terça-feira, maio 06, 2025

"UMA LUA” É A PRIMEIRA MÚSICA EM PORTUGUÊS DE LEONOR BALDAQUE

 Leonor Baldaque é uma artista nascida em Portugal, que começou a sua carreira muito nova, no cinema, como actriz de Manoel de Oliveira. É também autora de romances escritos em língua francesa, e publicada por prestigiadas editoras francesas. Ao mesmo tempo, desenvolve em Portugal a sua carreira de cantautora, com canções e poemas até agora em Inglês, de sua autoria.


 


O seu primeiro disco A Few Dates of Love foi apresentado em Fevereiro de 2024, na Casa da Música. O seu primeiro romance traduzido para português foi publicado em 2024 pela Quetzal, Piero Solidão.


 


"Uma Lua" é a primeira incursão de Leonor Baldaque pela canção cantada em português. Surge com um tema que é etéreo, ao mesmo tempo que as palavras o ancoram numa realidade poética, mas palpável. Pela primeira vez também, Leonor Baldaque escolheu produzir uma canção, colaborando com Cláudio do Lago Tavares (entre outros, baterista dos Glockenwise) no processo criativo de criação de um background sonoro para "Uma Lua", o que leva a canção ainda mais além. Leonor Baldaque continua com “Uma Lua” a exploração da sua sonoridade decididamente Alt-Pop / Dream Pop.


 


"Uma Lua surgiu do nada, ou deste tudo, numa tarde quente, em Portugal, quando estava prestes a partir de novo.

São as canções que decidem por mim, quando elas me vêm buscar, em que língua vão falar. Uma Lua é como uma amarra a Portugal que diz: eu também te sei aqui.

Fala dessa lua de Agosto, essa lua que se insinua até mim nas noites longas de Verão, essa lua que é como um espelho e uma testemunha. Os Verões portugueses são, desde há uns anos para cá, um universo que me parece quase um infinito de possibilidades."

Leonor Baldaque


 


Dia 24 de Maio, Leonor actua no "Junta-te ao Jazz", no Palácio Baldaya em Lisboa, onde terá o gosto de cantar canções do seu primeiro álbum, bem como algumas canções em português, pela segunda vez apenas.

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15 MaIo - Exposição: Retrospetiva da obra de Arlindo Fagundes na Biblioteca de Alcântara - José Dias Coelho


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segunda-feira, maio 05, 2025

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 The Rolling Stones / Richards & Ron

Suzanne Vega - "Luka"

 


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Apoio: Antena 1  

https://antena1.rtp.pt/


Final do Cascais Ópera consagra talento português

Final do Cascais Ópera consagra talento português





 

A 2.ª edição do Cascais Ópera terminou ontem, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com o anúncio dos vencedores — num encerramento que marcou mais do que o fim de uma competição: uma afirmação clara da vitalidade da ópera e da excelência artística das novas gerações.

 

Oito finalistas subiram ao palco para disputar os principais prémios. A portuguesa Ana Rita Coelho conquistou o Grand Prix Égide, no valor de 10 mil euros, que garante à vencedora um contrato com o Teatro Nacional de São Carlos. O Primeiro Prémio “Teresa Berganza”, destinado à melhor voz feminina, foi atribuído à mezzo-soprano israelita Anna Tetruashvili, enquanto o barítono sérvio Viktor Aksentijević recebeu o Primeiro Prémio “Maurício Bensaude”, para melhor voz masculina.


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Final do Cascais Ópera consagra talento português

 
A 2.ª edição do Cascais Ópera terminou ontem, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com o anúncio dos vencedores — num encerramento que marcou mais do que o fim de uma competição: uma afirmação clara da vitalidade da ópera e da excelência artística das novas gerações.
 
Oito finalistas subiram ao palco para disputar os principais prémios. A portuguesa Ana Rita Coelho conquistou o Grand Prix Égide, no valor de 10 mil euros, que garante à vencedora um contrato com o Teatro Nacional de São Carlos. O Primeiro Prémio “Teresa Berganza”, destinado à melhor voz feminina, foi atribuído à mezzo-soprano israelita Anna Tetruashvili, enquanto o barítono sérvio Viktor Aksentijević recebeu o Primeiro Prémio “Maurício Bensaude”, para melhor voz masculina.
 
 

 

Ao longo de duas semanas, o Cascais Ópera reuniu 30 cantores de 18 países diferentes, escolhidos entre 340 candidaturas provenientes de 49 nacionalidades — números que reforçam o posicionamento internacional desta iniciativa. Entre provas, masterclasses, encontros com profissionais e momentos de partilha artística, Cascais voltou a afirmar-se como um lugar onde se desenha o futuro da ópera.
Nesta Final os finalistas atuaram acompanhados pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direção do maestro Antonio Pirolli. Em disputa estiveram mais de 40 mil euros em prémios e várias oportunidades profissionais com instituições nacionais e internacionais. Ana Rita Coelho (Mezzo-Soprano) recebeu também o Prémio do Público RTP. Manhan Qi, soprano chinesa  recebeu o Segundo Prémio e Defne Celik (Soprano) o Terceiro Prémio, bem como o Prémio de Melhor Cantora até 25 anos. O Prémio Talento de Palco foi atribuído a Oksana Pynchuk (Soprano).

Vários cantores foram também distinguidos com contratos com instituições culturais de prestígio: Madelena Oliveira Martins, Ester Ferraro, Milan Perišić e Jean Miannay com o Festival de Música de Mafra; Laura Brasó com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras; JaeWoung Lee com o Festival Internacional de Piano do Algarve; Ju Hyeok Lee com o Festival Internacional de Marvão; Sehyung Kyung com a Ópera Estatal de Istambul; e Sunu Sun com o Festival Amazonas de Ópera. 

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Mais do que uma competição, o Cascais Ópera é um espaço de encontro entre jovens intérpretes, instituições culturais e novos públicos. É também uma plataforma para o desenvolvimento de carreira, a formação artística e a partilha internacional de experiências no domínio do canto lírico.

Em 2026, o Cascais Ópera regressa com uma nova edição, marcada por um compromisso renovado com a excelência artística e com a consolidação da sua dimensão internacional.As novas datas serão anunciadas em breve.

Conheça a lista de vencedores aqui:

Vencedores 

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Cascais Ópera – Onde nasce o futuro da ópera



O Concurso é co-organizado entre a Associação CIVOC, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luis I. Tem o apoio da Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI, Égide - Associação Portuguesa das Artes, Fundação Millennium bcp, Turismo de Cascais, Fundação Calouste Gulbenkian, Câmara Municipal de Lisboa, SRS Legal, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Leitão & Irmão Joalheiros, Hotéis Pestana, Hyundai. Conta com a RTP como parceiro Media e o parceiro institucional deste concurso é o Teatro Nacional de São Carlos. 

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https://www.instagram.com/cascaisopera

Evento - O Clarão - acontece entre 12 e 14 de setembro na Quinta da Ribafria, em Sintra.




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O Clarão regressa a Sintra de 12 a 14 de setembro e lança open call para artistas

O Clarão regressa de 12 a 14 de setembro à Quinta da Ribafria, em Sintra, com concertos, exposições, cinema, instalações, feiras, oficinas e debates, de entrada gratuita.

O Clarão é um festival multidisciplinar, organizado pela Claraboia - Associação Cultural, que junta, na Quinta da Ribafria, mais de 200 artistas, membros de associações e feirantes. Na sua segunda edição, o Clarão mantém o compromisso de dar palco ao talento emergente, ao associativismo e à comunidade. Três dias que prometem ser como uma explosão de energia, resultante da faísca que se dá no encontro entre corpos e mentes criativas - mote que enforma esta edição do festival.

A programação artística será mais uma vez construída em regime misto - entre concurso público e convite - continuando o trabalho de escuta e envolvimento da comunidade local e reforçando o espírito colaborativo que caracteriza o festival. Está, neste momento, a decorrer uma open call para projetos artísticos que queiram integrar o Clarão.

As candidaturas estão abertas até 6 de junho e são direcionadas a artistas, coletivos e associações que queiram integrar as várias atividades da programação: concertos, exposições, feiras, oficinas. Esta open call inclui ainda a residência artística MUSCARIUM x Clarão, uma oportunidade para artistas com deficiência e Surdos. Os regulamentos e formulários de inscrição estão disponíveis em: claraboiasintra.pt/clarao

Espera-se um momento único de celebração conjunta, sustentável e inclusiva dando palco ao melhor da Linha de Sintra, mas também a artistas de todo o país. As primeiras confirmações serão divulgadas em julho. 

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sábado, maio 03, 2025

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 Single / Vídeo "Coffee and guitar" - Vasco Moreira 

sexta-feira, maio 02, 2025

Cinema Português: Ator Nuno Lopes - Biografia

 Em 2006, é galardoado com o Globo de Ouro de melhor ator de cinema com o filme Alice, o prémio de melhor ator no Festival de Cinema Luso-Brasileiro e o prémio de Shooting Star no Festival de Cinema de Berlim.[7][12]

Em 2009, ganha de novo o Globo de Ouro de melhor ator de cinema com o filme Goodnight Irene, feito que repete em 2013 com o filme Linhas de Wellington, e em 2017 com Posto Avançado do Progresso.[7]

Em 2017, ganha ainda o prémio Autores de melhor ator com o filme Posto Avançado do Progresso, e é distinguido com o prémio Angela para melhor actor europeu no Festival de Cinema Europeu Subtitle que decorreu na Irlanda.[13]

Já com o filme São Jorge, de Marco Martins, após ganhar em 2016 o prémio Orizzonti de melhor ator no Festival de Veneza, ganha em 2018 o Sophia de melhor ator principal, o Globo de Ouro de melhor ator de cinema e o prémio Autores de melhor ator.[14][15][7]

Em 2023, vence o prémio Sophia de Melhor Ator Secundário no filme Restos do Vento, de Tiago Guedes.

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Ler mais:

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nuno_Lopes 

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Bonnie Raitt & Jimmie Vaughan @Jools Holland - BBC


 

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 Bonnie Raitt

David Lynch na Filmin: Três obras essenciais do mestre do surrealismo chegam à plataforma

A Filmin apresenta esta quinta-feira, dia 1 de maio, três filmes incontornáveis de David Lynch, figura maior do cinema contemporâneo, falecido recentemente aos 79 anos (1946–2025).


Os subscritores da plataforma poderão ver Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992), Estrada Perdida (1997) e Eraserhead: No Céu Tudo é Perfeito (1977) — três obras que, apesar de distintas em forma e tom, partilham a assinatura inconfundível de Lynch: a exploração do subconsciente, a desconstrução da narrativa clássica e uma atmosfera densa, feita de mistério, inquietação e a sua estranha beleza.


Eraserhead: No Céu Tudo é Perfeito (1977) é a primeira longa-metragem de David Lynch, filmada ao longo de vários anos com meios limitados. Uma obra marcante do cinema experimental e uma referência absoluta no panorama do cinema independente. O filme acompanha Henry Spencer, um homem solitário e inquieto, confrontado com a paternidade e a alienação num mundo industrial e grotesco. A fotografia a preto e branco, os efeitos sonoros industriais e a linguagem visual profundamente simbólica tornam este filme uma experiência desconcertante e inesquecível considerado como o primeiro vislumbre do universo único de Lynch.


Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992) é a prequela da aclamada série televisiva Twin Peaks. O filme mergulha nos últimos sete dias da vida de Laura Palmer, a jovem aparentemente perfeita cuja morte abalou a pequena cidade de Twin Peaks e deu início a uma das histórias mais enigmáticas da televisão. Tão sombrio e perturbador como a série, o filme oferece um retrato cru e emocionalmente devastador de uma jovem em queda livre, cercada por segredos, abuso e forças invisíveis. É uma peça fundamental para os fãs do universo Twin Peaks e um dos trabalhos mais ousados de Lynch.


Estrada Perdida (1997) é um thriller psicológico neo-noir que marca uma viragem decisiva na obra de Lynch, explorando temas como a identidade, o tempo e a perceção da realidade através de uma estrutura narrativa fragmentada e hipnótica. Com interpretações intensas de Bill Pullman e Patricia Arquette, o filme começa como um drama conjugal marcado pelo ciúme, mas rapidamente se transforma numa viagem alucinante por vidas paralelas e universos sobrepostos. Estrada Perdida é uma experiência cinematográfica radical e uma antecâmara para o posterior Mulholland Drive.



Com estas estreias, a Filmin reforça a filmografia do realizador presente na plataforma. Para além destes três novos filmes, a plataforma já conta no seu catálogo com outras obras emblemáticas do realizador, como Inland Empire, Mulholland Drive, Uma História Simples e O Homem Elefante. Uma oportunidade imperdível para revisitar — ou descobrir — a obra de um dos cineastas mais influentes, enigmáticos e inovadores do nosso tempo. 

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https://www.filmin.pt/

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Livro "Paredes Rock".

Esperemos que depois da primeira edição já esgotada, haja a reedição deste livro da autoria e investigação do Sociólogo José Carlos Carvalheiras.

Neste livro constam bandas como:

General Inverno

Glaucoma 

Sally Lune 

Clinger 

Abstinência 

Frangos da Estrumeira 

Gritali & Os Tratantes 

Blue House Band

... E muitos outros...

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As livrarias estão á espera da reedição.

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(No vídeo os General Inverno com o tema "Super Sousa")

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Apoio: Rádio RCP

https://www.radioclube-penafiel.pt/


Pedro Sáfara apresenta single "Quem Sabe" de disco de estreia Florilégio

Pedro Sáfara é um estudioso de todas as artes que pratica tendo, à cabeça, a literatura e a música.


 


Nascido no Brasil há 31 anos, chegou a Portugal ainda menor, e por cá ficou e iniciou a sua carreira artística.


Tendo criado e participado em diversos projetos artísticos na área do teatro, da literatura e, claro está, da música, Pedro Sáfara distribui o seu tempo entre o estudo, o ensino e a atividade musical.


 


Sendo um compositor em permanente atividade, selecionou 12 canções originais, das muitas que compôs, e que integram o seu primeiro disco – FLORILÉGIO – que será editado no segundo trimestre de 2025, dia 30 de maio, pela JUGULAR EDIÇÕES (editora de Inês Vaz, Vitorino ou Janita Salomé).


 


De estrutura assumidamente simples e com recurso apenas ao seu violão e ao piano de Sérgio Costa, Pedro Sáfara apresenta em FLORILÉGIO temas de uma biografia comuns a todos numa proposta musical de elevada qualidade de composição e poética de grande proximidade que nos é trazida pelo timbre suave com que Pedro Sáfara as interpreta.


 


Diogo Cabrita, autor e melómano, escreveu após a audição de FLORILÉGIO:


 


Pedro Sáfara surge com uma persona musical dissonante, que cria uma sensação de instabilidade originada em notas que, aparentemente, não se encaixam harmoniosamente, produzindo tensão. A ideia dos acordes mais usados no balanço harmónico da bossa nova transporta para a mão do tocador uma gestualidade complexa. É uma aranha no braço dos travessões.


 


Pedro Sáfara é um poeta que se encontra com um músico, coincidentemente com o mesmo nome. Juntos desenrolam um discurso íntimo, por linhas inesperadas procurando uma entidade para o amor, tentando descrever a poesia dos beijos que dois corpos escrevem entre os lençóis. É nesta temática que se procura o convívio com libertação, com uma liberdade que se pratica nas malhas e grades do encontro. Afinal, o amor merece ser vivido, apesar do que ele amarra. O amor dói e soçobra na complexidade da paixão.


 


Pedro Sáfara é uma descoberta única, com grande originalidade, que brota destas contradições discursivas, cozinhada nestes ingredientes compostos entre tons e letras que fogem da simplicidade, apesar do tema banal das relações. “Nós que nos amamos às metades”.


 


Letras sem infinitivos, letras sem a obrigação do nexo, uma partitura de onde emerge a diversidade sonora das 7as e 9as diminutas. Ouvir isto num carro, onde se conduz sozinho, é uma conversa poderosa sobre os encontros.”


 


“Quem sabe” é a composição que partilha como primeiro single de apresentação deste trabalho de inéditos e que propõe a reflexão sobre o nosso lugar em relação ao lugar do outro no mundo, como uma oração aos vulneráveis, aos abandonados e aos indefensáveis.


 


Pedro Sáfara é autor de Traumatologia dos Encontros, livro de poesia editado em 2024.


 


www.pedrosafara.com


www.jugular.pt


www.cantigasdarua.pt 

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Agência Blue House - Agenda

 06 MAI | COMBO DE JAZZ EACMC | Coimbra, Café Curto / Café Concerto CSF | 19H30

10 MAI | FILIPE FURTADO TRIO | Lisboa, BOTA | 21H30

13 MAI | YOSUNE / FAUSTO SILVA | Coimbra, Café Curto / Café Concerto CSF | 19H30

20 MAI | DAVI SANTIAGO | Coimbra, Café Curto / Café Concerto CSF | 19H30

27 MAI | IÚRI OLIVEIRA + DANIELA ANTUNES | Coimbra, Café Duplo / Café Concerto CSF | 19H30

28 MAI | IÚRI OLIVEIRA + DANIELA ANTUNES | Ourém, Café Duplo / Teatro Municipal | 21H30

29 MAI | IÚRI OLIVEIRA + DANIELA ANTUNES | Bragança, Café Duplo / Teatro Municipal | 21H00 


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https://www.instagram.com/bluehouse.pt/

DANÇAS OCULTAS LANÇAM “PEDRA DO SOL” SEGUNDO SINGLE RETIRADO DO NOVO ÁLBUM “INSPIRAR”

  PEDRA DO SOL é o título inspirado numa pedra preciosa conhecida pelo seu brilho cintilante, que lembra os raios do sol. Esta música reflete essa mesma luz, com um som que vai dos graves profundos do baixo até aos agudos brilhantes da melodia. Tal como a pedra que lhe dá nome, a música transmite energia, alegria e uma vibração positiva, tornando-se uma fonte de inspiração e bem-estar para quem a escuta.


 


Para o seu décimo álbum, “INSPIRAR”, o grupo assumiu abertamente o conceito de criar tempo, luz e respiração, com a intenção de moldar uma música crua, mas expressiva. Houve algo de muito orgânico neste processo – como se cada peça fosse burilada e esculpida até restar apenas o essencial.


 

DANÇAS OCULTAS estreiam agora também o vídeoclip do primeiro single, PULSAR, que pode ser visto aqui:


https://www.youtube.com/watch?v=RD5RCHnUV4c


 

Danças Ocultas estão entre os representantes mais inovadores e mais emocionantes da música contemporânea portuguesa. A presença rebelde, animada e, por vezes, excêntrica dos seus instrumentos (Acordeão Diatónico - Concertina) desenha uma música que passa de registos eternamente tranquilos e apaziguadores para sons mais bailantes ou embalantes acompanhados de um efeito visual sedutor com os seus foles que parecem nunca mais parar de abrir. Com uma estética marcada pela subtileza, pelo silêncio e pela busca da essência, os Danças Ocultas criam música instrumental que atravessa fronteiras — geográficas, estilísticas e emocionais.


 


 

DANÇAS OCULTAS estão em digressão, entre abril e julho, de acordo com a seguinte programação:


 


EUROPA TOUR 


30 ABR • Leuven [BE] • 30CC • 20h


27 ABR • Sint-Niklaas [BE] • Stadsschouwburg • 20h


26 ABR • Roeselare [BE] • De Spil • 20h30


25 ABR • Turnhout [BE] • De Warande • 20h15


24 ABR • Innsbrück [AT] • Treibhaus • 20h30


23 ABR • Rorschach [CH] • Kulturfabrik INDUSTRIE36 • 20h


 


ATLANTIC TOUR  


      JUL • Brasil

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Spotify

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Cartaz oficial do Festival Zigurfest 2025 em Lamego


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ZigurFest anuncia cartaz de 2025

Inclusão, representatividade, igualdade, respeito e solidariedade têm reflexo directo na programação deste ano. 

Começámos como tantas outras histórias, com uma ideia alimentada por ingenuidade e paixão em doses iguais. Uma espécie de sonho febril que parecia ser só nosso, mas que com o passar dos anos foi sendo abraçado e partilhado pelas pessoas, ruas e paisagens da região. Hoje, prestes a celebrar a 15ª edição, acreditamos que o ZigurFest pertence ao imaginário colectivo da cidade de Lamego.


Em 2025 como em 2011, impera neste festival a vontade de transformar Lamego em tantos palcos quantos sejam precisos para que a expressão artística possa ser verdadeiramente livre. Cultura sem espartilhos, seja onde for, custe o que custar.


Nunca escondemos a crença no poder transformador da arte, não fugimos à imaginação e abraçamos todas as visões com a mesma força. É por isso que valores como inclusão, representatividade, igualdade, respeito e solidariedade são matrizes essenciais do nosso pensamento e têm reflexo directo na programação que vai ocupar Lamego de 31 de Julho a 2 de Agosto.


Olhos postos então num alinhamento que se desdobra em múltiplas expressões. Começando pelos posters, merchandise e outros elementos gráficos ainda em desenvolvimento, todos eles criados a partir de peças assinadas pelos utentes da Associação Portas Prá Vida, os mesmos que vão estar em residência artística com Bernardo Álvares e a artista plástica Oro Íris. Desta residência - que em 2023 originou a Tribo Improviso e em 2024 nos deu o filme “Os Focados da Vida Leve” - irá sair ainda uma exposição que reúne os melhores trabalhos desenvolvidos neste período. 


Ainda no campo da criação artística, apresentamos uma colaboração inédita entre o lendário músico e produtor Jerry The Cat - residente em Portugal há quase duas décadas e com percurso feito em linguagens que vão do jazz ao funk, do blues à disco, do rock à electrónica - e a centenária Banda Marcial de Cambres. E no que às artes de palco diz respeito, damos carta branca à designer de luz lamecense Cárin Geada e à coreógrafa Cristina Planas Leitão para ocuparem o Teatro Ribeiro Conceição com uma peça onde a performance será também um acto de resistência, reflexão e afeto.


O arranque do festival faz-se em Cambres, freguesia onde nos estreamos com a pop sonhadora de Evaya (na foto - num concerto que será interpretado em Língua Gestual Portuguesa), o punk a sete vozes das Amijas (na foto) e a apresentação da residência de Jerry The Cat com a Banda Marcial de Cambres.


Regressamos também ao Bairro da Ponte para duas tardes de comunhão banhadas pelo rio (não se esqueçam do fato de banho) e pela música de Van Der, I’A’V (o novíssimo trio de Inês Malheiro, Violeta Azevedo e Arianna Casellas), Paulo Vicente 4tet (com Joana Guerra, Luís Vicente e Jerry the Cat) e Just Fish. Agitamos a Rua da Olaria com o hardcore dos Ideal Victim, a fusão dos Deambula e a electrónica de Spitbender. E terminamos na Alameda com o hip-hop aguçado de Rafeiro (também interpretado em Língua Gestual Portuguesa), as palavras de ordem da Banda de Call Center (na foto) e o afrofuturismo misterioso de Fidju Kitxora (na foto).


Mas há mais: durante os três dias do festival, o colectivo Furor Iminente irá desenvolver um workshop de criação musical inspirado nas ruas e espaços da cidade como locais de encontro, história e identidade. O workshop é destinado a qualquer pessoa que goste de música, não requer conhecimentos musicais prévios e terá inscrições abertas em www.zigurfest.com.


Também a ZIGUR.FM regressa à cidade para se afirmar com um espaço laboratorial e intergeracional de cariz efémero. A ZIGUR.FM estará aberta a todos aqueles que queiram conhecer a realidade por detrás do éter durante os dias do festival, mas também aceita submissões de programas vindas de todo o país. Inscrevam-se já em www.zigurfest.com.


Nas próximas semanas será anunciado o programa de Conversas Abertas do festival, assim como a distribuição de concertos e restantes actividades por dias e locais.


A entrada para o ZigurFest e acesso a todas as actividades do festival são totalmente gratuitas. O festival tem o apoio do Município de Lamego. 

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Apoio: Câmara Municipal de Lamego 

https://www.cm-lamego.pt/  



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Ator António Shivas sobre Lamego:

"Gosto muito da cidade de Lamego. Fui muitas vezes para Lamego no verão para acampamento gratuito com amigos meus:  o Rui, o Melinha e o Fernando."

António Shivas 

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Acampamento em Lamego:

https://campinglamego.wixsite.com/webpage/media

Vasco Moreira Gritali - Duplo single "Melancholic hours"

 


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Comprar aqui: 

https://vascogritali.bandcamp.com/album/melancholic-hours-singles 

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"Melancholic hours" e "Coffee and guitar" são as novas musicas de Vasco Moreira 

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https://linktr.ee/Vascogritali 

https://Vascogritali.bandcamp.com 

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Zagati 


Associação D'Orfeu - Festival Festim

 Momi Maiga (Senegal / Catalunha), Barbatuques (Brasil), Ana Carla Maza (Cuba), Constantinople (Irão / Canadá / Senegal), Calle Mambo (Chile) e BCUC (África do Sul) são os nomes que vamos poder ouvir, sob a luz da Lua, na 16ª edição do Festim, que decorre de 20 de junho a 10 de julho, em Águeda, Albergaria-a-Velha, Estarreja e Ílhavo.

O senegalês Momi Maiga, em formato quarteto, é o primeiro a subir aos palcos do 16º Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo: dia 20 de junho, no CAA - Centro de Artes de Águeda e, no dia seguinte, no Cineteatro Alba. O fim-de-semana seguinte é em dose dupla. Barbatuques (Brasil), uma referência na música corporal e vocal, já há muito esperados no Festim, chegam para dois concertos inesquecíveis: 27 de junho, na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré e, no dia 28, no Cine-Teatro de Estarreja. Ao mesmo tempo, de Cuba, a compositora, cantora e violoncelista Ana Carla Maza apresenta o seu álbum "Caribe" no Cine-Teatro de Estarreja (27 de junho). No dia 28 de junho, na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré, o projeto transcontinental Constantinople apresenta "Traversées", num encontro poético entre cordas e voz. A 3 de julho, na Quinta do Torreão (Albergaria-a-Velha), a festa faz-se ao som dos chilenos Calle Mambo. E, para terminar, no dia 11 de julho, os endiabrados BCUC (África do Sul), apresentam-se no Largo 1º de Maio, em Águeda.

Os bilhetes para os concertos em sala estão disponíveis em festim.pt.

O Festim é uma iniciativa da d'Orfeu AC com os quatro Municípios parceiros. Integra a rede europeia “Forum of Worldwide Music Festivals” e continua com o selo de qualidade "EFFE - Europe for Festivals, Festivals for Europe". É apoiado pela República Portuguesa – Cultura  / Direção-Geral das Artes.

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https://www.dorfeu.pt/

Filme - HITLER E GOEBBELS 📺 Nos cinemas a 15 de maio



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REALIZADOR Joachim A. Lang


PAÍS Alemanha, Eslováquia


DURAÇÃO 135’


ARGUMENTO Robert Stadlober, Fritz Karl, Franziska Weisz


GÉNERO Drama, Histórico


LÍNGUA Alemão


SINOPSE Hitler está no auge do seu poder. Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda, é a mente por detrás das imagens das multidões que acenam com bandeiras e dos filmes antissemitas que garantem o apoio popular para o Holocausto e para a guerra que está por vir. Quando a derrota se torna iminente, Goebbels concebe a sua última encenação. 

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Films4you

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A Mosca - Single "32 porcos"

 


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https://amosca.bandcamp.com/track/32-porcos 

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A Mosca lança primeiro single “32 Porcos”


A Mosca, projeto de jazz-rock-eletrónico experimental, lançou o seu primeiro single intitulado “32 Porcos”. O tema que explora ruídos, dissonâncias e paisagens sonoras escuras, é uma crítica crua e acutilante aos tempos que se vivem, marcados pela crise da habitação, capitalismo feroz e desesperança generalizada.


“32 Porcos” pode ser ouvida e adquirida na plataforma Bandcamp: https://amosca.bandcamp.com/


O projeto tem concerto marcado na Escola Normal Porto, no dia 6 de junho, onde “32 Porcos" e os seus restantes originais vão poder ser escutados ao vivo.


Criada em 2024, A Mosca é uma banda portuense formada por Diogo Lopes, na bateria, Maria Ana Guimarães, nos teclados, Sara Sousa, na voz e teclado, e Tiago Nóia, na voz e guitarra. Atuou já no Milheirós Fest 2024, no Barracuda Bar de Roque, nas eliminatórias do Indie Music Fest, no RCA Porto, na Blackbox do CAAA Guimarães, entre outros espaços. 

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https://www.instagram.com/amoscamosca/

quinta-feira, maio 01, 2025

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 John Lee Hooker

Apoio desta semana: Tascas comer e beber bem

Mais uma vez este blog conta com o apoio das Tascas "Comer e beber bem".

Há também novidades desta empresa:

"A partir de zzegunda-Feira todas azz nozzass tazzcazz vão pazzar a ter quartozzz rrezzervadozzz.

O cliente pode ezzcolher a funczzionária de mezza que lhe apetezzer dezzde que fazza o conzzumo mínimo de €500 eurozz.

Zzem prezzervativo zzzão maizzz €10 eurozz.

Zzer a catchopa não ezzzztiver "naquela" o cliente não pode reclamar, zze não...bem...

Ele leva um jzzulo de porrada.

Também não adianta o cliente entrar zze não for para gazztar menozz de €200 eurozz.

Porque zze tal acontezzer azz empregadazz de mezza vão rreparar nas ezzpinhas e nozz pontozz negrozz do cliente."