reúne diferentes artistas e propostas estéticas, refletindo a diversidade musical e editorial da Sons Vadios, bem como a valorização do disco enquanto objeto cultural.
O catálogo inclui os seguintes títulos:
– Rogério Cardoso Pires – Bagatelas
– Celina da Piedade – Sol
– Espiral – Elas voam, elas dançam
– Manuel Maio – Sem olhar ao tempo
– Maré – Maré
– Sara Vidal – Matriz
– José Barros – Navegante – 25 anos
– Rebento – Companhia do Canto Popular
Esta iniciativa enquadra-se na missão da Biblioteca da Nazaré de promoção da diversidade cultural, apoio à criação autoral e fortalecimento de redes de cooperação entre estruturas culturais, editoriais e artísticas.
Os CDs podem ser adquiridos na sede da colectividade, no horário de inverno, de segunda a sexta-feira, das 14h00 às 18h00, estando a Biblioteca encerrada aos sábados, domingos e feriados. Existe igualmente a possibilidade de aquisição pelo correio (CD + portes)."
Email: bibliotecadanazare@gmail.com
Telefone: 262 189 542
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If You Know, You Know: Clipse on Vinyl
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Three albums. Three color-vinyl pressings. Pre-order these Clipse classics, available February 20, 2026.
Celebrate 25 Years of J.Lo with this Vinyl
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Celebrate 25 years of J.Lo's classic album with two special vinyl releases: a limited‑edition deluxe 22‑track gold vinyl edition housed in a hardcover book with an alternate cover, a 20‑page photo booklet, an unreleased track, and a new remix, plus an 18‑track standard edition on black vinyl.
Discover Elvis Like Never Before
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George Michael's Faith Is Back On Vinyl!
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Celebrate George Michael’s iconic debut solo album Faith – back on vinyl for the first time in over a decade. Available in multiple limited-edition formats including red + black marble vinyl, picture disc, and 1LP and 2LP black vinyl.
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quinta-feira, janeiro 22, 2026
UHF ao vivo em Lisboa
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UHF Underground | 21 Março | LAV (Lisboa ao Vivo)
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Os UHF no UNDERGROUND
E o que significa isto? Um desafio que está a empolgar a banda, um acto único que fique registado para memória futura.
Em 1979, na sequência da edição do EP "Jorge Morreu", António Sérgio, o radialista guru que todos esperávamos por ouvir quando a noite já era um manto, introdutor das novidades do eixo Manchester/Londres e de uma boa parte do besouro sedeado na Greenwich Village, qualificava o primeiro 3 canções dos UHF de underground português, sem aspas. Descobriu o António ali uma nova linguagem literária e musical, saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios.
Passa um pouco mais dos 47 anos sobre esse mês de Novembro de 1978, o Ano Um dos UHF. Centenas de quilómetros de cordas de guitarras volvidos, por aqui e por todo o ali, a ‘locomotiva de Almada’, como alguns lhe chamaram no início, vai realizar um concerto único, que é um desafio (outro, que a rotina incomoda), e chamaram-lhe UNDERGROUND-UHF. Mas o que é esta coisa musical?
Um repertório virgem, que a banda anda vigorosamente a discutir, e que somará 22 canções nunca antes tocadas ao vivo, ou que, por engano, um dia uma ou outra se ouviu. Aceitando levantar a cortina, ouvimos a Caçada (1979), Concerto (1982), Lisboa Hotel (1993), ou Quero Sair Vivo (deste mundo menor) (2023).
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Os bilhetes para o espetáculo custam 25 euros, à venda a partir da próxima sexta- feira, 23 de Janeiro, pelas 09:00, em https://uhf.pt/ e nos locais habituais.
Horários:
Abertura Portas: 20h30
Inicio do espetáculo: 21h30
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terça-feira, janeiro 20, 2026
Festival Internacinal de Jazz de Oeiras | Auditório Ruy de Carvalho - 18 a 28 de Fevereiro
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FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OEIRAS (FIJO)
REGRESSA AO AUDITÓRIO RUY DE CARVALHO, EM FEVEREIRO DE 2026
18 fevereiro, 21h30 | Sara Dowling, Clara Lacerda, Romeu Tristão e Jorge Rossy
19 fevereiro, 21h30 | Rebecca Martin & Lage Lund
20 fevereiro, 15h00 | Masterclasse com David Binney
21 fevereiro, 21h30 | “Aperture” João Barradas Trio & David Binney
22 fevereiro, 18h00 | “A Idade do Jazz” concerto comentado para famílias
26 fevereiro, 21h30| “As Folhas Novas Mudam de Cor” - A música de António Pinho Vargas
27 fevereiro, 21h30| Andy Sheppard Trio
28 fevereiro, 21h30| Sexteto Mosaïc
Após o êxito da primeira edição, realizada em 2025, com salas esgotadas e uma programação de excelência, o Festival Internacional de Jazz de Oeiras (FIJO) irá regressar, entre 18 e 28 de fevereiro de 2026, ao Auditório Ruy de Carvalho, numa organização da Câmara Municipal de Oeiras, em parceria com a agência Clave na Mão.
Pensar a programação para a segunda edição do FIJO foi um enorme desafio à imaginação, mantendo as premissas que nortearam a estreia do evento:
- o cruzamento de gerações, a equidade, a descentralização e o foco em construir um Festival internacional tendo músicos portugueses ao leme das formações internacionais.
Porque a música não tem cor, nem credo, nem idade, nem sexo, poderemos assistir a concertos que reúnem mulheres instrumentistas e compositoras na programação deste Festival, destacando-se logo a abrir a edição deste ano, a 18 de fevereiro, o quarteto que junta Sara Dowling (voz, violoncelo e composição), Clara Lacerda (piano e composição), Romeu Tristão (contrabaixo) e Jorge Rossy (bateria).
Sara Dowling, de ascendência palestiniana e irlandesa, é considerada uma das cantoras mais influentes da sua geração na Europa, tendo sido eleita melhor vocalista nos British Jazz Awards 2019. Jorge Rossy é um dos mais conceituados bateristas de jazz da atualidade. O seu trabalho como acompanhante inclui mais de 180 gravações com músicos como Brad Mehldau, Mark Turner, Chris Cheek, Seamus Blake, Joshua Redman, Kurt Rosenwinkel ou Steve Swallow, tendo ainda integrado digressões com alguns dos grandes nomes do Jazz, incluindo Charlie Haden, Wayne Shorter, Lee Konitz, Carla Bley e Joe Lovano.
Sara Dowling e Jorge Rossy conheceram Clara Lacerda e Romeu Tristão, os dois músicos portugueses que completam este quarteto, no verão passado, tendo tocado juntos pela primeira vez num festival em Sevilha, do qual resultou uma enorme vontade de continuarem a
tocar juntos. Teremos agora o privilégio de os receber no palco do FIJO, para escutar temas da autoria de Dowling e Lacerda, interpretados também por Tristão e Rossy.
A 19 de fevereiro, teremos em palco mais uma compositora, cantora e instrumentista, Rebecca Martin, que se fará acompanhar pelo guitarrista norueguês Lage Lund, conhecido pela sua sofisticação harmónica e uma estética muito própria, que fazem dele um músico de referência da atualidade.
Entre muitos outros aspectos, Rebecca destaca-se no mundo do Jazz pela ponte que construiu com alguns dos mais estimados músicos da cena mundial, tendo em 2005 sido a primeira cantora a acompanhar, em disco, o baterista e compositor Paul Motian. Três anos mais tarde editou, em nome próprio, The Growing Season, cujo sucesso levou a que fosse convidada a tocar no nova-iorquino Village Vanguard, tornando-se na primeira cantora-compositora a atuar neste clube de Jazz em mais de 30 anos.
Dona de uma voz incomparável e de uma forte componente autoral, Rebecca Martin e Lage Lund apresentam um concerto único no nosso país, na programação do FIJO 2026.
Graças à possibilidade de estender no tempo esta edição do Festival, passando de 4 para 8 dias, foi possível incluir no programa uma nova vertente, para além da performativa: a pedagógica. Assim, o FIJO 2026 incluirá a 20 de fevereiro uma masterclasse de entrada gratuita, ministrada pelo saxofonista americano David Binney que, no dia seguinte, a 21 de fevereiro, sobe ao palco ao lado do trio de João Barradas, para um concerto em que será tocado o disco Aperture, editado pela Inner Circle Music no passado mês de novembro.
Barradas é um dos nomes maiores da música do nosso país, destacando-se como um dos músicos mais criativos da cena europeia do acordeão, movendo-se simultaneamente entre a música clássica e a música improvisada. A este juntar-se-ão Bruno Pedroso na bateria e André Rosinha no contrabaixo.
Aperture é um disco que reúne música totalmente pensada para esta formação e para estes músicos e cujo resultado poderemos escutar, ao vivo, no Auditório Ruy de Carvalho.
Dia 22 de fevereiro, num contexto de criação de novos públicos, e em versão matiné, terá lugar o concerto comentado para famílias “A Idade do Jazz”, mais uma novidade na programação deste Festival.
A atriz intemporal Isabel Ruth encarna aqui uma personagem saída de uma época que, tendo acontecido há 100 anos, não poderia ser mais atual.
Numa recriação em palco do que era um clube de Jazz nos “loucos” anos 20, a que não poderia faltar uma jazz-band, composta por Bruno Santos na guitarra e direção musical, Margarida Campelo na voz e piano, Zé Maria no saxofone, Romeu Tristão no contrabaixo e João Ribeiro na voz e bateria, somemos ainda um par de bailarinos de época para abrilhantar o espetáculo.
Direcionado para pais, filhos e avós, pretende-se que este seja um momento de encontro e partilha numa tarde de domingo, onde a história (também a do Jazz) do último século nos é apresentada, tendo sempre a música como fio condutor.
A abrir o segundo fim de semana do Festival teremos um concerto que se enquadra no perfil de “encomenda”, tentando evitar a palavra “homenagem” apesar de, no fundo, também disso se tratar.
Assim, dia 26 fevereiro será dia de estreia do concerto “As Folhas Novas Mudam de Cor - A música de António Pinho Vargas”.
Com uma vasta obra na área do jazz, produzida entre os anos 80 e 90, as suas melodias resistiram ao tempo e fazem, indubitavelmente, parte da história do jazz português.
Em palco, para além de António Pinho Vargas, que tocará a solo alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, José Soares, Miguel Meirinhos, Hugo Carvalhais e Mário Barreiros (re)interpretarão, com a sua identidade musical, alguns dos temas de autoria de António Pinho Vargas, desse período, que contarão com arranjos dos músicos que formam este quarteto.
No dia seguinte, 27 de fevereiro, o FIJO recebe o saxofonista Andy Sheppard, que apresentará, em estreia, o novo trabalho discográfico do seu trio, editado pela prestigiada gravadora ECM, com Rita Marcotulli (Itália) no piano e Michel Benita (Argélia) no contrabaixo.
Sheppard, músico que dispensa apresentações no meio do jazz, nasceu no Reino Unido e vive em Portugal há cerca de 10 anos. Compositor prolífico, Sheppard escreveu mais de 500 obras que incorporam um forte e característico sentido de lirismo, sendo ainda de destacar que Sheppard foi dos poucos músicos a trabalhar e gravar intensamente com três dos compositores seminais do jazz contemporâneo – Carla Bley, George Russell e Gil Evans.
A fechar o Festival Internacional de Jazz de Oeiras, dia 28 de fevereiro, estará o sexteto Mosaïc, composto por Georgi Dobrev (Bulgária), no kaval, Adèle Viret e Noé Clerc (França), no violoncelo e acordeão, respectivamente, Zé Almeida e Diogo Alexandre (Portugal), no contrabaixo e bateria, respectivamente, e Hamdi Ammoussi (Tunísia), na percussão. As composições que nos trazem são, acima de tudo, espaços para encontros musicais, no cruzamento entre o jazz e a música mediterrânica, traçando os contornos de um Mediterrâneo com fronteiras alargadas, incluindo Portugal e a Bulgária nas suas linhas. Mosaïc irá apresentar temas do seu disco de estreia, recentemente gravado e que será agora apresentado em estreia, em Portugal, onde são explorados mundos imaginários, cruzando culturas musicais e combinando a ornamentação balcânica com a cor da música de câmara da Europa Ocidental e a essência rítmica da música norte-africana.
Assim chegará ao fim a segunda edição deste Festival, com um concerto que encerra em si mesmo a mensagem máxima que se pretende transmitir ao longo de oito dias, a de que a música e o Jazz, em particular, são um veículo de liberdade, de união, de
partilha e de abertura ao mundo, no qual a Câmara Municipal de Oeiras e a Clave na Mão se revêem.
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Apoios:
RTP
Antena 2 (Rádio)
Cascais Ópera regista 499 candidaturas e reforça dimensão internacional
O Cascais Ópera – Concurso Internacional de Canto encerrou o período de candidaturas com 499 candidatos, superando de forma significativa o número total registado na edição de 2025, que contou com 340 candidaturas. Este crescimento consolida a afirmação do concurso como uma plataforma internacional de referência para jovens cantores líricos.
Um dos dados mais relevantes desta edição é a participação de candidatos provenientes de 59 países, confirmando a dimensão global do concurso.
Destaca-se, em particular, a presença de candidaturas oriundas de quase todos os países do continente americano, um crescimento que a organização associou à integração do Cascais Ópera na rede OLA – Ópera Latinoamérica que tem vindo a reforçar a ligação do concurso à América Latina e às Caraíbas.
A Coreia do Sul destaca-se como o país com maior número de candidaturas (97), seguida da China (75). A nível europeu, registaram-se candidaturas expressivas de países como Alemanha (35), Espanha (27), Itália (20) e França (13).
Portugal registou também um aumento muito significativo da participação nacional, passado de 6 em 2025 para 25 candidatos, posicionando-se entre os cinco países mais representados nesta edição, um crescimento claro face à edição anterior.
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Segue-se agora a fase de avaliação artística, na qual todas as candidaturas serão analisadas pelo júri de seleção, presidido pelo baixo-barítono Sergei Leiferkus, e composto por Catarina Sereno, Ivan van Kalmthout, Jennifer Larmore e Liliana Bizineche, personalidades de reconhecido prestígio internacional no panorama operático.
Os candidatos selecionados para participar presencialmente na competição em Cascais serão anunciados oficialmente no dia 15 de abril.
Em jogo estão 57.000 euros em prémios e 12 contratos profissionais, incluindo oportunidades com festivais e instituições de relevo como o Festival Amazonas de Ópera, a Istanbul State Opera and Ballet, o Festival Internacional de Música de Marvão, o Festival de Música de Mafra, o Festival de Ópera de Óbidos, entre outros parceiros nacionais e internacionais.
A competição decorre entre 29 de maio e 7 de junho, com um programa intensivo que inclui provas eliminatórias, masterclasses, concertos e momentos de networking, realizados em vários espaços da vila de Cascais. O concurso culmina com o concerto da Final, no dia 7 de junho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Os bilhetes encontram-se já à venda na Ticketline, com preços entre 15€ e 30€.
Com esta terceira edição, o Cascais Ópera consolida-se como uma plataforma internacional de excelência para jovens cantores líricos, afirmando Portugal como um ponto de encontro relevante no circuito operático contemporâneo.
O Concurso é co-organizado entre a Associação CIVOC, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luis I. Tem o apoio da Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI, Égide - Associação Portuguesa das Artes, Fundação Millennium bcp, Turismo de Cascais, Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Câmara Municipal de Lisboa, SRS Legal, Leitão & Irmão Joalheiros. Conta com a RTP como parceiro Media e o parceiro institucional deste concurso é o Teatro Nacional de São Carlos.
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https://www.instagram.com/cascaisopera
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Belle Dame - Tour em Portugal | Novo single "Tennessee"
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Belle Dame ao vivo em Portgal
13 Fevereiro - Porto, Maus Hábitos
14 Fevereiro - Lisboa, Tokyo
Edição single “Tennessee” 16 janeiro 2026
Os Belle Dame são uma banda de indie pop-rock sediada em Bristol, reconhecida pelo seu som cinematográfico, intensidade emocional e forte impacto ao vivo. Com mais de 40 concertos realizados no Reino Unido e na Europa, a banda tem vindo a afirmar-se como um dos projetos emergentes mais promissores da nova cena rock.
Em fevereiro de 2026, os Belle Dame regressam a Portugal para uma tour que passará pelo Porto, Maus Hábitos, dia 13 Fev e Lisboa, Tokyo, dia 14 Fev, reforçando a ligação da banda ao público português - após a abertura do concerto dos NAPA em Londres no esgotado Dingwalls - e apresentando ao vivo uma nova fase do seu percurso artístico.
Esta tour surge na sequência do lançamento de “Tennessee”, single com edição marcada para 16 de janeiro de 2026
O single antecipa o novo álbum da banda, Casanova’s Last Gamble, com lançamento previsto para a primavera de 2026.
Com uma presença em palco envolvente e um claro crescimento artístico, os Belle Dame afirmam-se como uma banda em plena expansão internacional.
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sábado, janeiro 17, 2026
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