sexta-feira, novembro 15, 2024

"A Single Mother / A Single Woman / An Only Child" - Single dos bbb hairdryer


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Já está disponível Pulsing Meat, segundo single do novo álbum de bbb hairdryer - A Single Mother / A Single Woman / An Only Child. O novo disco da banda de Elisabete Guerra, Francisco Couto (SAD / HIFA), chica e Miguel Gomes (Chinaskee), é lançado a 29 de novembro, pela Revolve, dois anos depois do álbum de estreia, Kingdom Hearts II Final Mix: pretty generic radio pop with a few fucks and edgelord lyrics (2022). O novo single segue-se a P.O.V. I’m Lying To You - "I Don't Wanna Be Phoebe Bridgers Anymore", primeiro avanço deste novo álbum e já está disponível no Bandcamp.


A viagem ao universo queercore, punk e subversivo de A Single Mother / A Single Woman / An Only Child retoma curso com Pulsing Meat. O concerto de apresentação acontece no dia 12 de dezembro, no B.leza Clube, em Lisboa. Os bilhetes já estão à venda.  


Agora em quarteto, bbb hairdryer conta com Elisabete Guerra na guitarra e voz, Francisco Couto (SAD / HIFA) no baixo, chica na guitarra e Miguel Gomes (Chinaskee) na bateria. Para a gravação do álbum que dão a conhecer no fim do mês de novembro contaram com a cúmplice colaboração de Filipe Sambado na mistura.

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Sobre bbb hairdryer

"Virados dois anos desde a edição de Kingdom Hearts II Final Mix: pretty generic radio pop with a few fucks and edgelord lyrics e com uma formação solidificada pela presença de chica na guitarra, Francisco Couto (SAD / HIFA) no baixo e Miguel Gomes (Chinaskee / GATOSOL) na bateria que alavancou uma série de concertos de catarse e estrépito, a banda conjurada por Elisabete Guerra estreia-se na Revolve com a edição de A Single Mother / A Single Woman / An Only Child. Reflexo aural desse mesmo ofício continuado, marcado por aparições incendiárias encharcadas em ruído = exorcismo invertido, faz confluir todo esse escarcéu libertador no âmago das canções. Uma dezena delas, numa invocação de fantasmas, angústias e escárnios em linha física e espiritual com o queercore mais abrasivo de editoras pioneiras como Outpunk ou Candy Ass e de corpo presente ainda hoje em bandas como Mannequin Pussy, Ekko Astral ou Guttersnipe. Identidades que (se) reclamam, mutam e resgatam o seu próprio espaço-tempo para existir nos berros e melodias dilaceradas de Elisabete." (Bruno Silva)

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NANCY VIERA | SINGLE "FADO CRIOLO" A SOLO & VIDEOCLIPE

 Nancy Vieira traz-nos uma nova versão de Fado Criolo, desta vez a solo, assumindo que as Gentes que transporta neste álbum GENTE, também se mesclam com o Fado, onde não falta a Saudade e o trinar da guitarra. 


Numa reinterpretação do tema, gravado inicialmente em colaboração com António Zambujo, Nancy revela agora a solo todo o sentimento e carga simbólica, na sua voz límpida e directa, oferecendo-nos uma releitura do que é o Fado, visto do Tejo, com laivos criolos.

 

O tema do seu disco GENTE, lançado mundialmente a 15 de Março deste ano, ganha assim nova versão e um videoclipe.

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Oito meses, exactos, depois do lançamento do álbum GENTENancy Vieira, celebra assim este trabalho, em palco, no Misty Fest, com concerto neste mesmo dia, no B.Leza. Na bagagem para este concerto traz-nos o alinhamento do disco já rodado por muita estrada, como é disso exemplo a intensa e completa tour na Polónia, no passado mês de Outubro, e acaba de encher a Casa da Música, na sua estreia em nome próprio no Porto. Celebremos pois, com Nancy Vieira e todas as gentes, este Fado Criolo, onde não falta a saudade e o trinar da guitarra e aquele mundo que só existe nas ruas de Lisboa e onde se escutam as nuances do Brasil, ecos de tantas outras Áfricas e de muitas Europas e Américas. Há neste neste registo e neste concerto, morna e samba, fado e funaná, sofisticação com tons de jazz e aventura de espírito pop. É que na voz de Nancy cabem um país e o mundo que a diáspora foi abrindo. 

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https://www.uguru.net/espetaculo/nancy-vieira_gente/

Noble - Single "Gone (all over again)"

 

Depois de uma ausência de quase um ano em termos de edições fonográficas (o último single Forever é de 17 de novembro de 2023), Noble regressa com uma nova imagem e roupagem sonora, num registo mais soul e rock gravado nos Arda Recorders (Porto) pelo produtor João André (Miguel Araújo, Nena, Bárbara Tinoco entre outros).


Aliás, Noble diz-nos mesmo que "esta canção é o início de uma nova era para mim. É virar a página para algo novo. Sinto que, tal como eu senti uma vontade de me reinventar enquanto artista, a minha sonoridade foi também arrastada para essa mudança". Mas nunca renegando o passado, o artista português afirma que esta parceria, como o produtor João André, era algo desejado " ... até agora só tinha trabalhado com o Rui. E fizemos grandes canções juntos. O Rui foi, desde o início, um elemento essencial na minha criatividade e, talvez por isso mesmo, tenha sentido necessidade de trabalhar com pessoas novas para encontrar um som novo para mim. O som que eu queria encontrar agora. Embora tivéssemos uma curiosidade mútua de trabalhar um com o outro, eu e o João André ainda não tínhamos tido essa oportunidade e assim que ela surgiu agarrei-a porque não há nada melhor do que trabalhar com alguém que não nos conhece, que ainda não sabe quais são os nossos “vícios” enquanto artista. O João André ajudou-me a encontrar coisas que eu queria mas que não sabia aceder"


Outra alteração a nível de produção, foi o local das gravações deste novo single Gone (all over again) "esta canção foi gravada no Arda Recorders, no Porto - onde vou gravar o resto do álbum - e foi uma experiência surreal para mim! Gravei ao vivo, com uma banda incrível a acompanhar-me e a energia daquela sala era contagiante. A minha amiga Diana Martinez deixou a sua voz ao nosso dispor e fez os arranjos e os coros que ajudaram a levar esta canção até esta sonoridade soul, com influência da música Gospel que tanto me inspirou ao longo da minha vida. E tudo isto enquanto o João André pilotava esta nave espacial que, por momentos, me levou mesmo para outro planeta", conta-nos Noble.


Apesar de não termos tido acesso a novas edições de Noble nas plataformas digitais, não quer dizer que o cantor e compositor tenha estado parado. Pelo contrário, este verão e outono, fez uma série de concertos em Portugal continental e Açores, com banda e pela primeira vez a solo "os concertos são uma parte vital para mim. É onde as coisas realmente fazem sentido. É onde a música acontece. 2024 foi um ano para mudar essa parte também. Formatei as minhas canções para versões mais cruas, com mais guitarras, uma sonoridade com mais influência das minhas inspirações de sempre. E criei também um concerto a solo, onde estou apenas com a minha guitarra e voz (e ocasionalmente um piano) e estou mais focado em conversar e conhecer as pessoas que me estão a ver, do que propriamente em cantar estas músicas. É um concerto muito emotivo e tem sido cada vez mais divertido fazer isso, sinto-me com 16 anos outra vez quando estou em palco tão sozinho".


Gone (all over again) já está disponível nas plataformas digitais.

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Spotify

quinta-feira, novembro 14, 2024

Filme: THE DEAD DON'T HURT - ATÉ AO FIM DO MUNDO

 REALIZADOR Viggo Mortensen


PAÍS Estados Unidos da América; Canadá; Dinamarca; México; Reino Unido


DURAÇÃO 129’


ELENCO Viggo Mortensen, Vicky Krieps, Danny Huston


LÍNGUA Inglês


GÉNERO Drama, Western


SINOPSE Vivienne, uma florista, e Holger, um carpinteiro, conhecem-se em São Francisco. Vivienne valoriza a sua independência e recusa casar-se, mas concorda em mudar-se com Holger para o Nevada. Os dois imigrantes constroem uma vida juntos: Vivienne trabalha num bar e Holger constrói celeiros. A sua felicidade é interrompida quando a Guerra Civil desponta e o carpinteiro sente a obrigação moral de lutar pelo fim da escravatura. Vivienne vê-se obrigada a sobreviver sozinha, enquanto é perseguida agressivamente pelo filho do empresário que controla a cidade. O filme mistura a dureza típica do western com um olhar gentil neste retrato de uma mulher determinada a sobreviver num mundo masculino. 

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Distribuidora: Films4you

quarta-feira, novembro 13, 2024

Conferência "Manivelas, Maçanetas, Chavões: modos nossos de usar as coisas na poesia de Alexandre O'Neill" - 19 Novembro 2024

Conferência "Manivelas, Maçanetas, Chavões: modos nossos de usar as coisas na poesia de Alexandre O'Neill" dia 19 de Novembro, pelas 18H no auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé 31, em Lisboa.

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Pela Dr.a Teresa Carvalho 

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Entrada livre/por convite.

Dia 19 no novembro 2024, pelas 18h. no Auditório Maestro Frederico de Freitas em Lisboa.


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https://spautores.pt

domingo, novembro 10, 2024

Fleetwood Mac / Peter Green - Dust My Broom - Please Find My Baby - 1968/12/31 - Paris


 

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City Mall - EP "Lobby songs"

 


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Composição, instrumentos e produção musical: Pedro Spadoni, Matheus Del Claro

Vocais: Mariana Stein, Pedro Spadoni


Mixagem final e Masterização: Paulo Senoni (participa da composição de "F1")


Capa: Arthur Daraujo


Assessoria de imprensa: Rafael Chioccarello

Selo: Cavaca Records


Letras


Fotos: Mariana Moreira e Yasmin Kalaf

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Instagram

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https://cavacarecords.bandcamp.com/

Cinema: Os Dias Felizes: a luta pelo reconhecimento

 A Filmin estreia, em exclusivo no dia 21 de novembro, Os Dias Felizes, de Chloé Robichaud, uma versão canadiana de Tár, com ecos de Cisne Negro e Whiplash, onde uma jovem prodígio da orquestra luta para chegar ao topo enquanto lida com o seu pai conflituoso.

Emma é uma carismática e talentosa maestrina em ascensão na cena da música clássica no Quebeque. O público fica cativado pelo seu trabalho, mas a sua carreira é controlada pelo pai, Patrick, que também é o seu agente. Depois de anos a ceder às suas exigências, Emma está pronta para reavaliar as suas relações profissionais e pessoais. É então que Naëlle, uma violoncelista e mãe solteira, entra na sua vida, oferecendo-lhe a oportunidade de experimentar uma vida completamente diferente.
 

A primeira ideia que me ocorreu foi a de uma mulher maestra, explica Chloé Robichaud. Gosto de quebrar estereótipos, colocando as mulheres em posições onde não estamos habituados a vê-las. Acho interessante explorar o aspeto de liderança nelas; acho que me consigo projetar nisso, porque a minha profissão tem esse tipo de pressão.

Os mais atentos notarão que vários elementos do guião fazem lembrar os dois filmes anteriores de Chloé Robichaud, Sarah prefere correr Pays.

Os temas que abordei há dez anos continuam a ser relevantes para mim, diz a realizadora. Vejo uma coerência, uma ligação muito clara nas minhas escolhas, na complexidade e nas nuances das minhas personagens femininas. 

O filme estreia a 21 de novembro na Filmin. 

O argumento da realizadora está muito bem construído e a sua protagonista é maravilhosamente complexa. Sophie Desmarais é um crédito para a partitura: o seu desempenho é um tour de force. ★★★★ - LE DEVOIR

Sylvain Marcel e Sophie Desmarais têm desempenhos magníficos, por vezes explosivos, mas acima de tudo cheios de mil nuances. ★★★★ - LE SOLEIL

O filme mais pessoal e realizado de Chloé Robichaud. - ★★★½ - LA PRESSE

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https://www.filmin.pt/

sábado, novembro 09, 2024

Bernard Butler (Suede) - Um dos “guitarristas mais influentes” da atualidade toca em Portugal em novembro - Setúbal e Porto

 A “BBC” descreve Bernard Butler como sendo “um dos guitarristas mais originais e influentes do Reino Unido”. Com mais de 20 anos de carreira, o músico vai atuar pela primeira vez em Portugal a 14 e 17 de novembro, no Cinema Charlot (Setúbal) e Casa da Música (Porto), respetivamente.

O artista de 54 anos tornou-se conhecido em 1989, após fundar os Suede com o vocalista Brett Anderson, a guitarrista Justine Frischmann e o baixista player Mat Osman. O primeiro álbum do grupo, “Suede”, foi editado em 1993. Em 2005, o disco foi incluído no livro “1001 Albums You Must Hear Before You Die” (em português, “1001 Álbuns que Tem de Ouvir Antes de Morrer”). A concepção original é de Robert Dimery, co-fundador da revista “Rolling Stone” e as entradas foram escolhidas com base nas opiniões de jornalistas e críticos de música.

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Ler mais em:


https://www.nit.pt/cultura/musica/um-dos-guitarristas-mais-influentes-da-atualidade-toca-em-portugal-em-novembro 

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Teatro - "Cenas que acontecem" - Teatro Sá da Bandeira " (Porto)


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Quando uma família que se julga tradicional, afinal não o é…


Depois do êxito estrondoso em França, países francófonos e em Lisboa, a peça “Drôle de

Genre” de Jade-Rose Parker, nova revelação da dramaturgia francesa, chega agora ao Teatro

Sá da Bandeira numa hilariante encenação de Hélder Gamboa. 

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Texto: Jade-Rose Parker
Tradução e adaptação: Ângela Pinto
Encenação: Hélder Gamboa
Interpretação: Ângela Pinto | Beatriz Barosa | Manuel Marques | Luís Esparteiro
Produção: UAU e Tenda Produções  

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Website

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Peça de Teatro "Fica comigo esta noite" - Teatro Sá da Bandeira (Porto)


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Numa pequena cidade, um funcionário de classe média/baixa morre de repente, depois de um farto almoço. A sua esposa não está presente e para ela o sentimento de perda soma-se ao da culpa porque estava fora de casa no momento fatídico.

 A notícia espalha-se, ela decide que o marido será velado na cama do casal, e não tarda em começar a receber visitas de amigos, vizinhos e parentes.

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6 a 17 de Novembro 

Com Miguel Falabella e Marisa Orth

Website

Filme - Da Mongólia para a grande tela do cinema: “O JOVEM XAMÔ estreia a 14 de novembro nos cinemas

 O filme da realizadora Lkhagvadulam Purev-Ochir — primeira mulher mongol a fazer parte dos programas dos festivais de Toronto e Veneza — é uma viagem visualmente estimulante pela Mongólia dos dias de hoje, onde a modernidade e a ancestralidade convivem de forma natural e fazem parte da identidade coletiva desta população. 


Em O JOVEM XAMÃ, que chega às salas nacionais dentro de uma semana a 14 de novembro, esta ligação entre mundos é evidenciada em Ze, a personagem principal do filme, um adolescente e estudante de 17 anos que lida com os problemas comuns de todos os jovens desta idade, mas que acumula a insólita responsabilidade de ser o xamã da sua comunidade, a quem todos recorrem para orientação moral e espiritual.

Para a realizadora era muito importante que o tópico da "tradição versus modernidade" não fosse retratado de forma dualista ou por oposição ao sonho da juventude mongol. “Sinto-me bastante confortável em ser moderna e tradicional ao mesmo tempo. Este facto apenas enriquece a minha vida” — afirma Purev-Ochir 


Daí que seja natural que o retrato do xamanismo — uma prática religiosa e espiritual ancestral bastante comum na Mongólia — surja como algo que “é da própria natureza, é natural” e não sobrenatural ou mágico, como seria de esperar numa sociedade ocidental. “Na Mongólia o xamanismo é completamente o oposto dessas coisas” — comenta a realizadora. “Eu queria documentar, não seduzir ou dramatizar. O que poderão ver no filme é a minha experiência de xamanismo. É, acima de tudo, um evento emocional”.


O JOVEM XAMÃ, é uma co-produção de 6 países, incluindo Portugal (Uma Pedra No Sapato), contando com Vasco Viana na Direção de Fotografia e banda sonora de Vasco Mendonça. 

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O JOVEM XAMÃ, um filme com distribuição Cinetoscópio, estreia a 14 de novembro e estará em exibição nas seguintes salas:


GRANDE LISBOA

UCI El Corte Inglés

Cinema City Alvalade

Cinema NOS Alvaláxia

Cinema Fernando Lopes

Cineplace Loures Shopping

ÁREA METROPOLITANA DO PORTO

Cinema NOS Alameda Shop & Spot

Cinema Castello Lopes Mira Maia

Cinema UCI Arrábida

ALBUFEIRA

Cineplace Algarve Shopping

ÉVORA

Cinema SOIR

LEIRIA

Cineplace La Vie Caldas da Rainha

Cineplace Leiria Shopping

COIMBRA

Cinema NOS Alma Shopping

COVILHÃ

Cineplace Serra Shopping

GUARDA

Cineplace Guarda

BRAGA

Cineplace Nova Arcada 


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Instagram

Julia Machado c/ Sandra Valero - Single "Girl Next Door / Cosas del Amor"


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O tema foi escrito por João Direitinho, Aurora Pinto, Victor Valero e Luís "Twins" Pereira, que também assumiu a produção.

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Quem é a Júlia Machado?

Júlia Machado é uma jovem cantora luso-americana, nascida em agosto de 2010 em
Nova Jérsia. Tornou-se conhecida do público após a sua surpreendente vitória no
prestigiado programa The Voice Kids Portugal, considerado por muitos o maior palco
para jovens cantores em Portugal.

Paixão por Portugal:
Apesar de viver no estrangeiro, Júlia adora o seu país natal, Portugal, e visita a família
todos os verões. É frequentemente encontrada na Nazaré, praia no centro de Portugal
conhecida pelas suas ondas gigantes, ou em Monsanto do Ribatejo, onde gosta de
cuidar das ovelhas com os primos.

Musicais:
Apesar da sua tenra idade, Júlia já tem alguma experiência em palco. Começou a ter
aulas de canto aos seis anos na Jersey Shore Music Academy, em Nova Jérsia, após
os pais perceberem o seu talento para cantar. No entanto, a primeira vez que pisou um
grande palco foi no Count Basie, em Red Bank, Nova Jérsia, onde participou numa
produção júnior de A Pequena Sereia. Embora tenha tido um papel pequeno, foi nesse
palco que descobriu a sua paixão por cantar e representar. A sua próxima produção foi
Matilda, The Musical, seguida por O Rei Leão, da Disney, onde interpretou Nala, uma
das principais personagens femininas do espetáculo.

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sexta-feira, novembro 08, 2024

Livro - 10 anos de Cante - Ana Baião

 10 ANOS DE CANTE

 Livro de Ana Baião, a fotojornalista do Cante.
Comemorativo do décimo aniversário da Declaração do Cante Alentejano
como Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela Unesco
 
Apresentação, dia 16 de novembro, 17h, na Casa do Alentejo,
com participação de Vitorino e Ana Paula Amendoeira (diretora regional de Cultura do Alentejo).

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Cantado em coro e sem recurso a instrumentos musicais, o Cante Alentejano é uma manifestação popular característica dos vários concelhos do distrito de Beja, Baixo Alentejo, sendo mantido pelos grupos corais, alguns deles já centenários, em contextos informais, seja a trabalhar no campo ou em festa. As letras falam de sentimentos e de momentos do dia-a-dia. Não é específico de nenhum estrato social, mas é geralmente associado às classes rurais. O primeiro grupo coral surgiu em 1926, associado aos trabalhadores das Minas de São Domingos, tendo-se seguido um segundo grupo, em Serpa, em 1927.

A 27 de novembro de 2014 o Cante Alentejano foi declarado pela Unesco como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Ao longo destes últimos dez anos, a fotojornalista Ana Baião tem vindo a registar o Cante um pouco por todo o Alentejo, bem como na grande Lisboa, em diversas iniciativas e grupos. Publicou até à data dois livros: "Cante - Alma do Alentejo", em 2017, pela
RCP Edições; e "Cuba Cante Tabernas e Talhas", em 2021, a convite da Câmara Municipal de Cuba. Fotografou para dois CD - "Alentejo Ensemble", do Rancho de Cantadores de Paris, em 2019; e "Cante ao Menino na Capital", do Grupo ALCante, da Junta de Freguesia de Alcântara, com a participa ção dos outros grupos corais da capital Lisboeta, em 2021.

Pode afirmar-se, com toda a certeza, que nenhum fotógrafo documentou tanto o Cante Alentejano como Ana Baião.
A divulgação do Cante tem sido uma das suas causas e por esse motivo, a editora Tradisom aceitou o desafio de editar, em Outubro, um livro de fotografias comemorativo deste décimo aniversário da Declaração da Unesco.

Citando as palavras de Ana Paula Amendoeira, diretora regional de Cultura do Alentejo, “é uma sorte podermos contar com a Ana Baião que segue, acompanha as mulheres e os homens que cantam o Cante, por todo o lado, para os registar, para os dignificar, para os resgatar sempre, pela imagem, de décadas e séculos de sofrimento e pobreza e de tantas coisas. Somos devedores a esta fotógrafa do
Cante, esta artista que consegue captar o Alentejo e que nos mostra em cada fotografia o que Miguel Torga escreveu sobre os Alentejanos: É preciso ter uma grande dignidade humana, uma certeza em si muito profunda, para usar uma casaca
de pele de ovelha com o garbo dum embaixador.

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Filipe Furtado - Single 'Ada"

Filipe Furtado continua a apresentar músicas do seu segundo álbum "Como Se Matam Primaveras".


“Ada” é a segunda janela que se abre neste universo de “Como Se Matam Primaveras”, cantada a duas vozes na companhia de Ana Maria Pardal, que sabe navegar naturalmente essa intemporalidade dos timbres da tradição popular. O dueto é uma leitura musical sobre o romance de Vladimir Nabokov. A excepção que confirma a regra, um álbum que abraça deliberadamente os desvios e as ramificações instrumentais, aqui entregue a uma balada sem estradas paralelas ou desvios da canção.     


Gravado entre Lisboa e Coimbra, nos estúdios da Escola Superior de Música e da Blue House, este compêndio de novas canções envolve a relação umbilical e musical com Alexandre Furtado, irmão mais novo e conhecedor íntimo dos primeiros esboços das composições, que assume a captação, mistura, masterização e assina a produção do álbum.


O novo trabalho irá sedimentar o formato trio junto dos camaradas Filipe Fidalgo (saxofone) e Paulo Silva (bateria). Na passagem pelos muitos palcos desde da estreia de "Prelúdio" (Marca Pistola, 2022) e nos novos processos de escrita e composição, gradualmente, foram deixando a guitarra em segundo plano, para que o piano e os teclados continuassem esse universo que o single "Uma Coisa Linda Morrer" prometia. 


Os temas do novo disco abraçam sem medo o espaço, cada vez maior e assertivo, entre as letras e instrumentais do trio. As influências do jazz e do cancioneiro tradicional imiscuem-se nos universos indie e bebem de referências mais cinematográficas. Importa a viagem e cada um dos seus portos de abrigo.

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Spotify

Redoma - Single "2572"

 Depois de se terem estreado há dois anos com o aclamado EP “parte”, seguindo-se o single solto “delírios mensais” no ano passado, as redoma estão de volta com “2572”, primeiro tema que antecipa o álbum de estreia a ser editado no primeiro trimestre de 2025.




A cada passo que dá, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues, mostra-se cada vez mais interligada na sua expressão musical. O instrumental rap, numa cadência trip-hop, com uso delicado de texturas e samples, embala uma voz que se apresenta em tom introspetivo. Segundo a vocalista, Carolina, “2572 é uma reação bruta a uma ação indesejada. É também uma confissão e um bruto pedido de desculpas, uma vez que o sujeito a quem se direciona se foi tornando plural com o tempo”.




Num estilo lo-fi e simples, o videoclip que acompanha o single, reforça visualmente a mensagem da música: imagens projetadas na Carolina levam-nos por uma viagem interior com início numa reação, mas sem um fim à vista. No meio está a virtude, num caminho que se faz percorrendo na descoberta do que somos.




“2572” foi escrita por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues. O vídeo foi realizado por Carolina Viana e produzido também por Joana Rodrigues e Diana Gil.




As redoma fecham o ciclo de concertos deste ano com atuação no espaço cultural SOMA (Braga) no dia 9 de novembro.

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quinta-feira, novembro 07, 2024

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segunda-feira, novembro 04, 2024

MIRA KENDÔ EDITA DISCO HOMÓNIMO DIA 8 DE NOVEMBRO E LANÇA SINGLE “YO DEBO”

 

SINGLE “YO DEBO”

 

“Yo Debo” é o terceiro e último single do álbum homónimo ‘Mira Kendô’ que será editado no próximo dia 8 de Novembro pela Gris Gris.

 

“Yo Debo” representa o que existe de mais clássico nas composições musicais de Braima Galissá: simples e cativantes, as pessoas apaixonam-se por elas em todos os lugares onde Braima as toca. Com a produção a cargo de Jori Collignon, a faixa chega onde Braima queria: ainda que bem ancorada na música e na tradição Griot do Kora, na sua essência, “Yo Debo” é música feita para dançar, para unir as pessoas, música para fazer as pessoas sentirem-se bem.

 

“Yo Debo” é uma canção sobre ciclos. Conta uma história sobre como podemos inspirar os nossos filhos a serem as melhores versões de si próprios. A mudança real demora geralmente várias gerações e exige o conhecimento e o respeito pela tradição: apoiamo-nos nos ombros dos nossos antepassados. [À medida que os pais ajudam os filhos, os filhos ajudam os pais, os filhos tornam-se pais e assim por diante.]

 

Mira Kendô é um grupo que une gerações e culturas. O seu primeiro álbum é uma introdução calorosa à alegria e energia desta colaboração.

 

MIRA KENDÔ

 

Braima Galissá nasceu na Guiné-Bissau, cresceu na tradição familiar dos griots, figuras íntimas da história cultural e identitária do povo Mandinga. Durante anos, dedicou-se a explorar as profundezas da sua herança, praticando a arte e o ofício da Kora.

 

A história de Mira Kendô começa no estúdio de Jori Collignon, quando Braima lhe foi apresentado por um amigo comum, Francisco Sousa (Fininho). Assim que Braima começou a tocar a Kora, surgiram composições maravilhosas. Instintivamente, Jori agarrou nas suas drum machines e começou a adicionar camadas. Foi tudo muito natural, como se estivéssemos a conversar através da música. Apesar de termos referências musicais tão diferentes, começámos imediatamente a compor juntos.

 

Produtor, teclista e músico eletrónico, Collignon vê-se como um amante das raízes tradicionais da música, que utiliza para tecer, na sua própria trama identitária, as pontes sonoras que interligam diferentes povos, origens e gerações. Para o músico holandês, foi uma imersão profunda na rica herança musical da Guiné-Bissau. “Sempre me fascinou a música tradicional e a forma como ela viaja, evolui e se transforma pelo mundo fora.”, partilha o músico. Quando Jori e Braima falam de música tradicional, não se referem a algo preso no passado, mas sim a um género vivo, em constante mutação. Trata-se de compreender o lugar da música no mundo. A música autêntica não é apenas uma atuação; "ela move-se, transforma-se, tem uma função e provoca-nos."

 

Juntamente com o célebre guitarrista da Guiné-Bissau, Eliseu Forna Imbana e o baterista de Selma Uamusse, Gonçalo Santos, reuniram-se para criar algo verdadeiramente especial, misturando influências diversificadas e a paixão comum por uma música que transcende fronteiras. Esta música é um testemunho do poder da colaboração e da beleza que surge quando diferentes culturas e tradições se encontram e dialogam através do som.

 

BRAIMA GALISSÁ

 

“O Híbrido Improvável”

Texto de Fininho Sousa

 

Conheci Braima Galissá lentamente. Não num determinado momento, mas ao longo de anos. Quando nos tornámos amigos próximos e começámos a trabalhar juntos, éramos já incapazes de traçar a origem exacta da nossa amizade. Braima é uma figura cultural de talento cristalino, colocado perante uma ambiguidade azeda. Por um lado, é um artista disciplinado e meticuloso, que atingiu um nível de desempenho raro, colaborou com algumas das maiores figuras da música nacional como Sara Tavares e General D, toca Kora todos os dias há 55 anos e impõe um estilo especialmente tecnicista, sofisticado, e absorvente de todas as linguagens musicais valiosas à sua volta. Por outro, a arquitectura dos costumes culturais Europeus delineou-lhe limites por ele sempre rejeitados mas impossíveis de ignorar. Vezes sem conta, em sua representação perante o interesse - mais ou menos formal - de editoras na gravação e edição dos seus temas, ouvíamos propostas ou planos de pré-produção já definitivos que consistiam apenas no Braima, sozinho, a tocar os seus temas na Kora, cantando. Sem metrónomo, sem efeitos; “Puro”. E sem interesse em ouvir o próprio artista que, repetindo em vários idiomas e ao longo de variações gramaticais, afirmava que a sua música era de dança, criada para uma banda de pelo menos cinco elementos. Estes editores independentes, bem versados nos obscuros nomes do Jazz, nunca se aperceberam da arbitrariedade daquela arrogância; seria este paternalismo também calmamente explicado a discípulos dos Weather Report? A identidade histórica do Djidiu como contador de histórias e a sua formação histórica como compositor para Kora e voz é inegável. O que se duvida é do músico tradicional Guineense exclusivamente como agente do passado, estático no tempo, representante de uma pureza cultural imaginada. A Kora, como tantos outros instrumentos desenvolvidos ao longo de séculos, evoluiu. Braima, como qualquer músico Guineense, toca Salsa. O Gumbé, cuja versão Guineense é o orgulho nacional da Guiné-Bissau, teve muitas vidas, e tem muitas versões distintas pela África ocidental adiante. A Morna Cabo verdiana, como argumenta Vasco Martins, tem fortes influências da Argentina, via ilha da Boavista. A modernidade não é um projecto exclusivamente Europeu, e é um desperdício que músicos associados a territórios (erradamente) vistos como alheios à modernidade tenham constantemente de provar que também pertencem ao clube dos “cosmopolitas”. Os Tabanka  Djaz que o digam.

 

A 8 de Junho de 1998, de regresso à Guiné-Bissau depois de ter actuado em dois concertos, viu os seus voos cancelados ao saber que Ansumane Mané tinha reunido tropas para depor Nino Vieira em Bissau, iniciando uma Guerra Civil. Braima viu-se, então, inadvertidamente retido em Portugal e uma nova vida tomou forma. Um novo país por tempo incerto, com novas tradições musicais e formas de comunicação, e muitos admiradores de braços abertos. Uma das maiores diferenças que Braima refere ter encontrado em Lisboa foi a de poder colaborar com músicos de conservatório. Estes músicos, experimentados na composição colectiva, impunham um método e uma estrutura, tanto nas composições como nos ensaios, que o fez repensar as possibilidades da Kora e voz em estúdio. Tudo, afinal, era possível. Lembro-me de, em certos períodos de abertura e inspiração, ter ouvido pelo WhatsApp experiências quase diárias que o Braima ia fazendo com músicos de todos os ângulos. Da Kora em loop e sob efeitos, enleada numa manta de texturas de electrónica experimental, a um tema onde a Kora parecia arrastar-se, distorcida, em linguagem blues ou, frequentemente, a Kora tocando sobre uma caixa de ritmos. A vontade de absorver a diversidade espantosa de tradições musicais na metrópole não influenciou, no entanto, um dos pilares fundamentais da sua arte. Braima representa uma forma artística rara entre as elites culturais das grandes cidades contemporâneas: carrega a sua arte como um desígnio que exige disciplina, repetição, rigor e paciência. A Kora exige constantes afinações, manutenção e tipicamente um período de aprendizagem de vários anos, incompatível com a era artística contemporânea de expectativa de resultados imediatos. Braima não vê a sua carreira de músico como uma forma de escape ou de liberdade de expressão, mas como uma responsabilidade herdada, honrosa e que importa cumprir em pleno.

 

A minha geração, nascida pouco depois do 25 de abril em Portugal, foi totalmente dominada pela cultura do eixo EUA-Reino Unido. Essa preponderância, que abordei de forma juvenil mas enérgica no panfleto “Colónia Cultural Voluntária”, tem como uma das consequências a marginalização imediata de música de tradições afastadas desse eixo. A música de dança electrónica sem Detroit, Chicago, Londres e Manchester perde peso e transforma-se numa de duas hipóteses: um papagaio irrelevante, ou uma novidade imperceptível para a maioria esmagadora das populações ocidentais urbanas, educadas, viajadas e democráticas. As portas da aceitação são sempre, por muitas razões, abertas por projectos das mesmas metrópoles: Nova Iorque, Paris, Londres, LA, Berlim. A World Music como um projecto unitário (que é cada vez menos), mostrava “o outro lado” empurrado pela contracultura e pelos cooperantes  entretanto regressados. Esse lado, hoje, está esgotado porque traz consigo percepções essencialistas que o novo entusiasta já não patrocina: genuinidade, simplicidade, primitivismo.

 

Braima, continuamente avaliado por editores Europeus como apenas um representante, revelou repetidamente para quem o ouviu ao longo da sua longa carreira, todas as qualidades de um compositor tradicional em constante evolução, bem como as de um experimentador urbano implacável. Essas frequências, no entanto, permaneceram inaudíveis às mesmas elites que, nos anos 80, precaviam Youssou N´Dour para que não se degradasse fazendo música sofisticada. Este disco, ao aninhar-se em redor das suas composições enquanto busca um som híbrido e desabrigado, encurta distâncias e junta finalmente a arte de Braima ao corpo árduo de trabalho que cria novos pólos, novas misturas, novos riscos, novas alternativas aos mesmos centros urbanos que ainda hoje nos ditam o gosto. Porque é neste trabalho de lento aperfeiçoamento que se cria cultura: um achatamento intercultural radical que gera uma equivalência e familiaridade, facilitando a troca de argumentos musicais ao ponto das fusões parecerem, afinal, naturais.

 

Obrigado Braima e Gris Gris.

 

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sábado, novembro 02, 2024