sábado, julho 07, 2018

Projeto Bandida com Marta Dias e Carlos Barreto Xavier


Bandida / Alinhamento
Marta Dias e Carlos Barreto Xavier


A canção da bandida (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Esse meu amor (Letra: Marta Dias/Música: Carlos B. Xavier)
O lugar do amor (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Lamento da princesa errante (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Não sei que seja (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Fado luz e sombra (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Cantiga da loba da noite (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Meu bem (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Talvez amar (Letra: Marta Dias/Música: Carlos B. Xavier)
À porta (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Amor é fogo que arde sem se ver (Letra: Luís Vaz de Camões/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)
Mais tarde (Letra: Marta Dias/Música: Marta Dias e Carlos B. Xavier)

Marta Dias, alia elementos urbanos, contemporâneos e telúricos, saberes e sabedorias, intuições bem pensadas, sensualidade em equilíbrio com contenção. YUE, é o seu álbum de estreia em 1997 de onde se destaca o single “Gritar”. Ao segundo disco encontrava-se AQUI (1999), mas já projetava pontes improváveis de “Ossobó” a “Quase Fado”. Foi com o fado que Marta Dias correu mais mundo, cedendo-lhe o timbre mestiço e o jeito jazzy que guardou da escola do Hot Club de Portugal.

Carlos Barreto Xavier nasceu em Goa, Índia. Compositor, teclista e produtor musical, tem uma vasta obra editada e desenvolve intensa atividade artística (Anjos, António Chainho, Delfins, Hands on Aproach, João da Ilha, Jorge Roque, Katia Guerreiro, Marta Dias, Radiophone, Ritual Tejo, Santos e Pecadores e Passione). Desenvolve trabalho solidário e investiga as relações entre a música e a educação no ensino básico, tal como a inclusão social pelas artes.
 


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