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domingo, março 01, 2026
Novidades Sony Music / Lagacy
Jeff Buckley's Live at Sin-é
JOANA MACHADO - single "Distance"
“Distance” assinala o regresso da cantora e compositora às gravações em nome próprio, dez anos depois do seu último trabalho autoral. Num registo íntimo e confessional, a canção aborda um amor ainda impossível de ser vivido — uma separação que convoca memória, destino partilhado e a esperança de um reencontro futuro.
Com uma abordagem harmonicamente sofisticada e ritmicamente subtil, o tema revela influências que vão de Erykah Badu a Robert Glasper, sem esquecer a dimensão atmosférica e sensível associada ao universo de Kate Bush. Pensada para uma escuta atenta, a canção desenvolve-se com groove, subtileza e espaço para respirar, privilegiando a verdade interpretativa, o silêncio e a cumplicidade musical.
“Distance” foi masterizado por Nelson Carvalho e conta com a participação de Chico Santos (bateria) e Lana Gasparotti (teclados). Joana Machado assina música e letra, partilhando a produção do álbum com Rodrigo Correia, que contribui igualmente na guitarra e no baixo. A produção respeita a dinâmica natural da canção e coloca a voz como elemento central.
Com 20 anos de carreira e cinco álbuns editados, Joana Machado continua a expandir o seu léxico musical. Se o jazz permanece como ponto de partida, é nas influências da música negra norte-americana — da soul e do R&B à eletrónica — que encontra novos desafios e possibilidades sonoras. Reconhecida como uma das vozes mais originais e sofisticadas da música portuguesa, faz da sua criação um espaço de liberdade onde convergem múltiplas influências.
Paralelamente ao seu regresso a solo, mantém-se ativa com o projeto “Elas e o Jazz” e prepara-se para revelar em breve mais música da sua autoria com o seu trio de vozes.
Com “Distance”, Joana Machado afirma-se como a artista que é hoje — madura, inquieta e profundamente ligada à canção. Este primeiro avanço é um convite à escuta, ao encontro e ao tempo partilhado.
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sábado, fevereiro 28, 2026
Fisher Z ao vivo em Portugal
- 4 Setembro 2026 no Coliseu de Lisboa
- 5 Setembro 2026 na Casa da Música no Porto
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Apoio:
Rádio M80
https://m80.pt/noticia/fischer-z-celebram-50-anos-de-carreira-em-lisboa-e-no-porto
sexta-feira, fevereiro 27, 2026
BMP
Album "Showdown" - Collins, Cray & Copeland
Xiko Rodrigues lança novo álbum - “Memória de Elefante”
O músico e compositor Xiko Rodrigues regressa com um novo álbum de originais, Memória de Elefante, com lançamento marcado para 27 de fevereiro (exclusivo Bandcamp) e 21 de março em todas as plataformas digitais.
Depois da forte receção ao disco de estreia Bode Expiatório (2021), Xiko aprofunda agora um universo sonoro híbrido que cruza música popular, jazz, afrobeat, funk, hip-hop, reggae e ska, afirmando a música como território de encontro, identidade e memória coletiva.
Editado com o apoio da GDA, este é um trabalho profundamente colaborativo, onde convivem influências que vão da tradição balcânica aos ritmos africanos, passando pela expressão urbana contemporânea.
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Por apenas €3 !!!
Vale a pena!
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Bianca Gismonti & Manuel de Oliveira | Digressão Brasil
Joana Alegre | Podcast Luas ao vivo - 3 de março, espaço atmosfera m
No dia 3 de março, às 18h30, o espaço atmosfera m do Montepio Associação Mutualista, em Lisboa, recebe a apresentação pública do LUAS Podcast, criado e conduzido por Joana Alegre.
O projeto é composto por oito episódios, correspondentes às oito fases de um ciclo lunar completo, e propõe conversas íntimas com mulheres de diferentes áreas criativas. A apresentação contará com a realização, ao vivo e em exclusivo, de duas entrevistas
inéditas, em que Joana Alegre conversa com Lena d’Água, figura incontornável da música portuguesa, reconhecida pela sua constante reinvenção artística, e Tainá, artista brasileira cujo trabalho cruza música, palavra e identidade contemporânea.
Ao longo da série, o LUAS Podcast contou já com a participação de Joana Schenker, campeã mundial de bodyboard e defensora do oceano; Roberta Campos, cantautora brasileira distinguida com um Grammy Latino; Minna Dufton, realizadora de documentários com trabalho desenvolvido para a BBC; e Nata RYZH, designer e criadora ligada a práticas visuais e processos experimentais.
O mês de março contará ainda com novos episódios protagonizados por Selma Uamusse, cantora e compositora moçambicana radicada em Portugal, cuja obra cruza música, identidade e memória coletiva, e pela poetisa Alice Neto de Sousa, uma das vozes emergentes da poesia contemporânea portuguesa, com um trabalho marcado pela intimidade, pela escuta e pela observação do quotidiano.
As duas entrevistas realizadas durante a apresentação serão posteriormente disponibilizadas nas plataformas digitais e no YouTube.
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domingo, fevereiro 22, 2026
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Outros
Penny Arcade lança Double Exposure dia 17 de Abril: uma exploração crua e piscadélica do experimentalismo analógico
Double Exposure não é necessariamente um ponto de rutura, mas este novo álbum contém alguns dos sons mais crus e desconstruídos que James Hoare - conhecido pelo seu trabalho em Veronica Falls, Ultimate Painting e Proper Ornaments - gravou até à data. Pela primeira vez, e de forma deliberada, as guitarras passam para segundo plano. Não se trata de um álbum conceptual "sem guitarras"; foi simplesmente a forma como o projeto ganhou vida. Seria, aliás, impreciso sugerir que as seis cordas foram banidas, especialmente após o solo duplo que atravessa as colunas em "Regrets", o poderoso tema de abertura. Não é propriamente "Lynyrd Skynyrd", mas é, certamente, uma experiência de pôr os cabelos em pé.
Após o deslumbrante LP de estreia Backwater Collage em 2024, sob o pseudónimo Penny Arcade, este novo trabalho surge como uma experiência psicadélica, tendo como espinha dorsal as caixas de ritmos que moldaram as canções. É também um disco de uma dualidade doce. Se por um lado temos a obscuridade de "Worst Trip" - um percurso assombroso pela "pior viagem que alguma vez tive" -, logo a seguir "You’ve Got the Key" apresenta-se como um exercício magnificamente complexo, tão rico numa interpretação distintamente inglesa da psicodelia que é difícil não acreditar que foi gravado em fita há cinquenta anos. O ambiente transita depois da psicodelia soalheira para uma fatia de blue-eyed soul em "Everything’s Easy", a banda sonora ideal para viagens de carro melancólicas e banhadas pelo sol. O álbum conta com breves participações especiais, mas, na sua grande maioria, é um manifesto de experimentalismo a solo, com ideias que ganham vida no espectro estéreo antes de se desvanecerem suavemente. Nada aqui é pensado em demasia; este é um álbum de ideias.
As caixas de ritmos assumem o papel principal em "Rear View Mirror", single de apresentação do disco, soando a uns Radiohead da era In Rainbows filtrados por Silver Apples - uma viagem de três minutos que convida ao loop infinito. Tal como grande parte do disco, foi gravado quase instantaneamente, com uma simplicidade e crueza que sobreposições densas (overdubs) ou arranjos meticulosos nunca conseguiriam alcançar. É um álbum focado na "vibe". James explica: "Estava a preparar-me para mudar para o sul de França quando metade do álbum foi gravado. Isso influenciou a estética lo-fi do registo; teve de ser gravado rapidamente e isso confere a algumas faixas uma qualidade de demo." Quando um dos grandes destaques é um corte nebuloso de dois minutos chamado "Instrumental No. 1", percebemos que o foco está em deixar a fita correr e capturar o momento.
Caixas de ritmos rítmicas e órgãos viscerais intercalam-se com diferentes nuances de guitarra, desde as ragas de "Early Morning" (ao estilo de George Harrison) até à atmosfera densa e fumarenta de "We Used to Be Good Friends". Double Exposure é uma coleção de canções sem pretensões. O tema de encerramento, "Riverside Drive" - tal como tantos outros momentos de melancolia sublime do álbum - surge, ganha forma e dissolve-se, sem nunca se prolongar mais do que o necessário, ecoando nos ouvidos como um sonho acordado. O título é também apropriado: Double Exposure (Dupla Exposição), nomeado a partir da técnica fotográfica, é feito de camadas de ideias que não foram escritas como partes individuais, mas sim como melodias espontâneas que formam o seu próprio quadro abstrato. O álbum situa-se algures entre a experimentação inquieta de Syd Barrett e as inovações analógicas desinibidas de Tim Presley (White Fence). É, muito honestamente, o que é.
"O disco foi gravado numa máquina de fita de 16 pistas, e muito dele foi capturado instantaneamente porque soava exatamente como precisava naquele momento", recorda James. "A maioria das canções utiliza caixas de ritmos e órgãos antigos e muito básicos; tentar recriar qualquer aspeto disto seria como tentar engarrafar fumo."
https://www.facebook.com/pennyarcademusic/
https://www.instagram.com/pennyarcade_music/
https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2LccQibLSite2i1EB1QRxe
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Júlia Machado - Single "Adeus"
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"Adeus” de Júlia Machado; Fazer da dor da perda uma bonita homenagem a quem já partiu.
“Adeus”, o novo e emocionante single de Júlia Machado, a jovem vencedora de The Voice Kids 2023.
Com uma voz poderosa que carrega o pranto alojado num tão jovem coração, Júlia Machado regressa com o tema “Adeus”, uma emotiva dedicatória a quem partiu e ao longe nos acompanha.
“Adeus” reafirma a veia criativa de Júlia, autora da letra e melodia, contando novamente com Twins a seu lado, ao leme da produção, numa reedição da produtiva parceria que já deu ao público canções como “Burden”, “Where I Belong”, “Rollercoaster” e “The Girl Next Door”.
Após conquistar Portugal com o seu triunfo no The Voice Kids 2023 e ter sido escolhida para representar Portugal no Festival Eurovisão Júnior, a jovem cantora, movida a foco e determinação, vê agora o seu tema “Burden” incluído na banda sonora da novela “A Protegida”, exibida pela TVI.
Com este novo tema “Adeus”, estreia-se em português, a solo na escrita e na composição, dando assim mais um importante passo na sua curta, mas promissora, carreira musical.
Nas palavras da cantora, “Adeus” procura fazer-nos sentir a dor provocada pela perda de alguém próximo, que desaparece das nossas vidas de forma abrupta e inesperada e deixa uma saudade profunda. Uma homenagem a uma estrela que a guia desde o céu.
Sobre Júlia Machado
Quem é a Júlia Machado?
Júlia Machado é uma jovem cantora luso-americana, nascida em agosto de 2010 em Nova Jérsia. Tornou-se conhecida do público após a sua surpreendente vitória no prestigiado programa The Voice Kids Portugal, considerado por muitos o maior palco para jovens cantores em Portugal.
Paixão por Portugal
Apesar de viver no estrangeiro, Júlia adora Portugal, e visita a família todos os verões. É frequentemente encontrada na Nazaré, praia no centro de Portugal, conhecida pelas suas ondas gigantes, ou em Monsanto do Ribatejo, onde gosta de cuidar das ovelhas com os primos.
Musicais
Apesar da sua tenra idade, Júlia já tem alguma experiência em palco. Começou a ter aulas de canto aos seis anos na Jersey Shore Music Academy, em Nova Jérsia, após os pais perceberem o seu talento para cantar. No entanto, a primeira vez que pisou um grande palco foi no Count Basie, em Red Bank, Nova Jérsia, onde participou numa produção júnior de A Pequena Sereia. Embora tenha tido um papel pequeno, foi nesse palco que descobriu a sua paixão por cantar e representar. A sua próxima produção foi Matilda, The Musical, seguida por O Rei Leão, da Disney, onde interpretou Nala, uma das principais personagens femininas do espetáculo.
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sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Manual de Intervenção - EP + Concerto RCA Club
O Manual de Intervenção iniciou em Setembro de 2024, com 3 amigos que decidiram que podiam fazer música juntos. Música alternativa, independente, que em Fevereiro de 2026 resultou na gravação de 3 temas de apresentação num EP (com versão em vídeo no canal Youtube). Ainda, a 21 de Fevereiro, a banda irá iniciar as actuações ao vivo, subindo ao palco do RCA Club (Lisboa), no evento dos 20 anos dos Dalai Lume (também com a actuação dos Porta Voz).
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quarta-feira, fevereiro 18, 2026
Andrea Verdugo lança single "Varanda"
Andrea Verdugo edita hoje o single Varanda nas plataformas digitais.
Varanda é o single que apresenta Andrea Verdugo em nome próprio, ela que é uma das vozes do projeto Para Sempre Marco de homenagem a Marco Paulo. Curiosamente, é um tema que a artista escreveu há já algum tempo “há cinco anos, Varanda nasceu de um silêncio e de uma promessa, e manteve-se em segredo,na tentativa de levar este meu luto em forma de canção ao Festival da Canção. O júri nunca a escolheu, mas a vida encarregou-se de lhe dar um propósito mais nobre”.
Escrita em parceria com João Serra, Varanda nasceu para homenagear a avó de Andrea Verdugo “… o grande amor da minha vida e a luz que, nunca deixou de brilhar no meu peito”, conta-nos a artista.
Numa produção despida de artifícios, minimal e intensa de Tomás Cruz, co-produzida, misturada e masterizada pela mão cirúrgica de SuaveYouKnow, a música envolve-nos num ambiente onde cada respiração conta a história de quem se sentiu "um barco perdido a naufragar”, mas escolhe acreditar que haverá sempre uma estrela no céu para nos guiar.
Até mesmo o vídeo que acompanha o tema Varanda tem um significado, uma história especial para Andrea Verdugo como nos diz “ao desenhar o vídeo que ilustraria esta canção, decidi que não o faria sozinha. Trouxe comigo histórias de pessoas reais que, tal como eu, perderam os seus pilares e os pretendem homenagear através das minhas palavras”.
Varanda está disponível em todas as plataformas digitais.
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segunda-feira, fevereiro 16, 2026
Festival Internacinal de Jazz de Oeiras | Auditório Ruy de Carvalho - 18 a 28 de Fevereiro
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FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE OEIRAS (FIJO)
REGRESSA AO AUDITÓRIO RUY DE CARVALHO, EM FEVEREIRO DE 2026
18 fevereiro, 21h30 | Sara Dowling, Clara Lacerda, Romeu Tristão e Jorge Rossy
19 fevereiro, 21h30 | Rebecca Martin & Lage Lund
20 fevereiro, 15h00 | Masterclasse com David Binney
21 fevereiro, 21h30 | “Aperture” João Barradas Trio & David Binney
22 fevereiro, 18h00 | “A Idade do Jazz” concerto comentado para famílias
26 fevereiro, 21h30| “As Folhas Novas Mudam de Cor” - A música de António Pinho Vargas
27 fevereiro, 21h30| Andy Sheppard Trio
28 fevereiro, 21h30| Sexteto Mosaïc
Após o êxito da primeira edição, realizada em 2025, com salas esgotadas e uma programação de excelência, o Festival Internacional de Jazz de Oeiras (FIJO) irá regressar, entre 18 e 28 de fevereiro de 2026, ao Auditório Ruy de Carvalho, numa organização da Câmara Municipal de Oeiras, em parceria com a agência Clave na Mão.
Pensar a programação para a segunda edição do FIJO foi um enorme desafio à imaginação, mantendo as premissas que nortearam a estreia do evento:
- o cruzamento de gerações, a equidade, a descentralização e o foco em construir um Festival internacional tendo músicos portugueses ao leme das formações internacionais.
Porque a música não tem cor, nem credo, nem idade, nem sexo, poderemos assistir a concertos que reúnem mulheres instrumentistas e compositoras na programação deste Festival, destacando-se logo a abrir a edição deste ano, a 18 de fevereiro, o quarteto que junta Sara Dowling (voz, violoncelo e composição), Clara Lacerda (piano e composição), Romeu Tristão (contrabaixo) e Jorge Rossy (bateria).
Sara Dowling, de ascendência palestiniana e irlandesa, é considerada uma das cantoras mais influentes da sua geração na Europa, tendo sido eleita melhor vocalista nos British Jazz Awards 2019. Jorge Rossy é um dos mais conceituados bateristas de jazz da atualidade. O seu trabalho como acompanhante inclui mais de 180 gravações com músicos como Brad Mehldau, Mark Turner, Chris Cheek, Seamus Blake, Joshua Redman, Kurt Rosenwinkel ou Steve Swallow, tendo ainda integrado digressões com alguns dos grandes nomes do Jazz, incluindo Charlie Haden, Wayne Shorter, Lee Konitz, Carla Bley e Joe Lovano.
Sara Dowling e Jorge Rossy conheceram Clara Lacerda e Romeu Tristão, os dois músicos portugueses que completam este quarteto, no verão passado, tendo tocado juntos pela primeira vez num festival em Sevilha, do qual resultou uma enorme vontade de continuarem a
tocar juntos. Teremos agora o privilégio de os receber no palco do FIJO, para escutar temas da autoria de Dowling e Lacerda, interpretados também por Tristão e Rossy.
A 19 de fevereiro, teremos em palco mais uma compositora, cantora e instrumentista, Rebecca Martin, que se fará acompanhar pelo guitarrista norueguês Lage Lund, conhecido pela sua sofisticação harmónica e uma estética muito própria, que fazem dele um músico de referência da atualidade.
Entre muitos outros aspectos, Rebecca destaca-se no mundo do Jazz pela ponte que construiu com alguns dos mais estimados músicos da cena mundial, tendo em 2005 sido a primeira cantora a acompanhar, em disco, o baterista e compositor Paul Motian. Três anos mais tarde editou, em nome próprio, The Growing Season, cujo sucesso levou a que fosse convidada a tocar no nova-iorquino Village Vanguard, tornando-se na primeira cantora-compositora a atuar neste clube de Jazz em mais de 30 anos.
Dona de uma voz incomparável e de uma forte componente autoral, Rebecca Martin e Lage Lund apresentam um concerto único no nosso país, na programação do FIJO 2026.
Graças à possibilidade de estender no tempo esta edição do Festival, passando de 4 para 8 dias, foi possível incluir no programa uma nova vertente, para além da performativa: a pedagógica. Assim, o FIJO 2026 incluirá a 20 de fevereiro uma masterclasse de entrada gratuita, ministrada pelo saxofonista americano David Binney que, no dia seguinte, a 21 de fevereiro, sobe ao palco ao lado do trio de João Barradas, para um concerto em que será tocado o disco Aperture, editado pela Inner Circle Music no passado mês de novembro.
Barradas é um dos nomes maiores da música do nosso país, destacando-se como um dos músicos mais criativos da cena europeia do acordeão, movendo-se simultaneamente entre a música clássica e a música improvisada. A este juntar-se-ão Bruno Pedroso na bateria e André Rosinha no contrabaixo.
Aperture é um disco que reúne música totalmente pensada para esta formação e para estes músicos e cujo resultado poderemos escutar, ao vivo, no Auditório Ruy de Carvalho.
Dia 22 de fevereiro, num contexto de criação de novos públicos, e em versão matiné, terá lugar o concerto comentado para famílias “A Idade do Jazz”, mais uma novidade na programação deste Festival.
A atriz intemporal Isabel Ruth encarna aqui uma personagem saída de uma época que, tendo acontecido há 100 anos, não poderia ser mais atual.
Numa recriação em palco do que era um clube de Jazz nos “loucos” anos 20, a que não poderia faltar uma jazz-band, composta por Bruno Santos na guitarra e direção musical, Margarida Campelo na voz e piano, Zé Maria no saxofone, Romeu Tristão no contrabaixo e João Ribeiro na voz e bateria, somemos ainda um par de bailarinos de época para abrilhantar o espetáculo.
Direcionado para pais, filhos e avós, pretende-se que este seja um momento de encontro e partilha numa tarde de domingo, onde a história (também a do Jazz) do último século nos é apresentada, tendo sempre a música como fio condutor.
A abrir o segundo fim de semana do Festival teremos um concerto que se enquadra no perfil de “encomenda”, tentando evitar a palavra “homenagem” apesar de, no fundo, também disso se tratar.
Assim, dia 26 fevereiro será dia de estreia do concerto “As Folhas Novas Mudam de Cor - A música de António Pinho Vargas”.
Com uma vasta obra na área do jazz, produzida entre os anos 80 e 90, as suas melodias resistiram ao tempo e fazem, indubitavelmente, parte da história do jazz português.
Em palco, para além de António Pinho Vargas, que tocará a solo alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira, José Soares, Miguel Meirinhos, Hugo Carvalhais e Mário Barreiros (re)interpretarão, com a sua identidade musical, alguns dos temas de autoria de António Pinho Vargas, desse período, que contarão com arranjos dos músicos que formam este quarteto.
No dia seguinte, 27 de fevereiro, o FIJO recebe o saxofonista Andy Sheppard, que apresentará, em estreia, o novo trabalho discográfico do seu trio, editado pela prestigiada gravadora ECM, com Rita Marcotulli (Itália) no piano e Michel Benita (Argélia) no contrabaixo.
Sheppard, músico que dispensa apresentações no meio do jazz, nasceu no Reino Unido e vive em Portugal há cerca de 10 anos. Compositor prolífico, Sheppard escreveu mais de 500 obras que incorporam um forte e característico sentido de lirismo, sendo ainda de destacar que Sheppard foi dos poucos músicos a trabalhar e gravar intensamente com três dos compositores seminais do jazz contemporâneo – Carla Bley, George Russell e Gil Evans.
A fechar o Festival Internacional de Jazz de Oeiras, dia 28 de fevereiro, estará o sexteto Mosaïc, composto por Georgi Dobrev (Bulgária), no kaval, Adèle Viret e Noé Clerc (França), no violoncelo e acordeão, respectivamente, Zé Almeida e Diogo Alexandre (Portugal), no contrabaixo e bateria, respectivamente, e Hamdi Ammoussi (Tunísia), na percussão. As composições que nos trazem são, acima de tudo, espaços para encontros musicais, no cruzamento entre o jazz e a música mediterrânica, traçando os contornos de um Mediterrâneo com fronteiras alargadas, incluindo Portugal e a Bulgária nas suas linhas. Mosaïc irá apresentar temas do seu disco de estreia, recentemente gravado e que será agora apresentado em estreia, em Portugal, onde são explorados mundos imaginários, cruzando culturas musicais e combinando a ornamentação balcânica com a cor da música de câmara da Europa Ocidental e a essência rítmica da música norte-africana.
Assim chegará ao fim a segunda edição deste Festival, com um concerto que encerra em si mesmo a mensagem máxima que se pretende transmitir ao longo de oito dias, a de que a música e o Jazz, em particular, são um veículo de liberdade, de união, de
partilha e de abertura ao mundo, no qual a Câmara Municipal de Oeiras e a Clave na Mão se revêem.
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Apoios:
RTP
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Antena 2
Piano Day Lisboa - Dora Morelenbaum, Surma e Sofia Leão a 29 de março
O Piano Day Lisboa celebra-se a 29 de março na Casa Capitão com Sofia Leão, Dora Morelenbuam e Surma. Uma noite imperdível.
Nesta edição de 2026, celebramos o piano no feminino, com três showcases de outras tantas mulheres que encaram o piano com diferentes abordagens, ritmos, melodias e sons. Apenas ao piano, ou acompanhadas de outros instrumentos, estas três artistas vão entregar a sua visão e modo de ser.
Sofia Leão é uma pianista e compositora portuguesa que se estreou em disco e ao vivo este ano com o álbum "Mar”. Em 2026, vai passar por uma série de palcos em Portugal e outros países, apresentando a sua música.
Dora Morelenbaum é uma compositora e intérprete brasileira que lançou o seu disco de estreia Pique em finais de 2024. Já passou por Portugal em vários formatos, desde a solo, em duo ou com banda. Apresenta-se agora ao piano pela primeira vez.
Surma é o alter-ego da compositora e intérprete portuguesa Débora Umbelino. Depois de ter aceite o desafio de participar no Piano Day 2025, repetimos este mesmo convite para um showcase no mínimo especial.
Dia: 29 de março 2026
Local: Casa Capitão
Horário: 20:30
Bilhetes: aqui
O que é o Piano Day?
O Piano Day celebra-se no 88º dia do ano civil (número de teclas existentes num piano) por todo o mundo e, a cidade de Lisboa, não tem sido excepção nos últimos 5 anos,
Criado pelo pianista e compositor alemão Nils Frahm em homenagem ao seu instrumento de eleição, o piano, este dia é celebrado um pouco por todo o mundo, existindo concertos, showcases, exposições, palestras ou encontros. Todos os géneros musicais são bem vindos desde que na sua génese, exista um piano como motor criativo, como inspiração.
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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Biblioteca da Nazaré - Manuel Remígio (Colecção Património Nazareno n.º 4)
A Biblioteca da Nazaré informa que se encontra novamente disponível o 4.º volume da Colecção Património Nazareno:
Manuel Remígio – O Homem, o Profissional e o Cidadão (Biografia),
da autoria de Rui Remígio.
Após período em que o título esteve esgotado, foi efetuada uma reposição muito limitada, encontrando-se disponíveis apenas 10 exemplares.
Esta edição de autor constitui um contributo relevante para a valorização e preservação da memória histórica local, evocando a figura de Manuel Remígio nas suas dimensões humana, profissional e cívica, com interesse para instituições que desenvolvem trabalho nas áreas da cultura, património e história regional.
O autor, Rui Remígio, nasceu na Vila da Nazaré, sendo descendente de várias gerações de nazarenos. Licenciado em Engenharia Mecânica (IST), com formação em Alta Direção de Empresas (Universidade de Navarra), possui MBA em Reabilitação e Requalificação Urbana e é doutorando em História Regional e Local na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Valor do exemplar: 12€.
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terça-feira, fevereiro 10, 2026
"A Torre de Gelo": o conto de fadas com Marion Cotillard e Gaspar Noé, estreia em exclusivo
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O conto de fadas com Marion Cotillard e Gaspar Noé estreia em exclusivo
A Filmin estreia em exclusivo a 26 de fevereiro, A Torre de Gelo com Gaspar Noé e Marion Cotillard, vencedora de um Óscar, brilha nesta versão moderna de "A Rainha das Neves". Um dos filmes recentes mais aclamados e um verdadeiro triunfo da imaginação.
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A Filmin estreia no próximo dia 26 de fevereiro A Torre de Gelo, o novo filme da realizadora francesa Lucile Hadzihalilovic (Inocência, Evolution). O filme venceu o Urso de Prata para a Contribuição Artística no último Festival de Berlim e arrecadou o prémio Zabaltegi-Tabakalera para Melhor Filme no Festival de San Sebastián.
O filme é protagonizado pela vencedora do Óscar Marion Cotillard, recordada por títulos como La vien en Rose ou Meia-Noite em Paris, e pela atriz revelação Clara Pacini. Trata-se da quarta longa-metragem da realizadora e do segundo encontro entre Hadzihalilovic e Cotillard, que já tinham trabalhado juntas em Inocência (2004).
Anos 70. Atraída pelas luzes da cidade, Jeanne foge de um orfanato situado no alto das montanhas. Refugia-se num estúdio de cinema, que explora em segredo durante a noite. Durante o dia, são filmadas as cenas de "A Rainha das Neves", protagonizada pela enigmática Cristina. Jeanne cai imediatamente sob o encanto da bela e atormentada estrela. Entre a atriz e a jovem surge uma fascinação mútua.
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A Torre de Gelo é uma versão moderna e onírica do conto popular “A Rainha das Neves”. Esta história de Hans Christian Andersen, publicada em 1844, narra como um fragmento de um espelho maligno congela o coração de Kai, que é raptado pela gélida Rainha das Neves. A sua amiga Gerda tem a missão de resgatá-lo numa viagem repleta de provações.
Hadzihalilovic descobriu Hans Christian Andersen aos cinco anos, quando a mãe lhe lia incansavelmente as versões integrais dos seus contos de fadas. Desde então, continuam a fasciná-la: Tanto pela sua complexidade humana e pelo retrato sensível e não moralista dos nossos medos e desejos, como pela sua rica imaginação poética, comenta a realizadora.
Entre paisagens nevadas tingidas por uma ténue luz azul e interiores acolhedores, Hadzihalilovic confronta constantemente as fronteiras entre realidade, ficção e fantasia, com imagens que poderiam pertencer a ambos os mundos, refletindo a mesma dualidade da Rainha das Neves: Fascina-me particularmente uma figura de perfeição e de saber, inacessível e misteriosa, ao mesmo tempo atraente e assustadora. Foi o encontro entre a jovem e esta rainha que deu origem a este filme.
O projeto assinala o reencontro entre Marion Cotillard e Lucile Hadzihalilovic vinte anos depois de Inocência. Cotillard recorda que se voltaram a encontrar numa festa, onde a realizadora lhe falou do projeto, deixando-a muito entusiasmada: Adoro trabalhar com pessoas com quem já trabalhei, comenta a atriz.
Nesta ocasião, Cotillard contracena com a atriz estreante Clara Pacini e também com Gaspar Noé, que interpreta um realizador de cinema no set dos anos setenta, uma personagem que evoca os grandes mestres obsessivos da história do cinema.
A Torre de Gelo fica disponível em exclusivo, dia 26 de Fevereiro.
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Filme - "Olhar o sol"
REALIZADOR Mascha Schilinski
PAÍS Alemanha
DURAÇÃO 155’
ARGUMENTO Louise Peter, Mascha Schilinski
ELENCO Hanna Heckt, Lena Urzendowsky, Susanne Wuest
GÉNERO Drama
LÍNGUA Alemão
ESTREIA 19 fevereiro
SINOPSE Ao longo de um século, Alma, Erika, Angelika e Lenka, quatro raparigas de diferentes gerações, passam a sua juventude na mesma quinta no norte da Alemanha. Os ecos do passado permanecem nas suas paredes, e as suas vidas entrelaçam-se até que o tempo parece dissolver-se.
Uma história envolvente que nos mergulha na experiência feminina vivida por aquelas que ficaram à margem da história.
Festival de Cannes, Prémio do Júri
Óscares, Shortlist de Melhor Filme Internacional e Melhor Fotografia
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segunda-feira, fevereiro 09, 2026
domingo, fevereiro 08, 2026
Documentário - Exclusivo "O Diabo do Entrudo" neste Carnaval: uma celebração das tradições Portuguesas
Neste Carnaval, época festiva do Entrudo, a Filmin estreia no dia 12 de fevereiro, em exclusivo, O Diabo do Entrudo, um documentário original do realizador português Diogo Varela Silva.
O Diabo do Entrudo mergulha nas raízes ancestrais do Entrudo de Lazarim, em Lamego. Um filme sobre o Entrudo de Lazarim que se foca nos fascinantes caretos e nos seus trajes elaborados, fazendo também uma reflexão sobre género e a perpetuação de costumes ancestrais, passados entre gerações numa antiga aldeia de Portugal. O documentário destaca como rituais e tradições são mantidos vivos e transmitidos de geração em geração, oferecendo uma perspetiva íntima e rica das transformações sociais e culturais ao longo do tempo.
Desde a sua estreia mundial no festival Doclisboa, em outubro de 2024, o documentário tem recebido reconhecimento internacional, conquistando diversos prémios e menções: como a Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema Documental Rhodope (Bulgária) pela singularidade do olhar cinematográfico e pela riqueza cultural apresentada; Gold Award para Melhor Documentário de Longa-Metragem nos Florence Film Awards, em Itália, reforçando a projeção internacional do cinema português e distinções em mostras de Roma e Milão, o Silver Award nos New York Movie Awards e o Prémio do Público no Festival Internacional de Cinema de Santarém.
Este percurso reforça o compromisso da obra com a promoção e preservação do património cultural imaterial português, transmitindo a força das tradições populares através de uma narrativa cinematográfica envolvente e sensível.
A estreia exclusiva no Carnaval, na Filmin, é pensada como uma homenagem à própria essência festiva do Entrudo, convidando espectador a descobrir e refletir sobre esta celebração ancestral num momento em que as tradições ganham vida nas ruas e na cultura coletiva.
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Bela Noia com novo single duplo e anuncia A Bela Paranoia, o disco mais ambicioso da banda
Segue-me à Capela de regresso às edições. Lançam single "Zamburra" a 6 de fevereiro, em antecipação de novo disco
“Zamburra” é o primeiro single de "Quando um fio s’ensarilha", o novo álbum de Segue-me à Capela, com edição marcada para 3 de março. Disponível a partir de 6 de fevereiro, o tema inaugura o universo sonoro e conceptual do próximo disco do grupo, assente na polifonia vocal, na percussão de raiz popular e na reinvenção da música tradicional portuguesa.
O tema é a primeira revelação de "Quando um fio s’ensarilha" e funciona como porta de entrada para um trabalho onde a tradição se cruza com a criação contemporânea, tendo a voz como eixo central.
Entre tantas canções possíveis, a escolha do single não foi imediata: era preciso começar por um nó.
“Zamburra” é o primeiro tema do álbum, frequentemente associado ao ciclo de Inverno, também cantada por alturas do Entrudo, tempo de passagem e de inversão, quando os corpos despertam do frio, as vontades se libertam e o mundo volta a animar-se.
Correm mar abaixo as coisas que o dinheiro não compra, enquanto das casas escapam espanta-males, graças e gritos desencontrados que devolvem a vida aos dias. “Zamburra” nasce precisamente desse momento liminar, quando o fio começa a ceder e a vida se reata. É o primeiro fio a ser desensarilhado.
Os arranjos são assinados por Segue-me à Capela, Amélia Muge, Zé Martins e Quiné Teles, a partir de recolha de Armando Leça, em Malpica, concelho de Castelo Branco.
“Zamburra” é, pois, o primeiro avanço de "Quando um fio s’ensarilha", o terceiro álbum de Segue-me à Capela, que surge dez anos após o último registo do grupo.
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Quem são Segue-me à Capela:
Segue-me à Capela é um grupo vocal feminino constituído por sete mulheres que trabalham a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, tendo a voz como instrumento central. Através da polifonia, da percussão de raiz popular e de uma forte dimensão cénica, o grupo constrói universos sonoros que cruzam o sagrado e o profano, o dramático e o festivo, inserindo-se na corrente galaico-portuguesa e revelando a diversidade e a complexidade do património do canto português, marcado por múltiplas influências culturais e históricas.
O repertório do grupo integra canções tradicionais recolhidas por investigadores fundamentais da etnomusicologia portuguesa, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Ernesto Veiga de Oliveira, Armando Leça, Judith Cohen e o GEFAC, a par de temas originais de Amélia Muge. Atualmente formado por Carolina Simões, Catarina Moura, Joana Dourado, Mila Bom, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro e Sílvia Franklim, Segue-me à Capela conta com a percussão de Quiné Teles, referência maior da música tradicional portuguesa.
Com mais de 22 anos de percurso, Segue-me à Capela editou o seu primeiro álbum em 2004, cujo tema TU Gitana esteve nomeado para os Contemporary A Cappella Recording Awards, e lançou em 2015 o CD-livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher, ambos reeditados em 2019. O grupo apresentou-se em inúmeros festivais em Portugal e no estrangeiro, colaborou com diversos artistas e mantém um forte compromisso com a transmissão do canto polifónico feminino de raízes rurais, sendo um dos grupos fundadores da Associação Fala de Mulheres – Canto a Vozes, atualmente envolvida numa candidatura das polifonias femininas portuguesas a Património Cultural Imaterial da UNESCO.
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https://www.instagram.com/segue_me_a_capela/
The Fugees
The Fugees
The Fugees electrified the room with "Killing Me Softly With His Song" on Sunday. Pre-order their GRAMMY-winning album (1997) The Score on vinyl now!
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sábado, fevereiro 07, 2026
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Rui Veloso + Carlos Tê
Vietname já começou a construir «o maior estádio do mundo»
135 mil lugares sentados.
Provavelmente será também um excelente espaço para música ao vivo e outros eventos.
Excelente!
MERCADO NEGRO anunciam concerto no mítico B´Leza
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DAVI SANTIAGO LANÇA “OLHA O BRILHO” EM ANTECIPAÇÃO DE DISCO FUI SÓ AMOR
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Davi Santiago é um músico luso-brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 21 anos. Após nascer com uma condição que impedia a sua voz de ser projetada, Davi realizou uma cirurgia para reverter a situação, porém a cicatriz desta concede à sua voz uma textura e rouquidão características, traços estes marcantes na sua forma de se expressar.
Começou a sua carreira em 2024, após um membro do júri de um concurso de canções no qual participou oferecer o seu estúdio pessoal para que Davi pudesse gravar o seu primeiro single, intitulado “Pra se dar".
Com o financiamento concedido pela Câmara de Viseu, Davi teve a oportunidade de gravar o seu primeiro EP, intitulado Fui Só Amor — uma coletânea de 6 canções e um poema que, através do uso de sonoridades brasileiras e portuguesas, explora temas como a morte, o amor e o autoconhecimento através de uma narrativa que aborda a relação entre o Brasil e Portugal de forma íntima e pessoal, com letras de caráter poético e introspetivo.
Com 7 faixas, o EP foi produzido por Rúben Teixeira e Guilherme Marta e traz influências que vão desde a da América Latina como Djavan, Paulinho Pedra Azul e Tata Barahona até ao folk do hemisfério norte com Hozier, Nick Drake e Nico, criando uma sonoridade intensa e íntima. Ao contrário do seu primeiro lançamento, as canções que compõem este novo projeto são acompanhadas por 5 músicos: Gonçalo Froufe (guitarra elétrica), Guilherme Marta (guitarra braguesa), Mariana Lopes (voz), Pedro Novo (baixo) e Rúben Teixeira (bateria).
O primeiro single lançado, “Olha o Brilho”, acompanha as preces que o autor faz à lua para que o seu amor durma tranquilamente, transitando entre a realidade e o onírico ao longo de uma melodia que remete ao transe do adormecer. Abordando a ideia de que a natureza é Deus, o final da canção é composto pela mesma frase repetida diversas vezes como um mantra. O seu videoclipe, gravado, realizado e editado por Rita Cruz, com o fundo constantemente preto, remete novamente ao sono, à noite, aos sonhos, à morte e a Deus.
Segundo Davi Santiago, o EP “É uma jornada de descoberta sobre o que é o amor, até ao momento da morte”.
Fui Só Amor, a editar dia 10 de Abril, reforça a identidade artística de Davi Santiago e aponta novos caminhos para a sua carreira, dialogando com o cenário de música emergente em Portugal e no Brasil e ampliando o seu alcance dentro da música World / MPB contemporânea.
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Bluestronica: Midnight Sessions — after-hours blues from the Black & Tan universe
With Midnight Sessions, Black & Tan Records presents the first release from its new Bluestronica platform — a project dedicated to exploring the evolving edges of blues-influenced electronic music.
Bluestronica: Midnight Sessions focuses on the darker, after-hours side of the blues spectrum. Across the compilation, raw vocals and expressive guitars blend with downtempo beats, lo-fi textures and subtle hip-hop rhythms. The result is not a dancefloor-oriented release, but an intimate listening experience shaped by mood, space and atmosphere.
The artists featured on Midnight Sessions operate in the space between tradition and experimentation. While the emotional core of the blues remains clearly present, it is reimagined through modern production techniques and electronic arrangements. Each track contributes to a cohesive late-night flow, moving between electronic blues, alternative blues and downtempo soundscapes.
Bluestronica was created as a platform within the Black & Tan ecosystem to highlight contemporary blues hybrids and future-facing interpretations of the genre. Midnight Sessions marks the first chapter of this new series, setting the tone for releases that aim to stretch the boundaries of blues while staying true to its expressive depth.
For listeners who prefer high-quality audio and album-focused platforms, this release is also available on Qobuz.
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https://blues-tronica.com/index.php/bt-358-midnight-sessions/
quarta-feira, fevereiro 04, 2026
Classic Rock Magazine - When Led Zeppelin Took Over the World
When Led Zeppelin took over the world
terça-feira, fevereiro 03, 2026
Viviane | revisita “Alfama” | 13 de fevereiro
A Banda não simão | "Pintar o sete" - agora em inglês e com o apoio do projeto BELEM
Paint the Seven foi editada dois anos depois da original, numa versão traduzida para inglês com o apoio do projeto BELEM.
"Pinte o sete" é uma expressão popular portuguesa frequentemente citada pelo poeta e pintor modernista Almada Negreiros. Em 2023, a banda não simão lançou um álbum com este título, apresentando poemas de quatro escritores portugueses de três séculos diferentes: Cesário Verde, Almada Negreiros, Ana Hatherly e Cláudia R. Sampaio. Para partilhar um vislumbre do legado literário português com uma maior audiência, alguns dos poemas de "Pintar o sete" foram traduzidos e as canções foram regravadas em inglês. A poesia e a música portuguesa têm assim uma nova e merecida oportunidade de chegar ao público internacional.
" Os não simão viram no projeto BELEM a oportunidade de realizar uma ambição antiga de traduzir alguns poemas de poetas portugueses e musica-los. A banda apresentou em 2023 o trabalho Pintar o Sete e o resultado alcançado foi o esperado, levar poesia nacional de vários séculos em formato canção aos mais diversos públicos incluindo a rádio nacional.
Estas traduções e respetivas gravações foram possíveis através das candidaturas ao projeto BELEM e ao nosso editor, possibilitando um novo cenário de levar a poesia nacional a mercados internacionais e iniciar uma possível internacionalização da banda e das suas músicas. O líder do projeto, Simão Palmeirim, traduziu os poemas com rigor literário e musical permitindo manter a mensagem dos textos originais"
O projeto BELEM (boosting European Lyrics and their Entrepreneurial Monetization) fomenta o licenciamento, agregação, distribuição, e tradução com significado de obras musicais europeias, impulsionando significativamente a sustentabilidade das mesmas para publishers e compositores. Um passo fundamental para atingir este objetivo é ultrapassar a barreira linguística para músicas escritas em línguas e dialetos minoritários no contexto europeu.
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Biblioteca da Nazaré
A Biblioteca da Nazaré informa que disponibiliza acesso gratuito à internet e carregamento gratuito de dispositivos móveis, como apoio à população.
📍 Local: Rua Mouzinho de Albuquerque, n.º 51, Nazaré
🕑 Horário: Segunda a sexta-feira | 14h00 – 18h00
A Biblioteca da Nazaré reafirma o seu compromisso com o serviço público, a inclusão digital e o apoio à comunidade.
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Devido às recentes alterações climatéricas.
domingo, fevereiro 01, 2026
“Arte em Ação”, de Beatriz Albuquerque: um livro de artista que convoca a criação como gesto político e coletivo
O livro de artista Corpo em Ação, de Beatriz Albuquerque, será lançado e apresentado no dia 5 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Livraria do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto. A sessão, de acesso gratuito mediante inscrição prévia, contará com uma conversa com Miguel von Hafe Pérez e Rosário Gambôa, enquadrando uma obra que se situa na interseção entre arte conceptual, performance, educação e ativismo, e que desafia as fronteiras tradicionais entre criação artística e transformação social.
Estruturado como um dispositivo de ação e reflexão, Arte em Ação articula exercícios de ativismo “faça você mesmo”, perguntas instigantes e reflexões críticas, convidando o leitor a tornar-se participante ativo em processos artísticos e sociais. Inspirado na teoria feminista, nas práticas de sustentabilidade e nas lutas contemporâneas pela justiça social, o livro propõe um conjunto de “partituras” — exercícios práticos que orientam a criação de ações pessoais ou coletivas, desde o ativismo de rua à intervenção em contextos educativos ou à produção de obras de arte que respondem a questões sociais atuais.
Ao abordar temas como feminismo, género, justiça social, ativismo, equidade e livro de artista, Arte em Ação funciona simultaneamente como guia para a mudança e ferramenta de pensamento crítico, incentivando os leitores a confrontar as problemáticas políticas, ambientais e sociais mais urgentes do nosso tempo. Mais do que um objeto editorial, o livro assume-se como um catalisador de ação criativa, diálogo e capacitação coletiva.
Publicado numa edição limitada, assinada e numerada por Beatriz Albuquerque. O livro conta com o apoio da DGARTES – Direção-Geral das Artes, República Portuguesa: Cultura.
Este livro de artista será, também, lançado em Lisboa este Verão onde contará com uma conversa performativa de Beatriz Albuquerque com a curadora Angelika Li, na Dialogue Gallery.
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quem é Beatriz Albuquerque
Beatriz Albuquerque (Porto, Portugal) é artiste, performer, professore e investigadore. Doutorada pela Columbia University, em Nova Iorque, com apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e de uma Bolsa Fulbright / Fundação Luso-Americana. É licenciada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e concluiu o Master of Fine Arts no School of the Art Institute of Chicago, desenvolvendo um percurso académico e artístico de forte projeção internacional.
Ao longo da sua carreira foi distinguida com diversos prémios e menções, entre os quais o Myers Art Award, atribuído pela Columbia University, o Prémio Revelação da 17.ª Bienal de Cerveira, em Portugal, e o Prémio de Performance Ambient Series, no âmbito do PAC/edge Performance Festival, em Chicago. Paralelamente, tem colaborado com centros de investigação, cátedras e institutos europeus e norte-americanos, integrando projetos, proferindo conferências e publicando ensaios que articulam criação artística e investigação teórica.
O seu trabalho caracteriza-se por uma abordagem interdisciplinar, cruzando desenho, imagem em movimento, fotografia, instalação e, sobretudo, performance. Tem apresentado exposições individuais e coletivas em contextos nacionais e internacionais, destacando-se instituições como o Museum of Contemporary Art of Chicago, MoMA PS1, Queens Museum, The Kitchen e Anthology Film Archives em Nova Iorque; a Bienal de Istambul e a Bienal de Tessalónica; o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, em São Paulo; bem como o Museu de Serralves, a Galeria Graça Brandão, a Galeria Nuno Centeno e a Plataforma Revolver, entre outros.
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sexta-feira, janeiro 30, 2026
Comunicado: Biblioteca da Nazaré
Na sequência da Depressão Kristin, que provocou o corte das comunicações em diversas zonas da vila da Nazaré, e considerando o comunicado do Município da Nazaré a declarar o estado de calamidade, a Biblioteca da Nazaré vem por este meio informar que a sede da colectividade está a disponibilizar acesso gratuito à internet à população.
Esta iniciativa tem como objetivo apoiar os cidadãos afetados, garantindo o acesso a meios de comunicação, a serviços essenciais, a plataformas institucionais e a informação relevante, num contexto de disrupção das redes habituais.
O acesso gratuito à internet encontra-se disponível no horário normal de funcionamento da Biblioteca da Nazaré, das 14h00 às 18h00.
A Biblioteca da Nazaré coloca-se inteiramente à disposição para colaborar com as entidades locais e regionais na divulgação desta informação e em outras ações de apoio à comunidade que se revelem necessárias.
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GIRLS ON WIRE | Nos cinemas a 5 de fevereiro
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REALIZADOR Vivian Qu
PAÍS China
DURAÇÃO 125’
ARGUMENTO Vivian Qu
ELENCO Haocun Liu, Wen-Qi, Youhao Zhang
GÉNERO Drama
LÍNGUA Mandarim
ESTREIA 5 fevereiro
SINOPSE Depois de escapar à máfia local, Tian Tian procura ajuda da prima Fang Di, uma dupla num grande estúdio cinematográfico, que a recebe com desprezo. Mas à medida que o passado conturbado de ambas ressurge, juntas reacendem um laço de irmandade no meio do perigo iminente.
Festival de Cinema de Berlim, Competição
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