quinta-feira, fevereiro 21, 2019

MUVI - Festival internacional de música no cinema em Almada

Mensagem da organização:

O Muvi - Festival Internacional de Música no Cinema inaugura hoje, em Almada, no Fórum Municipal Romeu Correia, a sua 5.ª edição competitiva. Serão mais de 80 filmes a serem exibidos, entre longas, curtas, documentários, ficção, experimentais, vídeos musicais.
Em anexo segue o nosso press release bastante prático para consultar
a programação.

E é com enorme satisfação que o MUVI abre o festival, hoje dia 21 de Fevereiro, 21h30, com uma estreia: "Na Margem: uma história do rock", um documentário sobre os quase 60 anos de Rock em Almada, com edição de Rui berton e produção de João Tempera e Davide Pinheiro.
A História e as estórias do Rock naquela que é considerada uma das cidades com mais músicos por metro quadrado e o berço de algumas das bandas mais emblemáticas de Portugal. Quase 60 anos da vida de Almada contados por aqueles que a viveram de guitarra em punho e vozes ao alto.
Às 21h inauguramos a exposição "XUTOS & PONTAPÉS: 40 ANOS 40 FOTOS", POR CAMERAMAN METÁLICO.
Amanhã, dia 22, teremos às 19h "Fevereiros"
GÉNERO: DOC | ANO: 2017 | DURAÇÃO: 75' | País: Brasil
REALIZAÇÃO: Marcio Debellian
O Filme mostra a trajectória de Maria Bethânia através da homenagem feita pela Mangueira no carnaval de 2016. Os directores Marcio Debellian e Clara Cavour acompanharam a construção do desfile de 2016 da Mangueira, escola de samba que escolheu a cantora baiana como enredo e sagrou-se campeã do carnaval carioca. Ao longo do processo, o documentário desvenda o universo que forjou Bethânia, uma das maiores intérpretes da Música Popular Brasileira. O filme conta com depoimentos Caetano Veloso e Chico Buarque, entre outros.

Amanhã, também, na sessão das 21h30 apresentaremos
"Heavy Metal Portugal - O Documentário"
GÉNERO: DOC | ANO: 2018 | DURAÇÃO: 100'|País: Portugal | REALIZAÇÃO: João Mendes
Edição de autor que aborda a história do heavy metal em Portugal desde os primórdios em 1960, em pleno regime da ditadura, até 2016. São 135 entrevistas a vários protagonistas da cena nacional, que narram a história em primeira mão. O documentário inclui uma entrevista com o guitarrista Phil Mendrix, lenda do rock português que morreu no passado mês de agosto aos 70 anos e uma série de contributos de membros bandas como os Tarântula, Xeque-Mate, Arte & Ofício, NZZN, Ibéria, entre outras.

No Sábado, dia 23, às 21h30, haverá sessão dupla com Capitão Fausto: Pontas Soltas" e "Farewell"
Capitão Fausto: Pontas Soltas"
GÉNERO: DOC | ANO: 2016 | DURAÇÃO: 40' | País: Portugal | REALIZAÇÃO: Ricardo Oliveira
“Pontas soltas” é um filme onde certos conceitos básicos da Mecânica Quântica - um interesse casual que fomenta conversas ocasionais entre os elementos da banda portuguesa Capitão Fausto - são o ponto de partida para falar do processo criativo de músicos e de outros artistas.

"Farewell"
GÉNERO: DOC | ANO: 2018 | DURAÇÃO: 48' | País: Portugal | REALIZAÇÃO: Ricardo Clara Couto e Rui Portulez
Em jeito de encerramento das comemorações da primeira década de vida do projeto Sean Riley & The Slowriders, surge este documentário. Afonso Rodrigues e vários membros da banda marcam presença, contando a história por dentro das músicas. Dez anos depois do disco de estreia de Sean Riley & The Slowriders, recordamos o disco "Farewell" e os primórdios da banda. Com Afonso Rodrigues e Filipe Costa (a banda), Paulo Furtado (mais conhecido como The Legendary Tigerman), Rui Ferreira (da Lux Records), Wout Straatman (produtor Lux Records), Hugo Ferreira (ex-director da RUC) e Nelson Carvalho (produtor Valentim de Carvalho).
No Domingo, dia 24, às 19h, com a presença da realizadora, exibiremos um belíssimo documentário “Peret, yo soy la rumba”,
GÉNERO: DOC | ANO: 2018 | DURAÇÃO: 92' | País: Espanha | REALIZAÇÃO: Paloma Zapata
Em 1968 um novo som conquistou meio mundo: a canção borriquito foi ouvida naquele ano em estações de toda a Europa e América Latina. Seus intérpretes eram três ciganos catalães que, com violão e duas palmeiras, cantavam um novo género musical que
misturava o ímpeto do rock, o sabor dos ritmos caribenhos e seu estilo flamenco de raiz. Logo os média baptizaram esse novo género como ‘rumba catalã”. Seu artífice era um cigano catalão
conhecido como Peret. 50 anos após o sucesso de Borriquito,
os netos da estrela mestra protagonizam um retrato íntimo da
família Peret.
Acreditando que este festival tem vários motivos de interesse jornalístico, destacaríamos "Peret, yo soy la rumba", cuja realizadora, Paloma Zapata virá de Espanha para assistir ao seu filme. 


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