sábado, outubro 25, 2014

Resistencia com novo cd

RESISTÊNCIA
“HORIZONTE”

Edição: 24 de Novembro de 2014

1º single: “Vai Sem Medo” distribuído hoje para as rádios e, também a partir de hoje, disponível no facebook e canal no youtube da Resistência

ouvir - https://www.youtube.com/watch?v=dYhthkYw5Gk

Após vinte e dois anos de intervalo, os Resistência apresentam um novo álbum de canções resgatadas ao tempo e às obras de outros grupos: a importância das palavras e das guitarras no som de uma orquestra acústica de onze músicos.




As canções

Vai Sem Medo (do álbum «A Nova Aurora», de Madredeus e A Banda Cósmica, 2009) – cantado por Tim.
Cidade Fantasma (do álbum «O Elevador da Glória», dos Rádio Macau, 1987) – cantado por Miguel Ângelo.
Ser Maior (do álbum «Ser Maior, Uma História Natural», dos Delfins, 1993) – cantado por Olavo Bilac.
Deitar a Perder (do álbum «XIII», dos Xutos e Pontapés», 2001) – cantado por Fernando Cunha.
Balada do Bloqueio (do álbum «Delfins», dos Delfins, 2007) – cantado por Tim.
Perfeito Vazio (do álbum «Xutos e Pontapés», dos Xutos e Pontapés, 2009) – cantado por Pedro Ayres Magalhães.
Melhor Amigo (do álbum «Companheiros de Aventura», de Tim, 2010) – cantado por Tim.
Baloiçando nas Estrelas (do álbum «A Nova Aurora», de Madredeus e A Banda Cósmica, 2009) – cantado por Tim, Olavo Bilac e Miguel Ângelo.
Estrela da Vida (do álbum «Ser Maior, Uma História Natural», dos Delfins, 1993) – cantado por Tim.
Cantiga de Amor (do álbum «8», dos Rádio Macau, 2008) – cantado por Olavo Bilac.
Gota a Gota (do álbum «Mundo ao Contrário», dos Xutos e Pontapés, 2004) – cantado por Miguel Ângelo.



O contexto

            1. Foi tudo muito rápido.
Em Junho de 1990, Pedro Ayres Magalhães apresentara na Feira do Livro de Lisboa um recital intitulado «Resistência – As Primeiras Páginas (Canções Ilustradas)», em que a primazia era dada aos poemas, musicados, e interpretados por três cantoras. Em Outubro de 1991, Miguel Ângelo e Fernando Cunha participam num concerto atípico, e convidam Pedro Ayres e Tim para os acompanharem; sob a designação de All-Stars interpretam versões acústicas de canções das suas bandas: os Delfins, os Heróis do Mar, os Xutos e Pontapés. Ficam agradavelmente surpreendidos com o resultado, e decidem adoptar o nome que Pedro criara anteriormente. O projecto desperta igualmente o entusiasmo de António Cunha responsável pela recém-criada agência União Lisboa. No início de Novembro de 1991 já estão a gravar os primeiros temas no Êxito Estúdio, em Lisboa, acompanhados pelo núcleo do grupo Ficções, de Rui Luís Pereira: o próprio Rui («Dudas») na guitarra, Yuri Daniel no baixo e Alexandre Frazão na bateria. Yuri gravará somente dois temas, sendo depois substituído por Fernando Júdice (ex-Trovante); e a entrada do guitarrista Fredo Mergner e do cantor Olavo Bilac completam o elenco inicial do grupo, que se apresentou ao vivo pela primeira vez no Teatro São Luiz, em Lisboa, a 29 e 30 de Novembro. O álbum «Palavras ao Vento» foi publicado no início de Dezembro e tornou-se um enorme sucesso nesse Natal. Desde os primeiros meses de 1992 acumularam uma enorme agenda de concertos – e esse foi um ano de tumultuosa digressão, ao longo da qual foram testando novo repertório. Entre Agosto e Outubro de 1992 (e já com a presença do percussionista José Salgueiro) gravaram nos Estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, o segundo álbum, «Mano a Mano» – que a 4 de Dezembro foi apresentado ao vivo triunfalmente perante oito mil pessoas no célebre concerto efectuado num armazém do Porto de Lisboa, cujo registo sonoro constitui o terceiro e último álbum dos Resistência: «Ao Vivo no Armazém 22».

            2. Foi tudo muito breve.
A digressão ainda se prolongou por 1993, já com a inclusão do guitarrista Mário Delgado, e teve momentos memoráveis – como a participação no Festival Portugal ao Vivo, a 26 de Junho de 1993 – e incursões internacionais. O grupo ainda participou em duas compilações publicadas nos primeiros meses de 1994, «Variações: As Canções de António» e «Filhos da Madrugada Ca

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