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domingo, janeiro 12, 2025
sábado, janeiro 11, 2025
BMP
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Intervalo da Oficina Z (BMP).
Com o Ator Joseph a abrir o Snooker.
Joseph VS Vasco Moreira
(A partida não acabou. Foi só para fazer 2 "shorts" para o YouTube e beber um copo)
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FLOW - À DERIVA vence Globo de Ouro de Melhor Filme de Animação
GLOBO DE OURO
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
Vencedor
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Shortlist
MELHOR FILME INTERNACIONAL
ÓSCARES
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“Uma aventura épica,
profundamente comovente.”
The New York Times
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“FLOW é uma experiência entusiasmante,
mas também uma história profundamente tocante (…)”
The Hollywood Reporter
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“FLOW representa a união solidária de uma equipa (…)
É um filme sobre uma cautelosa criatura
que aprende a confiar nos outros.”
Variety
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Do realizador de “Away”, Gints Zilbalodis, o filme traz uma reflexão silenciosa protagonizada por animais ternurentos e revela que a sobrevivência num mundo em mudança depende da união e da colaboração, mesmo entre os mais improváveis aliados.
Estreado na prestigiada secção Un Certain Regard do Festival de Cannes, "Flow – À Deriva" conquistou tanto o público como o júri no Annecy International Animation Film Festival, o maior festival de animação do mundo.
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Estreia Mundial do bailado STORM em Teatro das Figuras em Faro - 10 janeiro
O bailado “Storm” escrito pelo maestro e compositor Armando Mota e com coreografia de Daniel Cardoso, diretor artístico do Quorum Ballet, que irá interpretar esta obra em estreia absoluta, no Teatro das Figuras em Faro e no Auditório Municipal de Olhão, nos dias 10 e 11 de janeiro, respectivamente, às 21h30.
No Algarve, existem duas ilhas barreira, Culatra e Armona, que fazem parte do grupo de ilhas da Ria Formosa. Estas ilhas assim como uma parte da costa Algarvia estará em risco caso o nível da água do mar suba 1metro a 1metro e meio segundo previsão dos cientistas. Caso isso aconteça a sobrevivência dos habitantes destas ilhas está em risco. Esta é uma história um pouco fantasiada com muito de verdade e com um final que esperamos nunca se concretize.
Sendo uma obra de ficção inspirada nos clássicos como Romeu e Julieta e West Side Story, tem um forte cunho Algarvio. Embora seja uma obra de musica erudita, aborda temas como o “Baile Mandado” uma forma de dança única no mundo. Tal como Strawinsky utilizou contos tradicionais Russos, e Bela Bartok, se inspirou no foclore Ungaro, Armando Mota foi buscar temas do Algarve para escrever a sua obra dedicada às ilhas da Culatra e Armona.
"O propósito desta obra serve para alertar as pessoas em Portugal, mas também em todo o mundo do que se está a passar, e a possível evolução catastrófica para a região derivado às alterações climáticas. Sendo a musica e a dança uma linguagem universal, pensámos que desta forma conseguimos chegar a um publico global, sem necessidade de traduções ou esclarecimentos, conseguindo sensibilizar as pessoas para esta realidade." remata o compositor.
A obra é uma afirmação cultural do Algarve, e um alerta para as alterações climáticas.
Sobre
Armando Mota
Como compositor tem várias obras sinfónicas, entre elas a “Suite das Descobertas”, o concerto para clarinete e orquestra de cordas, dois concertos para piano , um para violino, um para acordeão e orquestra e um para piano a 4 mãos. Foi professor em Viena e mais tarde na Academia de Música de Lagos e no Conservatório Regional do Algarve.
Radicou-se há 20 anos na região algarvia, onde foi professor e fundador de um conservatório, tendo recentemente fundado a Orquestra Sinfónica do Algarve.
Daniel Cardoso e o Quorum Ballet
Daniel Cardoso - formou-se na Escola de Dança do Conservatório Nacional, foi foi bolseiro na Martha Graham School of Contemporary Dance e na Joffrey Ballet School na cidade de Nova Iorque. No Verão de 2005, formou o Quorum Ballet e a Quorum Academy das quais é Director Artístico.
A sua experiência como coreógrafo inclui mais de 35 trabalhos para o Quorum Ballet, peças para o Ballet Nacional da Opera da Albânia (Albânia), Peter Schaufuss Ballet School (Dinamarca), Vaganova Academy (Rússia), CeDeCe Companhia de Dança, Companhia de Dança de Almada, Conservatório Nacional, Conservatório da Madeira, entre outros. O seu trabalho tem sido altamente reconhecido a nível nacional e internacional pela critica.
Outras datas
12 janeiro - Auditório de Albufeira
25 e 26 de janeiro - Cineteatro D. João V
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Lobo e Cão de Cláudia Varejão: uma ode encantada à comunidade queer
O aclamado filme Lobo e Cão, da realizadora Claudia Varejão, estreia hoje na Filmin, oferecendo uma narrativa sensível e profunda que explora as complexas relações humanas e uma ode encantada à comunidade queer da ilha de São Miguel, onde o brilho crepuscular atravessa o imenso Oceano Atlântico.
Ana nasceu em São Miguel, uma ilha no meio do Oceano Atlântico marcada pela religão e tradições. É a filha do meio de três irmãos. Vivem com a mãe e com a avó. Ana percebeu cedo que as raparigas têm tarefas distintas das dos rapazes. Através da sua amizade com Luís, o seu melhor amigo que gosta tanto de vestidos como de calças, Ana questiona o mundo que lhe foi prometido. Quando a sua amiga Cloé chega do Canadá, trazendo consigo os dias brilhantes da juventude, Ana embarca numa viagem que a levará a atravessar a linha do seu horizonte. Repleta de desejo e liberdade, a luz de Lobo e Cão revelará a Ana o mar certo para navegar.
Com uma abordagem única, o filme leva o público a acompanhar a jornada de duas personagens que, ao longo do filme, desvendam as emoções e os vínculos que as unem. A história questiona o que significa coexistir e compreender as necessidades e os sentimentos dos outros, desafiando as barreiras do entendimento e da convivência.
Claudia Varejão, conhecida pelo seu olhar sensível e profundo, traz neste filme uma obra que não só destaca a sua mestria como realizadora, mas também lança uma reflexão sobre a nossa relação com o mundo natural e com os seres que nele habitam. O filme combina uma estética visual deslumbrante com uma reflexão emocional sobre o respeito e a empatia, num retrato intimista e arrebatador.
O elenco é composto por não atores-profissionais com interpretações marcantes que, juntamente com a envolvente banda sonora, criam uma experiência cinematográfica imersiva e emocionante.
A estreia de Lobo e Cão na plataforma Filmin oferece aos seus subscritores a oportunidade de descobrir uma obra de grande qualidade e relevância, que aborda temas universais de amizade, com um olhar atento e apaixonado.
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sexta-feira, janeiro 10, 2025
BMP
Depois de O QUE FOR vem PRIMEIRO AMOR, a segunda parte do regresso dos Quase Nicolau
Os cinco amigos que fazem música sob o nome de Quase Nicolau – Francisco, Gonçalo, Melo, Nuno e Zé – foram-se juntando na passagem do liceu para a universidade, vindos de recantos tão distintos como a formação clássica ou em jazz e o folk, rock e blues aprendidos por casa. Uniu-os, como ainda hoje os une, a vontade de compor e cantar canções em português.
Após um ano e meio de ensaios e primeiros concertos, a banda estreou-se com Alvorada (2021) que os levou ao palco do Festival Emergente em 2021 e a chegada do tema “Pouco, Tanto” levou-os ao pódio dos FNAC Novos Talentos 2022. Depois de passagens por palcos como a Casa do Capitão, o Centro Cultural da Malaposta e a BOTA Anjos, o ciclo da Alvorada terminou em grande, com concertos no Festival FNAC Live 2023 e no Festival Paredes de Coura 2023.
Estava então em curso o trabalho no primeiro álbum de longa duração da banda. As onze novas canções, desde o princípio pensadas como partes de um todo, foram compostas de 2019 a 2022 e em parte testadas durante os concertos da Alvorada. Para lhes dar uma de igual modo nova e justa voz, porém, a banda sentia precisar de outros ouvidos. Foi assim que se juntou ao projecto, na qualidade de produtor, João Correia (Tape Junk, Lena d’Água, Jorge Palma, Bruno Pernadas), sob cuja orientação as canções foram pré-produzidas na Primavera de 2023 e produzidas do Verão de 2023 à Primavera de 2024.
Ao longo de mais de um ano de vida, do princípio ao fim de todas as estações, procurou-se o som próprio de cada canção, sem plano nem planta para os arranjos, pretendendo aprofundar a palavra cantada e fazer do disco um pequeno mundo. Aos arranjos corais e à mistura de instrumentos acústicos e eléctricos da Alvorada juntou-se, pouco a pouco, uma componente electrónica até então inédita na discografia da banda. Entre os samples e manipulações não deixa também de haver lugar para uma crescente variedade de instrumentos, do metalofone e melódica a diversos teclados, sintetizadores, percussões e ruídos naturais quotidianos, não esquecendo participações dos músicos convidados Vasco Robert no piano e João Capinha no saxofone tenor, saxofone alto e flauta transversal. Sobre os instrumentos estão as cinco vozes dos Quase Nicolau, todos os tons do baixo ao tenor, servindo as canções mais urgentes e directas, mais dançantes, mas também mais íntimas e poéticas que a banda até agora apresentou.
Com PRIMEIRO AMOR, os Quase Nicolau inauguram 2025. Terceira faixa do disco e primeira de três baladas que o integram, é um momento de despedida triste mas terna, em que ressoam, talvez acima de tudo, duas palavras perto do fim, “nunca rancor”, fundadas sobre o sentimento e a certeza de que, quando o amor é profundo e verdadeiro, de algum modo perdura, não podendo resultar no seu próprio contrário. Em PRIMEIRO AMOR evidenciam-se também algumas das experiências musicais feitas pelos Quase Nicolau no seu novo disco, das afinações invulgares aos compassos diferentes ou incertos, do uso do metalofone simples e modificado à voz humana transformada em sample rítmico e melódico. A tudo presidiu o desejo de não sobrecarregar a canção, de ter coragem de cantar desadornado, de ser tão vulnerável quanto possível. Se O QUE FOR trouxera os coros, PRIMEIRO AMOR traz a voz só, registo ao qual os Quase Nicolau regressarão.
O single, a que se seguirão outros dois até ao lançamento do disco na Primavera, surge acompanhado de um teledisco de dança coreografada e interpretada por Catarina Gonçalves e Lucas Ribeiro, bailarinos da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, e fotografado pelo director de fotografia Martim Varela (Prisma), o qual já havia colaborado com a banda em O QUE FOR.
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quinta-feira, janeiro 09, 2025
Farra Fanfarra - Album "É preciso ter lata..."
Em 2025, ano em que o coletivo celebra 19 anos, Farra Fanfarra lança o novo disco “É Preciso Lata…”. A sonoridade deste primeiro álbum de originais da banda é marcada por uma forte componente eletrónica, acompanhada pela criação de um novo espetáculo, que irá catapultar o público dos Farra Fanfarra para um novo universo, tanto nas pistas de dança como nos festivais.
Este álbum digital mantém a linha de pesquisa e de fusão de linguagens musicais e artísticas diversificadas que definem a essência dos Farra Fanfarra. O humor e a música dos instrumentos de sopro está sempre presente, alicerçada na maturidade artística de 19 anos marcados por apresentações públicas de grande animação e interação com o público.
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(No video os Farra Fanfarra ao vivo em 2024)
João Couto - Single "Foragido"
No dia 9 de Janeiro, João Couto apresenta Foragido, o novo avanço do seu próximo álbum Efeito Submarino, com lançamento marcado para 7 de fevereiro.
Descrito como uma celebração de euforia e emancipação, Foragido é, nas palavras do próprio, “a representação máxima do que este álbum significa na minha vida”. Trata-se de uma canção cheia de energia e diversão, repleta de camadas e detalhes que convidam à descoberta a cada nova audição.
O álbum Efeito Submarino, gravado maioritariamente em casa no verão de 2024, é apontado por João como o trabalho mais pessoal e ambicioso da sua carreira. Este novo projeto promete consolidar o lugar do cantor, compositor e produtor como uma das vozes mais relevantes da pop portuguesa contemporânea.
Foragido já está disponível em todas as plataformas digitais.
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terça-feira, janeiro 07, 2025
domingo, janeiro 05, 2025
sábado, janeiro 04, 2025
"Défilement" e "Éramos Livres" são os filmes vencedores do festival Revoluções Curtas
Défilement, de Francisca Miranda, venceu o Prémio do Júri da primeira edição do festival Revoluções Curtas, com a distinção monetária no valor de 1000 euros.
Entre os vinte títulos em competição, a escolha ficou a cargo do júri composto pelo produtor e realizador Justin Amorim, pelo João R. Pais, programador do Festival Caminhos do Cinema Português e pela realizadora Filipa Amaro justificando a sua escolha por ser um filme com uma abordagem original, com um texto e música que nos facilitam no penetrar das diversas camadas do conceito de memória. Esta é uma belíssima ode aos ancestrais e uma esperança enquanto futuro familiar, aqui personificado pela própria irmã. Pela sua qualidade inegável, e forte destaque, o júri decidiu atribuir a este filme o prémio de "Melhor Filme".
A Menção Honrosa do galardão que cumpre uma das maiores missões do projecto - o impulso à produção de cinema em Portugal - foi para Vanette, de Maria Beatriz Castelo. Em "Vanette" somos surpreendidos com uma vida conturbada de duas órfãs, cuja solidão familiar é harmonizada por uma relação amorosa forte que a substitui. A carrinha apresenta-se como símbolo desse caminho difícil que é o crescer e sobreviver, sendo ainda o espaço de partilha e segurança. O final leva-nos a questionar sobre aquilo que consideramos sobre segurança, salvaguarda e, enfim, estabilidade existencial e emocional. Por todas estas razões, o júri decidiu atribuir a "Vanette" uma menção honrosa.
O filme vencedor do Prémio do Público que premeia a curta-metragem com a melhor pontuação dos utilizadores da Filmin, no valor de 750€ foi para Éramos Livres, de Stella Corrá, Antero Rito, Patrícia Sousa e Madalena Costa.
A curta-metragem Défilement, de Francisca Miranda foi a segunda mais votada pelo público.
Todos os vencedores e menções honrosas terão ainda a oportunidade de fazer parte do programa da próxima edição do festival Atlàntida Mallorca Film Fest, festival híbrido de cinema que se realiza em Maiorca, em Espanha.
Na primeira edição do Revoluções Curtas, a competição de curtas apresenta 20 propostas bastante diversificadas, tanto em tema como em estilo, entre documentário, experimental e ficção. O evento encorajou jovens com menos de 25 anos a submeterem as suas curtas-metragens e as 20 curtas seleccionadas vão agora a competição pelo Prémio do Júri e do Público. As curtas estavam disponíveis para visualização na plataforma durante o mês de dezembro e para votação para o prémio do público.
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sexta-feira, janeiro 03, 2025
Filme - ROBOT DREAMS - AMIGOS IMPROVÁVEIS 🤖 de Pablo Berger
REALIZADOR Pablo Berger
PAÍS Espanha, França
DURAÇÃO 103’
ARGUMENTO Pablo Berger, Sara Varon
GÉNERO Animação, Família
SINOPSE Numa atmosfera nostálgica dos anos 80 em Nova Iorque, “Robot Dreams – Amigos Improváveis” narra a história emocionante da amizade entre Cão e Robot. Cansado da sua solidão, Cão constrói um robot para lhe fazer companhia. Juntos, exploram a cidade que nunca dorme, até que uma reviravolta os separa… Com uma mistura de emoção e esperança, o filme questiona: será que o destino os reunirá novamente?
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quinta-feira, janeiro 02, 2025
Jafumega - "No cego"
"Nó cego" da década de 80 dos Jafumega, dos irmãos Barreiros (Escola de Jazz do Porto), ainda hoje um sucesso de rádio.




