domingo, junho 11, 2017

Coisas de Musica: Guitarrista Filipe Mendes e Vasco Gonçalves

 

Filipe Mendes (Guitarrista)



"Faz hoje 8 anos que morreu o General Vasco Gonçalves, de quem fui motorista durante o serviço militar. Um dia estava a chover e pedi-lhe o carro emprestado para uma gravação que não correu no timing previsto. Telefonei-lhe e disse-lhe que estava atrasado. O então tenente-coronel respondeu-me que iria de autocarro e que não me preocupasse pois tinha chapéu de chuva. O importante era não interromper a gravação. Hoje digo que o importante foi tê-lo conhecido." (Phil Mendrix, aka Filipe Mendes, uma lenda viva do Rock português, em 2013))  

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Vasco dos Santos Gonçalves OA (Lisboa3 de Maio de 1921 — Almancil11 de Junho de 2005) foi um militar (General) e um político português da segunda metade do século XX. Foi primeiro-ministro de Portugal dos IIIIIIV e V Governos Provisórios, no período que ficou conhecido como Processo Revolucionário em Curso (PREC).

BiografiaEditar

A 1 de Abril de 1961 foi feito Oficial da Ordem Militar de Avis[2].
Ao tempo Coronel, surgiu no Movimento dos Capitães em Dezembro de 1973, numa reunião alargada da sua comissão coordenadora efectuada na Costa da CaparicaCoronel de engenharia, viria a integrar a Comissão de Redacção do Programa do Movimento das Forças Armadas. Passou a ser o elemento de ligação com Francisco da Costa Gomes.
Membro da Comissão Coordenadora do MFA, foi, mais tarde, primeiro-ministro de sucessivos governos provisórios (II a V). Tido geralmente como pertencente ao grupo dos militares próximos do PCP, perdeu toda a sua influência na sequência dos acontecimentos do 25 de Novembro de 1975.
Como primeiro-ministro, foi o mentor da reforma agrária, das nacionalizações dos principais meios de produção privados (bancos, seguros, transportes públicos, siderurgia, etc.) e do salário mínimo para os funcionários públicos, bem como o subsídio de desemprego, este através do decreto-lei n.º 169-D/75, de 31 de Março.
O seu protagonismo durante os acontecimentos do Verão Quente de 1975 levou os apoiantes do gonçalvismo, na pessoa de Carlos Alberto Moniz, a inclusive comporem uma cantiga em que figurava o seu nome: «Força, força, companheiro Vasco, nós seremos a muralha de aço!».
Morreu a 11 de Junho de 2005, aos 84 anos, quando nadava numa piscina, em casa de um irmão em Almancil, aparentemente devido a uma síncope cardíaca.
Pai do realizador de cinema Vítor Gonçalves
Extraído da Wikipédia.

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Filipe Mendes

Em 1965 formou o grupo Chinchilas, com Vítor Mamede, José Machado, Mário Piçarra e Fernando que inicialmente se chamavam Monstros. Participaram duas vezes, a segunda já com a nova designação, num dos famosos concursos de Ié-Ié. O grupo lançou alguns discos mas acabou quando ele teve de ir para a tropa. Em 1967 chegou a tirar um curso de guitarra no Chicago School of Music.
Em meados de 1969 lança a solo [1] um single com os temas "Urso Ki" e "Ring Stone Eyes".
Em 1969 fez parte do grupo de rock psicadélico Fluido com Paulo de Carvalho, Edmundo Silva (ex-Sheiks, ex-Banda 4) e Cristiano Semedo (ex-Banda 4).
Os Chinchilas são reactivados e ainda lançam um EP em 1970 e participam no Festival de Vilar de Mouros de 1971.
Entre 1971 e 1975 fez parte do Grupo 5 e Heavy Band e em 1977 fez parte dos Psico com quem grava um disco.
Esteve, já na década de 1980, nos Roxigénio de António Garcez. Grava com o nome Mendes Prey para a editora RCS. Entre 1982 e 1992 esteve no Brasil onde continuou na música. Como Phill Mendrix fez depois parte dos Irmãos Catita e também formou a Phil Mendrix Band.
Actualmente toca com Os Charruas e com uma nova formação dos Chinchilas. Tem um bar em Lisboa

Extraído da Wikipédia

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