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Com Úrsula Corberó (“A Casa de Papel”) e um estilo que lembra Wes Anderson e David Lynch, este thriller surrealista sobre um jóquei em declínio é uma espécie de sonho inesquecível.
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Protagonizado por uma dupla tão sexy quanto divertida, Úrsula Corberó (“A Casa de Papel”) e Nahuel Pérez Biscayart, este filme encontra-se entre o thriller neo-noir, a comédia surrealista e o inclassificável.
Com referências aos universos de cineastas como Wes Anderson, David Lynch e Godard, esta história de mafiosos e jóqueis dá a sensação de um sonho difícil de esquecer.
Remo, uma antiga estrela de corridas de cavalos, luta contra os seus vícios autodestrutivos, enquanto a sua parceira Abril, também ela uma jóquei (mas em ascensão), debate-se com a decisão de continuar com a sua gravidez. Ambos montam para Sirena, um mafioso que salvou a vida de Remo no passado, e que está a apostar em grande na vitória dele nas próximas corridas. Mas quando um acidente infeliz coloca em causa a vida de um valioso cavalo, Sirena manda os seus empregados atrás de Remo, obrigando-o a desaparecer nas ruelas decadentes de Buenos Aires.
Realizado por Luis Ortega, com argumento seu em colaboração com Rodolfo Palacios e Fabián Casas, combina vários géneros criando um registo estético arrojado e imprevisível. A cinematografia de Timo Salminen imprime uma atmosfera onírica e perturbadora, que intensifica a procura do protagonista por uma nova identidade.
Segundo o realizador: o conflito entre o mundo interior e o exterior é o campo de batalha onde o filme acontece. Liberdade, morte de personagens anteriores, renascimento, a instabilidade identitária e existencial são o cerne do mais recente filme de Luis Ortega.
O filme estreou no circuito dos festivais internacionais, incluindo a selecção oficial da 81.ª edição do Venice International Film Festival, onde esteve em competição.
Matar o Jóquei estreia, em exclusivo na Filmin, a 18 de dezembro.
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